Como foi anunciado em janeiro de 2017, o primeiro EP virtual da banda DUDÉ E A MÁFIA já se encontra disponível nas plataformas digitais da Tratore e Spotify. Em breve o EP estará disponível nas plataformas como Deezer, Itunes, etc.
“Esse é um divisor de águas e servirá de termômetro para a produção e lançamento do nosso primeiro CD”, disse o vocalista Dudé.
O EP contém oito faixas entre gravações de estúdio e ao vivo. Tanto a arte da capa, quanto o conteúdo sonoro desse material, tem agradado bastante os fãs do novo cenário Rock paulistano o que gerou grande expectativa para a banda com relação a 2017. Em breve, DUDÉ E A MÁFIA divulgará sua agenda de shows, para os meses de março e abril, nas redes sociais.
Atualmente formado por Dudé (vocal), Lennon Fernandes (baixo), Ed Navarrette (guitarra), Luiz Cazati (guitarra) e Sérgio Navarrette (bateria), a banda DUDÉ E A MÁFIA mergulhou de cabeça no velho e bom Hard Rock das décadas de 70 e 80, tudo temperado com uma pegada Blues na medida certa e letras em Português. A banda segue a estrada do Rock desde 2013 produzindo seu próprio material.
A banda mineira de Heavy Metal, APPLE SIN, se apresenta no “Festival da Diversidade Cultural” na cidade de Barroso/MG. O evento irá ocorrer entre os dias 15 à 19 de fevereiro e como sugere o nome com uma grande diversidade de estilos e musicalidade.
A banda APPLE SIN se apresenta no dia 17 de Fevereiro, a banda irá focar toda sua energia na divulgação do novo álbum que já está no processo final de prensagem e em breve chegará ao público.
A Diversidade deste ano faz parte de um projeto aprovado pela Lei Rouanet, do Ministério da Cultura do Governo Federal e tem o patrocínio da Copasa.
Teatro, dança e muitas outras apresentações culturais serão realizadas nos quatro dias de festa. A realização fica por conta de Valmir Vitor Grego e da Associação da Diversidade Cultural de Barroso.
A Câmara e a Prefeitura Municipal de Barroso, assim como o Corpo de Bombeiros e a Policia Militar de Minas Gerais, além do Barroso EM DIA, são apoiadores do evento.
A programação completa estará em breve na fanpage da ONG no facebook.
A banda GUEPPARDO foi anunciada como uma das atrações de abertura para o show de Porto Alegre da nova turnê mundial do lendário grupo alemão, GRAVE DIGGER. Além da GUEPPARDO, a banda Tierramystica também foi convidada para se apresentar no evento. Os shows acontecem no dia 29 de março, no teatro do CIEE (D. Pedro II, 861).
GRAVE DIGGER é considerada, ao lado de Rage e Running Wild, uma das maiores bandas de Heavy Metal surgidas na Alemanha, e uma das mais importantes do mundo. Com mais de 35 anos na estrada e 18 álbuns de estúdio lançados, essa é a décima passagem dos alemães pelo Brasil, que promovem o seu novo disco, “Healedby Metal”, lançado em janeiro de 2017.
GUEPPARDO é uma banda de Hard n’ Heavy de Porto Alegre (RS), formada em 2007. Possui no currículo shows em todo Brasil e também na Argentina, ao lado de nomes de peso, como Steve Grimmett's Grim Reaper e Blaze Bayley (Iron Maiden). Lançou em 2015, o álbum “Fronteira Final”, considerado como um dos melhores lançamentos do estilo no ano. Recentemente a banda disponibilizou em seu canal no youtube, o videoclipe oficial da música “Fúria e Paixão”. O grupo segue gravando seu novo trabalho, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2017, e prepara sua nova turnê (Animal Tour 2017) que deve passar pelos estados do sul e sudeste do país e novamente pela Argentina.
O TIERRAMYSTICA foi formado em 2008 por Fabiano Muller e Alexandre Tellini com a proposta de mesclar música latino-americana com o peso do Rock. De lá para cá a banda já recebeu convites para tocar ao lado de grandes nomes do mundo metálico como: Scorpions,Angra, Epica, Sepultura, Paul Dianno e Symphony X. Em 2016, a banda anunciou retorno aos palcos com nova formação.
GRAVE DIGGER, GUEPPARDO e TIERRAMYSTICA em Porto Alegre
Quarta-feira, dia 29 de março de 2017, às 19:30
Teatro CIEE-RS - Avenida Dom Pedro II, 861 - Bairro Higienópolis - Porto Alegre/RS
Banda já está esquentando as turbinas para o lançamento marcado para o dia 10 de março via Atração Fonográfica – foto: divulgação
A banda ALEKTO, mais nova potencia do heavy metal brasileiro, finalmente acabou com o suspense. O grupo revelou, em sua página oficial no Facebook, a capa de “The Unpleasant Reality”, tão aguardado debut álbum do grupo.
Toda arte foi idealizada pelo ilustrador romeno Costin Chioreanu, da Twilight13Media Studio. O designer é um dos mais concorridos e requisitados do mercado, com trabalhos para bandas como At The Gates, Arch Enemy, Napalm Death, Arcturus, Darkthrone, Mayhem and Ulver, entre outros.
Com pouco menos de um ano de existência, o supergrupo formado por Cauê de Marinis (baixo), Jhoka Ribeiro (bateria), Woesley Johann (guitarra) e Will (vocal) aprimorou seu estilo e suas composições, entrou em estúdio e logo gravou o debut álbum “The Unpleasant Reality”, que já tem pré-venda disponível nas principais plataformas digitais como Amazon, Apple Music, deezer, Google Music, iTunes, Napster e Spotify. O lançamento oficial está agendado para o dia 10 de março via Atração Fonográfica.
Composto por três experientes músicos do KroW, a banda traz uma proposta sonora agressiva e moderna, misturando peso, melodia e groove, o que resulta em um som único e visceral.
“The Unpleasant Reality” é um rolo compressor em alta velocidade. A ideologia deste trabalho traz uma visão abstrata da natureza humana, análise políticas e sociais juntamente com uma reflexão acerca do comportamento social perante problemas comuns que todos enfrentamos.
Viajando entre os mais diversos assuntos, as músicas abordam motivações de conflitos, escravidão moderna, preconceito e a apatia do homem perante os deveres individuais como cidadão, e como uma peça importante na sociedade assim como no mundo que o cerca.
A abordagem do comportamento humano, transcrita nas letras das músicas, fazem um convite incômodo ao ouvinte para descobrir que toda pessoa, quando colocada em situações horríveis, tende a pensar e agir igualmente, mesmo que essas decisões e ações não sejam passíveis de orgulho.
E justamente para exemplificar todo conceito de “The Unpleasant Reality”, que o ALEKTOaproveitou a oportunidade para lançar impactante videoclipe produzido para o single “Revenge”. Confira:
Vale a pena ressaltar que, apesar do surgimento do ALEKTO e do guitarrista Guilherme Miranda estar constantemente excursionando com o Entombed AD, o KroW segue firme, forte e não terá a sua história deixada de lado, principalmente após dividir palco com o Megadeth no Bloodstock Festival (UK), além de outros grandes nomes como Ratos de Porão, Possessed, Krisiun, Dimmu Borgir, Sepultura, Arch Enemy, Dying Fetus, Job For A Cowboy, Napalm Death, Gojira e, recentemente, fazer parte do line-up do Rock in Rio e Metal Land Festival.
O ALEKTO conta com o apoio da SJC Drums, PAISTE Cymbals, Borne Amplificadores, Casa dos Bateristas, Csicisticks, Ernie Ball, Trick Drums, Solid Sound e Art Show.
Produtores interessados em contratar o show do ALEKTO devem entrar em contato com a Restless Booking Agency no e-mail rafathrash@gmail.com ou pelo telefone (11) 954.359.304.
A banda brasileira PATRIA está lançando o Lyric Video para o seu segundo single “Heartless”, retirado do novo álbum “Magna Adversia” que será lançado mundialmente no dia 03 de Março em CD, LP e formato Digital via Soulseller Records. No Brasil o material será licenciado em CD Digipack através do tradicional selo Heavy Metal Rock.
Assista o Video no Youtube:
O álbum conta com o baterista norueguês Asgeir Mickelson (Ihsahn, Borknagar, Sarke, Spiral Architect), tem a co-produção, mixagem e masterização de Øystein G. Brun do Borknagar, e a participação de Fabiano Penna do Rebaelliun nas orquestrações.
O PATRIA estará fazendo shows de lançamento do novo álbum a partir do final de Março, e já tem as cidades de São Paulo (24 de Março) e Rio de Janeiro (26 de Março) confirmadas na agenda, ao lado da banda norueguesa Tsjuder.
O mundo atual nos trouxe muitos benefícios em termos de Metal. Hoje, em dia, temos maior acesso a bandas de estados ou regiões que antes nos eram quase impossíveis. Hoje, com a internet, conhecemos bandas dos pontos mais extremos do mundo, e mesmo do Brasil. E de São Luís do Maranhão, cidade que tem se mostrado cada vez mais prolífica em termos de Metal, temos o prazer de ouvir “Faceless”, primeiro EP do trio TORTURIZER.
Esses caras não brincam em serviço, e detonam um Thrash Metal bruto e pesado, algo na linha da escola germânica do estilo. Mas o grupo não é lá muito puritano, pois se percebe que elementos do Death Metal dos anos 90 são presentes e bem evidentes em sua música (especialmente nos vocais). Ou seja, o trio não é muito obediente a regras ou fórmulas de como fazer sua música. Eles fazem e pronto. E justamente por isso o trabalho deles merece aplausos, por ser um híbrido, por ter personalidade e fugir de padrões.
Gravado, mixado e masterizado pelo guitarrista Luís Baldez, percebe-se uma necessidade de manter o som mais cru e bruto possível, mas tentando buscar uma qualidade sonora que nos permita compreender o que o grupo toca. E apesar das dificuldades, eles conseguiram algo de bom nível, embora um pouco mais cru do que o necessário. A arte da capa é bem simples, toda em preto e branco, e assim, o foco da atenção do ouvinte é apenas na música deles.
O grupo mostra uma música que sangra vitalidade e energia bruta, com canções explosivas e bem arranjadas, sem que a espontaneidade de suas canções seja perdida. Riffs simples e eficientes, solos à lá Kerry King e Jeff Hanneman, baixo e bateria em uma base rítmica bem trabalhada e pesada, e vocais urrados fazem com que a música do grupo seja muito boa, embora não apresentem nada inovador.
“Bloodthirsty” é uma introdução climática, precedendo o massacre sonoro da bruta “Faceless” (que alterna momentos velozes e outros nem tanto, onde percebe-se a força de baixo e bateria), da massacrante “Human Collector” (outra em que momentos rápidos e outros mais cadenciados se alternam, apenas mostrando riffs de guitarra de primeira e um aspecto geral mais trabalhado), seguidas do peso denso de “Torture Machine” (o andamento ainda é veloz como nas anteriores, mas mesmo assim é mais diversificada, com vocais bem postados). Em “Carnivore”, a velocidade diminui um pouco, focando em arranjos mais trampados da guitarra. A velocidade do início aparece novamente em “Death Emperor”, onde baixo e bateria mais uma vez se destacam em belas passagens mais climáticas. “Death Lights” fecha o EP em uma canção com andamento um pouco mais simples, bons tempos e riffs cortantes.
Óbvio que o trio ainda pode evoluir mais. É claro que eles têm potencial para tanto. Mas “Faceless” já nos mostra que o futuro pode ser de primeira, se mantiverem a honestidade e pegada.
Tornhate
Records / Metal Hatred / Rock Animal / Pictures From Hell Distro / Impaled Records
/ Violent Records / Genocídio Records / Metal Rocl Studio Wear / Infernal Rites
Discos / Heavy Metal Rock
Cada vez mais, um “assemble” de parcerias parece ser a via
para bandas de Metal, de qualquer vertente que seja, conseguirem lançar seus
discos. E muitas vezes, tem discos que pensamos “por que diabos algum selo não
se interessou por este CD?”, de tão bom é o resultado que nos chega aos
ouvidos. E o MORTUO, uma one man band de Curitiba (PR) nos chega com seu
devastador “Old Memories of the Past”.
O trabalho de Vox Morbidus é focado no Black Metal da
segunda geração, a famosa SWOBM (Second Wave of Black Metal, sigla criada por
este autor), ou seja, a leva vinda de Noruega, Grécia e Suécia, com expoentes
como MAYHEM, BURZUM, DARKTHRONE, SATYRICON, EMPEROR, ROTTING CHRIST e tantos
outros que já conhecemos. E aqui, não é diferente, já que a música é
atmosférica, soturna, mórbida, mas ainda assim violenta e agressiva. O
diferencial está justamente na personalidade com que as músicas foram criadas,
pois Vox Morbidus faz sua música conforme deseja, não conforme regras
pré-existentes. E por isso, “Old Memories of the Past” soa, ao mesmo tempo,
diferente e saudosista da época em que o Black Metal era algo que desafiava o
ouvinte.
Todo o trabalho de produção, mixagem e masterização, bem
como a parte gráfica do disco, são do próprio Vox Morbidus. Em termos de
gravação, temos aquela junção perfeita de timbres crus, gravação agressiva e
ríspida (mas com bom nível de clareza, para que possamos compreender o que é
tocado), e peso. Sim, ele acertou em cheio, apostando em algo um pouco mais
simples do que atualmente se faz, ganhando aquele som mórbido e orgânico da
SWOBM.
E a arte gráfica, focada em tons de preto, branco e cinza,
com alguns detalhes em vermelho, ficou excelente, dando aquele clima soturno
essencial ao estilo. E isso em uma forma bem simples, sem exageros. E a
diagramação, também bem simples está ótima.
Vocais em timbres rasgados extremos, baixo e bateria com bom
trabalho e peso cavalar, riffs cortantes e alguns solos, teclados perfeitos.
Esses elementos, que cada vez ficam mais raros de serem encontrados hoje em
dia, formam uma música intensa, cheia de vida, e com personalidade. E a
dinâmica dos arranjos é perfeita.
Aconselho o leitor a não deixar de ouvir uma faixa que seja,
pois todas são jóias preciosas. Mas a violenta e climática “Obscure Ancient War”
com seu andamento variado e belos arranjos de teclados, a soturna e crua “Hunting
in the Darkness” e seus belos riffs de guitarra (foram um trabalho ótimo de
vocais e um alinhavo melódico dado pelos teclados), a opressiva e cadenciada “Road
of Evil” (que até possui alguns momentos mais velozes, mas sem quebrar o clima
denso e introspectivo, além de um trabalho muito bom de baixo e bateria), a
também lenta e azeda “Past I: The End of Hope” com alguns momentos mais
trabalhados, e a amargura da SWOBM expressada em “Old Memories of the Past” com
partes lentas se alternando com outras mais rápidas. Mas calma que ainda temos
duas pérolas: a versão para “Devil Eyes” do EVILUSIONS (primeiro nome do grupo,
quando ainda era apenas feito com partes de teclados e cordas limpas, mas aqui,
em uma versão trabalhada e cheia de melodias sinistras), e a destruição em
massa de “Raise the Dead”, canção clássica do BATHORY, com uma roupagem
própria, guitarras cortantes e mesmo teclados aumentando o clima sinistro da
versão original.
Isso é Black Metal de verdade!
Palmas para o MORTUO, e que o projeto não fique apenas nesse
lançamento.
Para aqueles que não sabem, nos anos 80, a cena de Brasília de Metal foi tão prolífica em termos de boas bandas como as de SP, RJ e MG. Nomes como VALHALLA, P.U.S., VOLKANA e tantos outros conseguiram certa expressão, com alguns deixando o Planalto Central para buscar o sucesso em São Paulo. Mas se repararem os 3 nomes acima, terão a clara idéia de como as mulheres já estavam pondo as manguinhas de fora e fazendo ótimos trabalhos no Metal nacional ainda nos anos 80 e 90. E seria injusto não citar o trabalho do FLAMMEA, também de Brasília e que se mudou para a SP. Na época, infelizmente, o grupo nunca chegou a lançar um álbum, ficando apenas em Demo Tapes. Mas para corrigir essa injustiça, eis que a Rock Brigade Records nos brinda com “A História do Flammea - Dark Brain/First Scream”.
Mas o que é esse disco, afinal de contas?
Como o nome sugere, é uma compilação das Demos “First Scream” de 1993 (faixas 1 a 6), e “Dark Brain” (faixas 9), além de um ensaio da banda de 1990 (faixas 7 e 8). O mais interessante é que o trabalho do grupo não soa datado, ainda é bem atual, forte, raçudo e pesado, com boa técnica, com claras influências de bandas como TESTAMENT, mais uma dose de Metal tradicional e mesmo de Hard Rock nas melodias (bastando observar a técnica do baixo e perceberão a clara influência de Steve Harris). E como tal, não é só um testemunho do que o grupo pode fazer, mas que elas possuem espaço no cenário, pois tem muito a dar ao Metal.
Exigir da qualidade sonora do CD é incorreto. Lembro-os mais uma vez que a banda não teve registros que não fossem Demos ou ensaios, logo, aqui encontrará uma qualidade bem suja e crua, como eram as fitas Demo da época. Mas mesmo assim, temos a clara noção do que o grupo fazia, com suas nuances e arranjos bem audíveis.
O projeto gráfico, por sua vez, é ótimo. A capa é a original de “Dark Brain” adaptada para CD, bem como a parte de trás é a de “First Scream”. O encarte trás fotos e informações de cada momento da história da banda desde o lançamento de sua primeira Demo até uma apresentação em 2010, bem como informações sobre este CD, e mostrando as mudanças de formação pelo qual o FLAMMEA passou.
E é incrível ver o poder de fogo da banda em composições como a técnica “Blinded Eyes” (as guitarras são incríveis, bem como o trabalho de vocais e backing vocals), a azeda e com andamento em meio tempo “Out of Sight”, a incitação ao moshpit de “Scream of Sadness” (belo trabalho de baixo e bateria, forte, pesado e com ótima técnica), a destruidora “Fucking Bastard” (que parece uma balada, mas é um trem descarrilhado de peso, mostrando a versatilidade da banda na época, bem como os vocais mostram bom domínio de timbres agressivos e outros mais suaves), o arregaço matador “Fear”, a versão de 1993 para a matadora “Dark Brain” (uma dose de energia absurda, mostrado), a agressividade mais crua das faixas do ensaio, “Out of Sight” e “Fuckin’ Bastard”, além da atemporal “Dark Brain”, vinda direto da Demo de 1991.
“A História do Flammea - Dark Brain/First Scream” só deixou de fora a Demo “Witches”, mas creio que este material venha em novo formato em um futuro CD, já que o grupo está de volta na estrada.
Sim, o FLAMMEA está de volta, logo, enquanto a banda não lança seu primeiro disco, aguardamos ouvindo “A História do Flammea - Dark Brain/First Scream”, que é uma excelente pedida.
O Rock no Brasil sempre teve figuras icônicas, mas poucos atingem o ponto de serem celebridades que abarcam públicos diferentes, por motivos diferentes. E verdade seja dita: nenhum é tão polêmico, amado e odiado na mesma intensidade, como João Francisco Benedan, que todos nós conhecemos como João Gordo, vocalista do quarteto RATOS DE PORÃO. E enfim, após tantos anos, chega a todos “Viva La Vida Tosca”, a autobiografia de João.
E acreditem: é uma das melhores do gênero, se comparando em termos de diversão a “Eu sou Ozzy”.
O prefácio é de Fernanda Young, escritora, atriz, roteirista e apresentadora de televisão brasileira, que confessa ter sido Punk e fã de João Gordo. É interessante neste ponto reparar em uma visão sobre João diferente do que estamos acostumados em termos de shows, TV e revistas. Ela expõe o lado da personalidade do ser humano Francisco João, que alguns (os mais aptos) percebem apenas subjetivamente.
Logo vem o prólogo, pelo próprio João, narrando momentos de sua vida como músico, e então, começamos a mergulhar na vida desse homem que está por trás do mito.
Nascido em 13/03/1964, poucos dias antes da tomada do poder executivo do Brasil pelos militares, filho de Milton, um policial, e Dona Laura, uma dona de casa e cabeleireira, vemos a história de vida de João perfazendo vários momentos da história de eventos de nosso país, até seus primeiros contatos com a música, e por fim, sua entrada nos movimentos underground de sua época. A narrativa de João é fluida, e faz revelações sobre o cenários Punk, Hardcore, Metal e mesmo sobre o Rock Brasil, sempre regados a uma enorme sinceridade e certa dose de ironia.
Através de suas palavras, ficam claros os motivos das brigas e reconciliações com vários músicos, como Rédson do CÓLERA e Chorão, e mesmo as infinitas perseguições que sofreu (e sofre) até os dias de hoje. É fácil entender suas opiniões fortes e de como as mudanças musicais e mesmo algumas de cunho profissional (como ter sido apresentador na MTV e na Record) lhe causaram problemas com pessoas de visão mais fechada, sem perspectivas de um mundo mais real e palpável. Coisas que todos vivem.
As tosqueiras do cenário musical, a doideira das gravações dos discos e das tours do RxDxP por Brasil e Europa, a relação com produtores de eventos e mesmo com Harris Johns (famoso produtor de discos com quem trabalhou o grupo em “Brasil” e ‘Anarkophobia”), muitas estórias, algumas engraçadas e outras muito tristes, constam no livro. A relação com os irmãos Cavaleira e o SEPULTURA finalmente é esclarecida, as suas internações, bem como as motivações do vocalista para embarcar em projetos na MTV e depois na TV Record, tudo esclarecido para que todos possam tirar suas próprias conclusões. E como são comoventes as partes em que o autor fala de sua relação com a esposa Viviane (que este autor teve o prazer de conhecer em um show da banda no Rio de Janeiro) e os filhos, bem como com a mãe e pai. O epílogo nos deixa com lágrimas nos olhos.
A diagramação, cheia de fotos de vários momentos da longa carreira de João, bem como recortes de jornal e mesmo posters de shows, zines e tudo mais estão no livro. Nada fica de fora, tudo está esclarecido. E isso apresentado com capa dura, um marcador com fita (como se encontra em livros mais velhos), e um martelo de papel.
João e o filho Pietro.
“Viva La Vida Tosca” é envolvente e instigante, e em momento nenhum é cansativo ao leitor. Em 3 dias, este escritor devorou o livro. É possível que outros o devorem em menos tempo, pois a vida de João Gordo pode ser tudo, menos maçante.
Amem ou odeiam, leiam, pois “Viva La Vida Tosca” é a resposta para muitas das perguntas que sempre teve sobre essa figura carismática e polêmica de nosso cenário musical. Talvez, com certas reservas, João Gordo possa a ser comparado a Ozzy Osbourne em termos de altos e baixos, de idas e vindas, de problemas e soluções, e que nos leva do riso às lágrimas na mesma intensidade.
Ah, sim: quando estiver lendo, lembre das polêmicas, pois todas são abordadas, como a célebre estória do fechamento do Circo Voador pelo prefeito da cidade do Rio de Janeiro, ou o porradeiro na entrevista com o playboy/bad boy Dado Dolabella.
Além disso uma constatação do próprio João, que tem sido bastante abordada em textos conscientizadores atuais: que enquanto Punks, Carecas e Headbangers perdem tempo o depreciando não só a ele, mas a outros artistas com regras e certa moralidade dos meios, artistas mais populares foram extremamente simpáticos e solícitos com ele.
É, João, impossível não te amar depois de saber mais sobre ti...
Hoje, João possui um programa no Youtube, "Panelaço do João Gordo", e abaixo, um dos programas, onde a convidada é Fernanda Lira, do NERVOSA, e o chef Will:
A MS METAL AGENCY BRASIL confirmou recentemente as duas primeiras bandas que farão parte do BRAZIL METAL TRIBUTE, que é o seu mais novo mega projeto confirmado para o ano de 2017, envolvendo todos os seus artistas.
A banda goiana BELLA UTOPIA foi confirmada com a clássica “Mate o Réu” do Stress, já o Ivory Gates, de São Paulo, se fará presente com “Náufrago” do Harppia.
O projeto consiste no lançamento de um álbum, nos formatos físico e digital, em homenagem aos grandes ícones do Metal brasileiro, através de releituras dos grandes clássicos de bandas como Angra, Viper, Sepultura, Andre Matos, RDP, Krisiun, Overdose, Volkana, entre outros.
O referido trabalho será lançado no segundo semestre de 2017, através da MS Metal Records, com distribuição no Brasil e Europa pela Voice Music e MS Metal Records Europa.
O processo oficial de seleção terá seu início no próximo dia 28 de janeiro. Para mais informações sobre este e outros lançamentos, basta entrar em contato com a empresa através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.
Confiram abaixo o cast atualizado da empresa, e que terá suporte em solo europeu, ainda neste ano de 2017:
Para mais informações sobre as atividades dos clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.
Não há tempo perdido quando se trata de uma das bandas de Heavy Metal mais eletrizantes do Canadá, a STRIKER. Em 2016, lançaram o seu premiado 'Stand In The Fire', quarto álbum de estúdio, e primeiro lançamento através do seu próprio selo independente Breaking Records. Começando o novo ano, estes viciados em metal já estão pronto para lançar seu quinto álbum de estúdio, auto-intitulado, programado para o dia 24 de fevereiro.
O STRIKER lançou uma campanha de pré-venda com download imediato de seu primeiro single, 'Born To Lose', no seguinte link: https://strikermetal.myshopify.com/
Nesse mesmo link, também é possível ouvir o álbum completo.
Para quem não conhece o KRATORNAS, sua música é tratada como crua, primitiva, demente, de alta octanagem, rápida. Uma combinação de Grindcore, Raw Black Metal com a força do Death Metal e riffs de Thrash Metal, inspirada em Bathory, Deicide, Sadus, Terrorizer e Vader promete “tratar os ouvintes como saco de pancadas”.
‘Devoured By Damnation’ também está disponível para venda em formato físico e digital. Saiba mais pelo link: http://www.kratornas.com
Influenciado por gigantes do thrash dos anos 80, como Exodus, Anthrax e Metallica, além de da nova geração como Killswitch Engage, a música do ENIME é "pesadamente articulada, limpa, thrashy e também melódica."
A música do ENIME é inspirada pelo mundo em torno de nós. Lançando seu álbum de estréia, 'Demon Inside', em julho de 2016, os metallers baseados em Montreal se uniram com Metal-Rules.com para a estréia de seu novo lyric video, 'Selling Fear', uma faixa sobre como o governo e os meios de comunicação usam o medo como uma tática para manter a população em geral sob controle.
Para assistir 'Selling Fear', visite o seguinte link:
Progressive experimental melodic metallers do Canadá, RED CAIN, lançaram seu EP de estreia, auto-intitulado, em novembro passado. Agora eles se uniram com a PureGrainAudio.com para disponibilizar o download gratuito de 'Guillotine', a primeira faixa do EP.
A banda voltou à cena depois de dois anos de hiato e mudança de formação, agora apresenta o guru de orquestração William Lancaster juntamente com o talentoso multiinstrumentalista Rogan McAndrews para se juntar aos membros fundadores da banda: Evgeniy Zayarny, Nikita Ryzhenkov e Samuel Royce.
A banda UNDERHATE lançou recentemente a arte da capa do seu vindouro debut álbum “Acts Of Oppression”, composta pelo guitarrista Victor Rocha.
“Acts Of Oppression”, que contou com a produção de Caio Cortonesi (Broadband Studio), será lançado pela MS Metal Records no primeiro semestre de 2017.
Em paralelo, o grupo está prestes a lançar o segundo single extraído do supracitado álbum, ainda no mês de fevereiro. Mais notícias em breve, em toda a mídia especializada nacional.
Para mais informações sobre as atividades da banda UNDERHATE e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.
A banda BLACKDOME lançou recentemente o vídeo da música “Surrogates”, que faz parte do track list do seu debut álbum “The Chaos Suite”.
O primeiro álbum da banda BLACKDOME, intitulado “The Chaos Suite”, foi lançado através da MS Metal Records, com distribuição da Voice Music para lojas especializadas e mega stores do país, além de contar com a CD Baby para sua distribuição em âmbito digital.
Para mais informações sobre as atividades da banda BLACKDOME e demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.