3 de abr. de 2017

ROCK FREEDAY COLLECTION: conheça as bandas do segundo volume da coletânea


A web radio ROCK FREEDAY  vai lançar no primeiro semestre de 2017 o segundo volume da já aclamada coletânea, “RF Collection”. O disco físico que será distribuído pela gravadora Voice Music (SP) contará com a participação de vinte (20) bandas de várias tendências e estilos do rock pesado nacional.

Para o segundo volume foram selecionadas as bandas: Alquímea (BA), Anie (SP), Bendicta (SP), Black Barril (RJ), Capitão Crunch (SP), Cromathia (PR), Divine Wings (SP), Elephant (SP), Engrenagens (PR), Freak Company (SP), G.A.S (RN), Higher (SP), Khorium (RJ), Machado de Einstein (SC), Mind's Havoc (RN), South Hammer (RS), Stoneria (SP), Swards (RN), Velho Bordel (RS).

A capa continua sendo assinada pelo renomado artista brasileiro João Duarte, autor que assinou a capa do volume I e de diversos trabalhos gráficos para artistas de destaque, do Brasil e exterior, como: Metal Church, Circle II Circle, Angra e Torture Squad. A arte do volume II mostra um futuro caótico e cheio de surpresas, assim como as bandas desta edição. O trabalho já está finalizado e será disponibilizado nos próximos dias. O segundo volume da coletânea tem por objetivo abrir novas vias de divulgação para o trabalho das bandas.

Mais informações:

Fonte: TRM Press

ELEPHANT CASINO: banda está confirmada no “7º BH Tattoo Sonora”



A banda ELEPHANT CASINO conquistou um fato histórico em sua carreira, os músicos da banda foram selecionados para o “7º BH Tattoo Sonora, a banda participou de uma seletiva com mais de 100 bandas inscritas, que foram divididas em apresentações distintas no “Stonehenge Rock Bar”, ficando em 1º lugar na votação, confirmando assim sua participação em um dos principais festivais do estado de Minas Gerais.

O evento irá ocorrer entre os dias 07,08 e 09 de abril e irá contar com mais de 400 tatuadores e artistas de diversos segmentos, o festival prepara um evento de alto nível para levar ao público diversificações artísticas como entretenimento, a banda ELEPHANT CASINO se apresenta ao lado de bandas como Cartoon, Regali Blues Band e vários outros.




O público pode adquirir seu passaporte através do link (https://www.sympla.com.br/7-bh-tattoo-festival__118130), ate dia 07 de abril o passaporte para todos os dias custa R$50,00, sendo que aquele que comparecer com 1kg de alimento não perecível paga meia.


Mais informações nos links abaixo:


Fonte: Roadie Metal

POP JAVALI: mais uma música inédita liberada em streaming

Ouça faixa que faz parte do álbum "Resilient" , que será lançado em breve pela Voice Music.


O novo álbum de estúdio da banda paulista POP JAVALI, cujo título é “Resilient”, trará 12 composições recentes do trio que, como o próprio título sugere, têm como tema a resiliência humana.

Após a liberação de “DRYING THE MEMORIES”, em formato Lyric Video, (que pode ser conferido no link: https://www.youtube.com/watch?v=y0eaPHfHXHY&t), mais uma faixa do esperado CD é disponibilizada em ‘streaming’ para audição pública.


Trata-se da música “Broken Leg Horse”, cuja letra remete à história real da carreira e vida de Seabiscuit, um cavalo puro-sangue inglês de pequeno porte de turfe, cujo sucesso inesperado fez-lhe uma sensação na mídia tornando-se muito popular nos Estados Unidos durante a Grande Depressão. 

Apesar de ser um cavalo preguiçoso e de tamanho inadequado, conduzido por um jóquei acima do peso e com um treinador considerado “velho”, Seabiscuit tornou-se um grande campeão, chamando a atenção da população americana para sua história de sucesso. 

Mesmo após ter uma de suas pernas quebrada (o que normalmente o levaria a ser sacrificado), o cavalo recuperou-se e voltou a correr com sucesso, tornando-se uma verdadeira lenda e referência de Superação. 

Em 2003, o diretor americano Gary Ross levou a história para as telas do cinema. “Seabiscuit” foi indicado nas categorias de melhor filme, melhor roteiro adaptado, melhor som, melhor edição, melhor figurino, melhor direção de arte e melhor fotografia.

Confira a música “Broken Leg Horse” no link abaixo:


"Resilient" será lançado pela Voice Music, gravadora que foi responsável pela distribuição do trabalho anterior do grupo, "Live In Amsterdam" (2016), gravado na capital holandesa durante sua bem sucedida turnê europeia. A produção ficou a cargo dos irmãos Ivan e Andria Busic (Busic Produções), parceria que a POP JAVALI já tem desde 2013.

O novo trabalho será disponibilizado tanto no formato físico (distribuído para grandes lojas como Americanas, Submarino, Saraiva e Livraria Cultura) quanto no formato digital, com alcance mundial pelas plataformas Spotify, Deezer e iTunes, entre outras. 

Mais sobre POP JAVALI em:

MAKINÁRIA ROCK: banda apresenta nova formação


A banda paulista MAKINÁRIA ROCK que esta em processo de gravação do seu novo CD Mundo Imundo, apresenta sua nova formação, além da entrada recente de Lucas Tomé no baixo, agora conta também com Alexandre Tomé que vem para ocupar o posto de baterista após a saída de Luiz Gustavo.

As musicas que já foram gravadas com o Luiz na batera serão mantidas, assim como a faixa Eleição ou Gozação cujo a linha de baixo foi gravada pelo Renato(antigo baixista), esses dois caras contribuirão demais para a elaboração desse novo disco, manter as gravações deles nada mais é que uma forma de agradecimento, apesar de não estarem na banda esses dois malucos aí, são grandes parceiros, e o principal, grandes amigos, comenta o vocalista Carlos Digger.

Foi um processo natural de escolha pelo Alexandre, ele é irmão gêmeo do Lucas, um cara que já acompanhava a banda, gente do bem, foi algo instantâneo, ambos mantiveram o bom clima na banda, ele acabou de entrar mais já esta a mil, muito motivado e focado com os planos que temos em mente, esse disco esta ficando animal, e o Alexandre chegou pra dar a sua parte de contribuição, isso mostra que além de uma banda, aqui somos como uma família, comenta o guitarrista August Abade.

A nova formação da MAKINÁRIA ROCK estreia nos palcos no próximo dia 14/04 no Gillan's Rock Bar ao lado da banda Back in Hell (AC/DC Cover).

Links relacionados:


BODY COUNT: Hellion lançará novo álbum “Bloodlust” no Brasil com participação de Dave Mustaine e Max Cavalera



A banda BODY COUNT, com o seu líder e vocalista Ice T, lançará seu novo álbum, “Bloodlust”, via gravadora Hellion Records no Brasil. A banda lançou recentemente um de seu próximo single, “No Lives Matter”.

Bloodlust foi gravado com o produtor Will Putney, e contará com participações de Max Cavalera (Soulfly, Sepultura), Dave Mustaine (Megadeth) e Randy Blythe (Lamb Of God). O álbum também incluirá um medley das músicas “Postmortem” e “Raining Blood” do Slayer.


Veja videoclipe de “No Lives Matter”: https://youtu.be/hlk7o5T56iw



Tracklisting:

“Civil War” (featuring Dave Mustaine)
“The Ski Mask Way”
“This Is Why We Ride”
“All Love Is Lost” (featuring Max Cavalera)
“Raining Blood” / “Postmortem” (Slayer medley)
“God, Please Believe Me”
“Walk With Me…” (featuring Randy Blythe)
“Here I Go Again”
“No Lives Matter”
“Bloodlust”
“Black Hoodie”

Mais informações:

THE NEAL MORSE BAND: confirma única apresentação no Brasil

Dream team do rock progressivo vem ao país em junho – foto: divulgação

São Paulo foi a cidade escolhida para receber a única apresentação da THE NEAL MORSE BAND no Brasil. O dream team formado por Neal Morse (vocal/guitarra/teclado – ex-Spock's Beard), Mike Portnoy (bateria – The Winnery Dogs, Transatlantic, ex-Dream Theater), Randy George (baixo - Transatlantic, Spock’s Beard, Alajon), Bill Hubauer (teclado - Ten Point Ten) e Eric Gillette (guitarra) promete encantar aos fãs no próximo dia 18 de junho, no Carioca Club, em São Paulo.


O quinteto de rock progressivo vem especialmente a América do Sul para promover o aclamado "The Similitude of a Dream", disco lançado no final do ano passado e que sucede o álbum "The Grand Experiment" (2015).

Os ingressos já estão à venda pelo site do Clube do Ingresso (http://www.clubedoingresso.com/thenealmorseband) e em diversos pontos de venda autorizados em São Paulo, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul, Curitiba e Rio de Janeiro (http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar). Mais informações no serviço abaixo.

O CD duplo "The Similitude Of A Dream" foi inspirado no livro "Pilgrim's Progress", de John Bunyan, cultuada obra de cunho religioso (cristã) da literatura britânica do século 17. O livro conta a história de um homem que busca encontrar a Cidade Celestial. Tanto Neal Morse, quanto Mike Portnoy, tem declarado à imprensa que este é o trabalho de suas vidas.

Confira o videoclipe produzido para “City of Destruction” em https://www.youtube.com/watch?v=g8GdH59yuD8.


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SERVIÇO SÃO PAULO

Overload orgulhosamente apresenta: THE NEAL MORSE BAND em São Paulo
Neal Morse, Mike Portnoy, Eric Gillete, Randy George e Bill Hubauer


Data: 18 de junho de 2017
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – próximo ao Metrô Faria Lima
Hora: 18h30 (open doors) | 20h (showtime)
Classificação etária: 16 anos (14 e 15 anos: entrada permitida com responsável legal, mediante apresentação de documento)
Duração: Aproximadamente 120 minutos
Estacionamento: nas imediações (sem convênio)
Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

SETORES/VALORES:
PISTA - R$ 130 (meia-entrada e promocional*) | R$ 260 (inteira)
CAMAROTE: R$ 190 (meia-entrada e promocional*) | R$ 380 (inteira)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento.

Ponto de venda (sem taxa de conveniência - pagamento apenas em dinheiro):
Carioca Club: segunda/sábado: 12h às 20h

VENDA ONLINE (com taxa de conveniência - pagamento em cartão de crédito ou boleto): http://www.clubedoingresso.com/thenealmorseband
Mais pontos de venda autorizados em São Paulo, Osasco, Santo André, São Caetano do Sul, Curitiba e Rio de Janeiro com taxa de conveniência: http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar

Fonte: The Ultimate Music - Press
A/C Costábile Salzano Jr.

ROADIE CREW: edição 219 traz King Diamond na capa


A edição #219 (abril, 2017) da revista ROADIE CREW, que estará nas bancas de todo o Brasil até o dia 10 de abril, traz em sua matéria de capa King Diamond. O vocalista dinamarquês falou sobre os 30 anos de "Abigail" e sobre a turnê que passará pelo Brasil, além de detalhes do próximo disco de estúdio e o acordo que fez com o diabo por um pouco mais de vida e voz. "Nós nunca soamos tão bem ao vivo e também nunca tivemos uma presença de palco tão boa. Essa é a hora certa para nos ver", comentou.

Entrevistas:
King Diamond
Overkill
Obituary
Sonata Arctica
Rhapsody
In Flames
The Dead Dasies 
Krokus
Rebaelliun
Ancesttral
Traumer
Lancer
Twilight Force

Seções:
Cenário: Hylidae, Mattilha, Hevilan, Rebotte, Bestial, Palace, AntropomorphiA e Nails
Blind Ear: Dan Beehler (Exciter)
Collection: TNT
Background: Marduk
Eternal Idols: Rick Parfitt (Status Quo)
Playlist: Alex Vorhees (Imago Mortis)
Profile: Tarja Turunen
Hidden Tracks: Averse Sefira
ClassiCrew 67: Cream
ClassiCrew 77: Ted Nugent
ClassiCrew 97: Emperor
Live Evil: Ace Frehley, Lacuna Coil
Pôster: Tygers Of Pan Tang (Spellbound)
Colunas: Backspage, Brotherhood, Stay Heavy, It's Only Rock'n'Roll e Campo de Batalha

Para adquirir pelo site acesse - http://www.roadiecrew.com/anteriores.php
ou entre em contato pelo telefone (11) 5058-0447

A/C Ricardo Batalha

2 de abr. de 2017

DREARYLANDS - No Poetry Lasts (EP)



2017
Nacional


Tracklist:

1. No Poetry
2. Collateral Damage
3. Addiction To War
4. Incerto Adeus
5. Demophobia
6. Learn To Fly
7. Lady Light


Banda: 


Leonardo Leão - Vocais
Rafael Syade - Guitarras
Páris Menescal - Guitarras
Marcos Cazé - Baixo
Louis - Bateira



Contatos:


Site Oficial: 
Facebook: https://www.facebook.com/DREARYLANDS
Twitter: https://twitter.com/drearylands
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCwWtlU4Y3anPkI2GrWwipaw
Instagram:
Bandcamp:
Assessoria: http://www.msmetalagencybrasil.com/ptbr/artista-drearylands/

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


A Bahia sempre revelou ótimos e famosos nomes no cenário nacional do Heavy Metal. Bandas como MALEFACTOR, HEADHUNTER D.C. e THE CROSS são conhecidas fora de seu estado (e mesmo do Brasil) graças a seus trabalhos de primeira linha. E agora, eis que o veterano quinteto DREARYLANDS, de Salvador, se lança de braços abertos, com muita disposição para buscar seu lugar ao sol com o EP “No Poetry Lasts”.

Aqui, a banda mostra seu forte e vigoroso Metal tradicional, com doses generosas e homeopáticas de peso e melodia, técnica sóbria, e muita força nas composições. Mas apesar de soar espontâneo, as canções foram feitas com esmero, e transitam entre influências como MANOWAR (devido ao peso) e NWOBHM (em especial, IRON MAIDEN e um pouco de SAXON). Apesar de não ser nada de novo (como se precisasse ser assim), o grupo apresenta um trabalho honesto, feito com o coração, e honesto até a alma.

A produção e a mixagem foram feitas por Marcos Franco, Dan Loureiro e pelo próprio quinteto, enquanto Marcos e Dan fizeram a masterização. Apesar da qualidade sonora não ser a melhor possível (está um pouco crua além do necessário), é muito boa, com peso e clareza suficientes para que o trabalho do quinteto não soe sujo demais ou sem peso. E a arte de Rafael Syade é simples, mas tem uma mensagem reta e direta, e assim, atinge o objetivo.

Musicalmente, os quase 20 anos de experiência pesam bastante na questão de fazer música de primeira linha. Como dito anteriormente, é honesto, feito de coração e soa espontâneo, mas com músicas bem esmeradas, arranjos de primeira, com um trabalho ótimo das guitarras (riffs pegajosos e solos melodiosos), baixo e bateria formam uma base rítmica coesa e pesada (com momentos técnicos ótimos), e os vocais são muito bons, encaixando perfeitamente nas linhas instrumentais do grupo.

“No Poetry” é uma instrumental climática e introspectiva que vai preparando os ouvintes para “Collateral Damage”, que oscila entre o agressivo e o melodioso, mas sempre com boa dose de peso e um trabalho ótimo das guitarras (riffs de primeira e solos caprichados), seguida pela mais técnica e intensa “Addiction to War”, onde certa atmosfera mais melancólica surge de forma natural, e onde baixo e bateria estão fazendo um trabalho ótimo, com boa técnica e backing vocals muito bem encaixados. Em “Incerto Adeus”, cantada em português, é a típica semi-balada pesada e com ótimo refrão, e que belo trabalho de vocais e backing vocals. Mais agressiva e bruta é “Demophobia”, que chega a esbarrar no Thrash Metal em certos momentos, e assim as guitarras se destacam mais uma vez (e para quem não entendeu, “Demophobia” significa “medo do povo”, algo que os políticos possuem, já que passa a eleição, a maioria se comporta como prima donas). E o peso mais bem trabalhado e melodioso, cheio de boas harmonias, se ouve mais uma vez em “Learn to Fly” (outra boa atuação dos vocais), e na fogosa e cheia de energia “Lady Light” (onde baixo e bateria estão muito bem mais uma vez).

No mais, “No Poetry Lasts” é um ótimo EP, e esperemos que ele esteja antecedendo o próximo álbum do grupo.



SAVANT - Serial Killers' Tales (álbum)



2017
Selo: Independente
Nacional

Nota: 9,0/10,0


Tracklist:

1. Serial Killer
2. Eyes of Butcher
3. Third Antichrist
4. Blooding Rising Sun
5. Mishappen Earstern Geek
6. The Gray Man
7. Suicide Premonition
8. Reaper of Pain
9. Molested Whore
10. Murderous Madam’s Family
11. Colonizer
12. Who are the Real Serial Killers?


Banda:


Antonio Vargas - Vocais, guitarras
Mili Redberyl - Guitarras
Joe Thunder - Baixo
Allan Argolo - Bateria


Contatos:

Site Oficial: www.savantmetal.com
Instagram:
Bandcamp:
Assessoria:

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


As terras da Cidade “Maravilhosa”, conhecida por Rio de Janeiro, sempre foi muito boa na geração de nomes interessantes em termos de Metal. Do Hard Rock ao Black Metal, todos os estilos em que possa pensa possuem representantes nessa terra de Samba, futebol cerveja, tiroteios e carnaval. E o Thrash Metal sempre foi uma tradição na cidade desde os tempos em que o DORSAL ATLÂNTICA fazia os ouvidos alheios apitarem por horas. E o SAVANT, um veterano carioca bem experiente, é um ótimo nome, e que agora, depois de dez anos de espera, libera seu segundo álbum, “Serial Killers’ Tales”, um murro Thrasher nos cornos sem dó.

O grupo faz um Thrash Metal intenso e agressivo, mas com ótima noção melódica e excelente técnica, com claras influências da escola Thrasher norte-americana, em especial TESTAMENT, um pouco de SLAYER, e de bandas como OVERKILL, VIO-LENCE e FORBIDDEN. Nada de inovador, mas extremamente pessoal e cheio de energia, que nos toma de assalto nas primeiras audições sem esforços, tamanha energia e pegada da banda.

Gravado, mixado e masterizado por Sidney Sonh Jr., podemos dizer que a sonoridade de “Serial Killers’ Tales” é azeda e pesada, intensa e bem agressiva. Óbvio que o grupo mostra preocupação em manter certo nível de limpeza sonora para que o ouvinte possa compreender o que eles estão tocando. Está um pouco cru demais, mas está em um nível muito bom de qualidade. 

A arte gráfica, por sua vez, é de Rafael Lipari. O objetivo é realmente se enquadrar na mensagem central das letras, e ao mesmo tempo, deixar claro como a banda soa em suas músicas. E eles, nessa arte simples, conseguiram, pois a diagramação do encarte deixa tudo muito claro.

O grupo realmente mostra evolução desde “No Hope”, seu primeiro álbum. Mesmo apostando no Thrash Metal descrito acima, o SAVANT soube se atualizar, soando como uma banda jovem, dispostos a não perder tempo. E suas músicas soam muito bem aos nossos ouvidos, com arranjos muito bons, deixando tudo mais dinâmico e longe de ser repetitivo.

O conteúdo lírico merece menção honrosa, pois há citações históricas. Fritz Haarmann (o famoso Vampiro de Hanover ou o Carniceiro de Hanover, retratado em “In the Eyes of a Butcher”, com uma contagem de mortos que trascende mais de 100 vítimas), Aileen Wuornos (uma prostituta assassina, a primeira mulher Serial Killer, inspiração para a letra de “Molested Whore”, com uma contagem de 6 mortos), Tsuotomu Miyazaki (assassino, estuprador e pedófilo de 4 meninas, citado nas letras de “Mishappen Earstern Geek”), Dr. Albert Fish (um pedófilo, masoquista, assassino em série e canibal norte-americano, também conhecido como o Lobisomem de Wysteria, Vampiro de Brooklyn, Papão e Homem Cinza, retratado em “The Gray Man”, cujos assassinatos chegam a 5, mas outros crimes graves tornam a contagem impossível de ser feita), Dr. Harold Shipman (suspeito da morte de 250 pacientes entre a década de 1970 e o final da década de 1990 por eutanásia, retratado em “Reaper of Pain!”), todos devidamente imortalizados nas letras do grupo, além do massacre e catequização dos índios Sul Americanos em “Colonizer”, e do Terceiro Anticristo de Nostradamus em “Third Antichrist”. Um deleite cultural em uma embalagem Thrash Metal.

E o álbum ainda tem as participações especiais de Frank "Blackfire" Gosdzik no solo de “The Gray Man”, Pedro Viana na guitarra base no álbum todo e nos solos de “Serial Killer” e “Eyes of Butcher”, Daniel Escobar nos solos de guitarra em “Mishappen Eastern Geek”, “Suicidal Premonition” e “Who are the Serial Killers?”; Mili Redberyl na guitarra solo em “Who are the Serial Killers?”, “Molested Whore”, “Reaper of Pain” e “Mishappen Eastern Geek”; além de Luiz Syren nos backing vocals em “The Third Antichrist”, “The Gray Man” e “Suicidal Premonition”.

Melhores momentos: a intensa e raivosa “Serial Killer” (cheia de mudanças de ritmos, dinâmica e agressiva de doer os dentes), a brutalidade quase Death Metal de “Eyes of Butcher” (ótimo trabalho de guitarras, com riffs cheios de energia, e solos muito bons), o Thrash Metal tradicional da Guanabara Bay Area ouvido em “Third Antichrist” (com um ritmo um pouco mais cadenciado, mas pulsando com uma energia agressiva, mostrando um trabalho ótimo de baixo e bateria), a cadência azeda dos riffs em “Mishappen Earstern Geek”, a força do refrão de “The Gray Man” (reparem como a banda faz arranjos ótimos, bem trabalhados, mas de fácil assimilação nas guitarras), a força amarga e lenta de “Molested Whore” (onde os vocais estão muito bem, se encaixando perfeitamente na base instrumental, em um rosnado em tons normais de voz), a pancadaria intensa nos dois bumbos de “Murderous Madam’s Family”, a força brutal de “Colonizer” (mais uma vez, as guitarras esbanjam riffs excelentes, mas o baixo mostra toques técnicos muito bons), e a lindas melodias que surgem em “Who are the Real Serial Killers?”.

No mais, o SAVANT retorna em grande performance, e “Serial Killers’ Tales” mostra que eles ainda têm espaço no meio, e não só no Rio de Janeiro!

Quem são os verdadeiros Serial Killers?

Em tempo: a formação já sofreu alterações após a gravação do CD.

OVERKILL - The Grinding Wheel (álbum)


2017
Nacional

Nota: 10,0/10,0


Tracklist:

1. Mean, Green, Killing Machine
2. Goddamn Trouble
3. Our Finest Hour
4. Shine On
5. The Long Road
6. Let’s All Go to Hades
7. Come Heavy
8. Red, White and Blue
9. The Wheel
10. The Grinding Wheel
11. Emerald


Banda:


Bobby “Blitz” Ellsworth - Vocais
Dave Linsk - Guitarra solo
Derek “The Skull” Tailer - Guitarra base
D. D. Verny - Baixo, backing vocals
Ron Lipnicki - Bateria


Contatos:

Youtube:
Instagram:
Bandcamp:
Assessoria:

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Existem bandas que sempre terão uma legião de seguidores, mesmo que nunca sejam sucessos no mainstream. Bandas cujos anos de atividade criaram uma ligação íntima entre elas e seus fãs, tão forte que elas se sustentam até os dias de hoje. Isso vem da fidelidade da banda a eles e à sua própria música. São bandas como o OVERKILL, que mantém sempre um trabalho de excelente qualidade, mesmo quando experimentam um pouco. E mantendo sua fidelidade, o quinteto mais mal encarado e politicamente incorreto de Nova York retorna com o triturador de ossos que tem por nome “The Grinding Wheel”, que a parceria entre a Shinigami Records e a Nuclear Blast Brasil possibilitou a chegada em uma versão tupiniquim.

Agressivo, bruto e extremamente bruto, o Thrash Metal da banda continua com aquela forte carga de Hardcore de Nova York que sempre foi um de seus diferenciais. Não seria pecado algum chamar o quinteto de MOTORHEAD do Thrash Metal. Ora mais veloz e cheio de energia, ora mais cadenciado e bruto, o grupo continua fiel à suas raízes, mas sem soar repetitivo, sempre sabendo se renovar e alcançar o público mais jovem, nem que seja na marra!

E meus caros, de raça, coragem e disposição, a gangue do OVERKILL entende, e muito!

Em termos artísticos, o trabalho de Travis Smith ficou ótimo, com uma capa icônica e encarte bem editorado, embora em uma forma tradicional e simples. E isso tudo bem assentado em um Digipack muito bonito, algo que a versão nacional é fiel.

Produzido pelo próprio grupo, e tendo mixagem e masterização do já conhecido Andy Sneap, a qualidade sonora de “The Grinding Wheel” é realmente bem clara e seca, ao ponto de cada um dos instrumentos musicais está claro e os vocais agressivos como sempre. Mas o peso é evidenciado o disco todo, e a agressividade é tanta chega a deixar os alto-falantes esgotados!

O OVERKILL se aprimorou em ser um grupo fiel à suas raízes, sempre se mantendo agressivo e pesado enquanto muitos grupos buscam alternativas mais melódicas para se manterem ativos. Com técnica musical na medida, os vocais rasgados intensos de Bobby, os riffs e solos rasgados e bem feitos de Dave e Derek, além do baixo trovejante de D. D. e da bateria bruta de Ron, tudo isso fundido em altas energias formam uma música pessoal, ríspida e de bom gosto. Graças a isso, pode-se dizer que “The Grinding Wheel” é um dos melhores discos da banda.

Não tem como destacar essa ou aquela música, pois o capricho nas composições deixou essa tarefa bem difícil. Mas por mero preciosismo, a trinca raivosa formada por “Mean, Green, Killing Machine” (pesada, com andamento mediano e esbanjando agressividade, com vocais excelentes), “Goddamn Trouble” (grosseira e bruta, outra com o andamento não muito rápido, mas com uma energia impressionante, além de baixo e bateria estarem esbanjando técnica) e a “Our Finest Hour” (uma canção envolvente e intensa, com guitarras fulminantes e ótimas mudanças de ritmo, além de um refrão memorável), além dos arregaços de “Shine On” (mais peso furioso vindo da base rítmica, e mais uma vez eles rebuscam as influências do HC nova-iorquino), as raçudas e dinâmicas “The Long Road” (backing vocals de primeira, além de Bobby estar cantando em alta performance) e “Let’s All Go to Hades”, o peso mais cadenciado e grosseiro de “Come Heavy”, a velocidade intensa e pesada de “Red, White and Blue”, e a esmaga-átomos chamadas “The Wheel” e “The Grinding Wheel” (esta mais cadenciada e bruta no início, mais em certo momento, tome velocidade e riffs cavalares, uma especialidade desses caras). E de presente, a versão nacional tem uma bela faixa extra, “Emerald”, um cover do bom e velho THIN LIZZY, que aqui ganhou uma roupagem mais personalizada nos moldes do OVERKILL, mas sem que o clima melodioso original seja perdido, e onde Bobby canta de uma forma que lembra bastante seu início de carreira.

Nem tem o que dizer: “The Grinding Wheel” já nasceu um dos melhores discos do ano, sem sombra de dúvidas! 


MARILLION - Marbles in the Park (duplo CD ao vivo)


2017
Nacional

Nota: 10,0/10,0


Tracklist:

CD 1:

1. The Invisible Man
2. Marbles I
3. Genie
4. Fantastic Place
5. The Only Unforgivable Thing
6. Marbles II
7. Ocean Cloud
8. Marbles III
9. The Damage

CD 2:

1. Don’t Hurt Yourself
2. You’re Gone
3. Angelina
4. Drilling Holes
5. Marbles IV
6. Neverland
7. Out of This World
8. King
9. Sound That Can’t Be Made


Banda:


Steve Hogarth - Vocais, teclados, guitarras, percussões
Steve Rothery - Guitarras, violões
Mark Kelly - Teclados, samples e efeitos, backing vocals, programação
Pete Trewavas - Baixo, backing vocals, guitarras adicionais, samples e efeitos
Ian Mosley - Bateria, percussão


Contatos:

Bandcamp:
Assessoria:

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Para muitos, simples e Pop demais para ser tratada como uma banda de Rock Progressivo na essência do termo (muitos fãs puritanos do gênero sentiriam calafrios pela mera comparação), e musicalmente muito sofisticado e bem feito para os fãs de Pop (que nem são tão exigentes assim). Esta é a dualidade que sempre regeu a longa e vitoriosa carreira do grupo inglês MARILLION, mas que sempre rendeu discos do mais alto nível. Seja lá pelo que queiram chamar o quinteto, não se pode negar o quanto eles criaram músicas geniais nesses quase 40 anos de carreira. E para coroar a boa fase que a banda vive com a aclamação mundial de público e crítica de “Fuck Everyone and Run (F.E.A.R)” de 2016, eis que a banda lança seu sexto duplo ao vivo, “Marbles in the Park”. E digamos: é uma obra de arte em termos musicais, e que a Shinigami Records disponibilizou em versão brasileira.

No disco, a abordagem estilística do quinteto não guarda mistérios: ouvimos uma música mais introspectiva, melódica, mas forte, com claras influências do Rock Progressivo clássico e Folk, e sempre com arranjos musicais mais acessíveis aos fãs de música menos exigentes. Esta fórmula lhes custou críticas azedas nos anos 80 (sem contar o número de vezes que foram taxados como clone do GENESIS no passado). Mas esta mesmo equação vitoriosa fez com que o MARILLION se tornasse uma banda de sucesso inegável, que transcendeu o tempo e as fronteiras do Rock Progressivo, e cujo nome é reconhecido e adorado pelo mundo todo.

A gravação e mixagem do CD são de Michael Hunter, que soube captar perfeitamente a música da banda ao vivo e fazê-la soar tão bem aos ouvidos. O som intimista do grupo, executado de maneira perfeita, aparentemente não necessitou de ajustes em estúdio, logo, se tem a perfeita idéia de que a banda está diante de todos executando suas canções, e com uma qualidade invejável. Ou seja: a produção sonora de “Marbles in the Park” é perfeita, clara e bem acabada em todos os sentidos. Ao mesmo tempo, no que tange a parte gráfica, tudo está perfeito, com informações no encarte, capa muito bonita e fotos da apresentação escolhidas a dedo.



Outro fato a ser citado é que “Marbles in the Park” foi gravado durante o “Marillion Weekend” no Center Parcs, Port Zelande, na Holanda, no dia 21 de Março de 2015. Neste evento, que acontece a cada dois anos, o grupo costuma tocar um de seus discos na íntegra. Fica óbvio que este duplo é a gravação do CD “Marbles”, de 2004. Tudo bem, sabemos que este não é o disco mais icônico do grupo, mas ainda assim é uma jóia preciosa, que nos permite sentir que esta música belamente bem arranjada vai diretamente à mente e coração do ouvinte sem problemas, e nos seduz facilmente por suas melodias acessíveis.

O Neo Progressive Rock do quinteto (rótulo que deram a eles no exterior) é maravilhoso ao vivo, e não dá para não se sentir seduzido por canções como “The Invisible Man”, “Genie”, “Fantastic Place”, “The Only Unforgivable Thing”, “Ocean Cloud” ou “The Damage”, que estão no CD 1. E no CD 2, “Don’t Hurt Yourself”, “You’re Gone”, “Angelina”, “Drilling Holes”, “Neverland”, além das introduces instrumentais de nome “Marble” (que são quatro ao todo) são todas faixas indispensáveis, que vão nos conquistando, já que o MARILLION soa perfeito como um todo, sem espaços para individualidades pessoais. E como apenas “Marbles” não daria para encher um CD duplo, eles ainda tocaram “Out of This World” e “King”, do álbum “Afraid of the Sunlight”, e “Sound That Can’t Be Made”, do álbum de mesmo nome, sem que elas soem desconexas da atmosfera musical de “Marbles in the Park”. E o público interage, bate palmas e canta com a banda. E sim, este CD duplo não nos permite pular uma ou outra faixa por conta da preciosidade de cada uma delas, ao mesmo em que não tem como destacar este ou aquele músico em evidência, já que o quinteto soa como uma unidade, cada um dos cinco músicos contribui em alto nível. E o material é tão bom, tão bem feito e abrangente que mesmo aqueles que não são fãs da banda irão adorar.

No mais, o MARILLION prova com “Marbles in the Park” que os críticos passam e muitas vezes são esquecidos, mas a boa música (como a que eles fazem) permanece para todo sempre.

Ei, estão esperando o que?

Já que tem a versão nacional por aí, corram, comprem as suas antes que esgotem!


ANEUROSE - Juggernaut (álbum)



2017
Nacional

Nota: 9,0/10,0

Tracklist:

1. Glory to the Goddess of the War, Here Are the Gurkhas
2. Closer to God
3. Butcher
4. Rapriest
5. To Lemmy
6. Speeding Up!
7. Juggernaut
8. Drunk as Skunk
9. Enslaved
10. Deathly, Cold, Chill
11. Warrior
12. Arcade
13. Prelude to Apocalypse
14. Magnata da Fé


Banda:


Wallace Almeida - Vocals
Sávio Chaves - Guitarras
Raphael Wagner - Guitarras
Sthefano Dias - Baixo
Frederico Ciociola - Bateria


Contatos:

Twitter: 
Bandcamp:

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


O Metal brasileiro tem problemas de infraestrutura e mesmo o desdém dos fãs com as bandas nacionais. Mas como este autor já citou incontáveis vezes, o brasileiro de hoje ainda vive com a cabeça no período Brasil colônia, acreditando que tudo que é bom tem que vir de fora. Ou então, vive falando que tudo que já foi feito de bom, foi feito nos anos 80. No caso do primeiro pensamento, devo dizer que precisa sair e pensar fora da bolha; no segundo, eu me pergunto como podem estar no meio pensando assim, já a existência do cenário, se tudo de bom já foi feito, é totalmente dispensável. Mas ambas as formas de pensar são irreais, já que o Metal continua indo bem, forte e vigoroso, com bandas ótimas surgindo de todos os cantos do Brasil. E um ótimo exemplo é o quinteto ANEUROSE, de Lavras (MG), que vem detonando tudo e todos com “Juggernaut”, seu segundo álbum.

O grupo continua destilando o mesmo Thrash Metal de seu primeiro álbum, o ótimo “From Hell”, mas diferente. Se no primeiro tinha-se uma agressividade extrema e um trabalho um pouco mais direto, em “Juggernaut” se percebe que a banda deu uma melhorada em termos de arranjos e ganhou maior diversidade sonora. Ou seja: se não é tão bruto, está bem mais trabalhado e bem feito. Mas cuidado, pois a banda continua detonando tímpanos!

A banda trabalhou no Kólera Estúdio, tendo as mãos de Celo Oliveira na produção, mixagem e masterização do disco. E nisso, a banda ganhou uma formatação musical mais bem acabada e encorpada, e mais limpa. Mas não deixou de ser pesado e agressivo nas medidas certas, já que os trabalhos de Celo são sempre de alta qualidade.E a capa, feita pelo designer Marcus Lorenzet, é muito boa.

Há duas estreias na banda em “Juggernaut”: Frederico Ciociola na bateria e de Raphael Wagner nas guitarras. E talvez isso seja o fator determinante na evolução musical da banda, uma vez que a banda está mostrando uma técnica mais apurada, e o alinhavo melódico que une todos os elementos da música da banda está mais evidenciado. Mas como já dito, eles mostram a mesma identidade musical de antes, apenas mais bem burilada. Ou seja, pode-se aferir que “Juggernaut” é um passo adiante de “From Hell”.

O disco possui 14 músicas, sendo os destaques: a trampada e forte “Closer to God” (um Thrash Metal tradicional, bem trabalhado e com o ritmo levado em tempo mediano, permitindo sentir-se a força do trabalho das guitarras do grupo, seja nos riffs ou nos solos), a força rítmica pesada e bem trabalhada de “Butcher” (sim, pois baixo e bateria estão criando uma base rítmica sólida e técnica, sem deixar buracos na música), o azedume dos riffs e vocais bem encaixados em “Rapriest” (ótimo refrão e que guitarras bem feitas), a bela homenagem ao Mr. Rock ‘n’ Roll em “To Lemmy” (que tem uma pegada bem Thrash’n’Roll, mostrando vocais muito bons, além de mostrar como a influência do MOTORHEAD no Thrash Metal é uma realidade), a cadência envolvente de “Juggernaut”, a divertidade e com toques de Crossover “Drunk as Skunk” (finalmente alguém traduz a boa e velha frase “bêbado que nem um gambá” para o inglês), e o mix de passado e presente ouvido nos ritmos de “Deathly, Cold, Chill” e “Arcade” (em ambas, baixo e bateria mostram suas garras). Óbvio que é preciso falar de “Magnata da Fé”, cantada em português, e em que existem percussões tribais, mistura de ritmos (inclusive doses de HC e Crossover bem claras), vocais que alternam os momentos agressivos normais e uma voz narrativa mais limpa, e que dá um toque experimental ao CD.

Sim, “Juggernaut” nasceu ótimo, e vai causar muitos torcicolos por aí.

Ouçam bem alto!