4 de out. de 2016

LOUDER - Take One (EP)



2016
Independente
Nacional

Nota: 8,0/10,0


Músicas:

1. Last Memory
2. Temple of Desire
3. Copper's Synapse
4. No More
5. Blind Faith (Part I)


Banda:


Kid Sangali - Vocais
Gio Attolini - Guitarras, backing vocals
Maurício Barbieri - Guitarras
Ricardo Ledur Gottardo - Baixo
Felipe Saretta - Bateria


Contatos:



Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


De alguns anos para cá, a vocação do Brasil para produzir bandas de Hard Rock e AOR tem crescido bastante. E assim, o cenário nacional começa a mostrar mais e mais diversidade, o que permite um alcance maior, ou seja, pode angariar novos fãs sem muito esforço. E é muito bom ver bandas com aquela boa e velha levada que transita entre o Hard Rock e o Rock'n'Roll, como o quinteto LOUDER, de Veranópolis (RS), que chega pondo a casa abaixo com seu EP de estréia, "Take One".

O grupo consegue soar pesado e agressivo, mas sempre com um enfoque enorme nas melodias, um cuidado estético para que a música não perca sua acessibilidade, que possa mesmo conquistar fãs novos e jovens. Óbvio que isso não os desabona em momento algum, apenas os diferencia dos que buscam ter uma evidência maior do lado AOR (que eles até não deixam de ter em certos momentos, mas que aqui não é tão clara).

Ou seja, é algo envolvente, melodioso, mas com sua devida dose de agressividade, com um jeitão ganchudo e ótimos refrões.

A produção do EP é do baixista Ricardo Ledur Gottardo, tendo na co-produção Maninho (que acompanhou as gravações, além de mixar e masterizar as canções). Embora a sonoridade como um todo seja muito boa, com timbres instrumentais bem escolhidos, podemos perceber que ainda está algo um pouco cru além do necessário. Óbvio que o grupo busco algo mais espontâneo e orgânico, mas isso deixou a sonoridade crua além do necessário. Não está ruim, de forma alguma é isso que as palavras deste autor quer dizer, mas que poderia ser ainda melhor. Mas para a estréia, está muito bom (ainda mais porque temos uma banda independente).

Ótimos vocais (com certo toque de Bruce Dickinson em alguns momentos), uma dupla de guitarras muito boa, baixo e bateria com boa coesão e com a dose certa de peso são os elementos que se unem para criar uma musicalidade melodiosa, acessível, e bons arranjos. Fora isso, os refrões são de fácil assimilação, o que torna o trabalho deles ainda mais delicioso.

Melhores momentos:

"Last Memory" - Como a canção que abre o EP, ela tem uma grande responsabilidade. Mas ela está à altura, apresentando um conjunto de arranjos mais simples e com ótima dose de acessibilidade. O refrão é ótimo, empolga e mostra belos backing vocals, mas o destaque mesmo fica por conta das ótimas vocalizações.

"Temple of Desire" - Aqui se percebe certa influência de sonoridades noventistas, com uma dose extra de peso nas guitarras. O andamento não é veloz, e o trabalho da base rítmica, além de peso, mostra uma técnica simples, mas eficiente.

"Copper's Synapse" - O lado um pouco mais clássico em termos de Hard Rock surge aqui. Nos lembra bastante aquela coisa meio Blues, meio Rock'n'Roll dos anos 70, ou seja, tem aquela pegada mais pesada. Ponto para as guitarras, que mostram arranjos muito bons, tanto nas bases como nos riffs. Mas novamente, o refrão é de primeira.

"No More" - Aqui, temos uma canção muito acessível, mas com certos toques de algo mais pesado aqui e ali. A dinâmica de andamentos é ótima, outro refrão bem chicletoso, além de um trabalho em termos de vocais e backing vocals de primeira linha.

"Blind Faith (Part I)" - Fechando o EP, uma faixa que começa lenta e suave, mas cheia de certa atmosfera introspectiva e melancólica. E mesmo quando ela ganha uma dose de peso e agressividade, a força da melancolia ainda se faz presente, ressaltando o trabalho instrumental ótimo do quinteto.

Óbvio que o LOUDER ainda tem uma ou outra aresta a aparar, coisa que a estrada e um bom produtor poderão corrigir. Mas que "Take One" mostra uma banda com grandes possibilidades, isso mostra.

Ponho fé.


3 de out. de 2016

Godzorder: “O público já estar meio "cansado" da cena”


Ainda que estejam estabilizados como trio de forma temporária, o GODZORDER não para e as composições para o sucessor de “Obey” já estão nascendo, onde trarão ainda mais suas influencias e claro, suas características próprias, que já são bem perceptíveis em seu primeiro lançamento.

Nas linhas a seguir Marco (baterista) e Rafael (baixo/vocal) nos falam algumas novidades do vindouro disco, assim como os álbuns que os influenciaram, cena underground e muito mais, confira:

Sobre as novas composições do sucessor de “Obey”, o que podemos esperar?

Marco: Podem esperar músicas expressivas e com muita energia como sempre. As novas composições estão fluindo muito bem, várias ideias e abordagens diferentes.

Rafael: Tem muito material antigo ainda engavetado para trabalhar, estamos usando o que melhor se enquadra com a proposta da banda, mas nesse processo sempre acaba surgindo mais ideias novas. Chega até a ficar difícil administrar tudo, rs...


Teremos duas guitarras novamente ou ainda é cedo para falar?

