20 de dez de 2013

Kappa Crucis: ouça mais uma música do novo álbum "Rocks"







Sai em Janeiro o tão aguardado novo álbum do KAPPA CRUCIS. Intitulado "Rocks", esse será o segundo disco do quarteto formado por F. Dória (bateria, backing vocal), G. Fischer (vocal, guitarra), R. Tramontin (baixo) e A. Stefanovitch (teclados).

"Rocks" foi gravado e mixado no Ger Som Estúdio na cidade de Itapeva/SP e masterizado no estúdio Vertex C em Montreal no Canadá pelo produtor Jera Cravo (Madame Saatan, Headhunter D.C.). O álbum vai reunir as faixas "What Comes Down", "Mecathronic", "School Of Life", "Invisible Man", "Strange Soul", "Flags And Lies", "Nobody Knows", "Between Night And Day", "When The Legs Are Wheels" e "The Braves And The Fools".


Depois do lançamento de "Strange Soul" como single digital, o KAPPA CRUCIS agora disponibilizou no Soundcloud a música "Invisible Man".

Para ouvir, acesse: 


SOBRE O KAPPA CRUCIS 

Formada no início da década de 90 na cidade de Apiaí, em meio às montanhas sulistas do estado de São Paulo, o KAPPA CRUCIS combina elementos do hard rock setentista, rock progressivo, southern rock, heavy metal e se tornou um nome "cult" do cenário underground brasileiro.

Antes do seu álbum de estréia, o KAPPA CRUCIS ficou conhecido pelas excelentes demos que lançou. Trabalhos como "Algol - The Demon Star" (1997), "Ignition" (2002) e "Steel Egg" (2004) foram registros que conquistaram de vez os jornalistas. Os principais críticos de música do Brasil sempre foram só elogios ao KAPPA CRUCIS. "Uma das melhores bandas que ouvi nos últimos meses", declarou Eduardo de Souza Bonadia em resenha sobre a demo "Steel Egg". "O quarteto transmite uma autenticidade e, principalmente, um entrosamento invejáveis", publicou Antonio Carlos Monteiro em fevereiro de 2000. 

O primeiro álbum, "Jewel Box" saiu em 2009 e reuniu composições de toda carreira da banda, além de temas inéditos. Novamente a imprensa especializada recebeu muito bem o trabalho desenvolvido pela banda. O disco foi masterizado no estúdio Novalis em Fort Myers, estado da Flórida, Estados Unidos. 

Mais informações:


Fonte: Som do Darma
Informações para Imprensa
A/C Eliton Tomasi
(15) 3211-1621

Uganga - Eurocaos ao Vivo (Live CD)

Metal Soldiers Records
Nota 9,5/10

Por Marcos Garcia


Discos ao vivo correm sempre o risco de não serem bem recebidos pelo público, já que apesar da tradição de coroarem carreiras bem sólidas, hoje em dia, com todo o aparato tecnológico que temos, muitos usam de infinitos overdubs, e acabam mutilando o trabalho, tirando a essência “ao vivo de um disco”. Mas o quinteto UGANGA, nativo do Triângulo Mineiro (MG) chega com “Eurocaos ao Vivo”, um disco realmente ao vivo.

Fruto da turnê européia de 2010, onde o quinteto se apresentou na Alemanha, Bélgica, Suíça, Polônia, República Tcheca, Portugal e Espanha, o CD é todo composto por músicas de seu terceiro CD (“Vol. 3: Caos Carma Conceito”), mais alguns covers e três faixas bônus, além de dois vídeos. É, o pacote é ótimo, um autêntico deleite para nossos olhos e ouvidos, sem  a mínima sombra de dúvida que seja. É ver, ouvir e se apaixonar de imediato pelo Thrashcore sem fronteiras da banda.

Uganga
Gravado no festival Razorblade Festival, em Datteln, na Alemanha em 18/09/2010 (músicas 1 a 8), e no Side B Lounge Live Club, em Benavente, em Portugal (músicas 9 e 10), a sonoridade das músicas ao vivo está muito bem captada (Oliver Okunneck deve ter tido um trabalho dos diabos, verdade seja dita), sem retirar a energia da apresentação da banda, e sem remakes e overdubs em estúdio. E isso revela um trabalho ótimo de produção do próprio quinteto. As faixas-bônus são versões para “Não Desista” do STRESS e “Desespero” do PASTEL DE MIOLOS (banda de HC da Bahia), gravadas em no Rock Lab Studio, em Goiânia, sob a tutela de Gustavo Vasquez, além da experimental “Antwerpen Dub”. Graficamente, o CD tem uma arte muito boa, com encarte repleto de fotos e detalhes da tour, tudo isso embalado em um lindo Splipcase que ainda trás um tour report impresso. Coisa de primeiro mundo.

