24 de jan de 2014

Eu sou Ozzy - Ozzy Osbourne

Editora: Benvirá

Por Marcos "Big Daddy" Garcia


Se há uma figura centralizadora de todas as atenções no Heavy Metal como um todo, amem ou odeiem, a verdade é que ela é OZZY OSBOURNE, o nosso querido e amado Madman, sempre com todo o folclore e mil estórias que cercam a vida de John Michael Osbourne, nascido em Aston, na Inglaterra, em 3 de dezembro de 1948. E o melhor de tudo é saber que mesmo ele aderiu à moda das autobiografias e escreveu “Eu Sou Ozzy”, que a Benvirá nos proporcionou o maravilhoso serviço de disponibilizar uma versão brasileira.

Em suas quase 400 páginas de puro prazer (o livro é viciante!), vemos uma editoração muito esmerada, com um trabalho de tradução extremamente competente, sem erros de português ou de digitação, mostrando que o tradutor Marcelo Barbão realmente se esforçou em traduzir o livro sem ferir a linguagem de Ozzy. E creiam-me: a cada linha, a impressão que temos é que o próprio Madman está falando para cada um de nós, em uma sala, entre xícaras de chá. As fotos, pouco é preciso dizer: são excelentes, muito bem escolhidas, e os comentários são de um humor britânico ótimo, a cara deste velho tão aloprado e querido de todos nós. E uma das melhores é que ele faz 5 das famosas folhas com uma frase (normalmente, é uma só), e digamos de passagem: se você não rir disso, precisa ir ao médico.


Ozzy e Randy
Sobre a narrativa, há surpresas maravilhosas na narrativa, sendo complementares do que lemos na autobiografia de Tony Iommi (sim, vemos que a coerência entre eles é enorme). As durezas e penúrias da carreira (a narrativa do carro nos primeiros dias do BLACK SABBATH são de matar, assim como o processo de saída do SABBATH, e as muitas enrascadas em que ele se meteu por conta das drogas. E nem menciono nada sobre Randy Rhoads. Leiam, e tenham o prazer de ver por si mesmos), da vida pessoal (como quando foi preso ainda muito jovem, o final do primeiro casamento, as brigas com Sharon, bem como uma narrativa bem dramática em relação ao filho) bem como as alegrias (o encontro com Randy, o casamento com Sharon), tudo está ali, preto no branco na visão do Madman, sem se desviar ou ocultar algo. Mesmo sua longa luta com as drogas, álcool e remédios estão retratadas entre muitas loucuras, piadas, e dramas. 

Os Osbournes
Este livro, como bem definiu meu grande amigo Heverton Souza (um fanático por Ozzy), nos leva dos risos às lágrimas com enorme facilidade. É algo espontâneo, como Ozzy mesmo sempre foi. E aqui, na biografia, muitas daquelas anedotas clássicas (a do morcego é impagável), escândalos (como os processos por ser considerado culpado de vários jovens se suicidando), alguns assuntos bem nebulosos (como a possível aposentadoria após a turnê de “No More Tears” e a volta do BLACK SABBATH), sua vida familiar (e incrível que realmente se percebe que o Madman é apaixonado por Sharon. E ela é realmente esposa e companheira dele em tudo) enfim são explicados sob sua ótica, sem que o Madman se exima de suas culpas e méritos, mas também sem assumir algo ruim em que ele realmente não esteve envolvido. E ao final da leitura, a visão que temos de Ozzy é: 

Um homem cheio de falhas e acertos, com vícios e virtudes, que viveu altos e baixos na vida, e um pai que muitas vezes foi omisso, mas em outras sempre se preocupou com eles, sempre colocou sobre si a responsabilidade de ser um chefe de família, e em alguns momentos, a pesada responsabilidade de ser um ídolo de muitos.

Só faltam Bill e Geezer escreverem as deles agora!!!!

Em resumo: um livro obrigatório a todo bom fã de Metal que se preze, e não é à toa que foi um dos livros mais vendidos na lista do New York Times.

O que? 

Leitura é coisa de nerd, e você só quer saber da diversão que o Metal pode lhe proporcionar, ou de alguns idealismos?

Ora, ora, meus caros... Se alguns de vocês estão no meio Metal apenas por “sex, drinks and Metal” ou outro motivo, sinceramente, pouco irá diferir de outras tribos urbanas que estão fora do underground. O que mais nos difere deles, e que é defendido por muitos de nós é justamente a capacidade e vontade que alguns de nós possui na busca pelos prazeres da mente, de que possuímos algumas das melhores letras em comparação aos estilos mais populares...

Deixem de ser preconceituosos e leiam. E "Eu Sou Ozzy" é uma ótima opção para se começar.






Mystifier: Pela primeira vez no RS





E a lenda do Black Metal nacional desembarca pela primeira vez no Rio Grande do Sul, os baianos do MYSTIFIER vem a região sul do país para dar continuação a sua turnê especial, e desta vez Pelotas/RS terá a honra de recebe-los para um show que com certeza será histórico.

O evento está sendo organizado pela Tosco Produções, Grindhouse Produções e Bokada Produções, que além da lenda viva do Metal negro, teremos as bandas Feto, Postmortem, Morterix e Antichrist Hooligans fazendo a abertura do evento, que ocorre no dia 05/04 no Wong Bar (Álvaro Chaves, esquina com a Benjamin) em Pelotas/RS e terá inicio as 22h.

Os ingressos já estão a venda e podem ser adquiridos na seguinte loja:

CD House - Pelotas/RS

Ingressos: R$20 (antecipado), R$25 (na hora)

Para o pessoal que não é de Pelotas, basta entrar em contato com Jaguaru (Tosco Produções) pelo seu perfil no Facebook e garantir o seu: 



**Censura: MENORES DE 18 ANOS SOMENTE ACOMPANHADO DO RESPONSÁVEL LEGAL.

Para mais informações: renatoj40@gmail.com

Acesse também a página do evento confirme sua presença: 



Agora é correr logo e adquirir seu passaporte para o inferno e triturar seu pescoço junto com a lenda do Black Metal nacional!


Iron Man: Minha Jornada com o Black Sabbath – Tony Iommi


Por Marcos "Big Daddy" Garcia


Falar de Tony Iommi é sempre algo prazeroso, já que “o mestre dos riffs” (como é conhecido por muitos) é uma figura já mítica dentro do Heavy Metal, justamente por ser um dos pais do estilo. Então, a autobiografia dele é motivo de comemoração para muitos, e um dos livros biográficos de maior sucesso de 2013 (que foi o ano em que, verdade seja dita, o lançamento de livros narrando a vida de músicos e bandas se tornou um fenômeno), e que a editora Planeta do Brasil nos prestou o serviço e colocou nas estantes das lojas uma versão nacional, tornando fácil para todos o acesso à obra.

A formatação do livro é ótima, bem como sua capitulação é bem harmoniosa, e a tradução de Tatiana Leão, de tão esmerada, contribui ainda mais para que o acabamento seja ótimo. E de quebra, não faltam as tradicionais fotos vindas dos arquivos pessoais de Tony, mostrando várias fases do BLACK SABBATH (estranhamente, nenhuma foto com Ian Gillan quando ele estava na banda, apenas uma em 2009), e algumas de seus momentos mais particulares (fotos com os pais, esposas, filha, da infância, entre outras. E uma das mais legais é a de seu primeiro casamento, onde o saudoso John Bonham aparece como padrinho).

Ozzy e Tony durante o Live Aid (1985)
Quando começa a falar de si mesmo, de sua longa trajetória, Tony não esconde nenhum detalhe, e é sempre muito claro, sem fugir de polêmica alguma, sendo uma delas quando fala da separação do BLACK SABBATH em 1979, quando Ozzy saiu para montar sua bem sucedida carreira solo, Bill estava saindo para cuidar da própria saúde, entre tantas passagens ótimas sobre a banda. Sobre sua vida pessoal, as narrativas da vida familiar, de quando perdeu a ponta dos dedos na fábrica, ou o drama que viveu em relação a sua filha, Toni-Marie, após a separação, todos estão lá. E todos eles narrados com uma linguagem clara, ora um pouco mais descontraída, ora um pouco mais formal, sendo que ambas conseguem mostrar a linguagem que Tony costuma usar em suas entrevistas em vídeos e revistas. Óbvio que o “Iron Man” fala algumas gírias ou palavras chulas vez por outra, mas não são tão comuns. Apenas o suficiente para que se possa ter a dimensão humana de Tony Iommi. Uma pena que ela se encerra muito antes de vários eventos mais recentes (como a volta do SABBATH para gravar “13” e sua luta contra a leucemia). Mas mesmo assim, o livro é ótimo, sendo a narrativa sobre a partida de Ronnie James Dio é um dos pontos mais emocionantes.

Dio e Tony com o Heaven and Hell
Esta é uma ótima biografia, e saber que Tony é apenas mais um homem, com qualidades e defeitos, faz com que todos nós, os seus fãs, fiquemos ainda mais apaixonados por sua longa carreira, seu estilo de tocar, e pela figura do “Iron Man”, do “Mestres dos Riffs”, de Tony Iommi.

Tony Iommi, o "Iron Man" e "Eternal Idol"

Black Sabbath: Destruição Desencadeada - Martin Popoff

Editora: Darkside

Por Marcos “Big Daddy” Garcia

Bem, chega o momento de falar sobre a biografia “Black Sabbath: Destruição Desencadeada”, dos sagrados pais do Heavy Metal, cuja autoria é de Martin Popoff, conhecido escritor canadense, editor senior e cofundador da revista Brave Words & Bloody Knuckles (BW&BK) magazine. E a análise como um todo não possui saldo positivo.

Óbvio que a biografia tem seus pontos positivos como uma diagramação muito boa (o uso de páginas brancas e roxas ficou ótimo), como fotos de época espalhadas por todo o livro, algumas delas coloridas e inéditas, e mesmo a parte da discografia da banda está muito boa, com informações que muitos não teriam acesso sem a boa e velha internet. Fora que a versão brasileira ainda possui um prefácio escrito por Andreas Kisser, e dois posfácios: o primeiro dedicado ao período da reunião da fase Dio sob o nome HEAVEN AND HELL. O outro é dedicado a “13”, e tudo que envolveu sua história (antes, durante e depois), dando assim um belo toque de completitude ao livro. A capa dura é um toque de esmero, tornando assim o livro bem resistente para os que, como o Pai Marcão aqui, adoram ler em viagens ônibus (um hábito não salutar, logo evitem-no).

Até aqui tudo bem, mas ao começar a ler o livro é que são elas...

A primeira crítica é à tradução em si, que possui muitos erros de digitação, como os famosos “s” desaparecendo, os “a gente” (uma expressão que não existe no inglês) que surgem vez por outra no lugar de “nós”, e ainda um “and” no lugar de “e”. Parece que a fase de revisão foi jogada fora, ou o tradutor não é do meio Metal (algo imprescindível nos dias de hoje), pois isso é reforçado pelas inúmeras vezes em que os fãs de Metal são tratados como “metaleiros”, coisa que dentro da cena não é bem vista de forma alguma. E o linguajar aplicado vez por outra é de matar, pois quem conhece de longa data Tony ou Gezzer, que já viu/ouviu suas entrevistas em inglês, sabe que eles não usam uma linguagem muito “populacho” ao responder perguntas ou fazer comentários. Não quer dizer que estamos falando com professores de Letras e Literatura, ou que não usem palavras chulas, mas não é o costume deles, e nem mesmo Bill é de usar uma linguagem muito popular. Ozzy é Ozzy, logo, o linguajar dele é assunto para outra conversa (ou melhor dizendo, outra resenha).

Mas a pior parte é: a forma de se expressar do próprio Martin é algo terrível.

Primeiro: ele escolheu capitular o livro por disco, ou seja, cada capítulo enfocaria uma fase do grupo, indo de um disco até o outro (o que não é uma ideia ruim, longe disso), mas os comentários do próprio Martin colocam tudo a perder. TODAS as faixas são comentadas sem necessidade, ocupando um espaço desnecessário e tornando a leitura maçante (mesmo quando os próprios artistas falam sobre elas ou o significado de suas letras). É quase como se Martin estivesse resenhando cada disco, e usando de entrevistas e declarações para justificar suas palavras, o que não é, de forma algum, o que se busca em biografias.


Segundo: nas resenhas dos discos, transpira demais o lado fã de Martin, e isso é ruim. Quando se lê uma resenha, é uma coisa. Mas Martin mostra todo seu lado fã da fase Ozzy, quase que beijando os pés do Madman. E discos que são considerados fracos historicamente como “Technical Ecstasy” e “Never Say Die!” são quase que poupados da realidade (a Allmusic e o The Rolling Stone Album Guide trataram ambos muito mal), enquanto no maior fundamentalismo "Ozziático" (semelhante ao das "brucetes" que atentam o juízo de Steve Harris até os dias de hoje), as fases subsequentes são vistas com um descaso sensível, quase que desprezando tudo feito depois. E todos já sabemos que “Heaven and Hell” foi um disco bem recebido por público e crítica (e mesmo respeitando isso, o despeito de Martin ao disco é claro em seus comentários sobre as faixas). E é melhor nem mesmo chegarmos a comentar o que ele escreve sobre as fases de Ian Gillan, Glenn Hughes e Tony Martin e seus discos, pois certamente sentirão um desprezo enorme por estes vocalistas e discos. E nem a fase HEAVEN AND HELL (onde é mostrada uma resenha de Martin) foi poupada do "Ozzismo". É de torturar lentamente a paciência alheia o partidarismo de Martin em favor de Ozzy (coisa que um biógrafo NUNCA deveria fazer). Nem se ele escrevesse sobre o próprio Ozzy seria algo bem vindo. Não dessa maneira.

O biógrafo se mostrou um crítico de discos (razoável), e que é tão apaixonado por um momento histórico do grupo (a fase de Ozzy) que aparentemente nunca mais teria brilho. Uma injustiça com a banda, e um desrespeito aos fãs das fases posteriores. Outro erro, porque um biógrafo é uma coisa, um escritor de resenhas outra e um fã, outra ainda. E não foi neste livro que houve a conciliação desses três lados.

Que me perdoem a Darkside (editora que lançou o livro), o portal Wikimetal (um veículo sério e respeitado demais dentro do cenário brasileiro), e a 89 FM, mas as biografias de “Eu Sou Ozzy” (a de Ozzy Osbourne) e “Iron Man - Minha Jornada com o Black Sabbath” (a de Tony Iommi) são bem melhores, mais divertidas e informativas que esta aqui. E depois do esforço de ler “Black Sabbath” (sim, esforço, de tão maçante que ela é. E não nego que tem horas que ela é de enfurecer os fãs devido aos seus comentários injustos), tudo o que se quer é ler ou ouvir alguma coisa mais divertida e mais dinâmica.

A história dos Pais do Heavy Metal não merecia isso...

Angra: Confira a entrevista de Andrea Pasquini sobre documentário do grupo





A cineasta paulistana Andrea Pasquini mantém uma relação estreita com Santos. Frequentemente está na cidade para ministrar alguma oficina, aula, etc. Nesta quinta-feira, 23, ela volta ao município para participar da Mostra Cine Brasil Cidadania: a partir das 19h30, na sala 1 do Sesc Santos, quando será exibido o documentário “Os Melhores Anos de Nossas Vidas” (2003). Logo após a sessão, a diretora baterá um papo com o público, mediado pela cineasta santista Raquel Pellegrini. O filme acompanha de maneira sensível as vidas de pessoas portadoras de hanseníase no Sanatório Santo Ângelo, de Mogi das Cruzes. Elogiado pela crítica, foi premiado no Festival É Tudo Verdade, principal do gênero documentário no país.

Confira a Entrevista completa de Andrea Pasquini:


Sobre o documentário com a banda ANGRA a cineasta comenta: Conheci a banda durante a gravação do álbum “Acqua”, em 2010. Na época eles pensavam em produzir algum material audiovisual para encartar no disco e a Ana Duffey, minha amiga e sócia do estúdio onde o álbum era gravado, me procurou.   Marcamos uma reunião e eu fui encontrá-los lembrando de quando ouvi falar pela primeira vez do ANGRA, 20 anos atrás. O vídeo para o CD não deu certo, mas eu fiquei com muita vontade de acompanhar a banda por um tempo e entender a química que mantém um grupo reunido por duas décadas.

Ao longo de três meses nos encontramos periodicamente para conversar, assisti alguns shows observando a relação entre os integrantes no palco e fora dele e assim fui descobrindo um universo muito rico a ser explorado num documentário: a dinâmica dos relacionamentos durante a passagem do tempo.

O documentário Notas Sobre o Tempo deve ser lançado no É Tudo Verde 2015.

Ficha técnica – Notas Sobre o Tempo
Direção – Andrea Pasquini
Direção de fotografia – Masi Torres
Som direto – Andrea Pasquini
Produção executiva – Ana Duffey, Andrea Pasquini e Paula Rossi
Produção – Black Lab, com Cinesolar Filmes e Jambeiro Filmes

ANGRA atualmente segue na pré produção de seu novo álbum de estúdio e já tem shows marcados para 2014 em território brasileiro.

Acompanhe: www.angra.net


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Misfits: Conheça as bandas de abertura para os shows do grupo no Brasil




A produtora Top Link Music confirmou recentemente novas datas da lendária banda norte-americana MISFITS no Brasil em 2014.

20/04 – Rio de Janeiro (Brasil)
Local: Circo Voador

21/04– Belo Horizonte (Brasil)
Local: Music Hall

24/04 – Porto Alegre (Brasil)

Local: Stuttgart

26/04 – Maringá (Brasil)
Local: Out Maringá

27/04 – São Paulo (Brasil)
Local: Espaço Victory

Promovendo o álbum “Misfits The Devil's Rain” , possuem uma extraordinária carreira com milhões de discos vendidos ao redor do Mundo.

Nas cidades Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo teremos a banda WISHCRAFTT como convidada para abertura dos shows.

Das profundezas de um mundo envolto em crepúsculo navega um navio fantasma chamado WISHCRAFTT. Sua tripulação se aventura através de realidades paralelas vagando por entre três dimensões distintas, que são: a harmonia o caos e o limbo. A dimensão da harmonia só possui terras serenas, águas claras e calmas, é o plano superior da existência... .. O caos se trata do mundo intermediário entre a harmonia e o limbo. A principal característica desta realidade é o fato de que a mesma é determinada por um equilíbrio entre o medo e o prazer daqueles que a habitam. O limbo, também conhecido como o sub-mundo, é a dimensão da agonia, da dor e das sombras. As águas desta realidade são tão negras quanto a própria noite e suas terras são tão inférteis quanto os corações dos quais a habitam... Atualmente a banda se prepara pra lançar seu segundo álbum intitulado "The Law of Love". A previsão deste lançamento pode ser antecipada para o primeiro semestre de 2014. As influencias da banda são em sua essência bandas como Pantera, Metallica, Misfits, Sepultura dentre outras.O primeiro álbum, datado do ano de 2008, repercutiu mundialmente alcançando uma marca de quase setenta mil fans no myspace oficial da banda. Eis os canais oficiais.


Já na cidade de Maringá a banda convidada é a PEIXES VOADORES. O quarteto, bastante popular na região, está promovendo seu álbum “Peixes Voadores” com a música "Soldado de Chumbo". 

Confira o vídeo oficial:


Acesse: www.toplinkmusic.com e acompanhe novidades sobre as turnês em 2014.



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SupreMa: Traumatic Scenes é um dos álbuns mais comentados do ano







O grupo paulistano SUPREMA tem firmado cada vez mais seu nome entre os grandes lançamentos de 2013 e o álbum "Traumatic Scenes" tem sido o motivo deste enorme crescimento. O grupo que está prestes a completar 10 anos de carreira lançou em 2013 o álbum no Brasil, EUA, Europa e Japão e desde então tem recebido críticas positivas ao redor do mundo. A banda liderada pelo guitarrista Douglas Jen frequentemente vêm sendo citada em matérias falando sobre os destaques do ano de 2013 e recentemente o álbum "Traumatic Scenes" foi nomeado pelo site Consultoria do Rock entre os 10 melhores álbuns nacionais/internacionais lançados em 2013.

Confira a matéria completa:


Outro grande destaque é a votação popular que tradicionalmente ocorre todos os anos no site Whiplash onde os internautas escolhem suas preferencias de melhores do ano, e o SUPREMA foi indicado como finalista em quatro categorias. A votação se encerra dia 30 de janeiro ainda está aberta.

Acesse:


Melhor Banda Nacional: SUPREMA
Melhor CD ou DVD Nacional: TRAUMATIC SCENES
Melhor Guitarrista Nacional: DOUGLAS JEN
Melhor Baixita Nacional: FÁBIO CARITO

É necessário confirmar o voto por email.

Sobre os ótimos comentários do CD "Traumatic Scenes" ao redor do mundo, abaixo você lê alguns:

Resenha pelo site brasileiro Whiplash!: 9/10
"Aula de Prog Metal feito por time cheio de propriedade"

Resenha pelo site brasileiro Consultoria do Rock
"Traumatic Scenes vem para mostrar a maturidade da banda depois de tantas turnês pelo Brasil"

Resenha pelo site europeu Metal Temple: 9/10 
“Estes caras de São Paulo fizeram um trabalho incrivel em seu álbum de estreia”

Resenha pelo site dinamarquês Power of Metal: 87/100
"'Burning my soul' tem uma seção ritmica poderosa e solos de guitarras colocados inteligentemente"

Resenha pelo site italiano Rock Metal Essence: 88/100
"esta maravilhosa produção é encorpada e envolvente, entre as melhores composições ouvidas em 2013"

Resenha pelo site austríaco Stormbringer: 4/5
"É realmente emocionante quão soberano tudo é composto e arranjado"

Resenha pelo site europeu DangerDog: 3,5/5
"Quase todas as músicas oferecem um ritmo galopante com algumas nuances thrash, dando-lhes um som mais pesado"

Resenha pelo site americano Sea of Tranquility: 3,5/5
"As guitarras são particularmente impressionantes ao longo do album, especialmente na abertura de Dark Journey"

Resenha pelo site brasileiro Arte Metal: 8,5/10
"O Power/Prog Metal apresentado pelo grupo é digno de gente grande"

Resenha pelo site brasileiro Metal Samsara: 9/10 
“o trabalho final soa coeso e compactado, ou seja, o mais importante é a música, e não exibições individuais”

Resenha pelo site espanhol The Sentinel
"Ouvimos potentes e poderosos riffs de metal"

"Traumatic Scenes" ainda teve o lançamento do single e video clipe "Nightmare" antes mesmo do lançamento oficial do disco e já supera a marca de 65.000 acessos no YouTube, e foi destaque durante meses na programação da MTV/BRZ.

Iniciando o ano de 2014 a banda anunciou recentemente a filmagem de um novo vídeo clipe para a música "Fury and Rage" com uma produtora de filmes que trabalha com vários artistas mainstream e deve lançar este novo vídeo clipe em breve.

Definitivamente o CD "Traumatic Scenes" é o grande divisor de águas na carreira do SupreMa e ainda terá muitos comentários pelo ano de 2014 que é o ano em que a banda fará a sua extensa tour de divulgação do álbum.

A tour do novo CD "Traumatic Scenes" já iniciou e a banda passou por importantes capitais como São Paulo, Manaus e Maceió, e segue agendando datas para 2014 com seu novo cenário e toda estrutura que está rodando o Brasil. Para levar a "Traumatic Scenes Tour" para sua cidade, entre em contato através do e-mail contato@furiamusic.com.br . Entrevistas e materiais para resenhas devem ser solicitados pelo e-mail imprensa@furiamusic.com.br .


Fonte: Furia Music
A/C Sérgio Dias
Press Agent // Furia Music Productions

POD confirma shows em SP, Curitiba e Porto Alegre






Banda traz a turnê do álbum “Murdered Love” ao país – foto: divulgação

A renomada banda norte-americana POD (Payable On Death) é outra grande atração que acaba de confirmar passagem pelo Brasil em poucos meses. A produtora Showmaster agendou três apresentações, até o momento, pelo país: Porto Alegre (11/03 – Opinião), Curitiba (12/03 – Master Hall) e 14/03 – Carioca Club).

Neste momento, Sonny Sandoval (vocal), Marcos Curiel (guitarra), Traa Daniels (baixo) e Wuv Bernardo (bateria) estão em plena turnê promocional do álbum “Murdered Love”. O CD foi gravado com o antigo produtor Howard Benson, que também dirigiu o álbum "Satellite" e trabalhou em grandes lançamentos de sucesso de bandas como My Chemical Romance, 3 Doors Down, Kelly Clarkson, Theory of a Madman, Daughtry e All-American Rejects.

“Há algumas músicas realmente pesadas neste novo disco, mas, novamente, existem alguns belos momentos. De certa forma, é como o POD ter voltado às raízes. Estamos tocando o tipo de música que gostamos e não nos importamos com que tipo de música é considerada quente no momento. Nós não acompanhamos o que está no rádio. Estamos fazendo esse tipo de música porque amamos tocar isso ao vivo. É muito simples”, declarou o frontman, em entrevista ao Noisecreep/AOL.

Formada em 1992, em San Diego, a banda cristã de metal alternativo possui uma explosiva carreira, vendendo milhões de discos ao redor do Mundo. Hits como “Alive”, “Youth of the Nation”, “Boom”, "Southtown”, Total Request Live, "Rock the Party (Off the Hook )" e "Goodbye for Now" (com participação de Katy Perry) invadiram as rádios e credenciaram o POD nos mais importantes festivais dos EUA como OzzFest, além de participar da trilha sonora do filme “Matrix Reloaded”.

Os ingressos para a apresentação nas três capitais começam a ser vendidos, nesta sexta-feira (24/01), e custarão R$ 70,00 (1° lote meia entrada) e R$ 80,00 (1° lote promocional).

Vendas:
* o valor da taxa administrativa pode variar de uma cidade para outra.


Links relacionados:


Próximas divulgações THE ULTIMATE MUSIC - PR:
26/01/14 – Live Metal Fest – Clash Club – SP/SP
01/02/14 – Sashamon – Via Marquês – SP/SP
08/02/14 – Claustrofobia – Clash Club – SP/SP
13/02/14 – Transatlantic – Carioca Club – SP/SP
08/03/14 – Doro Pesch – Carioca Club – SP/SP
11/03/14 – Confronto + Brujeria – Teatro Odisseia – RJ/RJ
14/03/14 – P.O.D.  – Carioca Club – SP/SP
19/03/14 – Sonata Arctica – Carioca Club – SP/SP
23/03/14 – Iced Earth – Carioca Club – SP/SP
30/03/14 – HIM – HSBC Brasil – SP/SP
21/04/14 – Hypocrisy – Carioca Club – SP/SP
27/04/14 – Misfits – Espaço Victory – SP/SP
04/05/14 – Kataklysm – TBA – São Paulo/SP
04/05/14 – Megadeth – Espaço das Américas – São Paulo/SP
Mais infos sobre os shows acima, acesse https://www.facebook.com/UltimateMusicPR.


A/C Costábile Salzano Jr
11 4241.7227 | 11 9 6419.7206 | 13 9161.6267