7 de jun. de 2012

The Agonist – Prisioners (CD)


Century Media Records - Importado
Nota 10
Por Marcos Garcia

Cada vez mais, o Metalcore e o Death Metal Melódico andam se fortalecendo e mutando, evoluindo e se desenvolvendo a olhos vistos, uma vez que bandas jovens estão surgindo em um e em outro e mostrando trabalhos dignos não só de uma audição cuidadosa, mas de reconhecimento por parte do público e da crítica.
E imaginem só uma banda que faz a mistura de ambos os estilos de maneira equilibrada e sóbria, aproveitando o que cada uma das subdivisões tem de melhor.
É, meus caros, tal banda existe, e é o quinteto canadense The Agonist, uma banda forte e coesa, que apresenta trabalhos diferenciados e bem coesos, como é o caso de seu novo CD, Prisioners, que acaba de sair via Century Media Records.
Tendo na frontwoman Alissa White-Gluz uma vocalista privilegiada que foge completamente de qualquer modelo pré-existente, combinando vocalizações guturais com outras mais suaves, e algumas mais rasgadas, sem causar nenhum tipo de instabilidade no som da banda, ainda mais com uma ótima dupla de guitarras que se alterna em ótimas bases e solos inspirados, com muita técnica e feeling, e uma rítmica muito pesada e ultra-variada, sabendo não só alternar andamentos, mas fazer quebradas de ritmo bem encaixadas.
Tendo a produção de Christian Donaldson (Crypstosy), e a mixagem e masterização feitas pelo arroz-de-festa Tue Madsen (The Haunted, Dark Tranquillity, Suicide Silence), o que sai das caixas de som é um som intenso, pesado e limpo, sabendo focar cada elemento da música da banda sem privilegiar este ou aquele instrumento.
Ouvir este CD é algo tão prazeroso aos ouvidos e empolgante que acaba sendo injusto com a banda destacar esta ou aquela faixa, mas não falar da ótima The Escape, onde a tônica é a mudança constante de andamentos, com técnica exacerbada; a intensa e melódica Predator and Prayer, com um andamento um pouquinho mais cadenciado, embora existam momentos mais velozes, e com peso de sobra, especialmente pela bateria, mesmíssimos elementos encontrados na arrasa-quarteirão Anxious Darwinians, onde as vocalizações se destacam bastante; a rápida e variadíssima Panophobia; a climática Dead Ocean, pesada e azeda na medida certa, o que não mata o forte toque melódico da banda; e as empolgantes The Mass of the Earth, Everybody Wants You “Dead” e Revenge of the Dadaists, sabendo variar do extreme ao climático e pesado sem pudores e sem medo de ousar.
Recomendadíssimo aos que não são puritanos.

Ideomotor

Tracklist:

01. You’re Coming With Me 
02. The Escape 
03. Predator and Prayer 
04. Anxious Darwinians 
05. Panophobia 
06. Ideomotor 
07. Lonely Solipsist 
08. Dead Ocean  
09. The Mass of the Earth 
10. Everybody Wants You “Dead” 
11. Revenge of the Dadaists


Formação:

Alissa White-Gluz – Vocais 
Danny Marino – Guitarras
Pascal “Paco” Jobin – Guitarras 
Chris Kells – Baixo
Simon McKay – Bateria 

Contatos: 


Firewind - Few Against Many


Century Media Records – Importado
Nota 9
Por Marcos Garcia

Após seu trabalho no Scream, de Ozzy Osbourne, o guitarrista grego Gus G. se tornou um músico conhecido, mas sua banda principal, o Firewind, ainda está meio que escondida no underground, apesar de seus agora sete discos de estúdio, mas Few Against Many deve mudar isso, e se mostra um disco forte e bastante consistente, capaz de levar o grupo a um novo patamar. 
Apesar de aparentar para muitos que a banda seria mais uma daquelas que só existem para exercitar o ego de um Guitar Hero, as músicas do CD mostram uma banda bem homogênea, fazendo um Metal Tradicional bem moderno com toques alguns Power de primeira, tendo ótimas melodias e composições fortes, ótimos riffs e solos de guitarra, zaga rítmica forte e pesada o tempo todo, teclados bem postados e ótimos vocais por conta de Apollo Papathanasio. 
Com a supervisão de Jason Suecof e Eyal Levi na mixagem do disco nos Audiohammer Studios, enquanto Alan Douches nos West  West  Side Music ficou na masterização, a banda conseguiu uma sonoridade bem densa e pesada, mas translúcida, assim, o peso e bom gosto de faixas como a abre-alas Wall of Sound, uma autêntica cacetada nos tímpanos com ótimas guitarras (novidade...), bem como a climática e pesada Losing My Mind, a variada Few Against Many, onde temos alternância entre momentos mais secos e outros mais melodiosos, onde o solo de guitarra arrasa, e Another Dimension segue esta mesma linha, com um belo refrão, a linda Edge of a Dream (onde o pessoal do Apocalyptica aparece nos celos), além da mezzo pancada, mezzo lenta No Heroes, No Sinners. A versão europeia Digipack ainda tem dois bônus, Battleborn e No Heroes, No Sinners em uma bela versão acústica.
Um disco que quem já era fã vai adorar, e que deve angariar alguns novos, pois o nível é alto, e este é um disco que vale a pena.

Wall of Sound

Tracklist:

01. Wall Of Sound  
02. Losing My Mind  
03. Few Against Many  
04. The Undying Fire  
05. Another Dimension  
06. Glorious  
07. Edge of a Dream  
08. Destiny  
09. Long Gone Tomorrow  
10. No Heroes, No Sinners   


Formação:

Apollo Papathanasio – Vocais 
Gus G. – Guitarras 
Petros Christo – Baixo  
Bob Katsionis - Teclados, guitarras adicionais
Jo Nunez – Bateria 

Contatos:


TesseracT - Perspective (EP)



Century Media Rec. – Imp.
Nota 9,0
Por Marcos Garcia

De alguns anos para cá, tem surgido cada vez mais bandas que buscam fazer trabalhos musicais mais e mais estranhos, como se buscando dar escopo musical ao próprio caos, sem, no entanto, ser algo desconexo e sem sentido, podendo ser algo que, mais adiante no tempo, seja lembrado como um momento de transição na história do Metal.
No meio de tantas bandas assim, um dos grupos mais interessantes é o quinteto inglês TesseracT, que mostra neste seu terceiro trabalho, o EP Perspective, que saiu via Century Media Records, o quanto não são conformistas com as sonoridades já existentes, mas dispostos a levar o chamado Progressive Metal a um novo patamar, onde o que importa às bandas é a capacidade de ser experimental e ousado, sem ficar se limitando a fórmulas já desgastadas. 
O disquinho em si é um EP com cinco faixas, sendo três acústicas, um cover e um remake de uma faixa de seu CD anterior, e verdade seja dita: a banda convence, pois em Perfection, April (que está no disco anterior, One, em sua versão elétrica) e Origin, faixas acústicas, eles fogem do formato chavão de baladas e caem em músicas densas e minimalistas, com climas progressivos complexos e intimistas bem distantes do visto nos anos 70, pois pulsam com atualidade e vida de forma contundente; já Dream Brother é um cover de Jeff Buckley, um músico ligado ao Rock Alternativo e ao Folk, que ganhou uma roupagem bem diferente, mais densa e progressiva, e Eden 2.0 é uma versão nova da faixa encontrada do disco anterior, uma música complexa e extremamente climática, com tantas variações que não deixam o ouvinte bocejar um instante que seja.
Um EP bem legal, e que merece uma conferida atenta, mas fiquem certos que o trabalho do grupo não é trivial, logo, pode assustar os mais incautos, e irá causar pesadelos crônicos nos conservadores e puristas parados no tempo.

Eden 2.0

Tracklist:

01. Perfection 
02. April 
03. Origin 
04. Dream Brother  
05. Eden 2.0  


Formação: 

Elliott Coleman – Vocais  
Acle Kahney – Guitarras  
James Monteith – Guitarras  
Amos Williams – Baixo e vocais 
Jay Postones – Bateria 

Contatos:



Suicidal Angels - Bloodbath (CD)


Noise Arts – Importado
Nota 4
Por Marcos Garcia

A onda retro-Thrash que anda em alta no Metal tem trazido alguns frutos interessantes, e outros que carecem de valor mais real, já que a originalidade e personalidade em muitos casos são deixadas de lado em prol de uma devoção ao que já foi feito, à repetição de clichês, que obviamente tem lá seu valor, mas que não deve ser feito sem dosagem meticulosa, pois cheira ou a oportunismo, ou a falta de personalidade. 
E uma das bandas que tem muito potencial, mas cai justamente neste erro grave são os gregos do Suicidal Angels, pois seu novo CD, Bloodbath, é a clara mostra de que o culto ao passado tem seu lado negativo.
Apesar dos bons músicos da banda, bem como a produção sonora extremamente bem cuidada (Feita por R.D. Liapakis, tendo Christian Schmidt como engenheiro de som e Jörg Ugen na mixagem e masterização), o que vemos no CD é apenas uma releitura de pontos comuns já abordados ad infinitum posteriormente, especialmente na segunda metade da década de 80: bem feito, tem energia de sobra e empolga os mais incautos, mas o quarteto está longe de ter personalidade própria, isso sem contar que muitas faixas são extremamente parecidas umas com as outras, porque pouco se varia nos andamentos das mesmas, não importando quantos argumentos possam ser usados em sua defesa. 
Há momentos legais como Moshing Crew, onde existe muito do velho Tankard; Face of God, onde o Exodus manda lembranças, pois a faixa é a cara do trabalho de Gary Holt e sua trupe; e Chaos (The Curse is Burning Inside), onde muito da música já se ouviu em discos por volta de 88 e 89, especialmente na escola Alemã de Thrash Metal (em especial,  o Kreator). 
A banda pode fazer bem mais que isso, tanto que tem músicas boas em seus trabalhos anteriores, mas este disco aqui mostra que precisam, e muito, sair da sombra do passado, e se reinventar, ser o Suicidal Angels, e não uma cópia de outra banda.

Bloodbath

Tracklist:


01. Bloodbath
02. Moshing Crew
03. Chaos (The Curse is Burning Inside)
04. Face of God
05. Morbid Intention to Kill
06. Summoning of the Dead
07. Legacy of Pain
08. Torment Payback
09. Skinning the Undead
10. Bleeding Cries






Formação:


Nick Melissourgos – Vocais, guitarras
Panos Spanos – Guitarras 
Angelos Kritsotakis – Baixo 
Orpheas Tzortzopoulos – Bateria




Contatos:


http://www.suicidalangels.com
http://www.facebook.com/SuicidalAngels
http://www.lastfm.com.br/music/Suicidal+Angels
http://www.reverbnation.com/suicidalangels
http://www.youtube.com/suicidalangelsgreece

Profissionalismo versus paixão – O gato de Schrödinger do Metal



Por Marcos Garcia


Quando se fala em Mecânica Quântica, a maioria das pessoas lembra logo de um gendaken (palavra alemã usada para escrever uma experiência mental, ou seja, um artifício muito usado para ilustrar problemas complexos cuja linguagem acadêmica o torna inviável aos não letrados no assunto) que já caiu no conhecimento popular: o famoso gato de Schrödinger.
O gendaken em si se baseia no seguinte: temos uma caixa fechada opaca (ou seja, não se pode ver o que está dentro), com um gato preso, um contador Geiger que está ligado a um martelo por meio de relés, e um vidro com veneno. Se o contador disparar, os relés funcionam, ativam o martelo, que quebrará o vidro e o gato morrerá. Se não, o gato continuará vivo.
O leitor logo dirá que basta abrir a caixa para saber o que está acontecendo dentro dela, mas aí ocorrerá um problema: fazendo isso, altera-se a probabilidade do gato estar vivo ou morto, ou seja, forçamos uma possibilidade, já que, na Mecânica Quântica, o observador faz parte do experimento, pois somente dele observar, ele já forçou o sistema observado a colapsar para um estado quântico.
Onde isso se liga ao Metal?
Simples: muitas críticas têm sido feitas à postura, muitas vezes apaixonada, dos críticos do estilo, com muitos clamando uma distância e imparcialidade que, em tese, poderia existir nos moldes europeus. Mas a distância vista entre eles não é uma premissa do profissionalismo, mas fator cultural do povo europeu, tanto que isso é sensível em várias situações nas vidas deles.
A crítica é válida?

Sim e não.
Realmente, é necessário saber que um disco é bom ou não independente do gosto de quem o analisa, e isso é ponto pacífico. Há bandas que possuem trabalhos sublimes dentro do que se propõem a fazer, outras não, mas isso independe do gosto pessoal de cada um, bem como existem bandas que são consagradas por certos aspectos para alguns que, para outros, não são válidos.
Um exemplo bem simples: Lulu, do Metallica, irritou alguns e satisfez a outros, mas isso se dá porque há diferenças de análise. Alguns críticos, que elogiaram o trabalho da banda (junto com Lou Reed, não nos esqueçamos disso), alegando ser uma banda corajosa e com ousadia suficiente para não se prender a padrões pré-estabelecidos; os que deram conotações negativas o fazem apoiados no que a banda já fez (nem sempre um bom parâmetro para este tipo de trabalho), bem como na falta de personalidade que o Metallica apresenta do Load para cá, já que cada disco apresenta algo estilisticamente distante do anterior, e algumas vezes, antenados com o que ocorre na cena Metal mundial. Mesmo os fãs mais apaixonados devem entender que isso é um fato.
Quem está errado nessa situação?
Nenhum dos dois lados, já que um crítico usa de seu background intelectual (que é único), e mesmo de sua opinião sobre esses aspectos em seu trabalho, de forma quase inconsciente. Ou seja, dentro disso está o Gato de Schrödinger, e se abrir a caixa, forçará um resultado a acontecer, porque uma coisa é fato: não existe imparcialidade se tratando de música, bem como de qualquer outra forma de arte.
O crítico está inserido nesse contexto, e como na Mecânica Quântica, ele não está isolado do experimento, e por mais distante que esteja, fará parte do processo, logo, ouvindo um disco, sua opinião será influenciada pelos seus sentimentos, porque a música está diretamente ligada aos sentidos humanos.
O crítico é, antes de tudo, um fã de música, e não um operário de fábrica.
Ainda é necessária uma maior compreensão de todos, bem como saber ouvir críticas, e quando as mesmas fazem sentido, assimilá-las, e melhorar nosso trabalho. Quando não, basta descartá-las sem maiores traumas.
A troca de experiências nos ajuda, e o isolamento em nossas opiniões e modelos, em geral, matará o gato na caixa...
Afinal de contas, somos todos humanos, e não senhores absolutos da verdade...

6 de jun. de 2012

Drace XII - trabalhos de produção do Debut álbum começam oficialmente


A banda paulista de J-Rock Drace XII começou oficialmente no último dia 09 de maio (quarta-feira), o processo de gravação do seu debut álbum ao lado do produtor Edu Falaschi (Age of Artemis, Still Alive, Almah).
A Drace XII, juntamente com seu produtor, encontram-se em pleno processo de produção do citado trabalho nos estúdios Norcal e TF Produções, ambos em São Paulo. O material, que ainda não possui título definido, tem previsão de lançamento para o segundo semestre de 2012 no Brasil.
Para mais informações sobre as atividades da banda Drace XII e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.

Santuarium - Concorrendo a uma vaga no Mada Festival 2012


A banda carioca Santuarium, que se encontra em pleno processo de gravação do seu debut álbum Inception, participou no último dia 15 de maio da seletiva do festival anual MADA.
O festival Mada nasceu em 1998 com objetivo de lançar novos artistas e bandas sempre trazendo atrações de porte nacional como âncoras para dar visibilidade e atrair grande público.
Já passaram pelo festival artistas como Natiruts, Marcelo D2, Planet Hemp, Pitty, Ana Cañas, O Rappa, Lobão, Pato Fu, Seu Jorge, Skank, Paralamas do Sucesso, Detonautas, Cachorro Grande, Nando Reis, Biquini Cavadão, Barão Vermelho, Sepultura, entre muitos outros.
As Seletivas Mada 2012, promovidas pelo Laboratório Pop. O voto do público no local vale quatro votos, e a votação se completa com a avaliação dos jurados, representantes de gravadoras, produtores, músicos e artistas.
A edição 2012 do Mada Festival acontecerá no segundo semestre do corrente ano, no Rio de Janeiro.
Para mais informações sobre as atividades da banda Santuarium e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.

Mork - Grupo relança seu site com design voltado para novo álbum


A banda brasiliense Mork relançou recentemente o novo layout do seu site oficial, com o tema voltado para o seu Debut álbum, intitulado Exemption
O material foi produzido pelo designer da MS Metal Press, João Duarte, que já desenvolveu trabalhos similares para bandas como Angra, Korzus, Circle II Circle, Hangar, Torture Squad, dentre outras.
Para mais informações sobre as atividades da banda Mork e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.


Aclla - Bruno Ladislau registrando novo álbum de Andre Matos


O baixista a banda Aclla, Bruno Ladislau, se encontra em São Paulo registrando o novo álbum solo do vocalista Andre Matos, sucessor de Mentalize.
O material está sendo registrado no Norcal Studios, sob a condução de Andre Matos, Brendan Duffey e Adriano Daga. A previsão de lançamento do terceiro disco do citado cantor é para o segundo semestre de 2012. 
Para mais informações sobre as atividades da banda Aclla, do baixista Bruno Ladislau e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.

Sinnsy - Guitarrista do grupo envolvido em projeto Thrash Metal


O guitarrista da banda Sinnsyk, Marcos Cupertino, confirmou recentemente sua adição na line up do grupo de Thrash Metal Hextor.
Marcos Cupertino já se encontra integrado ao grupo, na função de baixista, realizando diversos shows no estado da Bahia. “Essa é uma forma que encontrei para por em prática outras influências que tenho e que, por questões estéticas, não posso usar na Sinnsyk”, declara Marcos. “O som da Hextor é aquele ‘trashão’ clássico e me divirto bastante tocando com eles”, finaliza.
Confira através do link ao lado, um vídeo contendo a participação de Marcos Cupertino executando a música Strike Force: Hextor


Para mais informações sobre as atividades da banda Sinnsyk e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.


Hope - Disponibilizado tracklist oficial do debut álbum do grupo


A banda paulista Hope disponibilizou o tracklist oficial do seu debut álbum de inéditas, intitulado First Impressions.
O material contou com a produção de Marcell Cardoso e Chico Dehira, no Fábrica de Som Studios em São Paulo. O trabalho gráfico foi conduzido por Antônio Cesar, experiente designer que já realizou trabalhos para as bandas: Angra, Aquaria, Amanda Somerville, entre outras.

Tracklist:

01. Still There's A Hope 
02. California
03. Church of Everybody
04. My Hope
05. Oliver
06. Who's Guilty Anyway??
07. Just 4 Me And U
08. Wishing' Upon A Star
09. Need
10. Still On The Runnin’ 
11. Three Dots (...)
12. July 2K7

First Impressions será lançado no Brasil no mês de maio através da Alternative Music Records.
Para mais informações sobre as atividades da banda HOPE e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.

Acht - Projeto de Marco Tornnelly lança página no Facebook


O projeto ACHT, capitaneado pelo guitarrista paulista Marco Tornnelly, lançou recentemente sua página oficial no Facebook. Nela, os fãs poderão ter maior contato com o grupo, além de se informarem em primeira mão sobre todos os temas relacionados à carreira do citado músico.

Em paralelo, a banda ACHT já se encontra em estúdio registrando o seu primeiro single da carreira, intitulado Engel.

Para mais informações sobre as atividades da banda ACHT e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.


Vociferatus - Confirmado no Metal Pro Festival 2012


A banda carioca Vociferatus, que se encontra atualmente em processo de divulgação do seu EP Blessed By The Hands Of Flames, foi confirmada como uma das atrações da edição 2012 do Metal Pro Festival.
O evento acontecerá na cidade do Rio de Janeiro no dia 08 de junho (sexta-feira), em pleno Planet Music Rock Bar, e contará com as participações das bandas: Ágona, Priest of Death, Left Hand e Severe Disgrace.


Blessed by the Hands of Flames


Serviço:

Vociferatus – Metal Pro Festival

Data: 08 de junho (sexta-feira)
Local: Planet Music Rock Bar
Endereço:Av. Ernani Cardoso, 66, Cascadura
Horário: 21h00
Cidade: Rio de Janeiro/RJ
Ingressos: R$10,00 
Informações: metal.pro.rj@gmail.com

Para mais informações sobre as atividades da banda VOCIFERATUS e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.


Fonte: http://www.msmetalpress.com  

Psychotic Eyes – Metal Cabeça para todos os gostos (entrevista)




Por Marcos Garcia


A banda Psychotic Eyes já está na estrada desde 1999, e somente agora, depois de seu segundo CD, I Only Smile Behind the Mask, o trio tem ganho mais exposição na mídia e mais reconhecimento dos fãs da cena Death Metal, justamente porque o trio aposta em composições com estruturas harmônicas não convencionais, bem como letras bem feitas que levam o fã a reflexão.




Aproveitando o bom momento, fomos bater um papo com Dimitri Brandi, vocalista/guitarrista da banda, e saber um pouco mais do passado, presente e futuro da banda.

Metal Samsara – Primeiramente, gostaríamos que pudesse contar aos fãs um pouco da história da banda, já que uma boa parcela dos fãs ainda não conhece a batalha de vocês.

Dimitri Brandi - É verdade, somos “total underground”, ninguém nos conhece (risos)! Isso mostra a dificuldade de divulgação do Metal no Brasil, pois estamos na cena há mais de dez anos! Formamos a banda em 1999. Vi um anúncio no site da Rock Brigade, uma banda com influências de Death, Kreator e Slayer procurava guitarrista e vocalista. Eu tocava guitarra e estava iniciando nos vocais e adorava as três bandas. Respondendo ao anúncio conheci o Alexandre (Tamarossi, baterista) e estamos juntos até hoje. Vários outros músicos já passaram pela banda, outros guitarristas e baixistas. Hoje estamos com a melhor formação da história do Psychotic Eyes, em formato power-trio, com o Douglas Gatuso tocando baixo. Não me canso de elogiar e de me impressionar com a performance dele ao vivo, tocando as linhas do disco novo. Nesse tempo lançamos duas demos e dois álbuns. O primeiro, auto intitulado, saiu em CD independente em 2007. O segundo é o I Only Smile Behind the Mask, por enquanto só disponível para download, lançado em 2011.

Metal Samsara – Falando do passado, você pode ver que houve alguma evolução na musicalidade da banda desde o início, passando pelo primeiro CD (Psychotic Eyes) até chegar no I Only Smile Behind the Mask? Poderíamos assumir que as mudanças de formação chegaram a ser um motivo dessa evolução? E quais seriam as diferenças mais marcantes entre os dois trabalhos?

Dimitri - As mudanças de formação foram importantes, mas não foram determinantes dessa mudança de sonoridade. O principal é que eu e o Alexandre crescemos muito como músicos nestes anos todos. Nunca paramos de estudar música nem deixamos de buscar novas sonoridades e influências. Não somos como a maioria dos músicos, que uma certa hora para de buscar novos sons e fica ouvindo sempre as mesmas coisas que o influenciaram. Nós gostamos de descobrir bandas novas, adoro acompanhar os lançamentos e aproveitar novas sonoridades. Com isso acabamos acrescentando muitos elementos diferentes ao som do Psychotic Eyes. A diferença principal entre os dois álbuns é a sonoridade voltada para uma guitarra só, e o acréscimo de, digamos, alguns elementos musicais bem esquisitos para uma banda de Death Metal.

Metal Samsara – A sonoridade da banda foge do convencional do estilo, sendo mais variada e contendo toques de Jazz e mesmo de MPB aqui e ali. Isso é intencional ou vem do background musical de vocês? Ainda há muito preconceito em relação ao uso de estilos musicais de fora dentro dos subestilos de Metal, logo, isso não seria um motivo para muitos fãs torcerem o nariz ao seu trabalho?

Dimitri - Essa mistura de estilos é intencional sim, mas não haveria como fugir disso, pois essas sonoridades estão nas nossas influências. Todos do Psychotic Eyes somos muito fãs de Rock Progressivo, principalmente do Rush e do Yes, que são uma referência constante no nosso trabalho de composição, junto com o Death, Iron Maiden, Rage, Van Halen, Slayer, Kreator, Exodus e outras bandas de Thrash Metal. No último álbum deixamos as influências de Progressivo e Hard Rock aparecerem mais, e fizemos questão de acrescentar elementos de música brasileira. Há preconceito, mas o fã de Metal em geral tem cabeça aberta, pois sabe como é sentir preconceito, já que a sociedade torce o nariz para o Metal. Acho que a resistência maior vem quando uma banda deforma o próprio som só para parecer brasileiro. Isso soa muito falso, e não foi isso que fizemos. Não usamos berimbau nem lata de água. O que fizemos foi estudar elementos da música brasileira, como acordes com dissonâncias e ritmos brasileiros e acrescentar isso no nosso som, sempre num contexto de Metal extremo. O Alexandre pode tocar um fraseado de ritmo brasileiro na caixa enquanto faz um blasting beat ou uma levada rápida com bumbo duplo. Continua sendo Metal extremo mas soa diferente.

Metal SamsaraI Only Smile Behind the Mask teve a mixagem e masterização feitas por Jean François Dagenais (nota: guitarrista do Kataklysm). Como foi trabalhar com ele? O resultado foi satisfatório em termos de produção? Ele chegou a interferir em algo no tocante às músicas?

Dimitri - Foi uma experiência fantástica! Desde a primeira vez que ouvi uma produção dele, do álbum Epic do Kataklysm, eu imaginava como soaria o Psychotic Eyes com aquela sonoridade, pesada e extrema, mas sempre límpida, em que você ouve todos os instrumentos. Quando começamos a preparar o material do I Only Smile Behind the Mask, entrei em contato com ele, que pediu para eu enviar nosso primeiro CD. Ele gostou e se interessou em trabalhar conosco. O curioso é que foi feito tudo à distância. Ele me mandou instruções de como fazer a gravação. Gravamos a bateria no estúdio HBC, em Guarulhos/SP. Gravei as guitarras e vocais na minha casa em Campinas/SP, e o baixo foi registrado pelo Rodrigo Nunes no Drowned Estúdios, do Marcos Amorim da banda Drowned, lá em Belo Horizonte/MG. Depois disso enviei os arquivos pro Dagenais fazer a mixagem e masterização no estúdio dele em Montreal, no Canadá. Foi um disco gravado em três cidades do Brasil e mixado no Canadá, mais internacional impossível (risos)! Ele não interferiu nas músicas nem nos arranjos, mas muitos detalhes da mixagem mudaram nossa forma de pensar as músicas. A sonoridade que ele conseguiu ficou fantástica e nos orgulha muito, eu adoro ouvir o disco e fico até emocionado com o som da minha guitarra depois da timbragem que o Dagenais conseguiu.






Metal Samsara – Fora uma musicalidade não convencional, o CD brinda o ouvinte com conceitos bem diferentes dos chavões vistos no Death Metal, inclusive pelo próprio título. Fale um pouco sobre elas e sobre como elas foram surgindo.

Dimitri - Quando comecei a ouvir Metal, eu não dava a menor bola para as letras. Acho que é normal, em relação aos fãs de Heavy Metal em geral, encarar o vocal como mais um instrumento. Tem também a dificuldade, ou barreira, que é o idioma inglês. A maioria do público não é fluente em língua estrangeira, então ouvir bandas cantando em outros idiomas sempre é uma dificuldade. Sabe quando sua mãe diz "a música é legal, mas eu não entendo nada do que ele fala?". No nosso país, então, a música é muito conectada à letra, pois a MPB sempre foi bem alimentada por bons poetas, como Vinicius de Moraes, Noel Rosa e Chico Buarque. Somos um povo que valoriza as palavras na música. Só muito mais tarde, quando meu estudo de inglês evoluiu, é que fui prestar atenção nas letras das minhas músicas favoritas. E foi uma grata surpresa, encontrar verdadeiras obras de arte da poesia transformadas em letra de Heavy Metal. No Metal existem alguns gênios na arte de escrever letras, como Geoff Tate (Queensryche), David Mustaine (Megadeth), Blaze Bailey e Warrell Dane (Nevermore). Outros letristas que estão entre as minhas influências são Neal Peart (Rush), Jon Anderson (Yes) e o Paul McCartney. Quando sentei para escrever as letras desse disco, eu queria que elas tocassem e sensibilizassem quem as lesse. No primeiro álbum colocamos as letras traduzidas, mas ninguém comentou muito. Elogiavam a iniciativa mas não houve quem comentasse o conteúdo das letras. Acho que é porque não fugimos do padrão, falamos de guerra, filmes, invasões alienígenas, tragédias, crimes, coisas típicas do Death Metal. Então eu sabia que seriam poucos os fãs do Psychotic Eyes que iriam atrás das letras, mas eu queria fazer esse trabalho por mim mesmo. Acho que foi por causa disso que me abri tanto no disco, escrevendo sobre amor, separação, sobre a morte do meu pai, sobre os sentimentos de culpa, etc.

Metal Samsara – O disco foi disponibilizado para download, e nem mesmo chegou a ter cópias físicas, certo? Fora a economia, isso seria uma estratégia não só para alcançar um público maior, bem como para atingir fãs de fora do Brasil? 

Dimitri - O nosso primeiro álbum foi prensado e lançado de maneira independente. Mas não conseguimos atingir um grande público, pois a distribuição é muito difícil. As lojas não compram o seu disco, então temos que vender o CD pelo correio, o que encarece e dificulta, pois o fã não vê o CD na loja. Além disso, a venda de CDs de bandas brasileiras, hoje, é quase inexistente. Infelizmente o fã de Metal no Brasil não compra discos de bandas brasileiras. Por isso, optamos por lançar o disco como download, gratuito ou pago. Além da facilidade de divulgação, pois assim conseguimos divulgar nossa música no mundo inteiro com facilidade, fica a opção para o fã pagar ou não pela música. O lado financeiro nem é tão importante assim, pois somos uma banda independente, nunca tivemos lucro com o Psychotic Eyes, até porque é impossível viver de Metal no Brasil hoje. Estamos muito felizes com a opção, pois I Only Smile Behind the Mask tem sido muito baixado, o que mostra que está atingindo mais gente do que se fosse um CD físico. Isso é o mais importante, eu quero que nossa música se espalhe e seja ouvida pelo maior número de pessoas possível.






Metal Samsara – As críticas na mídia especializada em Metal foram bastante diversas, com alguns críticos baixando o porrete, e outros exaltando a banda. Como vocês encaram isso? 

Dimitri - Natural, não dá para agradar a todos. Mas mesmo os críticos que não gostaram do disco deram notas altas, o que achei curioso, e destacaram elementos positivos. Levo numa boa as críticas negativas, até porque sempre temos muito a aprender com elas. E, convenhamos, Death Metal extremo com elementos de Rock Progressivo, Hard Rock, Jazz e música brasileira não é um som fácil de ouvir. Não tínhamos ilusão de que iriámos agradar a todos. Mas a maioria das críticas tem sido extremamente positivas, e isso nos deixa muito felizes e gratificados. O público também tem reagido muito bem, chegam vários elogios pelas redes sociais. Estamos muito orgulhosos do álbum e da repercussão que ele tem gerado. Para você ter uma ideia, nunca imaginei sequer ser indicado entre os melhores guitarristas do Brasil na votação da Roadie Crew! Fiquei de cara quando vi meu nome lá (risos), ao lado de nomes tradicionais do instrumento, professores de guitarra sempre lembrados pela técnica. Esse tipo de surpresa não tem preço! Só lamento que o Alexandre não tenha aparecido na votação, também. Ele é o melhor baterista que eu conheço!






Metal Samsara – Falando um pouco do futuro, já há planos para o sucessor do CD? Algo pronto em termos de composição ou letras?

Dimitri - Já estamos pensando nisso. Não temos nenhuma música pronta nem letras escritas. Mas as ideias estão surgindo e, adianto, queremos fazer um disco melhor que I Only Smile Behind the Mask. Falam do drama que é uma banda lançar o segundo disco, pois ela tem a vida toda para preparar o primeiro. Mas eu acho responsabilidade mesmo é o terceiro disco, pois é nesse trabalho que a banda tem que mostrar se é realmente diferente e tem personalidade. Penso no Master of Puppets ou no The Number of the Beast, e isso me dá ideia da responsabilidade que é lançar o terceiro álbum. Quanto às letras, pretendo manter a linha que usamos no I Only Smile Behind the Mask, tratando de temas humanos mais profundos, tentando fugir dos clichês habituais do Metal, como guerras, histórias de terror e matanças. Talvez façamos algo inspirado no filme Man from Earth, que foi uma obra indicada pelo Douglas, mas que virou minha cabeça. O filme traz uma discussão muito interessante sobre os limites da vida humana, está bem relacionado com o que abordamos na The Humachine, faixa inspirada no livro do David Gerrold O diabólico Cérebro Eletrônico, e que contou com a participação do Edgar Franco, professor universitário e artista multimídia. 

Metal Samsara – E shows? A banda anda tendo um bom número de convites para tocar? Poderia nos dizer quais são os próximos?

Dimitri - A cena de shows underground no Brasil está muito ruim. Temos feito poucos shows e há pouca coisa agendada. Felizmente, todos os eventos em que tocamos foram fantásticos, muito bem organizados, fomos muito bem recebidos pelo público e não temos do que reclamar da organização. Mas eles são uma exceção cada vez mais rara, há pouquíssimos eventos underground acontecendo. Não sei o que houve, mas o espaço para bandas que fazem as próprias músicas está desaparecendo. Não sei se é falta de público, que talvez não queira ouvir o Metal que produzimos aqui, sei lá. Mas apostaria mais na falta de visão dos produtores, que só abrem espaço para bandas covers ou preferem organizar eventos internacionais. Essas pessoas não percebem que a cena Metal da Europa e dos EUA começou com a valorização das bandas locais, e com isso foi crescendo e formando um público próprio. O Wacken não começou do tamanho que é hoje, no começo era quase uma festa de amigos com bandas da região. Depois cresceu e virou fonte de lucros. Esse negócio de só abrirem espaço para banda covers pode ser bom pro bar fazer bilheteria, mas o que as pessoas vão ouvir daqui a vinte anos? Vão ser as mesmas músicas de Classic Rock que ouvem hoje? Eu nunca parei de procurar novos sons, de querer descobrir bandas novas, gosto muito disso e adoro o metal por causa disso. Não acredito que o fã de Metal vá se contentar em ouvir as mesmas coisas da década de 1980. 

Metal Samsara – Agradecemos pela atenção, e deixamos o espaço para suas considerações finais e mensagem aos fãs.

Dimitri - Grande Marcos, eu só tenho a te agradecer o espaço e parabenizá-lo pelo excelente trabalho que você faz em prol do Metal! Seu blog é excelente e o sucesso que ele vem atingindo só confirma a minha ideia: com profissionalismo e paixão pelo que fazemos não tem como não dar certo ou não ser reconhecido. E quando digo profissionalismo quero exaltar a competência e a vontade de fazer tudo com dedicação. Pois sabemos que quem entra nessa “pela grana” fica frustrado muito rápido, pois o Metal no Brasil só sobrevive pela paixão, porque acreditamos nele. Espero que os leitores do blog se interessem pelo Psychotic Eyes, baixem nosso álbum (www.psychoticeyes.com) e, de alguma forma, se emocionem com a nossa música.






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Fotos: Eliton Tomasi (Som do Darma)

Slippery - Destaque na mídia e entrevista no Whiplash


Crédito Foto: Divulgação

O Slippery é uma das raríssimas bandas brasileiras que investem no Hard Rock característico da década de 80. Sem medo de ser tachado como datado ou saudosista, o grupo resgata a mesma sonoridade que projetou ao mundo nomes como Def Leppard, Mötley Crüe, Dokken, Bon Jovi e Ratt

First Blow, o disco de estréia da banda que acabou de ser lançado, foi produzido por Átila Ardanuy (Dr. Sin, Anjos Da Noite) e reúne 10 faixas que cobrem toda a carreira de nove anos do quinteto, além de um cover para Night Of The Demon, da banda britânica Demon.
Formado por Fabiano Drudi (vocal), Dragão (guitarra), Kiko Shred (guitarra), Érico Moraes (baixo) e Rod Rodriguez (bateria), o Slippery ficou conhecido a partir do  lançamento do EP Follow Your Dreams em 2007 e pelos shows de abertura para Jimi Jamison (Survivor), Jeff Scott Soto e L.A. Guns.  
O lançamento de First Blow vem agora para consolidar a carreira da banda e projetá-la para todos os cantos do país e do mundo.  
Toda a imprensa nacional tem sido só elogios para o disco. Em resenha para a revista Roadie Crew, o respeitado jornalista Antonio Carlos Monteiro escreveu que o disco reúne "músicas com refrãos grandiosos e vocalizações intensas". Já Henrique Inglez de Souza da revista Guitar Player destacou a dupla de guitarristas da banda ao dizer que o álbum é "surpreendente" e "repleto de riffs diretos e solos brutais". Outra avaliação de destaque foi feita na coluna Combate Rock do Jornal da Tarde escrita por Marcelo Moreira. O jornalista chega a dizer que o álbum traz "guitarras poderosas, músicas bem feitas e um astral para cima". 
O Slippery também já foi destaque através de várias resenhas publicadas por usuários do site Whiplash.net. Agora a banda foi entrevistada por Ben Ami Scopinho. Sob o título "Slippery - Hard Rock com alma, coração e energia" a entrevista está entre as matérias mais lidas do site e pode ser conferida através do link Entrevista no Whiplash (por Ben Ami Scopinho).
Entre outras novidades, no próximo dia 23 de Junho o Slippery será a principal atração do "Live To Rock Festival" que acontece em Sorocaba, interior de São Paulo.



Mais Informações:

Informações para Imprensa:
Eliton Tomasi - SOM DO DARMA
(15) 3211-1621        

Fonte: Som do Darma

Korpiklaani - Turnê pela América do Sul iniciada


Os fãs mineiros, paulistas, paranaenses e rio-grandenses já estão contando as horas para receber novamente de braços abertos os finlandeses do Korpiklaani. O grupo já deu início à sua nova turnê pela América do Sul. A apresentação de estréia aconteceu em Santiago do Chile. Os shows no país acontecem em Belo Horizonte (08/06 - Music Hall), São Paulo (09/06 - Clash Club), Curitiba (10/06 - Music Hall) e Porto Alegre (12/06 - Beco 203). Os ingressos para todas as apresentações continuam à venda. Confira mais informações sobre pontos de venda e ingressos em http://theultimatepress.blogspot.com.
Recentemente, o grupo enviou mensagem convidando o público a prestigiarem suas exibições. Confira o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=xLq8R_1Hsdo.
Neste momento, o Korpiklaani é formado por Jonne (vocal/guitarra), Cane (guitarra), Jarkko (baixo), Matson (bateria), Juho (acordeom) e Hittavainen (violino) e está em plena turnê de promoção do álbum Ukon Wacka. Confira entrevista em http://bit.ly/KPcaWa.
A banda de abertura em São Paulo e Curitiba, será a Enthring, nova sensação no cenário metal escandinavo. Petteri Eväsoja (guitarra/vocal), Tommi Suutarinen (guitarra/vocal), Henri Kotipelto (baixo) e Toni Paananen (bateria) estão promovendo o álbum The Grim Tales of the Elder. Recentemente, o quarteto concedeu entrevista exclusiva à Rock Brigade. Confira em http://bit.ly/JXij4o. Além disso, eles também enviaram recado aos brasileiros em http://www.youtube.com/watch?v=bdIgWBrdFQI&hd=1.

O Enthring é audição indispensável para os fãs de Dimmu Borgir, Ensiferum, Children Of Bodom e Equilibrium.


A turnê consiste nas seguintes datas:
06/06 - Korpiklaani - Espacio 334 - Santiago, Chile
07/06 - Korpiklaani - Salon Reducci - Buenos Aires, Argentina
07/06 - Enthring + Claustrofobia - Tribal Club - Santos, Brasil
08/06 - Korpiklaani - Music Hall - Belo Horizonte, Brasil
08/06 - Enthring - Bar Barka Madarock, Hortolândia, Brasil
09/06 - Korpiklaani + Enthring - Clash Club - São Paulo, Brasil
10/06 - Korpiklaani + Enthring + Hugin Munin - Music Hall - Curitiba, Brasil
12/06 - Korpiklaani - Beco 203 - Porto Alegre, Brasil
12/06 - Enthring - Blackmore Rock Bar, São Paulo, Brasil
13/06 - Korpiklaani - Buzz Live - Montevidéu, Uruguai

Links relacionados:
http://www.korpiklaani.com
http://www.facebook.com/korpiklaani
http://twitter.com/_korpiklaani
http://www.myspace.com/korpiklaani
http://www.youtube.com/user/korpiklaani
http://www.enthring.com/
https://www.facebook.com/Enthring
http://www.myspace.com/enthring
http://www.youtube.com/enthringband

Serviço São Paulo
CP Management & Metal Music apresentam Korpiklaani
Data: 09/06/2012
Local: Clash Club - www.clashclub.com.br
Endereço: Rua Barra Funda, 969 - Barra Funda - São Paulo
Tel: (11) 3661.1500
Abertura da Casa: 18h30min
Bandas de Abertura: Enthring
Showtime Korpiklaani: 21h (pontualmente)
Ingresso:
1° lote pista R$ 80,00 (meia entrada e promocional)
1° lote camarote: R$ 100,00
Ponto de Venda:
Bilheterias da Clash Club
Galeria do Rock: Consulado do Rock (11) 3221.7933, Die Hard 3331.3978, Paranoid 3221.5297, Mutilation Records 3222.8253, Profecias 3333.2364 - Av. São João, 439
Santo André: Metal CDs - Rua Dona Elisa Flaquer, 184 - Centro - (11) 4994.7565
Venda online: Ticket Brasil - http://www.ticketbrasil.com.br
Imprensa: (13) 9161.6267 - press@theultimatemusic.com
Patrocínio: Rock Brigade e Consulado do Rock

Cartaz São Paulo: http://bit.ly/LXfluX
Cartaz Belo Horizonte: http://bit.ly/Lgt7JQ
Cartaz Curitiba: http://bit.ly/L361Eb
Cartaz Porto Alegre: http://bit.ly/Mc0V9G

Serviço Enthring em SP
Data: 12/06, terça-feira
Horário: 21h
Local: Blackmore Rock Bar
Endereço: Alameda dos Maracatins, 1317, Moema - São Paulo/SP
Fone:             (11) 5041-9340      
Entrada: Pista R$ 20 (Homem/Mulher) / Camarote R$ 40 com o Kit – R$ 80
Cartões de Débito: Rede Shop / Visa Electron / Maestro
Cartões de Crédito: Mastercard / Visa
Reserva de mesas por e-mail: blackmore@blackmore.com.br
Estacionamento: Vallet Service na porta (R$ 15)

Próximas divulgações e suporte The Ultimate Music - Press:
07/06 - Enthring + Claustrofobia - Tribal Club - Santos/SP
08/06 - Enthring - Bar Barka Madarock - Hortolândia/SP
08/06 - Hugin Munin – Jack Music Pub - Bauru/SP
09/06 - Korpiklaani + Enthring – Clash Club - SP/SP
10/06 - Korpiklaani + Hugin Munin + Enthring – Music Hall - Curitiba/PR
12/06 - Enthring - Blackmore Rock Bar - SP/SP
15/06 - Krisiun – Music Hall – Curitiba/PR
16/06 - Confronto – Pós-Graduação – Vila Velha/ES
07/07 - NOFX + Bullet Bane – A Seringueira – SP/SP
13/07 - Shadowside – TBA
14/07 - Shadowside – Araraquara Rock Festival - Araraquara/SP
15/07 - Shadowside – Stonehenge Rock Bar - Belo Horizonte/MG
20/07 - Shadowside – Jack Music Pub - Bauru/SP
21/07 - Shadowside – TBA
21/07 - Confronto + Matanza – República Music Hall, Taubaté/SP
29/07 - At the Gates – Hangar 110 - SP/SP
01/09 - Sepultura – Suzaninho - Suzano/SP


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