26 de mai. de 2013

Red Front - Memories of War (CD)

Independente - Nacional
Nota 8,5

Por Marcos Garcia


Sinceramente, falar do Metal nacional é prazeiroso. Esta terra, em termos de Metal, tudo dá, já que a diversidade do cenário brazuca é enorme, gerando bandas que vão do Hard Pop ao mais brutal Black-Death, quase sempre com boa pegada. E mais um nome forte em termos de Metal brazuca é, sem sombra de dúvidas, o quinteto paulista RED FRONT, um rupo que se especializou em fazer um Thrash/Crossover extremamente bruto e agressivo de fazer qualquer detrator do Metal sair correndo de medo, especialmente pelo trabalho que vemos em 'Memories of War', seu primeiro CD.

Óbvio que a anda apresenta uma boa técnica em músicas ótimas, mas estes caras são de uma brutalidade e agressividade ímpar em se tratando de fazer Metal, mas sem abrir mão da qualidade de seu produto final. É uma autêntica avalanche de vocais que vão do gutural ao rasgado sem medo e pudores, guitarras em bases chapantes e solos bem feitos, baixo e bateria preocupados em manter os andamentos coesos e firmes, mas sem abrir mão de um trabalho técnico muito bom, logo, isso resulta em uma música corrosiva e de bom gosto, mas de letras ácidas.

A produção, feita ao longo de 2009 pelo próprio grupo em seu home studio, deixou a música deles intensa e com uma agressividade forte e pujante, mas sem abrir mão de qualidade no tocante à limpeza sonora, embora pareça levemente 'esfumaçada', mas o que deixa este trabalho ainda mais cativante.  A parte gráfica lembra bastante um diário de guerra, com as letras em forma de anotações em folhas de cadernos, como em um report do que está acontecendo no front de uma guerra.

Quando o disco começa a tocar, salta os olhos a maturidade musical do grupo, pois a banda mostra um nível de composições bem alto, com destaques para as músicas 'Memories of War', onde o ritmo rápido e energético leva ao "headbanging" intenso sem esforços, com ótimos vocais e bases de guitarra extremamente densas e chapantes; a mais cadenciada 'Disaster', com ótimo trabalho de bateria e baixo, com uma base rítmica sólida; a trinca-coturnos 'Institutions Down'; a rápida e extremamente pogante 'Just a Game'; a mais cadenciada e agressiva 'Circle of Hate', que é intensa e abrasiva, especialmente pelos berros insanos que transpiram o conteúdo lírico da música; a ganchuda 'Get out Here'; a azeda e ultra-cadenciada 'Self Flagellation', onde as guitarras e baixo dão mostras de sua técnica; e 'Metalsplash', uma paulada rascante, com ótimo trabalho da bateria, tendo a participação especial de Heros Trench, Marcelo Pompeu e Antonio Araújo (do KORZUS) nos backing vocals. E como se não fosse muito, ainda temos o vídeo clipe para a faixa 'Circle of Hate'. E para os fãs de downloads, não precisam ficar procurando por aí em fontes ilegais: o quinteto liberou 'Memories of War' para download gratuito legal aqui.

Um disco honesto e raivoso, e que a banda, que no momento está passando por mudanças em sua formação, não esmoreça e retorne logo com sua música intensa e de bom gosto.



Tracklist:

01. Welcome to Chaos
02. Memories of War
03. Disaster
04. Killer 
05. Institutions Down
06. Just a Game
07. Circle of Hate
08. Get out Here
09. Self Flagellation
10. Born to Death
11. Metalsplash (Bonus)
12. Circle of Hate (Video Clip Bônus)  


Formação:

Leo - Vocais
Oscar - Guitarras
Marcelo - Guitarras
Marq - Baixo
Braddock - Bateria



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Malnàtt - Principia Discordia (CD)

Bakerteam Records - Importado
Nota 9,5/10

Por Marcos Garcia

Tem dias em que tudo concorre para ouvirmos bandas boas, e uma grata revelação é o trabalho do ótimo quarteto italiano MALNÀTT, vindo da Bolonha, que nos presentea com este ótimo disco, 'Principia Discordia', que foi lançado no apagar das luzes de 2012.

