8 de set. de 2016

DUDÉ E A MÁFIA: rock e empreendorismo



As muitas oscilações do cenário musical independente, assim como a proliferação das redes sociais no vasto campo da Internet, têm trazido para as bandas nacionais oportunidades novas a atraentes não só para estreitar laços com seus fãs, mas também para criar formas de manter seu trabalho financeiramente falando. Para tal, começa a surgir um novo perfil: o músico empreendedor.

A banda DUDÉ E A MÁFIA pode perfeitamente se enquadrar nesse novo formato, já que sua busca por novas parcerias e alternativas de espaço para shows, além de não descartar os já tradicionais bares e casas noturnas, tem gerado um aumento significativo do seu público.

“Buscamos fechar shows em teatros, além das casas noturnas já existentes. Isso nos abriu a oportunidade para venda de ingressos tanto paras as pessoas físicas, quanto jurídicas. Para o nosso show do dia 15 de setembro, por exemplo, entramos em contato com algumas empresas das quais duas se interessaram em comprar ingressos antecipadamente para os seus funcionários”, disse o vocalista Dudé.

A partir do momento que tais opções surgem no horizonte, o marketing também precisa passar por modificações. Sem perder o direcionamento para o seu público tradicional, banda DUDÉ E A MÁFIA se apegou à uma nova palavra de ordem: adaptação. Adaptar-se às novas condições, mas com o intuito de abrir um novo leque de possibilidades. A ideia é abrir novas portas sem fechar as já existentes.

“A resposta que estamos tendo à essa nova estratégia de marketing tem sido muito positiva, tanto que lançaremos em breve nosso EP virtual que estará disponível em várias plataformas de música Internet afora e estudamos também a possibilidade de lançarmos nossa loja virtual no fim desse ano para vendermos camisetas, chaveiros, canecas, etc com o logo da banda”, ressalta Dudé.

Talvez, estreitar laços com seus fãs transformando-os em consumidores seja uma excelente alternativa, mas sem perder o foco principal que é o conteúdo artístico. “Somos uma banda de Rock And Roll, nunca perderemos nossa essência musical. Porém, pra que uma banda se mantenha na estrada é necessário visão empreendedora”, conclui Dudé.

Quem quiser adquirir ingressos antecipados para o show do dia 15 de setembro no Teatro Ressurreição, basta acessar o link: http://teatroressurreicao.com.br/preview/dude-e-mafia/.

Atualmente formado por Dudé (vocal), Lennon Fernandes (baixo), Ed Navarrette (guitarra), Luiz Cazati (guitarra) e Sérgio Navarrette (bateria), a banda DUDÉ E A MÁFIA mergulhou de cabeça no velho e bom Hard Rock das décadas de 70 e 80, tudo temperado com uma pegada Blues na medida certa e letras em Português. A banda segue a estrada do Rock desde 2013 produzindo seu próprio material.


Links relacionados:
Site Oficial: www.dudeeamafia.com.br


Fonte: TRM Press

ÚLTIMO SOPRO: entrevista com o baterista J. C. Gabriel

O músico e baterista JC Gabriel da banda ÚLTIMO SOPRO, uma das grandes revelações do post-hardcore no Brasil nesse ano de 2016, conta em entrevista sua volta a banda, influências musicais e o começo da sua carreira. 


O ÚLTIMO SOPRO acaba de lançar o EP intitulado 'Aurora', muito bem cotado pela mídia especializada e no momento se encontra fazendo shows pelo Brasil e em trabalho de composição do seu primeiro full. 

Como foi seu começo na bateria e bandas que já tocou?

Toquei pela primeira vez aos 13 anos numa bateria bem antiga que havia ganhado de um amigo, aos 15 anos tive minha primeira banda, apenas por diversão, chamada Cory', tocávamos pop punk, ela durou apenas um ano, em agosto de 2013, aos 21 anos, entrei na ÚLTIMO SOPRO que ainda era um projeto. Hoje em dia, além de baterista da ÚLTIMO SOPRO, sou vocalista da banda Sob o dia Cinza que está em estúdio gravando seu primeiro EP.


Como foi a volta pro ÚLTIMO SOPRO, tendo em vista que você já havia integrado a banda em outra formação?

Fiquei 11 meses fora da banda pra focar num novo projeto e na vida pessoal, quando fiz o teste parecia que aquele tempo não havia existido, foram 30 min de pura empolgação entre todos os integrantes com aquele clima de família reunida, logo em seguida 3 shows de tirar o fôlego, tudo em apenas um mês, está sendo sensacional.


Qual sua expectativa para os próximos shows da banda?

Como a banda está mais entrosada no momento, nós levaremos um show mais agitado que o normal para o público, visando interação para que tanto o público quanto a banda saiam com gosto de "quero mais" de cada show.. 


Em relação às bandas brasileiras, qual você ouve? 

