8 de dez de 2016

DUST COMMANDO: vídeo com a nova formação disponível



Em seu mais recente show no dia 29/10 em Canoas na 6° edição do União Extrema Fest, o DUST COMMANDO apresentou sua nova formação, onde Thiago Rabuske passou a assumir somente os vocais e os graves ficando agora sob o comando de Gabriel Garcia.

E você confere a nova formação em ação no vídeo a seguir:


Aproveite também e confira o novo videoclipe do DUST COMMANDO:


Links Relacionados:


SODOM - Decision Day (Álbum)


2016
Nacional


Tracklist:

1. In Retribution
2. Rolling Thunder
3. Decision Day
4. Caligula
5. Who is God?
6. Strange Lost World
7. Vaginal Born Evil
8. Belligerence
9. Blood Lions
10. Sacred Warpath
11. Refused to Die


Banda:


Tom Angelripper - Vocais, baixo
Bernemann - Guitarras
Makka - Bateria, percussão


Contatos:



Nota:

Originalidade: 9
Composição: 10
Produção: 10

10/10


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Certas bandas são tão importantes que acabam vivendo à sombra de seu passado por anos e anos. Se um disco fraco é lançado, as comparações com o passado são imediatas; se é um disco bom, outro tipo de comparação logo surge. Ou seja, basicamente toda banda que seja reconhecida tem que conviver com isso, mesmo quando algumas são feitas de forma completamente errônea, baseada em achismos. E o SODOM, por sua importância para a consolidação de vários gêneros no Metal, sempre tem que se virar com isso. Mas acho que alguns fãs terão que engolir “Decision Day”, disco mais recente da banda (lançado no Brasil pela Shinigami Records) nem que seja na marra!

Talvez “Decision Day” seja o melhor disco da banda desde o encerramento da dita fase áurea do grupo, já que é uma pedrada Thrash Metal agressiva e bruta como só o trio sabe fazer, sempre bem trabalhada e com boas linhas melódicas. Tom está cantando muito bem, usando uma boa diversidade de timbres (que vão do urrado tão característico dele aos normais quando necessário), fora seu baixo estar firme na marcação; Bernemann está fantástico com seus riffs rasgados e agressivos, e seus solos bem feitos; e Makka, que está na banda desde 2010, mostra uma técnica apurada e pegada bem pesada. Ou seja, o entrosamento deles reflete na rispidez e bom gosto por todo o álbum.

Trocando em miúdos: “Decision Day” é um discão, digno de palmas!

Usando da experiência da banda, o produtor Cornelius Rambadt soube dar uma sonoridade compacta, pesada, agressiva e bem feita às músicas. Pelo que consta em entrevistas (como a da Roadie Crew 214), o disco foi gravado de forma analógica, sem triggers na bateria, com microfones e amplificadores, o que dá esse com orgânico e sujo, mas a masterização de Dennis Koehne consegue deixar a sonoridade forte e adaptada aos recursos modernos de reprodução dos dias de hoje. 

O passado encontra o presente...

A arte de Joe Petagno (sim, o mesmo que fez artes para MOTORHEAD e KRISIUN, entre outros) nos brinda com uma visão modernizada e selvagem de Knarrenheinz, velho mascote da banda e tão conhecido de seus fãs. E foi pintada, não foi feita em computador! E o layout e design de Jens Reinold ficaram ótimos. E tudo isso numa apresentação em um Digipack de três abas!

Tanto esforço resulta em um dos grandes discos de Thrash Metal de 2016, pois se a banda teve tanto suporte em termos de áudio e visual, eles fizeram música que são excelentes, sem exageros, mas muito bem arranjadas. É o bom e velho estilo do SODOM, apenas com toques pessoais de cada integrante.

É impossível não se apaixonar por canções como a raçuda e ganchuda “In Retribution” seus riffs velozes e aquela levada Thrash à moda antiga (mas com algumas mudanças de ritmo ótimas); ou a brutalidade rítmica opressiva do rolo compressor chamado “Rolling Thunder” (a velocidade dos tempos é reduzida, dando aquele toque azedo e opressivo que a banda sempre tem, e temos um trabalho de primeira de baixo e bateria); oo ritual de guerra marcante chamado “Decision Day” (ótimos backing vocals, o vocal de Tom se destaca bastante sobre uma colcha instrumental perfeita, especialmente pelas guitarras precisas de Bernemann). Mas esperem que tem mais, pois ainda existem granadas musicais excelentes como a uptempo brutal “Who is God?”, a azeda e cadenciada “Strange Lost World” (belos vocais urrados, e a bateria de Makka está perfeita), a porradaria sem limites e rápida de “Vaginal Born Evil”, a bruta e explosiva “Blood Lions” (que guitarras!), e a envolvente agressividade mostrada em “Sacred Warpath”. Mas não jogue faixa alguma fora, pois todas tem seu valor, seu jeito bruto e grudento de ser.

Isso é o Thrash Metal germânico que muitos tentam imitar, mas que ninguém consegue!

Isso é o SODOM!

Ansioso para ouvir esse disco ao vivo!



HEAVENLESS: banda é convidada do programa Insana Harmonia Grava


Sexta-feira, dia 9 de dezembro, o Insana Harmonia Grava traz como convidada a banda Heavenless. O programa é transmitido do Gravastudio e é produzido pelo site Arena Metal (PE). 

Em Pernambuco, você poderá assistir UHF através do Canal 46 (Recife e Região Metropolitana) e, em Caruaru, pelo Canal 12. Outras localidades poderão acessar o link http://tvpe.tv.br/ e conferir a programação.

Os potiguares apresentarão aos telespectadores da TV Pernambuco, músicas ao vivo de seu primeiro álbum chamado, “Whocantbenamed”, que contém nove faixas. O Trio mossoroense de Death/Thrash Metal falará também sobre a produção do disco, composições e ideia das letras, dentre outras coisas.

Com previsão de lançamento para janeiro de 2017, o CD já transita nas mãos de muitos fãs pela antecipação das vendas. O produto pode ser encontrado nas lojas Rising Records e Skayp Alternativa e pelo e-mail whocantbenamed@gmail.com

Kalyl Lamarck (vocal e baixo), Vinicius Martins (guitarra) e Vicente Andrade (bateria) já se apresentaram em outros programas, como no Comando Metal da Rádio Princesa do Vale AM, do Rio Grande do Norte. 

A HEAVENLESS também integrará o nono volume da Coletânea Roadie Metal, assim como participará da versão pioneira em DVD da mesma compilação. 

Além desses projetos, o trio está com agenda aberta para o fechamento de sua primeira turnê em 2017 que abrange todo Brasil e países vizinhos.

Contato: (84) 98828.4400

Links relacionados:


Fonte: Roadie Metal

SCELERATA: camiseta celebrando 15 anos de banda está disponível para venda



A estampa comemorativa dos 15 anos de carreira de um dos nomes mais queridos do Power Metal já está disponível.

Estamos falando do gaúcho SCELERATA, formação que vem desde 2002 representando o nome do Brasil mundo afora e que já começou a celebrar mais esse marco em sua carreira.

A bela arte ficou a cargo dos artistas visuais Ricardo Fonseca (arte) e Dreyfus Soler (cor) do estúdio Canhotórium Arte Aplicada. A camiseta – em todos os tamanhos – já está disponível para venda diretamente com a banda pelo Facebook e e-mail.


Claro que este é só o começo das celebrações dos 15 anos, para o próximo ano muitas novidades e coisas boas estão sendo preparadas!

Para “entrar no clima”, o SCELERATA lançou uma série de vídeos ao vivo, não deixe de conferir:

‘Spirits Looking For…’:



‘In My Blood’:



‘The Sniper’:




Sites relacionados:

Fonte: Metal Media

ON FIRE AGENCY: encerrada temporada europeia de 2016, confira novidades


Após uma temporada de três meses na Europa trabalhando como manager para as bandas Surra, Torture Squad e Spectrus, a ON FIRE AGENCY e seu mentor Alexandre “Xandão” Brito, encerram o ano.

As turnês, todas de muito sucesso, avassalaram o Velho continente passando por Portugal, Espanha, França, Alemanha, Holanda, Bélgica, Polônia e República Tcheca.

A agenda para 2017 já está aberta. Bandas interessadas em tocar na Europa no ano que vem, ainda existem algumas vagas para negociação. Lembrando que o foco são bandas de THRASH, DEATH, GRIND e que tenham pelo menos um álbum e um videoclipe lançados.

Já o baterista e produtor Alexandre Brito está de volta ao Brasil para poder dar seguimento ao seu trabalho junto aos Fasthrashers do Andralls.

A banda no momento está trancafiada no estúdio On Fire produzindo o sexto full-lenght, que tem previsão de lançamento para maio/junho de 2017, ainda sem título porém com várias músicas já compostas a banda promete um álbum destruidor. Fiquem ligados, em breve mais novidades!



Fonte: Metal Media

AFFRONT: confira nova música e data de lançamento do primeiro álbum



O carioca AFFRONT, novo nome na cena Death/Thrash Metal formado por músicos do Unearthly, anuncia a data de lançamento de seu primeiro álbum, ‘Angry Voices’.

O disco estará disponível para venda à partir do dia 15 deste mês. O lançamento está sendo feito em parceria com a Cianeto Discos.


Para celebrar, o grupo também lançou mais uma música para audição: trata-se da pesadíssima ‘Wartime Conspiracy’, confira:


O álbum ‘Angry Voices’ contará com onze faixas, confira o tracklist:

01 – Scum of the World
02 – Angry Voices
03 – Affront
04 – Conflicts
05 – Terra sem Males (Guerra Guaranitica)
06 – Mestre do Barro
07 – Religions Cancer
08 – Under Siege
09 – Carved in Stone
10 – Wartime Conspiracy
11 – Echoes of the Insanity

Para a capa do álbum foi convidado ninguém menos que o brasileiro Marcelo Vasco, um dos principais artistas voltados ao Metal na atualidade. Em seu currículo nomes como Slayer, Machine Head e Soulfly.

Sites relacionados:

Fonte: Metal Media

YEKUN: saiba como ficou a versão do grupo para clássico do QUEEN



‘Bismillah’ é o nome do tributo virtual ao imortal cantor Freddie Mercury coordenado pela rádio Stay Rock e idealizado por Rogério Utrila que reúne grandes nomes do Rock e Metal nacional.

Um desses nomes é o paulista YEKUN, que desde sua fundação vem primando por não seguir nenhuma regra na hora de compor, fazendo de sua música algo único.

Única ficou também sua versão para ‘Death On Two Legs’, clássico do QUEEN que ganhou uma roupagem totalmente diferente aqui. Destaque também para a participação especial do músico e produtor Edson Paulino.


Além do YEKUN, nomes como Leatherfaces, Ton Cremon, Amir Cantusio JR, entre outros revezam belas interpretações de clássicos do QUEEN e da carreira solo do cantor. O disco está disponível para download gratuito pelo link:


Para mais informações sobre o projeto, visite: www.facebook.com/bismillahtvfm

O YEKUN segue divulgando ‘The Boars Nest’. O EP foi gravado no estúdio Purosom com produção de Edson Paulino e da própria banda. A capa ficou nas mãos do vocalista JP Carvalho. Lembrando que o download do trabalho é gratuito e está disponível através do link:


Assista também ao clipe de ‘The Last Sound Of Silence’.




Sites Relacionados:

Fonte: Metal Media

CORPSE OV CHRIST: “Estamos finalizando o novo CD e esperamos lançá-lo no próximo ano”


A banda paulista de Black Metal CORPSE OV CHRIST foi destaque no blog HellMetalRock onde concedeu uma entrevista para o mesmo.

Nessa entrevista, conduzida por Alessandro Martins, o grupo falou sobre os mais variados assuntos, como o início da banda, métodos de composição e gravação, formação e projetos futuros. Ao serem questionados sobre um novo álbum a banda afirmou que 2017 será um ano extremamente corrido e terá grandes novidades, confira: “Estamos finalizando CD novo e para o próximo ano esperamos já lançá-lo com um videoclipe de apresentação.” e o grupo ainda completou: “Como estamos finalizando CD novo já encerramos o ano com apresentações, ainda estamos com agenda do ano que vem toda livre, então, entrem em contato!”

Para ler a entrevista completa acesse o link a seguir: http://hellmetalrock.blogspot.com.br/2016/12/entevista-corpse-ov-christ.html

Como citado, o CORPSE OV CHRIST já procura novas datas para 2017, produtores interessados podem entrar em contato pelos e-mails contato@sanguefrioproducoes.com ou fall-762@hotmail.com.

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Sites relacionados:


BESTIAL: “Hellfuckdominium Tour” passará pelo Storm Festival nesse fim de semana



A “Hellfuckdominium Tour 2016” não para! Depois de ter passado por São Paulo e Paraná nos últimos dias, o BESTIAL levará sua turnê de divulgação até São Leopolso/RS para se apresentar na nova edição do já popular evento Storm Festival.

O festival, que acontecerá no dia 10/12/2016 na Embaixada do Rock, já se encontra na sexagésima quinta edição, e nesta, contará com as bandas Mental Horror, Atropina, Shade of Mankind e a já mencionada BESTIAL. Confira o cartaz do evento:


Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/232443977174883/

Confira todas as datas do “Hellfuckdominium Tour 2016”: https://goo.gl/s42jEI
Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Sites relacionados:


PROGRAMA ROADIE METAL: mesa redonda debate os assuntos mais polêmicos do mês de Novembro



O programa Roadie Metal da ultima quarta feira (07/12/2016) teve a décima edição do especial “Mesa Redonda”, esse programa consiste em debater assuntos que foram pertinentes nas redes sociais e divulgados de forma massiva por vários veículos de comunicação.

O apresentador Gleison Junior, convida um time de peso para participar e debater ideias e discutir os assuntos levantados em pauta no programa.

A edição de dezembro teve em seus convidados os redatores Paulo Pontes (Roadie Crew / Roadie Metal), Clinger Carlos (Heavy Metal On Line), Phill Lima (Over Metal) e Augusto Hunter (Portal do Inferno/Hell Divine).

Os assuntos debatidos foram:

* A dificuldade de credenciamento da imprensa em eventos com bandas consagradas como Black Sabbath e Guns and Roses;

* Grande imprensa noticiando a saída de Kiko Loureiro do Megadeth;

* Floor Jansen e sua declaração polêmica sobre o Slayer;

* Helloween e Rhapsody: seria essa reunião um caça níquel;

* Andreas Kisser: músico se apresenta ao lado de Sandy em programa da TV globo.

Assista o programa pelo link abaixo:


Mais informações sobre a Roadie Metal nos links abaixo:


Fonte: Roadie Metal

BROKEN JAZZ SOCIETY: turnê em Dezembro e início das gravações de novo álbum

Crédito Foto: Gustavo Vargas

O BROKEN JAZZ SOCIETY é uma banda de stoner rock formada em 2013 em Uberaba, no Triângulo Mineiro, por Mateus Graffunder (guitarra/vocal), João Fernandes (baixo) e Felipe Araújo (bateria). O primeiro álbum, "Tales From Purple Land", foi lançado em 2014.

"Gas Station" é o trabalho mais recente do trio, composto por três faixas, "Mean Machine", "Riot Spring" e a faixa-título. O disco tem sido exaltado, sem exceções, por toda imprensa especializada no Brasil, especialmente por conta de sua qualidade e ousadia, como demonstram esses trechos de algumas resenhas: "O fato é que Gas Station é bom pra caramba." (Metalvox); "Muito Bom!" (A Música Continua a Mesma); "Um talento do estilo surgido aqui no Brasil." (Consultoria do Rock); "Mais que recomendado para os apreciadores de um bom Stoner Rock." (Alquimia Rock); "Você irá se surpreender com o BROKEN JAZZ SOCIETY, grande lançamento!" (Heavy 'N' Hell); "Apesar de se encaixar na categoria de Stoner Rock, o som do BJS transcende esse estilo." (Rock Master); "Em meio a tanta coisa igual dentro do Stoner, o BJS ousa em misturar elementos." (Brasil Metal História); "Só resta dizer aos envolvidos que continuem fugindo do lugar comum." (New Horizons Zine); "Gas Station é uma grande trabalho." (Whiplash); "Qualidade acima da média." (Rumors Mag); "(...) muita energia, requinte e assinatura própria e personalizada.” (Mondo Pop).


"Riot Spring" ganhou um videoclipe super bem produzido por Foster Caldas Rodrigues e Rodolpho "Rod" Cauhi: https://youtu.be/Zr093ggqsYs.

As outras duas faixas de "Gas Station" também estão disponíveis para audição no canal oficial da banda no Youtube: www.youtube.com/brokenjazzsociety

Felizes com a recepção a "Gas Station", o BROKEN JAZZ SOCIETY já agendou o Estúdio Rock Lab em Goiânia/GO para gravar seu novo disco de estúdio. As sessões de gravação terão início em Janeiro sob a batuta do experiente produtor Gustavo Vazquez (Uganga, Black Drawning Chalks, Macaco Bong, Krow, Hellbenders) que já havia trabalhado com a banda na mixagem e masterização de "Gas Station". A expectativa é que o novo álbum de estúdio do BROKEN JAZZ SOCIETY esteja disponível até a metade de 2017.


Para fechar o ano de 2016 que foi muito especial para o grupo, o BROKEN JAZZ SOCIETY realiza uma série de seis shows agora em Dezembro. O primeiro aconteceu semana passada no projeto Lab Na Praça em Uberaba. O grupo agora parte para uma apresentação em Gama/DF no Pólvora Galeria, nesta sexta, dia 09, e outra em Goiânia/GO no sábado, dia 10, no Rock Pub. Já na próxima semana o trio se apresenta no Laboratório 96 em Uberaba na sexta dia 16, no Galpão 87 em Frutal/MG no sábado dia 17 e fecha a sequencia de shows no Vitrola em Araguari/MG no domingo dia 18. 

Mais Informações:

Fonte: Som do Darma
Gestão de Carreira
A/C Eliton Tomasi

RICARDO ARONNE: músico apresenta seu novo álbum "Piece of Blues"


Ricardo Aronne é um músico multi instrumentista que há mais de 30 anos vem apresentando ao público seus projetos, considerado um dos fundadores do Metal Gaúcho, o músico já participou de várias bandas importantes do cenário nacional e inclusive já tocou ao lado da lendária banda “Motorhead” dividindo o palco como convidado de “Lemmy Kilmister”.

Atualmente o guitarrista está divulgando seu novo trabalho solo, o instrumental “Piece Of Blues”, o disco tem em sua essência a delicadeza e precisão do brilhante músico que é Ricardo Aronne, as faixas soam de forma uniforme e mesmo em se tratando de um álbum instrumental, ele consegue atrair a atenção do ouvinte pelo seu dinamismo e técnica impecável distribuída uniformemente faixa a faixa.



O álbum “Piece of Blues” contém oito músicas, sendo seis inéditas que foram compostas com exclusividade para esse álbum, sua distribuição será feita inicialmente em várias plataformas de áudio, incluindo as mais importantes Spotify, Itunes, Distrokids e outros ainda não revelados.

Algumas faixas que fazem parte do álbum já são conhecidas pelo publico, “Mephisto” foi lançada oficialmente na coletânea Roadie metal vol. 05, “Márcia Suíte” está disponível nas plataformas de áudio do músico e a grande novidade é a faixa “The Unlaw” que será a trilha sonora de um programa que terá sua estreia em 2017 e que irá abranger rock e direito em sua proposta, com transmissão via You Tube.


Tracklist:

01 – Bitter Taste of Blues
02 – Mephisto
03 – Black Lotus
04 – Escape from Kolimá
05 – Blues 4 Valentine
06 – Márcia Suíte
07 – The Unlaw
08 – Kind of a Tear

Acompanhe os trabalhos de Ricardo Aronne no link abaixo:


MICHAEL SWEET – One Sided War (Álbum)


2016
Nacional

Tracklist:

1. Bizarre
2. One Sided War
3. Can’t Take This Life
4. Radio
5. Golden Age
6. Only You
7. I Am
8. Who Am I
9. You Make Me Wanna
10. Comfort Zone
11. One Way Up
12. Can’t Take This Life


Banda:


Michael Sweet - Vocais, Guitarras
Joel Hoekstra - Guitarras
Ethan Brosh - Guitarras 
John O’Boyle - Baixo 
Paul McNamara - Teclados, Moog
Charles Foley - Backing vocals
Will Hunt - Bateria


Contatos:



Nota:

Originalidade: 9
Composição: 10
Produção: 10

10/10


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Falar em MICHAEL SWEET é falar em um pioneiro dentro o Metal e do Rock.

Sim, pois ele é um dos primeiros músicos cristãos assumidos a fazer sucesso com uma banda que usa dessa temática, que é o STRYPER. Mas aqui, tratamos de seu novo disco solo, “One Sided War”, que nos chega em versão nacional graças aos esforços da Shinigami Records.

O que se pode esperar de “One Sided War”, senão o bom e velho Hard’n’Heavy que ele faz desde os anos 70, com a diferença que a expressividade é toda dele, sem que as canções estejam submetidas a um produtor ou aos seus colegas de banda. E assim, percebe-se o lado mais melodioso e rocker da música de Michael. E como é bom para os ouvidos e coração ouvir música assim, pesada e com aquela dose certa de melodia, daquele tipo que se ouve e não se esquece mais, além de um esmero muito grande com cada refrão, mas mesmo assim, o disco soa bem espontâneo e solto, sem as pressões de estar em uma banda de nome muito grande.

Ou seja: “One Sided War” é um disco maravilhoso!

Produzido pelo próprio Michael no Spirithouse Studio, em Northampton, e com engenharia de Danny Bernini (e alguns toques adicionais de Kenny Lewis), a sonoridade de “One Sided War” é vigorosa e pesada, e com aquele toque de agressividade Hard’n’Heavy bem anos 80. Mas o nível de limpeza é grande, permitindo que tenhamos a clara noção do que a banda está tocando. 

A arte gráfica é bem simples, deixando claro qual o conteúdo lírico do CD. Aliás, alguém esperava algo diferente de Michael?

Musicalmente, “One Sided War” é um disco maduro, forte e cativante, mas com uma espontaneidade enorme, e justamente são os elementos que nos seduzem a cada faixa. E como o homem está cantando e tocando em alto nível!

É meio covardia dizer que o disco possua melhores momentos ou destaques, uma vez que a homogeneidade de “One Sided War” salta os olhos. Mas para referência do leitor, destacamos o Hard’n’Heavy nervoso e grudento de “Bizarre” (que guitarras!), o andamento mais ameno e a introspecção pesada de “One Sided War” (belíssimo refrão e um trabalho excelente de baixo), o peso abrasivo e moderno de “Can’t Take This Life” (o andamento é sedutor, o refrão extremamente grudento e o as guitarras esbanjam riffs excelentes), a cadenciada e densa “Radio” (o andamento é mais cadenciado, mas sem que o nível de acessibilidade musical seja perdido e, além disso, a bateria está pesada e fantástica, sem contar os toques de banjo que aparecem), a energia envolvente e ganchuda de “Golden Age” (que mais uma vez apresenta um trabalho formidável em termos de guitarras pesadas), o peso Hard oleoso de “Only You”, a acessível e contagiante levada agressiva de “I Am”, a balada agridoce “Who Am I” (onde o lado mais sensível e introspectivo da música de Michael surge), a selvageria Hard/Sleazy de “You Make Me Wanna” (outra com andamento moderado, alguns toque modernos, e a voz se sobressai, especialmente nas partes dos backing vocals), o peso grudento da acessível e genial “Comfort Zone” (como esse cara canta!), aquele bom e velho Hard mais “soft” com toques de Southern e Country de “One Way Up”, e a versão de “Can’t Take This Life” que tem a participação de Moriah Formica). 

Pesado, criativo e atemporal são apenas alguns adjetivos para se falar de “One Sided War”, e ainda bem que MICHAEL SWEET ainda está por aqui, e que no futuro, continue nos brindando com discos de primeira assim.



ANITA LATINA - Anita Latina (Álbum)


2016
Alternative Music / Voice Music
Nacional

Tracklist:

1. Desert
2. Baião
3. Insunity
4. The Day Your Savior Comes
5. Love (Defend Against Its Devotees)
6. Nullius In Verba
7. Zomia
8. Zephyr


Banda:


Bruno Gazoni - Baixo, vocais, teclados
Tarcísio Barsalini - Guitarras
Matheus Vazquez - Bateria


Contatos:



Nota:

Originalidade: 8
Composição: 10
Produção: 7

8/10


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


O ecleticismo que o Rock tem recebido há alguns anos é algo interessante de ser observado. Sim, pois graças a essas noções diferenciadas, boas bandas podem surgir aqui e ali, e no Brasil, onde o sangue latino é fortemente ligado à música, temos bandas como o ANITA LATINA, de Campinas (SP), que chega com “Anita Latina”, seu primeiro álbum, lançado pela dobradinha Alternative Music/Voice Music.

Imagine uma banda que mistura o Rock e psicodelia dos anos 70 com elementos do Fusion e mesmo de elementos da MPB. É uma boa aproximação do que o trio produz em termos musicais. A técnica progressiva e pesada da banda não é algo trivial, mas mesmo tempo, há momentos bem acessíveis e grudentos. Óbvio que a energia que flui do trabalho musical da banda é bem empolgante, e eles têm muito a oferecer ao Rock nacional, justamente em um momento em que tudo tende a ficar engessado e bolorento.

A produção de “Anita Latina” é de Caio Ribeiro e Tarcísio Jr, que cuidaram da gravação e mixagem do disco (e Caio ainda fez a masterização do álbum). O resultado é uma sonoridade que consegue ser limpa e pesada nas medidas certas, mas com um toque artesanal muito bom. Soa orgânico e com energia, mas sempre com todos os instrumentos audíveis. 

Já a arte visual de Lucas Piro consegue complementar a atmosfera criativa do grupo, com as letras disponibilizadas na forma de um buraco de fechadura, e o encarte é cheio de símbolos matemáticos.

O grupo mostra um trabalho musical bem diversificado, sempre com ótimos arranjos e certo toque “noir” em alguns momentos (como no início de “Baião”). Por isso a banda tende a ganhar muitos fãs: porque sua música é instigante, pessoal, pesada e muito criativa.

Embora o ANITA LATINA ainda possa render mais musicalmente, momentos como ouvidos na pesada e intimista “Desert” (cheia de mudanças de andamento, apresentando um trabalho ótimo de baixo e vocais), a diversidade musical de “Baião” (realmente se percebe os inserts de Baião nesse belo Rock’n’Roll pesado, apresentando um trabalho muito bom de bateria e vocais), a jazzística e técnica “The Day Your Savior Comes” (o trabalho de guitarras é bem fora do convencional, e assim, criativo), a densa e tribal “Zomia” (uma bela instrumental, onde a banda mostra peso e energia de sobra, com arranjos ecléticos fantásticos em cada instrumento), e a longa e progressiva “Zephyr” (onde certo toque de RUSH fica evidente, especialmente porque a técnica é evidente, mas funcionando em favor da banda).

O ANITA LATINA é muito bom, e merece aplausos. E a impressão que se tem depois de ouvir o CD é que esses três vão longe.

CHAOS SYNOPSIS: confira vídeo “Burn Like Hell” gravado no Sesc



No último dia 23 de setembro o CHAOS SYNOPSIS registrou um vídeo ao vivo durante show especial realizado no Sesc Belenzinho para “Burn Like Hell”, faixa que integra o mais recente álbum de estúdio “Seasons of Red” (2015). O vídeo foi registrado e editado por Felipe Rocha (Estúdio Coruja).


Acompanhe CHAOS SYNOPSIS no Facebook: www.facebook.com/chaossynopsisbr

Fonte: Dunna Records

NECROBIOTIC - The Extinction of Faith (Álbum)


2016
Misantropic Records / Cianeto Discos / Rock Club / Jazigo
Nacional

Tracklist:

1. Prelude
2. War and Hate
3. Doença Mental
4. Gehena
5. The Beginning of the End
6. Concentration Camps
7. The Extinction of Faith
8. Religious Dead End
9. Hymn of a Genocide
10. Shame


Banda:


F.A.C.O. - Guitarras, vocais
Humberto Silva - Guitarras
Fabrício Franco - Baixo
Broka - Bateria


Contatos:

Nota:

Originalidade: 8
Composição: 9
Produção: 9

9/10


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


O que vem a ser o que se chama Old School Death Metal?

Em que pese o estilo ter nascido nos anos 80, sua maior evidência e criatividade são marcas do início dos anos 90, de bandas como ENTOMBED, DISMEMBER, NAPALM DEATH, MORBID ANGEL, DEICIDE e outros que pegaram as lições do DEATH e outros e levaram a outro nível. Ou seja, falar em Old School Death Metal é referenciar ao período entre o final dos 80 e meados dos 90. E podemos dizer que o quarteto NECROBIOTIC, de Divinópolis (MG) é um autêntico membro da Velha Guarda no Brasil, como atestado pelo terceiro e novo trabalho da banda, o álbum “The Extinction of Faith”.

Em relação aos trabalhos anteriores do grupo, “The Extinction of Faith” é o mais maduro e com maior preocupação estética. Ainda é bruto e explosivo, com toda a agressividade nesses 21 anos de estrada que eles possuem, mas ao mesmo tempo, se percebe que o grupo tem um cuidado enorme com arranjos e sonoridade, pois os timbres sonoros e linhas harmônicas são realmente da Velha Guarda do Death Metal, mas existe algo de diferenciado, algo que permite fazer a transição entre os anos 90 e a atualidade que fazem com que o NECROBIOTIC não soe datado. Não, de forma alguma, a banda realmente soa atual e violenta, disposta a deixar surdos os ouvintes menos acostumados com o estilo. 

Ou seja, a banda soa ríspida, mas com qualidade e certo toque de elegância.

André Cabelo, Flávio Oliveira e Tiago Castro cuidaram da produção sonora do álbum, e como resultado, a qualidade do que ouvimos realmente está ótima. Como dito antes, os timbres respeitam aqueles que conhecemos dos tempos áureos do gênero, mas com uma gravação mais limpa, que de forma alguma fez com que o peso ou agressividade fossem obliterados. Nada disso, é uma fusão entre o antigo som do Death Metal com os benefícios da tecnologia atual.

Em termos artísticos, o esmero é enorme. A arte criada pela Svart Design para capa e encarte é excelente, de alto nível, além de a diagramação estar de primeira.

Óbvio que o grupo evoluiu dentro dos limites daquilo que se propõe a fazer, pois em termos de guitarras, se percebe que algumas melodias surgem nos solos, e alguns toques de técnica aparecem no trabalho de baixo e bateria. E é justamente na parte dos arranjos que o NECROBIOTIC mostra seu poder de fogo, sua diferença na maré de bandas atuais que buscam fazer este tipo de música.

“The Extinction of Faith” é bem homogêneo em termos de composição, mas destacam-se a sinuosa “Prelude” (reparem na técnica de baixo e bateria, que conduzem muito bem o ritmo sólido da música), os andamentos abrasivos e variados de “War and Hate” (os tempos oscilam entre momentos velozes e outros mais cadenciados, mas sempre exibindo um trabalho ótimo das guitarras, especialmente nos solos), a curta e grossa “Doença Mental” (menos de um minute de agressividade rasgada), a violência azeda com alinhavo Thrash de “The Beginning of the End” (que bumbos, e isso sem mencionar a força dos vocais); a agressividade expressiva de “Concentration Camps” e suas mudanças de tempo; a cadenciada, técnica e azeda “The Extinction of Faith” (como é pesada e soturna, com um trabalho arrasador de vocais e guitarras mais uma vez); e a criativa instrumental “Hymn of a Genocide” (aqui se percebe o quanto eles são bons músicos, e que sabem usar disso para se expressarem musicalmente, tanto que usam algumas estruturas harmônicas e melodias não convencionais ao gênero por eles adotado). E como se não fosse muito, ainda fizeram uma versão atualizada para “Shame”, do primeiro disco deles (“Alive and Rotting”, de 2011), que ficou excelente.

O NECROBIOTIC mostra que que é possível ligar passado e presente com música, e que o futuro deles é realmente promissor.

Ótimo disco!