Marco: Nossas ideias já vêm como duas guitarras, porém estamos fazendo as composições em trio, mas com certeza vamos atrás do quarto integrante da banda. Será muito importante para o conteúdo do futuro trabalho do Godzorder e esperamos realmente desta vez acertar na escolha.


A falta de shows é algo que vêm incomodando não só as bandas, mas também os produtores pequenos que movem o underground. Já que em muitos casos deixam de fazer seus eventos por falta de público ou local que aceite bandas autorais. Gostaria que comentassem a respeito.

Marco: Estamos passando por uma era de eventos e produções bem pobres por conta de dois fatores e isso envolve público, produtores, etc. Pelo menos em nossa cidade podemos afirmar que são poucos produtores que ainda fazem algo para as bandas autorais. Veio com a grande demanda de bares com proposta de bandas covers e acabou fechando um pouco as portas para as bandas autorais, mas ainda temos esperança que possa ser revertida essa história do underground.

Rafael: Isso envolve muita coisa, inclusive o fato do público já estar meio "cansado" da cena, até decepcionado com as bandas, eventos e casas de shows de rock/metal. Vejo uma falta de atrativos que chame a atenção do público, pois quase tudo que envolve e ambienta isso parece ter ficado no século passado, sei lá... Nada contra tradições, mas certas coisas precisam acompanhar a evolução.


Sem pensar muito, quais os discos que mais influenciaram o Godzorder. E quais influenciaram, mas vocês não escutam mais?

Marco: Os que mais me influenciaram foi o primeiro álbum do Fight – “War of Words”, Pantera – “Far Beyond Driven”, Metallica – “Black Album”. E os que ainda gosto, mas não escuto faz anos são os álbuns do Guns n Roses – “Appetite for Destruction”, Slayer – “Rening Blood” e Iron Maiden – “The X Factor”.

Rafael: Acho que a banda foi modelada pelos discos que o Marco citou, acrescentando o “Arise”, “Chaos A.D.” e “Roots” - Sepultura, “Burn My Eyes” e “The More Things Change” - Machine Head. Os que mais me influenciaram a tocar, mas não ouço mais seriam o “4 Of a Kind” e “Crossover” - DRI, “Rocket to Russia” e “Loco Live” - Ramones, “Beneath The Remains” - Sepultura (esse último, com certeza, foi o disco que mais ouvi na minha vida e que mais me influenciou! Foi a chave que abriu as portas do Heavy Metal para mim). E só para concluir, confesso que nunca literalmente deixei de ouvir esses trabalhos, e acredito que nunca o farei, pois ainda me dão muita inspiração.


Links Relacionados:



PANZER - Resistance (álbum)



2016
Nacional

Nota: 10,0/10,0


Músicas:

1. 96
2. The Price
3. Impunity
4. No Fear
5. No Scream in Vain
6. Alone
7. Attitude
8. Do It!
9. The Old and the Drugs for the Soul
10. The Resistance
11. You May Not Have Tomorrow
12. Actitud


Banda:


Sérgio Ogres - Vocais
André Pars - Guitarras, Baixo
Edson Graseffi - Bateria


Contatos:

Metal Media (Assessoria de Imprensa): http://www.metalmedia.com.br/panzer/


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Parece que o ano de 2016 ficará marcado como um ano em que as bandas de Metal do Brasil lançaram grandes discos, tanto do lado mais ortodoxo quanto do lado mais vanguardista. Há espaço para todos, inclusive aqueles que gostam de ficar em um nicho entre as duas linhas de pensamento.

E nisso, podemos afirmar que o PANZER, quarteto paulista que transita entre o Thrash Metal e o Stoner Metal/Rock, é um mestre. E "Resistance" vem em boa hora, por vários motivos, nos lembrar quem eles são.

Antes de tudo, sabemos que a banda teve duas baixas em sua formação antes de gravarem o disco. Rapidamente, o grupo trouxe Sérgio Ogres para os vocais. Óbvio que isso alterou um pouco a dinâmica da banda, mas ao mesmo tempo, o estilo do PANZER não mudou muito. E em "Resistance", percebemos que a banda resgatou um pouco de seu passado, pois existem passagens no disco em que lembramos elementos de "The Strongest" (de 2001). Mas ao mesmo tempo, a musicalidade da banda continua indo para o futuro, apenas mais coesa e requintada.

Ou seja: as esteiras desse tanque de guerra ainda estão bem pesadas, e fortes suficientes para triturar pescoços incautos!

A qualidade sonora é surpreendente!

Sim, pois agora, aquele clima mais sujo e despojado presente em "Honor" cedeu espaço à uma qualidade requintada, clara e muito clara. Sim, a banda foi de um extremo ao outro, mas isso nos permite ver que a música do grupo assenta sob quaisquer condições, e é altamente adaptável, o que não é algo simples. Um trabalho ótimo de Henrique Baboom e André Pars (guitarrista do grupo, que gravou também todas as partes de baixo do disco).

A arte gráfica é bem simples. O PANZER nunca foi muito fã de superproduções nesse quesito, mas a arte de Edson Graseffi (baterista do grupo) por si só chama a atenção do ouvinte, e permite que todas as atenções se foquem apenas na música. Uma estratégia muito boa.

Vocais que vão dos urros extremos a momentos mais limpos e melodiosos, guitarras com riffs sólidos e solos melodiosos, baixo firme na marcação e uma bateria com bom nível técnico, mas muito peso e uma pegada bem orgânica. São os elementos que o PANZER usa para criar sua música, que são adornadas com bons arranjos e uma dinâmica de primeira entre o instrumental e as partes dos vocais.

Melhores momentos de um disco que nasceu devastador de pescoços e ouvidos:

"The Price" - Uma canção com um andamento com um Swing de primeira, com belo trabalho de baixo e bateria (percebam como os tempos se alternam muito bem), fora os vocais com uma linha mais "hardcorizada" de primeira. E nesse quesito, a banda ganhou diversidade, já que o uso de alguns vocais mais limpos muito bem sacados.

"Impunity" - Aquela força mais Stoner mais crua e azeda se faz presente nessa canção de andamento lento. Mas é interessante perceber o refrão com vocais limpos, fora a rifferama das guitarras (sim, elas estão em alta no disco todo).

"No Scream in Vain" - É uma faixa mais agressiva, mas recheada por um groove à moda antiga de primeira. É incrível ouvir como a bateria está realmente de primeira, fugindo de elementos modernos, firmando o pé em algo mais encorpado e requintado. Mas se notarem, durante o solo, não existe bases de guitarra por baixo, o que dá aquele mesmo tom "live" de antes, mas sem que a qualidade final seja perdida.

"Alone" - Outra vez a banda usa de uma pegada mais pesada e cadenciada no início, mas logo ganha um pouco mais de velocidade no refrão. Uma verdadeira exibição de riffs de primeira, fora os vocais estarem muito versáteis.

"Attitude" - Um toque de Hard Rock/Rock'n'Roll mais clássico aparece nesta canção, dando mais diversidade musical ao trabalho da banda. E é muito legal poder curtir o trabalho de baixo e bateria que está muito bom (as conduções nos bumbos duplos são ótimas, mas sem exagerar demais nesse recurso).

"Do It!" - A força do moderno e o groove clássico se fundem, gerando uma canção curta, bruta e ganchuda. E por ser mais curtinha, é onde os vocais dão uma aula de agressividade e impostação de voz.

"The Resistance" - A faixa-título sempre tem aquela carga de responsabilidade de ser um dos grandes momentos. E é claramente o que ouvimos. Aqui, a banda dá a clara impressão que esta canção poderia estar em "The Strongest" facilmente, sem perder a noção do quanto a banda evoluiu. Há momentos mais rápidos e pesados, outros com mais Swing, e outros mais lentos e hiper azedos. Mas a faixa é ótima do início ao fim.

"You May Not Have Tomorrow" - Aqui, a banda mostra um lado bem introspectivo e melancólico, com uma música levada apenas nos vocais e acordes limpos da guitarra. Mas isso é bom, pois se percebe que o PANZER está ganhando cada vez mais em termos de diversidade e influências.

"Actitud" - Aqui, temos aquela levada crua ganchuda, com tempos em velocidade mediana, inclusive mostrando um pouco de uma das influências primordiais do grupo: MOTORHEAD. Mas interessante é a letra em espanhol, que deve ser uma homenagem do grupo aos seus fãs argentinos (onde estiveram fazendo shows em 2014).

"Resistance" vem para colocar mais uma medalha no PANZER, que não desiste e não retrocede.

Outro disco que entra em um Top10 com facilidade!

DARKTOWER: liberado Single para "Destroy the House ov Ha'shem"


A banda carioca DARKTOWER acaba de liberar o lyric vídeo de "Destroy the House ov Ha'shem" em sua página oficial no Facebook.

Leia a declaração da banda:

"Eis que, após uma longa espera, o Dragão de Sitra Ahra, há tanto adormecido, vem à tona, através deste manifesto.

Resultado obtido através de alguns longos meses de enclausuramento, este registro demonstra a inteira devoção do DARKTOWER às Forças Primordiais.


Mixado por Nando Campos (AM Studios) e Masterizado por George Bokos ( Ex Rotting Christ, atual Stone Cold Dead) no GrindHouse Studio em Atenas, Grécia, e contando com a participação especial de F. Eregion (Unearthly), contemplem o primeiro single de "EIGHT SPEARS":



Fonte: DarkTower

THE VINTAGE CARAVAN: maturidade e profissionalismo em uma década (entrevista)


Por Erick Tedesco (Abraxas Produtora)


Em menos de uma década, o THE VINTAGE CARAVAN realiza uma extensa turnê pela América do Sul como banda sensação do stoner rock mundial. Vocês se consideram parte do que podemos chamar do primeiro escalão da atual cena roqueira?

Óskar – Sim, às vezes soa um pouco surreal, mas estamos nos divertindo bastante. O rock está definitivamente no auge, com muitas bandas levando o ofício à sério, de forma profissional. Espero que estejamos contribuindo para isso também!


Qual a diferença entre as apresentações na terra natal da banda, a Islândia, seja na cidade onde nasceram ou na capital, e os shows em grandes festivais e nestes primeiros no Brasil? Você acredita que atingir distantes plateias em tão pouco tempo de carreira agiliza a profissionalização e o amadurecimento da banda?

Óskar – Cada lugar tem sua peculiaridade e a Islândia é bastante interessante para shows de rock, com plateias calmas que geralmente não mostram uma reação para você saber se estão se entretendo . É uma maneira saudável de se envolver com o evento. E acredito, sim, que as turnês nos ajudam muito no processo de profissionalização. E, pessoalmente, as turnês me ajudam demais quando o assunto é maturidade.


O THE VINTAGE CARAVAN está promovendo “Arrival”, o terceiro álbum da carreira, e o único até agora lançado em versão brasileira via Voice Music. Depois de muitos shows da turnê do disco, como entende “Arrival”, é o tipo de música/sonoridade que vocês pretendem explorar ao menos nos próximos registros em estúdio?

Óskar – Estou orgulhoso de “Arrival”, é um álbum de sonoridade única, com um atmosfera interessante. Claro, somos bastante críticos perante nosso trabalho e também queremos inovar, então posso dizer que o próximo disco será diferente.


A respeito dos shows pelo Brasil nesta primeira turnê sulamericana, o que tem no setlist?

Óskar – O repertório desta inédita turnê contém músicas dos álbuns “Voyage” e “Arrival”. É um setlist animado!


Vocês três são jovens, no entanto, muitas das principais influências do THE VINTAGE CARAVANsão da década de 1970. Quais elementos daquele período da história da música os encanta tanto que vale a pena resgatar e transformar em algo novo, mas sem perder a famosa aura setentista?

Óskar – Este é o direcionamento musical que o THE VINTAGE CARAVAN busca desde o primeiro dia que nos reunimos e criamos a banda. As décadas de 1970 e 1960 de fato produziram muitas das mais interessantes e apaixonantes músicas, isso do meu ponto de vista. Desde muito novo sou fascinado pela musicalidade destas épocas, mas enquanto músico eu quero adicionar a energia e potência do rock e do metal dos dias de hoje.


Gosta dos termos “retro rock” ou “rock vintage” para descrever a sonoridade da banda?

Óskar – Podem nos rotular como quiser. Tocamos nosso próprio rock n' roll.


Parece que os videoclipes são importantes para a carreira do THE VINTAGE CARAVAN, estou certo? 

Óskar – (risos) nossos vídeos são realmente diferentes! Gostamos de produzi-los engraçados e mantê-los interessantes. Levamos muito à sério nossa música, mas não queremos que os vídeos sejam sérios.


A Islândia é para vocês, claro, a terra natal, mas para muitas pessoas no Brasil é, acima de tudo, um país muito distante e frio. Existem muitos artistas e bandas islandeses famosos, como Bjork, Of Monsters and Men, Sólstafir e especialmente Ólafur Arnalds, um gênio da música contemporânea do seu país. Conhece o trabalho dele? Você gosta de outros estilos musicais além do rock n' roll?

Óskar – Não tenho o hábito de escutar Ólafur Arnalds, mas gostei do que já escutei, é um talentoso músico e compositor. Ah sim, eu amo funk, blues, jazz, música disco, o pop anos 80, um poco de rap antigo e alguma coisa do pop contemporâneo, mas com moderação. 


PRÓXIMOS SHOWS: 

CÓRDOBA (Argentina)
DATA: 4 de outubro
HORÁRIO: a partir das 21 horas
LOCAL: Refugio Guernica
ENDEREÇO: Tillard 155, 5000


BUENOS AIRES (Argentina)
DATA: 5 de outubro
HORÁRIO: a partir das 20 horas
LOCAL: Uniclub
ENDEREÇO: Guardia Vieja, 3360


SÃO PAULO (São Paulo)
DATA: 8 de outubro
HORÁRIO: 21 horas
LOCAL: SESC Belenzinho
ENDEREÇO: Rua Padre Adelino, 1000, Belenzinho


RIO DE JANEIRO (Rio de Janeiro)
DATA: 9 de outubro
HORÁRIO: a partir das 20 horas
LOCAL: La Esquina
ENDEREÇO: Avenida Mem de Sá, 61, Lapa


FLORIANÓPOLIS (Santa Catarina)
DATA: 11 de outubro
HORÁRIO: às 23 horas
LOCAL: Célula Showcase
ENDEREÇO: Rua João Paulo, 75


THE VINTAGE CARAVAN NA INTERNET

Site oficial: thevintagecaravan.eu


A/C Erick Tedesco (Assessor de imprensa/Abraxas Produtora)
(19) 99616-2999 (cel e whatsapp)

1 de out. de 2016

EST. 1986: os 30 anos do GENOCÍDIO em vídeo


Foi lançada a primeira parte do vídeo que conta a história do GENOCÍDIO, apresentada pelos integrantes Wanderley Perna (baixista e fundador da banda) e Murillo Leite (guitarra e vocais).



O curta-metragem, que possui duração de pouco mais de oito minutos, contém depoimentos e curiosidades do início da banda até o lançamento do álbum “Rebellion” de 2001.

Relatos de bastidores e gravações, desavenças e conquistas, este filme é acima de tudo uma ótima oportunidade para os fãs que acompanham o grupo durante as três décadas e para aqueles que queiram conhecer um pouco mais da banda terem acesso a fatos marcantes da trajetória destes pioneiros do metal extremo brasileiro.

A segunda e última parte estará disponível em breve, confira agora a parte 1 no link abaixo:



Links relacionados.
Site oficial: www.genocidio.com.br/


29 de set. de 2016

CARNIÇA: “as baterias do novo álbum contarão com peso e pegada oitentista”


E as linhas de bateria para o novo álbum da CARNIÇA estão finalizadas, onde Marlo Lustosa se inspirou em toda sua influência oitentista.

“As bateras desse álbum contarão com um peso e uma pegada oitentista... Inspirados nos bateras e nas bandas que foram e são referências para mim...”

As gravações foram feitas no mês de setembro no estúdio próprio da banda o Chronos Sound Studio. Foram gravadas linhas para oito músicas, sendo uma delas um cover de um dos grandes nomes do Metal Extremo mineiro.

Em breve teremos uma amostra desse poderio sonoro dessa que é uma das melhores bandas de Metal do Brasil. Enquanto isso participe da nova promoção dos gaúchos, basta assistir o novo videoclipe “Rotten Flesh 25 Years” e deixar nos comentários do vídeo qual momento você achou mais marcante no clipe. Pronto você estará concorrendo a discografia do CARNIÇA!



Links Relacionados:



ADE - Carthago Delenda Est (álbum)


2016
Importado

Nota: 10,0/10,0

Músicas:

1. Carthago Delenda Est
2. Across the Wolf's Blood
3. Annibalem 
4. With Tooth and Nail
5. Dark Days of Rome
6. Scipio Indomitus Victor
7. Mare Nostrum
8. Zama: Where Tusks are Buried
9. Excidium
10. Sowing Salt


Banda:


Traianvs - Vocais
Fabio - Guitarra base
Nero - Guitarra solo
Caligvla - Baixo
Commodvs - Bateria


Contatos:

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


146 A.C.

Após as três Guerras Púnicas, o Império Romano enfim destrói Cartago, cidade do Norte da África que tendia a se reestruturar militarmente após cada derrota, e representava uma ameaça aos interesses de Roma no Mar Mediterrâneo.

Um dos maiores defensores do fim de Cartago foi o célebre senador romano Catão, o Velho. O mesmo sempre usava a mesma frase para findar seus discursos: "Ceterum censeo Carthaginem delendam esse" ou "Ceterum autem censeo Carthaginem delendam esse" (que em latim significa "Considero ainda que Cartago deve ser destruída"), e que acabou sendo simplificada para "Carthago Delenda Est", ou seja, "Cartago deve ser destruída".

E a célebre frase é relembrada pelo quinteto italiano ADE, que chega com uma obra-prima, que tem por nome "Carthago Delenda Est", uma tempestade Death/Black Metal de bom gosto.

É preciso estabelecer que o ADE tem uma personalidade musical brutal e violenta, mas cheia de energia, usando temáticas referentes à cultura Greco-Romana. Agora imagine esse tipo de tema tendo como elementos vocais guturais de primeira linha (além de momentos mais sussurrados ótimos, e a dicção não é comprometida em momento algum), uma dupla de guitarras estuprando os ouvidos alheios com riffs velozes e destruidores (mas sempre com bom gosto e boa técnica), e um baixo e bateria mostrando uma técnica ótima e velocidade extrema em alguns momentos, mas com muito peso. Mas ao mesmo tempo em que é agressivo, o trabalho musical do quinteto é grandioso, com uma atmosfera épica que permeia cada canção do CD.

A mensagem é clara: Cartago deve ser destruída, e você deve se render ao trabalho deles, sem concessões!

A produção é de Riccardo Studer, que acompanhou as gravações, além de fazer a mixagem e masterização do CD. E ele conseguiu conferir ao quinteto uma sonoridade brutal, azeda e moderna, que encaixa muito bem com o contexto sonoro do grupo. Mas ao mesmo tempo, é clara e limpa, nos permitindo compreender a música do grupo sem dificuldades.

A arte é linda, e transpira o clima tenso e selvagem de uma das Guerras Púnicas. Aparentemente, a luta entre o general cartaginense Hannibal Barkas (célebre por atravessar os Alpes com uma guarnição de infantaria, cavalos e elefantes) contra as centúrias romanas em Zama, embora isso seja referente à segunda Guerra Púnica. Mas assim mesmo, está muito boa, dando corpo à música brutal do ADE.

Mesmo sendo uma banda que transita entre o Death/Black Metal e o Technical Death Metal, o ADE não passa o tempo todo em uma velocidade de quebrar pescoços. Não, eles sabem usar alguns momentos mais cadenciados, ou então, velocidades não tão extremas. Mas tudo sob um alinhavo melódico de primeira, oculto por tanta brutalidade musical. E ainda conseguem encaixar algumas orquestrações ótimas e teclados refinados, ambos tocados por Riccardo Studer. E vejam que nem citei que a banda usa passagens em latim, ótimos refrões, e estruturas harmônicas de primeira.

"Carthago Delenda Est" é um disco incrível, quanto mais se ouve, mais se descobre de detalhes e se apaixona por ele.

Melhores momentos:

"Carthago Delenda Est" - Após uma introdução cheia de nuances étnicas/orientais, a banda entra com uma música rápida e violenta ao extremo, mas mostrando uma qualidade ímpar, com momentos grandiosos e refrão empolgante. Destaques óbvios para os vocais de Traianvs e a bateria de Commodvs. Mas não se perca, porque existem orquestrações épicas preciosas permeando a canção.

"Annibalem" - É outra cheia de orquestrações que lembram o Oriente Médio, mas sem que o quinteto perca o impacto. Aqui, a pegada musical do grupo é veloz e um pouquinho mais direta, embora cheia de mudanças de ritmo incríveis. E nos momentos mais lentos, se percebe a técnica de Caligvla no baixo.

"With Tooth and Nail" - É incrível como a brutalidade técnica do quinteto consegue ser de uma beleza magnífica. Aqui, ao mesmo tempo em que a banda apresenta uma boa técnica instrumental, o andamento é mais cadenciado e azedo, adornado por orquestrações pontuais. Óbvio que os vocais se destacam bastante, mas Fabio e Nero nas guitarras criam riffs e arranjos de cair o queixo.

"Dark Days of Rome" - Aliando velocidade e técnica de maneira equilibrada, o quinteto cria uma música arrasadora, com detalhes musicais preciosos. Cadenciada em algumas partes, mais veloz em outras, é sempre épica, permeada de teclados climáticos dando um sabor diferenciado ao trabalho técnico e feroz das guitarras.

"Scipio Indomitus Victor" - O lado épico prevalece, mesmo que o fundo seja brutal e técnico. É uma característica intrínseca e particular do ADE, algo que os faz não ser apenas mais um. Reparem bem como os tempos vão mudando de forma harmoniosa em meio à brutalidade imposta por baixo e bateria (a solidez da base rítmica da banda é algo surpreendente).

"Zama: Where Tusks are Buried" - Mais uma vez, a banda opta por explicitar uma pegada mais épica, recheada de belos teclados que preenchem os espaços. Mas o trabalho técnico da banda é ótimo, com tempos quebrados e muito peso. E isso faz com que os vocais e as guitarras se destaquem bastante.

"Sowing Salt" - Salgar o terreno é uma prática antiga para se evitar que qualquer coisa nascesse. E usando este tema, o quinteto cria uma explosão de pura agressividade, mais cheia de momentos técnicos. 

No mais, "Carthago Delenda Est" é o disco perfeito para aqueles que desejam desbravar novas sonoridades dentro do Metal extremo, além de uma aula de História.

Avante, Centuriões do ADE!



BRASIL METAL UNION: festival lança novo site para unir a cena nacional, e anuncia primeiros nomes da edição vindoura


Após 10 anos de hiato, o festival Brasil Metal Union (chamado por muitos de BMU), retorna a ativa.

Idealizado por Richard Navarro, o festival ocorria todos os anos, e teve versões entre 2000 e 2006, abrangendo quase todas as vertentes do Metal que existem, e dando ao público a possibilidade de conhecer bandas jovens.



Sim, o Brasil Metal Union está de volta! 


Richard Navarro aproveitou e lançou um novo site e, ao mesmo tempo, um vídeo onde apresenta o ideal do evento: ser um espaço para bandas brasileiras de Metal.

No site, as bandas podem se cadastrar e permite assim a criação de um banco de dados sobre o cenário nacional, o que tomou dois anos de desenvolvimento. Ou seja: se você tem banda, se cadastre.


Ao mesmo tempo, é possível encontrar no site um histórico completo do festival, com todos os detalhes sobre as edições do BMU realizadas, bem como saber quais bandas passaram por ele.


Ao mesmo tempo, foi anunciada da data para uma edição comemorativa: 13 de novembro de 2016, e será no Tropical Butantã, na capital paulista. 

Bandas já anunciadas: 

TUATHA DE DANANN
HIBRIA
NERVOSA
SALÁRIO MÍNIMO




Endereço do site: www.brasilmetalunion.com.


BORN2BLEED: lançamento do Single "Vida e Guerra" já possui data!


O BORN2BLEED, novo projeto que conta com o vocalista Felipe Lameira (Ex-Hatefulmurder), lançará seu single de estréia, intitulado "Vida e Guerra" no dia 10 de Outubro, no canal oficial da banda no Youtube. A faixa também estará disponível nas principais plataformas de música a partir do dia 17 do mesmo mês.


A banda carioca promete refletir uma estética urbana e violenta representada na complexidade de sobreviver nas grandes cidades do país. Todo o conceito gráfico foi trabalhado pela banda e executado por Lameira, designer responsável pela Fierce Artworks, e a produção da faixa ficou a encargo da banda e de Murilo Pirozzi, produtor do PyroZ Studios.



Contatos: 



Fonte: Born2Bleed

MELYRA: nova vocalista anunciada

Foto: Fabricio Dupin

Depois de algum tempo em silêncio, buscando por uma nova vocalista, a banda carioca MELYRA fez o anúncio oficial em sua página no Facebook:

"Habemus Cantrix! 

Depois de uma criteriosa escolha, enfim chegamos à cantora que é a cara da MELYRA! 

É com alegria e orgulho que anunciamos e damos boas vindas à nossa nova integrante: Verônica Vox! 

Com ela, iniciamos uma nova etapa da história da banda para seqüência de nossa trajetória por novos e instigantes caminhos!"


Fonte: Melyra

SOILWORK - Death Resonance (CD compilação)




2016
Nacional

Nota: 10,0/10,0



Músicas:

1. Helsinki
2. Death Resonance
3. The End Begins Below the Surface
4. My Nerves, Your Everyday Tool
5. These Absent Eyes
6. Resisting the Current
7. When Sound Collides
8. Forever Lost in Vain
9. Sweet Demise
10. Sadistic Lullabye 2010
11. Overclocked (2016 Mix)
12. Martyr (2016 Mix)
13. Sovereign (2016 Mix)
14. Wherever Thorns May Grow (2016 Mix)
15. Killed by Ignition (2016 Mix)



Banda:


Björn "Speed" Strid - Vocais
Sven Karlsson - Teclados
Dirk Verbeuren - Bateria
Ola Frenning - Guitarras (músicas 11-15)
Sylvain Coudret - Guitarras (músicas 1-10)
David Andersson - Guitarras (músicas 1-8)
Peter Wichers - Guitarras (músicas 9, 10, 14, 15)
Daniel Antonsson - Guitarras (músicas 11-13)
Ola Flink - Baixo (músicas 4-15)


Contatos:



Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Tem bandas que são referenciais dentro de estilos de Metal. E tem aquelas que são tão geniais que tudo que fazem é excelente. E para quem conhece o SOILWORK, um dos pioneiros do Death Metal melódico, até mesmo uma coletânea como "Death Resonance" acaba se mostrando algo de altíssimo nível. E a Shinigami Records, em parceria com a Nuclear Blast Brasil, nos possibilitou termos acesso ao disco por meio de uma versão nacional do mesmo.

Antes de tudo, é preciso deixar claro: você está bem longe de uma coletânea no formato "The Best of", pois o sexteto, assim como sua música, não é convencional em momento algum.

É preciso tirar o chapéu para a idéia de "Death Resonance": aqui temos uma coleção de músicas que foram "bonus tracks" em versões japonesas ("The End Begins Below the Surface" vem de "The Ride Majestic"; "Sweet Demises" é de "The Panic Broadcast"; "Sadistic Lulabye" também é de "The Panic Broadcast", mas por si só, já é uma versão nova da que se encontra em "Steelbath Suicide"), outras são remixadas exclusivamene para esta compilação (como "Overcloked", "Martyr" e "Sovereign", que originalmente estavam como extras na versão japonesa de "Sworn to a Great Divide"; e "Wherever Thorns May Grow" e "Killed by Ignition", que estão como faixas extras para aersão japonesa de "Stabbing the Drama"), algumas do EP "Beyond the Infinity", e duas canções inéditas. Algo diferente, e excelente!

Óbvio que em termos de sonoridade, existem algumas diferenças bem pequenas entre a sonoridade de uma faixa ou outra, conforme a proveniência da mesma (ou seja, de qual disco ela vem). Lembro-os que as mesmas ainda possuem períodos de tempos diferentes. Mas isso não deixou a sonoridade ruim, longe disso. São 10 produtores diferentes ao todo. 

Agora, a parte gráfica ficou de primeira.

A capa é simples, mas um trabalho interessante de Mircea Gabriel Eftemie, que deixou o visual bem soturno. E em termos de encarte, a arte gráfica ficou de primeira, pois mesmo usando apenas tons de preto, branco e cinza, mais letras em vermelho, temos fotos da banda, e depoimentos da banda sobre cada uma delas.

Musicalmente, o que podemos falar mais do SOILWORK que já não tenha sido dito antes?

Death Metal melódico com ótimos vocais que transitam entre as vozes limpas e timbres urrados ótimos, melodias bem encaixadas, uma cozinha rítmica de primeira (baixo e bateria são coesos e bem trabalhados), teclados muito bem pensados, e uma dupla de guitarras que sabe expor o necessário nos momentos mais brutos ou nos mais melodiosos. E adicionem a isso uma criatividade que parece não ter fim.

Primeiramente, falemos das inéditas:

"Helsinki" - Uma canção em que as melodias e agressividade características do grupo se acasalam muito bem, cheia de passagens introspectivas com vocais limpos, além de um refrão de primeira (outro traço marcante da personalidade musical do sexteto). Isso sem mencionar as belíssimas partes de guitarras (em especial os solos).

"Death Resonance" - Uma pouco mais cadenciada e com uma atmosfera densa e melancólica, mostra um trabalho técnico de bom nível, mas sem que a banda foque nisso. Há passagens melodiosas introspectivas onde vocais limpos e outros tons mais brutos se mesclam. E que belíssimo trabalho em termos de baixo e bateria, fora os teclados estarem muito bem.

O ponto interessante é que ambas as canções mostram um feeling mais "old" em termos de SOILWORK, algo quase sem os elementos de Metalcore presentes em "The Ride Majestic". Parece mostrar que o sexteto vai nos surpreender mais adiante uma vez mais, mas como falamos de uma banda em que evoluir é uma regra de vida, tudo é possível.

Agora, "My Nerves, Your Everyday Tool" com suas belas linhas melódicas de guitarras e acentuada agressividade (com outro trabalho ótimo de baixo e bateria), a atmosfera trabalhada e bem cuidada em termos estéticos de "Resisting the Current", as melancólicas partes das guitarras em "When Sound Collides", a linda e azeda "Sweet Demise" (com baixo e bateria mostram sua força uma vez mais. E sem falar nos teclados bem encaixados nos momentos mais lentos), a velocidade ríspida e insinuante de Sadistic Lullabye (com mais uma aula de riffs de primeira linha), as melodias de teclados bem delineadas na sinuosa e melancólica "Martyr", e a criativa "Wherever Thorns May Grow" (com suas linhas de voz maravilhosas) são provas claras de quanto o SOILWORK é uma banda que soube evoluir e fugir do ponto comum.

Uma das melhores bandas da atualidade, e "Death Resonance" vem coroar o ótimo momento da banda.

Ouça sem moderação alguma!



SEMBLANT: confirmada como abertura para o Sabaton em Curitiba



O grupo sueco Sabaton está com nova turnê agendada para o Brasil. Após o sucesso em 2014, a banda estará de volta a Curitiba no dia 03 de Novembro, no Music Hall. E a Mosh Productions anuncia o SEMBLANT, banda do cast da gravadora americana EMP Label Group, como banda que fará o show de abertura da noite.

O SEMBLANT, oriundo de Curitiba, está na estrada há mais de uma década, e a cada dia que passa vem colhendo os frutos de uma carreira de muito profissionalismo. Com contrato assinado com o selo liderado pelo baixista do Megadeth, David Ellefson, a banda viu o lançamento de seu álbum Lunar Manifesto ser feito em solo americano, em formato convencional e também em vinil. O show especial ao lado do Sabaton, que divulga seu último disco, o recém lançado "The Last Stand", já está com ingressos disponíveis. Devido a grande procura, os convites já estão no segundo lote.


Confira abaixo o serviço completo do show.


Mosh Productions apresenta:​

Curitiba/PR - Sabaton
Abertura: Semblant
Data: 03 de novembro de 2016
Local: Music Hall
Endereço: Rua Engenheiros Rebouças, 1645 - Rebouças
Inicio: 18h30

Ingressos:

2º lote - R$ 100 (meia), R$ 200 (inteira)


Pontos de venda:

- Dr. Rock: Rua Emiliano Perneta, 297 – Centro (41) 9828-8500 (sem taxa de conveniência)
- Let’s Rock: Praça Tiradentes, nº 106 / Lojas 03 e 04 – Centro (41) 3324-2676
- Monstros do Rock: Rua Emiliano Perneta , 30 / Loja 26 – Centro (41) 3022-7786
- Túnel do Rock: Rua XV, nº74 – Centro (41) 3322-4077
- Hand & Made: Shopping Palladium (41) 3212-3223
- Memphis Shop: Al. Carlos de Carvalho, 580 - (41) 3222-8213


Apoio: Hand & Made, Fanzine Mosh e X-PressON!
Promoção: Rádio Mundo Livre FM
Realização: Produtora Abstratti
Co-produção: Mosh Productions

Links Relacionados: www.sabaton.net


Fonte: X-PressON!
Assessoria de Imprensa
A/C André Smirnoff

28 de set. de 2016

TROPA DE SHOCK: confirmados novos integrantes da veterana banda paulista


A veterana banda paulista TROPA DE SHOCK, recentemente anunciou a entrada do segundo guitarrista Ricardo Kingerski, que ao lado do também guitarrista Leandro Ligocki e do baixista Alexandre Forcellini, fecham assim a sua nova line up

Os novos membros do grupo já estão integrados ao processo de gravação de seu décimo álbum de estúdio, ainda sem título definido e que será novamente lançado pelaMS Metal Records no Brasil em 2017.

Para mais informações sobre as atividades da banda TROPA DE SHOCK e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através doe-mail contato@msmetalagencybrasil.com.


DUST COMMANDO: primeiro lyric video lançado


Recentemente o DUST COMMANDO liberou para audição gratuita seu mais novo EP “Between Chaos and Grace”, e para massificar ainda mais o poder sonoro apresentado do mesmo, a fã e amiga da banda, Ketlin Espinoza, presenteou os gaúchos com o lyric video da faixa “No Grudge”, um dos grandes destaques do novo lançamento.

Ouça e veja o lyric video de “No Grudge” agora mesmo:



Aproveite também e ouça o “Between Chaos and Grace” no link a seguir:



Links Relacionados:



EDEN SEED: “Definitivamente não vendemos a morte, como muitas bandas fazem”


A parte lírica de uma banda é tão importante quanto sua estrutura musical, que onde coligadas trazem um belo resultado, pois transcender o que sua sonoridade passa nem sempre é fácil, e muitas vezes soa até abstrato.

O EDEN SEED caminha na contramão e traz temas variados, mas tendo uma ligação entre eles, onde mesclam o sofrimento humano com poesias, mas sempre trazendo uma possível solução, nunca deixando que o fundo do poço chegue, mas sim trazendo ótimas reflexões de vida, como a guitarrista Gisele Marie explica:

“Definitivamente não vendemos a morte, como muitas bandas fazem. E definitivamente não limitamos a nossa capacidade criadora com um só tipo de tema. Mesmo quando somos críticos em relação a algum assunto, procuramos sempre lidar de uma forma atual e inesperada com este tema, e sempre dar uma visão positiva sobre o mesmo como uma alternativa, uma saída.”

E nestes temas variados Gisele comenta um pouco da temática de algumas composições:

“Temos por exemplo uma música que se chama MAPINGUARI. Na letra, alguém está fugindo do ataque do Mapinguari no meio da floresta, mas a letra mostra que o monstro não é o Mapinguari, e sim o ser humano, destruidor, poluidor, ganancioso e arrogante. Mas isto não nos impede de muitas vezes falar sobre temas mais leves e poéticos como é o caso de PEACE BE WITH YOU, ou de uma noite de festa como é o caso de ROCKIN' ALL NIGHT LONG, ou de temas muito pesados e ácidos como uma letra nova que eu estou escrevendo que se chama GOD WANT ME TO HATE e escancara a paranoia atual do fanatismo e fundamentalismo vido de todas as direções em nossa sociedade erroneamente radical e preconceituosa.”

Atualmente o EDEN SEED finalizou as gravações de seu primeiro videoclipe, assim como as gravações do dois primeiros Singles que irão divulgar antes do Debut. Fiquem ligados conosco e não percam as novidades sobre uma das revelações do Metal nacional!


Links Relacionados: