A banda brasileira de Death/Thrash Metal EVIL SYNDICATE, está divulgando seu video promocional SLAVES OF WAR. Após várias apresentações pelo país ao lado de grandes bandas como RAGNAROK, BELPHEGOR entre outras, a EVIL SYNDICATE se encontra em processo de gravação para o seu Debut Álbum SHADOWS OF INSANITY, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2013.
Gravadoras e promoters interessados em ter parceria com a EVIL SYNDICATE, podem entrar em contato com a banda através do e-mail: evilsyndicate5@hotmail.com
Marie Dolls: Girl Rockers divulgam chamada para lançamento de videoclipe
A promissora banda de Rock/Heavy Metal - MARIE DOLLS se prepara para o lançamento de seu primeiro vídeo clipe na próxima quarta feira (21/11). O vídeo da faixa 'Who Am I?' será o primeiro registro oficialmente divulgado das quatro garotas paulistas, mostrando um pouco do que o publico pode esperar em do álbum de estréia que já conta com 9 musicas compostas em processo de produção.
A guitarrista Renata Petrelli comenta:
“Finalmente estamos lançando nosso primeiro vídeo! Foi filmado na agencia FLAG, que cedeu o espaço para a nossa bagunça (risos). Estamos muito contentes e lançaremos também em breve nosso EP com 3 musicas para a galera conferir!”
Confira abaixo a vídeo chamada para convidando os fãs para o lançamento oficial:
Um teaser do vídeo pode ser visto em:
Acompanhe a banda nos canais oficiais e fique por dentro das atualizações:
Um Hardcore nos melhores moldes do que é feito nos porões do underground novaiorquino, só que sem nenhuma referência a Rap, Hip Hop ou nada assim. Aqui neste CD, 'Te Desejo Todo Mal do Mundo', o WORST pega muito, muito, MUITO pesado e intenso, com uma raiva de trincar os dentes e causar pogos incansáveis.
O quarteto é composto por caras bem experientes, tendo no currículo bandas como MEDELLIN, PRESTO, CHORUME, ONE TRUE REASON, MUSICA DIABLO, BROKEN HEADS, PAURA, PAVILHÃO9, THE SILENCE e TRETA, ou seja, são músicos calejados no caminho do Hardcore e Crossover, logo, são sujeitos muito competentes naquilo que se dispõem a fazer, então, esperem muita brutalidade, discursos conscientes e música de alto nível.
Vocais rasgados no timbre normal de voz, riffs de guitarra pesados e muito densos, baixo e bateria fortes e extremamente bem tocados, sabendo usar recursos para que as músicas não tenham um fôlego só. Ou seja, espere algo é rotulado com Hardcore, mas que possui muita força dos elementos do Thrash e do Crossover que se fazem presentes, e que não soa datado ou retrô, e isso é o ponto mais forte da banda, pois o som é intenso e cheio de vida o tempo todo.
A produção do disco, feita por Fernando Schaefer, é de primeira, e ainda conta com a mixagem e masterização de Tiago Hóspede (do THE SILENCE) no Estúdio Lamparina, e tudo isso conferiu à banda uma sonoridade compacta, intensa, agressiva e densa, com cada instrumento aparecendo claramente, mesmo debaixo de tanta brutalidade. Outro ponto positivo e que evita o mi-mi-mi infindável de quem não domina o inglês são as letras em português, que transpiram o espírito Hardcore, ou seja, protestos sócio-políticos muito bem conectados com as músicas, e a linguagem da banda é bruta, reta e direta, mas digna de menção honrosa.
O calibre do disco é pesado, ou seja, o nível das composições é bem alto, logo, se preparem para muito pogo, muito slam dancing e pescoços doendo do início ao fim das 10 composições do disco.
Abrindo, temos a agressiva e pogante 'Não Pode Ver Paz', com riffs de guitarra gordurosos e ótimas vocalizações; depois, a ótima 'Te Desejo Todo o Mal do Mundo', com excelente trabalho de baixo-bateria, especialmente pelas ótimas conduções e estruturas rítmicas que a bateria cria, e que bumbos; a quase HCNY 'Eu te Odeio Também', um pouco mais cadenciada e bruta no início e em algumas passagens, mas no todo é algo rápido e visceral, fora a letra ser um atrativo a mais; a destruidora 'Enterrado', novamente com ótimos bumbos e vocais rasgados de doerem os tímpanos de quem não está acostumado, e novamente, uma letra ótima; 'Cinzas', uma faixa muito esporrenta, com riffs muito cortantes e intensos; a quebra-pescoços 'Vícios', mais cadenciada e densa, e com uma letra que deveria ser divulgada 'ad infinitum' para muitos, especialmente nas escolas; o baixo aparece muito bem e firme em 'A Violência te Ensinou', outra daquelas faixas que vai levar ao pogo e stagedive com facilidade; '10 Dedos (F.F.F.)' é um hino, com ótimas guitarras e uma bateria essencial (que serve para mostrar a muitos que tocar HC não é desculpa para falta de técnica); 'Sem Solução' é outra explosão de agressividade intensa; e fechando com chave de ouro, 'Menos um Rato', bastante empolgante e novamente, riffs e vocais se destacam bastante. Mais ogro e truculento impossível, ou seja, um deleite aos ouvidos.
Um dos melhores plays do ano, e que pode ser baixado gratuitamente na página da banda. Mas vale a compra do oficial, sem sombra de dúvidas.
E tenham certeza: é pôr para tocar com a tecla 'repeat' ligada por várias vezes, sem cansar.
Black Metal com fortes doses de Death Metal, formando um som maçiço e agressivo, com boa técnica, mas dispostos a estraçalhar ouvidos incautos. Ou seja, um holocausto sonoro é o que o trio alemão SILENT LEGES INTER ARMA mostra neste seu primeiro Full Lenght, 'Silent Leges Inter Arma'.
Vocais urrados no melhor estilo, riffs de guitarra distorcidos e brutos, baixo e bateria com boa técnica e mantendo o peso e coerência sonora o tempo todo, e o mais interessante é que a banda, apesar de usar uma fórmula já um pouco batida, consegue resultados expressivos e fortes nesse disco.
A produção do disco colocou o som intenso e pesado, mas deixou aquela tradicional gravação abafada, dando a impressão que o som da banda está 'esfumaçado', mas para a banda cai como uma luva, pois em momento algum, isso realmente chega a atrapalhar a audição, pois todos os instrumentos mais tradicionais do estilo estão audíveis, especialmente a bateria, que dá um show durante todo o disco.
Coeso, pesado, e bastante agressivo, o som do trio mantém um nível bom do início ao fim, sendo um deleite aos fãs que preferem algo mais esporrento e menos melodioso, como a banda mostra em composições como a forte e rápida 'We Are', com um trabalho espetacular da bateria, bem como em 'Falcon-Headed One', esta um pouco menos rápida que a primeira, mas intensa e com as guitarras mostrando riffs ótimos; a pogante 'I will Hunt You Down'; a mais intensa e soturna 'Beyond the Light', com algumas melodias fúnebres bem legais; e a longa e variada 'Wings'.
Um trabalho fiel às raízes underground do gênero, e que merece uma audição muito carinhosa dos fãs do Metal mais extremado.
Cavalarmente bruto e bem trabalhado, contendo leves doses experimentais aqui e ali que quase são desapercebidas. Ou seja, um trabalho que, apesar de não ser exatamente algo de inovador, é digno de menção honrosa e elogios, pois o THE9THCELL (projeto de David Pais, do ASHES e NOTRIBE) volta à carga com seu segundo álbum, este ótimo 'Galga de Zebra Ilesa', que chega via Infektion Records.
O trabalho ora soa brutal e intenso, ora mais cadenciado e melancólico, mantendo firme a idéia de um trabalho diversificado, mas que mantenha o peso e a energia tão característicos do Metal.
Vocais que oscilam entre timbres normais, outros mais suaves, outros mais agressivos e mesmo ríspidos, riffs de guitarra ora bem massivos, ora mais suaves, baixo e bateria bem entrosados e afiados, mas que evitam cair em algo muito simples de ser feito. Juntando tudo isso, temos algo que emana vida, fresco e longe de cair em pontos comuns.
A produção sonora é bem limpa e está em um nível bom, permitindo que a complexidade musical da banda possa ser bem ouvido e compreendido sem traumas, mesmo porque a amplitude do trabalho o coloca em um nível difícil de ser digerido para mentes muito fechadas. Tanto é assim que vemos a participação de vários convidados no trabalho, cujos nomes estão destacados na tracklist do CD.
E a diversidade musical do CD é justamente o que o torna atraente, mas que dificulta a escolha de uma ou outra música como destaque, pois seria injusto dizer que uma faixa seria melhor que as outras, mas com um esforço, podemos pôr na mesa como destaques imediatos as variadas e longas 'Adão e Erva' e 'Liberdagem - Este Meu Poço de Romantismo Furioso', pois justamente pelas dimensões privilegiadas (ambas com mais de 10 minutos de duração), elas transitam por cada um dos elementos que compõem a música da banda, indo de algo suave, sentimental e intenso, para algo mais bruto e agressivo sem esforços e sem soar algo desconexo. Mas ainda temos a pancada da moderna 'Cavaleão' e a densa 'Gentlemania'.
Um belo disco, sim senhor!
Tracklist:
01. Adão e Erva
02. Cavaleão (feat. Cláudio Brandão a.k.a. Jeff)
03. Morning Glory (feat. Eduardo Serraventoso)
04. Liberdagem - Este Meu Poço de Romantismo Furioso (feat. Marco Rosa & Pedro Isidoro)
05. Gentlemania (feat. Alex Vaz & Francisco Esteves)
06. Soft Hearted and Hard Cocked (feat. Bruno Lopes)
07. Wounded - Pt2
08. Jacktiv(h)ate (feat. Samuel Luís & Pedro Isidoro)
E mais uma banda surpreende a todos com uma mistura um pouco inusitada, mas bem feita e convincente: Stoner com Black Metal. E não, não é uma piada, pois o trabalho dos italianos do RITI OCCULTI é bem sério, como podemos comprovar em seu primeiro disco, 'Riti Occulti'.
A mistura é evidente, graças ao instrumental gorduroso e denso, mais vocais e climas tétricos do Black Metal, e esta mistura funciona muito bem, pois é feita com desenvoltura e ousadia, algo raro para aqueles que se apegam demais a rótulos musicais. E é extremamente agradável aos ouvidos, acreditem!
A produção sonora é aquela que costumamos ver nos discos de Stoner de raiz, ou seja, uma gravação bem suja e gordurosa, mas sem deixar que a música banda fique prejudicada em algum aspecto, ou seja, podemos ouvir cada instrumento separadamente sem grandes esforços. Aliás, esta produção dá força ao som da banda, pois soa grave e tétrica, aclimatando o resultado.
Musicalmente, o disco é muito bom, estando em um patamar fora do comum, e a satisfação dos iniciados é garantida, uma vez que as músicas são bem diferentes do que andam apresentando pelo mundo, mas temos destaques na terrorosa e densa 'It’s all Grey', com uma forte aura 'sabbathiana' de início, com vocais rasgados fortes e teclados sombrios, mesmo elementos na azeda 'Revelation', onde vocais rasgados se entremeiam com outros mais agonizantes em meio à uma cadência fúnebre; a soturna e experimental 'Desert of Soul', uma faixa quase toda instrumental, com inserções de vocais próximo de seu fim; e a psicodélica e pesada 'Never a Joy'.
Uma grata surpresa, e que merece uma ouvida com muita atenção e carinho, pois a banda merece.
Alcyone
Tracklist:
01. It’s All Grey
02. Revelation
03. I’m Nobody
04. Alcyone
05. Desert of Soul
06. Bitter Awakening
07. Never a Joy
Formação:
Serena Mastracco - Vocais rasgados
Elisabetta Marchetti - Vocais limpos
Niccolò Tricarico - Bass e Bouzouki
Ivano Mandola - Bateria
Luciano Lamanna - Sintetizadores e efeitos (estúdio)
Sara Del Regno - Sintetizadores e efeitos (ao vivo e em estúdio)
Shadowside chega ao top 20 em importante rádio de NY
Banda é uma das mais pedidas no famoso programa Metal Mayhem, da rádio WVOX
A banda brasileira SHADOWSIDE continua a colher excelente feedback nos EUA. Após conquistar o importante prêmio “Independent Music Awards” (voto popular) e chegar a 10° posição das músicas mais tocadas no chart "Loud Rock", o grupo acaba de atingir a 17° colocação no Top 20 do famoso programa Metal Mayhem, da rádio WVOX, ao lado de nomes como KISS (1) , Dio (2), Judas Priest (3), Megadeth (4), Aerosmith (6), Motörhead (10) e Steve Harris (15).
Neste momento, a SHADOWSIDE está em plena turnê de promoção do aclamado álbum 'Inner Monster Out'. Recentemente, Dani Nolden (vocal), Raphael Mattos (guitarra), Fabio Carito (baixo) e Fabio Buitvidas (bateria) anunciaram, até o momento, oito shows pela região Norte/Nordeste do Brasil. Mais informações sobre estas apresentações em www.shadowside.ws.
Produtores interessados em contratar o espetáculo que já passou por mais de 20 países da Europa, cinco turnês pelos EUA e diversas cidades do Brasil, devem entrar em contato através do e-mail contato@furiamusic.com.br.
E as terras da Hungria que deram ao mundo o imortal TORMENTOR mostram que continuam férteis em termos de Metal extremo, e o país mostra ao mundo mais um nome de peso, que chega para resgatar a essência do Black Metal de raiz, ou seja, cru e ríspido.
Seu nome: WITCHCRAFT, que apesar de ser veterano na cena, ainda é bem desconhecido.
A banda esbanja um som simples e direto, mas muito ríspido e frio, bem soturno, mas justamente por optarem por uma fórmula mais simples que o quarteto mostra poder de fogo, com vocais rasgados extremos, riffs de guitarra simples e convincentes, e até mesmo alguns solos aqui e ali, baixo e bateria mais simples e não tão rápidos, mas eficientes e com uma técnica boa. E tudo isso nos remete ao som que as bandas mais de raiz como BURZUM, DARKTHRONE, e especialmente o MAYHEM faziam lá pela virada da década de 80 para os anos 90. E ressaltando este lado raiz, as letras são todas cantadas em húngaro mesmo.
A produção, como é bem evidente, é suja e densa, deixando o som da banda ainda mais referenciado aos anos 90, mas isso não deixa as banda inaudível ou desabona este bom trabalho. E como já alegamos várias vezes, isso de certa forma já faz parte de toda a mitologia que circunda o Black Metal.
Ao ouvirmos o CD, não há como não gostar, uma vez que a banda, apesar de não estar fazendo nada de exatamente novo, procura fazer aquilo que escolheram em alto nível, pulsando com vida, e soltando brasas para todos os lados, como nos destaques 'Megittam a Vért', uma música forte e simples, com ótimos vocais rasgados ao extremo; a variada 'Arcomon Gyűlölettel', com ótimos riffs; a empolgante 'Hegyek Felettem'; a esporrenta e destruidora de pescoços 'Összeesküvés'; 'Fekete és Hideg', um pouco mais lenta que as anteriores, com um trabalho bem legal do baixo; a sinistra 'Csak a Fagy', que graças ao trabalho de variação de andamentos da bateria ficou ótima; e 'Vörös Köd', com um solo de guitarra muito legal, e mostrando a honestidade da banda, não há guitarra base por baixo, já que em shows ao vivo, ela sumiria mesmo. E para aqueles que amam os bons e velhos LPs, um atrativo a mais é a bônus 'Az Árnyékok Földjén'.
Um disco muito honesto e feito com bastante garra e energia, logo, um deleite para os fãs do estilo.
A escola de Black Metal americana costuma legar bons nomes ao mundo, embora de forma esporádica, mas quando a cena de lá solta uma banda do estilo, é quase sempre uma banda de alto nível, e o SHADOWS IN THE CRYPT é mais um nome forte, chegando com o EP 'Fanatical (Ready to Die)', que é um petardo com 4 faixas arrasadoras.
A mistura de Thrash com Black metal da banda tem uma crueza essencial, agressividade desmedida, intensidade 'in your face', ou seja, tudo aquilo que um fã do estilo quer encontrar, ele acha neste EP: vocais rasgados e agressivos (e mesmo os momentos mais gregorianos suaves são ótimos), guitarras extremamente ríspidas com riffs muito brutos e solos fortes e eficientes, e base rítmica baixo-bateria coesa e firme, mas não desprovida de certa técnica. E a música da banda pulsa com energia e vida.
A produção é algo longe de se dizer um primor de qualidade, mas mesmo assim, percebemos que a banda tem bom nível técnico e que sua música é vibrante. Poderia ser melhor, mas não está ruim. Aliás, para muitos fãs do Black Metal, são gravações assim que mostram a personalidade da banda.
As quatro faixas do trabalho são intensas e bem empolgantes, deixando o fã do gênero de boca aberta, pois 'Fanatical (Ready to Die)', 'The Great Apocalyptic Storm', 'Lamb Betroth to the Harlot' e 'The Abyss Open Wide' são pérolas preciosas, cada uma delas com seu devido valor a ser reconhecido, e que um bom ouvinte saberá ter discernimento de escolher sua favorita. Ou não, se ele for esperto e souber curtir cada uma delas como se deve.
Uma ótima banda, que merece aplausos demorados, bem como merece maior reconhecimento do público. E retornem logo com um Full!!!!!
Stoner Metal de primeira linha, gorduroso e azedo até a alma, é isso que o KROH, grupo vindo do Reino Unido, oferece aos fãs neste 'Kroh', seu CD de estréia, mas preparem os ouvidos, pois a banda não faz questão alguma de ser polida ou esteticamente correta, pelo contrário: eles querem rasgar os ouvidos menos acostumados, pois sua música é bem construída e até melodiosa, mas os timbres graves e extremamente gordurosos não são para qualquer um, ainda bem.
O som é grave e intenso, fluindo psicodelia e peso de uma vez só em doses generosas. Tudo isso movido a vocais ora mais suaves e melodiosos, ora urrados com fúria, riffs de guitarras extremamente ganchudos e fortes, com muita distorção e carregados no 'wah-wah', baixo e bateria pesados e apresentando boa técnica, sem ficarem apenas na marcação. E tome pancada, pois mesmos nos momentos mais amenos, a banda mostra que não quer ser um ícone para gerações pós-Seattle, mas que fazem o que querem.
A sonoridade que flui dos falantes mostra que a produção buscou dar uma rebuscada no som do final dos 60-início dos 70, porque é algo bruto e psicodélico, mas que de forma alguma soa oco ou mal gravado, muito pelo contrário. E assim, temos uma sonoridade que deixa os instrumentos claros, mas sem perder aquela sujeira essencial ao estilo.
O CD inteiro é muito bom, mantendo cada música em si uma bela viagem, mas não poderíamos deixar de citar a feroz 'The Plant We Seeded', que oscila entre momentos mais agressivos e intensos com outros um pouco mais amenos; o baixo gorduroso e presente de 'Heaving Earth'; a 'sabbáthica' e tétrica 'Stone Into Flesh'; a elétrica 'Luciphoria', novamente com o baixo se sobressaindo bastante; a intensa 'Inside'; e a cadencaida e esporrenta 'Frutis and wine'.
Rhestus: Conheça a capa de 'Heavy Metal' novo EP do grupo
Foto: Mákila Crowley
Contando os dias para o lançamento de seu novo trabalho, o RHESTUS apresenta a capa do novo EP, intitulado 'HEAVY METAL'.
Título mais que apropriado para um trabalho de uma banda que em seus quase 20 anos levou ao pé da letra este amor e dedicação ao estilo. "Sabemos que a capa é simples com muito clichê, mas é essa intenção mesmo. Mostrar para todos que é tudo 'Heavy Metal', sem divisões, rótulos e preconceitos, a RHESTUS é isso, mesmo que nosso som é calcado no Thrash, somos todos Metal, vivemos Metal e nascemos do Heavy Metal." Comenta Alex Fantasma, provando mais uma vez esta total dedicação à música pesada.
A arte da capa foi desenvolvida pelo próprio baterista do grupo, Marcos 'Marcão' Diegel.
O EP está em fase final de produção e em breve serão anunciados todos os detalhes e data de lançamento do trabalho.
NervoChaos: Um levantamento da última turnê na Europa
Já de volta de mais uma turnê pelo Velho Mundo, o NERVOCHAOS nos conta um pouco como foi esta turnê, um pouco diferente das anteriores.
"Esta tour foi mais 'underground' do que a anterior, atingindo menos países e fizemos menos datas, mas pudemos trabalhar e explorar melhor alguns países, como por exemplo a Espanha onde fizemos 8 shows", comenta o baterista Edu Lane, que completa: "Fizemos excelentes contatos durante a tour, com produtores de festivais e eventos tradicionais na Europa e já rendeu bons frutos!".
No decorrer da turnê alguns sustos aconteceram! O grupo teve um show cancelado na França devido a um tornado que passou pela região. "Dois dias antes da data na França (Aix-en-Provence) o produtor ligou dizendo que houve um tornado que atingiu a região, deixando-a sem luz e por isso tivemos o show cancelado, por sorte nada de muito grave aconteceu".
Mas as boas lembranças e o sucesso da tour foram muito maiores: "Os melhores shows foram na Alemanha, Republica Tcheca, Espanha e Itália. Reencontramos antigos fãs, que foram em nossas turnês anteriores e fizemos novos também. A parceria com a Road Master está sendo muito positiva para nós e continuaremos trabalhando com eles nas próximas turnês." Finaliza. Turnê está que já tem data marcada: Entre Abril e Maio de 2013 ao lado da alemã Darkness.
Mas antes o grupo retorna a América do Norte para uma série de shows no México. Mais informações serão disponibilizadas em breve.
Confira galeria com algumas fotos das apresentações na Europa:
É interessante como algumas bandas, apesar das dificuldades, teimam em fazer trabalho consistentes e interessantes, e em um país onde as barreiras econômicas e sociais não são algo simples de serem vencidas, e o ADVERITA, banda de Prog Metal de Nova Iguaçu (RJ).
O quinteto aposta em um estilo que já foi bem erodido pela evidência em que esteve na primeira metade da década passada, mas mesmo assim, a banda mostra que tem uma boa dose de peso e muita personalidade, dispostos a contribuir de alguma forma, e isso fica claro em seu Demo CD 'UZ', que acaba de sair e está disponível para download gratuito.
O trabalho é o bom e velho Prog de sempre, com a diferença que está muito carregado no peso, especialmente pela bateria e riffs de guitarra, pois souberam não se apegarem demais a virtuosismos individualistas e investiram no conjunto musical, e assim, saíram ganhando.
A produção está em um nível bem razoável, nos permitindo compreender cada um dos instrumentos separadamente, sem ficar nada oculto, nada sobreposto, ou seja, a audição do trabalho como um todo é plenamente possível, e a música flui bem harmoniosa. Poderia ser melhor? Sim, mas como está não compromete o trabalho da banda.
Quatro faixas bem equilibradas entre si. 'Spe Salve' abre o trabalho, destacando bastante o trabalho das guitarras, que estão bem pesadas, com ótimos riffs e solos bem postados e com boa técnica; em 'Hymn of Life', já temos uma canção mais tradicional do estilo, com técnica e empolgação dignas de nota, rápida e empolgante, onde os vocais se destacam, usando de poucos agudos finos (eles existem, mas não são exagerados), preferindo uma forma um pouco mais grave e tendo bons resultados; 'Embrace of Faith' tem uma levada forte e grudenta, com belo trabalho da cozinha baixo-bateria, e novamente os vocais mostram bom nível, especialmente no refrão ganchudo; fechando, a belíssima 'Prelude of Peace', uma linda balada em que se usa as guitarras limpas (exceto no solo), carregada na emoção.
Um trabalho bom e honesto, que mostra uma banda promissora e que ainda irá surpreender muitos, e 'UZ' pode ser baixado gratuitamente aqui.