O single é o primeiro lançamento da banda em 2015.
NECRO é um trio alagoano de rock pesado e psicodélico em atividade desde 2009. Na bagagem, dois LPs lançados pelo selo norte-americano Hydro-Phonic Records e diversas apresentações em Alagoas, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe.
Classics Forever - Rua Carlos Gomes, 1.321 Centro (Shopping Patio Limeira) - 2° Piso
Pontos de venda em Vinhedo:
Attitude Headbangers House - Tel.: (19)-3826-1551
Descrição:
A Banda alemã Grave Digger retorna ao Brasil e desta vez passa por Limeira, a passagem visa para promover o álbum "Return Of The Reaper", lançado no ano passado. Mais um show para entrar na historia de nossa região.
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Marduk, diretamente da Suécia, um dos maiores nomes do Metal Extremo mundial retorna ao Brasil, em sua tour de divulgação do novo álbum "Frontschwein".
O programa Heavy Metal On Line, embarcou juntamente com o TORTURE SQUAD e o Bloodskin, para uma mini tour, chamada Masters of Monsters. O giro percorreu três cidades do Brasil, sendo Belo Horizonte, Brasília e Uberlândia. A convite do produtor Sólon, diretor do Liverpool Bar de Brasília, o apresentador Clinger Carlos, embarcou junto nesta viagem e captou os principais momentos dos shows e das viagens e logo elaborou este documentário mostrando tudo que rolou nas 3 datas desta importante tour.
Foram captados também depoimentos de todos os envolvidos no projeto, onde os mesmos puderam expor suas opiniões, contar histórias e comentar sobre os importantes momentos vividos na estrada.
Confira mais este projeto com o assinatura do Programa Heavy Metal On Line.
O Metal sempre foi um estilo bem diversificado. Temos de bandas que usam sonoridades mais agressivas e extremas, outras fazem algo mais soturno e introspectivo, e outras que usam de muita melodia e técnica, e outras que são indecifráveis aos mais leigos. E essa diversidade é ótima para todos os fãs, já que não necessitamos escolher entre subdivisões. Tudo é Metal, no final das contas. E fazendo um trabalho ótimo no lado mais melodioso temos o excelente quinteto paulista EYES OF GAIA, de Itatiba (SP), que chega com seu primeiro álbum, o excelente “The Power of Existence”.
A banda toca o que poderíamos rotular como Heavy/Power Metal moderno, ou seja, tem técnica apurada em cada instrumento sem ser algo exagerado, uma pegada pesada e melodiosa, com ótimos refrões ganchudos, e a música do grupo soa cheia de personalidade. Existem alguns momentos mais extremos, como ouvimos em “Hidden from the Light”. Excelentes vocais, que sabem usar bem amplo espectro de tons quando a canção assim exige, um trabalho primoroso de guitarras (seja nos riffs ou nos solos, as seis cordas são em um nível absurdo de criatividade e peso), baixo e bateria pesados sempre, mas com bastante mudanças rítmicas que se encaixam perfeitamente no trabalho do grupo como um todo. E o mais importante: a banda soa coesa durante todo o disco, mas ao mesmo tempo, temos uma música pesada, de qualidade e envolvente. Se alguém se queixar, o defeito está no ouvido do queixoso, não na música.
A produção é de alto nível, clara ao ponto que cada acorde mínimo e detalhe estar exposto. Mas não se iludam: o peso do disco é enorme. Mas quando os irmãos Edu Falaschi (sim, ele mesmo, o vocalista do ALMAH) e Tito (do ZALTANA) colocam as mãos na produção, o resultado sempre é ótimo. E o trabalho gráfico como um todo é ótimo, com uma mensagem subjetiva ótima, em um trabalho concebido pelo batera Betto Cardoso e executado por G.S.
Eyes of Gaia
A riqueza musical do quinteto transcende simples palavras. O nível de arranjos bem feitos, de composição, tudo é em níveis bem elevados, mas sempre soando espontâneo. Cada detalhe está onde tem que estar, não poderia ser retirado e nada mais pod ser acrescentado. As músicas são excelentes, simples assim. E ponha ainda as participações especiais de teclados tocados por Edu Falaschi e pelo guitarrista Bruno Tourino, mais Vitor Rodrigues dando uma canja nos vocais em “Until the Days Go Blind”. É demais para o coração...
Abrindo com a intro “Nightmare’s Beginning”, que precede “Heart Never Lies”, uma canção pesada e com boa diversidade de andamentos, mais vocais perfeitos e ótimo refrão. Uma bateria nervosa dá a partida na azeda “Until the Days Go Blind”, outra música focada no peso, com bela diversidade de vocais (o contraste entre vocais rasgados e normais é perfeito), mais o baixo aparecendo bastante. Em “Hidden from the Light”, onde o andamento é em tempo médio, temos uma faixa instigante, ganchuda e mais agressiva, mais um refrão e backing vocals perfeitos, fora solos de guitarras muito bem postados. Ganchuda, perfeita e grandiosa é “Rage of the Storm”, uma faixa levemente mais acessível, mas ainda assim esbanjando peso, e a presença de teclados e acordes limpos de guitarra dão um toque diferenciado à canção. Uma típica semi-balada elegante é o que temos em “Wake Up Call”, vibrante e com duetos perfeitos das seis cordas, fora vocalizações privilegiadas. O ataque volta em “Darker Wings”, onde melodia e peso modernos se aliam para criar uma faixa bem dinâmica, com destaque para baixo e bateria, que aparecem bastante e são o diferencial. “Full Power” nem necessita de muito mais que o título para falar por si, pois é exatamente isso: a toda potência, envolvente com vocais perfeitos. E tome peso e agressividade em “Running Out the Time”, com um refrão ótimo. Em “Stand Up Again”, existem referências musicais que remetem a IRON MAIDEN e HELLOWEEN bem evidentes (ou seja, peso e energia, mas com requinte e melodias), com um clima moderno e alguns minimalismos musicais preciosos.
“The Power of Existence” já nasceu grande, se torna um dos grandes discos do ano, e mostra que o EYES OF GAIA não é uma promessa, mas concretamente um dos nomes mais promissores do Metal nacional em 2015.
O Norte do Brasil é uma das áreas que, volta e meia, vemos notícias de grandes escândalos políticos e problemas sociais absurdos. E somos levados a crer que nos estados que compõem a Região Norte carecem em muitos aspectos. Mas é preciso saber que, apesar de todas essas dificuldades e outras relacionadas à cena underground, vemos nomes bons surgindo por aquelas bandas. E um nome que anda se destacando bastante é o do quinteto ANTCORPUS, de Parauapebas (PA), que após muitos anos de luta, um Demo CD em 2010 (“Chuva Ácida”), chega com seu primeiro disco, “Na Terra do Metal”.
Fruto de uma vontade de ferro, o CD é uma aula de Thrash Metal old school, mas sem ser um “Dolly Clone” de bandas que já existiram. Neste disco, vemos a força da influência da escola germânica do Thrash Metal mais alguma coisa do SLAYER e do DARK ANGEL em seus trabalhos mais seminais, mas não se enganem: o grupo tem personalidade sob a pancadaria composta de vocais agudos e rasgados (uma clara referência a Don Dotty), um trabalho muito bom da dupla de guitarras nos riffs e solos, baixo e bateria firmes na base rítmica. Óbvio que soa um pouco datado (estamos falando de uma banda cujo trabalho é uma referência aos anos 80, logo, isso chega a ser um pouco óbvio), mas não carece de personalidade.
Antcorpus
A produção sonora é bem seca, chegando a soar um pouco oca. Mas não tenham idéias precipitadas: é nessa forma que o trabalho do grupo ganha identidade. E não temos alguns defeitos que muitas bandas que buscam a sonoridade dos anos 80 possuem, que é a repulsa ao uso de tecnologias modernas na gravação. E soa pesado e coeso, mas limpo. A sonoridade pode melhorar um pouco no futuro, mas não chega a ser ruim aqui. E a arte, um trabalho legal que referencia a veia Thrasher da Velha Guarda que a banda possui.
Embora a banda busque algo próximo ao que é feito nos anos 80, ao ouvir o CD, percebe-se que eles não possuem a pretensão de fazer o relógio voltar no tempo. Não, eles apenas querem fazer a música que gostam e do jeito deles, ponto final. E a banda se mostra sábia nos arranjos, de forma que as músicas não cansam nossos ouvidos.
O disco, em termos de músicas, é bem homogêneo. Mas seria uma injustiça não destacar músicas como “Artérias Podres” (com boa dinâmica de andamentos e ótimo trabalho das guitarras nos riffs), a feroz “Na Terra do Metal” (baixo e bateria mostrando serviço com andamento não tão veloz, além de bons backing vocals), “Desordem e Regresso” e “Demência”.
Óbvio que a banda ainda pode fazer melhor do que isso, fica bem claro aos nossos ouvidos. Talvez uma produção um pouco melhor os ajude, mas saibam: “Na Terra do Metal” é um bom disco sim, e mostra que o ANTCORPUS é uma boa promessa.
Poucas pessoas conseguem se conscientizar de um dos maiores problemas que bandas mais antigas, com longas carreiras, enfrenta: o dinamismo que as coisas acontecem dentro do Metal em espaços de tempo curtos, ou algumas vezes, mais longos. É óbvio que a renovação do público sempre acarreta na chegada de jovens com a mentalidade voltada para o que é mais atual. E soar sempre jovem, com a energia e a vibração de bandas que ainda possuem muito que conquistar é desafio suficiente para qualquer banda mais vivida. Mas alguns veteranos são sempre capazes de nos surpreender positivamente. E nesse grupo, podemos incluir, com toda a certeza, o excelente quinteto MOONSPELL, nossos queridos patrícios de além mar, e que mesmo depois de 25 anos de carreira, nos surpreende com seu 11º trabalho, “Extinct”.
Quem conhece a banda, sabe que o quinteto nunca foi de ficar muito acomodado em uma única forma de fazer música. E como todo veterano, teve seus altos e baixos, mas sempre em busca de inovações, de transcender os limites, de expandir a capacidade de sua música. Mas a banda mostra no novo trabalho quase que uma mistura de tudo que já fizeram em sua carreira de forma bem homogênea, mas sempre nos surpreendendo no universo musical amplo em que se situam. As influências de Gothic Rock, os toques de Metal extremo, o refinamento e a beleza quase poética de sua música mostram uma alquimia envolvente e maravilhosa, e de um bom gosto que anda meio em falta no Metal hoje em dia. Os vocais de Fernando Ribeiro continuam nos brindando com várias formas de expressão, indo do gutural ao rasgado sem problemas, e usando muito de sua bela voz normal grave (chega a ser quase que um poeta ao cantar, verdade seja dita); a dupla de seis cordas de Paulo Paixão e Ricardo Amorim continua entrosada e afiada tanto nos ótimos riffs (a diversidade musical que eles conseguem é algo absurdo) e solos melodiosos e bem feitos, sem contar que eles ainda cuidam de todas as partes de teclados (que estão ótimas na aclimatação das músicas e efeitos eletrônicos em momentos providenciais); a cozinha rítmica de Aires Pereira e Miguel Gaspar é coesa, pesada e com boa dose de técnica. E apesar de excelentes músicos, a banda não destoa, soa como uma unidade sólida por todo o disco.
Moonspell
A produção sonora é excelente, com todos os instrumentos soando claros e definidos, com timbres perfeitamente escolhidos, mas tudo muito pesado e sem destoar a climática soturna que o grupo possui. Mais um belo trabalho de Jens Brogen. A capa é bem sinistra, mais um belíssimo trabalho de Seth Siro Anton.
Musicalmente, podemos aferir que “Extinct” é o disco mais maduro e bem acabado do MOONSPELL, que após o “approach” mais agressivo que ouvimos em “Night Eternal” e “Alpha Noir”, voltam a deixar o lado mais sofisticado e acessível aparecer mais uma vez, mas sem que esse lado mais ríspido de sua música seja perdido. Peso, agressividade, acessibilidade e uma atmosfera soturna são elementos que a banda sempre soube usar, mas o nível de maturidade no saber arranjar as canções alcançou um patamar muito elevado. Algo que poucas bandas, mesmo entre os gigantes, está muito difícil de encontrar.
“Breath (Until We Are No More)” é uma surpresa maravilhosa, começando mais soturna e com leve toque Gothic Rock, mas a música é bem variada e cheia de momentos mais agressivos, onde a versatilidade de Fernando nos vocais se destaca. Com uma pegada envolvente, pesada e elegante, temos “Extinct”, onde as guitarras aplicam uma surra de excelentes riffs e ótimos solos no ouvinte, fora as orquestrações estarem perfeitas. Em seguida, temos uma trinca de músicas mais acessíveis: “Medusalem”, uma faixa com leve clima acessível, devido ao toque Gothic Rock, uma influência bem evidente da fase “Irreligious” no meio de uma música com peso e força; “Domina”, que é mais introspectiva e com belos arranjos de guitarras limpas, onde o lado mais requintado do MOONSPELL aparece claramente; e “The Last of Us”, primeira faixa de divulgação do álbum, com boa dose de peso, sendo uma faixa feita na medida para atingir um público mais amplo (mas lembrem-se: essa é uma característica bem antiga do grupo). “Malignia” é uma canção bem pesada e azeda, lembrando bastante a época do “Wolfheart”, mas o requinte dos anos e as influências que acumularam acrescentam elementos introspectivos ótimos, mais uma aula de interpretação de Fernando, que vai do soturno ao agressivo sem pudores. Aires e Miguel fazem um trabalho e tanto em “Funeral Bloom”, outra faixa em que o grupo se equilibra entre peso, elementos musicais góticos e uma elegância excelente, e nem mesmo os toques mais ríspidos, mesmo elementos que encontramos em “A Dying Breed”, onde as orquestrações estão sublimes. Novamente o lado mais Goth da banda fica evidente em “The Future is Dark”, uma faixa bem depressiva e elegante que poderia figurar em “Sin/Pecado” sem medo, embora tenha mais peso do que ouvimos no referido álbum. E fechando, “La Baphomette” é uma faixa que funciona mais como um encerramento, por ter a duração mais curta que a média do CD. Mas quem se aventurar, a versão deluxe tem quatro faixas a mais, “Until We Are No More” (uma versão diferente e mais eletrônica para “Breathe”), “Doomina” (que é uma versão ainda mais acessível de “Domina”, com ênfase completa no lado acústico da canção, que ficou ainda mais bela que a original), “The Last of Them” (um versão um pouquinho diferente de “The Last of Us”), e “The Past is Dark” (obviamente, outra versão para “The Future is Dark”).
Capa da Versão Deluxe
A verdade é: com erros e acertos, o MOONSPELL construiu uma carreira sólida e cheia de clássicos, e “Extinct” é a soma disso tudo, só que melhor. É a prova que os Lobos da Lusitânia ainda são ferozes o suficiente para assustar e surpreender muitos.
Candidato ao posto de melhor de 2015, e um aquecimento para o show da banda no Rock in Rio deste ano, onde eles se apresentarão no dia 25 de Setembro.
O SYREN tem um compromisso com o primeiro vocalista do IRON MAIDEN, Paul Di’anno. A banda fará, não só a abertura para o vocalista, mas também fará o pré-lançamento de seu segundo álbum, ‘Motordevil’.
A apresentação acontece na cidade de Nova Friburgo, Rio de Janeiro, na próxima quinta-feira, dia 2 de abril. Mais informações e como comprar ingressos pelo link: https://www.facebook.com/jking.king.1
Esta não é a primeira vez que o SYREN se encontra com um ex-membro da Donzela de Ferro, em 2014, a banda já havia divido o palco com Blaze Bayley.
‘Motordevil’ está previsto para a segunda semana de abril via Shinigami Records. O disco foi gravado por Bruno Coe, Guilherme de Siervi e Julio Martins. A mixagem e masterização ficaram nas mãos de Bruno Coe. A arte da capa foi feita pelo artista Antonio Cesar da Not A Pipe Studio.
A pré-venda de ‘Motordevil’ continua. Comprando antecipadamente, você recebe o disco antes e ainda ganha desconto:
X-Empire: guitarrista comenta sobre andamento do novo álbum
O X-EMPIRE segue forte na gravação do álbum sucessor de ‘End Of Times’ e nos apresenta um pouco mais de detalhes sobre o disco.
Desta vez quem nos conta como foi e como está sendo o processo é o guitarrista Rogerio Oliveira, que também é um dos produtores do vindouro álbum:
“Finalmente começamos as gravações do CD full do X-Empire, após conversarmos a respeito do direcionamento das músicas chegamos à conclusão que faríamos algo mais direto sem muitas firulas e pesado. Assim decidido, começamos a trocar alguns arquivos até chegar nas onze músicas eleitas para a gravação, inclusive vamos usar uma guitarra de 7 cordas em três musicas para dar um outro ar para as composições da banda.
Começamos as gravações no final do ano passado, o Raphael veio até o Flight Estúdio para captação das bateras, fizemos em dois dias e a concepção de batera que usamos foi bem interessante, pois onde muita gente esperaria bumbo duplo o Raphael optou por um groove bem diferente, uma sacada muito legal.
Após isso comecei as guitarras, estão todas gravadas já, mas ainda sem o timbre definido, pois vamos fazer alguns testes com o Fractal do M&H e alguns amplis e impulses q tenho no estúdio, no momento estamos na parte de algumas edições e já preparando para a gravação de baixo do Felipe Gabriel que seguirá o mesmo processo, gravando aqui no Flight para depois decidirmos o timbre final com os reamps. E por último a voz do Michel q será captada no M&H pra começarmos a mix.”
Innvein: banda argentina como revelação internacional pelo Hell Divine
O INNVEIN, da Argentina, foi eleita como banda revelação internacional pela revista Hell Divine, confira: http://goo.gl/6O8Ada.
Em 2013 a banda lançou o álbum “Timeless”, mostrando uma banda de Progressivo calcada em guitarras pesadas, técnica, vocais alternados e doses de música sinfônica. O álbum recebeu excelentes resenhas no Brasil, como “surpreendente revelação. Guarde este nome!” (Roadie Crew), “de cair o queixo” (Whiplash), “Surpreendente” (Arte Metal), entre outras. Todas as resenhas podem ser conferidas aqui: www.metalmedia.com.br/innvein.
NoWrong: Confirmado ao lado de banda alemã em São Paulo
O NOWRONG será uma das bandas que aquecerão o público para a apresentação da banda alemã A Traitor Like Judas.
O evento acontece neste sábado, dia 28 de março no tradicional Mineiro Rock Bar, na casa da banda, Osasco/SP. Além do NOWRONG, completam o lineup do evento as bandas Paura, Stoneria, 3m=C e os parceiros de longa data do Nuestro Odio que estarão lançado seu novo álbum.
O grupo segue na divulgação do álbum “Prognostic Of A Great Disaster”, que foi eleito um dos melhores álbuns de 2014 pelo site chileno Headbangers Latinoamerica (http://goo.gl/10IViu) e também foi citado entre os melhores nacionais do ano pelo renomado redator Junior Frascá para o site Whiplash (http://bit.ly/1B5HfKd).
Lançado no Brasil pela Shinigami Records, ‘Prognostic Of A Great Disaster’ foi gravado no Lau Estúdio (ConspiraçãoRecords) em Osasco/SP. A produção ficou por conta da banda e de Lau Andrade. A capa foi criada pelo artista Jean Michel da Designations Artwork.
Aos interessados, ‘Prognostic Of A Great Disaster’ já está a venda diretamente com a banda ou na Loja Virtual da Shinigami pelo link: http://goo.gl/P4aeIX
Depois de declarar em letras garrafais que o Imperador está de volta ao front, o HAMMURABI disponibiliza o single “The Emperor Returns to the Front” alguns dias após o lançamento oficial do vídeo.
Além de “The Emperor Returns to the Front”, o HAMMURABI traz ainda dois bônus para os fãs, “Blessed by Hate”, single de 2009, uma ótima prévia do que viria a ser o álbum “The Extinction Root” e ainda o bootleg ao vivo, “Burning in Cuiabá” com músicas extraídas do show realizado em 2011 na capital do Mato Grosso durante a tour brasileira “The Extinction of Nation Tour” que teve mais de 40 shows por todo o país.
Todos os discos podem ser ouvidos via Spotify, Deezer, iTunes, Google Play, entre outros.
O novo single foi gravado e produzido pelo HAMMURABI no Mr. Som Studio, supervisionado e masterizado por Marcello Pompeu e Heros Trench. A arte da capa ficou por conta do artista Hugo Silva da Abacrombie Ink (Project 46, Feartone, Miasthenia) em parceria com o vocalista, e também designer, Daniel Lugondi.
Já o videoclipe de “The Emperor Returns To The Front ficou a cargo de Willians de Abreu da Lab Brain Filmes (http://williansdeabreu.com).
Lembrando que tanto na música, quanto no clipe há a participação mais que especial do lendário baixista do Korzus, Dick Siebert.
A banda mineira de death metal CADAVERIZER confirma oficialmente uma sequência de shows que envolverá os estados de Minas Gerais e São Paulo. A agenda de shows passará pelas cidades mineiras de Lavras, Passos, Monte Santo de Minas, Poços de Caldas e a cidade paulista de Franca.
Confira a programação de shows da banda CADAVERIZER:
28/03 - Bambazzo Festival - Teatro Municipal - Lavras (MG)
11/04 - Vitrine do Rock - Fazenda Sagrada Família - Passos (MG)
02/05 - Arena Fest - Monte Santo de Minas (MG)
09/05 - Califórnia Bar - Poços de Caldas (MG)
20/06 - Franca Metal Fest - Espaço Lagoa - Franca (SP)
A cena cultural nas noites de São Paulo como sempre e muito conhecida por todos é muita agitada, nestas variadas opções de entretenimento das noites paulistanas o Ísis Bar divulga sua agenda oficial de shows para os dias 27 e 28 de março de 2015.
A banda recifense CHAPADOIS libera a música "Na Pressão" para audição, a faixa fará parte do CD "Instigando o Sistema" que será promovido em shows que a banda realizará nos dias 08,09 e 10 de maio de 2015 em São Paulo.
Das três datas que a banda realizará em São Paulo, a primeira confirmada oficialmente será no dia 09 de maio na casa de shows Ísis Bar, situado no bairro do Santana, zona norte de São Paulo. No dia 08 de maio a banda gravará uma entrevista na emissora de rádio HAM web Com.
Denner Campolina, baixista da banda UNMASKED BRAINS, participará da próxima edição do Rock in Rio, em setembro deste ano. Ele fará parte da banda “The Heavy Metal All Stars” tocando trilhas sonoras de filmes de terror e clássicos do Heavy Metal no palco Sunset, dia 25, ao lado de Andre Moraes, André Abujamra, Constantine Maroulis, Guga Machado e Ivan Busic.
Denner, que entrou na UNMASKED BRAINS após o retorno da banda em 2011, é músico com formação clássica, ex-membro da Orquestra do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, já tendo tocado com diversos nomes da música, ressaltando sua participação no álbum “Nation”, do SEPULTURA, tocando a música “Valtio”. Sobre o convite, Denner comenta: “André Moraes é um amigo que já tendo trabalhado comigo muitas vezes e sabendo que não preciso mais tocar na sinfônica, me convidou pra esse trabalho, que cá entre nós, é um grande prazer e uma grande diversão para todos nós que iremos participar”.
O primeiro álbum da UNMASKED BRAINS, “Machina”, tem chamado a atenção pela sua proposta ousada intitulada simplesmente como “All Metal”. Em uma matéria de Marco Paim para o site Heavy ‘n’ Roll Space ele sintetiza o que a imprensa percebeu em uma excelente resenha: “Os cariocas da UNMASKED BRAINS lançaram em 2014 o seu primeiro álbum, "Machina" e desde a primeira matéria que recebi da Wargods Press a banda já chamava a atenção pelo visual diferenciado e ousado, além de uma sonoridade muito peculiar, definido pela banda como "All Metal". Passados os meses, acompanhei, através das notícias, a concepção do que viria a se tornar o debut da banda. E o "guri" nasceu forte e com muita perspectiva! Sobre a sonoridade de "Machina", é difícil definir.”.
Está no ar uma promoção em que será sorteada uma camiseta do guitarrista gaúcho ALESSANDRO MARQUES, criada com exclusividade pela POP VINTAGE. Trata-se do modelo "667AM - Metal & Horror", confeccionado sob supervisão de Alessandro, buscando unir os mundos do Metal, Horror e arte de forma única. Questionado sobre o nome da camiseta, Alessandro explica: "666 seria muito óbvio, mas outro número, quando se trata de filmes de horror, não caberia. Quis colocar um toque de horror com bom humor”. Para participar da promoção é necessário assistir ao seguinte vídeo e seguir as instruções fornecidas pelo guitarrista:
Assista ao vídeo para participar da promoção:
Além de divulgar o single “My Fabulous Fantasmas”, ALESSANDRO MARQUES promete para breve mais material, demonstrando assim toda sua técnica e experiência no comando das seis cordas. Os interessados em adquirir a camiseta poderão comprar diretamente no site da POP VINTAGE: http://goo.gl/SIgyYr
“My Fabulous Fantasmas” está disponível para streaming:
O BRUTALLIAN divulgou capa e tracklist do primeiro álbum de estúdio, intitulado “Blow on the Eye”, com previsão de lançamento para o mês de maio pela Voice Music.
O disco foi produzido, mixado e masterizado por Felipe Hyily e Cid Campelo no Base 17, em São Luis/MA. A capa e arte foi criada pelo artista Fabio Matta (Bar de Ideias).
Humberto Zambrin, baterista do ATTRACTHA, participou do Groundcast Entrevista. O músico falou sobre o início da carreira, influências, sua visão sobre o mercado musical, explica o significado do nome da banda, como superaram as várias mudanças na formação, processo de produção do EP “Engraved” (2013), nova fase após a troca de vocalista, início das composições para o primeiro álbum de estúdio e mais!