10 de out de 2016

TIM "RIPPER" OWENS: vocalista canta clássicos do Heavy Metal em Curitiba

Tim Ripper Owens convida fãs para show em Curitiba

Ex-Judas Priest traz show com clássicos do Heavy Metal

Curitiba receberá dia 13 de outubro o vocalista Tim Ripper Owens, que teve brilhantes passagens por bandas como Iced Earth e o Judas Priest. O show especial terá sucessos de suas antigas bandas e grandes clássicos do Heavy Metal, e vai rolar no palco do Crossroads. A abertura ficará por conta da banda Fire Shadow, que divulga seu último disco, Eternal Flames. Os ingressos no 2º lote custam apenas 50 reais, e podem ser comprados no próprio Crossroads, na loja Hand Made (Shopping Palladium) e pela internet.

O vocalista, que já está no Brasil, mandou um recado especial para os fãs de Curitiba, confira:


Curitiba/PR - Tim Ripper Owens
Data: 13 de outubro de 2016
Local: Crossroads
Endereço: Avenida Iguaçu, 2304 - Água Verde
Início: 21h00 (abertura da casa)
Censura: 18 anos (necessário documento de identificação com foto)
Informações: 41 3243-3711

Ingressos:

1º lote - R$ 40 (ESGOTADO)
2º lote - R$ 50


Pontos de venda:

- Bar Crossroads - 2ª e 4ª das 10h30 às 19h00 / 3ª, 5ª, 6ª e Sáb das 10h30 às 24h00
- Dr. Rock: Rua Emiliano Perneta, 297 – Centro (41) 9828-8500 (sem taxa de conveniência)

- Let’s Rock: Praça Tiradentes, nº 106 / Lojas 03 e 04 – Centro (41) 3324-2676

- Monstros do Rock: Rua Emiliano Perneta , 30 / Loja 26 – Centro (41) 3022-7786

- Túnel do Rock: Rua XV, nº74 – Centro (41) 3322-4077

- Hand & Made: Shopping Palladium (41) 3212-3223



Apoio: Hand Made, Fanzine Mosh e X-PressON, Rock Food
Realização: Open the Road & Mosh Productions


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Fonte: X-PressON!
Assessoria de Imprensa
A/C André Smirnoff

THE VINTAGE CARAVAN: trio é atração no Abraxas Fest em Florianópolis

Islandeses encerram turnê pela América do Sul no dia 11 de outubro

Da Islândia a Florianópolis, o THE VINTAGE CARAVAN será a principal atração do Abraxas Fest 2016 no dia 11 de outubro, no Célula Showcase. O evento que comemora três anos da produtora Abraxas, responsável por organizar as turnês sulamericanas das principais bandas da nova safra do rock mundial, também terá shows de duas bandas que ganham a cada dia mais espaço na cena nacional, Cattarse (Porto Alegre/RS) e Ruínas de Sade (Brusque/SC). 

O show em Florianópolis será o último da inédita turnê do THE VINTAGE CARAVAN na América do Sul. A banda, com três álbuns lançados em menos de uma década, está no ápice da carreira, com contrato sólido com a gigante gravadora de rock/metal Nuclear Blast e inserida de vez nos concorridos festivais da Europa. No giro sulamericano, o trio islandês divulga o terceiro disco, “Arrival”.

A co-produção do Abraxas Fest em Florianópolis é da Dissonante Produções, com quem a Abraxas sempre trabalhou na realização de outros shows internacionais na capital catarinense, como Radio Moscow, Kadavar, Stoned Jesus e The Shrine.


ABRAXAS FEST 2016 EM FLORIANÓPOLIS (11/10)




THE VINTAGE CARAVAN + CATTARSE + RUÍNAS DE SADE


Data: 11 de outubro

Horário: a partir das 23 horas

Local: Célula Showcase

Endereço: Rodovia João Paulo, 75 - Saco Grande.



A/C Erick Tedesco (Assessor de imprensa/Abraxas Produtora)

UNIÃO EXTREMA FEST VI: Novo local e novo horário


E a 6° edição do UNIÃO EXTREMA FEST não ocorrerá mais em São Leopoldo, mas sim em Canoas no ótimo Estúdio Black Bird, onde também se viu a possibilidade de mudança de horário, passando agora para as 22h, como explica o manager Renato Sanson:

“Como mudamos o local do evento surgiu a possibilidade de fazermos o mesmo em horário noturno, onde as bandas gostaram muito da ideia, pois começando as 22h a possibilidade de atrair um público ainda maior é possível, sendo que as cinco edições anteriores foram em horários cedo, e acredito que este é o momento para mudarmos e seguirmos em frente ainda mais fortes.”

O Festival terá início às 22h, sendo realizado no dia 29/10 (SÁBADO) contando com as bandas Ferrolho (Hardcore), Natural Chaos (Thrash/Death Metal) e Dust Commando (Stoner Metal). E também se você quiser pagar apenas R$05,00 em seu ingresso basta se dirigir a loja Planeta Records no Canoas Shopping.

Para quem não sabe onde fica o Estúdio Black Bird, o mesmo é localizado próximo à estação de trem Canoas La salle, como você pode ver no mapa clicando no link:


Para maiores informações acesse o evento: https://www.facebook.com/events/1737466343182202/?fref=ts


ARMAHDA: junto com Sabaton no Rio de Janeiro!


O ARMAHDA será a banda de abertura para o sueco SABATON na Cidade Maravilhosa. Esta será a segunda vez que as bandas se encontram no Brasil.

A apresentação acontece no dia 30 de outubro no Circo Voador com início marcado para exatamente às 18h. Os ingressos antecipados já estão à venda. Mais informações podem ser conferidas pelo link: www.facebook.com/events/1335772516454428/

O SABATON volta ao Brasil para promover seu novo álbum, ‘The Last Stand’, que no Brasil será lançado pela Shinigami Records.


Além de preparar um novo material, o ARMAHDA segue divulgando seu debut, autointitulado. Quem não acompanhou o lançamento em 2013, a banda chamou atenção não só do público como da mídia especializada ao lançar um trabalho musical de alta qualidade totalmente focado na História do Brasil.

O disco está disponível em forma de lyric videos no YouTube e pode ser escutado aqui:


Recentemente o ARMAHDA lançou uma música inédita, também em forma de lyric video, ela se chama ‘The Last Farewell’ e presta tributo à memória da morte do imperador Dom Pedro II:



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Fonte: Metal Media

ELIZABETHAN WALPURGA: título e primeiro teaser do novo álbum está disponível


Já com seu retorno consolidado, o ELIZABETHAN WALPURGA segue trabalhando intensamente na produção de seu primeiro álbum completo e nos apresenta grandes novidades!

A primeira é o título do vindouro trabalho: ‘Walpurgisnacht’. A segunda é que, para mostrar um pouco do que o grupo está preparando, acaba de ser lançado também um teaser para trabalho. Assista:


O álbum do ELIZABETHAN WALPURGA foi gravado no Mr. Prog Studio por Nenel Lucena, que também mixou e masterizou o trabalho. Em breve mais novidades acerca do novo e aguardado disco serão apresentadas.


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Fonte: Metal Media

DYSNOMIA: promoção relâmpago apenas essa semana!


O DYSNOMIA acaba de lançar uma super-promoção para todo o seu merchandise oficial. A promoção é válida apenas essa semana!

As opções são muitas: CDs, camisetas, mousepads, Combos, tudo com muito desconto! Para comprar o material – que pode ser enviado para todo o Brasil – basta entrar em contato com a banda pelos canais:

Facebook (inbox): www.facebook.com/dysnomiabr


O novo álbum, ‘Proselyte’, vem sendo muito bem recebido pela crítica e público. O disco conta com oito faixas e foi lançado em parceria com a Heavy Metal Rock. A produção ficou nas mãos da banda e de Gabriel do Vale. A capa foi feita pelo artista Gustavo Sazes. Lembrando que primeira prensagem do álbum vem com um belo slipcase.

Para conhecer um pouco do som do álbum, confira o primeiro single retirado dele, ‘Palingenesis’:



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Fonte: Metal Media

SAMONIOS FEST: contagem regressiva para mais um grande evento no Nordeste brasileiro


É nesse clima que a PAGANUS – produtora responsável – divulga a primeira edição do evento “Samonios Fest” que acontece no dia 29/10/2016 no Burburinho Bar em Recife/PE.

O festival é um dos muitos divulgados recentemente pela produtora que tem ganhado forte atenção do público e mídia especializada, e contará com quatro bandas dentre elas Son Of A Whitch (Natal/RN), Demoniah (Recife/PE), Soturnus (João Pessoa/PB) e Necro (Maceió/AL). Confira o cartaz do evento:



Link do evento no Facebook para confirmar sua presença: https://www.facebook.com/events/215525618849440

Teaser: 

Serviço:
SAMONIOS FEST 2016.
Local: Burburinho Bar (piso superior).
Data: 29/10/2016.
Horário: A partir das 21:00 horas.
Primeiro show: 22:00 horas (pontualmente).
Ingressos:

Credenciamento de imprensa: http://bit.ly/SamoniosFestCredenciamento

Contato Paganus: info@paganus.com.br
Contato para divulgação assessoria de imprensa: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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ATLANTIS: banda confirma duas apresentações em São Paulo


Visando divulgar ainda mais o atual EP “Hotter Than A Burning Church”, o ATLANTIS já começa a fechar algumas importantes apresentações ainda para o mês de Outubro. Trata-se de uma “miniturnê” em São Paulo onde a banda tocará em duas oportunidades.

