Em 27 anos de carreira os criadores do Black Metal grego,a lenda oculta VARATHRONestará pela primeira vez visitando a América do Sul, e com um único e exclusivo show na cidade de São Paulo , será o único show em toda a América do Sul e será limitado em 666 ingressos.
A abertura desse show será feita pela banda potiguar LORD BLASPHEMATE e pelas paulistas MORCROF e BLAZING CORPSE!
E chegamos ao oitavo volume da coletânea Imperative Music.
Sim, ela conseguiu vencer em um momento em que a indústria musical anda meio mal das pernas por conta dos downloads ilegais e mesmo o descaso dos fãs com bandas de gêneros mais jovens. Mas por tudo, podemos fazer um paralelo entre as coletâneas da série “Imperative Music” com a famosa “Metal Massacre” americana, clássica série de coletâneas da Metal Blade Records que lançou para o mundo bandas como METALLICA, SLAYER, ARMORED SAINT, SAVAGE GRACE e muitos outros. A diferença é que a Imperative Music buscar fazer um trabalho mais amplo, com bandas de vários países. Só do Brasil, temos cinco bandas: ELEPHANT, NUMBNESS, SPIT, MARENNA e KINGDOM STONE.
Nesta oitava versão, que tem 17 faixas (ou seja, 17 bandas) temos dois pesos pesados: de um lado, representando as vertentes mais melodiosas, temos o EPICA da Holanda com a ótima “The Essence of Life”, e do lado mais extremo, o lendário OBITUARY (dos EUA) cuspindo fogo em “Visions on my Head”, uma faixa intensa e pesada como é do costume do quinteto.
Mas não pensem vocês que esses dois são o único atrativo do disco.
Existe uma boa diversidade sonora, claro, mas graças à masterização feita no Tower Studio, na França, o produto final, em termos de sonoridade, fica bem equilibrado aos ouvidos.
Cada banda tem seu próprio valor a mostrar, e fora os pesos pesados mencionados acima, nós ainda temos um bom trabalho do KILLRAZER em “Seven Years”, o excelente Thrash Metal clássico do FALLEN FROM THE SKIES em “Change” (lembra bastante coisa do METALLICA), o GUILTY AS CHARGED com “I’ll Never” (também bem na linha do METALLICA, mas mais voltado para a época do “Black Album”, com ótimo refrão), o Thrash/Death do SPIT em “Castaway”, o Metalcore brutal do SECONDS TO END em “Castle”, o belíssimo Hard/AOR do MARENNA em “Need to Believe” (sim, o mesmo que foi votado para um grande festival na Suécia), e o peso elegante de “When I Close My Eyes” do KINGDOM STONE (uma balada, e um belíssimo Hard Rock), mas isso não desabona o trabalho musical das outras, longe disso.
Mais um belo volume, e que venha logo o volume IX!
Banda está na estrada promovendo o novo álbum "Return Of The Reaper" – foto: divulgação
A lendária banda alemã GRAVE DIGGER confirmou retorno ao Brasil este ano e sobe uma posição no ranking das atrações internacionais que mais visitam o nosso país! A Rádio & TV Corsário, produtora responsável anteriormente pela vinda de nomes como Megadeth, Europe, Anthrax, Testament, HIM, Sonata Arctica, Paul Di Anno, entre outros, confirmou apresentação para o próximo dia 3 de maio, no Carioca Club, em São Paulo.
Segundo matéria publicada pela Folha de São Paulo no ano passado, o GRAVE DIGGER estava na 6º posição com 8 turnês, 14 shows e 6 cidades no currículo, a frente de Metallica, Whitesnake e Guns N' Roses. Agora, o grupo divide o posto com o Motörhead com nove passagens pelo Brasil!
Até o momento, a turnê é a seguinte:
02/05 – Mirage – Limeira
03/05 – Carioca Club – São Paulo
06/05 – Teatro Odisseia – Rio de Janeiro
08/05 – Music Hall – Curitiba
09/05 – Sociedade Orpheu – São Leopoldo
Os ingressos para a performance na capital paulista já estão à venda através dos sites da Ticket Brasil e Clube do Ingresso. Mais informações no serviço abaixo.
Chris "Reaper" Boltendahl (vocal), Stefan Arnold (bateria), Jens Becker (baixo), Marcus Kniep (teclado) e Axel "Ironfinger" Ritt (guitarra) estão excursionando pelo mundo para promover o novo álbum "Return Of The Reaper".
