16 de set. de 2016

AS DRAMATIC HOMAGE - Enlighten (EP)



2016
Nacional

Nota: 9,0/10,0


Músicas:

1. Advert
2. Astral Infernal
3. Praxis
4. Enlighten
5. Full Moon Madness


Banda:


Alexandre Pontes - Vocais, guitarras, programmings
Alexandre Carreiro - Guitarras, guitarra solo
Leonardo Silva - Teclados
Vinicius Rodrigues - Bateria


Contatos:



Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Em termos de Metal nacional, todos os dias bandas novas surgem nesta Terra de Santa Cruz. Não há como negar este fato. Mas por outro lado, nomes de veteranos vez por outra aparecem mais uma vez, mostrando que estão em atividade, e dispostos a conquistarem seu lugar ao Sol na base da música. Nesse contexto, o Rio de Janeiro sempre foi um celeiro de bandas diferenciadas, muitas delas em sintonia com as tendências em evidência no exterior. 

E um dos nomes mais tradicionais do cenário carioca é o AS DRAMATIC HOMAGE, banda que ao longo de seus mais de 15 anos de existência soube evoluir, mas mantendo sua fidelidade às raízes do Avant-garde Metal que pratica. E depois de lançar dois Demo-CDs e seu primeiro álbum em 2012, o aclamado "Crown", lança seu novo EP, "Enlighten".

O que "Enlighten" nos trás?

A verdade é que a banda estabilizou sua formação como quarteto, e vemos que o gênero que trilham é um mix inteligente e pessoal de influências de bandas de Doom Metal clássicas, mais a energia de tendências extremas, e a força de bandas inovadoras como BORKNAGAR e ARCTURUS. Ou seja, é intenso, pesado, agressivo na medida certa, mas ao mesmo tempo, diferenciado e com momentos de pura beleza. 

Gravado no HCS Studio no Rio de Janeiro, tendo a produção, mixagem e masterização da própria banda, temos uma sonoridade bem feita, com cada instrumento em seu devido lugar, além do equilíbrio entre peso, melodia, agressividade e clareza estarem em ótimo nível. E vale salientar que quem gravou as partes de baixo do EP foi Fabiano Medeiros, músico convidado.

O trabalho gráfico da capa é cheio de uma simbologia subjetiva interessante, e que está plenamente em sintonia com o conteúdo musical do EP e com a proposta musical/lírica do AS DRAMATIC HOMAGE.

Composto por uma regravação, um cover e duas músicas mais atuais (a faixa "Advent" é uma introdução), percebe-se que "Enlighten" visa fazer uma ponte de ligação entre o passado da banda, o álbum "Crown" e o futuro que ainda virá. Mas é preciso ressaltar que o quarteto faz um trabalho longe de ser convencional, longe de ser comum ou repetitivo. 

As linhas melódicas do grupo são belas e com elementos progressivos/Avant-garde que estão longe da complexidade técnica que muitos esperam, e ao mesmo tempo não são simples. Arranjos ótimos, vocais que oscilam entre timbres agressivos e outros mais limpos, teclados muito bem encaixados, e base rítmica com boa dose de peso e técnica é o cerne do trabalho do quarteto, mas isso lhes permite infinitas possibilidades musicais. E isso, meus caros, eles sabem explorar muito bem.

"Advert" - Uma introdução bem soturna e climática, preparando o ouvinte para o desafio que virá.

"Astral Infernal" - Por ser uma música mais antiga da banda (vem do Demo CD "Atmosphere of Pain/Anthems of Hate", de 2005), apesar da roupagem atualizada, é mais seca e agressiva. Mas mesmo assim, existem momentos extremamente cheios de beleza ímpar, como as incursões de vocais limpos e belos teclados.

"Praxis" - Introspectiva e focada em guitarras limpas e vocais melodiosos, ela nos lembra bastante algo próximo ao que ARCTURUS e ULVER já fizeram. Mas o diferencial é a busca pelo belo em termos musicais/artísticos, e eles conseguem atingir seu objetivo. È onde vemos o que o futuro guarda para a banda.

"Enlighten" - Talvez seja faixa que vai deixar muitos dos ouvintes perplexos, pois ela junta o lado agressivo do grupo (algo que vem de suas raízes) com o Avant-Garde do futuro que está chegando. Existem belos momentos da base rítmica, uma riqueza de riffs muito boa, os vocais oscilando entre timbres rasgados e outros mais macios, solos de guitarra caprichados. E como dito acima: não é uma faixa complexa em termos técnicos, mas seus elementos são capazes de fazer a maioria dos fãs terem que ouvir muitas vezes para compreendê-la. E cada ouvida nova é uma experiência nova e bela.

"Full Moon Madness" - Aqui, temos a versão para um clássico do MOONSPELL que foi gravado para o tributo "Em Nome do Medo", lançado em 2014. A banda soube respeitar a música original, mas impõe sua personalidade, seu jeito de ser, criando ótimos momentos para nossas mentes e ouvidos.

Resumindo: "Enlighten" não veio para mostrar que o grupo está vivo, mas para mostrar para todos que o AS DRAMATIC HOMAGE ainda tem muito a dar ao cenário nacional. E não é a toa que foram escolhidos como "opening act" para o show do ROTTING CHRIST no Rio de Janeiro, em novembro próximo.

Quem viver, verá.

E a versão digital do EP já se encontra disponível, distribuída pela Cold Arts Industry no seguinte link: https://coldartindustry.bandcamp.com/album/cold008-as-dramatic-homage-enlighten-ep-2016

SPELL FOREST - Amentia Ludibrium Tenebris (álbum)



2016
Nacional

Nota: 9,5/10,0

Músicas:

1. O Poder Invisível do Caminho Pervertido
2. Amentia Ludibrium Tenebris
3. My Call of Hate 
4. Per Triangulum Autem Serpentis Nefarium
5. My Insanity Becomes Wisdom
6. Belial Dominus Deorum


Banda:

Lord Mephyr - Vocais, guitarras, teclados
Flagellum - Guitarras
Lord Morpheus - Baixo
Pestiferat XIII - Bateria, percussão


Contatos:


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Como é sabido por todos quando o assunto é Black Metal, o Brasil é um dos países onde o estilo é feito de uma maneira diferente, mesmo com a influência musical vinda da Europa. Aqui, o Black Metal ganha contornos diferenciados, com toques ou de outros estilos de Metal ou com a energia e acentuado toque latino nas linhas melódicas. Isso transforma e adapta um gênero ao público de nosso país.

E com certeza, um dos nomes mais fortes do país é o do SPELL FOREST, experiente grupo de São Paulo, e que retorna com o ótimo "Amentia Ludibrium Tenebris", que a Drakkar Productions acaba de pôr nas prateleiras das lojas.

De certa forma, o grupo preferiu fazer algo um pouco mais climático e voltado às raízes do Black Metal, ou seja, ainda continua criativo e com muitas mudanças rítmicas, mas a atmosfera do álbum como um todo é soturna, densa e cheia de momentos sombrios. Algo que retoma o que a banda fazia em seus trabalhos iniciais, mas sem negar a experiência acumulada pelos anos, logo, é um disco bem tradicional em termos de Black Metal, mas muito criativo e melodioso.

Tendo a produção dividida por Lord Mephyr (vocalista, guitarrista e tecladista da banda) e Fabiano Penna (do REBAELLIUN), mais a mixagem de David Castillo, a sonoridade de "Amentia Ludibrium Tenebris" é seca, com timbres cortantes, ou seja, mantém aquela qualidade característica do Black Metal. Mas ao mesmo tempo, foi bem cuidada, permitindo que o ouvinte compreenda bem o que o quarteto está fazendo.

O trabalho gráfico, por sua vez, ficou de primeira, com tudo trabalhado em tons de preto, marrom e amarelo, dando uma visualização sinistra ao que a banda faz musicalmente. Ou seja, a arte visual feita por Rubens Snitram (da Azoth Artwork) se encaixou perfeitamente na música do SPELL FOREST.

Apesar de voltado ao trabalho que conhecemos da SWOBM, o SPELL FOREST não nega sua experiência ou mesmo sua capacidade de criar músicas diferenciadas, com arranjos de qualidade que são capazes de surpreender até mesmo os detratores do Black Metal. Arranjos de primeira, boa dinâmica entre guitarras e teclados (criando aquela aura sinistra e mórbida tão característica da banda), baixo e bateria sabendo criar momentos diferenciados nos tempos, e vocais rasgados bem tradicionais são os elementos da banda, que unidos, criam algo fenomenal.

Usando de canções longas, os melhores momentos do disco são:

"O Poder Invisível do Caminho Pervertido" - é uma introdução bem climática e soturna, capaz de deixar os fãs arrepiados.

"Amentia Ludibrium Tenebris" - Uma música agressiva e ríspida, cheia de mudanças de andamento (o que mostra como a base rítmica da banda é técnica e coesa), mais um trabalho excelente dos teclados (que com suas intervenções providenciais ajudam a reforçar a atmosfera opressiva da canção). 

"My Call of Hate" - Mais uma vez, a agressividade é a tônica da música, mas o andamento não é tão veloz, embora bastante variado. E ela é cheia de passagens que nos empolgam, que nossos ouvidos captam e não esquecem mais, especialmente porque os trabalhos das guitarras e vocais estão de primeira linha.

"Per Triangulum Autem Serpentis Nefarium" - A banda usa uma pegada bem tradicional, onde mesmo os momentos mais rápidos estão próximos ao que a SWOBM ostentava em seu início. Mas o nível técnica é muito bom, mais uma vez se destacando o trabalho de primeira das guitarras em riffs sinistros à lá Euronymous.

"My Insanity Becomes Wisdom" - Aqui, impera aquele feeling melancólico e opressivo em meio a arranjos mais rápidos, mas com boas intervenções das guitarras, criando aquela aura macabra que o Black Metal brasileiro oferece sempre. Reparem que a dinâmica dos andamentos é fenomenal mais uma vez, indo de momentos bem velozes para outros mais soturnos sem pudor algum. E sempre muito criativo, especialmente porque baixo e bateria mais uma vez se destacam.

"Belial Dominus Deorum" - A velocidade dá espaço a uma música com enfoque mais cadenciado e arrastado. E isso cria algo ainda mais opressivo que antes, denso e climático, com a banda exibindo alguns momentos perfeitos nas guitarras, mas não se pode deixar de citar o quanto os vocais estão bem encaixados nessa música, que fecha o CD.

"Amentia Ludibrium Tenebris" é um ótimo CD, sem sombra de dúvidas, e existe em duas versões: a jewelcase e a edição Digipack (que é linda) em número bem limitado.

Corram logo, antes que acabem, pois este disco merece!

IMPERATIVE MUSIC Vol. XII (coletânea)


2016
Nacional

Nota: 8,5/10,0

Músicas:

1. ALICE IN HELL (Japão) - Time to Die
2. INFACT (Luxemburgo) - Change My Name
3. CAVERA (Brasil) - Controlled By My Hands 
5. NIHILO (Suíça) - On the Brink
6. STATUE OF DEMUR (Canadá) - Hot to Trot
7. DARCRY (Japão) - Cry of Despair
8. DEATH CHAOS (Brasil) - Atrocity on the Peaceful Fields
9. THE HOLY PARIAH (EUA) - No Forever
10. TRIBAL (Brasil) - Broken
11. HIDE BOUND (Japão) - Eden Kew
12. PHANTASMAL (EUA) - Specter of Death
13. BASTTARDOS (Brasil) - Exilados
14. METANIUM (EUA) - Resistiendo
15. THE WILD CHILD (Itália) - You and the Snow
16. ARMED CLOUD (Holanda) - Jealousy With a Halo
17. EDUARDO LIRA (Brasil) - The Edge
18. GODVLAD (Portugal) - Game of Shadows


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


E mais uma vez, temos em mãos uma coletânea com várias bandas. 

Dessa vez, é o décimo segundo volume da "Imperative Musis", uma compilação que já se tornou tradicional no meio, cujo enfoque é ter sempre o trabalho de bandas brasileiras junto com de bandas do underground mundial. E esta é uma idéia diferente, e muito bem vinda, mesmo em tempos onde uma grande parte do público esteja entregue ao download ilegal.

Voltando ao disco: desta vez, bem como no volume anterior, não existe nenhum nome gigante. O lado positivo é que a atenção do ouvinte não se foca em apenas uma ou duas bandas, podendo assim se dar o trabalho de ouvir e escolher aquelas que mais se adaptam ao gosto pessoal de cada um. 

Em termos de produção sonora, como quase todas as coletâneas conhecidas, o nível de gravação muda de um grupo para o outro, já que além de cada um deles ceder uma música gravada e já presente em algum trabalho já lançado (ou não), cada um ainda tem sua própria forma de fazer sua música e a idéia de como ele deve soar. Mas mesmo assim, a masterização feita no Slab Sound Studio, na França, deu uma uniformizada na sonoridade, sem obliterar a personalidade de cada grupo.

O nível das bandas é muito bom, mas destacamos as seguintes: a força Thrash agressiva e crua do ALICE IN HELL (Japão) em "Time to Die" (tem aquele jeitão KREATOR de ser, mas muito bem feito, e com uma insana saraivada de riffs), a fúria melodiosa do INFACT (Luxemburgo) que permeia "Change My Name" (embora existam momentos melodiosos muito interessantes), a força moderna do AS DO THEY FALL (Brasil) em "Burn", a brutalidade Death/Thrash Metal do NIHILO (Suíça) em "On the Brink", o destruidor de ouvidos DEATH CHAOS (Brasil) em "Atrocity on the Peaceful Fields" (já enfocado no Metal Samsara na resenha de seu EP de estréia, e aqui, arrasam mais uma vez, com uma faixa intensa e explosiva), o Death Metal bruto e melodioso do HIDE BOUND (Japão) "Eden Kew" (com vocais urrados bem diferentes do usual, bom nível técnico de bateria, e um ataque furioso das guitarras, com riffs intensos e solos cheios de boas melodias), o Thrash mais Old School do PHANTASMAL (EUA) em "Specter of Death" (muito legal ver uma banda que consegue pegar um estilo antigo e dar uma cara nova ao mesmo sem pudores de ser criativo), o Rock sujo e variado do BASTTARDOS (Brasil) com "Exilados" (mais um que busca ser diferente e criativo, usando um "outfit" melodioso e cheio de influências modernas no meio da sujeira despojada e empolgante), o Heavy Metal melodioso e cheio de influências do Hard clássico apresentado pelo THE WILD CHILD (Itália) em "You and the Snow", o lado mais melodioso e sinfônico do Metal dado pelo ARMED CLOUD (Holanda) em "Jealousy With a Halo" (belo trabalho dos vocais, diga-se de passagem, em uma música diversificada e cheia de momentos ótimos), as lindas melodias impressas pelo trabalho de EDUARDO LIRA (Brasil) em "The Edge" (uma faixa instrumental de primeira, onde a técnica do guitarrista é focada em criar uma ótima música, não uma exibição de ego), e a beleza melodiosa e moderna do GODVLAD (Portugal) apresentada em "Game of Shadows". Mas que fique claro: o trabalho de STATUE OF DEMUR (Canadá), DARCRY (Japão), THE HOLY PARIAH (EUA), TRIBAL (Brasil) e METANIUM (EUA) também são muito bons, merecendo aplausos.

Apesar da ausência de grandes nomes, este é um dos melhores versões da "IMperative Music", então, pode comprar com a certeza que vai gostar.

Parabéns à Imperative Music por mais uma ótima empreitada.

15 de set. de 2016

PATRICK PEDROSO - Labyrinth (Álbum)



2016
Independente
Nacional

Nota: 8,0/10,0


Músicas:

1. New Ways
2. Rage of the Storm
3. Only Ashes
4. Revolution
5. New Days
6. Some Creations
7. The New World Was Born
8. Inspiration
9. Visions of Time
10. Sounds of Mind
11. Freedom


Banda:


Patrick Pedroso - Guitarras
Marcos Janowitz - Baixo
Jarlisson Jaty - Bateria


Contatos:

Roadie Metal (Assessoria de Imprensa)

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


O virtuosismo nas seis cordas que surgiu nos EUA na primeira metade dos anos 80, ganhou força na segunda e é aceito no mundo todo (até por aqueles que não tocam instrumento algum) tem alguns adeptos notáveis no Brasil. Falar do talento deles é chover no molhado, e ouvir um disco como "Labyrinth", do guitarrista PATRICK PEDROSO, é de fazer os sentidos chorarem de pura emoção.

Antes de tudo, é preciso dizer que "Labyrinth" é um disco instrumental, logo, o enfoque é mesmo no trabalho da guitarra. Mas diferente de muitos, Patrick prefere que sua técnica virtuosa expresse o sentimento das canções, e não que se exibam em uma mostra de auto-indulgência chata. Não, aqui, a técnica é sóbria, e é conseqüência das músicas, não a motivação por trás delas. As linhas melodiosas são respeitadas, e assim, o disco mostra algo semelhante ao que ouvimos em discos de JOE SATRIANI: a técnica servindo ao feeling, e não o oposto.

Produzido por Marcos Janowitz (baixista do trio) e pelo próprio Patrick, a sonoridade que o disco apresenta é muito boa, clara para que entendamos tudo que o guitarrista deseja expressar com suas canções. Mas óbvio que o peso é evidente, aquela dose de agressividade que distingue um disco de Rock de outro de Pop, logo, não há o que reclamar da qualidade sonora.

O disco é ótimo, e mostrando que a idéia principal de "Labyrinth" não é ser um disco orientado para guitarristas apenas, temos as participações do próprio Bruno e de Karim Serri em alguns solos, de Jailson Danielli nos violões, e de Anghelo Rodrigues nos teclados, logo, o disco soa ótimo em termos de composição, com músicas de primeira.

Apesar de ser bem homogêneo, podemos dizer que os melhores momentos do CD são: a pesada e variada "Rage of the Storm" (que apesar de ser bem agressiva, mostra alguns momentos mais introspectivos e versáteis, cheios de beleza), a raivosa "Only Ashes" (baixo e bateria mostram-se bem entrosados e com boa técnica, mas sem que o brilho do trabalho das seis cordas seja obliterado. Existem boas mudanças de ritmo, e uma dinâmica enorme em termos de arranjos de guitarra), a belíssima e sensível "New Days" (é uma música mais lenta, com ótimos arranjos das guitarras, em especial os fraseados bem feitos), a arrasadora e acessível "Some Creations" (é incrível ver a dinâmica de baixo e bateria com a guitarra, que exibe solos de primeira), a mais voltada ao Fusion Rock "The New World Was Born", a terna e envolvente "Inspiration", e "Sounds of Mind" e sua grande influência de música clássica.

"Labyrinth" é uma ótima estréia, e esperamos mais de Patrick, que se mostra mais um grande monstro das seis cordas.

DIABOLICAL TYRANTS - A Glimpse ov the Profane (EP)



2016
Independente
Nacional

Nota: 8,5/10,0


Músicas:

1. A Glimpse ov the Profane
2. Seere
3. Strength, Honor and Glory


Banda:


Consemptius Tenebrarum - Vocais
Ares - Guitarras
Frater Prophanous - Baixo, backing vocals 
Infernus - Bateria


Contatos:


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


O Black Metal é um dos gêneros do Metal mais cheio de polêmicas, verdade seja dita. Mas ao mesmo tempo, não há como negar a qualidade dos trabalhos feitos dentro do gênero, bem como a criatividade que o estilo possui. E em termos de Brasil, quando um estilo que permite tantos experimentalismos se encontra com o jeito latino que o brasileiro tem em seu sangue para música, em geral, o resultado é o mais positivo possível.

E digamos de passagem: o trabalho do quarteto DIABOLICAL TYRANTS, de Uberlândia (uma cidade com forte histórico em termos de Metal) é de primeira linha, bem melhor que muitas bandas já consagradas do gênero e que andam vivendo do nome. Que o diga o primeiro trabalho deles, o EP "A Glimpse ov the Profane", que foi lançado em 2015.

A música da banda não se permite outro rótulo que não seja Black Metal. Mas isso não quer dizer que a música da banda seja simples. De forma alguma, eles conseguem transitar por quase tudo que o Black Metal pode oferecer, mas sem perder a coesão ou objetivo. Há momentos com aquela velocidade mais tradicional do estilo, outros mais fúnebres e sinistros (adornados por aquela melodias cheias de melancolia), e sempre com boas mudanças de ritmo, arranjos bem pensados, e sem medo de ousar e descontentar alguns ouvintes mais radicais e chatos. Não, o grupo se impõe, e sua música é cheia de energia, mórbida e fascinante.

"A Glimpse ov the Profane" foi gravado no próprio homestudio da banda, mas os trabalhos de mixagem e masterização ficaram nas mãos de Felipe Eregion (ex-vocalista/guitarrista do UNEARTHLY), que fez um trabalho de primeira. Ou seja, sem deixar de soar como uma banda de Black Metal (ou seja, existe aquela crueza obrigatória do gênero), tem uma qualidade diferenciada, mais seca e agressiva, mas ao mesmo tempo, clara, nos permitindo compreender o que o quarteto está fazendo.

A parte gráfica é um trabalho muito legal de Getúlio Faria (do Studio Vision Art), que deu ao formato papersleeve triplo usado um toque de classe e obscuridade. 

O grupo usa de faixas longas, pois assim se permite mostrar o quanto sabem ser diversificados e fugir do marasmo musical que assola todos os gêneros do Metal atualmente. E justamente por fugirem de fórmulas, o grupo é capaz de lançar mão de tantos elementos ao mesmo tempo, sendo que tudo está de primeira. E o mais legal: a banda usa bastante de solos de guitarras, ou seja, possuem personalidade bem forte.

"Infant Sorrow Prelude" - Em seus mais de sete minutos de duração, o grupo mostra um trabalho um pouco mais tradicional em termos de Black Metal, algo próximo aos pioneiros da SWOBM lá do início dos anos 90, mas mesmo assim, os momentos mais lentos e soturnos vão surgindo e transformando a audição em algo prazeroso aos ouvidos. Destaque para o trabalho de baixo e bateria, que estão muito bons.

"Seere" - Uma faixa permeada de uma atmosfera densa e mórbida, onde linhas melodiosas nas guitarras surgem e nos cativam nos primeiros momentos da audição. E reparem que, como dito antes, os solos são presentes. Nem mesmo quando os vocais rasgados aparecem, a aura soturna é quebrada. E embora o ritmo seja cadenciado, existem mudanças de tempo ótimas.

"Strength, Honor and Glory" - O começo é suave, com guitarras limpas bem melodiosas, criando aquela atmosfera melancólica e depressiva. A música alterna momentos assim com outros mais agressivos, mas mantendo o ritmo mais lento e azedo, sem perder a noção de morbidez sonora. E os vocais mostram um trabalho muito bom. São mais de dez minutos de puro prazer sombrio em forma de música.

Fica claro para o ouvinte que o DIABOLICAL TYRANTS pode oferecer ainda mais em termos musicais, e assim, tem tudo para ser um dos grandes nomes do gênero no Brasil.

Ouçam, comprem o EP e percebam como o Brasil tem bandas excelentes!

DOLORES DOLORES - ID Superpower (Álbum)



2014
Independente
Nacional

Nota: 8,5/10,0


Músicas:

1. Infant Sorrow Prelude
2. Confused
3. Behind the Hills
4. Crystal Ball
5. Perfect Man
6. Nothing to Lose
7. Waiting for a Train
8. Mama Technology
9. I Was Wrong
10. In Spite of Me
11. Time to Confess
12. Dramatic Lover
13. Infant Sorrow


Banda:

Willie Muries - Vocais
Humberto Maldonado - Guitarras
Rodrigo Cordeiro - Baixo
Alessandro Bagni - Bateria


Contatos:

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Roadie Metal (Assessoria de Imprensa)

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


E mais uma vez, um disco nos chega atrasado para uma resenha. Mas não tem problema, já que boa música não é erodida pelo tempo, apenas se torna cada vez mais prazerosa de ser ouvida. E podem ter certeza: o DOLORES DOLORES, de Belo Horizonte (MG) é daquelas bandas que ouvimos hoje, amanhã, e daqui a dez ou 20 anos, e a sensação de prazer que sua música dá é perene. Que o diga o segundo CD da banda, "ID Superpower".

Não se pode fixar o trabalho do quarteto em um único estilo dentro do Rock, já que temos a presença de influências e elementos variados dentro de sua música: Notadamente, seria um Hard Rock clássico com muita influência de Rock Pop, alguns toques de Blues aqui, uma influência de Rock dos anos 70 ali, e assim vai. E a banda capricha, não sendo cansativa aos ouvidos em momentos algum, trazendo uma experiência bem diferente em sua música espontânea e cheia de energia.

Gravado no Estúdio Solo, tendo a produção do guitarrista Humberto Maldonado, e com mixagem e masterização feitas por Rodrigo Aires Grillo, temos como resultado uma qualidade musical orgânica, densa e bem feita, com cada arranjo audível aos nossos ouvidos, e os instrumentos estão com timbres bem próximos do que a banda faz ao vivo, sem se preocupar demais com uma superprodução. 

Espontâneo, livre de rótulos musicais ou de pretensões, a música do DOLORES DOLORES funciona muito bem, nos envolvendo com suas melodias bem feitas, com os arranjos encaixando perfeitamente com cada passagem rítmica. E assim, o grupo nos seduz.

Melhores momentos: a pesada e insinuante "Confused" e suas guitarras de primeira (sem falar no ótimo trabalho de baixo e bateria), as melodiosas e modernas "Behind the Hills" (é incrível como o lado mais pesado se encontra com a acessibilidade musical para criar uma canção tão envolvente, principalmente porque os vocais estão bem e existem passagens ótimas de teclado) e "Crystal Ball" (que tem o maior enfoque na guitarra, embora a acessibilidade musical esteja presente), a força moderna e intensa da pesada "Perfect Man" (novamente, arranjos mais modernos surgem em meio às melodias do grupo, mas alguns backing vocals e corais parecem herdados do Rock Progressivo anos 70), a grooveada e azeda "Mama Technology" (aquele groove do Hard/Blues dos anos 70, mas é pesada, embora existam toques mais limpos e belos, focando bastante no trabalho das guitarras), e a belíssima balada "In Spite of Me" (recheada por toques mais Pop em alguns momentos, mas é permeada por arranjos lindos de guitarra, vocais macios de primeira, e um trabalho ótimo de baixo e bateria). Mas o disco como um todo é muito bom.

Ouçam "ID Superpower", e deixem que o DOLORES DOLORES os guiem pelos divertidos caminhos do Rock'n'Roll descompromissado.


MELANIE KLAIN - Melanie Klain (álbum)



2016
Independente
Nacional

Nota: 9,0/10,0


Músicas:

1. Desrespeitável Público
2. Abençoados por Deus
3. Diálogo
4. Fé Cega
5. Guerra
6. Marcas do Abandono
7. Lavagem Cerebral
8. Cartas de Um Suicida
9. Cólera Nação
10. Rede Social
11. Análise do Caos
12. Reflexão


Banda:


Duzinho - Vocal, guitarras 
Leandro Viola - Guitarras
Chapolim - Guitarras, vocais 
Vick - Baixo
Pedro - Bateria


Contatos:

Roadie Metal (Assessoria de Imprensa)


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Enquanto isso, em Mococa...

Existem discos que são surpreendentes, mostrando o quanto a cena do Rock feito no Brasil sabe ser diversificada. E entre as bandas que estão lançando trabalhos e buscando seu lugar ao sol, temos o quinteto MELANIE KLAIN, que soltou no dia 16 de julho deste ano (o dia do Rock) seu primeiro álbum, "Melanie Klein".

O quinteto faz uma sonoridade híbrida: buscando algo mais moderno e forte, o grupo aglutina influências de Rock'n'Roll, Metal, Hardcore e toques de modernidade são alguns dos elementos que o caldeirão de influências da banda cozinha, e nos concede em termos de som algo personalizado, fugindo do ponto comum. É moderno, ganchudo e cheio de energia. E sim, o trabalho deles difere bastante de tudo que estamos acostumados a ouvir, nos desafiando a cada momento da audição.

Produzido pelo próprio grupo e Fábio Dias, e com tudo gravado no SeteStudio em Guaxupé (MG), a sonoridade que a banda recebeu é suja como o Rock'n'Roll precisa ser, mas seca e com boa clareza instrumental, nos permitindo compreender o que a banda está tocando. Poderia ser melhor, mas por outro lado, soa espontânea e orgânica, longe da perfeição que muitos buscam.

Em termos de arte gráfica, o grupo realmente tem uma apresentação visual ótima, com uma capa interessante e ilustrações nas letras que realmente é bem diferente do usual, usando recortes de jornal, folhas de caderno, e o layout ficou muito bom. Belo trabalho de Carol Melo (ilustrações) e Paulo Júnior (direção de arte e design).

Indo do Rock rasgado até ao Hardcore, do sujo e intenso ao melancólico melodioso, o MELANIE KLAIN mostra-se uma banda de mil facetas, sempre surpreendente, e sempre de primeira. É uma mistura coerente e homogênea, bem arranjada e espontânea, e com letras que realmente são de primeira, com muita revolta contra o sistema (reparem na introdução "Desrespeitável Público", e terão uma idéia do que eu digo).

Melhores momentos:

"Abençoados por Deus" - Mezzo Hardcore, mezzo Rapcore em alguns momentos, esta canção tem peso, mais ao mesmo tempo, uma dose muito interessante de acessibilidade musical. O trabalho dos vocais são ótimos, com boas mudanças de timbres, além de backing vocals de primeira.

"Diálogo" - Esta aqui é outra cheia de mudanças de ritmo, e mesmo de enfoque musical. Ela mistura o Rock sujo e despojado com momentos cheios de teclados melancólicos e fúnebres. Sim, eles fazem isso de forma coerente, e o trabalho das guitarras é muito bom, diga-se de passagem.

"Fé Cega" - Uma música mais pesada, andamento um pouco mais cadenciado, cheia de momentos mais introspectivos densos (onde os vocais narrativos encaixam como uma luva), e uma dinâmica muito agressiva. Tudo para que as letras críticas encaixem de maneira perfeita.

"Guerra" - Outra com pegada mais pesada, mas com muitas mudanças de ritmo (algumas rápidas, outras mais cadenciadas, e mesmo momentos mais limpos e suaves), mas sempre mantendo o interesse do ouvinte. Fica clara a forte influência de Rapcore, mas de uma forma ainda mais densa e explosiva que os grandes nomes do estilo costumam usar.

"Marcas do Abandono" - O começo é acústico, usando bem de violões melodiosos e vocais macios, mais logo surge uma pegada mais soturna e dura, cheia de uma melancolia forte, vinda não só do instrumental, mas das letras (falar de crianças abandonadas realmente é algo sofrido). E que trabalho ótimo de baixo e bateria.

"Cólera Nação" - Um início bem ameno e tranqüilo, para logo surgirem partes mais funkeadas (onde o baixo se destaca bastante, com seu groove intenso), e então, um ataque de guitarras distorcidas se faz presente. Óbvio que baixo e bateria se destacam mais uma vez, mas sem que as guitarras fiquem muito distantes.

"Análise do Caos" - Mais uma em que a diversidade de influências bem diferentes torna tudo muito interessante. Óbvio que muito groove funkeado está presente (reparem na entonação dos vocais, bem como sua dicção), mas reparem que muito de HC se faz presente, e mesmo momentos de bateria extrema no 1 X 1.

Uma banda com muito ecleticismo, e que soube construir seu trabalho musical sem se importar com regras e limites. E assim, o MELANIE KLAIN crava com unhas e dentes sua presença no cenário, como uma das melhores revelações do ano.



13 de set. de 2016

EDEN SEED: guitarrista procurando músicos para o seu projeto solo


Enquanto o EDEN SEED finaliza as gravações de seu primeiro videoclipe e das músicas que irão compor seu Debut, a guitarrista Gisele Marie em paralelo a banda, está planejando seu primeiro trabalho solo, que seguira uma vertente diferente do EDEN SEED.

Com certeza será Metal, mas onde irá explorar mais suas influencias barrocas, eruditas e fusion, em um projeto que não seguira um padrão, por isso Gisele está em busca de músicos interessados em fazer parte desta mistura sonora.


Se você tem interesse não perca tempo e contate a guitarrista agora mesmo: gimarero@yahoo.com.br


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NervoChaos: comemorando 20 anos de sólida carreira!


Neste mês o NERVOCHAOS celebra 20 anos de carreira… initerrupta!

Considerados uma das principais bandas da história do Metal Nacional, o NERVOCHAOS foi formado em sete de setembro de 1996, com a idéia de fazer um som nervoso e agressivo sem se prender a rótulos pré-estipulados. De lá pra cá foram seis álbuns de estúdio, um álbum ao vivo, um Box com DVD, um documentário e milhares de shows por TODO O MUNDO, sempre se mantendo sob os valores do underground e levando a máxima “muito trabalho” ao pé da letra.


Como seu fundador, o baterista Edu Lane, sempre deixa claro em entrevistas: “uma banda se faz no palco”. Com isso em mente e mesmo preparando o lançamento de um novo álbum, o grupo está prestes a embarcar para mais TRÊS turnês até o fim do ano, além de lançar um Box comemorativo do aniversário dessas duas décadas de atividade.

E não é só isso! Acaba de sair o sétimo episódio do documentário “Volta ao mundo em 30 minutos”, lançado em agosto e que consistirá no lançamento de 10 episódios, sendo um por semana, no site oficial da banda.


Em breve mais informações sobre o novo material e o BOX comemorativo de 20 anos serão anunciadas.


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Fonte: Metal Media

ON FIRE AGENCY: empresa de volta à Europa!


Depois de um “descanso” no Brasil, onde Xandão Brito e sua ON FIRE BOOKING AGENCY levaram os alemães do Nuclear Warfare para todos os cantos de nosso país, a empresa volta para a Europa seguindo seu cronograma de turnês.

A agência está embarcando para mais uma temporada de tours com bandas brasileiras no Velho Mundo. Desta vez a empresa irá cuidar das tours das bandas Surra (setembro e outubro), Torture Squad (outubro e novembro) e Spectrus (novembro e dezembro).

As bandas irão rodar por vários países europeus e como Alemanha, República Tcheca, Polônia, Holanda, Bélgica, Áustria, França, Espanha e Portugal. Durante as turnês a ON FIRE irá atualizando os fãs das bandas postando fotos e vídeos dos shows e do dia a dia na estrada no link: www.facebook.com/onfireagency

Bandas interessadas em tocar na Europa no ano que vem, ainda existem algumas vagas para negociação. Lembrando que o foco são bandas de THRASH, DEATH, GRIND e que tenham pelo menos um álbum e um videoclipe lançados.

Desde seu início, entre suas mais de vinte excursões, a empresa já fez as turnês de bandas como Disgrace and Terror, Desalmado, Woslom, Andralls, Astafix, Imminent Attack, Claustrofobia, Chaos Synopsis, Matricidium, entre outros.

Para as bandas interessadas, vale ressaltar que o pacote de viagem é completa: a agência possui van própria, backline, motorista e Tour Manager.




Fonte: Metal Media

CHAFUN DI FORMIO: novo EP também está no YouTube e Facebook!


O CHAFUN DI FORMIO está levando sua missão de colocar seu ótimo EP ‘Abuso Secular’ (que conta com a participação de Mao, ex-Garotos Podres) em todos os cantos do mundo digital.

O disquinho está também em formato de vídeo/áudio em plataformas como YouTube e Facebook, confira os links:




‘Abuso Secular’ também está disponível em plataformas só de áudio como o Soundcloud e Bandcamp:


Pra quem quiser baixar o EP e levar para qualquer lugar, também pode fazer gratuitamente pelo link:


Se não bastasse, ‘Abuso Secular’ também está disponível em formato físico – e limitado – e pode ser comprado direto com a banda por e-mail ou Facebook.

‘Abuso Secular’ foi gravado pelo produtor Rodrigo Nepomuceno no estúdio Chederrecords com masterização por Neto Grous da Absolute Master. A arte ficou nas mãos do artista Tulio, que também é vocalista da banda DFC.


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Fonte: Metal Media

Krucipha: assista agora ao videoclipe de ‘Reason Lost’


Enquanto o novo álbum não sai, o KRUCIPHA nos presenteia com um belíssimo trabalho audiovisual.

A banda curitibana está lançando um clipe para a música ‘Reason Lost’, já conhecida dos fãs, mas que aqui ganha ainda mais dramaticidade com um projeto em vídeo que casou perfeitamente com a proposta da música.


O clipe foi dirigido por André Nisgoski e Alceste Ribas com assistência de produção de Márcio Andrade. A “perturbadora” interpretação ficou por conta da atriz Hayane Petrin, assista:

Pelo YouTube:


Pelo Facebook:


O KRUCIPHA se encontra no estúdio Boom Sound Design, onde já finalizam as gravações do novo álbum com os produtores Lucas Pereira e Guilherme Izidro. O lançamento do material ficará a cargo da gravadora Boom Media.


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Fonte: Metal Media

ELIZABETHAN WALPURGA: música inédita na compilação da Cangaço Rádio Rock


Depois de anunciar seu retorno, um dos nomes mais tradicionais do Metal Extremos de Pernambuco, o ELIZABETHAN WALPURGA, apresenta a primeira música desde seu retorno. Ela está disponível na quarta edição da coletânea organizada pela Cangaço Rádio Rock.

A música tem o título de A compilação ainda conta com grandes nomes do Metal de todos os cantos do país, como Desdominus, HellLight, [maua], Affront, Coldblood, Headhunter DC e muitos outros.

Para baixar gratuitamente o trabalho, visite: http://goo.gl/VcPQu3


O ELIZABETHAN WALPURGA recentemente anunciou o retorno às atividades após um hiato de mais de 10 anos. O grupo foi formado em 1994 com a proposta de mesclar Heavy e Black Metal a outros elementos musicais. Em 2001 lança seu primeiro EP, ‘Desire’, alcançando mais notoriedade do público de metal no nordeste e a banda faz alguns shows importantes no Recife, recebendo ótimas críticas e o título de “Dream Team” do Metal pernambucano.

Este ano o EP de estreia do grupo está sendo relançado em um Split com o LORD BLASPHEMATE pelo selo Ordo Draconian Black Label.

Para os fãs ansiosos por novo material, a banda já prepara o lançamento do novo álbum e em breve trará mais informações sobre o material.

Lembrando que o show de (re)estreia é neste domingo, dia 18 de setembro, ao lado das bandas Subinfected (celebrando 10 anos de estrada), EROC e Lei do Kaoz. O evento acontece no Burburinho, no Recife Antigo.

Todas as informações pelo link: www.facebook.com/events/296923770680925/


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Fonte: Metal Media

DARKSHIP: banda anuncia parceria com a Extreme Art Acessórios


Depois de anunciar uma grande parceira com a empresa estadunidense R.I.N.D. Entertainment, o DARKSHIP agora apresenta um outra importante parceira.

É com a renomada empresa paulista de acessórios, Extreme Art, um dos principais nomes do país quando pensamos em acessórios voltados para o público Rock e Metal. A empresa cuidará em dar um “up” no visual dos gaúchos.


Para conhecer mais sobre a Extreme Art e também visitar a loja virtual:




O DARKSHIP segue divulgando ‘We Are lost’, trabalho que conta com dez músicas. A primeira retirada do trabalho, ‘Frozen Feelings’, ganhou um videoclipe dirigido por Douglas Castilhos Coutinho.


A banda também lançou sua cerveja oficial, uma artesanal Stout Beer muito especial. O grande diferencia é o sabor de chocolate com café desenvolvido por Vagner Chies deixando um toque mais exótico e encorpado para essa Darkbeer.

Todo o merchandise oficial do grupo pode ser comprado diretamente pelo link: https://goo.gl/Fwj56n


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Fonte: Metal Media

LAION ROBERTO: guitarrista interpreta “Road to Connemara”, de Dave Weckl, em novo vídeo clipe

Guitarrista Laion Roberto interpreta “Road to Connemara” – Foto: Divulgação

O guitarrista alagoano Laion Roberto, radicado em São Paulo, lança através de vídeo no YouTube e Facebook, uma interpretação musical de “Road to Connemara”, do baterista americano de Jazz e Fusion, Dave Weckl.

“Tocar a linha melódica de outros instrumentos, neste caso o violino (fiddle), é sempre uma forma interessante de explorar melodias que foram criadas a partir de timbre/registro de um instrumento diferente do seu”, disse o guitarrista Laion Roberto.

A música faz parte do álbum “Convergence” e a interpretação foi gravada no conceituado estúdio Baeta, em São Bernardo do Campo (SP), local onde grandes profissionais também já registraram seus trabalhos.

A produção audiovisual ficou por conta da Foggy Filmes – do pianista e tecladista das bandas Noturnall, Shaman e Anie, Junior Carelli – produtora responsável pela gravação de vários artistas e de programas de renome no circuito musical paulista.

Assista o videoclipe: https://youtu.be/mzdualANyeM

Laion Roberto é um guitarrista alagoano nascido em Palmeira dos Índios e radicado em São Paulo. Fã de literatura, música e artes em geral foi na adolescência que começou a tocar violão e em pouco tempo depois passou para a guitarra. Influenciado por várias vertentes do rock, desde punk rock ao jazz rock, classic rock e heavy metal, começou a tocar em várias bandas no interior de Alagoas. Tocou em bandas e projetos de variados estilos desde rock n roll à jazz rock e soul. Começou no final da adolescência um curso de Filosofia na Universidade Federal de Alagoas, porém largou a graduação e foi estudar música em Fortaleza na Escola Musimania para depois mudar-se para São Paulo para estudar no renomado Conservatório Souza Lima e no Instituto de Música e Tecnologia.

Tocou em algumas bandas, participou de várias gravações e tocou em vários lugares célebres da cena musical paulistana. Formou-se no curso regular de guitarra no Souza Lima e estudou com vários músicos de renome como Eduardo Ardanuy, Walter Nery, Marcio Alvez, Lupa Santiago, Michel Leme, Daniel Maudonnet e muitos outros. Nos últimos tempos tem se dedicado ao seu trabalho solo, esses sendo gravados por profissionais de renome na cena musical Paulistana, e a tudo que envolve o circuito musical como aulas e estudos.

Mais informações:



Fonte: TRM Press

ALIRIO NETTO: cantor lança o vídeo clipe do Single "Retrato"

Alirio Netto lança videoclipe do single “Retrato” – Foto: Divulgação

O ator e cantor Alírio Netto (We Will Rock You, Jesus Cristo Superstar, Age of Artemis, HeavyPop, Khallice) acaba de divulgar o videoclipe do single “Retrato”, faixa de seu álbum solo “João De Deus”. A música foi gravada no Do It Estúdio, de Tito Falaschi, e teve a participação de Tiago Mineiro (piano). A composição é de Alirio Netto e Daniel Carelli e contou com a presença da atriz Livia Dabarian no vídeo.

Alirio Netto já interpretou os papeis de Jesus e Judas no musical “Jesus Cristo Superstar” e recentemente foi o protagonista do “We Will Rock You” com o personagem Galileo, musical recheado por várias clássicos do Queen. “Retrato” foi dirigido por Bruno Esteves, que trabalha com o cantor no canal 12,% e também dirigiu o videoclipe de “Hunger and Shame”, da banda Age of Artemis.

“Trabalhar com o Alirio é sempre uma satisfação. O tema da musica é muito pesado e delicado. Procuramos mostrar no clipe algo mais orgânico e pessoal do casal. A atuação da Livia foi impressionante e passou muita segurança. Isso nos ajudou a chegar no resultado desejado”, disse o diretor Bruno Esteves.

Ficha Técnica:

“Retrato”
Música: Alirio Netto e Daniel Carelli
Letra: Alirio Netto
Vídeo por Bruno Esteves
Atriz: Livia Dabarian
Foto por Pricila Tessarini
Capa e logotipo por Danilo Fachini
Piano por Tiago Mineiro
“João de Deus” conta com as participações de Felipe Andreoli, Marcelo Barbosa e Tito Falaschi
Mixagem por Tito Falaschi
Masterização por Tito Falaschi

Assista o videoclipe de “Retrato”: https://youtu.be/xmXgtgwxq0w

Mais informações:


Fonte: TRM Press