13 de mai. de 2017

HELLISH WAR - DEFENDERS OF METAL (ÁLBUM - Relançamento)


2017
Nacional

Nota: 9,2/10,0


Tracklist:

1. Into the Battle
2. Hellish War
3. We Are Living for the Metal
4. Defender of Metal
5. The Sign
6. Gladiator
7. Into the Valhalla
8. Sacred Sword
9. Memories of a Metal
10. Feeling of Warriors
11. The Law of the Blade


Banda:


Roger Hammer - Vocais
Vulcano - Guitarras
Daniel Job - Guitarras
Gustavo Gostautas - Baixo
Jayr Costa - Bateria


Contatos:

Instagram:
Bandcamp:


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Hoje em dia, existe uma enorme gama de bandas que segue os velhos caminhos do Metal dos anos 80. Infelizmente, a maioria acaba se destruindo devido ao mal uso de clichês, ficando idêntico a coisas que já foram lançadas anteriormente. Mas existem aqueles que conseguem transformar o gênero, reescrever as regras e fazer algo relevante, sem ser apenas uma imitação do que já se passou. Neste grupo de ótimos nomes, temos o quinteto brasileiro HELLISH WAR, com mais de 20 anos de muitas lutas no cenário. E justamente agora, no momento em que a banda comemora 15 anos do lançamento de seu primeiro CD, justamente “Defenders of Metal” é relançado, para a alegria de muitos.

O que se tem em “Defenders of Metal” é o bom e velho Metal germânico da primeira metade dos anos 80, seguindo a linha de GRAVE DIGGER, RUNNING WILD, ACCEPT e HELLOWEEN em seus primeiros trabalhos. Ou seja, é uma sonoridade forte e vigorosa, toda estruturada sobre alicerces melodiosos bem feitos. Nada muito complexo em termos técnicos, mas a banda toda sabe tocar seus instrumentos em um nível onde peso e melodia são mais importantes. Mas calma: se tem uma coisa que o quinteto tem (e sempre teve) é personalidade forte, e não copiam ninguém.

Resumindo: é uma música ótima, que nos embala e conquista sem esforços.

A produção de “Defenders of Metal” ainda está muito longe do que a banda precisava para mostrar a pujança de sua música. Mas mesmo assim, com essa crueza além do necessário, é claro que o grupo é inspirado e eles mostram força em suas composições, algumas delas já clássicas. E mesmo assim, é compreensível o que eles estão fazendo.

A capa, por si mesma, já reflete todas as dificuldades da época. O desenho é simples, mas deixa clara a proposta musical do quinteto.

Arranjos pesados, andamentos variados, guitarras roncando em riffs e solos inspirados, base rítmica muito boa, vocais antenados com a proposta sonora do grupo, e cada refrão foi lapidado de forma que entra nos ouvidos e a banda ganha mais um fã.

E não se pode negar que 16 anos não retiraram o brilho de composições como a clássica e envolvente “Hellish War” com seu refrão marcante e excelentes guitarras; a excelente “We Are Living for the Metal” e seu trabalho de primeira na base baixo-bateria, mesmos elementos encontradas em “Defender of Metal” (outro refrão marcante, tempos em velocidade mediana e ótimos vocais), a mais cadenciada “The Sign” e seu charme melodioso, a dose de peso devida que ouvimos na trabalhada “Into the Valhalla”, fora o trabalho de lapidação e arranjos bem feitos das longas “Sacred Sword” e “Memories of a Metal”, e é quase como se ambas as canções se completassem em perfeita harmonia. E isso sem falar na ganchuda, também longa “The Law of the Blade”, que é recheada de riffs e duetos lindos de guitarra.

Se não tem o disco por conta dos anos ou porque nunca teve a oportunidade, eis aí sua chance.

O HELLISH WAR é motivo de orgulho para o headbanger brasileiro.

KEEP IT HELLISH!


ELIZABETHAN WALPURGA - WALPURGISNACHT (ÁLBUM)


2017
Nacional

Nota: 9,4/10,0


Tracklist:

1. Exordium
2. Vampyre
3. Clamitat Vox Sanguinis
4. Infernorium
5. The Serpent’s Eyes and the Horns of Crown
6. The Elizabethan Dark Moon
7. The Canine Enchantment by the Phlebotomy (In the Julgular Streams)
8. Transylvanian Cry
9. Walpurgisnacht


Banda:


Leonardo “Mal’lak” Alcântara - Vocais
Erick Lira - Guitarras
Breno Lira - Guitarras
Renato Matos - Baixo
Arthur Felipe Lira - Bateria


Contatos:

Site Oficial:
Twitter:
Instagram:

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


A latinidade do brasileiro é capaz de transformar o Metal feito no exterior em algo novo e personalizado. Muitas vezes, se diz que o brasileiro é um povo muito musical, logo, eis a explicação para tal afirmação. E não estranhem se o veterano quinteto pernambucano ELIZABETHAN WALPURGA, de Recife, os seduzir de forma contundente, pois isso é uma de suas características mais marcantes, como o primeiro álbum da banda, “Walpurgisnacht” (lançado depois de mais de 20 anos de luta), deixa claro.

É preciso deixar claro que a banda faz algo que poderíamos classificar como Heavy/Black Metal. Ou seja: os vocais são característicos do Black Metal, mas o instrumental é claramente uma criação cheia de harmonia e belas linhas melodiosas, bem calcadas no Metal tradicional. Em alguns momentos mais agressivos, o grupo parece carregar influências do MYSTIC CIRCLE, mas isso não os torna menos originais por isso. A proposta do grupo é bem diferente.

Produzido pelo próprio quinteto, e tendo a mixagem e masterização de Nenel Lucena, a sonoridade de “Walpurgisnacht” é mais crua do que o necessário. Mas mesmo assim, é mais que suficiente para se perceber que o quinteto sabe o que fazer de sua música. E, além disso, o peso e agressividade estão bem evidenciados.

Bem trabalhado, arranjos musicais bem feitos, timbres que se adaptam bem tanto ao lado agressivo como às partes melodiosas, solos melodiosos muito bem encaixados, e muita disposição em não ser apenas mais um é o que o quinteto nos oferece. E justamente por isso soa tão bem aos ouvidos. E ainda existem convidados especiais para dar aquele brilho a mais às canções: Nenel Lucena faz alguns backing vocals em “Infernorium”, assim como Gustavo Coimbra (em “The Elizabethan Dark Moon” e “Walpurgisnacht”), e Rogério Mendes (também em “Walpurgisnacht”).

Os destaques do CD são: a climática, bem trabalhada e soturna “Clamitat Vox Sanguinis” (onde as bases e solos de guitarra se destacam no meio das melodias e técnica que nos lembram o MERCYFUL FATE dos anos 80), a intensa e cativante “Infernorium” (baixo e bateria estão ótimos, criando uma base variada, que ora tende para o Heavy/Power Metal, ora para o Metal extremo), o trabalho ótimo de vocais e guitarras de “The Serpent’s Eyes and the Horns of Crown” e em “The Elizabethan Dark Moon”, os momentos mais lentos e introspectivos de “The Canine Enchantment by the Phlebotomy (In the Julgular Streams)” (onde o lado mais extreme da banda fica mais aparente, e a participação especial dos backing vocals, além de belos momentos mais limpos), e as fascinantes melodias sombrias de “Transylvanian Cry” e “Walpurgisnacht”. Todas ótimas canções, e as que foram deixadas de foram são excelentes da mesma forma.

O ELIZABETHAN WALPURGA vem com seu primeiro CD para provar que o Brasil tem grandes nomes, sim senhor!



THE DOOMSDAY KINGDOM - THE DOOMSDAY KINGDOM (ALBUM)


2017
Shinigami Records / Nuclear Blast Brasil
Nacional


Nota: 10,0/10,0


Tracklist:

1. Silent Kingdom
2. Never Machine
3. A Spoonful of Darkness
4. See You Tomorrow
5. The Sceptre
6. Hand of Hell
7. The Silence
8. The God Particle



Banda:


Foto: Paul Verhagen
Niklas Stålvind - Vocais
Marcus Jidell - Guitarras
The Doomfather - Baixo
Andreas Johansson - Bateria


Contatos:

Site Oficial: http://www.doomsdaykingdom.se/
Facebook: https://www.facebook.com/thedoomsdaykingdom/
Twitter:
Youtube: https://www.youtube.com/channel/UC2U9RdK1meIEkqPJAoDZXKA
Instagram:
Bandcamp: https://thedoomsdaykingdom.bandcamp.com/
Assessoria:



Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia




Muitos são os casos em que o nome de um músico pode estar associado ao Metal como um todo, ou a uma de suas muitas vertentes. Exemplos não faltam: Chuck Schuldiner é sinônimo de Death Metal, Ozzy de Metal (talvez o mais icônico de todos), James Hetfield no Thrash Metal, entre milhares de outros... E os nomes desses acabam dando confiabilidade a trabalhos que façam fora de seu estilo costumeiro. Em termos de Doom Metal, o nome de Leif Edling, baixista e líder do lendário CANDLEMASS, tem o mesmo efeito no Doom Metal, pois ele afere que podemos esperar algo de bom vindo dele. E sob o pseudônimo de The Doomfather, ele nos proporciona o “The Doomsday Kingdom”, primeiro disco de seu novo projeto, THE DOOMSDAY KINGDOM.

O estilo do disco é bem óbvio: Doom Metal pesado e azedo até o âmago. 

Sim, o que temos aqui é o bom e velho Doom Metal, que segue a linha mais tradicional possível, onde vemos a calara influência de bandas como WITCHFINDER GENERAL, SAINT VITUS e, obviamente, BLACK SABBATH. Mas ao mesmo tempo, mesmo sendo um estilo já bem usado, o trabalho do quarteto pulsa com forte personalidade musical, além de um senso de melodia apurado (em algumas partes de “The Silence”, existem claros toques melodiosos). Ou seja, existem momentos sombrios e realmente introspectivos, e com linhas melódicas que nos seduzem nas primeiras ouvidas.

Sem ser complexo ou inovador, o THE DOOMSDAY KINGDOM é ótimo!

A produção é do guitarrista Marcus Jidell, e ele acertou a mão. Mas méritos devem ser dados a David Castillo pela mixagem e a Jens Bogren pela masterização. Soando pesado e moderno, cheio de energia, mas mantendo aquela sujeira essencial ao gênero, a qualidade sonora de “The Doomsday Kingdom” nos permite compreender o que a banda faz em termos musicais, o que ela deseja de seu trabalho. 

Além disso, o trabalho visual que Erik Rovanperä para a capa é ótimo, usando tons escuros e uma arte muito boa, fora o layout do próprio Leif ter ficado ótimo.

As composições de “The Doomsday Kingdom” são muito pesadas e intensas, mas com uma preocupação com a estética melodiosa do trabalho. E mesmo sem reinventarem a roda, o THE DOOMSDAY CEREMONY consegue soar diferente dos outros trabalhos de Leif, bem como das outras bandas do mesmo estilo.

O disco se nivela por cima, e temos como destaques (apenas como uma referência para o leitor se basear em suas primeiras audições) as ótimas linhas melódicas, riffs e solo da envolvente “Silent Kingdom” (e que ótimo refrão, além de backing vocals ótimos), o azedume intenso e belos vocais de “Never Machine”, as soturnas e envolventes “A Spoonful of Darkness” e “The Sceptre”, o cortejo fúnebre de “The Silence” e sua base rítmica pesada e com boas variações, e a longa e hipnótica “The God Particle”, onde as mudanças de ritmo e climas fazem seus mais de 9 minutos passarem como se fossem 9 segundos.

Só resta dizer que “The Doomsday Kingdom” já nasceu grande, é um dos melhores discos do ano, e agradecimentos a Shinigami Records e a Nuclear Blast Brasil por nos possibilitar o acesso a tal obra.



RUINS OF ELYSIUM - SEEDS OF CHAOS AND SERENITY (ÁLBUM)



2017
Independente
Nacional

Nota: 10,0/10,0


Tracklist:

1. Kama Sutra
2. Shadow of the Colossus
3. Serpentarius
4. Beyond the Witching Hour
5. Iris 
6. The Birth of a Goddess
7. Seeds of Chaos and Serenity Arc 1: Crystal
8. Seeds of Chaos and Serenity Arc 2: Black Moon
9. Seeds of Chaos and Serenity Arc 3: Infinity
10. Seeds of Chaos and Serenity Arc 4: Dreams
10. Seeds of Chaos and Serenity Arc 5: Stars


Banda:


Drake Chrisdensen - vocais (tenor)
Vincenzo Avallone - Guitarras, baixo
Icaro Ravelo - Bateria, sintetizadores


Contatos:

Site Oficial: 

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Se há uma coisa que faz com que o fígado de muitos frite em fogo alto (o deste autor, inclusive) é o descaso dos fãs com as bandas do Brasil. E sendo extremamente sincero: muitos hoje só falam em SEPULTURA, ANGRA, KRISIUN e NERVOSA porque eles conseguiram emplacar no exterior. O que este autor batizou de “efeito SEPUTURA” nada mais é o fato que enorme parte dos fãs de nosso país só dar valor ao produto nacional após estes conquistarem Europa e/ou Japão. E depois, querem ir ao show deles e ter atenção, quando você mesmo, muitas vezes, lhes negou a sua atenção.

Por isso o Metal nacional sofre, as bandas sofrem privações e tribulações enormes para fazer um álbum. Sofre por este descaso, sofre pelas divisões, intrigas e fofocas, pelo radicalismo de muitos em nome de nada (sim, de nada, pois não ajudam o Metal desta forma, e não insistam), e por outros fatores que não deveriam existir.

E tudo isso não lhes permite aproveitar o quão bom é um trabalho como “Seeds of Chaos and Serenity”, da banda RUINS OF ELYSIUN. É um disco diferenciado, bem feito e acabado, algo muito raro de se ver nessas paragens.

A banda faz algo que poderíamos classificar como Symphonic/Epic Metal, ou seja, uma banda que lança mão de elementos sinfônicos (belas orquestrações, vocais tenores e sopranos) em meio a uma música bem elaborada, com guitarras em riffs e solos melodiosos, e um belo trabalho de baixo e bateria, que criam uma base rítmica sólida e de bom gosto. Em termos musicais, isso tudo resulta em uma música melodiosa, elegante e bem acabada, mas ao mesmo tempo, extremamente envolvente e marcante, que nos toma de assalto e não nos permite esquecer suas nuances.

Traduzindo: é maravilhoso, e tem em si o frescor de algo novo e cheio de vida.

Em termos de produção musical, o disco é ótimo. Poderia ser melhor, óbvio, mas é preciso ter em mente o quão difícil é fazer um trabalho desse tipo no Brasil, onde, pelos motivos previamente explicados, mais esta economia frágil e o custo de vida elevado, qualquer iniciativa independente se torna um martírio. Mas eles chegaram a um nível ótimo, com a sonoridade clara e aquela boa dose de peso que toda banda de Metal precisa ter.

Além disso, o trabalho gráfico na arte da capa é muito bem feito. E ele já dá uma pista do que a banda trata em suas letras, bem como dá corpo à música do grupo.

Sendo uma banda que reúne membros de vários países (Brasil, Noruega e Itália), percebe-se uma gama de influências musicais diversificada, o que torna o trabalho do RUINS OF ELYSIUN muito particular. Os que ouvem percebem a influência de temas étnicos interessantes, como os vindos do Oriente Médio (em “Kama Sutra”), isso graças a um instrumental muito rico (tanto Ícaro como Vicenzo fazem um trabalho excelente em suas partes), bem como o timbre tenor de Drake é maravilhoso e apaixonante, sem falar em outros timbres que surgem por todo o disco.

Como todo disco nascido da nata de idéias, ele é bem homogêneo. Os destaques servem apenas para uma referência inicial ao ouvinte.

São eles: a beleza étnica de melodias hipnóticas de “Kama Sutra”, com seu andamento variado e belo trabalho nas orquestrações e na vida que pulsa nos vocais, assim como ocorre em “Shadow of the Colossus” (novamente belíssimas orquestrações, mas acompanhada de riffs muito bons, for baixo e bateria estarem muito bem), a força envolvente e acessível das linhas melódicas de “Serpentarius” (é ouvir e não esquecer mais, graças às melodias um pouco mais simples e ao belíssimo contraste entre os tons de tenor de Drake e aos de soprano da convidada Mayra Temponi), a influência subjetiva do Metal extremo à lá CRADLE OF FILTH presente em “Beyond the Witching Hour” (inclusive pelos vocais rasgados que aparecem na canção, e ainda tem-se um solo de guitarra belíssimo), e os cinco atos de “Seeds of Chaos and Serenity”, quase 40 minutos de pura inspiração musical, onde a banda mostra sua unicidade, sua força e conjunto como um todo, com belas mudanças de andamento, guitarras que criam riffs diferentes, e um trabalho de vozes excelente. A termos de curiosidade, a letra enfoca o popular mangá/anime “Sailor Moon”. Mas o disco inteiro é ótimo, e não é difícil de ser assimilado.

“Seeds of Chaos and Serenity” já se encontra disponível no format digital, e o grupo está lutando para prensá-lo. Se quiser, você pode ajudar a banda através do link https://www.indiegogo.com/projects/seeds-of-chaos-and-serenity-by-ruins-of-elysium-opera#/

Recomendo o trabalho do RUINS OF ELYSIUM a todos os fãs de Metal de bom gosto, e além disso, já passou da hora de acabar com o “efeito SEPULTURA”.

Finalizando: “Seeds of Chaos and Serenity” é um dos melhores discos de 2017.



11 de mai. de 2017

SONATA ARCTICA: terceiro lote de ingressos à venda


A produtora Circle Of Infinity informa ao público em geral e aos fãs da banda finlandesa SONATA ARCTICA que o terceiro lote de ingressos para a apresentação que a banda realizará no dia 21 de maio no Bar da Montanha em Limeira encontram-se à venda.


O valor unitário do terceiro lote é R$ 125,00 e podem ser adquiridos através da internet ou diversos pontos de venda na região de Campinas.

Pasi Kauppinen, baixista da banda finlandesa de Heavy Metal SONATA ARCTICA gravou um vídeo convidando os fãs para prestigiar o show da banda que será realizado no dia 21 de maio no Bar da Montanha em Limeira, interior do estado de São Paulo.

Assista o vídeo gravado pelo baixista Pasi Kauppinen:



A banda SONATA ARCTICA é formada pelos músicos Tony Kakko (Vocal e Teclados), Elias Viljanen (Guitarra), Pasi Kauppinen (Baixo), Henrik Klingenberg (Teclados e Backing vocals) e Tommy Portimo (Bateria) que estarão divulgando neste show em Limeira o álbum "The Ninth Hour". Este novo trabalho em estúdio da banda SONATA ARCTICA possuí doze faixas autorais e uma música cover de Bryan Adams, o lançamento ocorreu em outubro de 2016.

Vendas:


Em Limeira: Loja Sintonia, Loja Classics Forever
Em Vinhedo: Attitude Headbangers House
Em Americana: Heavy Metal Rock

Não estudantes devem levar 01 quilo de alimento não perecível.

Informações:

TRIBUS FESTIVAL 2017: Produtor Cultural Jozilei Pimenta fala sobre a edição 2017


Jozilei Pimenta, produtor cultural do Tribus Festival, concedeu entrevista a Over Metal TV.

Tribus Festival é um festival artístico-cultural cuja proposta é promover a diversidade cultural no interior de Minas Gerais, unindo todas as tribos do rock.

Nesta conversa Jozilei falou sobre o desafio de fazer um festival considerando o atual cenário musical, cultural e econômico no Brasil e o que o festival irá proporcionar aos participantes.
Confira!

Entrevista por Phill Lima.

1 - Jozilei, obrigado por atender a Over Metal, nos fale qual otamanho do desafio de fazer um festival em tempos de crise no país onde isso tem impactado na frequência do público até em shows gringos?

Creio que o desafio é sempre do tamanho da paixão e do ideal de cada um e é o que alimenta todos os idealistas que carregam em si um espírito guerreiro e empreendedor. Se fôssemos levar em consideração a lógica de mercado atual em se tratando de shows underground nesses tempos sombrios de instabilidade político-econômica e retrocesso cultural que o país atravessa, o desafio seria vencido pelo medo e, automaticamente, a coragem típica em qualquer tipo de empreendedorismo seria minada. Penso que a grande mídia exerce um papel nocivo no inconsciente coletivo fazendo intensificar a sensação de "crise" para além da realidade, agravando-a, o que não pode ser motivo para estagnar a produção cultural e a movimentação do cenário artístico-cultural. A produção artística e cultural é um importante setor que também movimenta a economia de qualquer país, a chamada economia cultural, não podendo a tal crise ser motivo de óbice para o empreendedorismo e a execução de um projeto cultural qualquer. Este é o maior desafio: manter a resistência e ter a coragem necessária para realizar algo que outra pessoa de senso comum normalmente não teria, sobretudo no interior. É o que poderíamos chamar de investimento cultural de longo prazo. Produzir é preciso. A cultura, o país e as pessoas não podem permanecer na inércia, precisam movimentar a economia, difundir a arte, a esperança, os sonhos e a diversidade cultural.


2 - O que vocês buscaram de solução para fazer da Edição 2017 algo sólido e sem altos riscos?

O festival existe desde 2004, quando ocorreu sua primeira edição no dia mundial do meio ambiente com o sugestivo nome 1º Encontro de Tribos de Carangola, tendo a organização recebido na ocasião uma moção de aplausos na Câmara Municipal de Carangola em virtude do feito e por sua distinta natureza artístico-cultural e socioambiental. Essa primeira edição foi antológica, impactante e um marco para o underground local e regional.

Em 2006 aconteceu a segunda edição e, após um período inativo em que fiquei envolvido na realização de outros festivais, o projeto do festival foi reativado em 2013 e então rebatizado e registrado sob o nome Tribus Festival Brasil, tendo acontecido bienalmente desde então. A produção cultural do festival foi contemplada com o diploma Destaque dos Anos 2015/2016, na categoria Reconhecimento, pela Eventos & Inventos; e, em 2016, o projeto do festival foi aprovado no Edital LEIC 2016 da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. Já em 2017, finalmente, o projeto alcançou a aprovação também na Lei Federal de Incentivo à Cultura e o festival passou a integrar oficialmente a agenda cultural da cidade de Carangola, através da Lei Municipal nº 4.965/2017, que o insere definitivamente no calendário de eventos do município. O festival vem ganhando reconhecimento, conquistando seu espaço e crescendo gradativamente. Se for pensar friamente, com receio e se ater tão somente aos "riscos", não se faz nada. Como bem dizia Raul Seixas: "o caminho do risco é o sucesso".

E o maior sucesso é a satisfação pessoal da realização um ideal, um projeto no qual venho trabalhando já há bastante tempo. O festival está passando por um bom momento de reconhecimento e alcançando uma boa projeção. Então é no que acredito e aposto no momento porque se nós mesmos não acreditarmos e investirmos em nossas ideias, ideais e projetos, quem mais o fará por nós? A edição 2017 do festival conta com o Apoio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura, Prefeitura Municipal de Carangola/Secretaria de Cultura e Turismo, IEF - Instituto Estadual de Florestas, Over Metal TV, Heavy Metal Online, Rock Brigade, Elegia e Canto, A Música Continua a Mesma, Pólvora Zine, e empresas parceiras.


3 - A escolha do Line UP foi influenciada por isso?

Sim, com certeza. A escolha do line-up foi totalmente influenciada por esse prisma e tendo em vista o estágio bem como o momento oportuno em que o festival se encontra, apesar da tal crise insistir em nos dizer o contrário tentando tolher qualquer iniciativa empreendedora.


4 - O que o festival procurou ao escolher as bandas para esta edição?

A curadoria do festival sempre busca a diversidade de subgêneros do rock e do metal, atendendo aos critérios estabelecidos no regulamento do mesmo, o qual é publicado na página do Facebook quando da abertura das inscrições para as bandas. Na seleção das bandas para o line-up do festival, são avaliados critérios como a qualidade do material apresentado, relevância do conteúdo lírico e musical, performance da banda ao vivo, destaque na cena local, regional e nacional, logística favorável e viabilidade de apresentação da banda dentro das condições orçamentárias previstas, sendo a escolha feita sempre de forma ética e democrática, priorizando as que apresentem maior gradatividade na pontuação ao se levar em consideração a soma de todos os critérios. Desde a primeira edição em 2004 que a ideia do festival é promover a diversidade e a interatividade cultural, reunindo bandas dos mais variados subgêneros do rock e do metal e unindo essas diversas tribos do rock em um festival multicultural envolvendo música autoral, artes visuais, artesanato e conscientização ambiental.


5 - O que o Festival vai oferecer ao público presente além das bandas que estarão no palco do FEST?

Para o público presente no festival, além das apresentações artísticas das bandas no palco, haverá bastante interatividade cultural das diversas tribos do rock com outras formas de linguagem e expressão artística promovidas através da diversidade cultural que o festival abarca. Na tenda cultural haverá o varal de poesias do Tribus, pelo qual o público poderá prestigiar e interagir com as obras expostas dos poetas participantes, escolhendo uma de seu agrado para receber a intervenção "poesia ao pé do ouvido", com a escritora Mônica Pimentel;

Na Tenda Gótica o público afim poderá curtir o melhor do Gothic Rock anos 80, post-punk, darkwave, electro-goth, industrial, Gothic Metal, EBM, Synth-pop com a discotecagem do DJ L entre os intervalos das bandas.Uma das atrações culturais da edição 2017 do festival para o público prestigiar é a exposição de artes visuais Amana, de Thiago Assis. A exposição do artista plástico carangolense Thiago Assis traz parte das ilustrações que acompanham o processo de criação de seu livro, oriundo de um projeto de treinamento profissional intitulado Produção de Livro Ilustrado a Partir da Literatura Indígena, orientado pelo professor Renato Melo Amorim, no Instituto de Artes e Design da Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF.

Haverá também os tradicionais expositores de artesanato sustentável local, regional, indígena e alternativo.

Na "Roda das Tribos", ao ritmo da percussão afro-brasileira levada pelo som tribal dos atabaques e do berimbau teremos a apresentação cultural da Associação Camaradagem de Capoeira, oriunda do Grupo de Capoeira Kadara, filial Carangola-MG, Brasil. Associação KADARA Capoeira é uma escola internacional de capoeira fundada pelo Mestre Cicatriz, com sede em Sydney, Austrália, com filiais na Austrália, Brasil, Canadá, Indonésia e Filipinas. KADARA significa destino. A dança de roda Capoeira é uma das manifestações culturais mais fortes da cultura e identidade brasileira, sendo reconhecida como patrimônio cultural da humanidade pela Unesco em 2014. Dessa forma, não poderia ficar de fora da edição 2017 do Tribus Festival Brasil, uma vez que o mesmo visa promover a diversidade cultural, o resgate, a valorização, preservação e difusão da cultura e suas múltiplas manifestações, enfatizando o patrimônio cultural imaterial mineiro e brasileiro.

A tradicional "Fogueira Folk" do Tribus, em alusão às fogueiras das festas juninas/julinas, é mais uma das atrações culturais típicas do festival, visando promover o resgate da ancestralidade e das tradições culturais do interior de Minas e do Brasil. As fogueiras sempre estiveram presentes em todas as culturas antigas, nas confraternizações e rituais das tribos como um elemento sagrado que une as pessoas em seu entorno. Assim, o público poderá interagir com uma vivência xamânica relacionada ao fogo, realizada pelo xamã descendente dos Puris e terapeuta holística, Paola Cássia. "Ao redor da fogueira, os participantes das festas juninas costumam dançar cirandas e danças de roda; herança direta das antigas danças circulares sagradas de diversos povos antigos. O círculo é a imagem perfeita da ciclicidade do tempo, sem começo nem fim, como a eterna sucessão das estações do ano. Ao dançar em círculo ao redor das fogueiras, os antigos europeus harmonizavam-se com os ritmos da Natureza em que viviam".

Outro atrativo cultural do Tribus, que visa proporcionar o resgate e a interação das diversas tribos do rock com as tradições do interior de Minas e do Brasil, é o famoso pau-de-sebo, elemento do folclore mineiro/brasileiro cujo fundo histórico também remete a uma origem pagã. Para quem ainda não conhece, o pau-de-sebo é um mastro untado de sebo que se presta a uma atividade recreativa típica das Festas Juninas. Também é denominado cocanha ou mastro de cocanha. Esta manifestação folclórica foi trazida pelos colonizadores portugueses ao Nordeste do Brasil. A brincadeira consiste em tentar subir em um alto mastro reto e liso de madeira, previamente banhado de sebo ou graxa, ou qualquer outra substância gordurosa, para tentar apanhar um prêmio que se encontra em seu topo. São permitidos truques, tal como trabalho em equipe onde um sobe no ombro do outro tentando ganhar altura. O fato é que na maioria das vezes não se consegue o prêmio, mas sim muita sujeira e melação. É uma diversão para todos que desejem participar, ao contrário de antigamente quando apenas homens poderiam. O pau-de-sebo do Tribus, irreverentemente batizado de "pau de sebo punk", pelo simples fato de ser "muito punk" escalar o mastro para levar o prêmio, também é vegan, ou seja, o mastro será untado com óleo vegetal ou mesmo com a super trash gordura vegetal hidrogenada, e não com sebo de origem animal como tradicionalmente se faz. Quem se habilitar a encarar o pau-de-sebo punk/vegan do Tribus subindo no mastro para tentar apanhar o prêmio em dinheiro no seu topo vai garantir muita diversão com os amigos, além de poder ganhar uns trocados a mais para curtir o festival. A ideia é promover o resgate dessa tradição junina/julina proporcionando a imersão e a interatividade cultural das diversas tribos do rock com os elementos da cultura regional, mineira e brasileira. Uma dica para quem quiser se divertir com a brincadeira junto aos amigos e ainda ter a chance de levar o prêmio, mas não quiser se sujar, é trazer uma peça de roupa extra.

Haverá ainda o inusitado "rolezinho viking a cavalo", outra tradição típica do Tribus, através do qual o público poderá experimentar a "vibe" peculiar de cavalgar de elmo como um viking e ao mesmo tempo interagir com os hábitos, a simplicidade e os costumes do interior de Minas, numa fusão da cultura nórdica com a mineira. Em parceria com o IEF - Instituto Estadual de Florestas, também serão disponibilizadas no espaço de conscientização ambiental do Tribus mudas nativas para plantio, destinadas para doação ao público. Tal ação de educação e conscientização ambiental integra o lema do festival que visa promover o conceito de sustentabilidade produzindo arte com responsabilidade socioambiental.

A ideia é estimular e sensibilizar o público a levar sua muda e plantar sua árvore. Quanto mais árvores no planeta, melhor! Como se vê, conscientização ambiental, diversão, imersão, diversidade e interatividade cultural não faltarão ao público presente no festival.


6 - O que o Tribus Festival almeja ser e representar para o Heavy Metal brasileiro com o passar dos anos?

Como qualquer semente, a meta do festival é se desenvolver, crescer gradativamente de acordo com a estação e se transformar em uma árvore frondosa com raízes firmes e bons frutos. A meta primeira é o cumprimento dos objetivos do projeto e o alcance dos resultados projetados a médio e longo prazo, estimulando a produção artística no interior, fomentando o crescimento e fortalecimento do cenário artístico-cultural local, regional e nacional com a profissionalização cada vez mais ascendente das bandas, artistas e produtores. Essa é a intenção do Tribus Festival Brasil para o rock e o metal brasileiro e enquanto houver saúde e forças continuarei lutando para que o mesmo melhore mais e mais a cada edição e se consolide como um festival open air respeitado e genuinamente brasileiro no interior de Minas, trazendo grandes nomes do rock e do metal para esse público especial do interior, demonstrando que com dedicação e amor ao que se faz também é possível viabilizar a realização de festivais de maneira eficiente e profissional distante dos grandes centros urbanos e capitais. A ideia, além de trazer bandas de renome do cenário para atender aos anseios desse público do interior, que muitas vezes tem de se privar de assistir aos shows de seus artistas e bandas favoritas em função da distância ou se deslocar até os grandes centros para tal, é também estimular o público dos grandes centros a vir prestigiar o festival e a diversidade cultural no interior, interagindo com os hábitos, costumes, tradições e o folclore mineiro/brasileiro.


7 - Por que a preocupação e envolvimento do Festival com o meio Ambiente, conte nos mais detalhes sobre isso?

A preocupação do festival com a preservação ambiental vem de longa data, desde a primeira edição em 2004, ocorrida no dia mundial do meio ambiente, quando a programação contou panfletagem e palestra de conscientização acerca da data, esquete teatral de protesto com temática ambiental (As Quatro Estações), apresentação do Projeto Batendo Lata, que iniciava crianças carentes na música com instrumentos confeccionados a partir de objetos reciclados etc. Sempre fui um defensor da causa ambiental, desde que me entendo por gente, e penso que tal comportamento deveria ser inerente a todo ser humano que se julgue consciente, racional e cidadão do mundo.

Proteger e preservar o meio ambiente é um dever constitucional de todos os cidadãos e de toda a sociedade, conforme bem prevê o artigo 225 da Constituição Federal. Possuo formação profissional de técnico em meio ambiente e habilitação em Terapias Holísticas pela UHB - Universidade Holística do Brasil, portanto não poderia ser diferente minha atitude em relação ao meio ambiente e preocupação pessoal em tratar e proteger o Todo (Holos, do grego), o que naturalmente envolve, além do próprio ser humano, nosso planeta-escola-Terra e sua fauna e flora, enfim, o ambiente em que todos vivemos interligados, onde o equilíbrio ambiental é fundamental. Inevitavelmente esse posicionamento pró-preservação ambiental acaba refletindo nas ações desenvolvidas pelo festival que visa fazer a sua parte promovendo a ideia da sustentabilidade e produzindo arte com responsabilidade socioambiental como já mencionado.

O festival procura trabalhar a conscientização e sensibilização do público através de ações de educação ambiental como disponibilização de lixeiras ecológicas com as devidas distinções para destinação final correta do lixo (papel, plástico, metal, orgânico), de modo a estimular no público e na sociedade a consciência da importância da coleta seletiva para o cumprimento da legislação ambiental e implementação efetiva da Política Nacional dos Resíduos Sólidos pelos municípios. Todo o montante de resíduos sólidos gerados com a realização do festival (latinhas de refrigerante, cerveja, pet) são destinados a reciclagem e à reutilização para produção de artesanato sustentável. Outra campanha de educação ambiental promovida pelo festival é a tolerância zero, ou mínima possível, ao copo descartável, adotando no bar do festival a caneca sustentável personalizada do Tribus para que o público possa apreciar uma boa cerveja artesanal com a consciência tranquila. Por derradeiro, o festival procura plantar a semente da sustentabilidade e da consciência ambiental junto ao público, trabalhando a prática dos três R`s (erres) básicos que permeiam o conceito de desenvolvimento sustentável: reduzir, reciclar, reutilizar.


8 - Há a possibilidade ou desejo futuro de o Festival ter uma edição de 2 dias?

Sim, com certeza. A ideia já existe e pode apostar que haverá todo o empenho necessário para viabilizá-la. Em 2019 o festival completa 15 anos de existência desde sua gênese em 2004 e nada melhor que uma edição especial de dois dias com grandes nomes do rock e do metal para comemorar o aniversário de puberdade do jovem, mas já tradicional festival multicultural do interior de Minas.


9 - Considerações Finais:

Prestigiem as bandas nacionais e os eventos underground e artístico-culturais da sua cidade e região, de modo a garantirmos a rotatividade, fortalecimento e longevidade dos mesmos, além de incentivarmos a renovação da cena e oportunizarmos a descentralização da produção artística e cultural para o interior. O apoio mútuo entre público, bandas, produtores e a mídia independente é muito importante. Para o público das outras cidades, regiões e Estados que ainda não conhece o festival, convidem os amigos e #VemPraRodaDasTribos se divertir, apoiar as bandas nacionais, curtir muita música autoral, artes, interatividade e prestigiar a diversidade cultural no interior de Minas. A união faz a força!

Gratidão ao Phill e a Over Metal pela oportunidade e pelo apoio. Abraço a todos (as).


Confira Mapa de orientações sobre o Festival.


SYN TZ: duas músicas da banda tocando na Rádio FM



A banda de Heavy Metal SYN TZ que lançou recentemente o seu primeiro álbum “Heavy Load” terá duas faixas do álbum listadas na programação da Rádio Univali FM, de Itajaí-SC.

As músicas "Mirror" e "Headbanger" que fazem parte do álbum de estreia da banda "Heavy Load" farão parte da programação da Rádio Univali FM neste mês de Maio. Para quem é da região basta sintonizar em 94,9 MHz e para quem é de outras regiões é possível acessar através do site www.univali.br/radio.


SYN TZ, de Balneário Camboriú, iniciou seu trabalho em 2012 e traz neste álbum de estréia 11 faixas, sendo 8 faixas inéditas e 3 faixas bônus, material em Digipack e com capa em alto relevo!

A banda está com show de lançamento do álbum novo marcado para o dia 27/05 na Open Rock Bar em Balneário Camboriú/SC


O CD já está disponível para venda através da página da banda no Facebook e na Roots Records no Centro Comercial ARS no centro de Florianópolis/SC. Em breve mais pontos de venda serão anunciados.

A partir do dia 29/05 o álbum já estará disponível no iTunes e em plataformas digitais!

A SYN TZ está com a agenda disponível para shows da Turnê Heavy Load.

Assista o novo clipe “Decline” lançado pela Over Metal TV https://www.youtube.com/watch?v=NLlT54VwwQI


SIGA A SYN TZ:


Para agendamentos de shows o contato é:
Tel/Whats: 1299116-4664

R.I.V.: criadores do estilo Prog-Core liberam a música “Headache”



A banda R.I.V prog-core, é considerada por muitos em seu estado, Minas Gerais, como percussores de um estilo único e ate então pouco explorado no país, o que os difere dos demais é a fusão entre o Death Metal progressivo com elementos de metal-core, mas vale ressaltar que essa proposta possui mais de 28 anos, época que o estilo core ainda não era conhecido e explorado por músicos e bandas.

Em processo de criação do seu novo trabalho de estúdio, a banda que teve um hiato de longos anos, apresenta algumas músicas que fazem parte do primeiro EP do grupo, “Welcome To Prog-Core” lançado em junho de 2016.



A arte de capa foi criada pelo vocalista e guitarrista, Helbert Sá, retrata a intenção da banda, invadir os cérebros dos ouvintes, a letra da música em destaque na matéria, Headache, aborda um assunto pertinente e que ataca a todos, dores de cabeça, segundo o músico Helbert a letra é direta: "Quem nunca teve dor de cabeça (Headache), ela vai e volta, e deixa sua cabeça ao avesso. As vezes é melhor viver com está dor do que tomar remédio que não cura, do que alimentar a Indústria Farmacêutica."

Atualmente a R.I.V. conta com os integrantes da formação original, sendo Helbert Sá nos vocais e guitarra, Ricardo Parreiras na bateria e Fabricio no baixo, juntos eles preparam muitas novidades para o segundo semestre de 2017.

Mais informações:


SOULSPELL METAL OPERA: divulgado vídeo clipe de “Dungeons and Dragons”


O projeto SOULSPELL METAL OPERA, capitaneado por Heleno Vale, acaba de divulgar o segundo videoclipe do novo álbum “The Second Big Bang”, que será lançado no Brasil pela gravadora Hellion Records. A música escolhida foi “Dungeons and Dragons” e conta com a participação dos vocalistas Fabio Lione (Angra, Rhapsody, Vision Divine), Daísa Munhoz (Vandroya), Victor Emeka e Jefferson Albert.


O álbum “The Second Big Bang” será lançado mundialmente no dia 25 de maio e conta com participações de nomes como Andre Matos, Arjen Lucassen, Fabio Lione, Blaze Bayley, Tim “Ripper” Owens, Ralf Scheepers, Timo Kotipelto, entre outros. A produção ficou a carga de Tito Falaschi e mixagem e masterização foi realizada por Denis Ward.

Assista o videoclipe de “Dungeons and Dragons”: https://youtu.be/-h-0basn9r4


SOULSPELL METAL OPERA | DUNGEONS AND DRAGONS (Official Video)

Music and Lyric by Heleno Vale
Produced by Tito Falaschi
Mix and Master by Dennis Ward
Dungeons And Dragons Cover art by CadiesArt
Video recorded by Paulo Bortoli
Videoclip concept by: Paulo Bortoli & Heleno Vale
Audio recorded by Emil Shayeb in Valetes Records
Record Label: Hellion Records / Valetes Records

Singers/Characters:
Daísa Munhoz, as The Princess Judith
Fabio Lione as The Dungeon Master
Jefferson Albert as Padyal, the Worshipful Master
Victor Emeka as Adrian, The Apprentice

Instrumentistas:
Guitar: Leandro Erba & Tito Falaschi
Keys: Frank Tischer
Bass: Tito Falaschi
Drums: Heleno Vale
Choir: Talita Quintano, Daniel Guirado, Paulo Bortoli and Jefferson Albert

Soulspell band on video is:
Leandro Erba & Sergio Pusep (Guitars)
Daniel Guirado (Bass)
Rodrigo Boechat (Keyboard)
Heleno Vale (Drums)

Mais informações:

POSSESSED: death metal originators sign to Nuclear Blast!


Nuclear Blast is proud to finally announce the worldwide signing and return of POSSESSED! Few bands have done more to push the boundaries of extreme metal than the legendary POSSESSED. Even fewer can create a unique style, which continues to set them apart from all others by being the very first in a genre they laid the foundation for. POSSESSED are by definition, the creators of death metal. Ever since they stormed onto the San Francisco metal scene in the early 1980's,POSSESSED has been redefining and breaking the rules for metal. Nuclear Blast is very excited to be a part of that continued legacy.


Comments vocalist and founding member Jeff Becerra:

"POSSESSED are pleased and honored to announce our joining the Nuclear Blast family. Currently, we are hard at work writing new material for our upcoming first full-length release on Nuclear Blast. I want to give special thanks to everybody at Nuclear Blast, and to all of our supporters. This has been a long time coming and this is a very exciting time for us."

Watch a short teaser video announcing the signing that includes a short snippet of demo of a new song here: https://www.youtube.com/watch?v=4vNa2GhyB-I. Fans can expect POSSESSED's first a full-length release in 31 years, sometime in 2018.


More on POSSESSED:

POSSESSED took San Francisco's metal scene by storm, playing with fellow Bay Area thrashers and friends EXODUS, and other bands - many now long gone. In 1982-1983, they recorded a four song demo. One of the demo tracks, 'Swing Of The Axe' ended up on the »Metal Massacre 6 Compilation« and later on »The Best of Metal Massacre«. Released in October 1985 onCombat Records, »Seven Churches« set a new standard for extreme music. Combining lightening fast riffs, Becerra's raspy trademark growl and speedy bass playing, pummeling drums and Randy Burns' production, »Seven Churches« created a whole new genre of music - death metal. »Seven Churches« went on to be one of Combat Records' best-selling albums. Not bad for a quartet of high school kids!

»Beyond The Gates«. Released on Halloween in 1986, this album was especially well-received in Europe where they toured at the end of the year. The album that changed the landscape of heavy metal, »Beyond The Gates« was the highest selling Combat album that year.

After that tour, POSSESSED recorded and released »Eyes Of Horror«, a five song EP produced byJoe Satriani. Musically and lyrically advanced, the album touched on dark themes such as sin, drugs and violence and, of course, the devil. Not long after the release of the EP, LaLonde (early guitars) joined up with Les Claypool and PRIMUS. Soon after, Mike Sus (early drums) left to continue his studies at SFSU and Torrao (early guitars) decided he no longer wanted to play in a band. Becerra continued to play and joined some side projects, but mostly took time to pursue his goals in life including his attending SFSU. In 1992, while coming home from work, tragically, Jeffwas shot twice by two different gunmen who were attempting to rob him. It would be seventeen-and-a-half years before Jeff was again able to resurrect POSSESSED after receiving literally thousands of fan letters, emails and fan support.

In 2006, Becerra joined with SADISTIC INTENT to record 'The Exorcist' for aPOSSESSED tribute album. Becerra and SADISTIC INTENT decided to do a few live shows to satisfy fans who had been clamoring for shows for decades. With such a positive response, Becerraand SADISTIC INTENT continued to play a number of successful shows, including Wacken 2007, Maryland Deathfest 2009, and 2010's »Blackest Of The Black Tour«. This line-up breathed life into SADISTIC INTENT and Becerra, and the two parties split amicably to play their own styles of metal, with drummer Emilio Marquez staying with Becerra and POSSESSED.

After making several live appearances, including Graspop Metal Meeting 2012 & »The Fallen Angel 2012 European Tour«, »Cursed Over Europe 2014 Tour« and the »Evil Over Europe Tour 2016«, POSSESSED is primed and finally ready for a new era. ThePOSSESSED legacy has been highly influential in the realm of extreme metal, changing the genre forever. Ready to take it further, POSSESSED is planning several tour dates and writing new material that will change the face of death metal once more.

POSSESSED is:

Jeff Becerra | vocals
Daniel Gonzalez | guitars
Emilio Marquez | drums
Robert Cardenas | bass
Claudeous Creamer | guitars

POSSESSED live:

»Hordes Of Hell Tour 2017«

05.08. D Wacken - Wacken Open Air
10.08. UK Derby - Bloodstock Open Air
11.08. D Schlotheim - Party.San Open Air
12.08. CZ Jaromer - Brutal Assault
14.08. IRL Dublin - Voodoo Lounge
15.08. UK Belfast - Voodoo
16. - 18.08. D Dinkelsbühl - Summer Breeze
19.08. B Méan - Metal Mean Festival
20.08. F Saint-Nolff - Motocultor Festival


More info:

CANÁBICOS: "Intenso", quarto e novo disco, é lançado pela Monstro Discos

O álbum foi produzido por Gustavo Vazquez no Rock Lab em Goiânia e já está disponível em todas as principais plataformas digitais (Foto: Mauricio Souza)


Entre as bandas do triângulo mineiro, os CANÁBICOS, de Araguari, são certamente uma das mais produtivas e criativas. O grupo é liderado pelo guitarrista Murcego González (também integrante do Uganga) e pelo vocalista Clandestino - os dois já haviam tocado juntos na banda Anil.

Formada em 2013, os CANÁBICOS, que ainda contam com Mestre Mustafá na bateria e o baixista MM, lançaram três discos em três anos: "La Bomba" (2013), "Reféns da Pátria" (2014) e "Alienígenas" (2015).


Qualitativa e não apenas quantitativa, as obras do grupo logo renderam resultados. Em 2015 foram vencedores do Fun Music, maior festival universitário de música do Brasil.

“Foi fantástico vencer o Fun Music”, conta Murcego. “Me lembro de anos atrás termos vencido um pequeno festival com nossa banda anterior, o Anil, em nossa cidade. Ganhar o Fun Music, que não se compara em termos de estrutura e relevância, foi como receber a certificação de que tomamos as melhores decisões de lá pra cá e que e estamos no caminho certo agora com os CANÁBICOS.”

E o caminho agora aponta para “Intenso”, quarto e novo disco de estúdio dos CANÁBICOS que acaba de ser lançado pela Monstro Discos.

"Intenso" foi gravado no estúdio RockLab em Goiânia sob produção de Gustavo Vazquez (Uganga, Black Drawing Chalks, Hellbenders) e reúne oito músicas inéditas, entre as quais algumas escritas há mais de dez anos.

"Ter um produtor voltado à linguagem do hard rock foi essencial para o que buscávamos, e o Gustavo era certamente a pessoa indicada”, conta Clandestino. “Para a seleção do repertório, eu e o Murcego priorizamos as músicas com mais pegada. Algumas faixas como "Eu não sei o que vai ser de mim", "Lei do Cão" e "Viagem Espacial" foram compostas há mais de 10 anos. Outras, como "Rotina", surgiram poucas semanas antes das gravações. Acho que isso difere um pouco esse disco dos demais: geralmente gravávamos as músicas que vínhamos compondo naquele momento, sem pensar muito em estilo; dessa vez buscamos dentro de todo o nosso repertório as músicas num estilo mais hard rock, que é como eu definiria o Intenso na nossa discografia".

Hard/Classic Rock com referências que vão de Beatles a Black Sabbath, ou de Rolling Stones a Led Zeppelin, cantados no bom e velho português. Essa foi a receita que chamou a atenção da Monstro Discos e que lhes rendeu um contrato com a gravadora.

"O vigor e o power rock dos CANÁBICOS me chamaram a atenção", diz o sócio-fundador e diretor executivo da Monstro Discos, Leo Bigode."Eles fazem rock como tem que ser, sem firulas, reto, direto, e ainda conseguem ter partes harmônicas. Banda criativa e intensa."

“Intenso”, dos CANÁBICOS, já está disponível em todas as principais plataformas digitais:





Google Play - http://bit.ly/2ptumPL


Um videoclipe da faixa "Planeta Estranho" também está disponível no canal oficial da Monstro Discos no Youtube: https://youtu.be/sC2BqtBY9g0


Mais Informações:

Fonte: Som do Darma
Press Release e Gestão Cultural
A/C Eliton Tomasi