Este disco, gravado no Principal Studios, em Senden (ALE), contem 12 incríveis e consistentes composições, trazendo todos os predicados para se tornar um dos principais trabalhos da vasta discografia do grupo e bater de frente com os clássicos "Heavy Metal Breakdown" (1984), "Witch Hunter" (1985) and "The Reaper" (1993).
Esse será o terceiro álbum da carreira da banda e o primeiro da história com essa proposta musical
No final de 2014 a banda paulista de death metal progressivo PSYCHOTIC EYES escreveu um novo capítulo na história do metal. A banda tinha perdido seu baterista e recebeu um convite para fazer um show importante. Como não queriam perder a oportunidade, tiveram a ideia de realizar um show acústico, sem bateria: death metal tocado com dois violões e vocais guturais!
O que parecia improvável tornou-se histórico! Nunca antes foi registrado um show de death metal acústico como o realizado pelo grupo na Galeria Olido em São Paulo. O espírito vanguardista do PSYCHOTIC EYES ganhou projeção na mídia do mundo todo.
O resultado final ficou tão bom que entrar em estúdio e registrar algumas músicas nesse formato acabou tornando-se inevitável.
"Olhos Vermelhos" foi então o título que Dimitri Brandi (vocal/violões) e Douglas Gatuso (vocal/violões) escolheram para aquele que será o terceiro álbum oficial do PSYCHOTIC EYES - mesmo sendo inteiramente acústico - e também o primeiro trabalho de death metal acústico da história!
"Olhos Vermelhos" já está sendo gravado no estúdio HBC Records em Guarulhos/SP com produção de Humberto Belozupko. O disco reunirá duas faixas inéditas, "Olhos Vermelhos" - baseado num poema de Luiz Carlos Barata Cichetto - e "Memento Mori". Também farão parte do álbum, em novos arranjos, "The Hand of Fate" - música presente no álbum de estreia do Psychotic Eyes autointitulado - além de "Life" e "Dying Grief", ambas do segundo álbum de estúdio, "I Only Smile Behind The Mask" (2011).
"As gravações estão sensacionais, o material vai ficar fantástico", diz eufórico Dimitri Brandi. "Só estão demorando mais do que o previsto, pois gravar death metal no violão está se mostrando uma tarefa muito mais difícil do que o esperado. Como o violão é um instrumento acústico, tudo o que fazemos é captado pelo microfone. Um guitarrista e um baixista acostumados a "descer o braço" nas cordas apanham um pouco, pois produzimos muitos ruídos cavernosos que não soam bem na gravação. Isso tem feito o processo demorar um pouco mais do que seria uma gravação com instrumentos elétricos, mas o resultado está ficando surpreendente".
"Olhos Vermelhos" do PSYCHOTIC EYES será lançado em Junho. Detalhes sobre formatos e plataformas de distribuição serão divulgados em breve.
Banda se apresentará em São Paulo e Curitiba – foto: Herivelton Jow Head
Dando sequencia a turnê promocional do aclamado novo álbum “Tameless”, o PAURA, um dos nomes mais respeitados do hardcore sul-americano, acaba de confirmar dois importantes shows para divulgação deste trabalho, que recentemente foi considerado um dos melhores discos lançados em 2014, segundo a imprensa especializada.
Fabio Prandini (vocal), Rogério FR (guitarra), Claudinei Ferreira (guitarra), Paulo Demutti (baixo) e João Limeira (bateria) terão o privilégio de acompanhar a nova passagem das bandas norte-americanas Sick of it All e Stick to your Guns pelo Brasil.
Os shows acontecem em São Paulo (14/03 – Clash Club) e Curitiba (15/03 – Music Hall). Os ingressos para as exibições em ambas as capitais já estão à venda. Mais informações no serviço abaixo.
No repertório, além das novas composições, o quinteto brasileiro promete agitar a galera executando clássicos como “Reverse The Flow”, “No Hard Feelings!? Fuck You!”, “Bull Control”, entre outras.
Ao longo de diversas turnês pela América do Sul e Europa, a máquina do medo está ainda mais forte e devastadora. O PAURA detém 19 respeitados anos de carreira e se destacou devido a grandes performances e bons discos lançados como “First Release” (1996), “Reflex of Difference” (1998), “The Myth is Dead” (2003) e “YouKillUsWeOverCome” (2005). Todos os CDs estão disponíveis para audição gratuita em https://www.youtube.com/paura3rdworld.
– The Dead Daisies, Krisiun, Korzus, Confronto, Claustrofobia, Alirio Netto (ator/cantor Age of Artemis), Paura, Lacerated And Carbonized e Hugin Munin
– T4F, 8X8 Live, Rádio & TV Corsário, Agência Sob Controle e CP Management.
A banda de death metal METACROSE estará se apresentando na próxima segunda-feira, 16 de fevereiro, no conceituado festival baiano "Palco do Rock", o evento que será realizado na Praia de Jardim de Alah, em Salvador na Bahia terá como tema o "Orgulho Nordestino", em sua respectiva vigésima primeira edição o evento terá quatro dias de duração, de 14 a 17 de fevereiro no festival se apresentará diversas bandas de rock´n´roll e heavy metal de vários estados brasileiros.
A apresentação da banda METACROSE se iniciará após as 22:00 horas, o dia 16 de fevereiro será o penúltimo dia do festival e com início das demais atrações à partir das 18:00 horas.
A METACROSE estará promovendo neste evento o aclamado álbum "Interrorgate", cujo registro foi lançado em 2014 e continua recebendo criticas positivas na mídia especializada. O álbum conta com participações especiais do guitarrista Marcus Siepen (Blind Guardian), Nívea Maria Santos (flauta) e Thomaz Rodrigues (violoncelo) e fechando a lista de convidados especiais com outra grande lenda do entretenimento, o cineasta José Mojica Marins, mais conhecido como Zé do Caixão.
Metacrose – How Can I Know Who I Am?
Serviço:
21ª edição Palco do Rock - 14 a 17 de fevereiro de 2015
O novo videoclipe do grupo gaúcho MACHINARIA tem sido bem recebido pelos fãs e imprensa por todo o Brasil. Após o seu lançamento oficial no canal da banda no Youtube, o videoclipe de "Holy Office" enfim chegou aos canais de TV.
O clipe será veiculado no maior programa televisivo de heavy metal no Brasil, o Stay Heavy, e será exibido pela Rede NGT, TV Aberta e Play TV. Confira à seguir os horários do programa e suas reapresentações:
15/02 (20:30) – Rede NGT
17/02 (00:00) – TV Aberta
19/02 (23:00) – PlayTV
21/02 (11:30) – TV Aberta (reprise)
21/02 (14:30 e 23:00) - Play TV (reprise)
22/02 (06:00) - Play TV (reprise)
25/02 (14:30) - Play TV (reprise)
26/02 (06:00) - Play TV (reprise)
SERVIÇO PROGRAMA STAY HEAVY
O Stay Heavy é exibido por mais de 40 emissoras espalhadas pelo Brasil. Veja como assistir!
Canal aberto: todo domingo às 20h30 na Rede NGT. Assista em São Paulo e região metropolitana pelo canal 48 UHF (analógico), 47 UHF (digital) e também no canal 348 da SKY Digital; e no Rio de Janeiro pelo canal 26 UHF (analógico), 45 UHF (digital), 17 da NET e 14 da Oi TV; além do 47 UHF Digital via web e celular! A Rede NGT está presente também em outras cidades do Brasil. Veja como sintonizar o canal e assista à transmissão online da programação em www.redengt.com.br.
TV por assinatura: São Paulo (capital) - toda terça-feira à meia noite com reprise aos sábados às 11h30 na emissora TV Aberta São Paulo no Canal 9 NET, Canal 72 e 99 TVA e Canal 186 TVA Digital. O canal também exibe sua programação online em www.tvaberta.tv.br/pages/webtv.
PlayTV: Interferência Stay Heavy – Inédito: quinta-feira às 23h00; Reprises: sábado às 14h30 e 23h00, domingo às 06h00, quarta-feira às 14h30, e quinta-feira às 06h00. A programação é transmitida nas frequências: 122 da NET, 181 da SKY, 16 da Vivo TV, 118 da ClaroTV, 430 no DTH da OiTV e 30 da OiTV, e 86 da GVT, além de outras operadoras (confira a lista completa de canais em:
O MACHINARIA segue com a agenda aberta para 2015 e os produtores interessados em levar a banda para a sua cidade devem entrar em contato através do email contato@machinaria.com.br.
O primeiro clipe de Daniele Krauz foi lançado oficialmente, se trata da faixa Divine do Ep "Insight", lançado em 2014 de forma independente pela própria artista. Em 2015 a previsão é que o material sai em formato físico, para agraciar os fãs de Heavy Metal com vocais femininos e presença marcante de Daniele Krauz.
A direção é comandada por Ricardo Küster e Cris Pawlowski Küster, uma produção da empresa Produza, e com o áudio tratado pelo Heaven Studio. As cenas foram gravadas pela atriz convidada Ellen Karolynne, que desempenhou com maestria todas partes inclusas na filmagem. Os músicos convidados Alexandre Leocádio, Rafael Pelete e Edu Verissimo completam o time nesta primeira produção de vídeo clipe da cantora.
Nascida em Guarapuava, Paraná, Daniele Krauz traz uma bagagem de influências que vão do MPB ao Metal. Seu mais recente trabalho, o EP “Insight”, apresenta quatro composições que fazem uma mistura homogênea entre Metal Progressivo, Gothic, Power e Melódico, tudo atrelado à melodias marcantes. Daniele Krauz é cantora profissional desde 2006, compositora e professora de canto, com graduação em História e especialização em Língua Inglesa e Educação Superior. É proprietária da escola Essencial Ensino, que conta com cursos de Inglês, Espanhol, além de aulas de técnica vocal e instrumentos.
Daniele Krauz gravou as músicas no Estúdio Heaven Kuster entre 15 de Julho a 15 de Agosto de 2014, convidou músicos talentosos para participar de seu projeto em estúdio, porém para shows a configuração vem mudando, pois manter o ritmo e pegada para 2015, irá precisar de músicos dedicados à carreira, espera que em breve a formação seja estabilizada.
O renomado festival baiano Palco do Rock que ha 21 anos faz parte do calendário cultural de Salvador apresentará neste ano de 2015 trinta e quatro atrações das mais variadas cidades e estados brasileiros. O festival será realizado entre os dias 14 e 17 de fevereiro na Praia de Jardim de Alah, o evento em todos os seus dias de atividade contará com boa estrutura de palco, som e iluminação e terá o apoio e segurança da polícia militar da Bahia e da prefeitura municipal de Salvador.
O evento além das atrações musicais terá este ano como tema, "brasileiro filho do nordeste sou cabra da peste". Através do tema o festival visa contar a história desta terra e de seus filhos sob a ótica moderna e orgulhosa de ser nordestino, tendo como enredo uma concepção nada convencional ao imaginar as guitarras do rock unidas aos costumes e culturas literárias do sertão.
Nesta edição do Palco do Rock 2015 haverá um grande sarau que irá ovacionar grandes nomes como: Graciliano Ramos, Gregório de Matos, Jorge Amado, Jose de Alencar dentre os que nos deixaram este ano, o grande Ariano Suassuna, nascido na Paraíba tinha a defesa do nordeste como uma das marcas da sua trajetória de vida. Assim como João Ubaldo Ribeiro, baiano, nascido na Ilha de Itaparica, mais uma figura importante e imponente da literatura brasileira, todas estas importantes celebridades da cultura nacional serão lembrados no festival por seus feitos realizados.
Serviço:
Festival Palco do Rock - 14 a 17 de fevereiro de 2015.
14 de fevereiro - Randez Vouxxx (Bahia), Paulinho Oliveira (Bahia), Human (Bahia), Circo de Marvin (Bahia), Behavior (Bahia), Norfist (Bahia), Veuliah (Bahia), Rhenoda (Rio Grande do Norte), Not Names (Bahia).
15 de fevereiro - Distruito 87 (Bahia), Rock Escola (Bahia), Instinto Secreto (Bahia), Portal (Bahia), Guga Canibal (Bahia), Aneurose (Minas Gerais), Statik Majik (Rio de Janeiro), A Célula (Bahia).
16 de fevereiro - Duppy (Bahia), Os Tios (Bahia), Pancreas (Bahia), Keter (Bahia), Lohan (Bahia), Metacrose (Paraíba), Warcursed (Paraíba), Armahda (São Paulo), Quinto dos Infernos (Bahia).
17 de fevereiro - Foda-se Cia e ILTDA (Bahia), Nana de Deus e os Censurados (Bahia), Jato Invisível (Bahia), Batrákia (Bahia), Pastel de Miolos (Bahia), Hate Embrace (Pernambuco), Motricia (Bahia), Overdose Alcoólica (Bahia).
A programação completa pode ser visualizada no link abaixo:
O baterista paulista, Caio Gaona lançou nesta semana o vídeo do trailer do filma “Interstellar”.
O vídeo contém a mescla de cenas do filme e de Caio no estúdio. Então se você é fã de astronomia e ficção científica, não deixe de assistir o vídeo.
Confira no link abaixo:
Em tempo: O projeto Geek Batera nasceu do amor e da dedicação que o músico Caio Gaona tem por conteúdos geeks como: quadrinhos, filmes, desenhos, games, animes e séries, aliado ao seu trabalho que é tocar bateria. Desta maneira, criou arranjos e compôs linhas de bateria que se encaixassem em ritmos e melódicos da música.
Conservadorismo aliado a alguns radicalismos enraizados em nossa cultura faz de fato, que certos assuntos incomodem a maioria mesmo que inconscientemente. Este é o caso da música “Estúpido e Podre Homem Branco Cristão” do BRUTAL MORTICÍNIO, que gerou muita controvérsia no meio underground e social, por sua letra que retrata a resistência indígena ao modelo cristão de dominar terras que não são suas.
Originalmente “Estúpido e Podre Homem Branco Cristão” pertence ao primeiro disco do BM, “Despertar dos Chacais... O Outono dos Povos”, mas devido nossa sociedade andar cada vez mais retrocessa, a banda decidiu regrava-la em seu novo disco “Obsessores Espíritos Das Florestas Austrais”, pois soa atual e controversa aos padrões dos dias de hoje.
Porém é uma letra que retrata esse quesito conservador, que para muitos foi visto de um jeito errado, como explica o vocalista/guitarrista Tormento:
“A composição em si fala sobre a dominação cristão/européia/capitalista sobre os territórios americanos e suas contradições. O branco cristão não vê as pessoas de outras culturas como seus semelhantes, para ele a terra, os animais e as próprias pessoas são objetos de consumo. O padrão imposto pelos conquistadores ainda impera sobre as nossas terras, fazendo com que pareça ridícula e improvável qualquer forma de resistência seja ela político, social ou cultural.”
Sendo assim muitos conservadores foram contra o que a letra retrata, pois nada mais é que a dura realidade, que tanto os índios como a natureza sofreram e sofrem por essa dominação descontrolada, sem podermos ter reação, sendo em muitos casos se adequar a este modo imundo de viver.
Tormento complementa que:
“A imbecilidade impera e os objetos de consumo ou as religiões tentam cada vez mais suprir as carências dessas vidas profundamente desvitalizadas.
O caso mais bizarro, no meu ponto de vista, não é a sociedade consumista ou os religiosos que apenas seguem como uma manada sem se questionar. Tenho visto uma juventude absurdamente burra e despolitizada ultimamente, reproduzindo conservadorismo e cada vez mais querendo se adequar ao modelo cristão capitalista, digo mesmo entre os ditos "bangers" reproduz-se essa mentalidade apolítica e boçal, cerrando fileiras com os evangélicos, por mais absurdo que isso possa parecer!
Acredito que o som infelizmente se renove, pois ele é triste e transversalmente trata de nossa sociedade e do underground que cada dia está menos underground, por isso o regravamos em nosso novo trabalho, pois reproduz a mentalidade do maisntream, cristão e hipócrita.”
Ouça “Estúpido e Podre Homem Branco Cristão” no link a seguir e opine se você é contra ou a favor:
Após lançar em 2014 o primeiro e excelente EP "Queen Of All Lies", a banda ADDICTED TO PAIN vem colhendo os frutos perante o público brasileiro. Com votação expressiva entre os leitores da revista Roadie Crew, os integrantes Fábio Carito (baixo), Thiago Oliveira (guitarras) e Marcus Dotta (bateria), figuraram entre os melhores em seus respectivos instrumentos.
"Foi uma honra quando peguei a revista para ler e vi que meus amigos ganharam posições de destaque na revista. O melhor de tudo é que foram os leitores que votaram, ou seja, os nossos fãs ajudaram bastante nisso. Fico feliz e prevejo bons ventos para a ADDICTED TO PAIN no futuro", disse o vocalista João Paulo Pretti.
Veja o resultado e posição da ADDICTED TO PAIN na Roadie Crew:
Melhor Guitarrista Nacional
5º lugar – Thiago Oliveira (Addicted to Pain)
Melhor Baixista Nacional
10º lugar – Fábio Carito (Addicted to Pain)
Melhor Baterista Nacional
5º lugar – Marcos Dotta (Addicted to Pain)
Veja videoclipe de "The Kings Never Die":
A banda segue divulgando o EP "Queen Of All Lies" na imprensa especializada e se preparando para futuros shows. O trabalho foi produzido produtores Brendan Duffey e Adriano Daga (Malta) no Norcal Studios, em São Paulo (SP). Para comprar o disco basta entrar nas lojas virtuais iTunes, Livraria Cultura, Die Hard Records e Hunter Records!
O Rio Grande do Sul é uma terra extremamente fértil em termos de Rock, como o livro "Tá no Sangue – A História do Rock Pesado Gaúcho" atesta. LEVIAETHAN, ASTAROTH, KRISIUN, SYMPHONY DRAKONIS e outras excelentes bandas surgem neste celeiro musical há anos. E um dos nomes mais fortes da cena gaúcha é do excelente quarteto SUPERSONIC BREWER, de Bento Gonçalves.
Formado por músicos experientes e com várias influências musicais diferentes, o que ouvimos em "Overthrow the Bastards", disco mais recente da banda, é uma aula de agressividade com feeling bem peculiar.
Aproveitando o momento, e agradecendo a MS Metal Press por intermediar o contato, fomos bater um papo com o quarteto e conhecer um pouco de sua história e planos.
BD: Antes de tudo, quero agradecer de coração pela entrevista. Conte um pouco a história da banda para nós, e uma das coisas que primeiro chama a atenção no grupo é seu nome. Como foi que a idéia para ele surgiu? Uma idéia bem particular minha é que ele me lembra alguma coisa ligada ao trabalho do BLACK LABEL SOCIETY...
Vini: Nós que agradecemos pelo espaço concedido Marcos, sobre a pequena história da banda o Rodrigo contará melhor.
Rodrigo: Putz, eu nem me lembro direito, hehehehehe... Mas foi algo do tipo, que depois de tentar montar várias e várias bandas e conhecer vários caras, nenhum queria levar a serio, apenas encher a cara e pegar menininhas, mas a parte das menininhas não rolava, hehehehe... Até conseguir montar a banda que estamos hoje. Foi algo por ai.... E o nome teve sim uma pequena dose de influencia do BLS.
BD: Em 2010, vocês lançaram "Broken Bones" de maneira totalmente independente, e seguraram a barra de gravar e mixar o disco sozinhos. Por que preferiram tomar as rédeas sozinhos na época, e esta experiência tem algum reflexo no trabalho de vocês nos dias de hoje?
Vini: Esse sim podemos dizer que foi totalmente independente, criamos, produzimos, gravamos, fizemos o mix e masterizamos. Tomamos essa decisão, pois na época para nós era a opção mais coerente a se tomar, não nos arrependemos de jeito nenhum de nossa escolha e essa grande experiência refletiu em todos os sentidos nos próximos discos.
BD: Ainda falando de "Broken Bones", como foi a recepção deles pelos fãs? Chegaram a ter algum feedback de outras regiões do Brasil, ou mesmo do exterior? E como foram os shows de divulgação?
Vini: Não houve tanta divulgação como estamos tendo agora com nosso lançamento do "Overthrow the Bastard" pela MS Metal Agency, mas digamos que atingiu proporções grandes pela pouca divulgação que fizemos, de todas partes do Brasil e também de alguns países estrangeiros, mas como toda banda tem um cartão de visitas, posso dizer que o nosso é o "Overthrow the Bastard", nosso segundo disco, pela divulgação e distribuição que esta tendo.
Rodrigo: Exato, e um dos motivos que estamos regravando o "Broken Bones" e lançando em formato de EP via Ms Metal Records é pelo fato que todo mundo acha que nosso primeiro disco é o "Overthrow the Bastard", estamos querendo mostrar para o pessoal que estamos na estrada já faz algum tempo e esse lançamento será muito legal, contará com 5 faixas do "Broken Bones", uma música inédita e um cover para o Led Zeppelin.
BD: Bem, já avançando para tempos mais atuais, "Overthrow the Bastards" já representa um passo adiante. Como foi o processo de composição? Existe uma idéia mais explícita por trás do título e capa do CD que poderiam nos contar?
Vini: Não existe nenhuma explicação obscura por trás do titulo e da capa, a ideia é aquilo e terminou, mas cada um acaba tendo seu ponto de vista particular e isso que é o mais legal em uma música, você tem uma perspectiva e eu tenho outra totalmente diferente, e isso apenas a música pode fazer.
Rodrigo: A gente apenas mostrou o que estávamos sentindo em um determinado momento, e se tu chegar a ver a época que estávamos compondo e gravando vai ver que era um momento difícil de nosso Brasil e o mundo, não que isso esteja melhor, mas tudo acaba influenciando em uma canção.
BD: Ainda sobre "Overthrow the Bastards", é sensível que existem muitas influências musicais distintas no CD, mas ao mesmo tempo, elas não dão aquela impressão de uma banda que atira para todos os lados. Longe disso, é bem conciso o trabalho de vocês. Não chega a ser difícil associar tantas influências musicais ao mesmo tempo? Tudo bem que em bandas, o processo de composição tende a ser sempre democrático, ou seja, se bobear, um agarra no pescoço do outro (risos).
Vini: Hehehehe... Não, de jeito nenhum, o negócio flui mesmo, não existe essa história de fazermos uma música Thrash, outra Heavy e outra mais light estilo Southern, simplesmente vai rolando, se a música merece um andamento mais rápido, ela terá, caso contrário será do jeito que soe melhor para nós. Quando criamos algum riff ou música, nos botamos no lugar do ouvinte, pensando o que gostaríamos de ouvir se caso fosse outra banda tocando aquilo.
BD: Outra característica interessante do som de vocês é que ele foge um pouco à invasão Old School que temos no Brasil no momento. Não que seja ruim, longe disso, mas muita gente tentar refazer o que já foi feito e mesmo esgotado, enquanto vocês estão buscando ter uma personalidade mais própria, e mesmo uma "vibe" do Southern Rock americano. Não chega a ser um fator que dificulte a aceitação de vocês por um público maior por aqui? Ou no RS, essa tendência "anos 80" tem menor impacto que em outras regiões?
Vini: Não vejo por esse lado, como um fator que dificulta nossa aceitação, pois me parece que esta acontecendo ao contrário.
Rodrigo: Cara, é o seguinte: cada um de nós tem suas influências particulares e algumas como um todo. Nossas musicas refletem tudo isso junto, então, dane-se o Old School, o que estamos fazendo é o nosso próprio som sem nos vendermos para a mídia.
BD: Ainda falando da cena gaúcha, vocês são de uma terra que já deu ótimos nomes ao Brasil, como REBAELLIUN, KRISIUN, ASTAROTH, LEVIAETHAN e tantos outros nomes na música pesada. Como é a cena daí, e quais as maiores dificuldades que vocês sentem em atingir outras regiões do país? Este autor conheceu o RS em 2011, e sentiu uma forte aura roqueira, especialmente em Santa Maria... Parece ser quase uma herança do povo gaúcho (e uma bela herança, diga-se de passagem).
Vini: A cena local está crescendo e evoluindo em todos os aspectos, bandas, produtores, locais de shows, etc... Uma das grandes dificuldades que estamos tendo para tocar fora do RS é o alto custo das despesas que tem para uma viagem.
Rodrigo: Essa terra é uma terra de muita batalha e é o que estamos fazendo como muitas bandas que estão no mesmo barco que nós. E graças a essa grande mídia que temos no nosso país, que só divulga lixo, faz com que bandas como a nossa e as citadas acima se fodam para conseguir alguma coisa, mas ainda temos os guerreiros das mídias especializadas que nos apoiam e fazem a cena metal ficar cada vez mais forte.
BD: "Overthrow the Bastards" tem um vídeo oficial de divulgação em "End Times" e dois lyric vídeos, um para a própria "Overthrow the Bastards" e outro para "Broken Line". Como surgiu a idéia para eles, e como foram escolhidas justamente estas músicas? E me permitam elogiar: o trabalho visual de "Overthrow the Bastards" e "End Times" ficou muito bom.
Vini: Tudo graças ao Ernani. Tínhamos pensado em "Vatican’s Downfall" para o clip, por ser uma música “porrada”, mas Ernani chegou com a ideia visual de "End Times", então fechou todas!
Rodrigo: E antes de "End Times", lançamos "Overthrow the Bastard", uma música que em nossa opinião representa o álbum musicalmente falando.
BD: Em março próximo, "Overthrow the Bastards" completará um ano de lançamento, então, como foi a recepção de público e crítica especializada? Conseguiram atingir a meta que tinham? E mesmo em tão pouco tempo, já existem planos para um sucessor do CD?
Vini: Podemos dizer que sim, que estamos satisfeitos pelo resultado tanto com o público quanto a mídia especializada, pois para muitos, esse representa nosso cartão de visita.
Rodrigo: E esse é um dos motivos que estamos preparando um novo EP, com regravações do nosso primeiro disco, e iremos lançar ainda no primeiro semestre desse ano, e também já estamos preparando algumas musicas para o terceiro full-lenght, que planejamos lançar em 2016.
BD: Bem, ora de criar um pouco de polêmica: como todas as bandas que possuem discos lançados, o SUPERSONIC BREWER deve ter sofrido com os downloads ilegais. Qual é o ponto de vista de vocês sobre o assunto? E quais seriam as melhores formas de lidar com o problema?
Vini: Pra mim não existe mais controle no download ilegal e acho que irá demorar muito para ter algum tipo de controle. Temos que conviver e aproveitar ao máximo esse mundo online a nosso favor. Semanas atrás achei uns sites russos com nosso último disco para download, achei fantástico! Iriamos demorar muito para alcançar algum público na Rússia e países vizinhos a ela sem o apoio de uma grande gravadora.
BD: E shows? Como andam os shows desde que "Overthrow the Bastards" foi lançado? Já existem possibilidades para algo no Sudeste, Nordeste e outros estados fora do Sul? E algum contato do exterior para licenciamento do CD por lá?
Rodrigo: Pouquíssimos. Estamos em contato com alguns produtores, mas para Sudeste e Nordeste no momento é difícil, mas para alguns estados próximos estamos em negociação, e estamos indo atrás para licenciar nosso CD no exterior.
BD: Bem, vamos encerrando por aqui, e gostaria de mais uma vez agradecer pela entrevista. Por favor, deixe sua mensagem aos nossos leitores e seus fãs. E quando eu retornar ao RS, espero poder tomar um bom chimarrão com vocês (risos).
Vini: Churrasco e bom chimarrão!! Hehehehehee.... Nós quem agradecemos pelo espaço concedido.
Rodrigo: Mantenham o metal como religião, pois essa máquina não pode parar!!
Banda de Heavy Metal será headliner em uma das noites da edição de 2015, no Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, 11 de fevereiro de 2014 - A primeira atração de heavy metal acaba de ser confirmada para a edição brasileira do Rock in Rio 2015. A banda SLIPKNOT será a atração principal de uma das noites do festival, que acontece na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, nos dias 18, 19, 20, 24, 25, 26 e 27 de setembro. O grupo já se apresentou na edição de Lisboa, em 2004, e no Rio de Janeiro, em 2011.
O SLIPKNOT estourou em 1999, com seu estilo único de rock pesado e, desde então, já vendeu mais de 14 milhões de álbuns em todo o mundo. Os álbuns de estúdio incluem o disco homônimo (1999), "Iowa" (2001); "Vol. 3 The Subliminal Verses" (2004); "All Hope is Gone" (2008); e ".5: The Gray Chapter" (2014), cujas vendas renderam 40 discos de ouro e 11 discos de platina ao redor do mundo.
De criatividade feroz e popularidade crescente, o SLIPKNOT foi uma das bandas mais pedidas pelos fãs na edição do festival em 2011. Tal como acontece com sua música, as máscaras e uniformes emblemáticos do SLIPKNOT também evoluíram ao longo do tempo, e os membros Sid Wilson (nº 0, DJ), Chris Fehn (nº 3, percussão, backing vocals), James Root (nº 4, guitarra), Craig "133" Jones (nº 5, sample e teclado), Shawn "Clown" Crahan (nº 6, percussão, backing vocal), Mick Thomson (nº 7, guitarra) e Corey Taylor (nº 8, vocais) agora representam um exemplo intransigente do melhor do rock pesado moderno.
Já estão confirmados para a edição brasileira do Rock in Katy Perry, A-Ha, System Of A Down e Queens of the Stone Age, no Palco Mundo. Para o Palco Sunset, a organização do festival já anunciou o músico de R&B John Legend.
Sobre o Rock in Rio
Com 30 anos de história, o Rock in Rio é o maior evento de música e entretenimento do mundo por uma série de razões. Das quatorze edições anteriores, cinco ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011 e 2013), seis em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012 e 2014) e três na Espanha (2008, 2010 e 2012). Em 2015, o Rock in Rio acontecerá em Las Vegas, EUA, em maio, pela primeira vez. Em setembro, a sexta edição no Brasil acontecerá na Cidade do Rock.
Combinando todas as edições já realizadas, mais de 7,5 milhões de pessoas já participaram do evento. Outro número que não para de crescer é o das redes sociais, nas quais o Rock in Rio está quebrando recordes com mais de 11 milhões de seguidores. Em termos de atrações, somando-se as edições brasileiras, portuguesas e espanholas, mais de 1.274 atrações musicais se apresentaram nos palcos do Rock in Rio, com um total de 1.200 horas de música, com transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores em todo o mundo, pela TV e Internet.
Ao longo dos anos, mais de US$ 530 milhões foram investidos na marca. Além disso, mais de US$ 23,2 milhões foram investidos em projetos sociais e ambientais. Mais do que os índices de audiência e de investimentos significativos, o Rock in Rio tem ajudado na economia dos lugares visitados: mais de 148 mil postos de trabalho foram gerados ao longo dos últimos 29 anos. Na Espanha, o festival é top of mind, superando a concorrência da Fórmula 1. Na edição de 2013, 46% da platéia do Rock in Rio era de fora do estado do Rio de Janeiro. O impacto econômico da edição de 2013 na cidade, publicado pela Riotur, foi de R$ 1 bilhão, e as taxas de ocupação de hotéis eram de cerca de 90% no período.