20 de jun. de 2017

MAGISTER - The Art of Changes (Álbum)


2017
Nacional

Nota: 9,1/10,0

Tracklist:

1. The Endless Path
2. Over the Rainbow
3. Close to the Secrets
4. The Art of Changes
5. Getaway
6. Shadows of a Dream: I. Cold Fever
7. Winding Star
8. Unfolding Memories
9. Massacre - Part 2: The Shining
10. Salvation Song


Banda:


André Evaristo - Vocais, guitarras
Kleber Fabianni - Guitarras
Lineker Andrade - Baixo, vocais
Pedro Alzaga - Bateria


Contatos:

Site Oficial: 
Twitter: 
Youtube: 
Instagram: 
Assessoria: http://www.facebook.com/DunnaRecords (Dunna Records)


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


E de novo, temos um trabalho do quarteto paulista MAGISTER em mãos. Sim, mesmo depois do relançamento de “The Magister” ano passado, eles retornaram bem rápido e vieram com seu mais recente disco, chamado de “The Art of Changes”.

O que se houve no disco transpira o título: é uma obra de arte em que o enfoque musical é a mudança. Sim, pois a abordagem do quarteto do Heavy Metal tradicional com forte influência da escola germânica é bem incomum. Experimental e moderno, mais ainda assim, com claras raízes fincadas na melodia e peso do Metal tradicional, o quarteto sabe soar completamente diferenciado em todos os momentos, com arranjos muitas vezes inesperados para o ouvinte. Mas apesar disso (que para muitos conservadores de plantão é algo pecaminoso), é impossível não ser seduzido, pois a banda sabe colocar cada refrão de suas músicas de uma forma envolvente, que se ouve e não se esquece mais.

Ou seja: “The Art of Changes” é um puta disco, verdade seja dita.

“The Art of Changes” foi gravado em 2002 no Creative Studios, tendo produção de Ricardo Nagata (que faleceu em 2002). Mas para este lançamento, o álbum foi remasterizado por Gustavo Scremin no Greenhouse Studios em 2016. O resultado é que não parece um disco antigo, mas gravado recentemente, apesar da crueza que remete ao início da década passada. E se consegue entender tudo que a banda está tocando, sem que o equilíbrio entre peso e clareza seja afetado.

A capa, antenada com o título do disco, foi elaborada por Emerson Maia e finalizada por João Duarte. E ficou muito boa, com belos contrastes de cor.

Prestando homenagem ao guitarrista Fernando Sayeg (que faleceu em 2014), “The Art of Changes” vem para conquistar o ouvinte. É criativo e envolvente, diferente e requintado. Óbvio que muitos podem não gostar do disco (direito de todos), mas não se pode negar seu valor. E chega em muito boa hora.

Melhores momentos:

“The Endless Path” - Cheia de efeitos em seu início, logo surge um crescendo de riffs velozes e melodiosos. Mas a canção é cheia de mudanças de andamentos, é pegajosa e rica em belíssimas linhas melódicas.

“Over the Rainbow” - Outra rica em melodias de primeira, apenas com um ritmo não tão acelerado. Baixo e bateria mostram seu peso e eficiência, enquanto o refrão vai seduzindo o ouvinte.

“The Art of Changes” - Pesada, densa e cheia de contrastes entre peso e momentos mais introspectivos. Aqui, os vocais fazem um trabalho ótimo, e durante toda a canção (reparem em uns arranjos suaves bem interessantes).

“Getaway” - Aqui, a riqueza de arranjos e momentos díspares entre si é grande. Mas a pegada envolvente, ganchuda e deliciosa nos seduz com maestria. Se deixem seduzir por este mix de tantos arranjos diferenciados e não se decepcionarão.

“Unfolding Memories” - Alguns arranjos de guitarra no início remetem diretamente à algo que o CARCASS fez em “Heartwork”, ou seja, a junção de peso com melodia e alguma dose de agressividade salutar aos ouvidos. Mas logo a canção ganha uma pegada próxima ao Power Metal clássico, onde o destaque absoluto são as guitarras, que despejam riffs técnicos e belas melodias.

“Salvation Song” - As melodias vocais e das guitarras são belíssimas, e embora a faixa alterne momentos rápidos com outros mais focados no peso, temos um refrão de primeira e um trabalho de primeira de baixo e bateria.

O MAGISTER acerta a mão em mais um ótimo disco, e “The Art of Changes” é um lançamento que merece todo apreço.

Ah, sim: “The Art of Changes” pode ser adquirido nas plataformas digitais abaixo.

Google Play - http://bit.ly/2tERKZm

EDU FALASCHI: por questões legais turnê solo muda de nome para “Rebirth of Shadows Tour”



O vocalista Edu Falaschi informa que a turnê solo ao lado dos músicos Aquiles Priester (Hangar, Tony Macalpine, Noturnall) e Fabio Laguna (Hangar) teve uma mudança de nome por questões legais para “Rebirth of Shadows Tour”. Todos os shows estão mantidos e garantidos pelo músico e contratantes, inclusive o show em São Paulo, no Carioca Club, dia 23 de julho (domingo). Edu Falaschi está de volta cantando os sucessos e recriando a magia dos álbuns “Rebirth”, “Hunters and Prey”, “Temple of Shadows”, “Aurora Consurgens” e “Aqua”.

Ao longo de sua carreira, Falaschi vendeu mais de 1 milhão de discos, gravou 15 álbuns, realizou várias turnês mundiais, especialmente no Japão, Europa, EUA e América do Sul, além de ter tocado nos mais importantes festivais do mundo como Rock in Rio, Wacken, Sweeden Rock, Monsters of Rock, Prog Power, Rock Machina, Gods of Metal, etc.

Em sua primeira turnê solo o artista interpreta músicas dos álbuns “Rebirth”, “Hunters and Prey”, “Temple of Shadows”, “Aurora Consurgens” e “Aqua”. Para a inauguração dessa fase comemorativa Edu Falaschi ainda conta com um time de estrelas. Entre elas estão o baterista Aquiles Priester, o tecladista Fabio Laguna, além de Diogo Mafra e Raphael Dafras da banda Almah e o guitarrista Roberto Barros.



Edu Falaschi – “Rebirth of Shadows Tour” – Datas:

08-07-2017 – Belo Horizonte – Music Hall
21-07-2017 – Rio de Janeiro – Teatro Petrobras
23-07-2017 – São Paulo – Carioca Club (serviço abaixo)
27-07-2017 – Porto Alegre – Opinião
28-07-2017 – Limeira – Bar da Montanha


SERVIÇO SÃO PAULO
Edu Falaschi “Rebirth of Shadows Tour”
Data: 23 de julho de 2017 (domingo)
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – próximo ao Metrô Faria Lima
Hora: 18h (portas) | 20h (Edu Falaschi “Rebirth of Shadows Tour”)
Show de Abertura: 19h (Attractha)
Classificação etária: 16 anos (14 e 15 anos: entrada permitida com responsável legal)
Duração: Aproximadamente 120 minutos
Estacionamento: nas imediações (sem convênio)
Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

SETORES/VALORES:
PISTA – R$ 60,00 (meia-entrada e promocional*) | R$ 120,00 (inteira)
CAMAROTE: R$ 100,00 (meia-entrada e promocional*) | R$ 200,00 (inteira)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento.

Ponto de venda (sem taxa de conveniência – pagamento apenas em dinheiro):
Carioca Club: segunda/sábado: 12h à 20h

VENDA ONLINE (com taxa de conveniência): http://www.clubedoingresso.com/edufalaschi-sp
Mais pontos de venda autorizados com taxa de conveniência: http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar

Mais informações:

19 de jun. de 2017

STONERIA: sendo destaque em matéria sobre bandas que cantam em português


Infelizmente ainda há uma resistência sobre as bandas de som pesado que cantam em língua pátria. Mas não esqueçamos que 99% das bandas de som pesado iniciaram cantando em português, claro que devido a tendência de mercado a maioria foi mudando para o inglês, mas no caso do STONERIA que já nasceu com essa ideia fixa e não trocam a língua nativa em suas letras por nada.

E sobre essa atitude e por letras afiadas, o STONERIA foi citado pelo conceituado portal O SubSolo na seção especial “Topfive: bandas que cantam em Português”, confira um trecho da matéria:

“Stoneria é uma banda que você deve ouvir em volume máximo, com toda a certeza. Conhecida pela sua língua afiada e por não mandar recados, é uma banda direta, objetiva, doa a quem doer.”

Acesse e confira a seção completa:


Aproveite também e ouça o som desafiador do STONERIA:


Links Relacionados:


MAGISTER: álbum inédito disponível nas plataformas digitais


O inédito álbum “The Art of Changes”, da banda de Heavy Metal MAGISTER, já está disponível nas principais plataformas digitais Spotify, iTunes, Amazon, Deezer, Google Play e Napster. Em breve será lançada a versão física, também através da Dunna Records!

Google Play - http://bit.ly/2tERKZm

Para lançamento oficial de “The Art of Changes”, originalmente gravado em 2002 no Creative Studios, com produção do talentoso Ricardo Nagata (falecido em 2002), o disco ganhou uma nova masterização realizada por Gustavo Scremin no Greenhouse Studios em 2016. A bela capa foi elaborada pelo artista Emerson Maia e finalizada por João Duarte.

O álbum também presta homenagem ao guitarrista Fernando Sayeg (falecido em 2014). O vocalista e guitarrista André Evaristo discute sua interação com Sayeg e a inspiração para “The Art of Changes”, a música que foi originalmente escrita por eles há muitos anos: “Enquanto estávamos no estúdio gravando nossa primeira demo (em 1990, para uma banda chamada Thrashin ‘Rage), de repente ele pegou um violão e gritou as primeiras linhas. Ele era um homem culto, um cara realmente espirituoso e um tremendo guitarrista. Cada riff ou melodia que ele tocava era como uma aula pra mim. Eu aprendi muito com ele, todos os dias.”

Tracklist

1. The Endless Path
2. Over the Rainbow
3. Close to the Secrets
4. The Art of Changes
5. Getaway
6. Shadows of a Dream: I. Cold Fever
7. Winding Star
8. Unfolding Memories
9. Massacre - Part 2: The Shining
10. Salvation Song

Acompanhe MAGISTER: www.facebook.com/metalmagister

Fonte: Dunna Records

DEBATE: Religião, política e atitude no Metal



Clinger Carlos Teixeira e o HEAVY METAL ONLINE participaram de um importante debate sobre religião, política e diferentes atitudes dentro do Heavy Metal no último dia 09/06/2017.

Mediado pelo professor de letras, artes e cultura na UFSJ, Paulo Henrique Caetano, o bate papo contou também com a blogueira e produtora do documentário “Mulheres no Metal” Gracielle Fonseca e com Eduardo Davis, letrista e músico da cena Metal, confira:



Para conferir os programas anteriores: https://www.youtube.com/user/heavymetalonline/videos


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FUSILEER: banda inicia as gravações do novo álbum


Depois de três anos divulgando seu EP de estreia, “War Triumph” de forma extremamente bem-sucedida, o grupo paranaense de Thrash Metal FUSILEER volta suas atenções para o novo álbum.

A banda se encontra no Space K Studio, onde iniciou oficialmente as gravações do seu primeiro full length, o qual está 100% composto.

“Este trabalho mostrará o amadurecimento do FUSILEER, tanto em nossas composições, quanto na gravação e produção, estamos focados e queremos que o público receba um trabalho de qualidade, compensando estes três anos de espera.” - Comenta o grupo.


Ainda sem nome definido, a arte gráfica do debut álbum terá assinatura do talentoso artista Thiago Boller (FUG Design), enquanto seu lançamento mundial nos formatos físico e digital – previsto para o segundo semestre de 2017 – terá suporte do selo SANGUE FRIO RECORDS. Para mais informações sobre esse e outros lançamentos da empresa escreva para sanguefriorecords@sanguefrioproducoes.com.

Em outras notícias, o EP de estreia, intitulado “War Triumph”, foi disponibilizado recentemente nos principais serviços de streaming do mundo. Acesse o link a seguir e confira em sua plataforma desejada: http://www.sanguefrioproducoes.com/n/882

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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PANDEMMY: banda assina com a Sangue Frio Records para a distribuição digital dos álbuns “Reflections & Rebellions” e “Rise Of A New Strike”


Uma das bandas do Metal nordestino que mais vem ganhando destaque nos últimos anos, PANDEMMY, acaba de confirmar mais uma novidade para 2017.Depois de uma grande apresentação no “Hellcifest”, ao lado das bandas Amon Amarth e Abbath, o grupo segue dando sequência na divulgação dos seus atuais álbuns “Reflections & Rebellions” e “Rise Of A New Strike”.

Para isso, o PANDEMMY fechou uma forte parceria com a SANGUE FRIO RECORDS, que fará a distribuição digital dos referidos álbuns, onde serão disponibilizados nas principais plataformas de streaming, dentre elas Spotify, Deezer, iTunes, Claro Musica e muito mais. Confira abaixo algumas informações adicionais sobre os mesmos.

“Reflections & Rebellions”: Lançado oficialmente e fisicamente em 2013 pelos selos Gallery Productions, Impaled Records e Rising Records, o álbum ganhou um enorme destaque nas mídias especializadas nacionais e internacionais e contou com grandes participações especiais como Fabiano Penna (Rebaelliun), Antonio Araújo (Korzus) e Alcides Burn (Inner Demmons Rise).




“Rise Of A New Strike”: Anunciado oficialmente em 2016 e liberado para audição no YouTube, Bandcamp e SoundCloud neste mesmo ano, o trabalho já está programado para ganhar o formato físico no segundo semestre de 2017.


Todas as resenhas, entrevistas e matérias especiais relacionada ao PANDEMMY e seus respectivos álbuns, você pode conferir acessando o CLIPPING oficial do grupo, disponibilizado pela Sangue Frio Produções, veja: http://www.sanguefrioproducoes.com/upload/clipping/Pandemmy.pdf

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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MASSACRATION: assista participação no programa 'Estadão + Música'


Após um período sabático de 5 anos, o MASSACRATION está de volta. A banda confirmou uma apresentação no dia 26 de agosto, no Tropical Butantã, em São Paulo, e recentemente foi atração do Estadão + Música.


Criado em 2002, como parte do programa humorístico Hermes e Renato, da MTV, o MASSACRATION ficou conhecido por fazer sátiras às bandas de heavy metal dos anos 80, brincando com todos os clichês em torno dos grupos da época com letras escrachadas, vocais agudos, roupas de couro e rítmica acelerada.

Assista à participação do MASSACRATION no Estadão + Música: https://www.facebook.com/culturaestadao/videos/1731825066845304/


O receio de que fãs de heavy metal resistissem à brincadeira não se concretizou e o trabalho foi bem aceito. Depois de um começo avassalador, a banda lançou os álbuns “Gates of Metal Fried Chicken of Death” (2005) e “Good Blood Headbangers” (2009), foi escalada para os principais festivais de rock do país como “Abril Pro Rock”, o “Planeta Atlântida” e o “Porão do Rock”, além de abrir vários shows do Sepultura. 

Assista vídeo de “Metal Millf”: https://youtu.be/F4gqnN0Vods


O clipe mostra um show da banda recriado em uma grande comemoração ao rock e a vida de cada um de nós que lutamos por um sonho. 

Mais informações:

ATTRACTHA: participação especial em show de Edu Falaschi


No próximo dia 23/07 (domingo) o ATTRACTHA será banda convidada no show que Edu Falaschi realizará para celebrar sua passagem pelo Angra. Na ocasião a banda irá apresentar músicas do debut álbum “No Fear to Face What’s Buried Inside You”.

“No Fear to Face What’s Buried Inside You”, lançado através da Dunna Records e Shinigami Records, obteve excelente repercussão perante público e imprensa especializada, sendo apontado em várias listas como um dos melhores álbuns de Heavy Metal de 2016 em várais mídias conceituadas. O disco foi produzido por Edu Falaschi no Loud Factory, em São Paulo/SP, com auxílio dos engenheiros de som Tiago Assolini e Wagner Meirinho. A mixer/master foi realizada pelo renomado Damien Rainaud no Mix Unlimited Studios, em Los Angeles/EUA. A capa e conceito de arte foram criados em parceria com o artista João Duarte.

SERVIÇO:
Data: 23 de julho de 2017 (domingo)
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – próximo ao Metrô Faria Lima
Hora: 18h (portas) | 20h (Edu Falaschi Angra Years)
Show de Abertura: 19h (Attractha)
Classificação etária: 16 anos (14 e 15 anos: entrada permitida com responsável legal)
Duração: Aproximadamente 120 minutos
Estacionamento: nas imediações (sem convênio)
Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

SETORES/VALORES:
PISTA – R$ 60,00 (meia-entrada e promocional*) | R$ 120,00 (inteira)
CAMAROTE: R$ 100,00 (meia-entrada e promocional*) | R$ 200,00 (inteira)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento.

Ponto de venda (sem taxa de conveniência – pagamento apenas em dinheiro):
Carioca Club: segunda/sábado: 12h à 20h

VENDA ONLINE (com taxa de conveniência): http://www.clubedoingresso.com/edufalaschi-sp

Acompanhe ATTRACTHA: www.facebook.com/AttracthA

Fonte: Dunna Records

PERPETUAL LEGACY: banda participa de documentário da rádio Transamérica Brasilia 100.1 FM


A banda de Symphonic Metal PERPETUAL LEGACY marcou presença no documentário "Toma Rock", que é organizado pela rádio Transamérica Brasília 100.1 FM e que visa divulgar as bandas presentes na coletânea "Toma Rock II".


A gravação contou com participação dos membros Rafael Lobo (piano e teclado), Michelle Rodovalho (vocal) e Matheus Maia (baixo) falando sobre a premissa que "o Rock não morreu" e pode ser conferida no link abaixo:



O grupo participa do CD coletânea "Toma Rock II" com a música "Looking For The Endless Light" e junto deles há a participação de nomes conhecidos da cena local entre eles Gustavo Bertoni, vocalista da banda Scalene, em sua primeira empreitada solo.

Para concorrer ao CD, basta sintonizar a rádio nos horários de 06h às 13h e 16h às 19h e participar das promoções.

PERPETUAL LEGACY é: 

Michelle Rodovalho (Vocal) 
Bruno Henrique (Guitarra)
Márcio Oliverr (Guitarra) 
Matheus Maia (Baixo) 
Rafael Lobo (Piano e teclado)
Gabriel Pedroso (Bateria)


"A New Symphony To Him" disponível nas seguintes mídias digitais:

SEVEN SPIRES: divulgado videoclipe de “The Paradox”



A banda SEVEN SPIRES acaba de divulgar o videoclipe da música “The Paradox”, segundo vídeo oficial do álbum de estreia “Solveig”, que será lançado no Brasil em agosto de 2017 pela gravadora Hellion Records.

“The Paradox é definitivamente uma das músicas mais pesadas do álbum, e realmente mostra a habilidade de Adrienne de misturar perfeitamente as técnicas extremas. As partes instrumentais são mais técnicas aqui e muito influenciadas de Black Metal, e a orquestra é tão maciça e intensa, tornando-se uma explosão para que possamos tocar ao vivo também”, disse o guitarrista Jack Kosto.

“Neste ponto da história do disco, aprendemos um pouco do passado infeliz de Demon, bem como algum amargor cansado e profundo abrigado em sua prisão, o submundo decadente que ela governa”, completou a vocalista Adrienne Cowan.

O álbum Solveig” teve produção de Sascha Paeth (Avantasia, Kamelot, Epica, Rhapsody) e já é aclamada pela mídia especializada mesmo antes de seu lançamento oficial. A banda SEVEN SPIRES é atualmente formada por Adrienne Cowan (vocal), Jack Kosto (guitarra), Peter de Reyna (baixo) e Chris Dovas (bateria).

“Solveig” é um álbum conceitual dividido em dois atos. O trabalho conta a história de uma alma perdida e sua jornada através do submundo neo-vitoriano de um Demônio sem sol. Apesar de pequenos lampejos de esperança, é um conto sombrio com um foco pesado em escapismo, morte e decadência. Com uma atenção distinta ao Power Metal melancólico, ao Death Metal e ao Black Metal, a banda SEVEN SPIRES funde sonoridades de todo o espectro do Heavy Metal com seu grande amor por compositores românticos e as capacidades atmosféricas e narrativas das partituras de filmes.


“Solveig” tracklist:

1. The Siren
2. Encounter
3. The Siren (Reprise)
4. The Cabaret of Dreams
5. Choices
6. Closure
7. 100 Days
8. Stay
9. The Paradox
10. Serenity
11. Depths
12. Distant Lights
13. Burn
14. Ashes
15. Reflections


Confira o videoclipe “The Paradox”: https://youtu.be/2Ny3ZpZMOXY


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Fonte: TRM Press

Wael Daou: confira o Playthrogh para música “Power to Believe”



O mago das oito cordas WAEL DAOU acaba de liberar seu mais novo Playthrogh, desta vez da música “Power to Believe”, a composição mais melódica de seu mais recente disco, “Sand Crusader”.

Uma variação intensa e cativante, com ótimos toques de progressivo. Não perca tempo e assista agora mesmo:



Aproveite também e saiba como adquirir a versão especial de “Sand Crusader”:


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17 de jun. de 2017

REVLIN PROJECT – Dimensión (Álbum)


2017
Selo: Solar Empire Record
Importado

Nota: 9,4/10,0

Tracklist:

1. Intro
2. Sólo Tú
3. Vive
4. Llévame a Ti
5. Enamorándote
6. So Alive
7. Te Sueño en Silencio
8. Recuerdos
9. Pantheismum
10. Nova
11. Hasta el Fin
12. Live Again
13. Keep Holding
14. ‘Til the End


Banda:


Nilver Pérez - Teclados, orquestrações
Aquiles Solar - Guitarras, baixo, bateria

Convidados:

Ziko Franco - Vocais em “Llevame a Ti” e “So Alive”
Jordi Castilla - Vocais em “Sólo Tú”
Sairon Solano - Vocais em “Vive” e “Hasta el Fin”
David Fernández Cely - Vocais em “Enamorándote”, “Te Sueño En Silencio”, “Pantheismum”, “Nova” e “Hasta el Fin”
Ricardo Esteban - Vocais em “Recuerdos”
Rodrigo Marenna - Vocais em “Live Again”
Harold Waller - Vocais em “Keep Holding”
Renato Costa - Vocais em “’Til the End”


Contatos:

Site Oficial:
Twitter:
Instagram:
Assessoria:


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Em termos de América Latina, nós no Brasil somos um tanto quanto alienados do que ocorre em termos de Metal e Rock nos países vizinhos aos nossos. Pouco nós sabemos de nossos “Hermanos” do Uruguai, Argentina, Chile, Peru e outros. No fundo, isso vem da mania de olharmos apenas para Europa ou EUA em busca de bandas, quando poderíamos olhar o todo. E mostrando que em termos de qualidade musical, a América do Sul está muito bem, temos o REVLIN PROJECT, que estréia com o fantástico “Dimensión”.

Transitando em um caminho entre o Classic Rock, o Hard melódico e o AOR, com algumas influências pontuais de Metal melódico. Mas como o cabeça do projeto é o tecladista Nilver Pérez, pode-se pensar que o foco é nos teclados, mas é um ledo engano: o que importa no trabalho do grupo é a música em si, e assim, vemos um trabalho melódico, envolvente e cheio de energia, que transpira em personalidade e vigor.

Ou seja: “Dimensión” é um discão, daqueles que se ouve e vicia nas primeiras ouvidas.

O CD foi produzido pela Solar Empire Recorde e pelo próprio Nilver Pérez, tendo a mixagem e a masterização feitas por Aquiles Solar, e o resultado é uma qualidade sonora muito boa, permitindo que se entenda perfeitamente o que o grupo toca, bem como tem sua dose certa de peso e agressividade. Está um pouco crua, mas está muito boa.

A arte, muito bonita e com enfoque tradicional para o estilo musical do grupo, é de Ricardo Esteban e Alex Mendieta Castro, trabalhando no conceito concebido por Nilver Pérez e Ricardo Esteban.

O ponto mais interessante de “Dimensión” é a presença de vários vocalistas convidados, e de vários países. Ziko Franco é do Peru; David Fernández Cely, Siron Solano, Ricardo Esteban e Harold Waller (do SUPREMACY) são da Colômbia, Jordi Castilla é da Espanha, e Rodrigo Marenna (do MARENNA) e Renato Costa (do STILL LIVING) são do Brasil. E isso deu um toque de internacionalização ao disco, que soa maravilhoso aos ouvidos, acessível (permitindo que um público bem amplo possa apreciá-lo) e muito bem feito.

Destaques de “Dimensión”:

“Sólo Tú” - Peso, melodia e acessibilidade musical estão aliadas nessa canção empolgante e cheia de energia. Os vocais são ótimos, assim como os arranjos dinâmicos dos teclados.

“Vive” - Esta já possui um lado mais voltado ao Melodic Rock e ao AOR, privilegiando os vocais, embora as partes de guitarra estejam muito bem.

“Llévame a Ti” - Puramente anos 80, com lindas melodias e acessibilidade em doses elevadas, mostrando uma energia envolvente e empolgante, fora arranjos elegantes de teclados.

“Enamorándote” - Belíssima balada acúsica, em que se percebem lindos violões acompanhando os contrastes vocais. É quase como uma mistura bem feita das Power Ballads das bandas de Melodic AOR com um pouco das melodias tradicionais sul-americanas.

“So Alive” - Que refrão mais pegajoso, fora uma estética elegante e com belíssimos teclados mais uma vez, mas com uma pegada muito cheia de energia de baixo e bateria.

“Te Sueño en Silencio” - Uma balada com presença de todos os instrumentos, mostrando peso no refrão. A fórmula é batida, mas funciona muito bem na mão do grupo, mostrando guitarras muito boas.

“Pantheismum” - Talvez a canção mais energética do disco, usando aquele andamento forte e pesado com um baixo evidente, e onde a bateria mostra peso no refrão. Mas é preciso perceber as sutilezas geniais de teclados e guitarras.

“Nova” - Outra canção bem pegajosa, com jeitão bem clássico e alguma influência e peso vindos do Heavy Metal tradicional. Arranjos musicais bem feitos, e de uma acessibilidade incrível, fora o refrão grudento de primeira.

Mas o disco ainda tem faixas bônus ótimas:

“Live Again” - É uma versão em inglês de “Vive”, que ganha um jeitão europeu forte, graças à voz de Rodrigo Marenna. Todos os ótimos elementos de antes estão presentes, mas os vocais estão com maior expressividade.

“Keep Holding” - É a versão em inglês para “Sólo Tú”, com arranjos de teclados um pouco diferentes. Mas novamente os vocais diferentes chamam atenção, justamente porque Harold Waller usa de uma forma de interpretar diferente e muito interessante.

“‘Til the End” - Versão em inglês de “Hasta el Fin”, na voz de Ricardo Costa. O resultado soa melhor aos ouvidos, talvez pelo uso do inglês, ou pela forma de se expressar dos vocais (que ganharam mais alcance nos graves e nos agudos).

Um disco ótimo, digno de aplausos, e que poderia ganhar uma versão brasileira, com certeza.




16 de jun. de 2017

COLD MIST - From the Dark Hills of the Past (Álbum)


2017
Nacional

Nota: 9,2/10,0

Tracklist:

1. From the Hills of the Dark Past (intro)
2. Nightmysteries
3. A Funeral Frost
4. Triumph of Cruelty
5. Interlude
6. Deadly Mist 
7. Emotions of a Full Terror
8. Old Domains
9. Outro


Banda:


Triumphsword - Vocais, vocais barítonos, bateria
Bloodhate - Guitarras, violões, baixo
Bartzabel - Teclados


Contatos:

Site Oficial: 
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Bandcamp: 
Assessoria: 

E-mail: 

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


No Brasil, o Black Metal cresceu e se desenvolveu de uma forma interessante: no início, a maior parte das bandas do gênero tinham em seu trabalho musical elementos de Death Metal. Mas graças a nomes como SONGE D’ENFER, MYSTERIIS, MALKUTH e alguns outros, o gênero rebuscou suas origens mais sombrias, baseadas na SWOBM praticada na Noruega, na Suécia, na Finlândia e na Grécia, e uma proposta mais sombria e pura de elementos de outros gêneros de Metal. Óbvio que ainda existem bandas que miscigenam seu trabalho, mas muitos ainda seguem os caminhos que bandas da SWOBM deixaram. E o COLD MIST, banda de Carlos Barbosa (RS), vem mostrar um trabalho forte em seu primeiro trabalho, o álbum “From the Dark Hills of the Past”, que acaba de ser lançado.

Podemos dizer que o trabalho da banda é um Black Metal sinfônico muito próximo das raízes do gênero em si. Ou seja: teclados criam atmosferas soturnas e climáticas, mas o produto final soa mórbido, agressivo e bruto. Óbvio que esta fórmula já foi usada muitas vezes, mas a personalidade com a qual o grupo a aborda é bem diferente, com uma identidade própria. Mas o que esperar de uma banda onde estão Triumphsword (do PATRIA e THORNS OF EVIL) e Bloodhate (também do THORNS OF EVIL)?

Trocando em miúdos: é um disco ótimo, para qualquer fã de Black Metal que se preze babar!

O próprio grupo produziu “From the Dark Hills of the Past”, com a gravação feita no Mantra Studio, tendo as mãos de Leandro Debenetti na mixagem e masterização neste mesmo local. E o fruto é uma sonoridade ríspida e soturna, típica do Black Metal mais tradicional, seguindo os moldes da SWOBM. Óbvio que se consegue compreender as canções, mas a vontade de soar cru e voltado a algo mais raiz em termos de Black Metal é que dá a tônica do trabalho.

Já a arte da capa e o layout são feitos por Marcelo Vasco, da PR2 design, que buscou algo mais simples, direto e funcional para emoldurar o trabalho sonoro do COLD MIST, e ficou muito bom dessa forma.

Cru, fúnebre e agressivo, “From the Dark Hills of the Past” é cativante em sua forma soturna e crua, um disco típico para fãs de Black Metal que gostam daquela abordagem mais simples e voltada a algo mais climático em termos sonoros, com arranjos fortes e simples. E ainda tem-se a participação de Mantus (companheiro de Triumphsword no PATRIA e guitarrista do MYSTERIIS) nas guitarras adicionais, para tornar tudo ainda melhor.

“Nightmysteries” – Aqui, tem-se um enfoque agressivo e mórbido oferecido ao ouvinte. E há momentos em que se tem o contraste entre o lado ríspido e cru do grupo com passagens mais soturnas. Riffs simples, mas ótimos.

“A Funeral Frost” – Mais sinistra e com uma roupagem soturna, e os teclados são mais proeminentes, permitindo que sobre a base instrumental os vocais se alternem entre partes em barítono e outras mais cruas em tons rasgados.

“Triumph of Cruelty” – esta é brutal, veloz e agressiva até os ossos. Tem-se momentos mais melancólicos aqui e ali. E como a base baixo e bateria está fazendo um trabalho rítmico de primeira.

“Deadly Mist” – O início mostra um trabalho de baixo e bateria não muito convencional ao estilo, mas logo surgem riffs muito agressivos e vocais ríspidos em profusão, enquanto a faixa alterna entre tempos medianos e outros um pouco mais azedos. E reparem como os vocais estão ótimos e mesmo algumas mudanças de timbres são ótimas.

“Emotions of a Full Terror” – Segue os mesmo elementos de “A Funeral Frost”, sendo que os momentos mais introspectivos são de um amargor musical intenso, fora belos traços melódicos que dão um toque especial à canção. E mais uma vez, os teclados mostram como são essenciais ao trabalho musical do grupo.

“Old Domains” – Uma entrada com ventos fúnebres antecede uma explosão de agressividade, com riffs mais uma vez mostrando uma simplicidade envolvente. Além disso, os vocais mostram um trabalho de primeira, e baixo e bateria mostram sua boa técnica mais uma vez.

No mais, ouçam e abusem bastante de “From the Dark Hills of the Past”. Esse CD merece, e torçamos para que o COLD MIST não fique em apenas um disco.