14 de out. de 2015

SPLEENFUL: Assista vídeo da faixa "Noir" ao vivo


A banda gaúcha SPLEENFUL liberou um vídeo da faixa "Noir" gravada ao vivo no último dia 27 de setembro, na Sociedade Orpheu, em São Leopoldo/RS. Na ocasião, a banda realizou o show de abertura do Moonspell após a passagem dos portugueses pelo Rock In Rio. "Noir" é uma das canções que estará presente no álbum que o SPLEENFUL está gravando, cujos detalhes serão anunciados em breve. O vídeo é de autoria da produtora Ex Inferis, de Porto Alegre, e em breve serão liberados mais trechos da apresentação. 


Comenta o vocalista Tiago Alano: "Ter a oportunidade de tocar com uma banda renomada como o Moonspell foi experiência incrível, definitivamente um marco para o SPLEENFUL. Tivemos uma ótima recepção do público e através do registro do show queremos mostrar a todos a experiência de assistir a banda ao vivo. 'Noir' é uma pequena parte do que está por vir, o material novo é mais complexo e pesado do que a sonoridade apresentada em 'Bittersweet', apesar de ainda manter nossas características principais."

Assista o vídeo:



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13 de out. de 2015

INSANE DEVOTION - Infidel (CD)

2015
Independente
Nacional

Nota 10,0/10,0

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Quem foi que disse que Metal extremo e inovações são coisas incompatíveis? Especialmente quando falamos em Black Metal?

No caso deste gênero do Metal, especificamente falando, ele possui características bem delineadas há quase 20 anos, mas dentro delas, é possível ser criativo e inovador, capaz de surpreender o ouvinte, e mostrar que a diversidade e experimentalismo em nada desvirtuarão o estilo, mas irão lhe dar nova vida e criar possibilidades que permitem que o Black Metal se renove, evolua e vá adiante. E um nome muito forte nisso é o do trio Curitibano INSANE DEVOTION, que após uma ausência de anos, retorna com tudo em "Infidel", seu mais recente álbum.

Após o Split "In Inferioribus Terrae" de 2000 (em que dividiu o CD com o SCORNER, outra banda de Maurício Laube, guitarrista/baixista/vocalista do trio), e o álbum "Slaves Will Serve" de 2005, a banda retorna, sempre fiel às suas raízes, mas agora, com uma forma mais bem trabalhada e muito mais diversificado, inclusive usando passagens e tempos que não são comuns ao Black Metal. Mas isso sem deixar de ser bruto, ríspido e agressivo. Basta olhar na diversidade de timbres vocais, guitarras que ditam os rumos e inclusive acrescentam melodias em muitos pontos, e teclados em orquestrações muito bem feitas, sem serem extremamente virtuosas, mas se encaixando perfeitamente. O baixo e a bateria (mesmo programada) dão peso e mostram uma diversidade de levadas e ritmos que vem de muitas e variadas influências musicais. Sim, eles ousaram e foram longe, e isso é excelente.

A produção é de Fernando Nahtaivel (tecladista/vocalista da banda) e Maurício, que deram uma sonoridade brutal e agressiva ao trabalho do INSANE DEVOTION, pondo bem em evidência o lado ríspido da banda, mas ao mesmo tempo, a qualidade é seca e com certa limpeza, permitindo-nos compreender o que eles estão tocando. E a arte de  capa de Chris Cold, mais a arte complementar de Maurício e Fernando para o layout e encarte ficou excelente, mostrando a idéia de sua música em uma arte sinistra. 

Insane Devotion
Acumulando a longa experiência no cenário musical do Metal em bandas como SCORNER, DOOMSDAY CELEBRATION, EVIL WAR, REVERENNCE e participações em várias bandas do estado, mais projetos paralelos em outros gêneros (Fernando tem um projeto de EBM/Darkwave chamado NAHTAIVEL), tudo isso deu ao trio uma diversidade musical bem grande, que sendo fundida em "Infidel", se mostra um dos melhores discos do ano, com belíssimos arranjos, boa dinâmica instrumental e é sempre cativante. E isso em seis faixas (sendo quatro mais longas, e duas nem tanto), outro ponto em que destoam do Black Metal mais conhecido, pois a banda usa tanta criatividade que uma música de maior duração que parece ter menos de 3 minutos. Nunca cansa os ouvidos. E ainda temos a participação de Ulisses "Mano" Rodrigues (ex-HECATOMB e  IMPERIOUS MALEVOLENCE nos backing vocals em "The Rite of Winter" e "Mass Murderer").

Son of Hate - Introduzida por riffs instigantes e belos teclados, a faixa vai em um crescendo arrasador (veja a presença de solos e baixo bem evidentes), até o surgimento de vocais em tom de lamento que fazem a atmosfera da canção ficar sinistra, então os vocais se tornam rasgados, e o andamento em meio tempo reforça o lado opressivo da banda. Então, começa um festival de mudanças de ritmo que vão do cadenciado terroroso à velocidade extrema, mas sem perder a coerência musical.

Obscure Blackened Night - Já começa arrasadora, pesada e rápida, com um belo trabalho das guitarras mais uma vez, que lembra o que a banda fez em "Slaves Will Serve". E reparem como os vocais de Moloch rendem muito bem, bem como os teclados de Fernando mostram algumas experimentações ótimas.

Bad Machine - Outra bem empolgante, com o baixo trovejando e belos teclados fazendo sons aterrorizantes para deixar o ouvinte arrepiado. A faixa transita entre Thrash, Death e Black Metal em sua composição, mais alguns toques de teclados e efeitos para lá de bem postados.

The Rite of Winter - Um pouco mais melodiosa e cadenciada, esta aqui começa opressiva e bela, graças aos belos riffs e orquestrações que dão aquele sabor fúnebre à canção, que logo ganha um andamento forte e ganchudo, em meio tempo, algo que BATHORY sabia usar muito bem na fase "Blood Fire Death". Óbvio que as melodias ficam evidenciadas, e vejam que solo de guitarra caprichado.

Standard Operating Procedure - Sendo a faixa mais curta do disco, é evidente que a violência é bem evidente logo no início, mas logo, um lado mais cadenciado e bem trabalhado aparece, com uma bateria mais técnica, mais vocais sussurrados e melodias ótimas nas guitarras.

Mass Murderer - Aqui, temos 12 minutos de uma faixa cheia de experimentações, mudanças de ritmo, com a banda mostrando a que vem. Tudo de uma vez só, como um imenso rolo compressor disposto a destruir qualquer barreira e/ou oposição ao seu trabalho. E que belas variações vocais, digamos de passagem. 

Um disco ousado, feito com muito cuidado e esmero. A versão digital se encontra disponível de graça no Bandcamp da banda (com encarte com letras, fotos, release, entre outros extras), mas a versão física tem, como um belo presente aos fãs de longa data (e aos novos também, claro), o álbum "Slaves Will Serve", pela primeira vez lançado em CD.

Não é um simples disco de Black Metal, mas um dos top 10 nacionais de 2015, com certeza.

Dúvida, caro leitor?

Ouça e tire suas próprias conclusões...



Músicas:

1. Son of Hate 
2. Obscure Blackened Night 
3. Bad Machine 
4. The Rite of Winter 
5. Standard Operating Procedure 
6. Mass Murderer 


Formação:

Fernando Nahtaivel - Teclados, vocais, bateria programada
A. Maurício Laube - Guitarras, vocais, baixo, bateria programada
Moloch - Vocais


Contatos:

Metal Media (Assessoria de Imprensa)

13/10/2015 - Armahda, Cerberus Attack, NervoChaos, It's All Red, Luis Kalil, Yekun, Benelli RW



Armahda: Heavy Metal e história do Brasil


É comum, dentro do público que acompanha o Heavy Metal, vermos várias críticas à falta de bandas que abordam temáticas brasileiras, o que mostra certo desconhecimento sobre o cenário local, tendo em vista ao crescente número de bandas que utilizam da riquíssima cultura do Brasil para compor, não só letras, como músicas e identidade das bandas.

Uma das bandas que mais se destacou nos últimos anos nesse interím, foi o ARMAHDA, que trata de temas regionais, históricos, lendas e folclore brasileiros. Tudo isso colocado em uma mistura de Heavy Metal Tradicional, com letras em inglês e português.


Em seu primeiro álbum, autointitulado, lançado em 2013, a banda se arriscou por temas pouco citados dentro do Heavy Metal, chamando atenção não só do público como da mídia especializada, recebendo elogios como “este álbum é grandioso e muito rico em detalhes e também em conhecimento histórico sobre o nosso país, além de possuir músicas para fazer qualquer headbanger sair batendo cabeça” (Whiplash!), “no campo lírico surge como um sopro de ar fresco mais do que necessário a cena nacional. Porque falar de Vikings e Gnomos, se temos uma história e folclores riquíssimos? Palmas para Renato e Maurício” (A Música Continua a Mesma), “uma das mais grandiosas obras já realizadas por uma banda nacional de heavy metal, cem por cento indicado pra quem gosta de metal de boa qualidade e se interessa pela história do Brasil” (Heavy Metal Brasil), entre outras.

Tratando de temas como Guerra de Canudos, Duque de Caxias, Revolução Armada, entre outros, a banda liberou as músicas para audição gratuita no Youtube, onde o ouvinte poderá acompanhar também a história por trás de cada letra.

A partir do dia 19 de outubro, traremos faixa a faixa todas as músicas do debut álbum, com suas respectivas histórias e comentários dos músicos. Acompanhe pelo site da Metal Media ou pela página da banda no Facebook.


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Cerberus Attack: ouça Split na íntegra


Os thrashers do CERBERUS ATTACK disponibilizaram gratuitamente em seu You Tube oficial seu mais recente registro: o Split ‘CranialAttack’.

O split é uma parceria entre o CERBERUS ATTACK e a banda Cranial Crusher, de São Bernardo do Campo. Para ouvir, visite:


Lembrando que o CERBERUS ATTACK, está preparando um novo trabalho. Será um EP e está previsto para o início do ano que vem. O trabalho está sendo gravado nos estúdios Surround, por Rodolfo Ferreira, e no E.s.t. Studio, com Jhon França.

Em 2014 o CERBERUS ATTACK também lançou um videoclipe para a música ‘From This Prision’, retirado exatamente do citado Split.



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NervoChaos: turnê norte-americana começa nesta semana


Depois de novamente marcar seu nome pelo underground europeu, o Tanque de Guerra Death Metal NERVOCHAOS, inicia mais uma fase de sua gigantesca turnê mundial. Agora pelos Estados Unidos.

As apresentações tem início nesta sexta-feira dia 16 de outubro e passará pelo país de costa a costa. Serão aproximadamente vinte shows ininterruptos até o dia 9 de novembro quando encerra a empreitada na cidade de Shreveport, no estado da Luisiana.

Para esta turnê exclusivamente, o baixista Felipe Freitas assumirá os vocais. Para reforço na guitarra foi recrutado Joachim Kremer, da banda americana Assassin.


Terminando a perna pelos EUA, o NERVOCHAOS volta ao Brasil onde já tem datas marcadas pelo país.

A turnê mundial foca na divulgação do trabalho mais recente do grupo, o álbum ‘The Art Of Vengeance’, lançado no Brasil pela Cogumelo Records e no mundo pela Greyhaze Records. Mais uma vez o trabalho foi aclamado como um dos melhores lançamentos do ano passado e novamente confirma a posição da banda como uma das principais do Brasil.

‘The Art Of Vengeance’ foi gravado no Rio de Janeiro no estúdio HR e conta com a produção do italiano Alex Azzali e arte de capa por Marco Donida. Do álbum foram tirados dois videoclipes, confira


Contato para shows e mercandise: nervo666@hotmail.com

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It’s All Red: ‘Lead By The Blind’ já está disponível


O terceiro álbum de um dos nomes que mais cresce na cena nacional, o gaúcho IT’S ALL RED, já está disponível para venda no Brasil.

Com o título de ‘Lead By The Blind’, o álbum foi gravado nos estúdios Red, Hibria e Suminsky, produzido por Rafael Siqueira e It’s All Red e também contou com a produção vocal de Iuri Sanson (Hibria).

A arte da capa contém um dos trabalhos da fotógrafa inglesa Rebecca Bentliff, o design foi feito por Daniel Siqueira.


O disco, que será lançado na Europa pelo selo inglês Secret Service Records, já está sendo vendido diretamente com a banda pelo email merch@itsallred.com, e em breve também estará nas melhores lojas especializadas do Brasil.

De ‘Lead By The Blind’ também foi retirado recentemente um videoclipe para a música ‘Integrate Forever’, com trabalho de gravação, direção e edição de Lucas Cunha.



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Luis Kalil: confira performance ao vivo no ‘Uprising Metal Fest’


O guitarrista LUIS KALIL acaba de disponibilizar dois vídeos de sua performance ao vivo durante o Uprising Metal Fest.

O primeiro vídeo é para a instrumental ‘The Chase’, que contou com o acompanhamento dos músicos: Leo Nunes (guitarra), Lourenço Gil (bateria) e Luiz Mário Moraes (baixo).


Já a próxima é o hit ‘Mr Fire’ que contou no show com os vocais de Jonathas Pozo, do SCELERATA.


O prodígio segue promovendo seu recém-lançado ‘Insight’ que vem colhendo citações de um dos melhores discos lançados neste ano.

‘Insight’ conta com oito faixas e teve a produção feita por Renato Osorio e a mixagem e masterização por Benhur Lima, ambos do Hibria. Iuri Sanson, também do Hibria e Edu Falaschi, ex-Angra, participam cantando em algumas músicas.

Interessados em adquirir o material, podem entrar em contato através do e-mail contactluiskalil@gmail.com ou adquirir digitalmente em lojas como Itunes, Amazon, Google Play, entre outras.

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Yekun: capa e mais detalhes de ‘The Boars Nest’


Já gravando o aguardado novo trabalho de estúdio, o YEKUN apresenta a capa de seu vindouro EP, que leva o singelo título de ‘The Boars Nest’.

A arte da capa ficou por conta do próprio vocalista JP Carvalho – também designer –, já conhecido no meio underground por seu trabalho dando “cara” à muitas bandas e publicações.


Novamente o grupo paulista prepara um EP e, sim, podemos esperar o que tem chamado atenção na música da banda: Música sem a menor chance de rótulos, que mistura desde o mais extremo metal, música brasileira, Stoner, Jazz, Soul, psicodelia e muito, muito peso.

O YEKUN está no estúdio Hardcaos para registrar quatro músicas. Novos detalhes serão apresentados em breve.

Lembrando que tanto o EP ‘Inside My Headache’, quanto o bootleg ao vivo ‘Live At Kaffeklubben’ estão disponíveis para download gratuito.




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Benelli Rock Wear: nova opção de estamparia alia preço, qualidade e demanda


A nova estamparia BENELLI ROCK WEAR está produzindo camisetas “Full Print” para as bandas do Underground.

Utilizando na confecção das camisetas a técnica de plotagem, que imprime diretamente a imagem no tecido, a riqueza dos detalhes das estampas produzidas são um dos destaques na qualidade do produto.

A grande diferença que a confecção oferece para as bandas são os pedidos sem exigência de quantidade mínima.

Criada e gerenciada por músicos que sabem das dificuldades de se conseguir material de alta qualidade, com um preço justo e com uma demanda flexível – isso mesmo, podendo fazer de uma a mil camisetas, por exemplo – a BENELLI ROCK WEAR entra no mercado para ser mais um ponto de crescimento da cena.

“Uma camiseta personalizada da sua banda ou 300, nós fazemos e garantimos a mesma qualidade. É claro, que, pedidos maiores tem preços mais atrativos para venda no varejo, mas nos adaptamos à vontade e disponibilidade financeira dos clientes.” – garante Marcelo Benelli, gerente.

Faça seu orçamento por um dos contatos:

Pedidos e informações: benellirockwear@gmail.com



Fonte: Metal Media

INSANE DEVOTION: pague o quanto quiser no novo álbum





Já com o material físico de ‘Infidel’ lançado, o INSANE DEVOTION disponibiliza para venda a versão digital de seu novo álbum em seu canal no Bandcamp.

Através do sistema do Bandcamp chamado “name your price” todos que quiserem ter o novo álbum em formato digital podem fazê-lo e ainda por cima pagar o valor que quiser, podendo até mesmo fazer download gratuíto. Para comprar desta maneira, visite o link:


‘Infidel’ também está disponível em formato físico. O trabalho pode ser encontrado diretamente com o grupo pelo Facebook ou e-mail e também em lojas especializadas. Lembrando que a versão física conta como bônus com o primeiro álbum ‘Slaves Will Serve’.


O INSANE DEVOTION acaba de apresentar uma música do álbum. Com o título de ‘Obscure Blackened Night’, o vídeo conta com cenas do filme Begotten (E. Elias Merhige).



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Fonte: Metal Media

OVERKILL: banda confirma shows em São Paulo e Curitiba




Shows fazem parte da turnê promocional do álbum “White Devil Armory” – foto: divulgação

Uma verdadeira aula de Thrash Metal! Esta é a expectativa para a nova passagem da banda norte-americana OVERKILL pelo Brasil. O grupo recentemente confirmou apresentações em São Paulo (05/12 – Clash Club) e Curitiba (06/12 – Espaço Cult).

Apesar de veteranos, Bobby ‘Blitz’ Ellsworth (voz), D.D. Verni (baixo), Dave Linsk (guitarra), Derek Tailer (guitarra) e Ron Lipnicki (bateria) continuam com a mesma energia e força devastadora do começo de carreira.

Neste momento, os músicos estão na estrada promovendo o elogiado novo álbum “White Devil Armory”, lançado em julho de 2014 via eOne Music (EUA) e Nuclear Blast Records (Europa). Este trabalho, gravado no Gear Recording e mixado por Greg Reely, que também havia trabalhado no disco antecessor “The Electric Age” (2012), atingiu na primeira semana de lançamento a 31ª posição no The Billboard 200 chart.

Os ingressos já estão à venda e custam R$ 90 (1º lote – pista meia/estudante), R$ 110 (pista promocional – 1º lote e R$ 180 (inteira – 1º lote). Os fãs interessados em garantir presença em ambos os shows podem adquirir seu ticket nos sites da Ingressos Para Shows, Clube do Ingresso ou Ticket Brasil. Mais informações no serviço abaixo

Sustentando o peso de já ter vendido milhões de discos, o OVERKILL vem dando belos tapas na cara dos críticos que, injustamente, esquecem de inclui-los dentro poderoso Big 4 com Metallica, Megadeth, Slayer e Anthrax. Protagonizando performances inesquecíveis, o quinteto evidencia porquê formam um dos melhores grupos daquele verdadeiro Thrash Metal sujo, técnico e de alta velocidade que arrebatou o Mundo tempos atrás.

Com 30 anos de carreira, esta será a terceira vez que o quinteto vem ao país. A última vez aconteceu há cinco anos atrás durante a “25h Annyversary Tour” e que celebra o aniversário do primeiro disco Fell the Fire. Apesar do show ter relembrado os tempos áureos de sua trajetória, o quinteto aproveitou a oportunidade para divulgar o seu 15º disco de estúdio “Ironbound”.



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Serviço São Paulo

Dark Dimensions orgulhosamente apresenta Overkill
Data: sábado, 5 de dezembro
Local: Clash Club
Local: R. Barra Funda, 969 – próximo à estação Marechal Deodoro do Metrô
Hora: 18h (open doors) | 20h (showtime)
Estacionamento ao lado: entre R$ 20 e R$ 30
Ingresso: Pista Meia: 90 (1º lote) | Pista Promo: 110 (1º lote) | Pista Inteira: 180 (1º lote)
Pontos de Venda:
Galeria do Rock: Lady Snake (sem taxa de conveniência)
Com taxa de conveniência: http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar


Serviço Curitiba

Dark Dimensions orgulhosamente apresenta Overkill
Data: domingo, 6 de dezembro
Local: Espaço Cult
Local: Rua Doutor Claudino dos Santos, 72 – Largo da Ordem
Hora: 18h (open doors) | 20h (showtime)
Ingresso: Pista Meia: 90 (1º lote) | Pista Promo: 110 (1º lote)



A/C Costábile Salzano Jr.

BENEDICTION: 25 anos do clássico “Subconcious Terror” com shows no Brasil em Novembro




Um dos pilares do death metal mundial, o BENEDICTION retorna ao Brasil, dessa vez para celebrar os 25 anos do clássico “Subconcious Terror”, seu bombástico disco de estreia, que trazia nos vocais, ninguém menos que Mark “Barney” Greenway, que mais tarde foi para o Napalm Death.

Os shows acontecem entre o final de Novembro e início de Dezembro, com as seguintes datas:

“Subconcious Terror - 25th Celebrate Tour 2015”

28/11 - Jaraguá do Sul - Brasil
29/11 - Rio de Janeiro - Brasil
03/12 - São Paulo - Brasil
04/12 - Asunción - Paraguai
07/12 - Bogotá - Colombia

Datas disponíveis a serem anunciadas/ Fechas disponibles a seren anunciadas

26/11 - TBA (To be announced)
27/11 - TBA (To be announced)
05/12 - TBA (To be announced)
06/12 - TBA (To be announced)

Para agendamento e demais informações:



“Subconscious Terror” foi lançado em Setembro de 1990 e trazia 9 tijoladas em forma de música, colocando no mapa o nome do BENEDICTION:. Até hoje é um dos discos mais influentes do gênero, com os hinos “Intro - Portal to Your Phobias”, “Subconscious Terror”, “Artefacted Irreligion”, “Grizzled Finale”, “Eternal Eclipse”, “Experimental Stage”, “Suspended Animation”, “Divine Ultimatum” e “Spit Forth the Dead”.

A formação trazia além de Barney, nos vocais, Peter Rew (guitarra), Darren Brookes (guitarra), Paul Adams (baixo) e Ian Treacy (bateria).

Atualmente a banda é formada pela dupla de guitarristas – e fundadores – Rew e Brookes, Frank Healy (baixo, que entrou na banda em 1991), Dave Hunt (vocal, também conhecido como V.I.T.R.I.O..L., da banda Anaal Nathrakh) e Ashley Guest (bateria)

Em 2013 estiveram no “Open The Road Fest II”, onde tocaram outro clássico da banda, na integra, “Transcend The Rubicon” (1993), que completava 20 anos naquele ano. Inúmeros foram os que se disseram arrepiados com o set.

Breve mais informações.


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Fonte: Lanciare

ASPHYX: vocalista convida os fãs para os shows na América Latina




Prestes a chegar para sua primeira tour na América Latina, batizada de “Krushing Latin American Tour”, o vocalista do ASPHYX, Martin Van Drunen, enviou um recado onde convida os fãs para uma verdadeira celebração do death metal:

Assista aqui:


As datas que a banda fará, são:

22/10 - Rio de Janeiro/RJ @Teatro Odisseia
23/10 - Brasília/DF @Churrascaria Floresta
24/10 - São Paulo/SP @Clash Club
25/10 - Curitiba/PR @John Bull Pub
26/10 - Santiago, Chile @Kmasu Premiere
27/10 - Buenos Aires, Argentina @Mvseo Rock
28/10 - Lima, Peru @Crypto Bar
29/10 - Mexico DF, Mexico @Multiforo Cultural Alicia
30/10 - San Jose, Costa Rica @Mundo Loco
31/10 - Medellin, Colombia @Altavoz Festival


Confira as páginas dos eventos com todas as informações, como serviço, no Facebook:




A banda é formada por Martin van Drunen (vocal), Paul Baayens (guitarra), Alwin Zuur (baixo) e Stefan Hüskens (bateria).

A produção é da Cronos Entertainment:




Fonte: Lanciare

AGE OF ARTEMIS: banda anuncia o guitarrista Jeff Castro no lugar de Nathan Grego





A banda AGE OF ARTEMIS informa uma mudança importante no line-up do grupo logo após se apresentar no festival Rock in Rio. O guitarrista Nathan Grego não é mais integrante da AGE OF ARTEMIS. Nathan teve que sair para cuidar de questões pessoais, mas continua amigo de todos na banda. Esse foi um dos fatores que levaram o guitarrista a não tocar junto com a banda no Rock in Rio, diga-se de passagem. O músico inclusive indicou para o seu lugar o guitarrista Jeff Castro, que tem no currículo passagens em bandas como Dark Avenger e Harllequin, além de trabalhar atualmente como professor do instituto de música GTR, em Brasília.

A AGE OF ARTEMIS agradece imensamente pela dedicação de Nathan Grego em todos estes anos, inclusive reconhece publicamente que as músicas da banda sempre seguiram uma linha de raciocínio baseado no talento nato do guitarrista. “Infelizmente tive que sair da banda neste momento tão importante e vencedor da Age of Artemis, mas foi por questões pessoais minhas. Continuo amigo de todos da banda, inclusive fiz questão de indicar meu parceiro de longa data, o grande guitarrista Jeff Castro, para seguir levando a banda para o topo, que é onde ela sempre deve estar. Peço para que os fãs da Age of Artemis apoiem a banda neste momento e sigam indo aos shows, comprando material oficial e curtindo as músicas. Agradeço o carinho de todos e sempre que possível irei ao show da banda para curtir e prestigiar os meus amigos”, disse o guitarrista Nathan Grego.

“Mudanças de formação normalmente são traumáticas, mas nesse caso ocorreu tudo na boa e foi mais tranquilo do que eu imaginaria anos atrás. O Nathan Grego é um gênio como compositor e guitarrista. O sucesso que a AGE OF ARTEMIS teve logo no começo é também graças ao seu talento. Felizmente, todos são amigos e entendemos perfeitamente o lado pessoal dele e o apoiamos em sua decisão. Ele ter indicado o Jeff Castro foi uma ato de grandeza e ficamos muito satisfeitos com o trabalho dele. Os fãs podem ficar tranquilos que não vamos deixar a peteca cair. A banda segue firme e forte em seus objetivos”, explica o vocalista Alirio Netto.

O baixista Giovanni Sena explica que essa transição na banda foi muito tranquila e garante que a AGE OF ARTEMIS virá mais forte do que nunca em 2016. “O Nathan é um grande guitarrista e compositor. Respeito demais sua decisão e apoio ele em todos os sentidos. O Jeff Castro é um excelente músico, a escolha foi perfeita e deu muita liga na banda, prova disso foi o nosso show do Rock in Rio que foi um sucesso. Nosso foco agora está no próximo álbum, que já começamos a compor. O Jeff irá participar do processo de composição e iremos divulgar aos poucos as novidades. Agradeço o carinho dos fãs, que sempre nos apoiaram em todos estes anos. Aguardem que a Age of Artemis vai crescer ainda mais no Brasil”, revela o baixista Giovanni Sena.

Para contratar a AGE OF ARTEMIS, entre em contato com a banda pelo site www.ageofartemis.com.br ou pelo e-mail ageofartemiscontato@gmail.com. Em paralelo, a banda segue em processo de pré-produção e composição do novo álbum que tem previsão para lançamento em 2016.

AGE OF ARTEMIS NO ROCK IN RIO 2015:

AGE OF ARTEMIS – You’ll See (Live Rock in Rio 2015) - https://www.youtube.com/watch?v=72NOSOJKuAM&feature=youtu.be

AGE OF ARTEMIS – Broken Bridges (Live Rock in Rio 2015) - https://www.youtube.com/watch?v=SZvKPTTHV3c&feature=youtu.be


AGE OF ARTEMIS – Line-up:

Alirio Netto (vocal)
Giovanni Sena (baixo)
Riccardo Linassi (bateria)
Gabriel T-Bone (guitarra)
Jeff Castro (guitarra)

Mais informações:



Fonte: TRM Press

THE ANGER: um passo à frente com "Black Eye"


Depois de 3 anos lançando demos gratuitas na internet, o THE ANGER resolveu lançar uma música nova em formato Single com a devida qualidade que os seguidores do projeto nas mídias sociais merecem. 

"Desde 2012 tenho produzido material com orçamento reduzido e mesmo assim tentando entregar ao público músicas com qualidade sonora interessante. A partir de 2015 pude iniciar um novo ciclo, incrementando meu equipamento, aperfeiçoando a parte técnica para voltar a colocar músicas na internet com uma qualidade de gravação superior às anteriores. Tudo isto fruto do aprendizado adquirido em alguns cursos de produção musical que realizei, da compra de softwares específicos que me levaram à percepção de que agora tenho bagagem para produzir minhas músicas sem depender de um estúdio profissional" conta Rafael Orsi, o mentor do THE ANGER.

A nova música "Black Eye" está disponível para audição no endereço www.cdbaby.com/cd/theanger, com opção de compra pelo módico preço de U$ 1,20. Toda a renda será revertida para um futuro álbum ainda sem previsão de lançamento.

Confira a arte de “Black Eye” abaixo:

O projeto do músico e compositor Rafael Orsi (Genocídio, Darkness in Flames, Invaders) segue o formato one-man band, onde ele mesmo grava todos os instrumentos e vozes. Nas letras, expressa todo seu descontentamento com o mundo, abordando os temas que mais lhe desagradam. As demos anteriores permanecem gratuitas e disponíveis no site da banda.



Fonte: THE ANGER

12 de out. de 2015

MAVERICK - The Motor Becomes My Voice (CD)

2015
Nacional

Nota 8,5/10,0

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Muitos headbangers tem o costume de elogiar apenas bandas de Metal dos anos 80, esquecendo (ou querendo ignorar) a importância de vultos nos 90. Sinto muito, mas contra fatos não há argumentos, logo, bandas como PANTERA, FEAR FACTORY e tantos outros ajudaram a criar novas sonoridades. Não que o velho seja ruim, longe disso, mas o novo também é excelente. E provando o valor das novas gerações, eis que se São José do Rio Pardo (SP), vem o ótimo quarteto MAVERICK, cuspindo sua fúria em "The Motor Becomes My Voice", seu primeiro álbum, saindo do forno agora pela Shinigami Records.

Aqui, temos a fúria explosiva do Thrash Metal anos 80 associada ao Groove renovador dos anos 90, muito bem misturado e personalizado. E digamos de passagem: a música da banda é intensa, transpirando fúria, mas muito bem arranjada e bem feita. Reparem que os vocais urrados possuem uma influência clara de bandas como PANTERA e MACHINE HEAD, sem soarem como uma cópia; as guitarras são pesadas e agressivas em riffs bem trabalhados e cheios de Groove, e solos melodiosos; e a cozinha rítmica da banda mostra peso e energia, guiando os tempos da banda de forma coerente e com bom nível técnico. É algo pesado, intenso e ótimo aos ouvidos.

Gravado e produzido nos estúdios Atthena's, em Poços de Caldas (MG), a qualidade sonora da banda é bem feita e limpa, com cada instrumento em seu devido lugar e com timbres bem escolhidos. E é até mais limpa que a maioria das bandas do gênero preferem fazer, mas isso lhes deu um toque a mais de personalidade. E a arte feita por Gabriel Sernaglia (guitarrista/vocalista do quarteto) é simples, mas direta e reta ao ponto.

Ótimas variações rítmicas, riffs com boa técnica e sempre com muita energia, arranjos bem feitos (mas sem deixar que as músicas soem mecânicas), podemos dizer que o MAVERICK realmente sabe o que faz e onde quer chegar com sua música.

Nas sete faixas do CD (já que "V8" é uma introdução), a banda se sai muito bem, criando um trabalho que, embora não seja inovador, é ótimo e tem personalidade.

Maverick
Upsidown - Pesada e brutal, possui mudanças de andamento ótimas, fora um trabalho muito bom de guitarras (são riffs e mais riffs intensos e raçudos).

Motor Becomes My Voice - Outra em que a massa sonora é intensa e furiosa, guiada por guitarras insanas e vocais urrados que chegam a causar incômodo nos ouvidos dos menos acostumados. E que boa participação dos backing vocals.

Shadows Inc. - Um pouco mais melodiosa e cheia de grooves, com mudanças rítmicas, mas o andamento no geral é mais cadenciado, deixando aquela sensação opressiva em nossa mente. Destaque para a cozinha rítmica, que se mostra forte e precisa mais uma vez.

Disorder - Outra com belas passagens cadenciadas e ótima participação da bateria (reparem o trabalho de pratos e bumbos), mas sem deixar para trás o ótimo trabalho das guitarras ou dos vocais (que realmente estão insanos e cheios de fúria aqui).

Karma Extinction - O estoque de ótimos riffs do quarteto parece não ter fim mesmo, pois nessa canção onde o andamento é bem dinâmico e a canção é repleta de grooves, as guitarras mostram mais uma vez um trabalho muito bom. 

Dehumanized - Uma das melhores faixas do disco. A fórmula é a mesma das outras faixas, mas vemos uma coleção de riffs ótima, além dos vocais estarem muito bem postados. E observem como as mudanças de andamento se encaixam perfeitamente, sem destoar.

Scarecrow - A pancadaria rola solta nesta faixa que encerra o CD, onde a banda como um todo está muito homogênea, e onde mais uma vez, temos uma excelente coletânea de riffs que transitam entre o velho e o novo sem pudores.

Enfim, o MAVERICK realmente mostra um ótimo trabalho em "The Motor Becomes My Voice", mas pelo visto, ainda tem potencial neles para irem mais longe ainda.

Eu acredito.






Músicas:

01. V8
02. Upsidown
03. Motor Becomes My Voice
04. Shadows Inc.
05. Disorder
06. Karma Extinction
07. Dehumanized
08. Scarecrow


Banda:

Gabriel Sernaglia - Vocais, guitarras
Caio Henrique - Guitarras
Lucas Silva - Baixo
Gustavo Polississo - Bateria


Contatos:

11 de out. de 2015

FÚRIA LOUCA - On the Croup of the Sinners (Part II) [CD]

2015
Voice Music
Nacional

Nota 10,0/10,0

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Existem dois aspectos que andam em alta no Metal nacional que andam ótimos: primeiro de tudo, o Hard/Sleaze Rock anda aparecendo cada vez mais em nosso país, como ótimos trabalhos. E o segundo é que São Luís, terra que nos trás à mente lembranças tristes do M.O.A., cada vez mais está mostrando bandas excelentes. JACKDEVIL, BRUTALLIAN, PÚRPURA INK, e agora, o Metal Samsara tem o enormes prazer de receber mais uma vez o excelente quinteto FÚRIA LOUCA. Sim, dois anos após "On the Croup of the Sinners", eles retornam à carga com "On the Croup of the Sinners (Part II)", que é tão bom como a primeira parte.

A banda continua fazendo aquele Sleaze/Hard Glam de primeira, sempre com energia e boa dose de agressividade, que lembra aquela fórmula usadas pelas bandas californianas do gênero nos anos 80: uma dose enorme de energia, melodias muito bem encaixadas, refrões de fácil assimilação pelo ouvinte. Mas dessa vez, a banda volta um pouco mais polida, com alguns toques de AOR em alguns momentos. Ou seja: continua com o mesmo jeitão, só um pouco mais refinado. E assim o disco é algo de maravilhoso e envolvente.

Gravado, mixado e masterizado no estúdio Base 17, com produção do próprio quinteto, o resultado final é uma qualidade sonora melhor que no "On the Croup of the Sinners", com melhor definição sonora, mais clara, mas sem limpar demais aquele som sujo necessário ao gênero. E assim, a equação peso X melodia ficou em um ótimo equilíbrio, além de conseguirmos entender cada instrumento separadamente.

A arte da capa, mais uma vez, é de Ronílson Freire, e novamente temos Ella, o mascote-símbolo do grupo, presente e disposta a causar terror nos mais desavisados. E a arte, ficou realmente bem legal, assim como o layout, usando simplicidade muito interessante nas letras, e uma colagem de fotos de shows ao vivo ótima.

Fúria Louca
Como dito acima, o FÚRIA LOUCA mostra-se mais polido que antes, mas não se enganem, pois a energia continua intocada. Basta repararem que os arranjos do grupo estão em alto nível, nada espalhafatosos em termos técnicos (o que eles nem precisam), fazendo com que as canções soem como uma unidade. Mas se preparem, pois o disco é viciante.

Novamente, a banda capricha nas músicas (sem que deixem de soar espontâneas), e fica difícil de escolher uma favorita aqui. É por o disco para tocar na função "repeat all" e se divertir.

The Criminal Novel - O disco já começa empolgante, com um andamento levado em tempo mediano, com belos riffs e vocalizações caprichadas, além de backing vocals e refrão grudentos. É uma das melhores do CD, além de ser bem acessível.

Love You at Pieces - alternando momentos mais lentos e calmos com outros mais cheios de energia, é outra bicuda Hard, com um refrão excelente e bem grudento (mais uma vez belo jogo entre vocais principais e backing vocals), com a base rítmica mostrando excelente trabalho (veja os arranjos de baixo, que estão fugindo da marcação pura e simples).

Rock Fever - Mais dura e pesada, com algumas contribuições de teclados logo no início, é um dos pontos altos do disco. E que refrão excelente e ganchudo, e novamente, baixo e bateria mostram a que vieram, com peso e boa condução da base. E se essa não grudar em você, meu caro, melhor ver se seu coração ainda bate...

Heart Mind and Soul - É uma belíssima balada. Adornada com belos vocais, cordas limpas, temos uma canção muito bem composta, com a presença de belos arranjos de pianos.

On the Croup the Sinner - As guitarras e baixo já entram em plena potência. Temos riffs pesados e agressivos, mas que não estragam o lado mais acessível da canção. E os solos são eficientes, melodiosos e na medida certa.

Cohatrac City - Cantada em nosso idioma natal, a canção mostra um lado mais Rock'n'Roll descompromissado, mesmo com a alta velocidade dos andamentos. E mais uma vez, as guitarras se destacam, inclusive com o uso de duetos à lá MAIDEN. Outro ponto alto do disco

Wild Horse Sittin Bull - A banda pega mais pesado aqui, mais agressivo, sem deixar de ser acessível. E veja como as guitarras usam sobriamente o pedal "wah-wah", mas que encaixam como uma luva na música. E reparem como os vocais estão em grande forma.

Junkie to the Noise - Como esses caras sabem compor riffs e refrões que grudam em nossas mentes! E novamente, aquelas guitarras típicas de Rock and Roll, que se agarram a nós e não largam mais.

Smiling Cat - Um pouco mais cadenciada e com toques mais modernos, e com muito peso aliado às melodias, algo que o SKID ROW fazia com maestria em seus tempos áureos. Outra vez, baixo e bateria se destacam, pois a base está bem pesada, mas inteligente.

Back to the Outerspace - Fecha o disco com chave de ouro, uma canção bem mais calma e acessível que as outras, beirando o Rock'n'Roll mais comercial. Belo trabalho, mais uma vez dos vocais e backing vocals, sem falar que a estética musical é ditada toda pelo trabalho ótimo das guitarras.

O FÚRIA LOUCA mostra mais uma vez que sabe o que faz, o que quer de sua música, e quem sai ganhando somos nós, os fãs e ouvintes.

Tem cara de ser um dos melhores discos nacionais do ano.



Músicas:

1. The Criminal Novel
2. Love You at Pieces
3. Rock Fever
4. Heart Mind and Soul
5. On the Croup the Sinner
6. Cohatral City
7. Wild Horse Sittin Bull
8. Junkie to the Noise
9. Smiling Cat
10. Back to the Outerspace


Banda:

Henrique Sugmyama - Vocais
Hugão Away - Guitarras
Allex Kyel - Guitarras
Tiago Guinevere - Baixo
Ronaldo "The Truck" Lisboa - Bateria


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