"Poderosa, criativa, técnica e cheia de conteúdo" (Dossiê do Rock); "Transpira autenticidade" (Blog Na Mira); "Mais um álbum para a lista de grandes lançamentos nacionais de 2015" (A Música Continua a Mesma); "Extremamente bem feito!" (Música e Cinema); "Muito bom!" (Arte Metal); "Uma das melhores bandas de Heavy metal que nós escutamos na atualidade" (Resenha do Rock).
Essas foram algumas declarações que a banda paulistana de heavy metal tradicional PRIMATOR conquistou na imprensa especializada com seu disco de estreia, "Involution". O álbum também foi eleito um dos "Melhores Álbuns Nacionais de 2015" pelo Heavynroll, Mundo Metal e Roadie Metal.
A mais recente conquista de "Involution" foi a indicação para o Prêmio Dynamite de Música Independente 2016, a maior e mais tradicional premiação da cena independente brasileira. "Involution", do Primator, concorre na categoria "Melhor Álbum de Heavy Metal", onde também figuram outros grupos de destaque como Krisiun, Uganga, Nervosa, Hibria, NervoChaos e Project 46.
Entre outras novidades, Rodrigo Sinopoli (vocal), Márcio Dassié (guitarra), Diego Lima (guitarra), André dos Anjos (baixo) e Lucas Assunção (bateria) já estão trabalhando na pré-produção de seu segundo disco de estúdio que trará Mario Linhares (Dark Avenger) como produtor.
No início do ano o grupo lançou o videoclipe da música "To Mars", composição do próprio Linhares e primeiro fruto de seu trabalho como produtor do PRIMATOR.
Fundada no ano de 2012 na cidade de Três Coroas, a banda VULTURES é mais uma que integra a forte cena underground do Rio Grande do Sul.
Em 2013 foi lançada a demo "Death And Sleep", começando a mostrar um pouco à que a banda veio. Dois anos depois do lançamento da demo, a banda começou a trabalhar em seu primeiro álbum, intitulado "Postmortem'.
No último dia 28 de agosto a banda lançou a single "A Strange Land", que foi um prêmio ganho em um concurso na abertura do show do Hangar na cidade de três Coroas, a melhor banda das 4 que participavam do concurso ganharia um Single gravado no Phantom Studio art. em Novo Hamburgo. Por decisão dos jurados, VULTURES se saiu melhor, e você pode confirmar isso na single abaixo!
E nesta quarta-feira (07/09) o DISLEXIA estará participando do “5h de Rock”, que traz o melhor do Rock/Metal belenense, em um evento gratuito ao público e como o nome diz, cinco horas (ou mais) de puro som pesado!
O festival inicia as 14h e será realizado no Anfiteatro da Orla de Icoaraci em Belém. Não deixe de prestigiar sua cena local e apoie as bandas independentes, pois elas só se mantem vivas por causa de nós: O PÚBLICO!
Aproveite e confira o videoclipe mais recente do DISLEXIA:
Angelo Torquetto e Karim Serri anunciam nova banda no próximo dia 20 de setembro - foto: divulgação.
2015 foi mais um ano movimentado e extremamente produtivo para os guitarristas Karim Serri e Angelo Torquetto, músicos que já possuem mais de 20 anos de carreira. Mais recentemente, ao lado da banda Doomsday Hymn, ambos lançaram um disco que recebeu elogios, tanto do público quanto da imprensa especializada nacional e internacional. Ainda realizaram com êxito uma extensa turnê sul-americana, além de shows ao lado de nomes consagrados do Metal nacional.
Mas por algumas incompatibilidades dentro da banda, Angelo e Karim decidiram deixar o DDH (Doomsday Hymn), para se dedicarem 100% a uma nova banda. “Nós resolvemos nos afastar do DDH por motivos 100% profissionais. Estávamos em um ritmo de trabalho muito diferente dos outros da banda, e para não haver um confronto de ideias e evitar qualquer animosidade, resolvemos seguir nosso caminho e deixar o DDH seguir o seu, que, aliás, é muito promissor”, comenta Karim.
Com isso, os headbangers ganham um ótimo motivo para comemorar: uma nova banda surge no cenário nacional. Angelo e Karim uniram forças a outros dois músicos, e, no próximo dia 20 de setembro, todas as informações serão divulgada em umevento no Facebook, desenvolvido especialmente para o anúncio. Angelo faz questão de adiantar que "este tem sido um trabalho de grande desafio para nós, mas extremamente gratificante. Temas, composições, ideias, enfim. Tudo pensado com cautela, para dar à galera algo para não se arrepender de ouvir: nosso bom e violento Metal Brazuca!".
O ANGRA realizou neste domingo (4) uma apresentação bastante especial no Rock na Praça, em São Paulo. O evento foi gratuito e contou com as bandas Gloria, Kisser Clan e Korzus.
No show do ANGRA, a banda contou com vários convidados especiais, entre eles, amigos dos músicos como os vocalistas Alírio Netto (Age Of Artemis), BJ (Soto e Tempestt) e Bruno Sutter. Eles revezaram e cantaram vários clássicos para deleite do público paulistano que viu um momento único na história do grupo.
Neste momento o ANGRA se prepara para uma turnê na Europa nos meses de setembro e outubro, onde passará por Espanha, Alemanha, Itália e França.
No próximo dia 23/09 (sexta) o CHAOS SYNOPSIS realizará show no Sesc Belenzinho, em São Paulo/SP. Na ocasião irão apresentar um setlist especial com faixas dos álbuns “Kvlt Ov Dementia” (2009), “Art of Killing” (2009), “Seasons of Red” (2015), o split “Intoxicunts” (2016) com a banda polonesa Terrordome e surpresas.
Os integrantes da banda de Alternative Rock 4DRIVE participaram do programa O Disco que Mudou minha Vida, da Mutante Radio, dentre eles álbuns clássicos de Metallica, Iron Maiden e Pantera.
O ator e cantor Alírio Netto (We Will Rock You, Jesus Cristo Superstar, Age of Artemis, HeavyPop, Khallice) acaba de divulgar a capa do single “Retrato”, faixa de seu álbum solo “João De Deus”. A música foi gravada no Do It Estúdio, de Tito Falaschi, e teve a participação de Thiago Mineiro (piano). A composição é de Alirio Netto e Daniel Carelli e será lançada nesta sexta-feira (9) junto com seu novo videoclipe.
Alirio Netto já interpretou os papeis de Jesus e Judas no musical “Jesus Cristo Superstar” e recentemente foi o protagonista do “We Will Rock You” com o personagem Galileo, musical recheado por várias clássicos do Queen.
Ficha Técnica:
“Retrato”
Música: Alirio Netto e Daniel Carelli
Letra: Alirio Netto
Vídeo por Bruno Esteves
Atriz: Livia Dabarian
Foto por Pricila Tessarini
Capa e logotipo por Danilo Fachini
Teclados, guitarras, violão, e bateria por Tito Falaschi
Baixo por Felipe Andreoli
Backings vocals por Tito Falaschi
“João de Deus” conta com as participações de Felipe Andreoli e Marcelo Barbosa
A banda capixaba THORN STORM lançou um videoclipe oficial para a música “Hidden Road From Hell”, que pode ser conferido a seguir. O vídeo foi dirigido por Alden Garciah.
Em outras notícias, a THORN STORM já deu início aos trabalhos para o seu novo álbum, intitulado “Army Of Darkness”. O disco será gravado no estúdio Áudio Space em Jacaraípe na Serra (ES), sob a produção de Daniel Escobar, enquanto a masterização e masterização ficarão sob os cuidados de Adriano Scaramussa (ex-Siecrist).
Para a gravação de “Army Of Darkness“, os músicos da THORN STORM usam Mesa Boggie e Marshall de alta qualidades, além das guitarras Jackson. O baixo é da Fender, enquanto a bateria conta com pratos diversos. Mais informações serão divulgadas em breve.
O grupo de Death/Thrash Metal PANDEMMY disponibilizou para audição a faixa inédita 'State Of War', que será a terceira faixa do segundo álbum oficial da banda: "Rise of a New Strike".
O segundo registro oficial de estúdio está em fase de mixagem e masterização e tem previsão para lançamento virtual no Bandcamp no próximo mês de Outubro.
Confiram a capa e o tracklist de "Rise Of A New Strike":
1. One Step ... Foward
2. Circus Of Tyrannies
3. State Of War
4. 7000 Days Of Terror (And The New Attempt)
5. Almost Dead
6. Rise Of A New Strike
7. Stars Of Decadence
8. Inferno Is Over
9. Against The Perfect Humankind
10. No Reasons For Losses
A versão física do novo álbum, com previsão de lançamento em 2017 irá conter duas faixas bônus: "Nepenthe" (SENTENCED) e "Ecce Homo" (DECOMPOSED GOD).
A banda de Santa Catarina, OLDER JACK, disponibilizou em sua conta no SoundCloud, todas as músicas de seu primeiro álbum, “Metal Über Alles”. O grupo toca um Rock’n’Roll onde mistura elementos do Hard Rock e Heavy Metal.
O quinteto brasileiro que começou sua história em 2004, está se revelando no cenário nacional por suas letras escritas em alemão, mas independente disso, sua técnica e produção seguem um ótimo patamar de qualidade. Basta ouvir algumas composições como “Macumba” e “In Namen Das Geldes”, que você entenderá um pouco mais da proposta de Carlos Curt Klitzke (vocal), Hermann Wamser e Deivid Wachholz (guitarras), César Rahn (baixo) e Bruno Maas (bateria).
A capa da edição de número 212 da revista Roadie Crew, que estará nas bancas até o dia 10 de setembro, traz a banda Epica, que realizará no Brasil uma edição do seu próprio festival: "Epic Metal Fest". Além de promover o festival, o grupo holandês comemora o lançamento de seu sétimo álbum de estúdio, "Holographic Principle". O guitarrista e vocalista Mark Jansen e a vocalista Simone Simons deram todos os detalhes do que está por vir.
Entrevistas:
Epica
Zakk Wylde
Periphery
Edu Falaschi
Steven Tyler
Doro
Flotsam & Jetsam
Fates Warning
Suidakra
Diamond Head
Human Fortress
Semblant
Hangar
Jailor
Seções:
Cenário: Silent Cry, Ocultan, Timor Trail, Stomachal Corrosion, Jäilbäit, Marcio Sanches, The Cross, About2Crash, Seu Juvenal e The Sisters Of Mercy
Blind Ear: Tomi Joutsen (Amorphis)
Collection: Machine Head
Background: Enslaved (Final)
Eternal Idols: Tommy Ramone (Ramones)
ClassiCover: Rufus Thomas X Ratt
Lado B+: Overdose
Playlist: Paulão de Carvalho (Velhas Virgens)
Hidden Tracks: Nattvindens Gråt
ClassiCrew 76: Sammy Hagar
ClassiCrew 86: English Dogs
ClassiCrew 96: Theatre Of Tragedy
ClassiCrew 06: Decapitated
Profile: Tony Dolan (Atomkraft, Venom, M-pire of Evil, Venom Inc.)
Live Evil: Megadeth, Angra
Pôster: Helloween (Keeper of the Seven Keys Part II)
Uma rápida olhada em tudo o que diz respeito à banda mineira RUINS OF ELYSIUM já leva a crer que se trata de algo diferenciado que vem cativando os ouvidos metálicos, inclusive fora do país.
Diversas positivas resenhas do EP “Daphne”, lançado em maio, vêm sendo colhidas mundo afora, e a banda decidiu reunir algumas delas dentro de um vídeo lançado nessa sexta-feira, 2, através do canal oficial do RUINS OF ELYSIUM no YouTube.
O vídeo, além de divulgar trechos das excelentes resenhas, também fornece meios de aquisição do trabalho, informações ilustradas ainda por uma música instrumental inédita no background.
Não bastasse, o RUINS OF ELYSIUM também está lançando, através do mesmo vídeo, a campanha de crowdfunding para financiar o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, cujas informações mais detalhadas serão divulgadas na próxima semana.
“Esse EP refresca o mundo do Metal, pois quase todo o Metal está estagnado. Para mim, essa é a beleza do Ruins of Elysium, porque é uma banda que tenta algo diferente e a melhor parte é que conseguiu”, diz o portal gringo Sudupereviewer em resenha de nota 4,5/5.
