1 de dez de 2012

Zombie Cookiebook - Ouside the Grave (CD)


Independente - Nacional
Nota 10

Por Marcos Garcia

É bom que alguns modistas metidos a zumbis ou à banda de Death Metal não lerem esta resenha, pois aqui o papo é reto, duro, nu e cru: este quinteto de zumbis não veio da Zombie Walk ou de filmes wannabe de horror atuais, mas dos túmulos abertos e fedorentos dos cemitérios de Joinville (SC). E de lá, se ergueram os cinco mortos-vivos mais loucos e extremos do Metal, o ZOMBIE COOKBOOK, que após dois Singles, resolveram soltar um Full Length com cheiro e jeito de cemitério, o fantástico arrasador de tímpanos 'Outside the Grave'.

Musicalmente, a banda aposta em um Death/Grindcore duro e cru de pingar sangue, longe de ser simplista, mostrando uma técnica boa, com vocais para lá de insanos, alternando entre vozes esganiçadas e berros guturais, riffs de guitarra maciços e bem estruturados, solos ensandecidos, e uma cozinha baixo/bateria com boa técnica, mas especializada em peso e em torturar ouvidos incautos e não iniciados, e usam de velhos filmes de horror B e revistas em quadrinhos como 'Tales from the Crypty' como referência para suas letras doentias. Ou seja, o remédio perfeito para lidar com vizinhos fãs de axé, funk e gospel, testemunhas de jeová chatos, fãs da saga 'Crepúsculo' e outros tipos de incômodos gerados pela sociedade moderna.

Tendo produção, mixagem e masterização feitas em conjunto por Felipe Lisciel e pelo próprio quinteto, temos algo limpo e bem feito, deixando o som da banda coeso e forte o tempo todo, bem como mantendo aqueles pequenos detalhes das músicas bem evidentes, ou seja, nada escondido. A parte gráfica, que por si só já mereceria uma resenha à parte, é uma obra-prima do bom gosto Trash, com um uma HQ bem legal enfocando a banda, lembrando um pouco os áureos tempos das publicações de horror brasileiro do início dos anos 80 (que eram capazes de manter muito fã de Death e Black Metal acordados durante a noite, com medo), fora o encarte de ótimo gosto, tudo em uma arte brilhante feita por Charles da Silva.

Sonoramente, o quinteto se mantém em ótima forma por todo o CD, mantendo-se fiel à sua proposta e segurando o nível alto das músicas, dando ênfase ao clima insano e sombrio, e temos destaques óbvio em faixas como a 'Feasting Humans at Dusk', onde baixo e bateria estão fantástiscos, em uma onde a tônica é a esporreira sonora para todos os lados;  a extrema 'I Sell the Dead', com ótimas variações vocais e grandes riffs; a esporrenta 'Boneyard', uma versão personalizada de uma antiga canção do falecido (sem trocadilhos, por favor) IMPETIGO, que de tão empolgante, é capaz de fazer zumbis de verdade saírem do cemitério (agora, com trocadilhos, por favor); 'I Drink your Blood', outra faixa extremamente empolgante, novamente com destaque para a bateria, e que vai gerar muita roda de pogo em shows, com toda certeza; 'I Eat your Skin', com um andamento moderado e urros insanos, bem como com o baixo fazendo um ótimo trabalho; a versão para 'Feast of the Undead', do BLOOD FREAK, que ficou muito boa, com gritos estrangulados e ótimos riffs; a carnificina Grindcore 'V.O.D.U.N.'; a intensa 'Harvest of the Damn'; e o assassinato 'Fellows in Sadism'.

E assim, em SC, jazia um bando de cadáveres, que agora está fora do túmulo a fazer uma música ótima de de bom gosto.

Depois disso tudo, um aviso de amigo: se não tiverem este CD em casa, além do arrependimento, saiba que irão ouvir gemidos estranhos durante a noite...

I Eat your Skin

Tracklist:

01. Feasting Humans at Dusk  
02. I Sell the Dead  
03. Midnight Hunger  
04. Boneyard  
05. I Drink your Blood  
06. I Eat your Skin  
07. Creepy Freak  
08. Feast of the Undead  
09. V.O.D.U.N. (Vile Odor Of Decomposing Unborn Necropolis)  
10. Harvest of the Damn  
11. Grab the Guts  
12. Fellows in Sadism  
13. Then You Scream


Formação:

Dr Stinky - Vocal
Horace Bones - Vocal / Guitarra
Guinea Pig - Guitarra
Hellsoldier - Baixo
Freudstein - Bateria



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Lince - Zero (CD)


MS Metal Records - Nacional
Nota 8

Por Marcos Garcia

Até algum tempo atrás, acreditava-se que a cena de Prog Metal mundial estivesse morta, já que por volta da primeira metade da década passada, o estilo foi tão exposto, o número de bandas que apareceram foi tão grande, que logo estava desgastado e sem muita perspectiva de futuro. Mas justamente no Brasil, o estilo sofreu mutações e se reforçou para continuar. Mas mesmo assim, ainda existem bandas que buscam fazer aquela velha linha, sem se preocupar com tendências ou inovações. E o LINCE, de Santa Catarina, mostra isso em seu Debut, 'Zero'.

A banda usa aquela velha fórmula do Prog, ou seja, técnica em todos os momentos, só que mantendo peso e elegância, embora o quinteto use e abuse de elementos de fora do estilo, com momentos de Jazz e Fusion, e alguma coisinha de MPB e Bossa Nova (que em si, já é um jeito jazzístico de se tocar música brasileira), logo, a fórmula que a priori não é a mais original do mundo, ganha um diversidade musical maior e força, mas ao mesmo tempo é coesa e com peso moderado.

A produção sonora, feita por Adair Daufembach em conjunto com o quinteto, ficou bem limpa e faz com que cada um dos instrumentos fique perfeitamente audível, ou seja, cada nuance sonora da banda está bem evidente, ou seja, é um ponto positivo. A produção visual do CD é legal, em um belo Digipack, sendo um bom complemento para a música da banda.

Quando o CD começa a rolar, fica claro e evidente que a banda é bem homogênea em matéria de talento musical, embora Alírio Netto, vocalista, se destaque bastante durante todo o CD, mostrando ter uma ótima voz e um talento enorme, mas não que o quinteto viva apenas disso, muito pelo contrário. Basta ouvir a instigante 'On the Move' (que tem ótimo trabalho de teclados e bateria), 'Frenzy' (carregada de elementos jazzísticos, embora mantenha o peso nas guitarras), a bela 'Natural' (com belos violão no melhor estilo da Bossa Nova), a complexa 'Empire' (ótimo trabalho de baixo e bateria, sem contar que os vocais mostram força e suavidade incríveis), e a forte e pesada 'Sell', e verão o que queremos dizer.

Um bom trabalho, mas a banda pode render  bem mais que isso, logo, o futuro é promissor.

Neuronial Link

Tracklist:

01. On The Move
02. Frenzy
03. Natural
04. The Puppet Song
05. Empire
06. Neuronial Link
07. Lost Forever
08. Sell
09. Jammed
10. Echoes


Formação:

Alírio Netto - Vocais
Daniel Carelli - Guitarras
Arthur Boscato - Baixo
Reny Perucchi -  Teclados
Filipe Maliska - Bateria


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Kanvass - Outbreak of Brutality (EP)


Independente - Nacional
Nota 8

Por Marcos Garcia

O underground brasileiro tem um potencial de gerar banas novas e com propostas inovadoras, pois a miscigenação musical por aqui é bem forte, ou com trabalhos sublime dentro de propostas já existentes, pois reciclam com inteligência os elementos comuns de certos estilos e jogam sua personalidade no som, e pronto: coisa fina à vista!

Pena que, infelizmente, uma enorme parte dos fãs brasileiros ainda não compreenderam isso bem, ou estão tão alienados com a idéia de que 'só o que vem de fora presta' de muitos (um traço herdado por termos sido colônia por mais de 300 anos), embora este argumento seja uma defesa de bandas 'zumbis', que vivem mais de seus gloriosos passados do que de seus trabalhos atuais. E é ótimo conhecer bandas como o KANVASS, que são adeptas de um som com raízes no passado, mas que sabem olhar para o futuro.

Executando um Thrash Metal intenso e bruto, com elementos do Black e do Death Metal, este grupo não está para brincadeiras. Vocais ríspidos, riffs de guitarra brutais e empolgantes, solos caóticos e com boa técnica, baixo forte na marcação, e bateria extremamente veloz nos bumbos, mas sem deixar de apresentar uma técnica bem convincente. Ou seja, por mais que não seja algo lá muito inovador, verte em doses homeopáticas de energia, peso e muito agressividade.

Gravado nos M&H Studios, sob a tutela de Michel Marcos, o EP tem uma gravação que priorizou a brutalidade da banda, embora conserve limpeza suficiente para reconhecermos cada um dos instrumentos separadamente, mantendo a coerência sonora da banda pesada o tempo todo. A arte é funcional e evita ser mais complexa do que realmente o estilo necessita, logo, eficaz.

O EP tem uma introdução, e três faixas muito boas, alternando velocidade, cadência, brutalidade e boa técnica, com destaque para a arrasa-quarteirões 'Dead Kings Don't Rule', com riffs de guitarra rascantes, bateria com bumbos velozes e técnicos, em uma rapidez e agressividade contagiantes, que fazem os pescoços agitarem sem parar; e a destruidora de tímpanos não iniciados 'Chronos', com vocais muito bons, e uma faixa onde a banda mostra uma agressividade explícita de trincar os dentes. Existem umas pequenas arestas a serem lixadas, fora isso, a banda promete!

Uma boa banda, e que pelo que sabemos, está trampando em seu primeiro Full Length para o próximo ano, já que, infelizmente, este EP não teve apoio suficiente para ser prensado, mas que pode ser baixado neste link.

Em tempo: o baixista Gustavo Marabiza já não está mais na banda.

Dead Kings Don't Rule

Tracklist:

01. Outbreak of Brutality
02. Revolution
03. Dead Kings Don't Rule
04. Chronos


Formação:

Bruno Rysevas - Guitarras, vocais
Gustavo Marabiza - Baixo
Gabriel Guerra - Bateria



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Heptah - Master of Delusion (CD)


MS Metal Records - Nacional
Nota 9,5

Por Marcos Garcia

É incrível mesmo já sendo um  estilo meio desgastado, o Progressive Metal continua gerando bons nomes, fugindo de certos clichês e partindo para uma música nova e forte.

O HEPTAH, de Campinas (SP), mostra a cara fazendo um Prog Metal com muita influência de Metal Tradicional moderno, ou seja, é uma banda de Heavy Metal moderno mais pomposa e técnica, mas sem perder a pegada pesada e cheia de energia, e seu primeiro Full Length, 'Master of Delusion', que acaba de ser lançado pela MS Metal Records, que tem prestado um serviço ótimo ao Metal nacional.

Dois vocalistas se alternam nas faixas do CD, dando maior diversidade ao trabalho, e usam mais timbres mais graves, secos e agressivos de sua vozes, mas sem perder melodia, e temos inserts de vocais guturais bem feitos aqui e ali, solos e riffs de guitarra muito bem postados e pesados (sem abrir mão de uma técnica apurada), baixo e bateria extremamente coesos e pesados, mantendo um equilíbrio bem sábio entre peso, melodia e técnica. Ou seja, uma banda que prefere fazer um trabalho musical não extremamente técnico como se costumava ouvir no Prog há alguns anos, mas focam seu trabalho em músicas mais coesas e pesadas, mais homogênea e sem tantas auto-indulgências de meter 1000 notas onde não cabem 10 direito. Ou seja: muito bom!

O trabalho da banda foi produzido (e muito bem, diga-se de passagem) por Rads e Raphael,  que ainda contaram com Ricardo Piccoli na mixagem e masterização, ou seja, ficou tudo em casa, mas ambos souberam dar peso e coesão às músicas, mas sem que elas ficassem sem a clareza necessária, ou seja, pesado e limpo o suficiente para que nenhum detalhe de sua música fique escondido. A produção visual é maravilhosa, diga-se de passagem, em um lindo Digipack, e como um encarte soberbamente bem feito, que deve ter posto um velho amigo deste que vos escreve boquiaberto.

Musicalmente, este CD tem um nível alto, bem próximo à de muitas bandas internacionais cultuadas por aqui, com um nível homogêneo, sendo que podemos destacar a ótima 'Reasons to Fight', com ótimo trabalho da bateria e das guitarras, em uma faixa bem intensa e agressiva; a forte e mais trampada 'Something’s Wrong', com um andamento complexo, dando oportunidade do baixo aparecer bastante, e com riffs fortes; a bela e sentimental 'Never Die', onde se sobressaem os vocais, ótimo solo, e onde existem crescendos ótimos; a variada e pesada 'Time to Regret', com solos de guitarra bem fortes e competentes; 'Dead Order', com belo trabalho da cozinha rítmica, especialmente do baixo; e a ótima 'Sword of the Spirit'.

Ótima banda, trabalho promissor e que merece uma ouvida carinhosa.

Em tempo: após a gravação do CD, o baixista Robson Baroli entrou na banda no lugar de Luiz Pianowsky, e Samuel Zechin entrou para a outra guitarra.

Never Die


Tracklist:

01. The Battle Was Already Won
02. Reasons to Fight
03. Something’s Wrong
04. Never Die
05. Time to Regret
06. Insanity
07. Dead Order
08. Angels Whispers
09. Things in my Head
10. Sword of the Spirit
11. Illusion Seller


Formação:

Rhads Clemente - Guitarra e vocal
Ricardo Corsi - Guitarra e Vocal
Luiz Pianowsky - Baixo
Raphael Jorge - Bateria, vocais guturais e backing vocals


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Lazarus Taxon: nova banda formada por membros de Fates Prophecy e Outlove



Paulo Almeida, guitarrista da banda de Heavy Metal Fates Prophecy, tomou a inciativa de criar uma nova banda batizada LAZARUS TAXON. Para completar a formação estão o baterista Sandro Muniz também membro da Fates Prophecy, o vocalista Paulo Ghizzi e baixista Gus Duarte, ambos membros da banda de Gothic Rock Outlove.


A banda já está compondo e planeja lançar seu primeiro single no início de 2013. "A proposta inicial é fazer um som pesado, porém com uma maior variedade de climas, trazendo metal, gótico e progressivo na mistura", adianta Paulo Almeida.

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Fonte: Lazarus Taxon

Carniça: Lançamento exclusivo no programa Heavy Nation



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Já está disponível a edição #86 do programa HEAVY NATION, que é transmitido pela rádio online do portal UOL em todas as madrugadas de sexta para sábado, apresentando o melhor do Metal mundial, sob direção e apresentação de Júlio Feriato e Paula Baldassari. Nesta edição o HEAVY NATION apresenta exclusivamente a música 'Prayers Before the Death' da banda CARNIÇA, disponibilizada pela primeira vez ao público uma semana antes de seu lançamento oficial, no dia 08/12. A música, que faz parte do terceiro álbum dos gaúchos, 'Nations of Few', traz como convidado especial o guitarrista Cláudio David, da lendária banda mineira OVERDOSE, dividindo os solos com Parahim Neto.


Para ouvir o programa, que também traz uma entrevista com Danilo Herbert do MINDFLOW e músicas de Black Label Society, Malevolent Creation, King Diamond, etc, acesse http://bit.ly/UgQZOI e confira o que há de melhor no Metal mundial. Participaram também Iza Rodrigues do site www.meninaheadbanger.com.br e a nova baterista do NERVOSA, Jully Lee. Aproveite e leia o blog http://heavynation.blog.uol.com.br e siga-os em www.twitter.com/heavynation. O baterista Marlo Lustosa convoca todos a ouvir o programa e conferir em primeira mão 'Prayers Before the Death', além de declarar sua vontade em tocar pelo Brasil: “Gostaríamos de agradecer ao Júlio em rolar nosso som de maneira exclusiva, e esperamos que toda a nação Headbanger brasileira prestigie este verdadeiro torpedo que criamos, quase que uma forma de agradecer a uma de nossas bandas de cabeceira, desde os anos 80, o Overdose e toda a cena de lá. Também deixamos registrada nossa vontade em tocar em São Paulo e em todo o Brasil. No começo do ano tocamos em Brasília e foi animal! Espero que todos curtam 'Nations of Few'... nos vemos na estrada!”.


O show de lançamento de “Nations of Few” – que sairá pela gravadora Voice Music (www.voicemusic.com.br) - ocorrerá no dia 08/12 no Campus 3, localizado na Rua Santos, 72, na cidade de Novo Hamburgo/RS, quase em frente ao Campus da Feevale. O início do show está marcado para as 21h e o ingresso custará R$ 20,00 com direito a uma cópia do CD e de quebra serão distribuídas gratuitamente 100 garrafas de cerveja de 600 ml para o público. E para os fãs do OVERDOSE será feita uma sessão de autógrafos com Cláudio, desta que é uma das principais bandas brasileiros de todos os tempos.


Contatos:

Assessoria e Shows: contato@wargodspress.com

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Fonte: Wargods Press

Notícias: Shinigami Records (01/12/2012)



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Lothlöryen: assista o novo Vídeo Clipe, 'When Darkness Calls'


Para comemorar o lançamento europeu do seu álbum 'Raving Souls Society', através do selo alemão PROG POWER, a banda LOTHLÖRYEN lançou oficialmente o clipe da música 'When Madness Calls' – faixa que foi lançada como Single na Europa.


Produzido por Bruno Nascimento e Leonardo Godde, tecladista do grupo, a gravação foi feita em duas locações: a primeira parte foi filmada no estúdio Neder Photo & Design, em Machado/MG, enquanto que a segunda tem como cenário os escritórios da faculdade Pitágoras em Poços de Caldas, também Minas Gerais.

Segundo Leonardo Godde a banda tentou “fazer um clipe mais descontraído dessa vez, para passar a ideia da atmosfera da banda mesmo. A produção dessa vez foi bem mais cuidadosa e o resultado, com certeza, será muito melhor do que a do primeiro clipe [Face Your Insanity]. Esperamos que a galera curta”.

Assista ao clipe: 



O álbum 'Raving Souls Society', que já está disponível no Brasil a través da Shinigami Records, não para de receber elogios dos meios especializados. Confira algumas citações:

"No rol dos melhores lançamentos nacionais deste ano" - Roadie Crew
"Alia muito peso a um clima moderno, mesmo soando épico, sensacional!" - Arte Metal
"Um disco excepcional e que merece ser ouvido" - Heavy Metal Brasil
"Músicas de altíssima qualidade" - Rock Express

Para mais informações de como adquirir uma cópia deste CD, basta entrar em contato através do e-mail: loja@shinigamirecords.com ou compre aqui.

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Napalm Death: Barney entrevistado em Oakland (vídeo)


Kat Stevenson do site BamMagazine.com conduziu uma entrevista com o vocalista Mark "Barney" Greenway da banda NAPALM DEATH no dia 12 de Novembro na apresentação que a banda fez no Oakland Metro Operahouse na California. Assista ao vídeo aqui: 


O último álbum da banda, 'Utilitarian' – que já está disponível no Brasil através da Shinigami Records em versão limitada em Digipack – , percorre a gama desde a violência e força diretas ao puro NAPALM DEATH – induzindo ao caos que em geral proporciona um bom derramamento de sangue impróprio para fracos e também confronta ao ouvinte com momentos tão surpreendentes como as passagens de saxo por ninguém menos que John Zorn na faixa‘Everyday Pox’ ou as seções limpas em ‘Fall On Their Swords’ e ‘Blank Look About Face’.

Fiel à sua tradição de cuspir litros de veneno verbal, 'Utilitarian' é uma porrada na sua cara de comentários sociais, culturais e políticos. Longe de ser uma “causa” patriótica da banda, o quarteto mostra o seu ponto de vista sobre a degeneração da sociedade (‘Everyday Pox’), o comércio de armas (‘Fall On Their Swords’), a expressão sexual e de gênero (‘Gag Reflex’), o meio ambiente ('Order Of Magnitude') e aspectos da vida cotidiana para o homem comum.

Para mais informações de como adquirir uma cópia deste CD, basta entrar em contato através do e-mail: loja@shinigamirecords.com ou compre aqui.

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