São muitas porque eu curto muito um som BR, mas as minhas preferidas no momento são Project 46, Pense e Savant Inc.


O que você tem ouvido? Alguma coisa nova que tem chamado sua atenção?

Ultimamente tenho ouvido muito Beartooth e While she Sleeps. Uma banda nova que me chamou atenção foi a "Draft", banda nacional que lançou em agosto deste ano o clipe de "A Culpa é de quem?", pedrada na orelha, vale a pena ouvir.


Aproveito para pedir que cite três bateristas que te influenciaram durante sua carreira.

Joey Jordison (ex Slipknot), Travis Barker (Blink 182) e Iggor Cavalera. 


O ÚLTIMO SOPRO disponibilizou para streaming e download do seu novo trabalho nos links abaixo:

Google Play: http://migre.me/usA72



A/C Sylvia Sussekind e Bruno Moraes

7 de set. de 2016

REBOTTE - Insurgência (EP)



2016
Independente
Nacional

Nota: 8,0/10,0


Músicas:

1. Insurgência
2. Cicatrizes
3. Discórdia
4. Amanhecer
5. Existência


Banda:


Lívia Almeida - Vocais
Bruno Abud - Guitarras
Vitor Acacio - Guitarras
Robin Gaia - Baixo
Santiago Soares - Sintetizadores
Ellen War - Bateria


Contatos:

Metal Media (Assessoria de Imprensa)


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Enfim, a modernidade em termos de Metal anda ficando os pés no Brasil. 

Sim, pois aparentemente bandas com sonoridades mais modernas andam surgindo mais e mais no cenário, trazendo renovação musical e novos fãs para o cenário ao mesmo tempo. E isso é bom, pois permite que novas idéias surjam, idéias que permeiam o trabalho do sexteto paulista REBOTTE, que estréia em disco com o EP "Insurgência".

O grupo é adepto de sonoridades mais modernas, o que nos permite dizer que eles preferem algo que junte a agressividade do Metal extremo com a força moderna de tendências como o Death Metal de Gotemburgo e algumas pitadas de Djent Metal em alguns pontos. E fica claro que o grupo tem talento, ostenta uma ótima técnica em termos instrumentais, e apresenta vocais que variam bastante os timbres guturais e rasgados.

Em termos de sonoridade, "Insurgência" ficou em um nível muito bom de qualidade. Se ouve tudo perfeitamente, sem esforços, mas o peso e a agressividade musical do sexteto estão bem evidentes. Ou seja, é esporro sonoro feito com qualidade, além de timbres instrumentais bem escolhidos. Um bom trabalho de Rogério Oliveira.

A parte gráfica ficou de alto nível, pois a capa e o layout estão muito bons, mesmo trabalhados em tons de negro e marrom. Hugo Silva e Henrique Baptista estão de parabéns.

De certo modo, o EP mostra uma banda eclética, que vai juntando influências de vários estilos de Metal para criar algo pessoal, mais deles. E isso se reflete nas músicas, devido ao dinamismo entre as mudanças de andamento, aos arranjos bem feitos e estruturas harmônicas de primeira. 

"Insurgência" - Uma introdução climática que vai preparando o ouvinte para o que vem pela frente.

"Cicatrizes" - O início do EP mostra que o sexteto é ousado, usando de melodias à lá Gotemburgo, mas com andamentos que vão mudando bastante, fora um trabalho ótimo dos vocais (os guturais contrastam muito bem com os timbres rasgados), além de baixo e bateria estarem muito bem. E o refrão nos lembra o trabalho de bandas mais voltadas ao Metalcore, usando de melodias muito bem pensadas.

"Discórdia" - Podemos perceber que alguns arranjos usando sintetizadores surgem, fora o famoso "wah-wah" se fazer presente. A música em si, por ser mais curta, mostra somente o lado mais lento e azedo da banda, com alguns inserts melodiosos. Destaque total para os riffs das guitarras.

"Amanhecer" - Em termos musicais, vemos uma agressividade mais ríspida e rasgada, mas tendo teclados providenciais como um belíssimo esteio para as guitarras mostrarem um trabalho rico em riffs caóticos. E as mudanças rítmicas são muito boas, com andamentos bem azedos.

"Existência" - Outra com uma pegada bem moderna, impactante e pesada, mostrando um trabalho extremamente empolgante em termos de baixo e bateria. E a envoltória melodiosa dada pelos sintetizadores ficou ótima.

Resumindo: bem-vindo, REBOTTE, pois o Metal nacional merece mais boas bandas como vocês.

MOBY JAM - Sem Juízo (Álbum)



2016
Independente
Nacional

Nota 8,5/10,0


Músicas:

1. Purpurina
2. Sol
3. Chuva Ácida
4. Descalabro
5. Homem de Gelo
6. Brilhar a Minha Estrela (Dá Mais Um)
7. O Vôo
8. Sem Juízo


Banda:


Marcelo Vargas - Guitarras, vocais
Elson Braga - Baixo
Augusto Borges - Bateria


Contatos:

Roadie Metal (Assessoria de Imprensa)


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Fazer Rock'n'Roll é uma tradição bem antiga no nosso país. 

