22 de mai de 2012

Show no Motoclube Veneno da Cobra



Apokalyptic Raids, com as bandas Thrashera, Lástima, S.F.D. e Mysttica.
Sábado, 9 de junho, às 21:00 horas.



Monsters of Rock Underground



26/05/2012
Show no Heavy Duty, na Rua Ceará, 104, próximo à praça da Bandeira, com:
Prophecy - Thrash Metal
Martini Machine - Hard'n'Heavy
Revenging - Heavy/Gothic.
Entrada: R$ 10,00 até meia-noite, e R$ 15,00 depois.

Produtor: DJ Terror da From Hell Productions



Diablo Swing Orchestra: "Queremos um show caótico"


por Letícia Okabayashi - especialmente à The Ultimate Music - Press
edição Costábile Salzano Jr.




Após quase dez anos de carreira, o Diablo Swing Orchestra se tornou um dos grupos mais cultuados dentro do concorrido cenário do rock/metal europeu. Com uma sonoridade bem peculiar, que mistura elementos do Dark Cabaret, Flamenco,Tango, Jazz, elementos com música erudita e vertentes do Heavy Metal, a banda vem se destacando em um segmento musical que preza principalmente pela autenticidade.

O mais curioso é que a estreia do Diablo Swing Orchestra no Brasil deve-se praticamente aos seus fieis fãs. Depois de interessante petição virtual e muitos rumores, a Agência Sob Controle "comprou" a ideia e agendou a única apresentação dos suecos no país, para o próximo dia para 29 de maio, na Inferno Club, em São Paulo.

Neste momento, Daniel Håkansson (guitarra/vocal), Pontus Mantefors (guitarra), Annlouice Loegdlund (vocal), Andy Johansson (baixo), Johannes Bergion (cello), Johan Nörback (bateria - interino), Martin Isaksson (trompete) e Daniel Hedin (trombone) estão se preparando para lançar o seu terceiro registro fonográfico batizado de Pandora's Piñata. Este trabalho chega ao mercado em 22 de maio.

Na entrevista abaixo, o líder Daniel Håkansson comenta sobre a expectativa da banda em tocar pela primeira vez no Brasil, as primeiras criticas em relação ao novo disco e comenta sobre fatos da carreira e algumas curiosidades.


Olá, Daniel! O Diablo Swing Orchestra é uma banda totalmente diferente das outras. Você poderia explicar com algumas palavras o que é o DSO?
Daniel Håkansson: Olá! A princípio o DSO é uma banda de rock/metal que mistura várias influências nas músicas. A maior diferença de outras bandas deve ser que as outras influências têm um papel muito importante nas nossas músicas tanto quanto o rock e o metal. 

Seu terceiro álbum Pandora's Piñata será lançado no próximo dia 22 de Maio. Como as resenhas têm sido até agora?
Daniel Håkansson: Na verdade, temos recebido boas avaliações. Se me recordo bem, acho que elas têm sido, acima de tudo, mais positivas do que da última vez, as quais eram mais divididas. Os criticos parecem ter gostado da direção que estamos tomando com os arranjos mais trabalhados. 

Vocês pretendem lançar algum novo videoclipe? Ouvi dizer que haveria um do "Sing Along Songs for the Damned and Delirious", mas não houve...
Daniel Håkansson: Esperamos começar com isso quando voltarmos da turnê na América Latina. Mas como sempre, depende do orçamento e, digamos que, os nossos são limitados, pelo menos no ramo musical atualmente. Mas estamos pensando positivo que acontecerá sim desta vez.

As letras das músicas no novo álbum são mais elaboradas. O que você pode dizer sobre elas? Isso foi uma evolução natural ou você quis trabalhar mais nas letras desta vez?
Daniel Håkansson: Sim, acho que foi uma das coisas que eu senti que dediquei menos tempo no passado e eu queria agora tanto que fosse mais pessoal quanto encorajar pessoas, já que temos recebido muitas mensagens dizendo que nossas músicas ajudam no cotidiano da vida delas.