A primeira delas acontece em São Caetano do Sul/SP no dia 22/10/2016, na primeira edição do ABC Clama Metal, ao lado das bandas Retaliador, Spidrax, Keeptor e Armadilha. Confira:


Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/1103467626401248/

Já no dia 23/10/2016 o ATLANTIS segue viagem até Osasco/SP, onde se apresentará no aniversário de 10 anos da banda paulista Antroforce. O festival acontecerá no já conhecido Mineiro Rock Bar e contará com as bandas Decadência, Beermug, Cerberus Attack, Conquistadores, Harpago, Vingança Suprema, além das já citadas ATLANTIS e a aniversariante Antroforce. Confira o cartaz do evento:


Link do evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/166019547181165/

Como já noticiado, o ATLANTIS segue à procura de mais shows para divulgar o atual EP “Hotter Than A Burning Church”, para levar a banda para sua cidade/evento escreva para contato@sanguefrioproducoes.com ou atlantisheavymetal@gmail.com.

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato


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DIOXINA: coletivo Metal Selva de Pedra completa 1 ano neste mês de outubro


A banda DIOXINA comemora neste mês de outubro um ano do coletivo Metal Selva de Pedra. O coletivo conta com bandas “cabeças” como DIOXINA, HollowHead, Pariethal, Abysmer, Rotten Pieces, Livre, entre outras, surgiu com a proposta de unir e diversificar a cena de Rock na capital de SP, em 2015, envolvendo diversos gêneros como Heavy Metal, Thrash Metal, Hardcore, etc. Muitas bandas já passaram pelas três edições ocorridas em diferentes casas de show, algumas delas convidadas, como Santa Morte, Furia Inc. e Synaya.

O objetivo principal do Coletivo é poder somar e atribuir bandas do Rock em geral, que queiram ajudar uma a outra na cena independente e underground. Todos os preparativos e organização,contando desde o planejamento, reuniões, ingressos, promoções, local e aluguel. Até o último minuto de show tudo é feito entres os membros de cada banda.

Na primeira edição,a banda convidada foi a Santa Morte(Hardcore). Foi estreado o “Coletanêa MSP Part 1 (27:03)’,onde contava com um CD físico do coletivo,contendo 1 faixa de cada banda que se apresentaria no dia.

Em 2017, a organização das bandas com o Coletivo MSP, pretende reunir novas bandas e explorar outras vertentes do gênero como sempre feito a cada edição, para agregar ainda mais na cena atual. A data do ‘MSP FEST IV’ irá ocorrer entre os meses de fevereiro e abril, porém ainda sem data definida.

Atualmente a DIOXINA é formada por Gabriel Castelar (vocal), André Chileno e Victor Roberto (guitarras), David Collins (baixo) e Davi Menezes (bateria). A DIOXINA iniciou suas atividades em 2012 combinando influências do Thrash Metal e Hardcore, criando um som tido como único por seus fãs. As primeiras apresentações se deram nas casas de show do ABC e São Paulo. Com a saída de Gabriel e Leo Morales em 2013, a DIOXINA passa a contar com André como guitarrista e vocalista e David Collins assumindo as quatro cordas, com novas composições. Em 2014 com a volta de Gabriel nos vocais, lançaram os singles “Grande Sistema” e “O Medo”, que mais tarde em 2015 fizeram parte do EP “Ordem e Regresso” com 5 faixas. Em 2016, o guitarrista Igor deixou a banda e deu lugar a Victor, que trouxe ainda mais energia e novas influências para o som.



Mais informações:

Contatos:
Telefone: (11) 9.8925-6598 (Victor) / 9.4797-2194 (Carina)


Fonte: TRM Press

PANZER – Ajustando a máquina (Entrevista)



Por Marcos “Big Daddy” Garcia

E desde sua volta em 2012 que o PANZER não para mais.

De lá para cá, em 4 anos, foram dois álbuns, dois singles, um EP e um DVD, algo que mostra não só uma criatividade imensa, mas ao mesmo tempo, uma vontade de desbravar e conquistar mais e mais espaço e fãs.

Aproveitando o recém lançado “Resistance”, fomos bater um papo com eles e saber das novidades e planos.


BD: E lá vamos nós de novo, e agradeço mais uma vez pela entrevista. A primeira pergunta é polêmica: o que aconteceu para o PANZER ter estas mudanças de formação após o lançamento do DVD “Louder Day After Day”? Parecia que a formação da banda estava mais estabilizada...

André Pars: Marcão, eu que agradeço o apoio de sempre e o respeito que você tem pelo nosso trabalho... Pode ter certeza que a recíproca é verdadeira...
 
Então, na verdade, a resposta é muito simples até. Eu e o Edson queríamos retomar um pouco a sonoridade calcada no Metal mais noventista, com pegada stoner, etc... que sempre foi a nossa marca registrada, e que no “Honor” ficou um pouco de lado... O Rafael Moreira e o Rafael DM já queriam continuar com a sonoridade mais brutal e rápida que o “Honor” e o DVD traziam... De comum acordo, cada um foi pra seu lado, pra fazer o que realmente estava a fim de fazer... Somos amigos até hoje. De verdade... Minutos atrás eu estava conversando por fone com o Rafinha (ex-vocalista)... Eles são e sempre serão parte da família PANZER.


BD: E como chegaram até o Sérgio Ogres? E foi bem rápido, pois mal entrou na banda, vocês estavam entrando em estúdio para gravar “Resistance”. Aliás, como definiria diferenças entre ele, Rafinha e Élcio? Particularmente, achei muito bom o trabalho com vozes limpas de Sérgio em “Resistance”.

André: Na verdade o disco já estava começando a ganhar forma apenas comigo e com o Edson... Ensaiávamos apenas os dois e já havíamos começado a moldar o que seria o “Resistance”... O Sérgio surgiu quando o Edson foi assistir um show do Unscarred, banda tributo ao Pantera, na qual o Sérgio faz os vocais... Ele comentou, eu vi uns vídeos e gostei muito... Chamamos o Sérgio pra fazer um som conosco e pra nossa sorte ele aceitou e se encaixou perfeitamente no que queríamos... Com isso feito, apresentei os esboços das músicas pra ele. Ele levou as demos pra casa e quando falou que já tinha as vozes, eu simplesmente achei que ele tava de brincadeira, pois foi rápido demais... Mostrou o que havia criado e ficamos muito satisfeitos. Aí, foi só gravar... Na gravação, ele ainda apareceu com muitas surpresas boas... Acho que os vocais desse disco soam matadores... O cara manda muito bem...


Sérgio Ogrês
BD: Polêmica à vista: quando a banda divulgou sua nova formação, foi divulgado que o Fabiano Menon iria cuidar do baixo. Mas no disco, quem gravou as partes das quatro cordas foi o André (NR.: André Pars, guitarrista da banda). Afinal de contas, ele está ou não na banda? E se não, já existe algum nome em vista?

André: Marcão, o Menon era o baixista da banda, mas na metade da gravação do disco ele se casou e anunciou que estaria se mudando para Curitiba. A vida dele mudou radicalmente em poucas semanas... Foi aí que eu tive que assumir as linhas de baixo...  Até chegou a gravar 3 músicas, mas como não iria mais ficar na banda, as linhas foram todas regravadas por mim, para que uma unidade sonora fosse mantida... Eu gravei pois sabia todas as linhas de baixo e ainda não tínhamos um nome definido... Mas o Menon é nosso irmão... Desejamos a ele toda a sorte e felicidade do mundo... Ele é um cara que é só coração... E estará sempre na família PANZER. Temos sim um baixista definitivo já e iremos anunciar em breve... 


BD: Falando um pouco do passado recente: como foi a recepção de “Honor” e “Louder Day After Day”? Parece-me que os discos foram bem recebidos pela crítica, mas e o público?

Edson Graseffi: O “Honor” nos trouxe bons frutos, fizemos muitos shows aqui e na Argentina, participamos de alguns ótimos festivais, colocamos alguns videoclipes mostrando a cara da banda e esse disco transformou a música “Rising” em um clássico da banda, que em muitos shows para nossa surpresa foi cantada pelo público. Já o DVD, eu vejo ele fechando uma fase da banda em muitos sentidos, a gente estava fechando um ciclo e não sabia. Hoje consigo compreender isso. Em relação ao DVD ele entrou na lista dos 5 melhores de 2015 na revista Roadie Crew. Isso foi incrível, pois não mexemos “nem uma palha” para isso acontecer, eu havia viajado para fora do país por bastante tempo e os caras estavam se agilizando outras coisas por aqui. E o DVD entrou sozinho nessa listagem, sem nenhuma divulgação, foi bem bacana!


BD: Hora de falar de “Resistance”. Como falado acima, a banda teve a saída de Rafinha e Rafael, a entrada de Sérgio, e já estavam gravando pouco depois. Podemos dizer que já havia material pronto antes da saída deles? E mesmo nesse pique, Sérgio ainda deu contribuições nas letras de “No Fear”, “Alone”, “Attitude”, “You May Not Have Tomorrow” e “Actitud”. Ou seja, temos a clara idéia de que o ritmo no estúdio foi algo insano, isso é fato? E por falar nisso, por que a faixa “Left Behind”, como diz o título, ficou de fora?

André: Sim, como disse anteriormente já havia muita coisa semi-pronta, mas as linhas vocais foram todas criadas pelo Sérgio e ele fez muita coisa a respeito de letras... Realmente o ritmo foi insano, mas é assim que sabemos trabalhar... Sempre foi e sempre será...

A “Left Behind” na verdade não está de fora... Ela foi remodelada e é a faixa “The Resistance” do disco... Inclusive é a faixa mais brutal, justamente por ser uma herança do Honor...


BD: Uma coisa interessante: “Resistance” soa mais limpo que “Honor”, mais bem acabado, e com uma estética mais bem definida. Por que este contraste entre eles, ou seja, por que o disco novo está soando mais limpo? Algo que Henrique Baboom propôs ou foi idéia de vocês mesmo? 

André: Na verdade foi ideia minha e do Edson. Queríamos um disco cru, sem muito excesso de elementos e com uma sonoridade mezzo moderna e mezzo old school. E isso se reflete na sonoridade... O fato de termos a sonoridade mais voltada ao peso e não tanto na velocidade, ajuda a dar essa clareza maior também... E o trabalho do Baboom também foi importante, pois ele nos ouviu e conseguiu extrair o que buscávamos...

Edson: Cara, eu posso falar um pouco mais pelo processo de gravação da bateria em “Resistance”, que é algo que muda radicalmente o som de um disco. Quando eu fiz o primeiro contato com o Baboom para fazermos este disco, eu tinha em mente plena convicção de que eu queria o som da bateria sem nenhum sampler ou replace, coisa mega comum em qualquer disco hoje. Eu queria a sonoridade da minha bateria apenas, queria ouvir realmente eu tocando e não o Pro Tools.  Eu queria o timbre natural, coisa que ninguém preza hoje. Essa talvez seja a maior diferença deste álbum para todos os outros que estão sendo gravados, tanto aqui quanto no exterior. A bateria com timbres digitais deixa os discos “enormes” na hora da mixagem, mas também deixa tudo muito plástico e igual. Por isso hoje a maioria dos bateristas não tem assinatura na sua forma de tocar nos discos e todos os discos soam iguais. Toda minha briga para que o disco soasse natural valeu a pena, o resultado está ai. Houve até um produtor com qual conversei que me perguntou, porque um disco orgânico? Realmente os conceitos em relação a produção de álbuns estão bem plastificados e nós não queremos seguir o caminho de todos.


André Pars
BD: Ao mesmo tempo, se percebe que o PANZER resgata muito de seu passado no disco, mas sem negar o quanto evoluiu tecnicamente desde a volta. O que causou esse “comeback” na sonoridade, no jeito de vocês fazerem música? E também tem o lado que a banda parece mais à vontade em “Resistance”. Isso é fato?

Edson: Esse “comeback” veio da vontade de fazer “o nosso som”, algo que estava dentro de mim e do André. Só que a gente não havia falado um para o outro sobre isso. Na real foi depois da série de shows que fizemos em 2015 que eu e ele percebemos em cima do palco a vontade de fazer aquilo que sempre fizemos. Tínhamos ido para um caminho mais brutal e não era exatamente o que queríamos. Eu particularmente estava insatisfeito com algumas músicas ultra velozes que surgiram para o que seria este novo disco. Tudo estava muito nivelado na questão velocidade. Hoje meus olhos estão voltados para caras como Tommy Aldridge e o André tem Randy Rhoads e Iommy no DNA dele, não tinha muito mais sentido continuar fazendo aquilo sendo que tínhamos um caminho musical construído por nós lá atrás e que gostamos muito.

Já esse lance da banda soar mais a vontade, acredito que seja resultado da produção natural pela qual cuidamos o tempo todo de existir, sem truques digitais de estúdio e mágicas de protools. Primamos por soar o mais natural possível neste álbum e vejo que isso tem causado boa impressão nas pessoas. 


BD: Como citado, mais uma vez vocês optaram por trabalhar com o Henrique na co-produção, uma vez que André dividiu essa responsabilidade com ele. Qual a maior contribuição de cada um para o disco? E houve algum estresse ou momento engraçado durante as gravações?

André: O Baboom é muito bom no que faz, mas eu entrei pra explicar como queria a sonoridade e ao mesmo tempo pra opinar e mudar quando necessário. Stress sempre acontece, pois são seres humanos interagindo durante muito tempo. Mas as coisas se resolvem rápido... Momentos engraçados foram nas gravações do Sérgio, pois muita coisa ele mudou de última hora e muita coisa não conhecíamos e não sabíamos o que ele iria fazer... Eu não pude ir a todas as sessões, mas o Edson foi. Lembro que eu ligava pro Edson pra me contar e ele dizia: cara, tá muito bom, mas mudou tudo... Eu perguntava: “me explica, como está?” etc... E ele dizia: “Não dá pra explicar”... Eu ficava louco da vida, curioso, ligava pro Baboom, etc... Foi bem maluco isso mas o resultado foi fantástico...

Sergio Ogrês:  Foi dinâmico!!! E pra minha satisfação pessoal, poder trabalhar com músicos sérios que primam pela originalidade e competência.

Quando você dispõe de pessoas que confiam no seu potencial, isso se reflete positivamente no geral.  Tanto Henrique quanto Edson e André me deram as melhores ferramentas pra que minha criatividade fluísse, ter minhas influências, mostrar o outro lado da música que poucos conhecem de minha longa caminhada, criar linhas limpas, buscar outras tonalidades e deixar o menos ser mais sem exageros. Essa foi a minha referência.


BD: Dois pontos que saltam os olhos em “Resistance” são nas músicas “You May Not Have Tomorrow”, que é quase uma balada, e “Actitud”, cantada toda em espanhol, algo que não haviam feito antes, e para ser sincero, nenhum de nós poderia sequer imaginar. Falem-nos um pouco sobre as idéias por trás de cada uma, como elas surgiram e como se sentiram com elas, no final de tudo? Aliás, que tal um raio X com cada uma das faixas? O espaço é todo de vocês, e não tem limites.


96 (André): Essa é uma intro bem simples e calma…pensei em usar algo assim pra abrir o disco.

E ela foi tomando forma... Na verdade ela seria parte integrante da “The Price”, mas depois optamos por separá-la pra que o ouvinte pudesse escolher se queria ouvir o disco já no cacete ou se queria passar por ela primeiro...

The Price (André): Essa faixa tem uma sonoridade old School, que era algo que buscávamos. Também apresenta uma parte bem lenta e limpa...Quis colocar um solo bem tradicional nela, um solo razoavelmente longo e trazer um pouquinho a minha influencia de Randy Rhoads...

Impunity (André): Esse som traz nossa veia noventista a tona… Pantera, BLS, etc… São bandas que nos cativaram e esse som remete um pouco dessa sonoridade… Os vocais limpos trazem aquele ar que o “The Strongest” tinha e o Sérgio na minha opinião arrebenta nesse som...

No Fear (André): Esse som traz aquele peso e cadencia típico do Testament da fase “Demonic” e “Low”, mas também traz o “The Strongest” pra mesa... É um som pesado, com mais variações que o que normalmente fazemos, mas que acho que ficou bacana... Os vocais tem um pouco do Hardcore embrenhado no Thrash...é uma das minhas favoritas...

No Scream in Vain (André): Esse som traz nossa veia noventista pra fora… 

Alone (André): A música traz aquela sonoridade arrastada, típica do Black Sabbath, mas em contrapartida tem um refrão que foge disso...é um som que embora seja bem cadenciado, nos tira da região de conforto...adoro essa faixa...e os vocais à la Misfits dão um complemento pra essa proposta...

Attitude (André): Se vc prestar atenção verá que esse som começa numa vibe Hard Rock bem ao estilo UFO e cai para o Stoner ...mas isso não soa tão evidente pois os vocais vão propositalmente pra outra direção...fazendo com que a sonoridade soe original e bem a cara do PANZER que gosta de experimentar coisas diferentes...

Do It! (André): Faixa direta, com base marcada, cheia de groove, peso e um vocal na cara…

The Old and the Drugs for the Soul (André): Essa começou numa linha de baixo criada pelo Menon e eu fui moldando, alterando a tonalidade da parte seguinte, etc… É um som teoricamente mais acessível, mas tem muito peso e personalidade... Acho essa faixa deliciosamente ousada...

The Resistance (André): É a paulada do disco… Música veloz, muito bumbo, palhetadas rápidas etc...o disco precisava de uma faixa assim pra poder contar a história da forma que queríamos, ou seja, a banda tirou um pouco o pé do acelerador, mas quando precisa, pisa fundo e faz barulho...

You May Not Have Tomorrow (André): Fiz uma balada que seria parte integrante de uma das músicas... Depois com o desenvolvimento dela, a faixa criou uma vida própria e precisava de um vocal que estivesse em sintonia... O Sérgio nos emocionou com o resultado... Ela tem uma alma própria e uma letra que nos faz pensar... E se não houver amanha? Você fez o que queria fazer, amou , ajudou, fez diferença?

Actitud (André): Esse som é nossa homenagem ao público Argentino e Uruguaio que nos recebeu de braços abertos com muito carinho... Fomos tratados extremamente em por todos... Os shows foram sensacionais e queríamos retribuir de alguma forma... Fizemos da forma que sabemos, ou seja, em forma de música.

Edson Graseffi

BD: Em relação a shows, a nova formação estreou em um evento ocorrido em SP há pouco tempo, e pelos vídeos que vemos por aí, a recepção foi ótima. Podemos dizer que o PANZER está pronto para shows ao vivo mais uma vez, descontando o bendito do baixista? Vocês parecem ter um carma bem ruim com esse tipo de músico, hehehehehe...

Edson: Estamos prontos sempre para shows, somos uma banda que gosta de estar no palco! Quanto ao baixista, já temos um novo nome e como o André disse vamos anunciar em breve, o cara toca muito!


BD: A pergunta chata: Panzer Fest. Depois de três edições, nunca mais se ouviu falar em outro. E aí, volta ou não volta? Dizem as lendas que Rodrigo Balan vai sair de Mococa só para essa nova edição (risos). E shows no Uruguai e Argentina, existe possibilidade de mais shows por estes países, e mesmo outros da América do Sul?

Edson: Esse é um capitulo à parte em nossa história. Esse festival foi muito útil para a banda enquanto ele funcionou, mas realmente não vale mais a pena para nós investirmos tanto tempo e dinheiro nele. Descobrimos que podemos concentrar nossa força em show fora do Brasil onde estamos tendo uma resposta de publico ótima. Com certeza voltaremos para estes países, pois além do ótimo publico fizemos muitos amigos. Tivemos convites para shows no México e Espanha em 2017, é só o começo queremos expandir cada vez mais nosso raio de alcance, mas isso tem que ser feito de forma planejada e moderada para ser saudável pra banda.

O Panzer Fest pode ser que volte um dia, mas por enquanto não esta dentro dos nossos planos.


BD: Outra: desde “Honor”, vocês mantém uma parceria com a Shinigami Records. Como tem sido trabalhar com eles? Estão plenamente satisfeitos?

André: A Shinigami é nossa parceira... Eles são pessoas fantásticas... Apoiaram o PANZER e acreditaram na nossa volta... O que falar deles? Só agradecer... Satisfeitos é pouco... Estamos muito, muito felizes com essa parceria...


BD: Assim como é com a Shinigami Records, desde 2012, vocês também não abrem mão de trabalhar com a Metal Media. Até que ponto podemos dizer que essa volta do PANZER tem sido bem sucedida graças ao trabalho de Débora e do Rodrigo? 

Edson: Devemos muito aos dois, Rodrigo e Débora são nossos “guardiões” competentes que já nos salvaram em muitos momentos. Estamos extremamente satisfeitos com o profissionalismo deles. Eles formam a melhor assessoria de imprensa especializada em Metal no Brasil. Dentro de nossa história desde a nossa volta a cena, existem muita coisa que não rolariam se não tivéssemos a ajuda da Metal Media e somos realmente gratos a eles. 


BD: Bem, encerramos por aqui. Torno a agradecer pela entrevista, e o espaço é de vocês para sua mensagem aos leitores.

Edson: Obrigado Marcos Garcia e a todos que nos apoiam, vocês são o combustível da máquina! Ouçam Metal sempre! Ouçam Metal Brasileiro!!

Sergio: Agradeço a todos os fãs e meus amigos de banda por poder representar o PANZER.  E a todos da imprensa pelos elogios e respeito.

André: Queria agradecer a todos que nos acompanham e principalmente a você, Marcão, por toda a força! Espero que a galera curta essa nova fase do PANZER... O disco foi feito com muita alma e dedicação, isso podem ter certeza! Viva o Metal Nacional Sempre!


Contatos:

http://www.metalmedia.com.br/panzer/ (Assessoria de Imprensa)


TARJA – The Shadow Self (CD+DVD)


2016
Nacional

Nota: 9,5/10,0

Músicas:

Disco 1 (CD):

1. Innocence 
2. Demons in You 
3. No Bitter End 
4. Love to Hate 
5. Supremacy
6. The Living End 
7. Diva 
8. Eagle Eye 
9. Undertaker 
10. Calling from the Wild 
11. Too Many 
12. Hit Song (Hidden Track) 


Disco 2 (DVD ):

1. Shadow Talk (entrevista)
2. No Bitter End (vídeo)
3. Innocence (vídeo)


Banda:


Tarja Turunen - Vocais, Piano (faixas 4, 6), teclados (faixa 2)
Alex Scholpp - Guitarras (faixas 1, 3, 4, 6, 7, 9, 10, 12), Baixo (faixas 10, 12), violão (faixas 1, 3, 4, 6, 7, 9, 10, 12)
Doug Wimbish - Baixo (faixas 4, 7, 8, 9, 11)
Christian Kretschmar - Teclados (faixas 3, 4, 5, 8, 11), Programação (faixa 11)
Mike Terrana - Bateria (faixas 4, 6, 8, 9, 10, 11, 12)
Max Lilja - Cello (faixa 3)


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Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


E eis que mais uma vez, uma das vozes femininas mais consagradas do Metal nos chega com um trabalho inédito, pelos quais os fãs tupiniquins estavam aguardando ansiosamente.