Se falarmos com justiça, é preciso lembrar-nos de mestres como RAUL SEIXAS, MADE IN BRAZIL e outros que lá nos anos 60 e 70 deram o ponta-pé inicial na coisa. E esse jeito mais despojado e direto de fazer Rock ainda existe nos dias de hoje, com boas bandas surgindo de todos os cantos do Brasil.

Por isso, bandas como o power trio MOBY JAM, de Varre-Sai (RJ), têm seu lugar dentro do cenário, pois discos como "Sem Juízo" são fascinantes aos nossos ouvidos.

A banda faz um Rock'n'Roll melodioso e firme, mas com aquela dose de agressividade e sujeira que nos fazem bem. Ou seja, sua música tem seus toques de acessibilidade musical (o que nos prende à música do trio), mas sempre caprichada, com forte influência do gênero praticado nos anos 70 por aqui, com vocais bem postados, riffs de guitarra simples e solos funcionais, baixo e bateria formando uma base rítmica sólida e bem feita. Óbvio que sentimentos influências de BLACK SABBATH, LED ZEPPELIN, SCORPIONS e outros, mas a banda possui uma personalidade forte, e justamente por não terem compromissos e ambições que seu trabalho é tão bom.

A produção é do próprio trio, que soube buscar uma qualidade sonora que estivesse conforme o que desejavam para seu trabalho. E acreditem: produzir um disco assim no Brasil não é algo simples, pois permitir que a crueza sonora não danifique o lado melodioso não é fácil. Mas apesar de um ou outro percalço, a banda se saiu muito bem. 

A arte gráfica é bem simples, com a banda usando de um papersleeve sem muita pompa. Mas interessante é que assim, nos lembra dos famosos discos de vinil, que andam voltando ao mercado. O resultado final é muito bom.

"Sem Juízo" é muito bom de ponta a ponta, mas existem alguns momentos em que a banda mostra um trabalho excepcional.

"Purpurina" - Aquele jeitão pesado e azedo, mas melodioso, que se costumava usar em termos de Rock nos anos 70. O refrão é muito bom e grudento, e os arranjos simples da banda deram um tom acessível à canção. Reparem nos riffs de guitarra, que ficaram muito bons.

"Sol" - Alguns arranjos mais pesados nas guitarras, vocais bem postados, e a música é bem dinâmica, com partes bem acessíveis que ganhariam as rádios de Rock nos anos 80 facilmente. E algumas partes limpas com violão ficaram muito bem encaixadas.

"Descalabro" - Aqui, apesar da crueza, a banda exibe certo toque de Rockabilly (devido à presença de um piano, dando um toque de bom gosto à canção). Reparem como baixo e bateria estão ótimos na canção.

"Brilhar a Minha Estrela (Dá Mais Um)" - Para quem conhece os primórdios da cena do Rock carioca, sabe que este é um dos hinos dos anos 80, que originalmente pertence à banda SANGUE DA CIDADE. Mas é interessante reparar como a banda soube dar uma atualizada na canção, sem perder aquele swing desse Reggae/Rock que embalou muitos. Reparem como os vocais e as guitarras estão ótimas.

"O Vôo" - Nessa, a band escolheu usar de arranjos mais limpos nas guitarras, em uma faixa mais acessível, capaz de ganhar as rádios com facilidade. Mas a banda deu uma caprichada nos arranjos, com um teclado de fundo, fora baixo e bateria estarem muito bem mais uma vez.

No mais, nos resta dizer que este trio sabe o que faz com sua música, logo, ouçam "Sem Juízo" e boa viagem!

NO TRAUMA - Viva Forte Até o Seu Leito de Morte (Álbum)


2016
Nacional

Nota: 8,5/10,0

Tracklist:

1. Fuga
2. Quimera
3. M.M.A
4. Massa de Manobra
5. O Chamado
6. Forca
7. Sedativo
8. Demoniocracia
9. Igualdade
10. Algemas do Medo
11. Viva Forte
12. Sawabona Shikoba


Banda:


Hosmany Bandeira - Vocais
Tuninho Silva - Guitarras
João de Paula - Baixo
Marvin Freitas - Bateria


Contatos:

Roadie Metal (Assessoria de Imprensa)


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


O Metalcore tem sido um estilo no Brasil que tem se firmado mais e mais, com novas bandas surgindo aos montes. E um dos aspectos mais interessantes que o estilo tem gerado é que os fãs do gênero fogem do radicalismo empoeirado e danoso que muitos usam apenas para a afirmação pessoal. E isso é bom, pois talvez o Metalcore seja o divisor de águas que leve as novas gerações à uma nova consciência, necessária e atualizada.

E o RJ gera mais um bom nome do gênero: NO TRAUMA, banda que enfim chega com seu primeiro disco, "Viva Forte Até o Seu Leito de Morte", lançado pela MS Metal Records.

A banda teve mudanças em sua formação e mesmo em sua musicalidade, já que o disco apresenta uma musicalidade híbrida entre o Metalcore e influências do Metal extremo, algumas levadas bem Djent, melodias à lá Gothenburg Death Metal e mesmo toques de HC em alguns momentos. A banda sabe o que faz, e musicalmente é envolvente, trazendo algo de novo ao cenário. 

E meus caros, "Viva Forte Até o Seu Leito de Morte" é um disco que gruda em nossos ouvidos, mostrando que o NO TRAUMA veio com disposição, metendo uma bicuda na porta e disposto a não só ocupar seu espaço, mas a conquistar cada vez mais fãs.

Produzido pelo próprio quarteto, o CD tem uma sonoridade bem caprichada, buscando aliar bem o peso de suas canções com a agressividade raivosa e as melodias preciosas que eles usam. E se saíram muito bem, pois a sonoridade está de bom nível. Poderia ser melhor, é verdade, mas está de bom nível.

A arte da capa é muito interessante, e o encarte é simples, mas bem feito. Ou seja, em termos gráficos, a banda preferiu algo um pouco menos complexo que o estilo costuma mostrar, e se saíram bem.

O ponto mais forte do NO TRAUMA é saber trabalhar bem suas músicas sem perder a naturalidade na execução. Não existem excessos musicais, tudo está bem feito e encaixados, a dinâmica entre os instrumentos e com os vocais está muito boa.

Melhores momentos:

"Fuga" - O dinamismo entre os instrumentos é ótimo, com aquela influência do Djent Metal bem clara aos ouvidos, especialmente nas guitarras. Mas o clima geral é agressivo, chegando a doer os ouvidos se exagerarmos nos ouvidos.

"Quimera" - Cheia de mudanças de andamento, variando entre a agressividade melodiosa de bandas de Melodic Death Metal e a técnica Metalcore/Djent da banda. Destacam-se baixo e bateria, que estão excelentes tecnicamente.

"M.M.A." - Aqui, o lado mais sombrio e introspectivo do Metalcore da banda está claro aos ouvidos, com arranjos de guitarra de primeira, fora os vocais estarem muito bem em todas as suas mudanças de tons de voz.

"Demoniocracia" - Uma forte crítica social nas letras, cujo corpo musical é uma música em que os elementos de HC e Metalcore se aliam a uma dose forte de Djent Metal, mostrando melodias preciosas. Mais uma vez, os vocais raivosos são o ponto forte da canção.

"Igualdade" - Raivosa e rasgada, esta música tem toda aquela aura forte e azeda do Metalcore/Djent Metal, mas reparem como melodias fortes e intensas vindas de Gotemburgo estão bem claras em meio a tanta agressividade. E que ótimos backing vocals.

"Viva Forte" - O andamento varia bastante de momentos mais amenos a outros puramente velozes e empolgantes. Óbvio que isso mostra a força da base rítmica da banda, que está muito bem mais uma vez.

No geral, o NO TRAUMA mostra que tem muito a dar ao cenário nacional, e que com a devida chance, "Viva Forte Até o Seu Leito de Morte" é um disco de primeira. Mas ao mesmo tempo, se percebe que a banda pode ir ainda mais longe, que tem potencial para fazer músicas ainda melhores.

Que venha o futuro, mas o presente é excelente.

5 de set. de 2016

PRIMATOR: "Involution" é indicado para o Prêmio Dynamite

Foto: Nina Cortinove

"Poderosa, criativa, técnica e cheia de conteúdo" (Dossiê do Rock); "Transpira autenticidade" (Blog Na Mira); "Mais um álbum para a lista de grandes lançamentos nacionais de 2015" (A Música Continua a Mesma); "Extremamente bem feito!" (Música e Cinema); "Muito bom!" (Arte Metal); "Uma das melhores bandas de Heavy metal que nós escutamos na atualidade" (Resenha do Rock). 

Essas foram algumas declarações que a banda paulistana de heavy metal tradicional PRIMATOR conquistou na imprensa especializada com seu disco de estreia, "Involution". O álbum também foi eleito um dos "Melhores Álbuns Nacionais de 2015" pelo Heavynroll, Mundo Metal e Roadie Metal. 


A mais recente conquista de "Involution" foi a indicação para o Prêmio Dynamite de Música Independente 2016, a maior e mais tradicional premiação da cena independente brasileira. "Involution", do Primator, concorre na categoria "Melhor Álbum de Heavy Metal", onde também figuram outros grupos de destaque como Krisiun, Uganga, Nervosa, Hibria, NervoChaos e Project 46.