Qual é sua música favorita no novo CD? E qual foi a mais difícil de compor/gravar?
Daniel Håkansson: É difícil de dizer, mas eu sempre acabo gostando das mais simples, então no momento é a "Black Box Messiah". A mais difícil de compor/gravar foi "Of Kali Ma Calibre", já que ainda tínhamos algum trabalho a fazer nela quando entramos em estúdio e todas as outras idéias não tinham funcionado na demo.

DSO agora têm quase 10 anos de carreira. Quais eram sua expectativas em 2003 quando começaram e atualmente, saindo para turnês com todo esse feedback positivo de fãs por todo mundo?
Daniel Håkansson: Nós não tínhamos muito um objetivo, a não ser gravar um CD, quando começamos em 2003. Então quando nós mesmos o lançamos em 2006, apenas começamos a promovê-lo online e o resto é história (risos). As expectativas hoje em dia são apenas manter a bola no jogo e conseguir gravar mais álbuns e sair em turnê com eles. 



É o primeiro show do DSO no Brasil. O que vocês esperam?
Daniel Håkansson: Esperamos que vocês façam jus à sua reputação sendo, no mínimo, caóticos como nós gostamos. E nós estamos também esperando que este show tenha uma boa repercussão para que possamos voltar para fazer mais shows, com mais datas por ai. 

Vocês têm alguma surpresa no setlist? Novas músicas serão tocadas?
Daniel Håkansson: Pretendemos misturar tanto as músicas antigas quanto as novas no repertório da tour pela América Latina. Esperamos que muitos fiquem positivamente surpresos pela energia que temos ao vivo. Já que é difícil trazer todos os detalhes do álbum para o palco, nós compensamos a falta deles com pura energia e caos.



Obrigada, Daniel, desejo um ótimo show aqui, e sinta-se à vontade para mandar alguma mensagem aos seus fãs brasileiros.
Daniel Håkansson: Mal podemos esperar pra chegar e tocar. Esperamos que vocês nos ensinem a dançar (risos)! Viva!

Links relacionados:
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Serviço SP
Agência Sob Controle apresenta Diablo Swing Orchestra
Data: 29/05/2012
Local: Inferno Club
Endereço: Rua Augusta, 501 - Consolação
Tel: (11) 3120-4140.
Site: www.infernoclub.com.br
Ingressos: R$ 60,00 (1°lote) - R$ 70,00 (2°lote)
Pontos de venda Galeria do Rock: Hellion 1° andar - (11) 3223.8855 | Mutilation 2° andar - (11) 3222.8253 | LadySnake 1° andar (11)3361.7705
Santo André - Metal CD: R. Dr Elisa Flaquer, 184 – (11) 4994.7565
Venda online: www.ticketbrasil.com.br
Imprensa: (13) 9161.6267 - press@theultimatemusic.com

Decapitated: "Não tenho problemas com a Igreja, minha música apenas fala sobre humanos"


por Juliana Lorencini - especial para The Ultimate Music - Press
edição Costábile Salzano Jr.



Esta entrevista foi cedida ao The Ultimate Press, do irmão Costábile Salzano Jr.




Poloneses do Decapitated desembarcam no Brasil para dois shows no Estado de São Paulo

A enxurrada de atrações internacionais tem proporcionado aos fãs brasileiros a verdadeira oportunidade de conferir muitas bandas que estavam faz tempo naquela listinha de shows imperdíveis. Agora chegou a vez dos poloneses do Decapitated. Mestres do technical death metal, o grupo tem apresentações agendadas em Hortolândia (25/05 - Barka MadaRock) e São Paulo (26/05 - Blackmore Rock Bar).

Waclaw "Vogg" Kieltyka (guitarra), Kerim "Krimh" Lechner (Thorns of Ivy, Tone Intimacy - bateria), Rafal Piotrowski (Ketha, Forgotten Souls - vocal), and Filip "Heinrich" Halucha (Venesia, Rootwater, Unsun, Masachist - baixo) desembarcam por nossas terras para promover o álbum "Carnival is Forever".

Na entrevista abaixo, Waclaw "Vogg" Kieltyka fala sobre a expectativa da banda em tocar pela primeira vez no país, comenta o trágico acidente de 2007, a repercussão do novo disco, o novo lineup e frisa que estão longe de ser polêmica.

por Juliana Lorencini - especial para The Ultimate Music - Press
edição Costábile Salzano Jr.

Essa é a primeira vez que a banda vem ao Brasil. Qual a expectativa de vocês para os shows por aqui?
Vogg: Hey, essa será a primeira turnê mesmo na América do Sul. Estamos muito felizes e animados com essa viagem. O que posso dizer, depois de muitos anos finalmente estamos indo tocar no seu país. Tenho muitos amigos aí e espero encontrar com todos eles e também estou certo de que os shows serão incríveis. Espero por muita gente, ótimos shows e claro, voltar com grandes lembranças do Brasil.

"Carnival Is Forever" foi o primeiro álbum do Decapited com a nova formação. Como foi o processo de gravação e composição de um novo álbum após o período conturbado que a banda viveu?
Vogg: Isso foi diferente, totalmente diferente. Sou o único membro original da banda atualmente, então com os novos músicos eu tive que aprender a fazer músicas de um novo jeito. Eu tinha muito material feito com Witek, então eu terminei isso com Krimh e descobri que Kerim é muito rápido com arranjos. Portanto, mesmo se eu trabalhei com um baterista diferente isso foi legal, eu não esperava que o processo de composição fosse ser tão fácil.

Qual foi a principal inspiração para a composição de "Carnival Is Forever"?
Vogg: Difícil dizer. Muitas coisas me inspiram para fazer riffs. A música que eu escuto, meu ambiente, minhas experiências, etc. Eu estava em depressão, porque perdi meu irmão e acredito que a atmosfera desse álbum está conectada com meus sentimentos.

Como vocês sentiram as críticas vindas dos fãs e da mídia em relação à "Carnival Is Forever"?
Vogg: Foi com certeza interessante ler as opiniões sobre esse álbum, porque ele é diferente de qualquer outro que lançamos no passado. Então as pessoas não podiam adIvinhar o que seria esse álbum. Algumas pessoas gostaram, outras não, mas isso é sempre assim, de qualquer forma eu li muitas resenhas favoráveis e muitos bons músicos me disseram que gostaram, então estou feliz. E, pessoalmente, eu amo esse álbum.



O Decapitated a cada álbum se tornava mais técnico e mais complexo em suas composições. Porém em “Carnival is Foverer” o que se vê é uma volta aos primeiros trabalhos da banda, com músicas mais diretas e não tão complexas, mas ainda mantendo a técnica. Vocês concordam como essa visão? Como vocês descreveriam o álbum?
Vogg: Sim, eu concordo. De fato, "Carnival" é um pouco mais fácil, comparado, por exemplo, com "Organic" que é mais direto, mas é por isso que soa grande quando o tocamos ao vivo. Quero fazer esse álbum ser calmo, fácil e energético. Ele é como algo que eu não estava apreensivo para tocar, o que eu sinto é que você pode ouvi-lo pela primeira vez com a mente aberta, canções longas, como a faixa-título, mas ainda esse álbum é bem rápido e agressivo. Eu o acho interessante, porque cada música é diferente, e você pode achar nele muitas formas diferentes de não tocar sempre a mesma merda!

Este ano vocês lançaram o videoclipe da música “Pest”, produzido por Grupa 13 e dirigido por Dariusz Szermanowicz. Por que essa foi escolhida a primeira faixa a ser single? E como foram as gravações do vídeo?
Vogg: Apenas decidimos que "Pest" seria a melhor música para o primeiro videoclipe, essa é uma música do caralho, espontânea, energética e atmosférica. Essa música descreve um pouco do que você pode achar no álbum todo. Gravamos o vídeo em um dia, em Wroclaw, nós todos estávamos de ressaca, porque um dia antes bebemos e provamos algumas cervejas locais... Então isso foi bem difícil de se fazer desta vez. Mas agora temos um novo vídeo para acrescentar, com a música "Homo Sum" que é totalmente diferente, é em preto e branco, e é incrível!

Após o acidente que ocorreu em 2007, muitos e até mesmo a banda tinha incertezas sobre seu futuro. Como é para vocês lançar um novo álbum e em estar em turnê novamente após tantos anos sem tocar?
Vogg: Isso foi há muitos anos. Antes de eu voltar com o Decapitated, eu participei do Vader, fiz 150 shows com eles. Então não estava nos palcos por dois anos após o acidente, foi bom estar em turnê de novo, eu amo isso. As vezes, me sinto um pouco estranho porque tenho novas pessoas a bordo, mas sei que não posso fazer nada sobre isso. Não posso voltar atrás no tempo, então... Estou feliz pelo que tenho e festejo cada minuto no palco, no ônibus de viagem, etc.

Como se deu a escolha dos novos membros? Vocês acreditam que eles sofram uma pressão ainda maior em substituir Vitek e Covan após sua trágica saída da banda?
Vogg: Apenas escolhi esses caras porque eles são bons músicos e podem tocar de uma maneira diferente do que Witek e Covan, mas ainda com qualidade. Nos sentimos bem no palco, especialmente depois de dois anos tocando juntos, e está ficando melhor e melhor a cada show que fazemos.

O que você fez nesse período em que esteve afastado da música?
Vogg: Estava trabalhando numa loja de instrumentos musicais em Cracóvia. Vendendo equipamentos de guitarra, etc. Foi um bom tempo, fiz novos amigos lá, e me ajudou muito depois da tragédia. Então eu entrei para o Vader e gastei algum tempo com eles, o que também foi uma experiência muito legal. Foi então que comecei a procurar por novos membros e decidi continuar com o Decapitated.

Em janeiro deste ano, os pais do ex-vocalista Covan foram a TV polonesa pedir ajuda para manter um tratamento, que tem tido efeito em seu filho. Vocês ainda mantém contato com Covan ou sua família? Têm acompanhado seu estado de saúde após o acidente?
Vogg: Claro que tenho contato com ele e sua família. O vejo todo mês, às vezes, toda semana. Nós moramos na mesma cidade. Ele precisa de ajuda, porque ainda está numa má condição, você pode ir em www.wakeupcovan.com e lhe enviar algum dinheiro via paypal se quiser ajudá-lo. Desde já agradeço a todos que puderem ajudar.

A Polônia tem sido vista como um dos países com leis e censura mais severas em relação a certos estilos musicais. O Black Metal, por exemplo, tem sofrido muito com esse preconceito instaurado na sociedade polonesa, mas ao mesmo tempo a impressão que tenho é de que Nergal se tornou muito popular por lá ao longo dos anos. Como vocês vêem essa situação e a que acham que ela se deve?
Vogg: Não tive nenhuma situação assim durante minha carreira, não somos uma banda satânica e não tocamos qualquer situação religiosa, então ninguém teve problemas com isso. Falamos sobre humanos em nossas letras. Sei que isso é um saco para Behemoth e Vader, por exemplo, mas por um outro lado isso é bom para promover, políticos e religiosos falando sobre você em todos os jornais, essa é a razão pela qual Nergal é tão popular na Polônia, todo mundo o conhece.

As bandas de Death Metal acabam passando pelo mesmo de situação?
Vogg: Como disse, na verdade não. Não tenho problemas com ninguém. Toco minha música e não dou a mínima para mais nada.

Muito obrigada pela entrevista, e eu gostaria que vocês deixassem um recado aos fãs brasileiros.
Vogg: Brasil, nós estamos chegando! O Decapitated vai chutar a sua bunda e teremos bons momentos! Vejo vocês em breve!

Para os interessados, seguem os dados do show:

Serviço SP
Dark Dimensions apresenta Decapitated pela primeira vez no Brasil
Data: 26 de Maio
Local: Blackmore Rock Bar
Endereço: Alameda dos Maracatins, 1317 - Moema
Abertura da casa: 18h30
Show pontualmente: 20h
Ingressos:
Pista: R$ 40,00 (estudante) - R$ 80,00 (inteira)
Camarote: R$ 50,00 (estudante) - 100,00 (inteira)
Ponto de venda: Hellion - Galeria do Rock
Ingressos online: http://darkdimensions.webstorelw.com.br
Imprensa: (13) 9161.6267 - press@theultimatemusic.com
Cartaz: http://migre.me/8RhKq

