17 de fev. de 2017

LOLLAPALOOZA BRASIL 2017: Lolla Transfer traz pacote exclusivo para curtir o festival

Serviço é uma perfeita opção para ir ao megafestival e voltar para casa com tranquilidade, conforto e segurança


Visando facilitar a diversão e experiência do público paulistano e dos turistas, o Lollapalooza Brasil novamente vai oferecer uma excelente opção para ir e voltar do megafestival com tranquilidade, conforto e segurança.

A sexta edição consecutiva do evento no país acontece, nos dias 25 e 26 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Metallica, The xx, The Strokes e The Weeknd são os headliners. O line-up ainda traz nomes como The Chainsmokers, Flume, Martin Garrix, Duran Duran, Two Door Cinema Club, Rancid, The 1975, entre outros. Serão mais de 45 artistas em cinco palcos diferentes.

Com realização TIME FOR FUN, C3 Presents e William Morris Endeavor Entertainment (WME), o festival criado por Perry Farrell conta com patrocínio da Skol, Chevrolet Onix e AXE, e apoio Fusion Energy Drink. Hospital Sancta Maggiore é fornecedor oficial. Rede Globo, Multishow, Globo.com, 89 FM – A Rádio Rock, Rádio Mix – 106.3 e Veja São Paulo são media partners.

Sucesso de adesão nas últimas edições, o Lolla Transfer é o traslado especial de IDA e VOLTA do Lollapalooza Brasil saindo do Sheraton WTC (Sala Gauguin – Av. das Nações Unidas, nº 12.559 - Brooklin Novo) em direção ao Autódromo de Interlagos por meio de vans ou ônibus.

O serviço de IDA será prestado das 11h às 19h (com 30 min de intervalo entre cada partida) e o serviço de VOLTA será realizado das 21h30 às 00h30, no sábado, e das 20h30 às 23h30, no domingo. As saídas serão realizadas mediante lotação máxima dos veículos. Recomenda-se estar no ponto de retorno com 30 minutos de antecedência do horário desejado. O local de desembarque será o mesmo do embarque e vice-versa.

O valor do Lolla Transfer é de R$ 75,00 por pessoa/dia de festival. Este serviço é INDIVIDUAL. O valor contempla a IDA ao festival e VOLTA ao hotel. Nenhum outro serviço, ingresso ou estacionamento está incluso neste pacote. Este serviço está à venda, exclusivamente, pelo site da Tickets for Fun (http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=LOLLA17T) até o dia 22 de março.

O cliente, ao realizar a compra, receberá um e-ticket (ingresso eletrônico) por e-mail, que deverá ser impresso e apresentado no acesso ao Transfer. Somente com a devida apresentação deste comprovante e a pulseira Axe Lolla Cashless, que dá acesso ao festival, o cliente receberá a pulseira de identificação para utilização deste serviço.

O estacionamento no WTC para clientes Lolla Transfer nos dias de festival custará R$ 30,00 (valor único para veículo de passeio). O pagamento deverá ser efetuado somente no retorno ao hotel, sendo obrigatório apresentar a pulseira especial do Transfer para ter direito ao preço promocional exclusivo.

ESTACIONAMENTO NO AUTÓDROMO – Quem preferir ir ao festival de carro ou moto, também contará com a opção de estacionar dentro do próprio Autódromo de Interlagos. Adquirindo previamente o e-ticket de estacionamento, poderá se divertir durante todo o festival e ainda dividir a carona.

O valor para compra antecipada é R$ 100,00 por dia e não inclui nenhum outro serviço, ingresso ou transfer. Esse valor é válido exclusivamente para carros de passeio e motos. Este serviço já está disponível pelo site da Tickets for Fun (http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=LOLLAES17) até 22 de março.

A venda para outros meios de locomoção como vans, micro ônibus e ônibus de excursão será realizada apenas na entrada do estacionamento do Autódromo, nos seguintes valores:

Carros de passeio e motos: R$ 120,00
Van: R$ 200,00
Micro ônibus: R$ 300,00
Ônibus: R$ 400,00


Condições Gerais de Compra – Lolla Transfer 2017

O Lolla Transfer 2017 contempla o serviço de transporte regular IDA e VOLTA (desde que respeitando os horários de início e término dos serviços descritos acima) do Hotel Sheraton WTC ao Autódromo de Interlagos, por meio de ônibus, micro-ônibus ou vans, por ordem de chegada, dando prioridade aos participantes que tiverem os horários mais próximos ao embarque.

Para comprar o acesso ao transfer, o cliente precisará escolher um dos horários disponíveis para a ida ao festival no momento da compra. Não é preciso definir o horário do retorno, apenas deverá se apresentar com antecedência no ponto de encontro para organização das filas e embarque dentro dos HORÁRIOS DE SERVIÇO, descritos abaixo.


HORÁRIOS DE SERVIÇO

- Transfer de IDA para o Lollapalooza

Ponto de encontro: Sheraton WTC, Sala GAUGUIN - Avenida das Nações Unidas, 12559 - Brooklin Novo

- Horário: pré-agendado no site, das 11h às 19h, nos dias 25 e 26 de março. 11h, 11h30, 12h, 12h30, 13h, 13h30, 14h, 14h30, 15h, 15h30, 16h, 16h30, 17h, 17h30, 18h, 18h30, 19h. Total de 17 saídas. O cliente deverá chegar com 30 minutos de antecedência. (Horários sujeitos a alterações).


- Transfer de VOLTA para o Hotel

Ponto de encontro: Mesmo local do desembarque.

- Horários: Sábado: 20h30, 22h30, 00h30 (total 3 saídas)
Domingo: 20h30, 21h30, 23h30 (total 3 saídas)

- Recomenda-se a apresentação no local de retorno com 30 minutos de antecedência do horário desejado.

- Não nos responsabilizamos pelo transporte no caso de atraso do participante na última saída. 

- As saídas serão realizadas mediante lotação máxima dos veículos.


SOBRE A CONFIRMAÇÃO E USO DO SERVIÇO

-Ao realizar a compra no site oficial, o cliente receberá em seu e-mail cadastrado no site um e-ticket (ingresso eletrônico) que deverá ser impresso e apresentado no credenciamento no Hotel. Somente com a apresentação deste e-ticket + pulseira Axe Lolla Cashless que o cliente receberá a pulseira de identificação para utilização do transfer.

- Para se credenciar, tenha em mãos este e-ticket para o dia do festival e horário agendado + RG ou carteira de motorista original + pulseira Axe Lolla Cashless do Festival. Não haverá impressão de e-tickets e retiradas de Axe Lolla Cashless no local. Por favor, certifique-se de imprimi-los com antecedência para evitar transtornos e atrasos nos serviços. O e-ticket será retido pelo coordenador que realizar seu credenciamento e entrega da pulseira.

- Para uso do transfer, é indispensável o credenciamento no Hotel no dia e horário adquirido. Não garantimos o embarque em horários anteriores ou posteriores ao pré-agendado no site. Por favor, programe-se para chegar ao hotel com antecedência mínima de 30 minutos para embarcar no seu horário indicado.

- Caso o participante compre os dois dias de transfer para o festival, será necessário credenciar-se duas vezes – uma para cada dia de evento.

-Somente será entregue 1 pulseira por pessoa no credenciamento. Em caso de quebra da pulseira, será necessário apresentar a pulseira antiga para substituição por uma nova a um de nossos coordenadores no Estacionamento do Autódromo ou no hotel.

- Atenção a seus pertences! Não nos responsabilizamos por objetos perdidos ou deixados nos veículos. 

- Não é permitido o acesso aos veículos com alimentos e bebidas (alcoólicas e não alcoólicas).

- Leia atentamente as condições gerais do Lollapalooza para acesso ao festival. Disponível no site oficial do evento: http://www.lollapaloozabr.com/informacoes/


NO HOTEL

Ao chegar ao hotel, dirija-se a sala indicada para credenciamento e retirada da pulseira de acesso ao transfer.

Identifique-se ao coordenador apresentando e-ticket do transfer para o dia + RG original (ou carteira de motorista ou passaporte) + pulseira Axe Lolla Cashless do Festival para o dia do serviço do transporte.

Siga as orientações do coordenador de transfer para embarcar para o Festival!

Valor promocional do estacionamento para clientes Lolla Transfer no Sheraton WTC será R$ 30,00, basta apresentar a pulseira de credenciamento do Lolla Transfer ainda no pulso, no guichê de pagamento.


NO AUTÓDROMO

- Ao chegar no Autódromo, observe e memorize o local de desembarque (próximo ao palco Axe). Neste mesmo lugar será onde ocorrerá o seu embarque no transfer de retorno. 

- Para o transfer de retorno, identifique-se a um dos coordenadores.

- Os embarques ocorrerão por ordem de chegada, dentro do período indicado. Os veículos serão liberados apenas após sua lotação máxima definida pela organização.

- Não nos responsabilizamos pelo transporte em caso de atraso do participante.


SOBRE AS VENDAS

- Valor R$75,00 por pessoa. 

- Cada Participante poderá adquirir até 06 ingressos. 

- As vendas acontecerão pelo site oficial da Ticketsforfun até o dia 22 de março às 23h59. 

- Não há meia entrada e gratuidades para o Lolla Transfer 2017.

- Crianças e Adolescentes: pagam integral, ocupando assento. Não dispomos de cadeirinha para transporte de crianças. Será permitido embarque de 5 a 14 anos desde que acompanhados pelos pais ou responsáveis legais. Menores de 5 anos não podem entrar no transfer e no festival.

- Não serão realizadas paradas no trajeto, por favor, não insistir.

- Em caso de incidente com o veículo durante sua realização, a organização se responsabiliza pela substituição do veículo o mais rápido possível, garantindo a chegada de todos os participantes até o destino final (Hotel ou Autódromo).


CANCELAMENTOS E ALTERAÇÕES DE HORÁRIO 

- Não é permitida a alteração do horário agendado no site. 

- Não garantimos o embarque em horário anterior ou posterior ao comprado pelo participante. Caso o participante não chegue para embarque no seu horário, deverá aguardar disponibilidade de lugares dos próximos transfers.

- Em caso de cancelamento o cliente deverá contatar: http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=CONTATO ou ligar para 4003-5588, das 11 às 17h, de Segunda a Sexta. 

- O reembolso será concedido quando a solicitação for realizada dentro de 7 dias após a compra e 72h antes da data do evento. 

- Em caso de alteração dos horários de transfer, a comunicação será feita diretamente pela equipe de transportes no hotel no momento do credenciamento.


ATENDIMENTO A PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS

Para atendimento a pessoas com necessidade especial (tais como cadeirante ou pessoas com mobilidade reduzida), por favor, enviar e-mail para lollatransfer@t4f.com.br até o dia 20 de março, às 14h, informando o número da confirmação de compra, nome completo do passageiro e o tipo de assistência necessária.


CASOS DE FORÇA MAIOR

Em caso de força maior ou acontecimento imprevisto ou alheio ao nosso controle (tais como, mas não limitado a: atos de Deus, guerra, a autoridade do governo, terrorismo, desastres, greves, desordem civil, restrição de meios de transporte ou qualquer outra emergência), o hotel, as empresas de transporte, a organizadora do evento e a agência oficial intermediadora dos serviços são isentos de obrigação da prestação de serviços, sem que isto dê origem a uma compensação, conforme artigo 393 do Código Civil. No entanto, todos os prestadores anteriormente citados concordam em informar os clientes com o maior prazo de antecedência possível para limitar o dano causado.

INGRESSOS - As entradas do 2º lote de Lolla Pass continuam à venda na bilheteria oficial do Citibank Hall São Paulo (sem taxa de conveniência), no site lollapaloozabr.com/ingressos e em todos os pontos de venda do país. Válido para os dois dias do festival, custam a partir de R$ 460 (meia-entrada) e podem ser parcelados em até 3 vezes sem juros no cartão de crédito.

A grande novidade deste ano é que não haverá ingressos físicos ou e-ticket. O acesso ao Festival será por meio de uma pulseira exclusiva com tecnologia RFID, que conta com patrocínio da AXE, a AXE Lolla Cashless. Além de garantir a entrada no Autódromo, ela também será usada para compra de alimentos, bebidas, produtos oficiais e outros, além de demais serviços disponíveis, como o Lolla Lounge.

Confira o line-up do festival:





LOLLAPALOOZA BRASIL 2017

Realização: TIME FOR FUN, C3 Presents e William Morris Endeavor Entertainment (WME)
Patrocínio: Skol, Chevrolet Onix e AXE
Apoio: Fusion Energy Drink
Media Partners: Rede Globo, Multishow, Globo.com, 89 FM – A Rádio Rock, Rádio Mix – 106.3 e Veja São Paulo
Datas: 25 e 26 de março de 2017
Local: Autódromo de Interlagos - Avenida Senador Teotônio Vilela, 261 – Interlagos.
Classificação etária: Crianças com menos de 05 anos - não será permitida a entrada. De 05 a 14 anos: Permitida a entrada acompanhado por pais ou responsáveis. A partir de 15 anos: Permitida a entrada desacompanhados.
Acesso para deficientes



INGRESSO
1/2 ENTRADA
INTEIRA
Lolla Pass - 1º Lote
ESGOTADO
R$ 400
R$ 800
Lolla Pass - 2º Lote
R$ 460
R$ 920
Lolla Day - 1º Lote
ESGOTADO
R$ 270
R$ 540
Lolla Day - 2º Lote
R$ 295
R$ 590
Lolla Lounge
R$ 820
R$ 1.090


- Meia-entrada: para vendas pela Internet é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no acesso ao evento. Para pontos de venda e bilheterias é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no ato da compra e no acesso ao evento.

- Compras no cartão de crédito poderão ser parceladas em até 3X sem juros.


BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Citibank Hall – Av. das Nações Unidas, 17.955 - Santo Amaro – São Paulo (SP).
Segunda-feira – FECHADA 
Terça-feira a sábado – 12h às 20h
Domingo e feriados – 13h às 20h 


LOCAIS DE VENDA - COM TAXA DE CONVENIÊNCIA
Entrega em domicílio - taxas de conveniência e de entrega.
* Para retirada de ingressos, consulte o site da Tickets For Fun para o local mais próximo.


FORMAS DE PAGAMENTO VÁLIDAS TICKETS FOR FUN
Internet: 
- Cartões de crédito MasterCard, American Express, Elo Crédito, Visa, Diners Club e Hipercard.

Bilheteria e Pontos de Venda: 
- Dinheiro;
- Cartões de Credito MasterCard, American Express, Elo Crédito, Visa, Diners Club e Hipercard;
- Cartões de Débito Visa Electron, MasterCard débito, Elo Débito e Hipercard.
- Vale Cultura. 

Site Oficial: www.lollapaloozabr.com
Twitter: @lollapaloozabr 

Visite as redes sociais da T4F: 
snapchat: T4FBR


Costábile Salzano Jr – (11) 3576.1287 – costabile.ultimate@t4f.com.br
Regis Motisuki – (11) 3576-1423 – rmotisuki@t4f.com.br

FLEETING CIRCUS: banda antecipa novo disco com Single “Disconnection”


A FLEETING CIRCUS passou boa parte do segundo semestre de 2016 trabalhando em seu próximo álbum, sucessor do elogiado primeiro trabalho. Agora chegou a hora do público conhecer um pouco desta nova sonoridade com o Single “Disconnection”, que chega aos principais serviços de streaming de música. A canção já garantiu destaque no Spotify, com presença nas listas de Novidades da Semana e Brasil 360, ao lado de artistas de renome no cenário nacional e internacional.

“Disconnection” já demonstra o amadurecimento sonoro que a FLEETING CIRCUS teve desde o álbum de estreia, homônimo, lançado no Brasil e nos EUA. Se o primeiro trabalho levou a shows internacionais e trilhas sonoras de novelas da Rede Globo, a banda mira voos ainda mais altos para este novo projeto.

Embora tenha guitarras marcantes, o novo Single surgiu como um riff de violão. “Desde o início a gente sentia a influência de bandas como Television na levada da música e buscamos criar uma canção rápida, impactante e direto ao ponto. O conceito de Single foi sendo definido ao longo da gravação, conforme os elementos do arranjo foram sendo criados e a música ia ganhando forma. Mas acho que depois da primeira vez que a tocamos inteira, a reação de todos foi começar a rir, por termos feito uma música que trazia um lado novo da banda. A gente sabia que ela tinha uma peculiaridade”, explica o guitarrista Felipe Vianna. Completam a FLEETING CIRCUS Taynã Frota, Rodrigo Seven e Lucas Faria.

Além de primeiro Single, “Disconnection” vai ganhar o primeiro clipe do novo disco, com previsão de lançamento para março. Já o álbum, ainda sem título e em fase de pós-produção, vem ainda neste primeiro semestre.

O principal catalisador dessa nova sonoridade foi Patrick Laplan, experiente músico e produtor que assina trabalhos marcantes do rock nacional, já tendo trabalhado com bandas como Eskimó, Rodox e Planar. E ele trouxe, além de uma identidade musical ainda mais forte, as próprias baquetas, tocando bateria nas faixas. “O Laplan teve uma participação importante no processo de composição e nos ensaios, o que ajudou a deixar todos mais imersos no projeto”, avalia Vianna.

O processo de produção foi bastante diferente do primeiro álbum, gravado no Melhor do Mundo Studios. Neste, as sessões foram feitas no estúdio da própria banda, apelidado de Fleeting Cave, graças à ambiência intimista do espaço. Esse clima também norteou a composição das novas músicas, que vão na contramão dos riffs mais complexos e longos que se tornaram sinônimo da banda. Agora, a FLEETING CIRCUS quer pegar o ouvinte já nos primeiros acordes - e deixar aquele gostinho de “quero mais”, como define o próprio guitarrista.

Para coroar essa trajetória - que inclui ainda um EP, “Dream World of Magic”, e uma série documental gravada durante a tour novaiorquina da banda -, “Disconnection” abre um novo mundo de possibilidades para a FLEETING CIRCUS, que já planeja essas e outras novidades para 2017. 

Confira “Disconnection”:

Single no Spotify: http://bit.ly/2l0vEiU
Novidades da Semana: http://bit.ly/1KPTvby

HELLFLIGHT: participando de votação para o evento Nos Alive'17 em Portugal


A banda brasileira de Heavy Metal HELLFLIGHT informa que esta participando de uma votação aberta ao público cujo vencedor irá se apresentar no evento NOS ALIVE’17 promovido pela EDP Live Bands em Portugal.

As votações podem ser realizadas através do link:


A HELLFLIGHT foi formada na cidade de São Paulo em fevereiro de 2014. Os primeiros meses de atividades da banda foram de escolhas de músicos que se empenhassem em realizar um trabalho profissional voltado a composições autorais.

Em julho de 2014 foi lançado o primeiro registro oficial da banda, o EP “Demos” que contém cinco faixas. Em 2016 foi lançado o single “Mosh Pit Kerosene”, a faixa foi gravada na High Five Studios por Pedro Hernandez, produção de Jan Selders, mixagem e masterização por Martin Merenyi at Music Engineering School, a arte da capa de “Mosh Pit Kerosene” foi desenvolvido por Aline Delmonte & Mayumi Ito.

No primeiro semestre de 2017 está previsto o lançamento do disco "Mosh Pit Kerosene" que conterá 10 faixas.

Links relacionados:

Contato para shows, imprensa, merchandise:

BESTIAL: Em entrevista, banda dá mais detalhes sobre o futuro álbum



Considerada por muitos um dos principais nomes doBlack/Death Metal do Brasil, o BESTIAL vem chamando uma enorme atenção da imprensa especializada, ainda mais com seu último EP, intitulado “Hellfuckdominium XXI”.

Em entrevista escrita ao portal de notícias Metal Militia Web Rádio, a banda falou sobre o atual álbum, influências, formações, processo de composição e muito mais. Perguntados sobre os projetos futuros, a banda não titubeou e deu mais detalhes sobre o vindouro álbum:

“Estamos ensaiando muito para gerar um novo artefato, queremos lançar ainda este ano e dar continuidade à nossa marcha. Temos uns 11 sons novos, mas não vamos gravar todos em questão de não queimar cartucho e também não ficar um disco massivo. Fizemos o ‘Hellfuckdominium XXI’ curto pois era o que podíamos e queríamos, em questão de grana e de estratégia. Fazer algo de qualidade que todos possam adquirir por um preço baixo, escutá-lo e deixar querendo mais, e deu mais do que certo. Hoje em dia ninguém tem tempo pra ficar escutando um CD inteiro de mais de 30 minutos, é correria e também fica cansativo, claro, fora aqueles discos dignos de obra-prima para seu ouvinte. E estamos traçando shows além das fronteiras, américa do sul e europa. Mas isso são só planos e ainda estão em faze de estratégia, pois tem custos para nós astronômicos e exige um bom suporte. Contatos fortes estão consolidados e esperamos levar nossa blasfêmia adiante.”


Enquanto o novo álbum não chega, ouça a música “Lascivious Possessor”, um dos destaques do atual trabalho “Hellfuckdominium XXI”: 


Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Sites relacionados:


​MADBALL: fãs escolhem set-list de show em SP na turnê “By Request”


Pela 1º vez na história da banda ​MADBALL, os fãs podem escolher o set-list dos shows, na turnê "By Request". Participando da 14º edição do projeto Honorsounds, a banda ​MADBALL fará único show no Brasil com set list especial em São Paulo no dia 19 de março, no Carioca Club. Os ingressos custam entre R$ 80,00 e R$ 260,00 e estão à venda no site do Clube do Ingresso.

Quer ouvir todas as músicas do "Set It Off" ou do "Demonstrating My Style" e outros clássicos? Para votar nas suas músicas favoritas, basta confirmar presença no evento e deixar seu voto no link: http://migre.me/w38ss

As bandas convidadas para o evento são Paura, Bayside Kings e Oponente. O ​MADBALL retorna ao Brasil para revisitar duas décadas de uma carreira sólida e honrada, tocando os maiores clássicos da banda e divulgando seu último álbum de estúdio, “Hardcore Lives” (2014).

Atualmente o ​MADBALL é formado por Freddy Cricien (vocal), Jorge "Hoya Roc" Guerra (baixo), Brian "Mitts" Daniels (guitarra) e Mike Justian (bateria).


Serviço:


​MADBALL em São Paulo
Quando: 19 de março (domingo)
Abertura da casa: 17:30 horas
Show principal: 21:30 horas
Local: Carioca Club 
Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 - Pinheiros - São Paulo - SP
Classificação: 16 anos
Venda de ingressos online: http://www.clubedoingresso.com/madball

Ingressos:
1º Lote - Pista - Meia-entrada: R$ 80,00
1º Lote - Pista - Promocional (doe 1 Kg de alimento não perecível): R$ 100,00
1º Lote - Pista - Inteira: R$ 160,00
1º Lote - Camarote - Meia-entrada: R$ 130,00
1º Lote - Camarote - Promocional (doe 1 Kg de alimento não perecível): R$ 130,00
1º Lote - Camarote - Inteira: R$ 260,00​

FORKA: banda lança ‘teaser’ de seu novo material

Foto: Pri Secco
O FORKA está de volta, e acaba de publicar em sua página oficial no Facebook, um vídeo ‘teaser’ de seu novo trabalho.

Assista, aqui:


Quase um ano após seu último show, a banda garante que aproveitou esse tempo para recarregar as energias para nova temporada; Em 2017 serão apresentadas novas músicas, vídeos e novo merchandising.

O novo material foi gravado e mixado pela renomada dupla “peso pesado” do Metal, Marcello Pompeu e Heros Trench (Korzus), nos estúdios Mr. Som, e trazem o FORKA ainda mais agressivo. Esse material logo será disponibilizado via streaming.

Ainda neste mês de fevereiro o FORKA lançará o videoclipe da música “Troozão”.

Formado em 2001, no ABC Paulista, o FORKA foi lapidando seu som ao longo dos anos, e agora mostra uma mistura perfeita entre a rispidez do Thrash Metal e a urgência do Hardcore.

Sua discografia traz, “Feel Your Suicide” (2005), “Enough” (2010) e “Black Ocean” (2013) – em 2015 eles haviam lançado o single de “Serra Elétrica”, expandindo os horizontes da banda, com letra em português.

O FORKA é Samuel Dias (guitarra), Alan Moura (guitarra), Ronaldo Coelho (vocal), Ricardo Dickoff (baixo) e Rodolfo Salviato (bateria)

Acompanhe o FORKA em seus canais oficiais:


SICKENING GORE: "Destructive Reality" ganhará versão nacional via Urubuz Records



Rebuscar discos de Death Metal dos anos 90 virou uma questão de honra para o selo carioca Urubuz Records, que já havia lançado no mercado nacional "In Mourning" da banda norte-americana BRUTALITY. 

E o próximo da lista é o "Destructive Reality", de 1993, único disco lançado pelo grupo suíço SICKENING GORE.

O CD foi remasterizado e terá sua arte e encarte reformulados. Mas é bom que fiquem atentos, uma vez que apenas 500 cópias do CD serão disponibilizadas.

O próximo disco da série de relançamentos será "Between Nothing and Eternity", do STRANGULATION.

Mais informações em breve!

THYMUS BOOGIE: banda firma parceria com agência PodeWos



A banda de stoner metal THYMUS BOOGIE, que recentemente ganhou destaque na imprensa especializada nacional com diversos elogios ao recém lançado single “Personal Devil”, agora traz outra novidade, desta vez com foco nas apresentações ao vivo. O quarteto de São Paulo firmou parceria com a agência PodeWos., uma iniciativa do publicitário Marcone Chaves para aproximar bandas brasileiras uma das outras e viabilizar shows para elas.

Uma dentre mais de 200 bandas que apoiam o projeto, a THYMUS BOOGIE de Michel Lira (vocal), Fagner Villani (guitarra), Bruno Nascimento (bateria) e Fabrício Santos (baixo) acredita que o atual momento é propício para se projetar na cena stoner rock/metal, uma das que mais crescem em questão de fãs e grupos em toda a América Latina.

“Os ensaios estão constantes e esta é a formação mais entrosada da THYMUS BOOGIE, que evolui muito em termos de peso e swing com a entrada do Bruno e do Fabrício no começo do ano”, ressalta Michel, que ao lado de Fagner criou a banda em 2014. A boa aceitação da música “Personal Devil” – disponível para download e streaming nas principais plataformas de música online - pela mídia e público também justifica o ânimo do quarteto.

A PodeWos. promete agenciar as bandas do cast buscando produtores e casas de shows. Saiba mais sobre o projeto em https://www.kickante.com.br/campanhas/podewos-empresa-intermediadora-de-eventos ou www.facebook.com/podewos

“Personal Devil”, a primeira música oficial de estúdio da THYMUS BOOGIE (com produção de Vice Fiori do Mammoth Green Studios, de São Paulo), reúne os principais elementos que definem a proposta musical da banda. “Mistura bem o heavy metal com o blues e ainda marca o nascimento de dois personagens que protagonizam a história do álbum”, explica o vocalista. O full tem previsão para ser lançado ainda este ano. 

THYMUS BOOGIE na internet:



Confira o lyric video de "Personal Devil": 


A/C Erick Tedesco (Assessoria de Imprensa)

DIMMU BORGIR: first live clip 'Mourning Palace (live at Wacken)' + launch DVD pre-order!



Get the physical formats of "Forces Of The Northern Night" here:

Pre-order the live shows now digitally and receive "Mourning Palace (live in Oslo)" instantly or stream this song here:


As 2017 marks the year of the great return of Norwegian symphonic black metal giants, DIMMU BORGIR, they will release their highly-anticipated double-DVD »Forces Of The Northern Night« on April 28th. Available in different formats, the release will contain two live rituals:

Their legendary concert in Oslo, showing DIMMU BORGIR on stage with the Norwegian Radio Orchestra and a bombastic choir, as well as the entire performance at Wacken Open Air with almost 100 musicians in action.


DIMMU BORGIR's »Forces Of The Northern Night« will be available in the following formats:
- 2BluRay-Digibook
(Live in Oslo & documentary + Live at Wacken)
- 2DVD-Digibook
(Live in Oslo & documentary + Live at Wacken)
- 2CD-DIGI
(Live in Oslo)
- 2BD+2DVD+4CD-Earbook
(Live in Oslo BluRay, DVD & audio CDs + Live at Wacken BluRay, DVD & audio CDs)
- 2LP (black) in gatefold
(Live in Oslo)
- 2LP (white) in gatefold
(Live in Oslo)
- NB Earbook Deluxe
(Live in Oslo BluRay, DVD & audio CDs + Live at Wacken BluRay, DVD & audio CDs, incl. A1 poster + silver mirror board artwork)


Both the show in Oslo and the show at Wacken contain the following live tracks:

01. Xibir (orchestra)
02. Born Treacherous
03. Gateways
04. Dimmu Borgir (orchestra)
05. Dimmu Borgir
06. Chess With The Abyss
07. Ritualist
08. A Jewel Traced Through Coal
09. Eradication Instincts Defined (orchestra)
10. Vredesbyrd
11. Progenies Of The Great Apocalypse
12. The Serpentine Offering
13. Fear And Wonder (orchestra)
14. Kings Of The Carnival Creation
15. Puritania
16. Mourning Palace
17. Perfection Or Vanity (orchestra)

Source: Dimmu Borgir

16 de fev. de 2017

NO GRACIAS: banda lança novo single “Vista” e libera capa do novo EP



A banda NO GRACIAS acaba de disponibilizar a capa do novo EP e o seu novo single. A música “Vista” foi gravada e mixada no estúdio Hurricane, com produção de Sebastian Carsin. A canção fará parte do EP “Vista do Jogo”, que será lançado nas próximas semanas. A arte da capa foi idealizada pelo grupo e produzida pelo guitarrista e vocalista Pablo Gusmão Rodrigues e traz uma versão alternativa para a obra “A Última Ceia” de Leonardo Da Vinci.

Pablo Gusmão fala sobre o single: “Acredito que a música Vista diversifica um pouco no estilo em relação às anteriores, mas tem a nossa identidade. Musicalmente, assim como os demais sons do novo EP, reflete mais o lado rock alternativo do que a referência mais claramente punk, embora um pouco disso já estivesse nas outras. A qualidade da gravação, com a produção do Sebastian Carsin, nos deixou muito satisfeitos. Embora seja uma música curta e simples, ficamos muito contentes com os arranjos e o trabalho de todos os instrumentos. A letra fala sobre as visões (a visão de mundo, a leitura que fazemos da realidade e de nós mesmos) que construímos ao longo da história de vida de cada um”.

Formada em 2007, a banda composta por Pablo Gusmão Rodrigues (vocal e guitarra); Rafael Midugno (guitarra); Rodrigo Corrêa (bateria) e Igor Lopes (baixo), já se apresentou em cidades do Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro. O grupo, que já possui em sua discografia o EP “2016”, prepara uma nova turnê para divulgar o novo lançamento.

Confira abaixo a música “Vista”:


A/C Mateus Rister

VORGOK – Carnificina Thrasher dos ouvidos não acostumados.


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia

Mesmo ainda tão jovem, o quarteto Thrasher VORGOK ainda angariando fãs e boas críticas da imprensa especializada com seu primeiro disco, “Assorted Evils”.

Aproveitando o bom momento, lá fomos nós bater um papo com Edu Lopez, vocalista/guitarrista do grupo, e saber sobre passado, presente e futuro do grupo.

BD: Oi Edu. Agradeço demais pela entrevista, e vamos nós: quem conhece a fundo sua estória do Metal carioca, sabe que nomes como NECROMANCER e EXPLICIT HATE fazem parte de sua carreira. E mesmo com o relançamento de “A View of Every Side” em 2012 (que trás o álbum “A View from the Other Side” e a Demo do EXPLICIT HATE), e de “Forbidden Art” (do NECROMANCER) em 2014, você preferiu fazer algo novo. Qual o motivo? Não seria mais fácil continuar com uma das bandas acima, que já possuem nome estabelecido no cenário?

Edu Lopes: Além das bandas citadas teve também o ANSCHLUSS, que foi a primeira banda de Metal de que fiz parte. Ocorre que, embora eu tenha assistido e feito parte do surgimento da cena Thrash Metal no RJ, a minha “carreira” foi muito, muito errática à época. Coisa que pode acontecer com qualquer moleque. Tive uma passagem relâmpago pelo EXPLICIT HATE antes mesmo do lançamento do único álbum da banda. Em 2013 houve uma tentativa de retomada da banda. Porém, essa sempre foi a banda do Rodrigo e do Gustavo Santoro e toda iniciativa e direção musical sempre dependeram deles. Quem quer que seja que complete a formação será sempre apenas um “tripulante”. Por uma série de razões, a banda fez um único show com o Nervochaos e Headhunter D.C. e parou novamente. Quanto ao NECROMANCER, que são também amigos lá dos anos 80, recebi o convite para integrar a banda para promovermos o álbum que estava para ser lançado (exclusivamente com material dos anos 80 e início de 90 que nunca havia sido propriamente lançado). Mais uma vez, me vi na condição de “tripulante”, e as diferenças de objetivo começaram a aparecer quando a banda decidiu iniciar as composições para um álbum seguinte. Como “tripulante”, minhas composições não estavam sendo aproveitadas porque havia na banda um desejo de seguir uma linha, digamos, mais moderna de metal. Isso nunca me interessou, e é fácil perceber isso: as músicas “Kill Them Dead”, “Deception in Disguise” e “Antagonistic Hostility” foram compostas para o NECROMANCER e acabaram entrando no disco do VORGOK, todas numa pegada muito Old School, que é o meu interesse. Para não ter dúvidas disso, veja que a música “Hell’s Portrait” foi originalmente composta para o ANSCHLUSS, lá por volta de 87, quando eu tinha 15 anos! Com exceção de um riff aqui, um arranjo lá, das letras e do título (porra, não dá pra gravar, hoje, a letra feita por um moleque de 15 anos! hahahahaha) a música é a mesma. Fico muito feliz de ter gravado essa música, e a considero uma das mais elaboradas do CD. Por tudo isso, continuar com uma das bandas que você mencionou não era sequer uma opção, e senti que, desta vez, precisava de uma banda em que pudesse expressar o tipo de Thrash Metal de que sou fã, com espaço para as minhas composições e visão artística. Dessa necessidade surgiu a idéia de formar o VORGOK. De outro lado, eu tinha uma “banda” de covers com o João Wilson (baixo) só pra diversão. Aquele negócio de ir pro estúdio com os amigos pra tocar músicas que todo mundo conhece sem compromisso nenhum, tomar umas cervejas e tal. O baterista dessa “banda” se mudou pra Curitiba e aí convidei o João pra montar uma banda autoral de Thrash e ele, que é o maior pilhado e adora esse estilo de Thrash porradão, topou na hora. Assim começou o VORGOK. Atualmente, a banda conta também com Bruno Tavares (guitarra; DEMOLISHMENT, FÓRCEPS) e, na bateria, com nosso irmão Jean Falcão (ABSOLEM, DARK TOWER) como session drummer, que está dando essa moral pra gente mesmo não sendo um membro efetivo.


BD: Sei que a pergunta deve estar enchendo sua paciência de tantas vezes que já respondeu (risos), mas como teve a idéia para o nome VORGOK, e o que ele significa?

EL: O nome “VORGOK” surgiu da necessidade de uma palavra que fosse curta, soasse forte e traduzisse a seguinte ideia: a coleção de todos os males passados, presentes e futuros praticados e a serem praticados pela humanidade. Tendo em vista a inexistência de uma palavra que designasse esse coletivo, fui fazendo experiências, tipo juntando sílabas desconexas, até chegar em “VORGOK”. Esse significado apresenta a temática lírica da banda.

Vorgok (da esquerda para direita): Edu Lopes, João Wilson, Bruno Tavares, Jean Falcão.

BD: Essa é simples: como o VORGOK possui uma identidade baseada no Thrash Metal e suas letras são bem feitas, quais seriam os temas abordados? Há uma linha de raciocínio única por trás delas? Ou cada uma é tratada separadamente, para depois serem juntadas em um mesmo contexto?

EL: Em “Assorted Evils”, os temas abordados foram intolerância religiosa (“Kill Them Dead”), manipulação (“Deception in Disguise”), opressão (“Antagonistic Hostility”), extermínio das espécies (“Last Nail in our Coffin”), direitos dos povos do terceiro mundo à alimentação (“Hunger”), à educação (“Headless Children”), ao refúgio (“Mass Funeral at Sea”), escravidão no século XXI (“Man Wolf to Man”) e o ressurgimento de doutrinas nacionalistas xenofóbicas como o nazismo (“Hell’s Portrait”). A maior parte das letras teve por base pesquisas de relatórios de organismos da ONU como FAO, ACNUR, UNICEF e artigos doutrinários veiculados em variadas publicações. Não tenho a ilusão infanto-juvenil de que uma banda underground de Thrash Metal seja capaz de aplacar diretamente males históricos de tamanha envergadura, mas acredito que é possível dar uma colaboração quanto à conscientização das pessoas para sua existência e, assim, por via indireta, fomentar a tomada de atitudes que, elas sim, possam se opor paulatinamente à tais atrocidades com ações práticas tomadas no dia a dia.


BD: Edu, o VORGOK tem um jeito Old School de ser, óbvio, então, a pergunta é: quais seriam as maiores influências musicais do grupo? E as suas, individualmente falando?

EL: Eu citaria SLAYER antigo (isto é evidente e inevitável: em breve farei 45 anos e conheço o SLAYER desde antes do lançamento do “Hell Awaits”. O troço está entranhado em mim! rsrsrsrsrs), DARK ANGEL, SACRIFICE, DORSAL ATLÂNTICA, SEPULTURA e KREATOR antigos, algum EXODUS e algum Death Metal Old School no estilo da Flórida. Nossa preocupação com que algumas pessoas nos vejam como clones é zero: perceba que quanto às bandas que citei, algumas estão inativas e outras mudaram consideravelmente sua sonoridade. Pessoalmente - e me considero um grande “garimpeiro” de bandas underground - fico muito satisfeito quando encontro uma banda cujas referências consigo relacionar a essa abordagem mais tradicional, brutal e crua do Thrash que as grandes bandas antigas ainda em atividade deixaram para trás. Para mim, o importante mesmo é conseguir me conectar com o som de uma banda, vindo essa mítica “originalidade pura” em segundo plano. Individualmente falando, citaria Kerry King, Jeff Hanneman, Mille Petrozza e, por causa do domínio no uso criativo da alavanca, Gary Holt. Mas meu objetivo nunca foi ser um fritador virtuoso. Meus solos não esbanjam técnica, e estão lá somente quando acho que é possível agregar alguma coisa à composição. Acredito cegamente em que “o ódio está no riff” e compor é o que mais gosto de fazer e o mais importante para uma banda. Essa certeza s tornou inabalável pra mim depois que assisti a uma entrevista do Gary Holt, que, além de tecnicamente sensacional, é um “riffmaker” de mão cheia, em que ele disse “Fuck the solos, man. I’ve got a lot of riffs” rsrsrsrsrsrs.


BD: Mas mesmo com essa carga Old School, o som do VORGOK em momento algum soa datado. Quando ouvi as primeiras faixas, a agressividade, peso e brutalidade saltaram os olhos. Poderia nos explicar essa concepção sonora diferente, mas que mantem a convicção Old School?

EL: Concordo com a sua afirmação, mas essa é uma pergunta muito difícil de responder. Poderia respondê-la com o chavão de que, em que pesem as influências, procuramos dar nossa identidade às músicas, mas não sei se seria uma resposta completa. Acredito que o trabalho do nosso produtor, Celo Oliveira, esteja diretamente associado a esse resultado. Ele é um profissional altamente competente, jovem, porém muito experiente, com a cabeça muito aberta e antenado. Creio que o trabalho desenvolvido na timbragem e na mixagem, sobretudo pelo espaço que encontramos para o baixo aparecer, sejam elementos importantes para o material não soar datado, tudo proporcionando um equilíbrio entre o antigo e o moderno, isto é, uma sonoridade claramente compreensível e equilibrada, mas que não fosse límpida como os padrões atuais, que muitas vezes te fazem sentir falta do elemento humano.


BD: É hora de falar do CD em si. Como disse acima, a gravação soa moderna, bem feita e bem cuidada, dando ênfase ao peso e à agressividade das músicas. Logo, como foi trabalhar com o Celo Oliveira (produtor do CD)? Teve muito quebra-pau (risos)?

EL: Trabalhar com o Celo foi a melhor coisa que poderia ter acontecido para a banda. Além das qualidades que citei, ele compreendeu rapidamente a proposta do som e manteve-se fiel a ela, não veio com “invencionices” pra fazer algo “modernoso”. Simplesmente usou seu talento e conhecimento para que, dentro da nossa proposta, o melhor resultado fosse alcançado. Por tudo isso, o processo todo de produção foi muito suave e ficamos todos extremamente satisfeitos e felizes com o resultado final.

Capa de “Assorted Evils.

BD: A capa trás uma arte estilizada dos Budas de Bamiyan, destruídos pelo Taliban em 2001. Como foi que esta idéia veio à mente? Ela parece ter uma ligação com a letra de “Kill Them Dead”, que trata da dualidade fanatismo/intolerância, bem comum em nossos dias. No fundo, como você vê essa questão? Sério: os atos de intolerância estão cada dia piores, e não somente vindo de fundamentalistas muçulmanos, mas de outras religiões também. Parece que o mundo enlouqueceu de vez!

EL: A letra de “Kill Them Dead”, de fato, trata da dualidade fanatismo/intolerância, e teve por base um famoso artigo do grande Norberto Bobbio chamado “As Razões da Tolerância”. Achei que a destruição dos Budas de Bamiyan seria uma boa representação desse tema. Por tal razão, a arte da contracapa é praticamente idêntica à arte da capa, porém o Buda não aparece nela, pois, afinal, havia sido destruído. (existiam dois Budas e ambos foram destruídos, mas utilizamos a imagem apenas do maior). No lyric video dessa música foi feita uma animação da destruição. Foi difícil escrever sobre um tema tão complexo em apenas uma letra, como é difícil abordá-lo nesse curto espaço. Primeiro, é preciso distinguir entre a intolerância que decorre do desejo de monopólio da verdade, algo que não é exclusivo do fanatismo religioso, podendo aparecer até no meio acadêmico, muitas vezes apenas aparentemente neutro e puramente científico, e a intolerância com relação ao diferente, por exemplo, minorias e grupos sociais mais frágeis, como homossexuais. A letra cuida do primeiro significado de intolerância a que me referi e tão somente dentro do campo religioso. A intolerância religiosa tem crescido não apenas no Oriente Médio, mas em todo o planeta. Isso é alarmante, pois marca um(a) claro(a) retrocesso/estagnação civilizatório(a) já que a primeira aspiração aos chamados “direitos de liberdade” foi justamente a liberdade de crença religiosa, que motivou a Revolução Anglicana, se não estou enganado, lá pelo século XVII, antes mesmo da Revolução Francesa. Minha visão sobre o tema está bem exposta na letra da música, mas, aqui, repetiria o trecho em que escrevi que “o Estado Secular é o antídoto para o fanatismo”. Mesmo com todas as falhas que o Estado moderno e sua concepção apresentam, isso é o melhor que temos. E convém esclarecer que “Estado Secular” não é apenas aquele separado da religião, numa acepção estritamente omissiva, mas aquele que tem também o dever de assegurar a todos igualmente a liberdade de suas próprias crenças religiosas, numa acepção comissiva, isto é, que adote uma política pública de regulamentação por lei do gozo igualitário dessa liberdade individual e pratique atos concretos contra qualquer um que a afronte. Não é difícil ver que estamos a zilhões de anos-luz dessa realidade... Desculpe pela longa resposta, pois não quero soar professoral.


BD: Voltando a falar de música: como tem sido a recepção de “Assorted Evils” pelos fãs, imprensa, ou seja, o feedback? Está melhor, pior ou era aquilo que já esperavam?

EL: De fato, estamos recebendo um grande retorno num tempo muito curto, algo que até nos surpreendeu, em que pese trabalharmos duro para divulgar nossa música. Não apenas aqui no Brasil, mas já recebemos resenhas positivas, convites para entrevistas e inserções em programações de rádios na França, Austrália, Lituânia, EUA, Holanda e em alguns países da América do Sul. Por fim, embora a surpresa, nos sentimos confortáveis com a boa repercussão, pois trabalhamos sempre com planejamento e, exatamente por isso, estamos preparados para crescer e ganhar cada vez mais visibilidade, creio.


BD: Vocês estão escalados para o No Class Festival, onde tocarão com várias bandas nacionais, mais o ANGELCORPSE. E aí, como estão os preparativos e a vontade de tocar nesse show?  Particularmente, já vejo como algo matador, histórico em termos de RJ.

EL: Os preparativos vão a todo vapor e a vontade de participar desse evento é absurdamente gigantesca. Não é todo dia que se tem a oportunidade de subir no mesmo palco que FORCEPS, D.I.E, CAUTERIZATION, WOSLOM, REBAELLIUN, LACERATED AND CARBONIZED e ANGELCORPSE. Outra motivação é que, tendo em vista que o festival está sendo produzido em parceria pela No Class Agency e pela Cronos Entertainment, isso significa que será um evento de excelente estrutura tanto para as bandas como para o público. Retomando a pergunta anterior, nossa participação partiu de um convite da No Class Agency, o que, para nós, já é por si só um puta elogio e um estímulo para trabalhar cada vez mais forte. Também acredito que será um evento histórico, de que os headbangers do RJ falarão durante anos e anos e anos.



BD: E outros shows, mais alguns em vista?

EL: Quem cuida do nosso booking é a Over Metal Agency, do Phil Lima, parceiro que conta com nossa total confiança. Temos recebido algumas propostas e acredito que antes do No Class Festival outras datas já serão anunciadas, inclusive fora da cidade do Rio de Janeiro. Todos sabemos que as condições para tocar ao vivo no underground, por uma série razões, são muito duras. Tudo tem que ser muito bem planejado para que a experiência seja sempre proveitosa para a banda e para o público. Para trabalhar assim, você tem que aceitar que terá poucas datas, mas disso não abrimos mão. Por enquanto, a única data confirmada é o No Class Festival.


BD: Edu, você, assim como eu e alguns outros, somos daquela geração que conheceu o início do cenário underground carioca, os shows no Caverna II e Circo Voador, e bem como aquele sentimento da época, bem como algumas coisas ruins, como o radicalismo. O que acha que poderíamos resgatar de bom do passado, e quais as lições dele e do presente para termos um futuro melhor no cenário?

EL: Essa pergunta retoma o tema da intolerância. É visível que há atores da cena underground que se portam como se fossem os donos da verdade sobre “o que é ser metal”, o que pode e o que não pode. Mais uma vez, vejo isso com tristeza. Como disse antes, não que lá fora não exista intolerância (e dentro do underground, pense nos exemplos do white power e do NSBM), mas veja que os grandes eventos, realizados em nível profissional, são multifacetados, misturando bandas e públicos de variadas vertentes. Isso é um bom exemplo que deveríamos adotar sempre. Outro exemplo ruim do passado é a mentalidade de que “underground tem que ser tosco”. Mil vezes não. Ser um ator (banda, produtor, mídia, etc.) da cena underground não é desculpa para amadorismo. O lado positivo é que, mesmo assim, há inúmeras bandas excelentes nos mais variados estilos de Metal e que levam sua arte à sério e que, junto com esses poucas casas, produtores e público, conseguem manter a cena viva e pujante. Acredito que uma nova época começa a se desenhar na cena carioca, com muitos dos envolvidos adotando uma visão empreendedora e não se deixando seduzir cegamente pela paixão que temos pelo Metal, o que pode levar, por falta de racionalidade e excesso de emoção, à tomada de decisões equivocadas sobre os rumos a seguir. Acredito firmemente que estão sendo plantadas sementes para um futuro muito melhor. O próprio No Class Festival - Brutal Edition é uma prova disso.


BD: Sei que é consciente politicamente falando, então, gostaria que desse uma análise profunda do que estamos vivendo atualmente no Brasil: crise econômica, impeachment, estados e municípios falindo, Lava-Jato... Tudo isso da forma que uma pessoa com conhecimento mais profundo pode fazer.

EL: Agradeço pelo elogio, mas devo dizer que não sou um sábio, um oráculo ou qualquer coisa dessas. Sou apenas curioso e leio muito. Agora, é tanta merda acontecendo ao mesmo tempo no Brasil que é até maldade pedir uma análise profunda em uma única pergunta rsrsrsrsrsrs. Porém, perceba que todos os temas que você mencionou têm uma origem comum: a corrupção endêmica, sistemática e histórica. Ao invés de uma análise, vou dizer o seguinte: tem muita gente que se acha politizada, inclusive entre as bandas de Metal, mas, na verdade, é meramente partidarizada. Gente que tem “bandido de estimação” e adota raciocínios binários tipo esquerda X direita, socialismo X capitalismo e por aí vai. Esses pares de categorias - que foram importados - NUNCA serviram pra explicar satisfatoriamente as relações sócio-político-econômicas no Brasil. Quem acredita nisso deveria procurar por ovos de chocolate no quintal na Páscoa e colocar a meia na janela no Natal. O que existe é uma elite dividida em facções - cada uma delas tem integrantes divididos entre “virtuosos” partidos políticos e não menos “virtuosos” agentes econômicos - que lutam sem nenhum escrúpulo pelo poder para enriquecer às custas da riqueza produzida pela população. O fenômeno é complexo, pois a formação dessas facções é como as nuvens, mudando de forma a todo instante, e há agentes que são membros de mais de uma facção. Tem sido assim desde o Império e continua a ser assim nesta republiqueta de merda. Infelizmente, a verdade é que “o dinheiro faz o mundo girar”, mas na pior acepção possível. O poder econômico decide quem exerce o poder político e desse consórcio resulta quem será socialmente marginalizado e terá uma vida (?) desgraçada. A Constituição de 1988, a tal “Constituição cidadã”, que teria supostamente inaugurado uma “Nova República”, está exaurida e desmoralizada. A única solução é a indignação popular chegar ao ponto de tomar as ruas para exigir a convocação de uma Assembléia Constituinte, entre outras qualidades, cujos membros não possam ser detentores de mandatos eletivos nem integrantes dos 1o e 2o escalões da Administração Pública Federal, Estadual ou Municipal. É imprescindível que a sociedade civil, mesmo com toda a sua diversidade (olha o problema da intolerância aí novamente...), seja a protagonista desse processo. Para isso, porém, é preciso esquecer esse papo furado de coxinha X petralha: enquanto nos dividimos, ELES imperam. De certa maneira, essa situação é o tema da letra para a música “Antagonistic Hostility”.


BD: Mais uma: o VORGOK trabalha com a Roadie Metal Press na assessoria de imprensa. Quais suas impressões dessa parceria?

EL: Sim, nossa assessoria de imprensa está aos cuidados da Roadie Metal Press, do Gleison Jr. Essa parceria tem rendido muitos bons frutos, e certamente tem contribuído para a bom atenção que a banda tem recebido do público e da crítica especializada.


BD: Quero agradecer demais pela oportunidade, Edu, e o espaço é seu para sua mensagem final para nossos leitores.

EL: Gostaria de agradecer ao espaço para a entrevista e convidar os leitores para subscrever nosso canal no Youtube para receber notícias atualizadas da banda - não se preocupem porque não vamos encher o saco de ninguém com babaquices irrelevantes “pra estar em evidência”! Além disso, lá está disponível um videomenu em que é possível ouvir o álbum todo e acompanhar as letras em tempo real de execução. Também os convidados para nos seguir através do Instagram e do Facebook, onde é possível adquirir o CD físico e merchan. Por fim, nosso CD está disponível em todas as plataformas de streaming.  Fiquem ligados porque 2017 promete! Thrash on!

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Veja os vídeos para "Hunger" e "Kill Them Dead":