Os fãs do PRIMATOR tem até o dia 10 de Setembro para votar através do site http://www.premiodynamite.com.br

Entre outras novidades, Rodrigo Sinopoli (vocal), Márcio Dassié (guitarra), Diego Lima (guitarra), André dos Anjos (baixo) e Lucas Assunção (bateria) já estão trabalhando na pré-produção de seu segundo disco de estúdio que trará Mario Linhares (Dark Avenger) como produtor. 

No início do ano o grupo lançou o videoclipe da música "To Mars", composição do próprio Linhares e primeiro fruto de seu trabalho como produtor do PRIMATOR.

Para assistir, acesse: https://youtu.be/cxEa36E3WCY

Mais Informações:


Fonte: Som do Darma
Informações para Imprensa
A/C Eliton Tomasi

VULTURES: "A Strange Land", novo single da banda gaúcha



Fundada no ano de 2012 na cidade de Três Coroas, a banda VULTURES é mais uma que integra a forte cena underground do Rio Grande do Sul.

Em 2013 foi lançada a demo "Death And Sleep", começando a mostrar um pouco à que a banda veio. Dois anos depois do lançamento da demo, a banda começou a trabalhar em seu primeiro álbum, intitulado "Postmortem'.

No último dia 28 de agosto a banda lançou a single "A Strange Land", que foi um prêmio ganho em um concurso na abertura do show do Hangar na cidade de três Coroas, a melhor banda das 4 que participavam do concurso ganharia um Single gravado no Phantom Studio art. em Novo Hamburgo. Por decisão dos jurados, VULTURES se saiu melhor, e você pode confirmar isso na single abaixo!



Line up: 

Edmo Moser
Mateus Silva
Jefferson Lauxen
Roberto Fagundes


Fonte: Vultures

DISLEXIA: tocando nesta quarta-feira no “5h de Rock”


E nesta quarta-feira (07/09) o DISLEXIA estará participando do “5h de Rock”, que traz o melhor do Rock/Metal belenense, em um evento gratuito ao público e como o nome diz, cinco horas (ou mais) de puro som pesado!

O festival inicia as 14h e será realizado no Anfiteatro da Orla de Icoaraci em Belém. Não deixe de prestigiar sua cena local e apoie as bandas independentes, pois elas só se mantem vivas por causa de nós: O PÚBLICO!



Aproveite e confira o videoclipe mais recente do DISLEXIA:



Links Relacionados:



Guitarristas anunciam saída do Doomsday Hymn e já preparam nova banda

Angelo Torquetto e Karim Serri anunciam nova banda no próximo dia 20 de setembro - foto: divulgação.

2015 foi mais um ano movimentado e extremamente produtivo para os guitarristas Karim Serri e Angelo Torquetto, músicos que já possuem mais de 20 anos de carreira. Mais recentemente, ao lado da banda Doomsday Hymn, ambos lançaram um disco que recebeu elogios, tanto do público quanto da imprensa especializada nacional e internacional. Ainda realizaram com êxito uma extensa turnê sul-americana, além de shows ao lado de nomes consagrados do Metal nacional. 

Mas por algumas incompatibilidades dentro da banda, Angelo e Karim decidiram deixar o DDH (Doomsday Hymn), para se dedicarem 100% a uma nova banda. “Nós resolvemos nos afastar do DDH por motivos 100% profissionais. Estávamos em um ritmo de trabalho muito diferente dos outros da banda, e para não haver um confronto de ideias e evitar qualquer animosidade, resolvemos seguir nosso caminho e deixar o DDH seguir o seu, que, aliás, é muito promissor”, comenta Karim.

Com isso, os headbangers ganham um ótimo motivo para comemorar: uma nova banda surge no cenário nacional. Angelo e Karim uniram forças a outros dois músicos, e, no próximo dia 20 de setembro, todas as informações serão divulgada em um evento no Facebook, desenvolvido especialmente para o anúncio. Angelo faz questão de adiantar que "este tem sido um trabalho de grande desafio para nós, mas extremamente gratificante. Temas, composições, ideias, enfim. Tudo pensado com cautela, para dar à galera algo para não se arrepender de ouvir: nosso bom e violento Metal Brazuca!". 


ANGRA: banda faz apresentação explosiva no Rock Na Praça e leva fãs ao delírio


O ANGRA realizou neste domingo (4) uma apresentação bastante especial no Rock na Praça, em São Paulo. O evento foi gratuito e contou com as bandas Gloria, Kisser Clan e Korzus. 

No show do ANGRA, a banda contou com vários convidados especiais, entre eles, amigos dos músicos como os vocalistas Alírio Netto (Age Of Artemis), BJ (Soto e Tempestt) e Bruno Sutter. Eles revezaram e cantaram vários clássicos para deleite do público paulistano que viu um momento único na história do grupo.

Neste momento o ANGRA se prepara para uma turnê na Europa nos meses de setembro e outubro, onde passará por Espanha, Alemanha, Itália e França. 

Confira o set-list do ANGRA no Rock na Praça:

Wings of Reality (Bruno Sutter)
Nothing to Say (Alirio Netto)
Waiting Silence (Rafael Bittencourt)
Heroes of Sand (BJ)
Make Believe (Alirio Netto)
Time (Bruno Sutter)
Final Light (Rafael Bittencourt)
Rebirth (BJ)
Carry On
Nova Era (Alirio Netto, Bruno Sutter, BJ)

E fotos exclusivas na página da Top Link music: https://www.facebook.com/toplinkmusicoficial


Marketing artístico/entretenimento

CHAOS SYNOPSIS: setlist especial em show no Sesc Belenzinho


No próximo dia 23/09 (sexta) o CHAOS SYNOPSIS realizará show no Sesc Belenzinho, em São Paulo/SP. Na ocasião irão apresentar um setlist especial com faixas dos álbuns “Kvlt Ov Dementia” (2009), “Art of Killing” (2009), “Seasons of Red” (2015), o split “Intoxicunts” (2016) com a banda polonesa Terrordome e surpresas.

Confira todas as informações e compre seu ingresso aqui: http://bit.ly/2ckdPoM

Acompanhe CHAOS SYNOPSIS no Facebook: www.facebook.com/chaossynopsisbr


Fonte: Dunna Records

4DRIVE: participam do Disco que Mudou minha Vida


Os integrantes da banda de Alternative Rock 4DRIVE participaram do programa O Disco que Mudou minha Vida, da Mutante Radio, dentre eles álbuns clássicos de Metallica, Iron Maiden e Pantera.

Confira a lista completa e comentários sobre os discos aqui http://bit.ly/2aZutuO

Acompanhe 4DRIVE no Facebook: www.facebook.com/4drivemusic


Fonte: Island Press

ALÍRIO NETTO: cantor divulga capa de novo single “Retrato”



O ator e cantor Alírio Netto (We Will Rock You, Jesus Cristo Superstar, Age of Artemis, HeavyPop, Khallice) acaba de divulgar a capa do single “Retrato”, faixa de seu álbum solo “João De Deus”. A música foi gravada no Do It Estúdio, de Tito Falaschi, e teve a participação de Thiago Mineiro (piano). A composição é de Alirio Netto e Daniel Carelli e será lançada nesta sexta-feira (9) junto com seu novo videoclipe.

Alirio Netto já interpretou os papeis de Jesus e Judas no musical “Jesus Cristo Superstar” e recentemente foi o protagonista do “We Will Rock You” com o personagem Galileo, musical recheado por várias clássicos do Queen.

Ficha Técnica:
“Retrato”
Música: Alirio Netto e Daniel Carelli
Letra: Alirio Netto
Vídeo por Bruno Esteves
Atriz: Livia Dabarian
Foto por Pricila Tessarini
Capa e logotipo por Danilo Fachini
Teclados, guitarras, violão, e bateria por Tito Falaschi
Baixo por Felipe Andreoli
Backings vocals por Tito Falaschi
“João de Deus” conta com as participações de Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa
Mixagem por Tito Falaschi
Masterização por Tito Falaschi

Mais informações:


Fonte: TRM Press

THORN STORM: banda lança vídeo oficial para “Hidden Road From Hell”


A banda capixaba THORN STORM lançou um videoclipe oficial para a música “Hidden Road From Hell”, que pode ser conferido a seguir. O vídeo foi dirigido por Alden Garciah.


Em outras notícias, a THORN STORM já deu início aos trabalhos para o seu novo álbum, intitulado “Army Of Darkness”. O disco será gravado no estúdio Áudio Space em Jacaraípe na Serra (ES), sob a produção de Daniel Escobar, enquanto a masterização e masterização ficarão sob os cuidados de Adriano Scaramussa (ex-Siecrist).

Para a gravação de “Army Of Darkness“, os músicos da THORN STORM usam Mesa Boggie e Marshall de alta qualidades, além das guitarras Jackson. O baixo é da Fender, enquanto a bateria conta com pratos diversos. Mais informações serão divulgadas em breve.

THORN STORM é formada por:
Rafael Queiroz – vocal/guitarra
Marcelo Terroso – guitarra
Eguiberto Andrade – baixo
Marcelo Mappa – bateria

Acompanhe a THORN STORM no Facebook: https://www.facebook.com/thorn.storm.3


Assessoria de Imprensa
Intagram: @BlackLegionProd

PANDEMMY: divulgando faixa inédita do novo álbum!



O grupo de Death/Thrash Metal PANDEMMY disponibilizou para audição a faixa inédita 'State Of War', que será a terceira faixa do segundo álbum oficial da banda: "Rise of a New Strike". 

O segundo registro oficial de estúdio está em fase de mixagem e masterização e tem previsão para lançamento virtual no Bandcamp no próximo mês de Outubro.