Próximas divulgações da The Ultimate Music - Press:
18/05 - Clan of Xymox - Inferno Club - SP/SP
25/05 - Michael Monroe (Hanoi Rocks) - Inferno Club - SP/SP
26/05 - Decapitated - Blackmore Rock Bar - SP/SP
29/05 - Diablo Swing Orchestra - Inferno Club - SP/SP
02/06 - Apocalyptica - Carioca Club - SP/SP
09/06 - Korpiklaani – Clash Club - SP/SP
14/07 - Shadowside - TBA
20/07 - Shadowside - Jack Music Pub - Bauru/SP
29/07 - At the Gates - Hangar 110 - SP/SP

Além dos shows, a The Ultimate Music - Press assessora as bandas Sepultura, Krisiun, Shadowside, Confronto e Hugin Munin. Para mais informações, acesse http://theultimatepress.blogspot.com.

Atenciosamente,
Costábile Salzano Jr
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Canal de King Diamond no Youtube no ar.



Após sofrer de problemas de coluna e coração, o que o afastou dos palcos e gravações por anos, KING DIAMOND está de volta à ativa, com apresentação marcada no Hellfest (palco principal no dia 15 de junho deste ano), e acaba de soltar seu canal oficial no youtube, que poderá ser acessado neste link.
A lista dos artistas do Hellfest pode ser conferida aqui.


O Nome do Blog

Bem, explicando aos leitores: Samsara é uma palavra que vem do sânscrito, um dos idiomas da Índias, e significa, ao pé da letra, perambulação, e é usado para definir o fluxo incessante de renascimentos através dos mundos, ou seja, o ciclo nascer-viver-sofrer-envelhecer-morrer-renascer, sendo possível transitar nos seis mundos, que são:


01. Inferno, um reino de muito sofrimento;
02. Mundo dos animais;
03. Mundo dos fantasmas famintos, ou pretas;
04. Mundo dos Asura, ou do conflito;
05. Mundo dos humanos (o nosso);
06. Mundo dos deuses (Devas).
O ideal do Budismo é se livrar do ciclo de Samsara, descrito muitas vezes como Roda de Samsara, ou seja, cessar as sucessivas encarnações nos seis mundos, para cessar o sofrimento.




A idéia de Metal Samsara veio da reflexão da diversidade de estilos dentro do Heavy Metal, e mesmo de embates entre as novas e antigas gerações de fãs, bem como de fãs deste ou daquele estilo, gerando sofrimento a todos os envolvidos, já que esta fragmentação ideológica leva ao fracasso coletivo do Metal no Brasil, surgindo apenas poucos veículos de imprensa fortes, bem como bandas, promoters e locais para show, justamente pela falta de uma compreensão mais ampla do que é o estilo, bem como da intolerância infantil a esta ou aquela subdivisão.




Assim, o Metal anda inserido neste contexto de duas formas: uma negativa, que está acima, e uma positiva, que é sua capacidade de se renovar, de gerar novas formas de se fazer o estilo sem comprometer as que já existem, e isso é bom para todos.
Outro ponto é que a visão particular deste que vos escrever do Metal é que ele é uma força positiva, mesmo em seus estilos mais extremados, e não deveria causar certos aborrecimentos e dicotomias sociais e estilísticas que todos estamos fartos de ver todos os dias, de barbaridades ideológicas que não possuem o mínimo sentido de existirem, e muito menos de serem tomadas como padrão.
Assim, o Metal deve renascer e transcender as barreiras sonoras e ideológicas em que vivemos inseridos, uma vez que o que foi ontem, não é mais e nem voltará a ser, pois tudo é nada...






Aviso.

Este é meu blog pessoal, e poderei pôr nele resenhas de discos, DVDs, shows e outros, mas não irei postar material algum que já tenham saído em outros sites em que colaboro de maneira alguma.
O que é de lá, é de lá, e o que é daqui, é daqui.


Para reativar meu blog...

Uma música para reativar o meu blog, começar meu dia, e dar início a uma nova etapa...
É interessante pensar que o conceito do disco é sobre destruição, aniquilação, que nas visões de vários povos antigos, é um caminho para uma nova criação...