Sim, após o lançamento no Brasil de “The Brightest Void”, eis que chega até nós, por meio da parceria entre a Shinigami Records e a earMUSIC, a também versão nacional de “The Shadow Self”, trabalho mais recente da cantora finlandesa TARJA. 

Verdade seja dita: podemos associar sem medo o nome de Tarja Turunem a trabalhos de qualidade inquestionável, embora vez por outra ela venha a testar os fãs devido ao amplo espectro musical que possui e no qual gostar de trabalhar.

“The Shadow Self” realmente soa complementar a “The Brightest Void”, algo bem natural (já que foram gravados na mesma época). A distinção entre ambos se faz no aspecto de este álbum soar mais pesado e introspectivo, mas mesmo assim, com belos momentos. Óbvio que ela, como chefe, se destaca, usando muito bem sua voz bela e com muitos recursos, já que há tempos ela usa pouco do aspecto lírico, e ganhou em troca diversidade. Mas não se pode negar que o instrumental do disco como um todo é riquíssimo, acompanhando cada composição de forma maravilhosa.

Ou seja: é um disco bom demais da conta!

A produção é de Tarja e de MIC (que é ninguém menos que Marcelo Isaac Cabuli, marido dela), mais a mixagem de Tim Palmer, e a masterização é de Justin Shturtz. Óbvio que o resultado final é uma gravação que prima pela limpeza, mas sem deixar a sonoridade sem peso. Os timbres instrumentais estão muito bons, e em tudo, a sensação é de um cuidado estético bem minimalista com cada aspecto da qualidade sonora.

Trazendo uma gama de arranjos orquestrais e de corais ótimos (feitos por James Dooley), um trabalho instrumental de primeira, além dos vocais inspirados de Tarja, nós podemos dizer que “The Shadow Self” é um ótimo disco, que merece aplausos.

Melhores momentos:

“Innocence” – Aliando belas orquestrações com bons momentos distorcidos (e com um “outfit” moderno), esta é uma faixa envolvente, que nos embala perfeitamente, graças aos vocais muito bem postados, mais os arranjos de piano e cellos.

“Demons in You” – Moderna e vibrante, é focada em um lado mais pesado e azedo, apesar dos momentos mais melodiosos em que a voz de Tarja vai ganhando cada vez mais espaço (especialmente no refrão). É daquelas que vai levantar os fãs nos shows. E essa ainda tem a participação providencial de Alissa White-Gluz (do ARCH ENEMY) nos vocais.

“No Bitter End” – Aqui, temos a versão completa e oficial da canção, uma vez que em “The Brightest Void” é a editada para o vídeo. Óbvio que se destaca, um dos momentos mais envolventes do disco, especialmente pelo contraste dado pelo peso moderno das guitarras com a voz melodiosa de Tarja.

“Love to Hate” – Momentos grandiosos e cheios de belos arranjos orquestrais e pianos se alternam com outros mais intimistas (onde prevalecem os vocais). A estética da música é excelente, onde realmente o foco é o lado mais melodioso, e assim, mais acessível da musicalidade do grupo. E se repararem nas orquestrações, perceberão elementos orientais em alguns pontos.

“Supremacy” – É um cover do MUSE, e aqui, a versão ficou com certo toque “noir” de primeira, mas apresentando uma dose enorme de peso. Óbvio que baixo e bateria estão excelentes, criando uma base densa e pesada para o trabalho dos teclados.

“The Living End” – Uma linda balada mais climática, com pianos e teclados, onde a voz de Tarja se agiganta de forma melodiosa e perfeita.

“Undertaker” – Ao mesmo tempo em que é cheia de momentos belos e muito melodiosos, existem outros mais cheios de efeitos eletrônicos, dando aquele toque de Pop antigo que faz bem e é saudável. Óbvio que o trabalho de teclados se destaca junto ao dos vocais.

Ainda existe uma música escondida com forte conotação eletrônica, mas depois com uma pegada mais pesada e azeda após “Too Many”, logo, tenha paciência, pois valerá a pena.

“The Shadow Self” é disponibilizado em dois formatos para o Brasil: o primeiro, com apenas o CD, é um belo Digipack, enquanto a versão Jewelcase (a famosa caixinha de acrílico) tem um DVD de bônus.

No DVD, temos:

“Shadow Talk” – É uma entrevista sobre todos os aspectos relacionados a “The Shadow Self”, e com legendas em português, o que representa uma ótima iniciativa da Shinigami Records para os fãs que não dominam o idioma bretão. E em meia hora, vemos como Tarja é simpática e atenciosa, explicando tudo com muita calma, e sem deixar dúvidas.

E ainda temos os videos de divulgação para as faixas “No Bitter End” e “Innocence”, tornando o DVD ainda mais musical e agradável.

Cara ou coroa, a escolha é de vocês, mas não deixem passar esse ótimo lançamento, que vale o investimento!