Confiram a capa e o tracklist de "Rise Of A New Strike":

1. One Step ... Foward
2. Circus Of Tyrannies
3. State Of War
4. 7000 Days Of Terror (And The New Attempt)
5. Almost Dead
6. Rise Of A New Strike
7. Stars Of Decadence
8. Inferno Is Over
9. Against The Perfect Humankind
10. No Reasons For Losses

A versão física do novo álbum, com previsão de lançamento em 2017 irá conter duas faixas bônus: "Nepenthe" (SENTENCED) e "Ecce Homo" (DECOMPOSED GOD).




Fonte: PANDEMMY

OLDER JACK: banda disponibiliza álbum na internet


A banda de Santa Catarina, OLDER JACK, disponibilizou em sua conta no SoundCloud, todas as músicas de seu primeiro álbum, “Metal Über Alles”. O grupo toca um Rock’n’Roll onde mistura elementos do Hard Rock e Heavy Metal.

O quinteto brasileiro que começou sua história em 2004, está se revelando no cenário nacional por suas letras escritas em alemão, mas independente disso, sua técnica e produção seguem um ótimo patamar de qualidade. Basta ouvir algumas composições como “Macumba” e “In Namen Das Geldes”, que você entenderá um pouco mais da proposta de Carlos Curt Klitzke (vocal), Hermann Wamser e Deivid Wachholz (guitarras), César Rahn (baixo) e Bruno Maas (bateria).

Confira tudo acessando o link abaixo:



Sites Relacionados:

Página oficial no Facebook: https://www.facebook.com/olderjackband


Fonte: Roadie Metal
A/C Gleison Junior (Apresentador/Proprietário)

ROADIE CREW: Epica fala sobre seu festival e novo CD na ed. 212


A capa da edição de número 212 da revista Roadie Crew, que estará nas bancas até o dia 10 de setembro, traz a banda Epica, que realizará no Brasil uma edição do seu próprio festival: "Epic Metal Fest". Além de promover o festival, o grupo holandês comemora o lançamento de seu sétimo álbum de estúdio, "Holographic Principle". O guitarrista e vocalista Mark Jansen e a vocalista Simone Simons deram todos os detalhes do que está por vir. 

Entrevistas:

Epica
Zakk Wylde
Periphery
Edu Falaschi
Steven Tyler
Doro
Flotsam & Jetsam
Fates Warning
Suidakra
Diamond Head
Human Fortress
Semblant
Hangar
Jailor


Seções:

Cenário: Silent Cry, Ocultan, Timor Trail, Stomachal Corrosion, Jäilbäit, Marcio Sanches, The Cross, About2Crash, Seu Juvenal e The Sisters Of Mercy
Blind Ear: Tomi Joutsen (Amorphis)
Collection: Machine Head
Background: Enslaved (Final)
Eternal Idols: Tommy Ramone (Ramones)
ClassiCover: Rufus Thomas X Ratt
Lado B+: Overdose
Playlist: Paulão de Carvalho (Velhas Virgens)
Hidden Tracks: Nattvindens Gråt
ClassiCrew 76: Sammy Hagar
ClassiCrew 86: English Dogs
ClassiCrew 96: Theatre Of Tragedy
ClassiCrew 06: Decapitated
Profile: Tony Dolan (Atomkraft, Venom, M-pire of Evil, Venom Inc.)
Live Evil: Megadeth, Angra
Pôster: Helloween (Keeper of the Seven Keys Part II)

Para adquirir pelo site acesse - http://www.roadiecrew.com/anteriores.php
ou entre em contato pelo telefone (11) 5058-0447


Fonte: Roadie Crew

RUINS OF ELYSIUM: lançado vídeo com trechos de resenhas e crowdfunding


Uma rápida olhada em tudo o que diz respeito à banda mineira RUINS OF ELYSIUM já leva a crer que se trata de algo diferenciado que vem cativando os ouvidos metálicos, inclusive fora do país.

Diversas positivas resenhas do EP “Daphne”, lançado em maio, vêm sendo colhidas mundo afora, e a banda decidiu reunir algumas delas dentro de um vídeo lançado nessa sexta-feira, 2, através do canal oficial do RUINS OF ELYSIUM no YouTube.

O vídeo, além de divulgar trechos das excelentes resenhas, também fornece meios de aquisição do trabalho, informações ilustradas ainda por uma música instrumental inédita no background.


Não bastasse, o RUINS OF ELYSIUM também está lançando, através do mesmo vídeo, a campanha de crowdfunding para financiar o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, cujas informações mais detalhadas serão divulgadas na próxima semana.


“Esse EP refresca o mundo do Metal, pois quase todo o Metal está estagnado. Para mim, essa é a beleza do Ruins of Elysium, porque é uma banda que tenta algo diferente e a melhor parte é que conseguiu”, diz o portal gringo Sudupereviewer em resenha de nota 4,5/5.


“Symphonic Metal viciante”, também define a revista gringa Metal On Loud Magazine, em resenha de nota 9,0/10.


O RUINS OF ELYSIUM executa um diferenciado Symphonic Metal cantado em tenor, e cujas letras se direcionam a todos aqueles que se sentem oprimidos de alguma forma, para que se sintam representados, sejam minorias raciais, LGBT, mulheres ou outros. A formação é de nacionalidade mista, já que a dupla de guitarristas é também composta por uma holandesa e um italiano.



Links relacionados:



Fonte: Roadie Metal
A/C Gleison Junior (Apresentador/Proprietário)

3 de set. de 2016

ENDRAH - Shoot, Shovel, Shut Up (EP)


2016
Independente
Nacional

Nota: 8,0/10,0


Músicas:

1. Shoot, Shovel, Shut Up
2. Shame
3. Priced Out of Paradise
4. Bully
5. Cadáver na Barragem (2016)


Banda:


Relentless - Vocais
Covero - Guitarras
Adriano Vilela - Baixo
Bruno Santin - Bateria


Contatos:

Metal Media (Assessoria de Imprensa)

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Existem bandas que parecem incansáveis na arte da surpresa, de se reinventar e soarem cada vez mais pesadas e modernas. Nisso, o Brasil anda muito bem, já que muitos preferem a evolução à estagnação de viver no passado (embora algumas consigam alcançar a Pedra Filosofal musical de tal forma que a continuidade de seu trabalho permaneça sempre ótima). E em termos de versatilidade e peso, não podemos deixar de citar o ótimo trabalho do quarteto ENDRAH, de São Paulo, que após um período de certo silêncio, mostra que veio disposto a ganhar mais espaço no cenário.

E sim, a prova disso é seu novo EP, "Shoot, Shovel, Shut Up", que acaba de sair, e mostra a banda revigorada.

A verdade é que o ENDRAH é uma banda versátil, a ponto de conseguir fundir uma musicalidade tão bruta e feroz com uma sonoridade atualizada, moderna e explosiva. E isso tudo misturando Death Metal, Thrash Metal e HardCore sem pudor algum, e ainda colocando umas doses de Groove/Thrash à lá PANTERA aqui e ali, soando sempre coeso e pesado, sem dó dos ouvidos alheios e dos pudores musicais de muitos.

Em termos de produção musical, a banda acertou a mão: a sonoridade do EP é brutal, gordurosa e agressiva, graças a timbres instrumentais bem escolhidos, bem como a mixagem acertou a mão. Mas é bom que entendam que, apesar de tanta esporreira sonora, você não encontrará algo que não seja capaz de entender, já que a clareza é de bom nível.

É bom se prepararem, pois o quarteto não voltou disposto a abrir mão de sua agressividade, e muito menos do discurso azedo. Mas é interessante ver a banda conseguindo alimentar sua fusão de estilo com boa técnica musical, além de arranjos muito bem pensados. E cuidado, pois as mudanças de ritmo ocorrem sem você menos esperar, mas sempre nos trazendo aquela sensação de que estamos ouvindo uma banda dinâmica e madura.

"Shoot, Shovel, Shut Up" - Se percebe a clara influência de Groove Metal e Hardcore atual nessa canção. O trabalho instrumental é raivoso, e a agressividade salta os olhos, mas as mudanças de ritmo são constantes, mostrando um trabalho ótimo de baixo e bateria.

"Shame" - Cheia de Groove moderno, e percebe-se que os riffs de guitarra são ótimos, entremeados por boas mudanças rítmicas (ou seja, temos momentos mais lentos, e outros mais velozes). A música em si mostra aquela opressão musical moderna, mas sem deixar de ter peso cavalar.

"Priced Out of Paradise" - A agressividade aumenta bastante, usando de tempos que mudam constantemente. É interessante notar como os vocais assentam bem sob a base instrumental, seja nos momentos mais velozes ou nos mais lentos, contrastando urros intensos com gritos rasgados, além de um insert de algo próximo à ritmos latinos, onde o baixo se mostra bem técnico.

"Bully" - É a música do vídeo de divulgação, logo, se preparem. Novamente, as mudanças de ritmo ocorrem, mas sempre mantendo a atenção do ouvinte. Em termos técnicos, baixo e bateria mais uma vez roubam a cena, sem desprezar o excelente trabalho das guitarras (uma olhada no solo mostra como a técnica e agressividade não obliteram as linhas melódicas).

"Cadáver na Barragem (2016) - Aqui, temos o remake da faixa que a banda lançou no Single de 2014, novamente mostrando mudanças entre tempos lentos e azedos com levadas mais velozes. 

O ENDRAH provou que está mais vivo e forte que nunca, logo, aproveitem e ouçam "Shoot, Shovel, Shut Up" à vontade, mas cuidado com os ouvidos. E antes que me esqueça, o EP pode ser ouvido na íntegra no perfil da banda no Soundcloud.