25 de mar. de 2017

SOUL INSIDE - No More Silence (álbum)


2015
Selo: Independente
Nacional

Nota: 8,5/10,0


Tracklist:

1. Child of War
2. Fight the Despair
3. Again the Nightmare
4. Life of Lies
5. No More Silence
6. The Killer Inside
7. Unholy Temple
8. Sands of Truth


Banda:


Bruno de Carvalho - Baixo, vocais
Eduardo Petrini - Guitarra solo
Beto Siqueira - Guitarra base
Renan Seabra - Bateria


Contatos:

Instagram:
Bandcamp:

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Transitar entre o Thrash Metal e o Death Metal é uma tradição de longa data no Brasil, desde que o SEPULTURA começou a ter maior exposição. Há muitos que apenas repetem o que já foi feito, há outros que buscam trazer algo de novo ao gênero, e existem aqueles que realmente conseguem.

Nesse último caso está o quarteto SOUL INSIDE, de Lavras (MG), pois o que se pode ouvir em “No More Silence”, seu primeiro álbum, é uma banda ambiciosa e que está buscando rumos diferentes.

Embora ainda em um estado bruto, se percebe que o Death/Thrash Metal do quarteto se assenta sobre construções melodiosas excelentes. Se não descambam para o Death Metal melódico, muito menos ficam presos no mais do mesmo desgastado do gênero, aquele som repetitivo que já ouvimos tantas vezes. Diferente dessa turma, o SOUL INSIDE tem personalidade própria e a ousadia para fugir do ponto comum.

A mixagem e a masterização, feitas no Braia Studios, em Varginha (MG), tendo as mãos de Luciano Marciani em ambos. E a banda está com uma qualidade sonora de muito bom nível, com tudo em seus devidos lugares e bom equilíbrio entre o eso e agressividade da música da banda e a clareza de que eles necessitam para que o trabalho musical deles seja assimilado sem problemas. E a arte é muito boa, com capa da Artspell Studios, e o layout do encarte é muito bom.

Musicalmente, o quarteto ainda precisa lapidar algumas arestas (como explorar melhor o lado mais melodioso de seus arranjos), mas já estão muito bem, com arranjos muito bons e todas as canções, vocais bem feitos em timbres guturais, riffs e solos bem bolados e base rítmica sólida. Eles podem ir muito além, é perceptível, mas já está muito bom.

O disco tem oito canções muito boas, sendo os destaques do CD: 

As linhas melodiosas das guitarras que temperam a bruta “Child of War”, as passagens mais cadenciadas e azedas de “Fight the Despair” (que nos apresenta um trabalho peso-pesado de baixo e bateria), a força caótica e agressiva de “Life of Lies” (o contraste entre urros rasgados e o gutural natural definido do vocalista é muito bom), a técnica mais burilada de “The Killer Inside”, e o assassinato mais um pouco mais cadenciado e ganchudo de “Unholy Temple”.

Uma banda com muito potencial, que merece aplausos, logo, ouça “No More Silence” no mais alto volume possível!

FATAL SCREAM – From Silence to Chaos (álbum)


2017
Nacional

Nota: 9,0/10,0


Tracklist:

1. From Silence to Chaos
2. Killer Wolf
3. Trapped
4. Before the Judgement
5. Betrayer
6. Mental Prison
7. Utopia
8. Last Breath
9. Machine Head


Banda:


Carol Lima - Vocais
Diego Aricó - Guitarras
José Roberto Cardoso - Guitarras 
Rodrigo Hurtiga Trujillo - Baixo
Carlos Lourenço - Bateria


Contatos:

Bandcamp:

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


É ótimo termos cada vez mais a presença de mulheres em bandas. Sim, pois elas trazem consigo uma bela carga de influências musicais que, justamente devido à diferença de gêneros, vai permitindo agregar valores e construir novas sonoridades no Metal e novos valores no cenário. E podemos assegurar que um dos melhores nomes em termos de Heavy Metal que existe no Brasil com participação feminina é o do quinteto FATAL SCREAM, de Ribeirão Preto (SP), que acaba de soltar um discão, o ótimo “From Silence to Chaos”.

O que se ouve o disco é o mais puro Heavy Metal tradicional possível com algumas nuances modernas mais agressivas. E a banda vai mostrando personalidade sob um som pesado e melodioso à lá IRON MAIDEN, mas com muita agressividade moderna. Sim, o quinteto não tem aquele defeito crônico de viver no passado, mas olha para o futuro, criando uma música forte, pesada e agressiva, mas com muito bom gosto.

Embora a sonoridade não esteja perfeita, o trabalho de Rômulo Ramazini Felício ficou muito bom, já que nem sempre é possível associar de maneira perfeita a agressividade e melodias de um trabalho como “From Silence to Chaos”. Mas se percebe que a banda está soando com peso, crueza e agressividade, sangrando em vitalidade, mas nos permitindo entender cada um dos arranjos. E a arte usada pela capa deixa claro qual o contexto lírico que o grupo prefere abordar em suas 9 canções.

Se equilibrando entre passado, presente e futuro, o FATAL SCREAM mostra que tem personalidade forte e não fica preso a modelos musicais pré-existentes. Eles usam de suas influências musicais individuais para buscar algo diferente do que já foi feito, e botam personalidade no que estão fazendo. Há arranjos que, mesmo com certa simplicidade, são hipnóticos, nos seduzindo sem esforços. E sem falar que a banda é capaz de criar refrãos grudentos demais.

E o mix do velho com o novo, da agressividade com a melodia, rende frutos excelentes, como ouvimos em “Killer Wolf” e seus riffs cortantes e ritmos quebrados; a força mais tradicional de “Trapped” (onde certo toque de ARMORED SAINT fica evidenciado, mas outra que apresenta um trabalho ótimo das guitarras, e em que vocais mais agressivos aparecem), as lindas melodias ternas do início de “Before the Judgement” (mais que logo vira um murro de peso e melodia, mas é uma canção um pouco menos agressiva que as de antes, e os vocais de Carol roubam a cena), as modernas e ‘Thrashy’ “Betrayer” (cheia de vocais urrados muito bons, andamento em tempo médio e belo trabalho de baixo e bateria) e “Mental Prison” (novamente corais guturais dão as caras, e riffs de guitarra ganchudos vão conduzindo a canção), a mais melodiosa e impactante “Utopia” (mais uma vez, riffs excelentes e um trabalho ótimo nos solos de guitarra), a lição de interpretação dos vocais em “Last Breath” (fora o baixo está mostrando um trabalho técnico à lá Steve Harris), e na modernosa “Machine Head”, a banda mostra mais uma vez o lado agressivo de sua música. É, fui forçado a falar de cada uma das faixas, pois o “From Silence to Chaos” é excelente!

Um disco de primeira, para headbangers exigentes?

Ei, corre nas lojas e descola logo o seu!




HEAVENLESS - Whocantbenamed (álbum)


2016
Nacional

Nota: 8,0/10,0

Tracklist:

1. Enter Hades
2. Hopeless
3. The Reclaim
4. Hatred
5. Soothsayer
6. Odium
7. Uncorrupted
8. Deceiver
9. Point-Blank


Banda:


Kalyl Lamarck - Vocais, baixo
Vinicius “Carcará” Martins - Guitarras
Vicente “MadButcher” Andrade - Bateria


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Bandcamp:

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Quando se falar do Nordeste e Norte do Brasil, é preciso ter a clara idéia de que a região é um dos maiores celeiros de Metal de qualidade do Brasil, e falar em nomes como AVALON, HEADHUNTER D.C., CARAVELLUS, MALEFACTOR e outros chega a ser desnecessário para os mais experientes, mas os novatos precisam saber dessa herança maravilhosa que nossos queridos irmãos dessas regiões andam fazendo.

E é prazeroso conhecer o trabalho do trio HEAVENLESS, de Mossoró (RN), que chega com uma voadora nos peitos de todos conhecida como “Whocantbenamed”, primeiro disco do grupo...

Donos de um arsenal Death/Thrash Metal da melhor qualidade, o ponto mais forte da música do trio é justamente fugir de conservadorismos musicais. Isso quer dizer que o grupo não se importa de usar influências mais modernas em sua música, criando assim uma abordagem diferenciada do gênero, que já anda bem erodido pelo uso continuado. Ou seja, é bruto, pesado e bem agressivo, mas nem de longe soa datado ou como mais um no meio de uma multidão. 

Produção, gravação, mixagem e masterização foram feitas por Cássio Zambotto. E é interessante ver como um ponto de equilíbrio foi achado, já que a sonoridade de “Whocantbenamed” é muito boa, com todos os instrumentos audíveis, mas com uma sonoridade cheia e sem deixar espaços vazios. Ou seja, o som é cheio e compactado, além de muito agressivo. E a arte de Hugo Silva para o CD é muito boa, mesmo usando do limitado recurso de tons de preto, branco e cinza, mas está muito bom. 

O som da banda é duro e azedo, agressivo e bem bruto, mas com bons arranjos nos momentos certos, e o grupo, apesar de precisar aparar mais algumas arestas, já se mostra talentoso e criativo.

O talento Death/Thrash do grupo é percebido em momentos sublimes do CD, em destaque na ganchuda e empolgante “Enter Hades” (boas mudanças de ritmo e que belos e agressivos arranjos de guitarras), a fúria abrasiva dos andamentos em “Hopeless” e na bem trabalhada “The Reclaim” (baixo e bateria estão muito bem nessa música), o lado furioso temperado com groove e bons arranjos vocais de “Hatred” e “Soothsayer”, e a caída um pouco mais para o Death Metal em “Deceiver”.

Uma ótima revelação, sim senhor!


FALLEN IDOL – Seasons of Grief (album)


2016
Selo: Independente
Nacional

Nota: 9,0/10,0


Tracklist:

1. Seasons of Grief
2. Nobody’s Life
3. Unceasing Guilt
4. Heading for Extinction
5. The Boy and the Sea
6. Worsheep Me
7. Satan’s Crucifixion


Banda:


Rodrigo Sitta - Vocais, guitarras
Márcio Silva - Baixo
Ulisses Campos - Bateria


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Youtube: 
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Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Em termos de Doom Metal, na concepção mais clássica do gênero, o Brasil possui alguns representantes de primeira qualidade, como o grupo carioca IMAGO MORTIS. Mas existem é sempre bom ver nomes mais jovens despontando, e alguns que nem são tão novos assim são promissores. Entre estes, o trio FALLEN IDOL, de Arujá (SP), que chega com seu segundo álbum, o excelente “Seasons of Grief”.

Seguindo o mesmo caminho de nomes como TROUBLE, CANDLEMASS, ST. VITUS, WITCHFINDER GENERAL e o próprio BLACK SABBATH do início de carreira, o som da banda é bruto, azedo e introspectivo, com andamentos lentos e bem pesados. Mas se percebe que a banda tem uma identidade pulsando sobre essa massa sonora bruta, com boas linhas melódicas alinhavando o trabalho de cada um dos instrumentos (vejam como a estética melodiosa dos solos é perfeita). E assim, vemos um nome forte que surge e pode ser agigantar mais e mais.

Gravado nos Overdrive Studios em São Paulo, tendo a produção de André Marques, podemos aferir que o grupo soube o que queria de sua música. E a qualidade sonora é a mais simples possível, deixando os instrumentos e vozes claros e pesados na medida certa. Mais é justamente por buscarem algo um pouco mais simples e orgânico que o resultado das gravações é ótimo, deixando tudo pesado e claro. E a arte criada por Tales de Oliveira, com a capa com enfoque em tons de vermelho e encarte em tonalidades de cinza e verde é extremamente funcional, sem querer algo complexo. E por isso, a cara do som da banda. E sem mencionar que o disco é feito em um Digipack tradicional muito bem bolado e bonito.

A força do FALLEN IDOL vem justamente de suas convicções sonoras, do seu apego ao Doom Metal puro e simples, sem querer reinventar a roda. Mas é justamente por isso que o disco é tão bom, tão envolvente e deliciosamente denso. E cheio de identidade.

Belas linhas vocais com boa diversidade de timbres são ouvidas na pesada “Seasons of Grief”, assim como temos no azedume precioso de “Nobody’s Life” (e que belo trabalho de baixo e bateria, digamos de passagem). Um pouco mais cheia de energia e com andamentos não tão lentos, temos o trabalho técnico dos riffs em “Unceasing Guilt” e em “Heading for Extinction”, ambas usando um ótimo nível técnico e uma pegada Doom Metal um pouco menos ortodoxa, mas sem quebrar o conceito musical do grupo. Igualmente não tão lenta e azeda é “The Boy and the Sea”, música liberada como Single de divulgação do CD, e existem uns toques um pouco mais acessíveis de primeira, dando diversidade sonora ao trabalho do trio (e a letra fala sobre o menino refugiado que se afogou em 2015 e comoveu o mundo). A boa e velha sensação de um caminhão muito pesado subindo uma montanha íngreme retorna à toda em “Worsheep Me”, que nos remete diretamente aos momentos mais pesados e clássicos do CANDLEMASS, sem ser uma cópia do mesmo (reparem como os tempos e estruturas de baixo e bateria criam esta atmosfera da qual falo). E encerrando esse funeral azedo, temos “Satan’s Crucifixion”, cheia da influência mais clássica do gênero, mostrando riffs azedos, baixo bem técnico, e vocais que encaixam perfeitamente nesse andamento lento e pesado no início, mas que ganha um pouco mais de velocidade, destacando bem a bateria e os excelentes vocais com timbres mais soturnos.

Se você gosta de Doom Metal bem feito, ou mesmo é um fã de Metal de primeira qualidade, podem adquirir suas cópias físicas de “Seasons of Grief” sem medo algum. O FALLEN IDOL é uma excelente banda!

23 de mar. de 2017

BORKNAGAR: se prepare, Rio de Janeiro, que é hoje!!!!


E enfim, a espera acabou.

A ansiedade de anos, a frustração de possibilidades não realizadas, enfim, estão encerradas: o BORKNAGAR está no Brasil, e se encontra na cidade do Rio de Janeiro, preparando-se para sua apresentação para os fãs cariocas hoje, às 18:00 no Teatro Odisséia.

O show de hoje faz parte da tour Sul Americana de divulgação do CD “Winter Thrice”. Como é sabido por todos, a banda está no Brasil pela primeira vez, e a No Class Agency bancou o desafio e conseguiu uma data para o Rio de Janeiro, que é hoje, 24/03/2017.

Um dia que tem tudo para ser histórico!

Show do BORKNAGAR em SP (foto: Fernando Yokota)

O BORKNAGAR é um grupo cult da Noruega, com raízes na cena extrema, na banda de Death Metal Molested, onde seu líder, o guitarrista Øystein Garnes Brun, tocava. Então, reunindo um amálgama de influências, nasceu o BORKNAGAR, com seu som único.

O provável setlist é:

1. The Rhymes of the Mountain
2. Epochalypse
3. Oceans Rise
(Outro playback)
4. Cold Runs the River
5. Ad Noctum
6. Universal
7. The Eye of Oden
8. Frostrite
9. Icon Dreams
10. Ruins of the Future
11. Dauden
12. The Dawn of the End

Encore:

13. Colossus
14. Winter Thrice

A banda disponibilizou um vídeo oficial para a faixa “Winter Thrice”, título de seu mais recente disco. Assista:


Em 27 anos de existência, o BORKNAGAR tem vários clássicos em sua discografia, como “The Olden Domain”, “The Archaic Course”, “Empiricism”, “Universal”, “Urd”, entre outros. E agora, é a vez do Rio de Janeiro ser imerso nesta viagem musical de bom gosto e peso.

Veja o recado de Øystein para os fãs (cedido pela Talent Nation):



O grupo é formado por:

Øystein Garnes Brun - Guitarras
Andreas "Vintersorg" Hedlund - Vocais
Lars "Lazare" Nedland - teclados, vocais
Jens F. Ryland - Guitarras
ICS Vortex - Baixo, vocais
Baard Kolstad - Bateria

Repetindo: o show acontecerá hoje, no Teatro Odisséia, às 18h00min. O mapa se encontra abaixo.


Avisos importantes:

- As portas do Teatro Odisseia serão abertas às 18h e o show começará às 19h.

- Aos que pretendem adquirir o ingresso na hora, a bilheteria da casa só aceita dinheiro. Todavia, o consumo no bar pode ser pago com cartão de débito/crédito.

- Pra que comprar na hora se você ainda pode adquirir seu ingresso antecipado MAIS BARATO no Sympla e nos pontos de venda físicos?


PONTOS DE VENDA - Endereços na descrição

Hard n' Heavy (Flamengo)
Outside (Meier)
Requiem (Campo Grande)
Underground (Bangu)
Rock 4 You (Caxias)
Alley (Madureira)


Foi disponibilizado pela No Class Agency um teaser do show. Assista:

Links:



SERVIÇO:

A NO CLASS AGENCY orgulhosamente apresenta BORKNAGAR no RJ!



Data: 24/03/2017 (Sexta-Feira)
Local: Teatro Odisseia ( Av. Mem de Sá, 66, Lapa – Rio de Janeiro/RJ)
Horário: 18h
Banda no palco: 19h

Classificação Etária: 18 anos
Dúvidas/Imprensa: info@noclass.rocks

Vendas antecipadas online: SYMPLA

Pontos de venda:
Requiem Rock Store - Campo Grande
Underground Rock Wear - Bangu
No Class Agency - Gávea
Outside - Méier
Alley Rock - Madureira


Ingressos:
ANTECIPADOS
Meia Entrada Social/Promocional – R$ 120,00 (Basta levar 1Kg de Alimento não perecível);
Meia Entrada Estudantes/Idosos – R$ 120,00
Inteira – R$ 240,00

Vendas antecipadas online: SYMPLA

PONTOS DE VENDA (a partir de 07/02):

NO CLASS AGENCY (GAVEA)
Rua das Acácias, 73, Gávea
Telefones: 99939-0460 / 98327-0356 / 98769-6690
(Obs.: Entre em contato para verificar disponibilidade de horário)

HARD N' HEAVY (FLAMENGO) - 2552-2449
Rua Marquês de Abrantes, 177/Lj 106, Flamengo
Telefone: 2552-2449

OUTSIDE (MEIER)
Rua Dias da Cruz, 143/Lj 205, Meier
Telefone: 3899-0888 / 98581-2116

UNDERGROUND ROCK WEAR (BANGU)
Avenida Santa Cruz, 4396/Lj. B, Bangu

REQUIEM ROCKSTORE (CAMPO GRANDE)
Mercado Popular de Campo Grande, Box 161
Atrás da Rodoviária de Campo Grande
Telefone: 3159-4354

ALLEY ROCK WEAR
Estrada do Portela, 99/Lj. 244, Madureira
Telefone: 3018-8460

NA HORA:
Meia Entrada Social/Promocional – R$ 150,00 (Basta levar 1Kg de Alimento não perecível);
Meia Entrada Estudantes/Idosos – R$ 150,00
Inteira – R$ 300,00


CROM: revelando partes da capa do vindouro debut


Comprometidos até a alma com o Heavy Metal tradicional, feito com muito sentimento, técnica e peso, o quinteto paulista CROM vem com uma estratégia diferente, revelando partes da capa do CD que está para sair.

Eis a imagem disponibilizada, trabalho desenvolvido pelo ex-baixista da banda, Cezar Heavy (baixista da banda TUBLUES e artista gráfico):


O material musical será mixado também no estúdio pelo produtor Alexandre Freitas, e em breve, novas informações e outras partes da capa do CD, bem como tracklist, nome e detalhes serão revelados.

O CD ainda não possui data de lançamento concreta, mas a previsão inicial é de que venha no início do segundo semestre de 2017.

Para quem ainda não teve a oportunidade de conhecer o trabalho do quinteto, podem baixar os dos EPs digitais "We Are Steel" gratuitamente no seguinte link: http://goo.gl/ibASDD

O CROM também está à procura de shows e fome de palco, e produtores interessados só precisam entrar em contato com a banda pelo e-mail temalima@hotmail.com ou pela página oficial do grupo no Facebook.

"Para tempos onde tudo parece papel e reina a fraqueza, é necessário o braço forte de homens de aço!"

Links:


Fonte: Crom

WAKE THE DEAD Festival: versão de Abril com data marcada


A versão de Abril do festival Wake The Dead, realizado em Magé (RJ) está confirmada para o dia 15, a partir das 21 horas.

O local será o Mageense Futebol Clube, que fica situado na Rua João Valério, 200, no centro da cidade.

Veja no mapa abaixo:


Mais detalhes no cartaz e no evento do Facebook.


BELPHEGOR: banda revela nome de novo disco, data de lançamento e libera primeiro trailer


Os austríacos reis de Death/Black Metal do BELPHEGOR finalizaram a gravação da bateria e baixo do seu novo álbum. São 9 faixas e o titulo vai ser "Totenritual", que significa "Ritual dos Mortos". O lançamento será no dia 15 de Setembro 2017, e logo em seguida, Serpenth (baixo e vocal gutural), Bloodhammer (bateria) e o vocalista, guitarrista e fundador Helmuth Lehner vão embarcar para uma intensa turnê mundial.



Veja o trailer:



BELPHEGOR live:

15.04. N Oslo - Inferno Metal Festival
20. - 23.04. E Mallorca - Full Metal Cruise
13.05. NL Veghel - Veghel Deathfest
27.05. E Barcelona - Knights Of Metal Festival
16.06. F Clisson - Hellfest
17.06. D Uttenhofen - Aaargh Festival
07.07. D Ballenstedt - Rockharz Open Air
23.07. I Brescia - Colony Open Air
16. - 19.08. D Dinkelsbühl - Summer Breeze

Mais informações em breve...!

Links:

PEDRO PIMENTEL: músico aporta na região do Alto Tietê.


A partir de 2017 o guitarrista e produtor PEDRO PIMENTEL terá como base de atividades a região do Alto Tietê, no estado de São Paulo. Com trabalhos destacados no Brasil, Estados Unidos, Inglaterra, Itália, Suíça, Holanda e Indonésia, o músico visa atender à demanda da região sobre gravação e produção musical de gêneros diversos e aulas e workshops presenciais e online de guitarra e técnicas de áudio.

Natural de São Paulo/SP, PEDRO PIMENTEL foi aluno dos renomados instrumentistas Mozart Mello, Jefferson Ardanuy, Silas Fernandes, Edu Letti e Wilson Ramos, possuindo graduação em Guitarra Fusion pela Escola de Música e Tecnologia (EM&T), onde foi eleito aluno revelação na primeira edição do festival "Nossos Talentos Top".

Também formado pelo Instituto de Áudio e Tecnologia (IAV), produziu e atuou como instrumentista para CDs, singles e DVDs de artistas e bandas, além de realizar atividades como produtor de jingles, trilhas sonoras, vinhetas, spots, backgrounds e backing tracks para empresas como Hope, Ferrari, Edições Paulinas, Ionic Energy Drink, escolas, etc.

Trabalhou como Editor, Produtor e Técnico de Áudio na TV Cia. da Música (portal que possui, atualmente, mais de um milhão acessos), prestando serviços para os músicos Michel Leme, Demma K, Douglas Las Casas, Rodrigo “Digão” Braz, Ney Neto, Duca Belintanni, entre vários outros, além de acompanhar e gravar, como músico freelance, artistas como Ciro Pinheiro, Sérgio Espíndola, Bira Marques, Klaus Ximenes, Miro Dottori, Raphael Rodrigues, dentre outros.

Atualmente, além de divulgar seus trabalhos autorais, atua nacional e internacionalmente como guitarrista freelance, produtor e instrutor de guitarra e áudio.

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