Falar de faixas como “Asas Negras”, “Meus Velhos Olhos de Enxergar o Mal (2 Lobos)”, “Fronteiras da Tolerância” ou “Zona Árida” é desnecessário, já que pouca coisa muda em relação ao que ouvimos no CD de estúdio, a não ser pela dose mamutesca de energia que o UGANGA apresenta ao vivo. É algo absurdo, abusivamente insano!

E se o material da banda não fosse suficiente, ainda despejam versões ao vivo dos clássicos “Troops of Doom” do SEPULTURA e “Nightmare” do SARCÓFAGO (esta em uma versão mais curta), ambas com uma roupagem Thrash/HC característica da banda, e os covers de estúdio mencionados antes, que ficaram excelentes, fora “Antwerpen Dub”, que mostra um lado bem mais experimental do quinteto, o que mostra o motivo de sua música soar tão inovadora.

Fora isso, ainda temos um documentário da tour feito por Eddie Shumway, e os vídeos oficiais para “Fronteiras da Tolerânia” e “Meus Velhos Olhos de Enxergar o Mal (2 Lobos)”.

Um presentão do UGANGA para todos nós, e que precede “Opressor”, o disco novo que sairá em 2014.


Tracklist:

01. Kali-Yuga  
02. Asas Negras  
03. 3XC  
04. Meus Velhos Olhos de Enxergar o Mal (2 Lobos)  
05. Sua Lei, Minha Lei  
06. Zona Árida  
07. Fronteiras da Tolerância  
08. Van  
09. Troops of Doom
10. Nightmare
11. Não Desista
12. Desespero
13. Antwerpen Dub
14. Documentário da turnê (Vídeo)
15. Fronteiras da Tolerância (Vídeo)
16. Meus Velhos Olhos de Enxergar o Mal (2 Lobos) (Vídeo)


Banda:

Manuel “Joker” Henriques – Vocais 
Christian Franco – Guitarras 
Thiago Soraggi – Guitarras
Ras Phael Franco – Baixo 
Marco Henriques – Bateria


Contatos:

Silent Hall: Banda lança oficialmente seu primeiro EP “Gates Of Conscience”





Os mineiros do SILENT HALL anunciam oficialmente que o EP “Gates Of Concience” está lançado e disponível para venda!

Foram três anos de espera e muito trabalho duro, desde seu ultimo registro de estúdio em 2009, a demo “Dreams...”.

Mas toda espera valeu a pena!

São quatro faixas que trazem ao ouvinte o bom e velho Heavy Metal, com composições cheias de alma e personalidade, e que às vezes beiram o Prog Metal.

Um dos destaques é a faixa “Father”, composta somente com Voz e Violão e que sem sombra de duvida está entre as mais belas baladas do Metal.

O EP foi produzido de forma independente, gravado na cidade de Varginha/MG na casa dos próprios integrantes e foi produzido por Marco Diniz.

Para adquirir o disco, os interessados devem entrar em contato diretamente com a banda pelo email: thesilenthall@hotmail.com ou pela fanpage oficial da banda no Facebook: www.facebook.com/silenthall

“Gates Of Concience” custa R$ 10,00 + Custos de Frete, e está disponível para todo o Brasil.


Links Relacionados:


Hellish War se apresenta em Vinhedo nesta sexta




A banda acabou de retornar de
sua segunda turnê européia e promove o
álbum "Keep It Hellish"
Recém-chegada de sua segunda turnê européia que somou sete shows em seis países, o HELLISH WAR segue promovendo seu mais novo álbum de estúdio, "Keep It Hellish".

Produzido por Ricardo Piccoli em Biella na Itália, o álbum foi lançado na Europa em Junho pela gravadora alemã Pure Steel Records (no Brasil o disco chegou às lojas pela Voice Music) e marca a estréia do novo vocalista da banda, Bil Martins. 

O disco tem recebido excelentes avaliações da imprensa e é apontado como "o melhor álbum da banda até o momento".

A Revista Roadie Crew, em crítica escrita pelo jornalista Écio Souza Diniz, declarou que o Hellish War "é um dos grandes destaques da cena brasileira". Já o portal Território da Música, em crítica escrita por Eduardo Kaneco, publicou que “Keep It Hellish mira e acerta em cheio aquele público saudosista do heavy metal nacional dos anos 80".

O HELLISH WAR fecha o ano com o show que acontece amanhã, 20 de Dezembro, no Dark Side Rock Bar em Vinhedo/SP e que também contará com apresentações do Voodoo Shyne e Slippery. Os ingressos para o show já estão à venda por R$ 20,00 através do site da casa http://www.darksiderockbar.com.br. O Dark Side Rock Bar fica na Rodovia Edenor João Tasca, 980.


Entre outras novidades, Daniel Person, baterista do Hellish War, vai se apresentar nos Estados Unidos em Janeiro ao lado da banda MegaDriver que faz versões heavy metal de clássicos do vídeo-game e é considerada a criadora do gênero "Game Metal". O show acontece durante a MAGFest, evento voltado ao universo dos games, em National Harbor/MD.


Mais Informações: 


Fonte: Som do Darma
Management, Shows e Informações para Imprensa:
A/C Eliton Tomasi
(15) 3211-1621   

Crédito Fotos: Eliton Tomasi

Hellish War - Keep It Hellish (CD)

Nota 10/10

Por Marcos Garcia

Sempre que a formação de uma banda se altera, sempre fica a desconfiança sobre o sucessor, especialmente se estivermos falando de vocalistas. E nunca é uma transição muito fácil, já que muitos fãs mais xiitas tendem a não aceitar o novo trabalho. Mas sempre há aquelas bandas que encaram a mudança, dizendo “vamos adiante” e pronto. E um guerreiro da melhor estirpe é o excelente HELLISH WAR, quinteto de Campinas (SP), que chega com “Keep It Hellish”, seu novo álbum de estúdio.

O estilo da banda é um meio termo entre o Metal tradicional e o Power Metal dos anos 80, ambos numa orientação que lembra a velha escola alemã (com muito do HELLOWEEN da fase de Kai Hansen como vocalista, e do RUNNING WILD, especialmente as guitarras). Mas não se enganem: o quinteto não soa datado e nem tenta de forma alguma imitar quem quer que seja. Os calos da experiência ensinaram ao grupo a ter personalidade forte, e é isso que nos mostram as excelentes guitarras de Vulcano e Daniel Job (que ainda toca teclados no disco), o baixo de JR e a bateria de Daniel Person formam uma base rítmica pesada e com boa técnica, e o canto do estreante Bil Martins, que tem peito para se impor e estar adiante da banda, com um canto forte e vigoroso, onde agressividade e melodia se mesclam de forma harmoniosa. E não se assustem, já que o quinteto está com garra e energia para dar e vender, fazendo um dos melhores trabalhos de sua carreira.

Hellish War
A produção do experiente Ricardo Piccoli (feita no Piccoli Studio) soube dar corpo à música do quinteto, soando limpa e intensa, longe de ser datada, com os instrumentos claros e bem assentados. A arte, um trabalho muito bom de Eduardo “Zé Helloween” Burato, ficou ótima, em um trabalho gráfico que remete diretamente ao Metal germânico, e aparentemente rebuscando o personagem da capa de “Defenders of Metal” (seu primeiro CD), em uma possível alusão ao renascimento do grupo.

Em termos musicais, o grupo não teve grandes mudanças estilísticas, mas apenas lapidou ainda mais sua música. Ou seja, avançaram mais alguns passos no caminho escolhido, mas sem perderem sua identidade.

“Keep It Hellish” é ótimo do início ao fim, com destaques absolutos para “Keep It Hellish” (vigorosa e cheia de energia, com ótimos vocais, refrão bem ganchudo, e solos das guitarras faiscantes, sendo a música quase que uma declaração de guerra a quem duvidava de sua volta por cima), a mais cadenciada “The Challenge” (a força da cozinha baixo-bateria é sensível aos ouvidos), “Reflects of the Blade” (introduzida por um mini-solo de bateria ótimo, até virar uma canção com andamento moderado e pesado), a agressiva “Master of Wreckage” (as vocalizações estão ótimas, especialmente o refrão, em uma música rápida e ganchuda), a mais amena “Scars (Underneath Your Skin)” (ótimas guitarras, com grandes doses de melodia, mas quem conhece a banda, sabe que este é um de seus pontos mais fortes), a empolgante “Darkness Ride” e a longa e mais arrastada “The Quest” (aqui, Bil mostra todo seu talento).

Sim, eles estão de volta, e com disposição para fazer seu pescoço doer por dias a fio.

Sejam bem vindos de volta, e agradecemos pelo ótimo disco!



Tracklist

01. Keep It Hellish
02. The Challenge
03. Reflects on the Blade
04. Fire and Killing
05. Masters of Wreckage
06. Battle at Sea (instrumental)
07. Phantom Ship
08. Scars (Underneath Your Skin)
09. Darkness Ride
10. The Quest


Formação:

Bil Martins - Vocais
Vulcano – Guitarras
Daniel Job – Guitarras, teclados
JR – Baixo 
Daniel Person – Bateria 


Contatos: