A banda Innocence Lost e a MS Metal Records confirmaram o lançamento da versão física do debut EP do grupo, Human Reason.
O material será lançado no próximo dia 15 de junho (sexta-feira) e terá tiragem limitada, mantendo assim o seu caráter promocional, e será comercializado nas apresentações do grupo pelo Brasil em 2012.
Para adquirir uma cópia do EP Human Reason, basta entrar em contato com a banda através do e-mail: falecom@juancarlos.com.br.
Para mais informações sobre referida promoção e também sobre as atividades da banda Innocence Lost, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalpress.com.
Após a passagem de nomes como Eluveitie, Finntroll, Týr, Cruachan e Arkona, chegou a vez do público brasileiro reencontrarem os finlandeses do Korpiklaani. O grupo está de volta para uma série de shows pelo país e, na bagagem, trarão os seus compatriotas do Enthring.
Direto do estúdio de ensaio, ambas as bandas deram uma pausa nos preparativos para esta excursão para convidarem os fãs a prestigiarem suas apresentações pelo Brasil.
07/06 - Korpiklaani - Salon Reducci - Buenos Aires, Argentina
07/06 - Enthring + Claustrofobia - Tribal Club - Santos, Brasil
08/06 - Korpiklaani - Music Hall - Belo Horizonte, Brasil
08/06 - Enthring - Bar Barka Madarock, Hortolândia, Brasil
09/06 - Korpiklaani + Enthring - Clash Club - São Paulo, Brasil
10/06 - Korpiklaani + Enthring + Hugin Munin - Music Hall - Curitiba, Brasil
12/06 - Korpiklaani - Beco - Porto Alegre, Brasil
12/06 - Enthring - Blackmore Rock Bar, São Paulo, Brasil
13/06 - Korpiklaani - Buzz Live - Montevidéu, Uruguai
Os ingressos para todas as apresentações acima continuam à venda. Confira mais informações sobre pontos de venda e ingressos em http://theultimatepress.blogspot.com.
Neste momento, o Korpiklaani é formado por Jonne (vocal/guitarra), Cane (guitarra), Jarkko (baixo), Matson (bateria), Juho (acordeom) e Hittavainen (violino) e está em plena turnê de promoção do álbum Ukon Wacka.
Já o Enthring, nova sensação no cenário metal escandinavo, conta com Petteri Eväsoja (guitarra/vocal), Tommi Suutarinen (guitarra/vocal), Henri Kotipelto (baixo) e Toni Paananen (bateria) e está promovendo o álbum The Grim Tales of the Elder. Recentemente, o quarteto concedeu entrevista exclusiva à Rock Brigade. Confira em http://bit.ly/JXij4o.
O Enthring é audição indispensável para os fãs de Dimmu Borgir, Ensiferum, Children Of Bodom e Equilibrium.
Endereço: Rua Barra Funda, 969 - Barra Funda - São Paulo
Tel: (11) 3661.1500
Abertura da Casa: 18h30min
Bandas de Abertura: Enthring
Showtime Korpiklaani: 21h (pontualmente)
Ingresso:
1° lote pista R$ 80,00 (meia entrada e promocional)
1° lote camarote: R$ 100,00
Ponto de Venda:
Bilheterias da Clash Club
Galeria do Rock: Consulado do Rock (11) 3221.7933, Die Hard 3331.3978, Paranoid 3221.5297, Mutilation Records 3222.8253, Profecias 3333.2364 - Av. São João, 439
Santo André: Metal CDs - Rua Dona Elisa Flaquer, 184 - Centro - (11) 4994.7565
14/07 - Shadowside – Araraquara Rock Festival - Araraquara/SP
15/07 - Shadowside – Stonehenge Rock Bar - Belo Horizonte/MG
20/07 - Shadowside – Jack Music Pub - Bauru/SP
21/07 - Shadowside – TBA
21/07 - Confronto + Matanza – República Music Hall, Taubaté/SP
29/07 - At the Gates – Hangar 110 - SP/SP
01/09 - Sepultura – Suzaninho - Suzano/SP
Além dos shows, a The Ultimate Music - Press assessora as bandas Sepultura, Krisiun, Shadowside, Confronto e Hugin Munin. Para mais informações, acesse http://theultimatepress.blogspot.com.
O que se pode esperar quando músicos reconhecidos reúnem-se em um super grupo?
Em geral, 90% dos fãs das bandas de onde os músicos vieram dão com os burros n’água, já que é quase sempre certo que estes (os músicos) querem fazer algo diferente do trabalho que levam adiante em seus grupos, logo, pode ser que muitos fãs de Arch Enemy, Mercyful Fate, Spiritual Beggars, Witchery, Soilwork, Mean Streak, Blinded in Bliss e Jupiter Society se decepcionem com o disco Internal Affairs, do The Night Flight Orchestra, que reúne membros delas, sendo os nomes mais centrais os de Björn ‘Speed’ Strid e o de Sharlee D’Angelo.
A sonoridade da banda é diametralmente oposta ao que estamos acostumados a ouvir vindo deles, já que a sonoridade vista aqui é um Rock and Roll clássico, com fortes nuances de Pop, Funk (pelo amor do Papai lá de baixo, não é ‘aquilo’ que se vê no Rio de Janeiro!) e Soul setentistas, com referências ao trabalho de Alice Cooper, Bruce Springsteen, Boston, Journey, Mother's Finest, Sweet e Fleetwood Mac, mas bastante personalizado, e, sem sombra de dúvidas, ótimo.
A produção, apesar de límpida, deixa fluir a veia setentista da banda sem problema algum advindo das diferenças entre a gravação analógica e a digital, logo, a música da banda soa bastante visceral, atual e com vida, sem absolutamente nada de enlatado.
É pôr o disquinho para tocar e ter uma impressão bem revigorada e fresca, de uma musicalidade com bastante requinte e vida nas 11 faixas do CD (12 se for a versão Digipack), onde se destacam bastante Siberian Queen, vibrante e com ótimo trabalho das quatro cordas; a energética e forte Californian Morning, contagiante e com excelente trabalho das guitarras; a bela Glowing City Madness; a rocker West Ruth Ave, que foi uma das faixas usadas na pré-divulgação do disco, com bastante ‘groove’ Soul dos anos 70, e um refrão maravilhoso; Miami 5:02, um Rock and Roll pesado e mais vigoroso, mas sem perder a noção de forte melodia; a ‘Funky’ Internal Affairs, que os mais velhos terão lembranças oriundas da Disco Music dos anos 70, sem sombra de dúvidas, já que há toques de Earth, Wind and Fire aqui e ali; Montreal Midnight Supply, outra faixa mais pesada e forte, com bons teclados se sobressaindo aqui e ali; Green Hills of Grumslöv, que é uma semibalada, mais sensível e mostrando bastante versatilidade no trabalho do quinteto. Para os que pegarem a versão bônus, American High é realmente uma faixa que valerá a pena o esforço de gastar um pouco mais de dinheiro, e sem remorsos.
Um dos melhores discos do ano, mas ainda devem manter em mente: esta banda nada tem com os outros trabalhos onde os músicos estão envolvidos.
A Noruega ficou conhecida no mundo inteiro após toda a polêmica ocorrida devido à queima de igrejas entre 1992 e 1993, e então, houve uma verdadeira invasão dos estilos mais extremos no país, mas após uma assentada na poeira, eis que surgiu por lá, em meio ao sucesso do Power Melódico um ótimo talento: Jørn Lande, que tem trabalhos no Ark e no Masterplan (apesar de ter cantado em outras bandas antes dessas), tem mantido uma carreira solo com sua própria banda, Jorn, em uma constante de bons trabalhos desde 2000, e que nos chega com mais um em Bring Heavy Rock to the Land, que acaba de sair. E não, o nome do disco não é um trocadilho com o sobrenome de Jørn.
O trabalho em si é um pouco mais do bom e velho Hard’n’Heavy pesado com ares de anos 80 que já nos acostumamos a ouvir da banda, elegante e forte, com ótimas melodias e sem ser agressivo, sempre apoiado na ótima voz de Jørn, mas a banda inteira é muito boa, pois as guitarras são bem pesadas e melodiosas, sejam nas bases ou nos solos, baixo firme e com momentos aqui e ali mais virtuosos, e bateria firme e pesada, sabendo manter o andamento sem problemas.
A sonoridade que sai dos falantes é bem forte, intensa, limpa e pesada, graças à produção sonora bem feita por Jørn, e na mixagem e masterização, onde a presença de Tommy Hansen deixa cada instrumento em seu devido lugar, sem embolar e perder peso. A arte do CD, como sempre, é muito bem elaborada, bem feita e acabada.
Sonoramente, não esperem algo muito diferente do que a banda já fez antes, embora pareça mais maduro e a sonoridade esteja um pouquinho mais acessível, porque há um feeling Rock and Roll de raiz aqui e ali, como na pesada faixa que abre o CD, Bring Heavy Rock to the Land, com aquele climão forte da carreira solo do God Ronnie James Dio, especialmente pelo andamento não tão rápido que privilegia o peso, o que é visto também na ótima A Thousand Cuts; a versão para a música Ride Like the Wind, de Christopher Cross, embora os arranjos também puxe bastante para a feita pelo Saxon nos anos 80; a semi-balada The World I See, que alterna momentos lentos e sensíveis com outros mais pesados; a versão para Time to Be King, do Masterplan, que ficou em uma versão mais limpa, um pouco menos pesada e mais acessível aqui, mesmo sem teclados, mas muito boa; a energética e contagiante Ride to the Guns, com o baixo fazendo um trabalho bem ‘maideniano’, pois a canção lembra bastante o que se viu na NWOBHM, e com um refrão bem legal e empolgante; a acessível balada obrigatória Black Morning, que mostra o lado mais comercial da banda, embora a voz de Jørn mostre-se bastante versátil na música; e I Came to Rock, essa muito cheia de elementos de Rock and Roll, mas pesada e com muito punch. Para os afortunados, ainda existe uma bônus em Live and Let Fly, que mantém os mesmos elementos vistos nas outras faixas do CD.
Em suma, mais um bom trabalho da banda, sendo que aqueles que são fãs continuarão sendo-o, mas quem não, pode ter belas surpresas com o CD.
Você entra em um lugar iluminado por tochas e velas, com comidas características, pessoas com roupas antigas e duelos de cavaleiros, você está na Idade Média, certo? Errado. Você está em Cosmópolis, São Paulo, curtindo mais um show dos bardos brasileiros do Lothlöryen.
Foto: Hernandez 'El Toro'
"É sempre um enorme prazer tocar no Jantar Medieval promovido pelos nossos brothers do Taberna Folk. É um evento que cresce a cada ano e esse ano foi um sucesso absoluto em todos os aspectos", comenta Leko Soares.
O grupo se apresentou em um formato especial, acústico, o que deixou o clima do evento ainda mais especial. “Apesar de procurarmos deixar nosso som cada vez mais pesado, gostamos muito deste formato acústico que apresentamos, além de criar um clima mais intimista, apresentamos músicas em versões bem diferentes do que as pessoas estão acostumadas a ouvir e mostramos que continuamos sendo uma banda de Folk na essência".
A banda disponibilizou dois vídeos da apresentação no Jantar Medieval, confira:
Blood Brothers (Iron Maiden cover):
When Madness Calls
O grupo também disponibilizou algumas fotos desta apresentação: Fotos
O Woslom está de volta ao Brasil, e em suas malas os músicos trazem algo mais do que equipamentos musicais e recordações. Trazem o sentimento de dever cumprido, de terem representado o nome da música pesada brasileira.
“Foi uma experiência única pra nós, nos sentimos mais banda do que nunca. Agradecemos especialmente ao Xandão Brito (Onfire Booking) que nos acompanhou nestes 40 dias e que hoje é mais que um amigo, mas um irmão. Nossa parceria fez com que a tour fosse extremamente bem sucedida”, comenta Fernando Oster baterista do Woslom.
Foram 25 apresentações, de 19 de abril até 27 de maio, passando por 10 países. O Woslom marcou presença em alguns festivais com destaque para o SWR Barroselas em Portugal, Emmen Festival na Holanda, Fields of Metal na Bélgica e ao lado de Entombed na Suécia.
“Chegar em um país europeu e ver o público gritar o nome da sua banda e cantar Time to Rise ou pedir Mortal Effect é inexplicável”, comenta Silvano Aguilera, vocal e guitarra.
“Conhecemos gente nova a cada dia e no nosso coração ficam os portugueses do Hunted Scriptum que nos acompanharam por três semanas. Estes são irmãos de verdade!” acrescenta Francisco Stanich Jr., baixista da banda.
Agora no Brasil o Woslom se prepara para mais uma despedida, o encerramento da turnê de ‘Time To Rise’ no Blackmore Rock Bar, adiantado para o dia 29 de junho. Este será o único show da banda na capital paulista este ano e por isso o grupo está preparando algo bem especial em comemoração e agradecimento a todo o sucesso que o álbum Time To Rise conquistou nestes quase 2 anos de lançamento.
“Continuaremos a fazer shows esporadicamente até o lançamento do novo álbum, mas este do dia 29 sem dúvida será especial, vamos contar com alguns amigos que fizeram parte das nossas vidas nos últimos 2 anos” relembra Rafael Iak, guitarrista.
O show terá, além das músicas da banda, músicas do “Brazilian Underground Project”, e vários convidados especiais tocarão as músicas do grupo ao lado da banda. A apresentação ainda conta com a presença da banda Damage Inc (Metallica Tributo) fazendo um show especial.
A coluna Setup Drums é um espaço para bateristas e simpatizantes do instrumento, que será atualizada semanalmente no site oficial da banda, lançado recentemente. Além da ‘Setup Drums’, o site contará com as colunas ‘Distortion Addict’ por Lucas Antonucci, ‘Band2Band’ por Daniel Lucas e ‘ As Peripécias do Lelezzy’ por Wesley Ribeiro.
Para conhecer o site e a coluna ‘Setup Drums’ visite: Coluna do Chris
Depois das ótimas críticas recebidas pelo seu EP Bloodshed and Violence, o Ancesttral se volta completamente para a finalização de seu material para o novo trabalho.
Sucessor do aclamadíssimo The Famous Unknown, o novo trabalho promete ser ainda mais pesado e variado, “estamos mais experientes como pessoas e mais entrosados como banda, isso facilitou a criação das músicas e nosso direcionamento em geral” comenta o baixista Renato Canonico.
“Já temos quase todas as músicas prontas, faltam apenas alguns ajustes que levaremos para a pré-produção, creio que o pessoal que curtiu nossos trabalhos anteriores não se decepcionará com este novo play”, finaliza o guitarrista e vocalista Alexandre Grunheidt.
Para quem ainda não conhece o trabalho do Ancesttral e para os fãs que ainda não baixaram o novo trabalho, o EP Bloodshed and Violence está disponível para download gratuito pelo link: Bloodshed and Violence
Pouco a pouco o Angry vai conquistando espaço com seu Thrash Metal pra lá de agressivo e técnico na medida certa. O grupo confirma seu primeiro show em terras cariocas.
O show em questão acontece este fim de semana, mais precisamente no domingo dia 3, no Calabouço Heavy & Rock Bar (R. Felipe Camarão, 130 – Vila Isabel). O evento conta ainda com as bandas Thrashera e Vociferatus.
“Sabemos o quanto a cena do Rio é importante para o Brasil e é uma honra poder tocar por lá!” comenta a banda. Este show faz parte da turnê de aquecimento para o álbum novo, ainda sem data de lançamento, mas esperado para breve.
Contato para shows e merchandise: bandaangry@gmail.com
Uma das melhores coisas do Metal Tradicional ainda é que o estilo, mesmo após tantos anos, preserva sua identidade e características, mesmo com várias bandas levando-o a novos patamares, e é muito bom ter ambos os casos: bandas inovadoras e as mais tradicionais.
O quinteto Syren, do Rio de Janeiro, é mais um ótimo grupo que faz um Metal Tradicional mais de vanguarda, aliado a nuances um pouco mais recentes, ou seja, não soa datado ou sem identidade, mas com bastante vigor e energia, sem nunca abrir mão de melodias fortes e bastante contagiantes, e que chega a todos nós com seu primeiro CD, cujo nome inspira confiança no conteúdo musical: Heavy Metal.
Fortes vocais numa escola Halford/Dickinson/Tate, mas com personalidade, sabendo dosar agressividade e melodia de forma bem equilibrada, guitarras agressivas (tem horas que as bases chegam a beirar o Thrash Metal sem pudor algum) e melódicas muito bem tocadas, baixo bem pesado e firme na marcação (embora também mostre seus talentos), e a bateria pesada e bem variada, tendo em vista a experiência do time, já que estão aqui Marcos Kult (Coldblood) e D. Arawnn (ex-Unearthly, atual Magogue), logo, eles sabem o que fazem.
Apoiados por uma produção sonora firme, que é bem limpa, mas sem perder peso e garra, a banda executa seu som de forma bem clara e intensa, permitindo que todos os instrumentos sejam ouvidos com clareza, e soando como um todo.
Ao se pôr o disco no aparelho, temos a impressão de acharmos uma ótima banda, capaz de satisfazer aos fãs de Metal sem problemas, pois canções como a pesada e forte Blindfold, bem trabalhada e pesada; Devilroad, aquele típico Metalzão não tão veloz, mas cheio de energia e melodia, com ótimas guitarras e vocais, sendo que os mesmos elementos são encontrados na bela The End, que apesar de um pouquinho mais cadenciada, tem forte emotividade nos vocais e excelente trampo da cozinha baixo-bateria; a tijolada Stay Alive, bem forte e agressiva, com alguns momentos mais etéreos aqui e ali; a ótima Last Train to Hell, cuja agressividade salta os olhos; a cadência e peso de Heavy Metal também são de saltar os olhos, assim como também é visto em Keep Walking, essa mais melodiosa; e Odissey, com belíssimo duetos de guitarras em meio a uma composição forte e densa.
São discos assim que nos levam a reconhecer o mérito do Metal brasileiro, e a fazer um questionamento sincero: por que muitos ainda acreditam na dicotomia Metal Nacional X Metal Gringo, se todos somos fã de Metal?
E para instigar os leitores, nada melhor que dois sons da banda.
Ihsahn, eterno ex-vocalista da lendária banda de Black Metal Emperor, acaba de disponibilizar um Teaser com trechos do novo CD da banda, Eremita, que sairá em 18 de Junho pela Candelight Records.
O tracklist do disco é:
01. Arrival
02. The Paranoid
03. Introspection
04. The Eagle And The Snake
05. Catharsis
06. Something Out There
07. Grief
08. The Grave
09. Departure
10. Recollection (apenas na edição de luxo)
O disco conta ainda com as participações de: Tobias Ornes Andersen (Leprous), Jorgen Munkeby (Shining da Noruega), Jeff Loomis (ex-Nevermore), Devin Townsend, Einar Solberg (Leprous) e Heidi S. Tveitan (StarofAsh). A arte do disco foi feita pelo designer espanhol Ritxi Ostariz.