29 de jun de 2012

Skylark – Twilights of Sand (CD)




Shinigami Records – Nacional
Nota 9
Por Marcos Garcia


Certas bandas surgem em estilos um pouco abarrotados, e que infelizmente, devido à overdose a que os fãs são expostos quando um estilo de Metal fica em voga, ficam um pouco sumidas no meio de tantas, já que não conseguimos absorver tantas ao mesmo tempo, o que acaba sendo uma crueldade.
O italiano Skylark é uma banda bem veterana de Power Metal melódico, que está na ativa desde 1994 e faz muito sucesso no Japão e Europa, e que nos chega agora com seu novo CD, Twilights of Sand, que acaba de sair por aqui via Shinigami Records, em mais um bom lançamento.
Seguindo uma linha semelhante ao que o Nightwish fez em seu período mais clássico, embora a vocalista Ashley Watson não seja muito de usar vocais operísticos e a banda prefira não usar sempre de velocidade nos bumbos e conduções de andamento (só uma vez ou outra), mas sabe usar de boa técnica, com peso na medida certa, em uma música coesa, bem orquestrada, e capaz de agradar qualquer fã de Metal que se preze.
Gravado nos Saltmine Stido Oasis sob a batuta de Eddy Antonini, “Brodo” e Phil Schlemmer, mais a mixagem dos dois últimos junto com Don Salter no mesmo estúdio, e a masterização de George Marino (que infelizmente faleceu há pouco tempo) nos Sterling Sound, o que ouvimos é uma sonoridade límpida, deixando cada instrumento e vocal aparecendo bem acentuadamente, sem embolarem entre si, com peso bem mensurado. A arte gráfica é focada em fotos, feitas Shawn Hitcheson e Heather Butcher, com a arte de Alex Potenti, dando certa aura de super-produção ao disco.
Quando ouvimos as músicas, temos a clara impressão que o formato musical remeteria a uma Ópera Rock, pois há o uso de seis vocalistas femininas diferentes (Barbara Inzirillo, Valerya Vanth, Shaira, Risa, Giorgia, e a própria Ashley), três vozes masculinas (a do próprio Eddy, Fabrizio “Obi” Girelli e Bob Gram), mais a flauta de Don Salter em Lions are the World, a guitarra acústica de Bob Gram em Believe in Love, e a guitarra também acústica de Tracy Watson em Sands of Time, que ainda tem o piano e percussão de Ashley.
As músicas em si tem um nível muito bom, mantendo a atenção dos ouvintes durante todo o CD, em especial em canções como The Princess and Belzebú, uma faixa com pegada Power muito legal, técnica e arrojada, com ótimos riffs e bateria bem variada, e ótimas vocalizações; a pesada e emotiva She; a mais tradicional (em termos de Power Metal) Love Song, onde o trabalho de baixo e bateria é bem forte e notável; a ótima Lions are the World, com uma introdução muito bonita de piano, e quando a música acelera, temos belos duetos de vocais maravilhosos entremeados por teclados muito bem postados e ótimo solo de guitarra; a mais up-tempo The Wings of Typhoon; a linda Sands of Time, onde a voz de Ashley nos embala com um belo piano ao fundo; a épica Mystery of the Night, com andamento muito interessante; Aitakatta (que significa algo como ‘Eu Queria Encontrar Você’ em japonês), um cover da banda AKB48, grupo de J-Pop formado por 64 (!!!!!!!!!!!!!!!!!) garotas no Japão, onde o Skylark faz muito sucesso, logo, é uma música voltada ao público daquele país; e a pesada, empolgante e intensa Follow Your Dreams, mais focada no vocal masculino de Fabrizio, com ótimos e empolgantes riffs de guitarra.
Discaço, e como tal, imperdível!


Love Song


Tracklist:


01. The Tears of Jupiter 
02. The Princess and Belzebú
03. She 
04. Love Song
05. Tears
06. Lions are the World
07. The Wings of the Typhoon 
08. Sands of Time 
09. Mystery of the Night
10. Road to Heaven
11. Believe in Love
12. Aitakatta
13. Follow Your Dreams
14. Eyes




Formação:


Ashley Watson – Vocais 
Roberto "Brodo" Potenti – Baixo 
Fabrizio "Pota" Romani – Guitarras (contratado)
Eddy Antonini – Teclados, piano, vocais
Federico Ria – Bateria (contratado) 




Contatos:


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Rádio UOL - Confira o playlist da ROADIE CREW


A revista ROADIE CREW acaba de estrear o seu playlist na Rádio UOL, onde você pode ouvir músicas selecionadas com o melhor do Heavy Metal e Classic Rock. Para ouvir, acesse: aqui.
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The Element – From Sand Part I (CD)



Independente – Importado
Nota 10
Por Marcos Garcia

Quando perguntam como o Metal anda nos últimos meses, a resposta de qualquer conhecedor e acompanhador atento sempre será: vai muito bem, obrigado.
A motivação para tal afirmação é bem simples: estamos vivendo uma época onde criatividade tem estado em um bom nível, com boas bandas pululando aqui e ali, e isso é muito bom, pois as mesmas pegam ideias e estilos desgastados e põem força em seu som.
E um desses é o quarteto The Element, onde temos ex-membros do Circle II Circle e LoNero, que mixa Heavy Metal e Rock Progressivo com maestria e equilíbrio, em uma música de muito bom gosto, requintada, forte, com doses de peso e emoção na medida certa, com elementos etéreos do Progressivo setentista e pitadas de música Clássica em profusão, e temos um disco forte, e um que torna o quarteto um sério candidato ao título de grande revelação de 2012.
Tendo Rafael Macedo (vocal e guitarra) na produção, mas contando com a mixagem e masterização feitas pelo legendário Beau Hill (que já trabalhou com artistas de primeira grandeza como Alice Cooper, RATT, Winger, Gary Moore, Europe, Bod Dylan, Eric Clapton, só para falar de alguns), e o que se poderia esperar da sonoridade que não fosse cristalina, mas sabendo dar intensidade à música complexa da banda?
A arte, por sua vez, é muito bem feita, em um formato Digipack de DVD, que ficou bem legal.
Agora, ao rolar o CD, meus caros, é uma autêntica peça de teatro musicada (pois o disco é conceitual), mas cada uma das músicas do play em si são grandiosas e aclimatam muito bem as passagens da estória, cada uma ótima de sua forma, sem dar para destacar esta ou aquela, pois todas são joias brilhantes. Começando com Please Sit Down..., que é uma introdução à bela e pesada Narrowing Part I, onde a banda mostra como sabe fazer uma música melodiosa, bela e variada sem cansar o ouvinte, com ótimas vocalizações e inserts de Música Clássica, bem como em Lady in the Seashore, cuja primeira metade é lenta e climática, e a segunda uma música cadenciada e pesada, mas etérea graças à presença de teclados sublimes; She's Made from Sand é faixa com foco no peso, com um trabalho de baixo e bateria bem intensos, e belos solos; já Shine Shy Shine é mezzo pesada, mezzo progressiva, com harmonia em ambos os elementos; Hope Departed é uma canção mais bonita, quase uma balada, embora existam momentos de peso, e que ótimos solos cheios de feeling e sem técnica autoindulgente; Promises (At Least One Sunny Day) tem um andamento mais pesado, mas envolta em uma beleza Heavyssíva evidente, sem perder a técnica e com a cozinha mostrando ótimo trabalho; e o disco fecha com o outro The Curtains of My Eyes, que nos dá aquela enorme vontade de começar tudo de novo.
Um disco altamente recomendável, e que é satisfação mais que garantida.

Promo Video

Tracklist:

01. Please Sit Down...
02. Narrowing part I
03. Lady in the Seashore
04. She's Made from Sand
05. Shine Shy Shine
06. Hope Departed
07. Promises (At Least One Sunny Day)
08. The Curtains of My Eyes



Formação:

Rafael Macedo - Vocals/Guitars
Mitch Stewart - Bass/Vocals
Jeremy Villucci - Keyboards
Marco Bicca - Drums


Contatos:


Periphery – Periphery II (CD)



Century Media Records – Importado
Nota 8,5
Por Marcos Garcia

Progressive Metal + Math Rock = Periphery
Esta equação acima mostra o que podemos esperar do Periphery, banda de Washinton, EUA, que destila um som técnico, complexo, com ritmos bem quebrados, mas pesado e coerente, ora mais bruto e cru, ora mais ameno e denso. E vejam que estamos todos envoltos em um verdadeiro dilúvio de bandas do estilo, e se sobressair tem se tornado difícil.
O quinteto está soltando seu segundo álbum, e mostra que tem potencial para ser grande, pois já dividiram os palcos com Tesseract, Monument e The Safety Fire, e tendo sido opening act do Dream Theater na Europa, e tal experiência reflete diretamente em seu som, pois tendo agora uma produção sonora bem cuidada, sua música fica bem evidente, em cada um dos elementos que a compõem, deixando cada instrumento evidente, bem na cara, e com algumas participações especiais de gala, como Wes Hauch  (do The Faceless) no solo de guitarra de Mile Zero, Guthrie  Govan  (do The  Aristocrats) fazendo o mesmo em Have a Blast, e John Petrucci (todo mundo já está farto de saber em que banda ele toca, certo?) em Erised.
Vocais que ora são berrados e ríspidos, ora mais calmos e brandos, guitarras bem postadas, cozinha bem pesada e multivariada em andamentos muitas vezes insanos e de difícil previsão, como o estilo pede, com boa personalidade.
Um CD muito bom, com as música se nivelando bastante por cima, onde os destaques mais evidentes são a explosiva Have a Blast; a agressiva e bem técnica Facepalm Mute; a envolvente Ji; a empolgante e cheia de emoção intensa Scarlet; The Gods Must be Crazy!, cheia de quebradas de ritmo, assim como Erised, outro destaque; e Mile Zero.
Um disco muito bom, cuja versão europeia terá 2 bônus: Far Out (instrumental), e The Heretic Anthem.
Só não perguntem quem raios toca baixo no disco, pois foi uma informação que não conseguimos encontrar!

Scarlet


Tracklist:

01. Muramasa 
02. Have a Blast 
03. Facepalm Mute
04. Ji 
05. Scarlet 
06. Luck as a Constant 
07. Ragnarok 
08. The Gods Must Be Crazy! 
09. MAKE TOTAL DESTROY
10. Erised 
11. Epoch
12. Froggin' Bullfish 
13. Mile Zero 
14. Masamune 


Formação: 

Spencer Sotelo – Vocais   
Misha Mansoor – Guitarras  
Matt Halpern – Bateria 
Jake Bowen – Guitarras  
Mark Holcomb – Guitarras  

Contatos:


Amnesia – Inside My Head (EP)



Independente – Nacional
Nota 9,5
Por Marcos Garcia

Definitivamente, certas bandas nasceram mesmo para nos dar belos sustos vez por outra, com trabalhos bem surpreendentes, digno não só de menção, mas também de elogios, pois são trabalhos e mais trabalhos sublimes que surgem vez por outra. E em 2012, pretenso ano do fim do mundo, conforme os maias, aparenta estar incitando as bandas mais jovens (bem como algumas veteranas) a mostrar a cara. E um dos que faz bonito é o quinteto carioca Amnesia, que faz bonito em seu primeiro trabalho, o EP Inside My Head.
A banda aposta em uma mistura equilibrada entre Thrash e Death Metal, só que não obedece de forma alguma ao rótulo e busca inovar bastante, pondo influências de outras vertentes aqui e ali, pois o som é agressivo e muito bem trabalhado, mostrando uma personalidade bem forte. Ou seja, seu som lembra aquela escola agressiva e melódica sueca, em bandas como The Haunted e o Sentenced da fase ‘Amok’.
Gravado nos SS Studios, tendo a produção de Sérgio Santos, mais a mixagem e masterização feitas pelo próprio Sérgio, com a ajuda de Marcos de Salignac e Gabriel Bastos (a dupla de guitarras da banda), o trabalho ficou com uma sonoridade limpa e bem seca, mas sem deixar de ter peso e brutalidade na medida certa, mais o design econômico (mas bem cuidado) de Carlos Henrique (batera da banda) na arte da capa.
São três faixas, Nature’s Wrath, Subversive Side e Inside My Head, são autênticos festivais de variações, ritmos quebrados, ótimos vocais, que se revezam em guturais urrados e vocalizações mais rasgadas e esganiçadas, riffs e solos de guitarra excelente, e uma base rítmica muito variada, forte, pesada e que muda de andamentos sempre, com ótimas conduções nos dois bumbos. E isso tudo usando de melodias aqui e ali muito bem sacadas, sem deixar de ser bruto, logo, destacar uma das três faixas é injustiça com o trabalho e perda de tempo, já que pode ouvir quantas vezes quiser, e não irá conseguir esta façanha.
Uma ótima revelação, cujo único erro no EP foi serem apenas 3 faixas. Mereciam um CD full.
E como a banda lançou o EP físico em formato DVD, ainda temos o vídeo de Subversive Side de bônus.
Estão esperando o que para pegarem suas cópias????
Mesmo assim, a banda disponibilizou o EP para download gratuito aqui.

Subversive Side

Tracklist:

01. Nature’s Wrath
02. Subversive Side 
03. Inside My Head
02. Subversive Side (video)


Formação:

Lucas ''KS'' – Vocais 
Marcos de Salignac – Guitarras 
Gabriel Bastos – Guitarras 
Felipe Modesto – Baixo 
Carlos Henrique – Bateria 


Contatos:


Prey of Chaos – Lost Hope (Demo CD)



Independente – Nacional
Nota 8,5
Por Marcos Garcia 

O Grindcore nunca foi lá uma unanimidade entre os fãs de Metal mais extremado, visto que sua estilística não admite de forma alguma meios termos: ou se ama e é apaixonado, ou se odeia (embora a segunda opção não seja uma licença para se cair na detração do estilo), embora ótimas bandas já tenha surgido dentro desta vertente tão extremada.
Mais um dos adeptos do estilo é o trio Prey of Chaos, que aposta em uma fórmula bem mais tradicional no estilo, ou seja, aquela mistura do Death Metal com vários elementos do Hardcore europeu. Falando de forma bem clara: é uma tijolada extremamente bem dada, pois a banda, apesar de não inovar, tem uma personalidade pulsando embaixo de vocais que se alternam entre guturais bem feitos e urros rasgados, riffs de guitarra agressivos que sabem alternar a velocidade do estilo com alguns momentos um pouco mais cadenciados, e base baixo/bateria pesada como se pede, mas que sabe alternar bem os andamentos, evitando que as músicas fiquem repetitivas. E o mais interessante é que a música da banda é bastante viciante.
A gravação está em um nível bem legal, pois a própria estrutura musical característica do Grindcore demanda algo mais intenso e não muito limpo, embora a caixa da bateria esteja seca demais, e aparentemente quase sem esteira, embora isso seja um mero detalhe técnico. A arte da capa e encarte, feita em tons de preto, branco e cinza, é legal e bem feita, sem usar as características do estilo como desculpa para um trabalho gráfico de nível baixo.
Ouvindo as músicas, tome caos, destruição e agressão em doses cavalares, mas cada uma das oito faixas (a primeira é uma introdução) tem seu valor, sua personalidade, como a forte Inhuman, com bom trabalho da bateria e riffs bem interessantes; a intensa e caótica Protest; a peso-pesado Your Cynicism Makes Me Stronger, alternando momentos mais cadenciados e um andamento bem puxado para Punk/HC, inclusive com a bateria dando aceleradas muito boas; a forte e variada Mortal Lesson (é slam dancing certo!); as rápidas e pogantes Prey of Chaos, Dead Flowers e Less Complex than We Think, esta última uma pedrada violenta; e fechando, temos a versão para Crucificados pelo Sistema, clássico do eterno Ratos de Porão, fiel à original, embora mais intensa e bem mais esporrenta.
Um trabalho honesto, digno de menção honrosa, e a banda tem muito a oferecer, coisa que a evolução musical e a estrada irão fazer. E o Prey of Chaos promete, e muito.
E o melhor: este trabalho está disponível para download gratuito!
Basta acessar os links abaixo para baixar o Demo CD, e se os caros leitores quiserem, todos os outros também estão na página da banda no Facebook (link na parte de contatos da banda):

ou

Prey of Chaos 


Tracklist:

01. Intro
02. Inhuman
03. Protest
04. Your Cynicism Makes Me Stronger
05. Mortal Lesson
06. Prey of Chaos
07. Dead Flowers
08. Less Complex than We Think
09. Crucificados pelo Sistema


 Formação:

Fabio “Japa” – Guitarra e vocal
Danilo “Jarrão” – Baixo
Christiano “X” – Bateria


Contatos:

Prey of Chaos - Banda lança novo Demo


A banda de Grindcore Prey of Chaos lançou na madrugada desta sexta-feira, dia 29 de Junho, seu terceiro Demo CD, que se chama Lost Hope, e que pode ser baixada nos links:

AQUI (COMPLETO: músicas, encarte, fotos, logotipo e release)
ou
AQUI (somente músicas e encarte)

Em breve, mas notícias, bem como a resenha deste lançamento.

Luvart - Terminadas as gravações do CD

O álbum da banda de Black Metal Luvart, de Juiz de Fora, cujo título é Necromantical Invocation, está pronto.
Brucolaques fala sobre o disco: Finalmente, o álbum Necromantical Invocation foi finalizado, no Metropolis Studio, depois de meses de trabalho árduo e o que temos é um álbum cheio de referências ao que foi o Black Metal dos anos 90, com todos os elementos conhecidos e esperados que nutriram a alma de toda uma geração que acompanhou este período mágico, onde a ideologia e música eram levadas a sério. Ao concluirmos esta maldição, tivemos a sensação de estar em 1993, período em que iniciamos a banda e onde algumas das composições presentes em Necromantical Invocation foram feitas.
Gostaríamos de agradecer ao grande Rodrigo Itaboray por conduzir o trabalho de gravação/produção deste álbum com extrema maestria, abraçando desde o início toda a essência obscura característica da banda, transportando-a para dentro do álbum, possibilitando assim transformar esta obra em algo poderoso.
Uma grande saudação a nosso irmão Elson “Vallakk the Necrogoat” Bueno, pelo grande trabalho gráfico desenvolvido, o qual retrata perfeitamente o lado visual das músicas e letras, refletindo o espírito deste álbum.
Por último, um Hail a Hammer of Damnation, que será responsável por espalhar esta praga em todos os cantos do globo! Para nós, é uma grande honra estar presente no cast de um conceituado selo que vem trabalhando em prol do underground extremo há anos.
O disco deve estar disponível em breve, logo, traremos mais informações logo.