O RUINS OF ELYSIUM executa um diferenciado Symphonic Metal cantado em tenor, e cujas letras se direcionam a todos aqueles que se sentem oprimidos de alguma forma, para que se sintam representados, sejam minorias raciais, LGBT, mulheres ou outros. A formação é de nacionalidade mista, já que a dupla de guitarristas é também composta por uma holandesa e um italiano.
Existem bandas que parecem incansáveis na arte da surpresa, de se reinventar e soarem cada vez mais pesadas e modernas. Nisso, o Brasil anda muito bem, já que muitos preferem a evolução à estagnação de viver no passado (embora algumas consigam alcançar a Pedra Filosofal musical de tal forma que a continuidade de seu trabalho permaneça sempre ótima). E em termos de versatilidade e peso, não podemos deixar de citar o ótimo trabalho do quarteto ENDRAH, de São Paulo, que após um período de certo silêncio, mostra que veio disposto a ganhar mais espaço no cenário.
E sim, a prova disso é seu novo EP, "Shoot, Shovel, Shut Up", que acaba de sair, e mostra a banda revigorada.
A verdade é que o ENDRAH é uma banda versátil, a ponto de conseguir fundir uma musicalidade tão bruta e feroz com uma sonoridade atualizada, moderna e explosiva. E isso tudo misturando Death Metal, Thrash Metal e HardCore sem pudor algum, e ainda colocando umas doses de Groove/Thrash à lá PANTERA aqui e ali, soando sempre coeso e pesado, sem dó dos ouvidos alheios e dos pudores musicais de muitos.
Em termos de produção musical, a banda acertou a mão: a sonoridade do EP é brutal, gordurosa e agressiva, graças a timbres instrumentais bem escolhidos, bem como a mixagem acertou a mão. Mas é bom que entendam que, apesar de tanta esporreira sonora, você não encontrará algo que não seja capaz de entender, já que a clareza é de bom nível.
É bom se prepararem, pois o quarteto não voltou disposto a abrir mão de sua agressividade, e muito menos do discurso azedo. Mas é interessante ver a banda conseguindo alimentar sua fusão de estilo com boa técnica musical, além de arranjos muito bem pensados. E cuidado, pois as mudanças de ritmo ocorrem sem você menos esperar, mas sempre nos trazendo aquela sensação de que estamos ouvindo uma banda dinâmica e madura.
"Shoot, Shovel, Shut Up" - Se percebe a clara influência de Groove Metal e Hardcore atual nessa canção. O trabalho instrumental é raivoso, e a agressividade salta os olhos, mas as mudanças de ritmo são constantes, mostrando um trabalho ótimo de baixo e bateria.
"Shame" - Cheia de Groove moderno, e percebe-se que os riffs de guitarra são ótimos, entremeados por boas mudanças rítmicas (ou seja, temos momentos mais lentos, e outros mais velozes). A música em si mostra aquela opressão musical moderna, mas sem deixar de ter peso cavalar.
"Priced Out of Paradise" - A agressividade aumenta bastante, usando de tempos que mudam constantemente. É interessante notar como os vocais assentam bem sob a base instrumental, seja nos momentos mais velozes ou nos mais lentos, contrastando urros intensos com gritos rasgados, além de um insert de algo próximo à ritmos latinos, onde o baixo se mostra bem técnico.
"Bully" - É a música do vídeo de divulgação, logo, se preparem. Novamente, as mudanças de ritmo ocorrem, mas sempre mantendo a atenção do ouvinte. Em termos técnicos, baixo e bateria mais uma vez roubam a cena, sem desprezar o excelente trabalho das guitarras (uma olhada no solo mostra como a técnica e agressividade não obliteram as linhas melódicas).
"Cadáver na Barragem (2016) - Aqui, temos o remake da faixa que a banda lançou no Single de 2014, novamente mostrando mudanças entre tempos lentos e azedos com levadas mais velozes.
O ENDRAH provou que está mais vivo e forte que nunca, logo, aproveitem e ouçam "Shoot, Shovel, Shut Up" à vontade, mas cuidado com os ouvidos. E antes que me esqueça, o EP pode ser ouvido na íntegra no perfil da banda noSoundcloud.
Sempre que se fala em Death Metal brasileiro, é preciso ter clara em mente a idéia de que o gênero é uma tradição do país de longa data. E não é à toa que o país já revelou nomes de peso como KRISIUN, REBAELLIUN e tantos outros que também merecem citação, mas que não caberiam em um simples texto. E para se juntar ao time dos nomes promissores do cenário, chega o DEATH CHAOS, vindo de Curitiba (Paraná), e que mesmo sendo formada recentemente, despeja sua fúria em forma de música com "Prologue in Death & Chaos", seu primeiro trabalho.
Temos aqui um EP de cinco faixas, onde o quarteto mostra uma música que poderíamos classificar como Traditional Death Metal, mas é bom tomarem cuidado, já que eles não se furtam de usar elementos que, para muitos, poderiam ser inconcebíveis, como alguns tempos mais cadenciados e toques de melodias sombrias em algumas partes (que lembram o que PARADISE LOST, MY DYING BRIDE e ANATHEMA usavam em seus primeiros trabalhos). Ou seja, se procurarem extremismos de velocidade, podem se decepcionar. Mas para um fã de Death Metal de verdade, a música do quarteto é um prato cheio de brutalidade feita com bom gosto.
A produção sonora do EP é da própria banda. Apesar de alguns pontos em que poderia ter ficado melhor (alguns timbres nas peças da bateria poderiam ter sido melhores, especialmente a caixa), o nível é bom, pois eles conseguiram deixar suas músicas soando brutas e cruas, mas com um ótimo nível de clareza, pois usaram uma gravação mais seca, mais próxima do que eles soam ao vivo. E a arte do EP é caprichada, com capa, encarte e tudo muito bem feito.
Em termos musicais, o DEATH CHAOS, apesar de ter uma formatação mais próxima ao Death Metal tradicional, é diferente. A banda reescreve as regras conforme deseja, usando e abusando de bons arranjos em termos de guitarras (os riffs são de primeira, e os solos buscam fugir do padrão nota-alavanca-nota sem um alinhavo harmonioso), a dinâmica entre baixo e bateria é ótima, dando peso e um toque há mais de técnica ao som do grupo; e os vocais seguem aquela tendência de vozes guturais entremeadas de urros rasgados. Juntando isso tudo, a torrente de energia agressiva e de qualidade nos toma de assalto.
"You Die I Smile" - A banda usa de muitas mudanças de andamento nessa canção, além de um peso cru e avassalador. Mas é ótimo ver como essa pegada tradicional deles é permeada por arranjos musicais bem pensados. E reparem bem como baixo e bateria estão ótimos, fora os solos de guitarra.
"Death Division" - Talvez a melhor faixa do EP. Com uma levada em meio tempo (ou seja, nem rápida ou cadenciada) a banda usa de uma estética um pouco mais melodiosa e moderna nos riffs de guitarra (algo que o AT THE GATES sempre soube fazer muito bem), mas sem ceder um milímetro em termos de agressividade musical. E que refrão de primeira, onde o contraste entre os timbres guturais e rasgados ficam ótimos, entremeados de riffs crus e melodiosos.
"House of Madness" - É interessante em ver como a banda realmente não se prende a preceitos ou regras. Nesta canção, eles chegam a usar um pouco de Groove em certas partes, e em outras, alguns toques mais soturnos e crus. Destaque para o bom trabalho das guitarras e aos momentos em que os vocais mais sussurrados surgem.
"Erased Sky" - Mais uma vez, aquelas melodias azedas bem próximas ao que o PARADISE LOST fez estão presentes. E é incrível como a agressividade brutal da banda é conciliada com este lado mais sombrio sem que nada seja perdido. Mais uma vez, belos riffs e solos dão aquele molho amargo e duro que uma banda de Death Metal precisa ter, mas elas se encontram bem melodiosas.
"You Are Not You" - Fechando com chave de ouro, a banda mostra alguns momentos mais velozes (onde belas pegadas melodiosas aparecem em profusão). Mais uma vez, a banda apresenta aquela pegada mais do Death Metal de Gotemburgo de raiz, sem perder o lado agressivo. E basta reparar que a bateria e o baixo mais uma vez estão em grande forma, fora os vocais estarem ótimos.
O DEATH CHAOS é uma banda promissora, com uma música excelente, e que pelo que se percebe, ainda pode evoluir muito além do que é ouvido em "Prologue in Death & Chaos". Mas por agora, este EP é excelente. E ele pode ser ouvido na íntegra na página da banda no Soundcloud. mas é tão bom que quem ouvir vai querer a cópia física.
É uma banda corajosa, e é uma das maiores revelações do ano.
Sim, a região de Botucatu anda há tempos revelando bons nomes em termos de Metal nacional.
E um dos nomes mais interessantes da região é o do quarteto de Crossover/Metal D.I.E. Sim, o grupo andou evoluindo seu som diante do que foi apresentando no primeiro trabalho do grupo, o EP "D.I.E", e se preparem, porque "D.I.E. II" já nasceu um quebra-pescoços de primeira linha.
Antes de tudo, podemos dizer que a técnica musical do quarteto deu uma bela evoluída, os elementos musicais do grupo estão mais coesos. Continua bruto e agressivo como uma manada de búfalos, com aqueles toques de Groove/Thrash Metal à lá PANTERA aqui e ali, mas ao mesmo tempo, algum refinamento moderno está presente. Os vocais melhoram muito, ficando com timbres bem secos e agressivos, mas inteligíveis; as guitarras estão com riffs certeiros, usando uma simplicidade envolvente em seu favor, e aproveitando de alguns momentos para mostrar uma boa técnica, mas sem destoar; e a cozinha rítmica do grupo está ótima, usando boas conduções de dois bumbos e algumas mudanças rítmicas simples, mas coerentes com a musicalidade que o quarteto se propõe a fazer. E digamos de passagem: é de primeira, rasgando os tímpanos dos menos acostumados, e causando torcicolos em muitos.
O ponto-chave que explica essa melhora está justamente na produção. Fabiano Gil, Umberto Buldrini e o próprio grupo se esforçaram bastante para darem ao EP uma sonoridade brutal e pesada, mas que fosse mais clara, nos permitindo compreender completamente o que eles estão tocando, e o que eles querem de sua música. E Thiago D'Angelo criou uma capa bem interessante, um negativo em relação à capa do primeiro EP, quase que mostrando que o D.I.E. aprendeu lições importantes com shows e labutas, e está disposto a se impor no cenário nacional.
E eles têm música para isso, verdade seja dita!
Com a evolução musical do quarteto, veio junto uma vontade de vencer enorme. E essa vontade se traduz em quatro canções ríspidas, mas com uma qualidade diferenciada, mostrando que finalmente a personalidade do D.I.E. está sendo exposta. Arranjos bem feitos, agressividade embalada por um trabalho musical bem polido, mas sem que a banda perca seu lado despojado, e de certa forma, crítico e irônico.
"Truth Like Yourself" - Uma música pesada, com um andamento que varia bastante, mostrando uma dinâmica excelente entre a cozinha rítmica da banda e os riffs. Mas cuidado, pois a agressividade do quarteto está bem extremada.
"Religion" - Outra música bruta, mas onde vemos que esta estética agressiva da banda com certo alinhavo mais refinado, buscando deixar o trabalho da banda mais coeso. E reparem como os vocais estão raivosos, urrados, mas com boa dicção.
"Space to Destroy" - Enquanto as outras músicas mal chegam aos três minutos de duração, aqui o grupo lança mão de uma faixa mais longa, com mais de cinco minutos de duração. Mas é justamente onde o D.I.E. mostra versatilidade, com um andamento mais cadenciado, transformando esta é uma canção opressiva, onde o contraste azedo dos vocais e riffs nos deixa boquiabertos. E não deixem de ouvir como baixo e bateria estão em grande forma, conduzindo bem o ritmo com uma dose extra de peso.
"Lost" - Aqui, mais uma vez a banda usa um fundo mais cadenciado, mas evidenciando uma boa técnica em cada instrumento. Sim, o quarteto sabe tocar muito bem, e usa isso em seu favor, criando mais uma música grudenta e bruta, com toques modernos, sem deixar de soar intenso e bruto.
Desse jeito, podemos dizer que o D.I.E. está pronto para lançar seu álbum próprio. E o Metal extremo "Made in Botucatu" mostra a cara para o mundo.
Ouçam, caiam no moshpit e apreciem sem moderação alguma. Os Botucatu Bloody Freaks são a banda certa para isso!
Após um período intenso de foco exclusivo na produção do seu primeiro disco, o BAD BEBOP irá realizar neste final de semana seu show de estréia na cidade de Curitiba.
Será neste sábado, 3 de setembro, no Stoner Henge Fest que acontece no Pub 92 Graus, na capital paranaense. Juntam-se ao BAD BEBOP as bandas Marte e Macumbazilla. Comprando ingresso antecipado, é possível concorrer a vários prêmios.
Recentemente o BAD BEBOP finalizou as gravações do trabalho. A banda registrou o material no estúdio OffBeat com produção do guitarrista Henrique Bertol e assistência de produção está a cargo de Felipe Debiasio. Agora o disco segue para mixagem e masterização.
‘Trouble’, música gravada para ser o cartão de visitas da banda, está disponível. A música foi gravada por Felipe Debiasio no estúdio Institudium e produzida por Henrique Bertol. A masterização ficou por conta de Neto Grous, da empresa Absolute Master.
O ASTAFIX será uma das atrações do SP Music RUA, festival que vem se tornando uma nova tradição no calendário paulistano.
O evento – com entrada FRANCA – acontece em frente a Galeria do Rock, ponto que qualquer headbanger, paulistano ou não, deve conhecer na Cidade da Garoa, no dia 17 de setembro com início marcada para às 12h.
Junto com o ASTAFIX, bandas como Periferia S/A, Maldita, Ego Kill Talent, e outros grandes nomes se apresentarão no dia. O show do ASTAFIX está marcado para às 17h. Todas as informações sobre o evento podem ser conferidas pelo link: www.facebook.com/spmusicrua/
Recentemente o ASTAFIX lançou um novo videoclipe. Estamos falando da música ‘Karma Kill’, faixa que abre o disco, ‘Internal Saboteur’. O clipe foi dirigido por Maicon Damasceno, que também produziu e editou ao lado do baterista Thiago Caurio.
Agora falta pouco para um dos nomes mais queridos do Power Metal mundo afora mostrar seu novo lineup de forma oficial: em cima do palco. O SCELERATA está 101% pronto para seu show nesta sexta-feira, dia 2 de setembro.
A apresentação, que terá entrada GRATUITA, acontece na Openstage (Av. Otto Niemeyer, 2415) e contará com a banda Weakless MAchine como convidada.
Além do SCELERATA apresentar a nova formação, estará também vendendo em primeira mão seu novo merchandise todo focado nas celebrações de 15 anos de carreira! Todos os detalhes podem ser conferidos pelo link: www.facebook.com/events/728827377221028/
Lembrando que o SCELERATA recentemente anunciou sua nova formação. Além do fundador e baterista Francis Cassol e do vocalista Jonathas Pozo, a banda agora conta com os novos integrantes Pedro Fauth (ex-Figtherlord e parceiro de Francis na banda Street Flash) no baixo, e Leo Nunes (banda de Luis Kalil) na guitarra.
Na outra guitarra a banda celebra a volta do talentoso Magnus Wichmann, músico que não apenas participou do lançamento de todos os discos do SCELERATA, como é o principal compositor do grupo.
Desde o lançamento de seu debut, ‘We Are Lost’, no início deste ano que o DARKSHIP vem cada vez mais chamando a atenção para sua música sem limites de estilo.
Atenção que atravessou fronteiras e chegou até os EUA, onde a empresa R.I.N.D. se encantou pela música e postura profissional do DARKSHIP e iniciou uma promissora parceria mundial.
R.I.N.D. Entertainment foi criada por Tom Hooks em meados de 2015 na cidade de Baraboo, Wisconsin e com seu crescimento começou a abraçar artistas de outros países com a missão de ajuda-los a ganhar o merecido reconhecimento.
O DARKSHIP segue divulgando ‘We Are lost’, trabalho que conta com dez músicas. A primeira retirada do trabalho, ‘Frozen Feelings’, ganhou um videoclipe dirigido por Douglas Castilhos Coutinho.
A banda também lançou sua cerveja oficial, uma artesanal Stout Beer muito especial. O grande diferencia é o sabor de chocolate com café desenvolvido por Vagner Chies deixando um toque mais exótico e encorpado para essa Darkbeer.
Todo o merchandise oficial do grupo pode ser comprado diretamente pelo link: https://goo.gl/Fwj56n