18 de out. de 2016

TWILIGHT FORCE - Heroes of Mighty Magic (Álbum)


2016
Nacional


Músicas:

1. Battle of Arcane Might
2. Powerwind
3. Guardian of the Seas
4. Flight of the Sapphire Dragon
5. There and Back Again
6. Riders of the Dawn
7. Keepers of Fate
8. Rise of a Hero
9. To the Stars
10. Heroes of Mighty Magic
11. Epilogue
12. Knights of Twilight's Might


Banda:



Chrileon - Vocais
Aerendir - Guitarras
Lynd - Guitarras, alaúde, violão
Borne - Baixo
Blackwald - Cravo, teclados, piano, violino
De'Azsh - Bateria


Contatos:



Nota:

Originalidade: 7
Composição: 9
Produção: 9


8/10


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia




O Power Metal sinfônico é um gênero que anda muito desgastado. A culpa de tal fator foi justamente aquele tsunami de bandas fazendo esse estilo ocorrido entre a segunda metade dos anos 90 e meados da década passada. E como efeito, as bandas mais jovens que seguirem por este caminho irão encontrar um público exigente, e ávido por novidades relevantes.

Nisso, podemos garantir que “Heroes of Mighty Magic”, segundo álbum do sexto sueco TWILIGHT FORCE, merece elogios, e irá conquistar muitos fãs. Ainda mais que a Shinigami Records, por meio da parceria com a Nuclear Blast Brasil, colocou o disco nas lojas do país.

O que aguarda nossos ouvidos é uma banda que segue uma linha mais pomposa, cheia de belas orquestrações, fora o uso de violinos, alaúdes, cravos e violões em harmonia com baixo, guitarras, bateria, teclados e vocais. E isso sem contar a adição de uma atmosfera épica/pagã que nos faz muito bem. Digamos que é uma experiência no nível de “e se J. R. R. Tolkien fosse guitarrista, e não escritor”, ou seja, se o autor de obras como “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit” fosse um instrumentista de banda de Metal.

E, além disso, a banda tem uma capacidade de escrever ótimas canções, que nos envolvem, com momentos grandiosos, corais bem estilizados, tudo funciona para tornar a audição desse CD em algo prazeroso.

Devido à sua concepção grandiosa, a produção de “Heroes of Mighty Magic” exigiu muito de Blackwald e Lynd, que tomaram para si esta responsabilidade. Mas podem ficar tranquilos, pois a sonoridade de flui do disco é de primeira, e juntar tantos instrumentos e elementos assim não é algo muito fácil de conseguir, mas eles chegaram lá: clareza em um nível absurdo, mas mantendo uma boa dose de peso e agressividade.

A arte gráfica é um deleite. A diagramação é feita como se estivéssemos lendo um livro, e as imagens de cada músico parecem com personagens de RPG dos sistemas de mundo medieval, com atributos e tudo mais. A arte da capa, muito bela, evoca claramente o estilo do grupo. O trabalho de Blackwald na direção artística, Kerem Beyit (arte), e de Louise Klintäng e Hanna Turi (design) é soberba.

Musicalmente, o sexteto não deixa a desejar, embora seu estilo não seja algo novo de fato. Mas a banda possui identidade forte, que pulsa em cada uma de suas composições, com arranjos bem feitos e boa dinâmica entre os instrumentos e vocais.

“Heroes of Mighty Magic” é um disco de primeira, e possui como destaques as seguintes canções:

“Battle of Arcane Might” – Um hino de guerra, com boa dose de peso, muitas linhas melodiosas, mostrando uma riqueza instrumental e técnica bem acima da média. E com belíssimo trabalho de corais e um refrão muito bom. Óbvio que os maiores destaques ficam mesmo para os teclados e vocais.

“Powerwind” – Outra faixa grandiosa, cheia de momentos com conduções ótimas feitas por baixo e bateria. E é interessante perceber como as guitarras da banda fazem riffs bem envolventes, e solos com muita técnica, mas sem perder a noção melódica.

“There and Back Again” – Uma jóia preciosa com mais de 10 minutos de duração. Óbvio que uma dimensão temporal dessas significa que o recheio de arranjos instrumentais é muito grande, e excelente. Orquestrações perfeitas, além de um trabalho perfeito dos vocais mais uma vez, e belíssimo refrão, onde corais dão um toque de grandiosidade.

“Keepers of Fate” – Outra cheia de muitos arranjos bem feitos de teclados e guitarras. Mas não dá para não destacar as guitarras, pois os riffs são de primeira e os solos caprichados. É uma canção envolvente e melodiosamente cativante.

“Rise of a Hero” – É interessante ver como sob o alinhavo melódico e grandioso da banda, eles criam muitas mudanças de ritmo de primeira. Óbvio que baixo e bateria estão naquela velocidade que os fãs do gênero adoram, mas há muitas variações aqui.

“Heroes of Mighty Magic” – Se estiver em um dia ruim, precisando de uma injeção de energia positiva, ponha esta aqui para tocar. É uma das faixas mais cheias de detalhes em termos de arranjo de todo o disco. Há momentos melodiosos tão envolventes, cheios de grandiosidade musicais e corais que é impossível ficar desanimado. 

No mais, “Heroes of Mighty Magic” pode não trazer novidades ao estilo, mas tem um valor enorme. 




METAL SAMSARA: mudanças no sistema de notas de resenhas e explicações


Estamos comunicando aos integrantes de bandas, assessorias de imprensa, ou leitores que o sistema de notas nas resenha do Metal Samsara está sofrendo mudanças a partir de hoje (18/10/2016).

Agora, para atribuição de notas, serão usados 3 quesitos:

Originalidade
Composição
Produção

Cada um deles valerá entre 0 e 10 pontos. No final, a soma dos valores será dividida por 3, e embora tenhamos um número fracionado, está sendo abolido o sistema de notas com valores em forma de fração, e em caso de fracionamento, as notas serão arredondadas para cima (se nas casas decimais após a vírgula o número for maior que 5), ou para baixo (se o número for menor que 5).

Exemplo 1:

- Originalidade: 5
- Composição: 4 
- Produção: 8

(5+4+8)/3 = 17/3 = 5,66666...
6 > 5 => 5,66666... = 6

Exemplo 2:

- Originalidade: 3
- Composição: 2
- Produção: 5

(3+2+5)/3 = 10/3 = 3,33333...
3 < 5  => 3,33333... = 3


Aproveitamos esta publicação para sermos francos: o autor não está se preocupando se um disco será um clássico ou não. Sou um escritor, não um discípulo de Nostradamus, logo, não tenho como prever se um disco será considerado clássico de um gênero, pois somente o tempo pode fazer tal afirmativa. E nem desejo parecer arrogante ao tratar com um disco hoje como um clássico, e amanhã ele estar quase esquecido.

Exemplificando: execrados pela crítica especializada, "Seven Churches" do POSSESSED, "Apocalyptic Raids" do HELLHAMMER, "Bathory" e "The Return..." do BATHORY, e o próprio "Black Sabbath" do BLACK SABBATH se tornaram clássicos absolutos, receitas de como se fazer seus respectivos estilos. E discos aclamados pela crítica foram relegados ao esquecimento ou apenas se tornaram "cult" dentro do underground. 

Um bom exemplo do último caso é "Open the Gates", do MANILLA ROAD. Este disco recebeu críticas muito positivas, inclusive com notas máximas. Não entro no mérito dele ser um ótimo disco (ele o é, de fato), mas não chegou a se tornar uma pedra angular de um subestilo do Metal.

Ou seja: não é uma nota 10 ou 1 que fará um disco um clássico, mas apenas o tempo pode fazer este julgamento.

No mais, esperamos de todos a compreensão, pois esta medida visa evoluir ainda mais o Metal Samsara.


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia

17 de out. de 2016

METALMORPHOSE: preparando uma festança ‘From Hell’ no Subúrbio Alternativo!


Enquanto trabalha no novo álbum, ‘Ação & Reação’, o METALMORPHOSE continua fazendo shows e prepara um grande espetáculo para mais uma edição da festa From Hell que acontece no Subúrbio Alternativo, no Rio.

Esta será a primeira vez do lendário grupo no Bar e por isso prepara uma apresentação especial para o evento: mais uma vez será usado o set especial comemorativo dos 30 anos do álbum ‘Vingança’ da banda AZUL LIMÃO e claro, também o maiores sucesso do METALMORPHOSE!


O evento acontece no dia 22 de outubro e conta ainda com a presença das bandas Killrape e Vicious. O valor da entrada é uma contribuição voluntária.

‘Ação & Reação’ tem previsão de lançamento ainda para 2016. A banda recentemente liberou também um vídeo das gravações das guitarras base e cozinha da faixa “P.D.M.” Assista:


O novo álbum, que novamente conta com a produção do talentoso Gustavo Andriewiski, é o sucessor de ‘Fúria dos Elementos’, lançado no ano passado, e citado em várias das famosas lista de melhores do ano.


Sites relacionados:


Fonte: Metal Media

IT’S ALL RED: Renato Siqueira no Metal Drummer Fest 2016


Nesta terça, 18, acontece mais uma edição do Metal Drummer Fest, evento que está se tornando tradicional na cidade de Porto Alegre e que mais uma vez conta com a presenta do baterista do IT’S ALL RED, Renato Siqueira.

Junto de Renato, outros dois grandes nomes da bateria do Rio Grande do Sul também se apresentam: Eduardo Baldo do Hibria e Francis Cassol do Scelerata. Completa o time de super-talentos um convidado especial, que este ano será o jovem prodígio Eloy Casagrande, atual baterista do Sepultura.


E evento acontece já nesta terça-feira no Bar Opinião. Ingressos antecipados ainda estão à venda por apenas R$ 15,00. Saiba todos os detalhes pelo link:


Lembrando que sua banda, IT’S ALL RED, disponibilizou um novo videoclipe em seus canais oficiais.

O vídeo foi registrado durante a apresentação da grupo na abertura para o MEGADETH em Porto Alegre. A música escolhida é a faixa ‘Killing a Dead Tree’, música dedicada à memória do lutador Muhammad Ali. A filmagem do material ficou nas mãos de Guilherme Martins e Daniel Siqueira, já a edição ficou por conta de Luigi Argimon, assista:


‘Killing a Dead Tree’ faz parte do terceiro álbum do IT’S ALL RED, ‘Lead By The Blind’, trabalho que trouxe uma banda renovada, mas sem mexer na base de seu Thrash Moderno, pesado e recheado de melodias, e recebeu excelentes críticas da mídia especializada, fãs e várias menções nas famosas listas de ‘Melhores do Ano’.


Sites relacionados:


Fonte: Metal Media

LORDS OF AESIR: grupo brasileiro é capa de Zines na Austrália e no Japão!


Pouco-a-pouco a música do LORDS OF AESIR vai conquistando terreno não apenas em nosso país, mas pelo mundo.

Mais uma prova de seu crescente reconhecimento internacional foi ser a contracapa de um fanzine no Japão e a capa de um fanzine da Austrália!

A publicação do Japão se chama Roar Magazine e a banda fez parte de indicações de novos talentos internacionais. Na Austrália a publicação é a Rocking Girl Magazine em que o LORDS OF AESIR ganhou uma matéria com o incrível título de “Brazilian Metal: A Powerfull Band With a Great Woman Voice” algo como “Metal brasileiro: uma banda poderosa com uma ótima voz feminina” em tradução livre.

Estas não são as únicas aparições internacionais do grupo nesse período. A banda também foi confirmada em um tributo internacional ao THERION onde interpretará a música ‘Trul’ do álbum ‘Gothic Kabbalah’.


Lembrando que o LORDS OF AESIR está com um novo website, confira: www.lordsofaesir.com.br

Para completar, a banda continua trabalhando em cima do novo single, ‘Future’, e em breve nos dará uma data de lançamento.


Sites relacionados:


Fonte: Metal Media

ENDRAH: ‘Shame’, novo videoclipe está disponível



O ENDRAH acaba de lançar mais um videoclipe retirado de seu novo trabalho, o EP ‘Shoot Shovel, Shut Up’.

Desta vez a música escolhida é ‘Shame’ e o videoclipe – com ares de superprodução – foi dirigido pelo talentoso artista e produtor Tiago Hospede. A bela fotografia ficou nas mãos de Bruno Tozini e a filmagem por Fabio Muniz. Assista:


‘Shame’ é a segunda música de ‘Shoot, Shovel, Shut Up’. O trabalho, lançado apenas digitalmente, conta com cinco músicas e foi gravado no estúdio Lamparina, em São Paulo, e produzido por Tiago Hospede (Worst). Já a capa ficou nas mãos de Wagner Scaquetti.

O disco está disponível para audição gratuita. Confira alguns dos links:


‘Shoot, Shovel, Shut Up’ também está disponível para venda em formato digital de alta qualidade (.wav), assim como outros materiais oficiais do grupo pelo link: https://goo.gl/j5Upei

Contatos: contato@endrah.com

Sites relacionados:


Fonte: Metal Media

CARPATUS: gravadora sueca, Black Lion, lançará o novo álbum mundialmente


Depois de apresentar título e capa de seu novo álbum após dez anos de hiato, o CARPATUS anuncia o selo que irá lançar ‘Malus Ascendant’ mundo afora.

Será o proeminente selo sueco Black Lion Records (www.blacklion.nu), empresa que vem crescendo de importância no mundo e que desde o anúncio do novo álbum vem apoiando a nova empreitada do CARPATUS.

O lançamento de ‘Malus Ascendant’ no resto do mundo está previsto para este ano e será lançado em um digipack de luxo. A versão digital – para todo o mundo, inclusive o Brasil – deve ser lançada junto com a versão física.

No Brasil, ainda não foi anunciado o lançamento físico, então nos resta esperar por novidades concretas em breve.


Recentemente o grupo anunciou que ninguém menos que o brasileiro Marcelo Vasco (Slayer, Dark Funeral, Borknagar), um dos principais artistas da atualidade no mundo, é o criador da capa de seu terceiro álbum.

Também foi anunciado o engenheiro que masterizará o álbum, outra lenda do underground mundial: o sueco Dan Swanö que já trabalhou com nomes como Opeth, Bloodbath, Dark Funeral, Edge of Sanity, os brasileiros do Justabeli e muitos outros grandes nomes.

A gravação do disco ficou nas mãos do talentoso produtor brasileiro Marcos Cerutti (www.facebook.com/marcoscerutti), que gerenciou os processos de gravação e mixagem.


Sites relacionados:


Fonte: Metal Media

UNIÃO EXTREMA FEST VI: ingressos à venda no Canoas Shopping


E a 6° edição do UNIÃO EXTREMA FEST se aproxima, e para abrilhantar ainda mais o evento, você consegue comprar seu ingresso pela metade do preço na loja Planeta Records no Canoas Shopping.

Onde você encontra o ingresso por apenas R$05,00, sendo que na hora o mesmo estará sendo vendido a R$10,00. Para quem não sabe a Planeta Records fica no Canoas Shopping na rua Guilherme Schell, 6750 – Loja 76 – 1° andar.

Lembrando que a 6° edição do UNIÃO EXTREMA FEST será realizado no Estúdio Black Bird em Canoas e em novo horário, às 22h. Acesse o evento e saiba maiores informações:



HANGAR: divulgado vídeo ao vivo de “Forgive the Pain”


A banda HANGAR acaba de lançar o videoclipe ao vivo de “Forgive the Pain”, extraído do DVD “Live in Brusque/SC, Brazil”, que foi lançado recentemente em todo o Brasil. Compre o DVD oficial no site da Die Hard – www.diehard.com.br ou www.freenote.com.br.

O primeiro DVD elétrico do HANGAR foi gravado na noite de 11 de junho de 2016 na cidade de Brusque, em Santa Catarina, no tradicional “Festival Rock na Praça”, evento que acontece todo ano na cidade. A captação das imagens ficou a cargo da produtora Foggy Filmes, que disponibilizou nada menos que 16 câmeras full HD para que nenhum detalhe fosse perdido. A performance matadora do quinteto, a interação com o público, as músicas marcantes e a qualidade incontestável de Aquiles, Cristiano, Fábio, Nando e Pedro enquanto músicos.

Produzido por Aquiles e com coprodução dos demais integrantes da banda, o DVD teve áudio captado por Marcos Alberton, do Mobile Studio Noton e foi mixado por Adair Daufembach em seu estúdio em Los Angeles (EUA) e masterizado por Svante Forsbäck no estúdio Chartmakers (Finlândia).

Assista o vídeo de “Forgive the Pain”:


Track List – DVD “Live in Brusque/SC, Brazil”:

DVD 1:
1. The Sounds of our Story
2. Reality is a Prison
3. The Revenant
4. Forgive the Pain
5. The Infallible Emperor (1956)
6. Beauty in Disrepair
7. To Tame a Land
8. Forest of Forgotten
9. One More Chance
10. Just Like Heaven
11. Call me in the Name of Death
12. Based on a True Story
13. Time to Forget
14. A Letter from 1997 (MHJ)
15. Haunted by your Ghosts
16. Hastiness
17. Just the Beginning
18. The Reason of your Conviction

DVD 2:
Making of do DVD e dos Clipes Reality is a Prison e Just Like Heaven
Entrevistas
Clipes: Reality is a Prison e Just Like Heaven

Mais informações:
Site Oficial – http://www.hangar.mus.br/


Fonte: TRM Press

ROBERTINHO DO RECIFE E METALMANIA tocam no Sesc Santos no dia 27 e apresentam nova baixista


Um dos guitarristas mais importantes do Brasil, Robertinho de Recife & Metalmania tocam na cidade de Santos/SP no dia 27/10 (quinta), às 21h, no SESC Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136, Aparecida, Santos). A venda de ingressos online começa no dia 18 às 18h, e a venda nas unidades, no dia 19h, às 17h30.

Para adquirir ingressos (e informações gerais!):


Na ocasião, será apresentada a nova baixista do Metalmania, Alana Alberg.



Assista um vídeo de Alana Alberg:


Rob Kahlil, o filho de Robertinho, deixou a banda porque foi morar no Japão para trabalhar na gravadora Colormark

O show também conta com participação especial do guitarrista santista Milton Medusa.

Além dos clássicos do Metalmania, também estarão presentes outros grandes sucessos do Hard & Heavy mundial

Siga a página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1140229932722324/

A banda Metalmania traz além de Robertinho de Recife na guitarra, Lucky Leminski (vocais, da primeira formação), Alana Alberg(baixo), Isa Nielsen (guitarra, ex-Detonator e as musas do Metal) e Sergio Naciffe (bateria)

Já está disponível a camiseta oficial de Robertinho de Recife e Metalmania. Ela pode ser adquirida no link abaixo:



Siga o Facebook oficial da banda:



IMPERIOUS MALEVOLENCE: Confirmado como headliner do “Laguna Metal Fest VI”


A banda IMPERIOUS MALEVOLENCE foi confirmada como a headliner da sexta edição do “Laguna Metal Fest” que acontece no dia 19/11/2016 em na cidade de Laguna/SC.

O evento contará com 10 bandas, entre elas, Horror Chamber, Syntz, Alkila, Skombrus, Shadow of Sadness, Eletromotriz, Spine Crown, Dust Commando, Red Diamond e como já citado o IMPERIOUS MALEVOLENCE como atração principal. Confira o cartaz do evento:


Evento no Facebook para mais informações: https://www.facebook.com/events/177238362686542/

A banda segue com sua agenda aberta para novas datas para iniciar a pré divulgação do seu próximo álbum “Decades of Death”, tendo em seu repertório, músicas inéditas. Para levar o IMPERIOUS MALEVOLENCE para sua cidade/evento escreva para contato@sanguefrioproducoes.com ou immalevolence@gmail.com.

Confira todas as datas de 2016: https://goo.gl/CMq07D

DATAS DISPONÍVEIS

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato


Sites relacionados:



15 de out. de 2016

SCORPION CHILD – Scorpion Child (álbum)


2016
Nacional

Nota: 10,0/10,0


Músicas:

1. Kings Highway
2. Polygon of Eyes
3. The Secret Spot
4. Salvation Slave
5. Liquor
6. Antioch
7. In the Arms of Ecstasy
8. Paradigm
9. Red Blood (The River Flows)
10. Keep Goin’


Banda:


Aryn Jonathan Black - Vocais
Christopher Jay Cowart - Guitarras
AJ Vincent - Guitarras
Alec Padron - Baixo
Jon “The Charn” Rice - Bateria


Contatos:



Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Fazer o que se rotula como Retrô-Rock, ou seja, aquele estilo com claras referências musicais aos anos 60 e 70, se tornou uma moda atual, idêntica a essa onda de Metal anos 80 que se faz presente. Óbvio que a maioria das bandas nessas ondas são mais do mesmo, gente que teima em bater em cachorro morto, o que nos dá a falsa impressão que este movimentos são oportunistas. Mas vez por outra, aparecem trabalhos ótimos, justamente mostrando nomes muito bons no meio do marasmo.

E se diferenciando no meio do tsunami retrô anos 70 está o SCORPION CHILD, um quinteto texano que faz um ótimo trabalho em seu debut, “Scorpion Child”. E apesar de ser de 2013, a Shinigami Records bancou o desafio, e por meio de sua parceria com a Nuclear Blast Records, lançou uma versão oficial dele no Brasil.

O lado retrô da banda é destilado por meio de um Hard Rock clássico à lá anos 70, mas com boa dose de peso, muita melodia e a pitada correta de agressividade. Há um jeitão Bluesy de fundo que dá aquele gostinho especial diferenciado. E um dos aspectos mais legais é que o quinteto tem a facilidade de criar refrões de fácil assimilação, o que torna tudo ainda mais agradável, e mesmo algumas doses de influências não tão antigas (há certa influência de Stoner Metal/Rock no trabalho deles).

“Scorpion Child” teve na produção Chris “Frenchie” Smith, que já foi indicado para o Grammy. E a mão dele foi essencial para que o disco soasse tão bem feito, embora com aquela sonoridade mais retrô anos 70 bem característica, mas com qualidade e clareza em alto nível. É orgânico e com sua dose certa de sujeira, mas sem que isso deixe o disco soando excessivamente cru.

Qualitativamente falando, o grupo capricha nos arranjos, sem que se perca a essência e peso e muito menos a espontaneidade de suas canções. Embora a banda seja criativa, os minimalismos técnicos são evitados, tudo em prol do feeling e da melodia.

Das 10 canções que compõem “Scorpion Child”, podemos destacar:

“Kings Highway” – Um toque muito bom do Blues psicodélico à lá LED ZEPPELIN é evidente (graças ao trabalho das guitarras e vocais), mantendo momentos mais introspectivos e outros mais intensos. 

“Polygon of Eyes” – Criativa e com uma pegada mais energética e rápida, é cheia de arranjos de primeira, com refrão e riffs muito cativantes. E mesmo nas partes mais cadenciadas e pesadas, essa pegada ganchuda não é perdida.

“Salvation Slave” – Existem alguns toques experimentais à lá anos 70 nessa canção que são ótimos, fora o peso absurdo dado por baixo e bateria. Após alguns minutos, você está fisgado por eles.

“Liquor” – Eles não cansam de criar arranjos musicais que vão tomando-nos de assalto, e sem que consigamos resistir ao instrumental instigante. Reparem bem como os riffs de guitarra são sinuosos e cheios de grandes momentos.

“Antioch” – Uma lindíssima semi-balada que gruda nos ouvidos, cheia de uma dinâmica de primeira entre os arranjos de guitarra e os vocais. E o refrão, surge aquela dose extra de peso e energia.

“Paradigm” – Aqui o grupo mostra seu lado mais acessível, capaz de atingir uma parcela maior de público, fugindo um pouco dos que costumam consumir a música deles. Tem certo toque de THE WHO em alguns pontos que é maravilhoso.

“Red Blood (The River Flows)” – Por ser uma canção bem longa (tem mais de 13 minutos de duração), a banda usa de muitas mudanças de ritmos, passagens mais introspectivas e melodiosas, outros momentos mais agressivos, mas sempre mantendo a qualidade. E não tem como destacar este ou aquele músico, pois todos estão em forma.

“Keep Goin’” – Essa canção bonus é um cover do LUCIFER’S FRIEND, uma antiga banda alemã de Hard Rock da década de 70 (que teve inclusive John Lawton, que fez parte do URIAH HEEP por um bom tempo). A banda fez uma versão que não descaracteriza a original, mas que coloca sua própria personalidade, com vocais excelentes.

No mais, “Scorpion Child” é um disco excelente, que vale a pena ouvir várias e várias vezes. E ainda bem que agora temos acesso a ele de maneira mais simples.

Esperemos agora pela chegada de "Acid Roullete", disco mais recente do grupo, em sua versão nacional.


CARNIFEX – Slow Death (álbum)


2016
Nacional

Nota: 10,0/10,0


Músicas:

1. Dark Heart Ceremony
2. Slow Death
3. Drown Me in Blood
4. Pale Ghost
5. Black Candles Burning
6. Six Feet Closer to Hell
7. Necrotoxic
8. Life Fades to a Funeral
9. Countess of the Crescent Moon
10. Servants to the Horde


Banda:



Scott Lewis - Vocais
Cory Arford - Guitarras
Jordan Lockrey - Guitarras
Fred Calderon - Baixo
Shawn Cameron - Bateria


Contatos:



Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Gêneros do Metal, quando começam a ficar evidentes demais, causam o esgotamento dos mesmos, já que a quantidade de bandas que surgem em determinada vertente (seja por vontade própria ou por oportunismo) é enorme. E isso vai desgastando o gênero e a paciência dos fãs, até que ambos se tornem saturados. Nesse momento que se percebe quem realmente está na coisa de coração, e quem está apenas aproveitando o momento.

Mas de uma coisa podemos ter certeza: em termos de Deathcore, o quinteto californiano de San Diego CARNIFEX sobrevive a qualquer dificuldade. Seu sexto álbum, “Slow Death”, é a prova de que eles não são tão respeitados sem motivos.

Podemos dizer que a banda faz algo bruto e explosivo, mas com boa técnica. Mas ao mesmo tempo, eles se diferenciam por usarem um “approach” mais moderno, mas sem abrir mão de um arsenal musical extremamente brutal e opressivo, mais algumas melodias bem sacadas e nada de exageros que tenderiam a cansar nossos ouvidos. Para ser sincero, apesar do rótulo Deathcore, a banda não é tão presa a esta fórmula, o que torna “Slow Death” um disco ótimo de ser ouvido.

Preparem o pescoço e os ouvidos!

A produção de “Slow Death” é feita por Jason Suecof e Mick Kenney, e tem mixagem e masterização de Mark Lewis. O resultado é uma qualidade brutal e agressiva, mas que é esteticamente bem feita, com clareza que nos permite compreender o que a banda está tocando. E com isso, podemos dizer que a agressividade do quinteto explode pelos falantes.

A parte gráfica é um trabalho de Godmachine, o mesmo que trabalho com o NERVOSA em “Agony”, e ficou ótima, pois mesmo simples, expressa visualmente tudo que o quinteto faz em termos musicais.

Bem trabalhado, com momentos mais introspectivos sensacionais, sabendo evitar clichês desnecessários, apresentando arranjos musicais esmerados, mas sendo o centro de sua música o fato de não serem convencionais dentro do Deathcore. O CARNIFEX é bem diferente, verdade seja dita. E como convidados especiais, Jason Suecof toca guitarras em “Pale Ghost” e na instrumental “Life Fades to a Funeral”, e Sims Cashion também toca guitarras em “Countess of the Crescent Moon”

Melhores momentos:

“Dark Heart Ceremony” – O disco já abre em grande estilo, com uma explosão de brutalidade bem tocada. A técnica de baixo e bateria durante as mudanças de ritmo é absurda, bem como o impacto sonoro imposto pelo quinteto. E que excelentes arranjos de guitarras!

“Slow Death” – Uma golfada de agressividade bem trabalhada, cheia de toques melodiosos de primeira linha. E como as guitarras são fantásticas, bem como alguns momentos mais limpos muito bem feitos, com teclados providenciais e solos melodiosos.

“Drown Me in Blood” – Aqui, vemos um alinhavo introspectivo denso surgindo devido às linhas melódicas do quinteto. E há momentos bem sinistros que nos remetem ao Blackned Death Metal anos 90, graças às guitarras azedas e ao uso de timbres rasgados nos vocais.

“Pale Ghost” – A criatividade é uma característica marcante desses caras, especialmente devido à mudanças rítmicas de primeira. Mas reparem como os vocais oscilam entre momentos mais guturais e outros mais rasgados sob uma colcha de ritmos quebrados.

“Necrotoxic” – Outra em que o uso de alguns momentos mais melancólicos com o som de teclados de fundo. É uma faixa um pouco mais simples, mas as mudanças rítmicas mostram o quanto baixo e bateria sabem segurar o peso da banda, mas lhes conferindo uma boa diversidade técnica.

“Servants to the Horde” – Outra em que existe um fundo melancólico de primeira, com a presença de teclados melodiosos sob um instrumental extremamente bruto e agressivo. Óbvio que existe aquela atmosfera moderna devido à sonoridade das guitarras, mas os vocais estão mais uma vez se destacando.

Ou seja, “Slow Death” é mais um belo lançamento da parceria entre a Shinigami Records e a Nuclear Blast Brasil. Então, aproveitem!!!!


HEREGE - Terra Morta (Álbum)


2016
Nacional

Nota: 8,5/10,0

Músicas:

1. Policia Corrupta
2. Terno e Gravata
3. Dinheiro
4. Basta de Preconceito
5. Cegueira
6. Terra Morta
7. Mentes da Alienação
8. Instinto Corrupto
9. Inferno Nuclear
10. Bandidos no Plenário
11. Em Nome do Progresso
12. Ilusão  
13. Aqui Jaz
14. Inferno Nuclear (Live)
15. Inocentes (Live)
16. Mentes da Alienação (Live)
17. Repressão (Live)  
18. Terra Morta (Live)


Banda:


Davi Ambrósio (Homem Bomba) - Baixo, vocais
Everton Silva (Peste) - Guitarra, vocais
Juliano Freitas (Herege Maldito) - Bateria

Contatos:



Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


A mistura de Death Metal com Grindcore sempre deu muito certo. Existem bandas que ficam com os pés mais fincados no Grindcore, outros do lado mais Death Metal, e outros em vários pontos na região entre ambos. Cada banda segue os preceitos sonoros que desejar, sem limites. E uma banda ótima do gênero, aqui no Brasil, é o trio HEREGE, de Iúna (ES), que se encontra na luta desde 2015, e chega com um disco muito bom, “Terra Morta”.

O enfoque da banda é mais para o lado Death Metal Old School, ou seja, possui a crueza e força do Death Metal, mas com o despojo e crueza do Grindcore. E é bem legal sentir que bandas assim ainda existem, e estão por aí vomitando suas críticas sociais nos ouvidos alheios. A velocidade, embora esteja presente em muitos momentos, não chega a ser extrema. Não é o enfoque da banda, pois este fica no peso, na simplicidade técnica e em músicas curtas, mas impactantes.

Gravado nos estúdios Nova Forma, e com mixagem e masterização de Lucas (do LucStudio), a qualidade sonora é crua, suja e bruta. Mas se esperava algo limpo e bem definido, acho que não entendeu a proposta sonora deles: aqui, é Old School, sem muitas firulas, e a sujeira faz parte do que a banda buscou para si. Pode ser que em futuros discos eles usem algo um pouco mais limpo, mas em “Terra Morta”, essa crueza toda nos lembra do clima de shows ao vivo, o que provavelmente foi a intenção deles.

A arte gráfica de Cleubber Toskko (capa) e Conrado Maroni (encarte) não é complexa. É bem simples, direta e “in your face”, algo que transmite perfeitamente o que eles querem transmitir com suas músicas.

O HEREGE tem seu lugar garantido com aqueles que preferem algo mais sujo e de raiz, e é um deleite nesse sentido. Mas lembrem-se, caros leitores: não é porque os arranjos da banda são simples que eles deixam de ter seu brilhantismo.

Melhores momentos: a ganchuda e azeda “Policia Corrupta” com seus riffs fortes e vocais guturais sujos (entremeados por gritos urrados), a cadenciada e bruta “Terno e Gravata” (que possui aquele feeling anos 90 tão precioso), a totalmente “velha guarda” “Cegueira”, a curta e empolgante “Terra Morta” (cheia de boas mudanças de ritmo), o trator Death/Grindcore “Inferno Nuclear”, a raivosa e doentia “Em Nome do Progresso”. Fora as 13 faixas do CD, ainda temos mais cinco que são bônus, gravadas no Splattercore Festival 8, onde a qualidade é bem tosca, mas audível.

No mais, o HEREGE é uma ótima banda, tem muito a oferecer e render ainda. Enquanto o próximo não chega, vamos de “Terra Morta” até os ouvidos explodirem.

Em tempo: a banda agora é um quarteto, com a entrada do guitarrista Lucas Barbosa.