O grupo faz um mix inteligente e bem equilibrado de Black Metal e Melodic Death Metal, que é técnico, bem feito, mas agressivo e bruto, e que realmente é bem diferente do que anda saindo por aí. E vale citar que as letras do grupo são cantadas em italiano, sua língua pátria. Vocais guturais urrados na maior parte, mas com a presença de rasgados e belas intervenções de vocais femininos aqui e ali, guitarras com riffs ótimos e contagiantes, baixo e bateria formando uma unidade, e mantendo peso e técnica o tempo todo. Resultado: uma música bruta e destruidora de pescoços, mas de bom gosto e bem feita.

A produção do disco foi feita por Simone Mularoni, que também cuida de toda engenharia sonora (gravação, mixagem, masterização), logo, a sonoridade que fui do CD é pesada, intensa e bruta, mas sempre limpa em um nível satisfatório, deixando a música da banda bem clara. A arte do CD, por sua vez, é interessante e feita sob medida do que ouviremos.

E quando começa a tocar, saiam da frente, pois o trabalho desses quatro é realmente supreendente, mantendo um alto nível de composição o tempo todo, fazendo o CD um disco ótimo. Destaques para 'Manifesto Nichilista', uma faixa que começa direta e bruta, com bumbos duplos aqui e ali, mas logo começam mudanças de andamento ótimas, e elementos novos surgem;  a ótima e complexa 'L'Amor Sen Va', onde logo no início o baixo mostra sua técnica quase jazzística, em uma faixa trabalhada e com andamento moderado e algumas passagens complexas à lá SABBATH dos anos 70, devido à presença do bom e velho Hammond; a brutal e opressiva 'Iper Pagano', com bumbos duplos fantásticos e vocais ótimos; a excelente 'Nel Dì dei Morti', com ótimos riffs e cozinha mostrando uma diversidade técnica acima da média; a pesada e não tão veloz 'Don Matteo'; a fantástica 'Ave Discordia', outra cheia de momentos empolgantes e vocais que transitam entre rasgado, gutural e limpos; e a riquíssima 'Ulver Nostalgia', com belos vocais limpos masculinos e femininos em contraposto. 

Discão, e o MALNÀTT merece ganhar maior expressão, bem como merece uma conferida carinhosa e o investimento. Grazie per un grande CD!

Ah, sim: agradecimentos pela dica ao amigo Ricardo Batalha.


Tracklist:

01. Manifesto Nichilista
02. L'Amor Sen Va
03. Il Canto dell'Odio
04. Iper Pagano
05. Intramezzo Erisiano
06. Nel Dì dei Morti
07. Don Matteo
08. Ave Discordia
09. Ho Sceso Dandoti il Braccio
10. Ulver Nostalgia
11. Il Sentiero dei Nidi di Ragnarok


Formação:

Porz - Vocals
Bigat - Guitarras
Aldamera - Baixo
Lerd - Bateria
Sara Pistone - Vocais  femininos em 'Ulver Nostalgia' (convidada)
Simone Mularoni - Teclados em 'L'Amor Sen Va' (convidado)


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Satan's Wrath - Galloping Blasphemy (CD)

Metal Blade Records - Importado
Nota 6,5

Por Marcos Garcia

Quando se fala em Black-Thrash Metal, a primeira concepção que temos é um híbrido de ambos os estilos, musicalmente falando, mas há casos que realmente fogem à esta idéia, como é o caso do SATAN'S WRATH, grupo grego que mostra a cara em seu primeiro Full Length, 'Galloping Blasphemy'.

O grupo preferiu usar um estilo musical que é uma mistura de elementos do Thrash-Death lá da primeira metal dos anos 80 com letras satânicas, que é muito legal, mas há momentos em que a banda apenas repete clichês já exauridos sem soprar vida própria na música que fazem. É legal, cheio de energia e bastante empolgante, mas não chega a ser algo impecável. Vocais 'from the depths', trabalho de guitarras fantástico (usando e abusando de melodias, muitas vezes remetendo diretamente a MERCYFUL FATE nos solos e algumas bases), baixo e bateria pesados e técnicos na medida certa. A música, como dito acima, é boa, mas ainda precisa de um 'boost' de vida própria.

A produção do trabalho buscou dar limpeza e energia ao som do grupo, que ficou muito claro e limpo, mas ao mesmo tempo pesado e com energia. Está bem cuidada e em um nível acima da média. Já a produção visual realmente remete aos aspectos anos 80 do som da banda, apenas trazendo o logo do grupo na capa. É óbvio que é intencional e rebusca algo, mas poderiam fazer algo um pouco mais trabalhado.

Sonoramente, esta dupla realmente é aplicada e resgata aspectos sonoros fortes e interessantes dos anos 80, e há momentos sublimes aqui e ali, mas outros em que a clicherama é óbvia demais.

Há ótimas faixas, como a excelente 'Leonard Rising - Night of the Whip', com guitarras ótimas em bases e duetos de solos belíssimos, o trabalho ótimos de baixo e guitarras de 'One Thousand Goats in Sodom', a excelente 'Hail Tritone, Hail Lucifer', apesar de certa chupada em MERCYFUL FATE nas bases de guitarra aqui e ali, a ótima instrumental 'Galloping Blasphemy' e a refreada e ótima 'Satan's Wrath'. Mas em 'Between Belial and Satan' e 'Death to Life' existem chupinhadas de POSSESSED claras, a primeira em 'The Exorcist' e a segunda em 'Pentagram' (até a intro da faixa é quase idêntica). Assim não dá, e é uma pena: o trabalho do grupo promete demais, mas neste CD, ficaram no quase...

Ou seja, o SATAN'S WRATH mostra claramente que tem um potencial enorme para fazer música de alto nível e de primeira linha, mas precisa, e muito, largar os velhos clichês e andar com as próprias pernas.


Tracklist:

01. Leonard Rising - Night of the Whip
02. Between Belial and Satan
03. One Thousand Goats in Sodom
04. Hail Tritone, Hail Lucifer
05. Galloping Blasphemy
06. Death Possessed
07. Death to Life
08. Slaves of the Inverted Cross
09. Satan's Wrath


Formação:

Stamos K - Guitarras
Tas Danazoglou - Vocais, bateria, baixo



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Nervosa - Demo 2012 (CD Demo)


Independente - Nacional
Nota 8

Por Marcos Garcia

É incrível como nos últimos anos, mais e mais bandas que são compostas só de mulheres ou possuem integrantes femininas em suas fileiras, e as garotas estão mostrando que merecem respeito em trabalhos ótimos. E um nome bastante falado na cena, causando até mesmo discussões acaloradas é o do NERVOSA, trio Thrasher feminino de São Paulo. E em meio a tanta polêmica, resolvemos ouvir o primeiro trabalho da banda, seu Demo CD de 2012.

Como dito acima, o trio segue os caminhos do Thrash Metal, com uma pegada bem EXODUS e KREATOR, mas com personalidade, bem pesado e agressivo de doer os dentes. Vocais rasgados à lá 'Zetro' Souza, riffs de guitarras brutos e bem feitos e solos equilibrados e sem exageros, baixo vibrante e vigoroso, e um trabalho de bateria fantástico é o que essas garotas oferecem, em um trabalho bem cheio de energia e méritos. Usando a expressão de que elas "não tentam reinventar a roda", ou seja, não tentam fazer algo inovador, mas conseguem ter personalidade. Mas mesmo assim, algumas arestas ainda precisam ser aparadas, coisa que shows e ensaios irão pôr no devido lugar no tempo certo. E como estte trabalho é do ano passado, acreditamos que tais arestas já estejam sanadas.

Tendo as mãos de Heros Trench na produção, além de Marcello Pompeu na mixagem e masterização, é óbvio que a gravação seria de alta qualidade, deixando o trabalho do trio pesado e intenso, mas limpo e com todos os instrumentos audíveis sem problemas. E que diga-se de passagem: as guitarras e bateria estão em um nível ótimo de qualidade. A arte ficou eficiente e impactante, transmitindo a idéia de fim de mundo que assolava o mundo todo até o dia 21 de dezembro de 2012.

Três músicas compõem o trabalho: a forte, agressiva e trampada 'Time of Death', que virou título do trabalho da versão em vinil lançada pela Napalm Records, com boas variações de andamento e destaque óbvio para o ataque de guitarras e vocais extremamente agressivos e bem trabalhados; a curta e rápida 'Invisible Oppression'; a fechando, a peso-pesado e bruta 'Masked Betrayer', música do clip, com um andamento abrassivo e variado, evidenciando bastante o trabalho de baixo e bateria, especialmente este último, que está fantástico, fora os ótimos backings.

Óbvio que o grupo realmente ainda não conseguiu pôr para fora tudo que pode, ou seja, transformar em música todo seu potencial, mas é questão de tempo até as garotas mostrarem tudo o que podem em termos musicais.

Promessa e uma revelação muito boa do Metal nacional.

Em tempo: a baterista Fernanda Terra não se encontra mais na banda, mas as minas continuam na lua.



Tracklist:

01. Time of Death
02. Invisible Oppression
03. Masked Betrayer


Formação:

Fernanda Lira - Baixo e vocais
Prika Amaral - Guitarras e backing vocals
Fernanda Terra - Bateria



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24 de mai. de 2013

Thunder Spell: show na ilha de Marajó (Pará), 01/06/2013


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A banda THUNDER SPELL fará no próximo dia 01 de junho uma apresentação na Ilha de Marajó, no estado do Pará. O evento será realizado no Bar do Canecão e contará com diversas outras bandas da região.

A ilha de Marajó é a maior ilha fluviomaritima do mundo, a locomoção da banda até o local do evento será realizada por barco. a banda na ocasião divulgará suas canções próprias e também será na região o primeiro show com Paulo Walace, que entrou recentemente na banda ocupando o posto de baterista.

A banda estará em shows pelo sudeste do Brasil entre 05 de julho e 14 de julho, para obter informações de como levar a banda para shows em sua cidade, entre em contato através de e-mail: rivendellradio@live.com

Ouça a música 'Battle Scream' através do link:

Links relacionados

ThunderSpell - contato para shows/entrevistas/merchandise: rivendellradio@live.com


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MX, Hellsakura e The Black Coffins tocam no Hangar 110 neste Domingo



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Será o primeiro show com set completo do MX na capital com preço de ingresso bastante acessível

O MX fará um show completo, desde dua volta em 2012 – na capital eles fizeram a abertura do Arch Enemy,  em 2012, também tocaram no Executer Fest em Amparo, com o Destruction em Catanduva e em São José dos Campos ao lado de bandas locais. Agora é a vez da capital conferir o tão aguardado show com um set repleto de clássicos dos álbuns 'Simoniacal' (88), 'Mental Slavery' (89), entre outras surpresas.

As imagens desse show serão registradas e incluídas no DVD, com previsão de lançamento para o final de 2013 – mais tardar, inicio de 2014! Portanto se você tem camiseta da banda, vista a sua, pois você pode aparecer nesse registo.

Junto do MX, tocam as bandas HELLSAKURA e THE BLACK COFFINS, banda paulista que vem sendo considerado a grande revelação do cenário, com o lançamento do EP 'III Graveyard Incantation', uma mistura violenta de Death Metal, Hardcore e Punk.

Vale lembrar que no Hangar 110 haverá venda do merchandising completo do MX e das outras bandas.

O MX ficou famoso nos anos 80, e segundo palavras de vários músicos e críticos da época, era uma das poucas bandas capazes de ficar lado a lado com o Sepultura. 

Para quem não sabe, o MX voltou com sua formação original, Alexandre Cunha (vocal e bateria), Morto (baixo e vocal), Dumbo (guitarra) e Décio (guitarra).


Veja o vídeo do MX tocando a clássica “Jason” no Carioca Club:


O HELLSAKURA já está na estrada desde 2008, e seu disco de estreia, “Blood To Water” foi lançado em 2011 pela Tumba Records, recebendo excelentes criticas pela mistura de metal e punk rock. Formado por Cherry (vocal e guitarra, ex-Okotô), Donida (guitarra, Matanza),  Napalmer (baixo) e St. Denis (bateria), o HELLSAKURA promete um set especial para esse show.


O valor dos ingressos está bem acessível, apenas 15 Reais na venda antecipada (Atenção, já é preço de meia-entrada!) e R$ 25 no dia do show, na porta.


“As pessoas sempre nos cobram por um show completo, e com ingressos nesse valor, não tem desculpas”, comentou Alexandre Cunha. “O fato do ingresso ser bem mais em conta é algo que sugerimos, justamente porque queremos nossos fãs e amigos todos lá! Será uma grande celebração de nossa história”, completa Alexandre.



Confira o serviço do show:

Hangar 110 apresenta:


MX
HELLSAKURA
Banda convidada: THE BLACK COFFINS
Local: hangar 110 (Rua Rodolfo Miranda, 110 – próximo ao metrô Armênia, São Paulo)
Horário: 19h

Ingressos: R$ 15 (antecipado) ***preço promocional igual a meia entrada
R$ 25 (no dia, na porta)


Locais de venda:

Galeria do Rock/SP: Loja 255 (Rua 24 de Maio, 62, Segundo andar, loja 255)
Bilheterias do Hangar 110
ABC: Metal CDs (Rua Eliza Flaquer, 184, Centro, Santo André)


Sites relacionados:

Marcelus do Motorocker participa de show da banda Namastê!



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Crédito/Foto: Anna Motorocker

Marcelus, vocalista da banda Curitibana MOTOROCKER se apresenta com a banda Namastê, e toca a música “Salve a Malária” em versão Reggae!

A inusitada parceria entre o Rock’n’Roll e o Reggae aconteceu na noite do dia 09 de maio, no Sheridan’s Pub em Curitiba. 

Namastê, tradicional e muito conhecida banda de Reggae de Curitiba, convidou Marcelus da banda MOTOROCKER para apresentarem a música “Salve a Malária” em uma nova versão. 

Isso só vem a comprovar que uma música, quando boa, pode transcender seu estilo original e ganhar uma nova interpretação em outra roupagem.

Na noite a banda Namastê apresentou junto com Marcelus as versões Reggae de AC/DC com “You Shook Me All Night Long”, “Proud Mary” e “Have You Ever Seen The Rain” ambas do Creedence, e mais a música “Suspicious Mind” do eterno Elvis Presley. Na noite a banda Namastê apresentou junto com Marcelus as versões Reggae de AC/DC com “You Shook Me All Night Long”, “Proud Mary” e “Have You Ever Seen The Rain” ambas do Creedence, e mais a música “Suspicious Mind” do eterno Elvis Presley. 

Para conferir estas músicas basta acessar os links:

“Salve a Malária”: http://youtu.be/D9UJLNOrnTU

“You Shook Me All Night Long”: http://youtu.be/fbzJRGzCY7c

“Proud Mary”: http://youtu.be/CQ1PZd8T0N4

“Suspicious Mind”: http://youtu.be/8Iyv2pmli68



Confira abaixo a agenda do MOTOROCKER de shows já fechados até o momento. Muitos mais shows serão confirmados em breve. Para acompanhar a agenda atualizada da banda, acesse: www.Motorocker.com.br 

Próximos shows do Motorocker:
18 de Maio – Motorocker no Gárgulas Moto Club em Blumenau (SC)
25 de Maio – Motorocker no Adegas Nós-Travamos em Cascavel (PR)
01 de Junho – 5º Guar@motos no Camping Municipal em Guaratuba (PR)
07 de Junho – Motorocker no John Bull em Curitiba (PR) 
22 de Junho – São João do Metal no Espaço Cultural Casa de Taipa em Camaçari (BA)
07 de Julho – I Wanna Rock na Matriz Casa de Cultura e, Belo Horizonte (MG)
12 de Julho – Dia Do Rock Na Veia no Heaven Club em União da Vitória (PR)
13 de Julho – Rock’n’Roll Night no Rancho Dariva em Francisco Beltrão (PR)
14 de Julho – Araraquara Rock em Araraquara (SP)
26 de Julho – 10º Festival de Rock da Lua Grande na Orla do Barreiro em Conceição do Araguaia (PA)
10 de Agosto – Festa do Sebas Bar Southern Rock no Club dos Subtenentes e Sargentos do Exército em Curitiba (PR)

A partir de agora, os promotores interessados em contratar o show de MOTOROCKER na região Sul devem entrar em contato com:

Andréa Stremel: Andrea@Motorocker.com.br 
 +55 41 3013-3374 |  +55 41 9834-3781

E para o resto do país, o contato deverá ser feito contato com:

Monika Bass Cavalera:  MonikaCavalera@gmail.com 
+55 11 3673-2758 |  +55 11 95604-0999  |  www.base2producoes.com.br

- Assessoria de Imprensa:
+55 41 3319-1600 | +55 41 9600-5985 (TIM)


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A/C Andre Smirnoff

41. 3319-1600 (NETFONE) 
41. 9600-5985 (TIM)

23 de mai. de 2013

Luvart - Necromantical Invocation (CD)

Hammer of Damnation - Nacional
Nota 10

Por Marcos Garcia

Na década de 90, quando o Black Metal estava restrito ao underground, a segunda geração do Black Metal mundial, como o BLASPHEMY canadense, GRAND BELIAL'S KEY dos EUA, SAMAEL na Suíça, BEHERIT na Finlândia, e as cenas da Noruega, Suécia e Grécia eram reverenciadas em igualdade de condições, uma vez que todos sob esta bandeira tinham contribuições ótimas. Mas após 1996, a cena começou a ser pavimentada, e muito daquele velho feeling acabou sendo deixado de lado, em prol da profissionalização das bandas.

Mas ainda existem por aí bandas que fazem uma sonoridade voltada aquela época, onde o que contava não era a velocidade, técnica musical ou em aparecer na mídia excessivamente, mas em manter a velha chama acesa, sem se importar com vendagens ou em se tornar estrelas. E o LUVART, de Juiz de Fora (MG), é um desses que não abre mão de suas convicções sonoras e filosóficas, e detona um disco gélido e macabro em 'Necromantical Invocation'.

Veteranos da cena Black Metal nacional (este ano, completam 20 anos de atividade, apesar de um hiato), o grupo faz aquele Black Metal soturno e climático, com velocidade contida, muito pesado e capaz de deixar muitos fãs do gênero com saudades dos anos 90, pois o grupo segue a linha de banda como NECROMANTIA, um pouco de OPHTHALAMIA nas guitarras, VARATHRON, BEHERIT e ROTTING CHRIST antigo, mas tendo personalidade própria, sem soar datado ou desgastado pelo tempo. Vocais guturais fortes e bem postados, riffs arrastados e mórbidos o tempo todo, e uma base baixo-bateria bem arrastada, mas com boa técnica, mantendo o peso e os andamentos coesos.

Tendo a mão de Rodrigo Itaboray na produção, mixagem e masterização (além de fazer o solos de guitarra de 'Return of the Legion' e 'Necromagick', e ter no currículo trabalhos com o ELEVARE e o MORPHAYNE), podemos dizer que ele entende bastante de produção em termos de Black Metal, pois o trabalho do LUVART ganhou um brilho especial em termos de sonorização, já que ficou intenso, bruto, cru e soturno, mas limpo e pesado. A arte, trabalhada em tons de preto, branco e cinza, lançando mão de gravuras medievais, o que reforça ainda mais a aura 'Old Way' do trio.

Quando o CD começa a tocar, a viagem no tempo pela escuridão é iniciada, uma vez que somos remetidos diretamente à época em que o Black Metal era temido e visto com certo receio por muitos, mas ao mesmo tempo, o nível de composição é alto, como raramente temos visto por aí. 

Destaques?

TUDO, pois da soturna e pesada 'To the Kingdom of Chaos', com riffs azedos e bateria cadenciada, mas com ótimas levadas nos bumbos; passando pela tétricas 'Return of the Legion' e 'Necromagick', ambas com vocalizações ótimas, muito bem encaixadas e com dicção perfeita; a soturna 'The Darkness Calls...', com riffs de guitarras ganchudos e bateria mostrando mais uma vez sua força e peso; as infernais 'Necromantical Invocation' e 'Darkened Destiny', bem mais arrastada que as outras, com riffs certeiros e lúgubres; a maravilhosamente insana 'Monarchia Demonorum', que começa com um sinistro dedilhado de guitarras limpas, antes de virar uma marcha fúnebre com ótima base baixo-bateria; 'Goddess of the Night' é permeada por alguns dedilhados de guitarras limpas bem aterrorizantes e os vocais roubando a cena mais uma vez, com bases de guitarra se alternando, mas sem sair do andamento lento e impactante; 'The Ancient Ritual'; e a esmagadora e opressiva 'Pestifera Crucis', esta com a presença de teclados soturnos (contrinuição de Marbas, antigo membro da banda, só que antes, era guitarrista), e aqui, todos os instrumentos mostram alto nível, que fecha as portas do Hades musical que o LUVART abre para seus ouvintes cada vez que este CD começa a tocar.

Excelente banda, sem sombra de dúvidas, e que esperamos que retornem em breve com mais discos, pois não podem passar mais 20 anos sem lançar nada, e realmente, enriquecem o Black Metal mundial.


Tracklist:

01. To the Kingdom of Chaos
02. Return of the Legion
03. Necromagick
04. The Darkness Calls...
05. Necromantical Invocation
06. Darkened Destiny
07. Monarchia Demonorum
08. Goddess of the Night
09. The Ancient Ritual
10. Pestifera Crucis


Formação:

Luggal Merodach - Vocais e baixo
Brucolaques - Guitarrass e guitarras acústicas
Blood Devastator - Bateria



Contatos:

Sinaya: revelada capa e título de seu EP de estréia



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A banda paulista de Thrash/Death metal SINAYA divulgou recentemente a capa de “Obscure Raids” que será o EP de estréia da banda.

Formada apenas por mulheres, a banda ativa desde 2010 vem criando grande expectativa a cerca deste lançamento, devido a shows e vídeos carregados de blast beats, vocais poderosos e riffs certeiros mostrando a qualidade que pode se esperar neste vindouro trabalho.


Alguns vídeos das músicas durante o processo de composição podem ser vistos abaixo:




SINAYA é composto por

Taty Kanazawa – Vocais
Mylena Monaco – Guitarras e backing vocals
Yasmin Amaral – Guitarras
Tamyris Leopoldo – Baixo
Isabela Moraes – Bateria


Acompanhe a banda nos canais oficiais e fique por dentro das atualizações:



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Assessoria de Imprensa
(11)8514-6996

S Blood Runs Black faz matinê no Inferno Club neste Domingo




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Os norte americanos do AS BLOOD RUNS BLACK fazem show em SP neste final de semana. O show acontece no Inferno Club no dia 26/05 (domingo), à partir das 18h.

A abertura fica por conta da banda SHARKS AT ABYSS, de São Paulo

AS BLOOD RUNS BLACK vem ao Brasil divulgar seu mais recente álbum, “Instinct”, lançado há alguns dias.

A banda foi formada em Los Angeles em 2004 e atualmente é formada por Chris Bartholomew (vocais) Greg (guitarra), Dan (guitarra), Nick (baixo) e Leche (bateria)

Confira o serviço do show de SP:


26/05 (domingo) Abertura da casa:18h00
AS BLOOD RUNS BLACK (Estados Unidos)
SHARKS AT ABYSS (São Paulo)


LOCAL: INFERNO CLUB
Rua Augusta, 501
São Paulo - SP
0xx11 3120-4140

Ingressos (à venda a partir de 01/04):

R$60 (pista - primeiro lote - estudante/meia entrada e promocional - APENAS NA LOJA 255)
R$70 (pista - segundo lote - estudante/meia entrada e promocional)
R$80 (pista - terceiro lote - estudante/meia entrada e promocional)

Local da venda antecipada:

LOJA 255 (Galeria do Rock, Rua 24 de Maio, 62, primeiro andar, loja 255, São Paulo-SP,fone: 0xx11 3361-6951).

Venda de ingressos pela internet, com taxa de serviços de R$15:


Realização: Liberation Tour Booking
Informações gerais: info@liberationmc.com  
Faixa etária: menores de 14 anos somente acompanhados de responsável.


Sites relacionados:



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Jack/Yattaï - Unsheathe and Grind (Split CD)

 Kasamata Records - Nacional
Nota 8,5

Por Marcos Garcia

Existem discos que realmente são capazes de surpreender, tamanha força que seus trabalhos transmitem, sejam no Metal mais trabalhado ou no mais extremado, e mesmo em estilos que não estão dentro dele. Uma bela amostra é este split CD das bandas JACK (da Hungria) e YATTAÏ (da França), esbanjando Crust/Grindcore esporrento para todos os lados, sem dó ou piedade dos ouvidos menos acostumados, que chega até nós em sua versão brazuca via Kasamata Records.

Ambas as bandas possuem estilos similares de fazer música, ou seja, brutalidade desmedida na linha do NAPALM DEATH, ambas diferindo apenas pelas vocalizações (o JACK usa mais de vocalizações urradas e guturais, e o YATTAÏ prefere algo mais rasgado), e pela qualidade de gravação. O restante é aquele abuso excessivo de riffs agressivos e de baixa afinação, bateria e baixo firmes na marcação e velocidade alternada em faixas bem curtas.

Em termos de produção, o JACK tem uma produção um pouco melhor, fazendo algo muito pesado e explosivo. Já o YATTAÏ prefere fazer uma gravação mais tosca e bruta, mas sem que isso descaracterize sua música. Se bem que que conhece o Grindcore e o Crust, sbe que gravações extremamente limpas não são características dos estilos, logo, está valendo.

O JACK senta o porrete firme, realmente evocando o NAPALM DEATH da época do 'From Enslavement to Obliteration', inclusive com alguns riffs de guitarra remetendo diretamente aos monstro do estilo, sem no entanto copiá-los. Destaque para a brutal 'Orveny (Whirl)',um holocausto de podreira e velocidade alternada, além da explosiva 'Hol a Hatar?', com belo trabalho de bateria e guitarras em meio às mudanças de andamento, e a ótima 'Nyisd ki a Pofad', a faixa mais longa do grupo (2 minutos e 27 segundos). O YATTAÏ já vai fundo nas influências do 'Scum' e desce a marreta em quem estiver pela frente, usando de uma agressividade sonora muto extremada, se destacando em 'There's a Whale Under the Rock', com a bateria mostrando serviço em meio a riffs insanos e berros extremos; a grind/Punk 'On the Road Again', com sua adrenalina mais tradicional; e a longa e alternada 'The Common People Lifetime', que começa cadenciada e pesada, mostrando ótimo trabalho de baixo e bateria, para então ganhar um pouco mais de velocidade de seu meio em diante.

A Kasamata Records está de parabéns por lançar ambas as bandas aqui, em um mercado ainda tão carente de bandas novas em ambos os estilos.



JACK - Nyisd ki a Pofad


YATTAÏ - There's a Whale Under the Rock


Tracklist:

JACK

01. Intro
02. Orveny (Whirl)
03. Hol a Hatar?
04. Nyisd ki a Pofad
05. Miert Vadolsz
06. Igeretek
07. Tepd el a Lancokat


YATTAÏ

08. The Hard One
09. There's a Whale Under the Rock
10. Good Medecine
11. On the Road Again
12. The Common People Lifetime
13. Sweet Stefany Is the Queen of Roller Derby
14. Back from the Grave


Formação:

JACK:

Levi - Vocais
Muntyán - Guitarras
Kristóf - Baixo
Bakellit - Bateria



YATTAÏ

Goat - Vocais
Will  - Guitarras
Vian - Baixo
Krok - Bateria



Contatos:

JACK:



YATTAÏ: