4 de out. de 2016

METALMORPHOSE: título do novo álbum anunciado


Seguindo no processo de gravação do novo álbum, o METALMORPHOSE alivia um pouco da curiosidade dos fãs e anuncia o nome do material, que será intitulado “Ação & Reação”.

Com previsão de lançamento ainda para 2016, a banda segue firme e forte em estúdio, e recentemente liberou também um vídeo das gravações das guitarras bases e cozinha da faixa “P.D.M.” Assista:


O novo álbum, que novamente conta com a produção do talentoso Gustavo Andriewiski, é o sucessor de ‘Fúria dos Elementos’, lançado no ano passado, e citado nas famosas lista de melhores do ano a começar pela presença na lista de melhores de 2015 do editor da revista Roadie Crew, Airton Diniz.

O disco também foi colocado entre os melhores pelos sites Metal Na Lata (https://goo.gl/XqaqzZ) e Rebel Rock (http://goo.gl/kZ62rS). O álbum também foi um dos mais votados no quesito “Melhor Álbum de Heavy” em enquete realizada pelo site HeavynRoll (http://goo.gl/VSmkhT).


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Fonte: Metal Media

LORDS OF AESIR: participando de tributo internacional ao Therion



É com muito orgulho que o LORDS OF AESIR, um dos principais nomes da atual cena do Symphonic Metal no Brasil, anuncia que representará o país em um tributo internacional ao lendário THERION.

O projeto levado a cabo pela empresa russa Stygian Crypt Productions juntamente com o THERION prepara um disco duplo contendo materiais raros, antigos de difícil acesso, além de novas gravações, incluindo bandas de todo o mundo, confira a lista:


An Arrow From The Sun – by Ghost Warfare
Asgard – by Antyra
Baal Reginon – by Revolting Masses
Genocidal Raids – by Remains
Invocation Of Naamah – by Day 40
Kali Yuga Part I – by Dark Letter
Ljusalvheim – by Whirlwind Storm
Pandemonic Outbreak – by Theosophy
Perennial Sophia – by Ivanubis Hollanda
Raven Of Dispersion – by Ivanubis Hollanda
Schwarzalbenheim – by Theudho
Seven Secrets Of The Sphynx – by The No. Q
To Mega Therion – by Imperial Age
The Blood Of Kingu – by Elimi
The Riders Of Theli – by Numenor
The Wand Of Abaris – by Mare Infinitum
The Wings Of The Hydra – by Frozen Ocean
TRUL – by LORDS OF AESIR
Wisdom And The Cage – by Majesty Of Revival

“Para nós da Lords Of Aesir é uma notícia maravilhosa poder participar de algo juntamente com uma de nossas bandas inspiradoras e de grande influência e motivação para o som que produzimos. Obrigada THERION! Somos hoje mais do que fãs, colegas e admiradores, somos gratos!”

O LORDS OF AESIR continua trabalhando em cima do novo single, ‘Future’, e recentemente liberou um pequeno trecho da música. No vídeo podemos ouvir um pouco dos arranjos do teclado de Ian Schmoeller, confira pelo link:


‘Future’ está em pré-produção e será produzido pelo próprio tecladista Ian Schmoeller. Musicalmente podemos esperar que o grupo, uma das revelações do Symphonic Metal, novamente nos brinde com sua música ao mesmo tempo complexa, erudita e pesada, muito pesada.


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Fonte: Metal Media

ENCÉFALO: assista performance de Rodrigo Falconieri em drum cam


Aproveitando sua apresentação no festival Eusébio Rock Day deste ano, o ENCÉFALO registrou a performance de seu baterista Rodrigo Falconieri em uma “drum cam”.

A música escolhida foi ‘Apocalypse’ do último álbum, ‘Die To Kill’, no vídeo podemos ver toda a técnica e pegada do talentoso bateristas, assista:


A banda segue gravando seu terceiro álbum de estúdio e logo nos apresentará mais detalhes desta produção, que será o primeiro disco com a nova formação do ENCÉFALO.


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Fonte: Metal Media

TIM "RIPPER" OWENS: show em Mirassol no domingo

Ex vocalista do Judas Priest apresenta músicas de sua carreira no dia 09/10

Conhecido como uma das grandes vozes do metal na atualidade, Tim “Ripper” Owens, que fez história substituindo Rob Halford no Judas Priest, além de passagens por bandas como Iced Earth, Yngwie Malmsteen, entre outras, se apresenta na cidade Mirassol (SP), no domingo 09/10, no Underground Pub (veja serviço abaixo!)

Ripper também participou de bandas/projetos como, Dio Disciples (projeto onde homenageiam o saudoso Ronnie James Dio), Winters Bane e Hail!(banda formada por Andreas Kisser, Mike Portnoy e Dave Ellefson, que tocava versões de sucessos do rock e metal, pelo mundo).

No show de Mirassol, ele promete músicas de todas as fases, dando uma geral numa carreira de grande respeito.

A trajetória de Ripper é bastante motivadora, já que ele cantava covers do Judas Priest, e num outro momento, estava substituído Rob Halford, encarando grandes multidões por mais de uma década, dando voz para dois álbuns de sua rica discografia: “Jugulator” (1997) e “Demolition” (2001), além de mais dois registros ao vivo. O filme “Rock Star” (2001) é baseado na história de Ripper no Judas Priest

Não é a primeira vez que Ripper se apresenta na região, mas será a primeira que vai tocar com uma banda local como suporte. Ele dividirá o palco com a banda Bernadeaf, de Bebedouro (SP)

Assista Tim Ripper Owens cantando um clássico do Dio, “Don’t Talk To Strangers”:


A produção é da Let’s Go Entertainment/Alleyoop e Estúdio -2741, que realizaram uma promoção para escolher uma banda que irá fazer a abertura do show. A banda escolhida foi a banda de death metal, Hamok (www.facebook.com/hamokdeathmetal). A banda Lier também foi convidada para participar do evento, tocando clássicos do Heavy e Hard.

Siga a página do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/1633182616980311/






Serviço:

Tim “Ripper” Owens em Mirassol!
Dia: 09/10/16 (Domingo)
Abertura da casa: 17h00
Bandas de abertura: 18h00
Tim “Ripper” Owens: 20h30
Local: Underground Sports Pub
Endereço: Praça Doutor Anisio Moreira, 2283 | Mirassol – SP | Fone: (17) 3243 1134


Ingressos:

1º Lote | R$ 25,00 (meia-entrada) / R$ 50,00 (inteira) (esgotado)
2º Lote | R$ 30,00 (meia-entrada) / R$ 60,00 (inteira) (esgotado)
3º Lote | R$ 35,00 (meia-entrada) / R$ 70,00 (inteira)



Censura: 18 anos.

Produção: Let’s Go Travel Entertainment & Estúdio 2741

Informações para a imprensa: lpiantonni@lanciare.com.br



BLACK TRIAD: lançamento de novo clipe e a consolidação como um dos principais nomes do Metal Nacional


A luta contínua da banda BLACK TRIAD em divulgar o recém lançado álbum “Genesis” não para, após divulgar de forma oficial o clipe da faixa que leva o nome do álbum e a lyric vídeo de “Zeitgeist”, a banda acaba de lançar o clipe da música de abertura “Go On”.

A música que possui duas versões, sendo que a primeira foi feita de forma exclusiva para a compilação da Roadie Metal volume 06 e se chamava “Dream On”, ganhou nova roupagem e letra, para dessa forma se transformar em “Go On”. A música é direta e se destaca a timbragem das guitarras de Aronne, baixo e bateria pulsionam o peso com perfeição, aos fãs de Motorhead a banda será uma grande pedida.

O clipe gravado de forma ao vivo, consegue captar com perfeição a qualidade técnica e energia emitida pelo trio gaúcho, a banda BLACK TRIAD comandada pelos músicos Ricardo Aronne (Vocal/Guitarra), Marcelo Phitan (Baixo) e Zico Cavinatto (Bateria), vem se consolidando como um dos principais nomes do metal nacional, devido a experiência e dominio individual sobre os instrumentos, feeling e energia são marcas registradas que fazem parte do conceito da BLACK TRIAD.


Um time formado por músicos experientes comprovam que além de técnica e qualidade, os anos construídos na música proporcionam a liberdade de criar e inovar. BLACK TRIAD é uma banda nova que possui alma de veteranos do Metal Nacional.

Você pode adquirir o primeiro álbum da banda pelo site oficial da BLACK TRIAD:


Confira o clipe de “Go On”



Formação:

Ricardo Aronne: (Vocal/Guitarra)
Marcelo Phitan (Baixo)
Zico Cavinato (Bateria)


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A/C Gleison Junior

Guitarrista alagoano Laion Roberto interpreta “Mr. Scary” da banda Dokken



O guitarrista alagoano Laion Roberto acaba de divulgar seu novo vídeo clipe para uma interpretação bastante pessoal de “Mr. Scary”, da banda norte-americana Dokken. A música faz parte do álbum “Back For The Attack”, de 1987.

A versão foi gravada no estúdio Espaço Som da Rua Teodoro Sampaio, em São Paulo, renomado por ser utilizado por muitos músicos para gravações e testes de vários programas da rede televisiva. A edição/câmera do vídeo foi por conta de Karel Buso da Black Rabbit Filmes e o logo pelo ilustrador alagoano Cristiano Suarez. “Tocar Dokken é animal pois esse som é de um dos guitarristas de hard rock que mais gosto que é o George Lynch”, disse o guitarrista Laion Roberto.

Laion Roberto é um guitarrista alagoano nascido em Palmeira dos Índios e radicado em São Paulo. Fã de literatura, música e artes em geral foi na adolescência que começou a tocar violão e em pouco tempo depois passou para a guitarra. Influenciado por várias vertentes do rock, desde punk rock ao jazz rock, classic rock e heavy metal, começou a tocar em várias bandas no interior de Alagoas. Tocou em bandas e projetos de variados estilos desde rock n roll à jazz rock e soul. Começou no final da adolescência um curso de Filosofia na Universidade Federal de Alagoas, porém largou a graduação e foi estudar música em Fortaleza na Escola Musimania para depois mudar-se para São Paulo para estudar no renomado Conservatório Souza Lima e no Instituto de Música e Tecnologia.

Tocou em algumas bandas, participou de várias gravações e tocou em vários lugares célebres da cena musical paulistana. Formou-se no curso regular de guitarra no Souza Lima e estudou com vários músicos de renome como Eduardo Ardanuy, Walter Nery, Marcio Alvez, Lupa Santiago, Michel Leme, Daniel Maudonnet e muitos outros. Nos últimos tempos tem se dedicado ao seu trabalho solo, esses sendo gravados por profissionais de renome na cena musical Paulistana, e a tudo que envolve o circuito musical como aulas e estudos.

Assista Laion Roberto “Dokken – Mr. Scary”: https://youtu.be/L5cGPQj93gE

Mais informações:


Fonte: TRM Press

PROTOFONIA: novo CD da banda disponível na Masque Records

PROTOFANIA é Janari Coelho, André Chayb e André Gurgel

A Masque Records coloca à venda “Consciência do Átomo”, o mais recente lançamento do PROTOFANIA, trio instrumental do Distrito Federal considerada um dos expoentes do progressivo brasileiro, na ativa desde 2006. A banda, formada por André Chayb, André Gurgel e Janari Coelho mistura e improvisa rock, free jazz, e elementos da música contemporânea.

“Consciência do Átomo”, lançado em 2015, é o segundo registro fonográfico do PROTOFANIA e foi produzido por Pedro Baldanza, baixista do lendário Som Nosso de Cada Dia. As composições do álbum são inspiradas no livro homônimo de Alice Bailey, de 1922, que oferece perspectivas sobre os segredos da constituição íntima do organismo universal.


Aliados ao rock progressivo e passagens jazzísticas estão pontuais momentos de música eletroacústica e música brasileira, resultando em um trabalho extremamente criativo e ímpar no cenário musical. O CD conta com as participações de Lelo Nazário e do próprio produtor Pedro Baldanza.

Vendas pelo e-mail: masquerecords@gmail.com


A/C Erick Tedesco (Assessor de imprensa/Masque Records)

NUCLEAR MUSIC: clássico "Dance of December Souls", do KATATONIA, é o próximo lançamento


Conforme anunciado previamente, a Nuclear Music irá relançar no Brasil uma edição Digipack especial para o CD "Dance of December Souls", primeiro álbum da banda sueca KATATONIA.

Segue a declaração do selo:

Como já havíamos informado, nossa próxima produção seria um grande expoente do doom metal, e com seu álbum que mais influenciou toda uma geração. 

"Dance of December Souls", lançado originalmente pela No Fashion em 1993, e editado no Brasil uma única vez pela Hellion Records, ganhará sua edição nacional com a arte "azulada", em digipack 3 painéis e com 5 bônus, que compõe o EP "Jhva Elohim Meth... The Revival "

Toda produção já iniciada, com previsão de disponibilidade para Novembro agora, já pertinho. Com nosso compromisso de trazer edições que nada ficam atrás para as "gringas" e com valores logicamente bem abaixo dos importados. 


Em breve anunciaremos datas da pré-venda, valores e disponibilidades em atacado.

Esperamos que tenham gostado de nossa escolha!



USINA: acaba de ser disponibilizado para audição o novo EP “Destruição & Morte”


Uma das grandes forças do metal paulista, a banda USINA, acaba de disponibilizar em formato digital o novo EP “Destruição & Morte”, com toda a força e apelo aos problemas cotidianos da sociedade brasileira, o EP vem como uma continuação do primeiro lançado em 2011, “Usineiros Loucos”, que obteve grande respaldo e excelente divulgação pela mídia.

Com uma reformulação no grupo após o lançamento do primeiro EP, a banda se encontra em perfeita harmonia e a prova disso é a qualidade encontrada em “Destruição & Morte”, o EP possui 3 faixas com andamentos diferentes, mas com uma característica única, o peso, groove e as letras bem elaboradas que são a marca registrada da banda USINA.

Valorizando as letras em português, a USINA disponibilizou através da plataforma de áudio Soundcloud as três músicas do EP “Destruição & Morte” que abre com a marcante “Cadeia”, que possui clipe oficial e com cenas fortes de rebeliões e mortes geradas nos conflitos entre presos e estado, na sequencia a grooveada “Traidor” e fechando o EP a pesada e com várias quebradas “Mensageiro do Rancor”.

Formada por Rafael Bloodgrinder (Vocais), Tadeu Neto (Guitarra), Fabio Minhoca (Bateria) e Bruna Almeida (Baixo), a banda USINA é a confirmação que a qualidade do Metal Nacional terá vida longa se depender deles.



Confira o EP na íntegra:




USINA – Destruição & Morte

01 – Cadeia
02 – Traidor
03 – Mensageiro do Rancor


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A/C Gleison Junior

ABRAXAS FEST: Hellbenders e Muñoz excursionam juntos


Duas das mais interessantes bandas da nova safra do rock brasileiro unem suas forças para três shows no começo de outubro. Com seus novos álbuns explodindo em ótimas críticas e expectativas de como as novas canções soam ao vivo, Hellbenders (Goiânia) e Muñoz (Uberlândia) embarcam nesse curto giro com produção da Abraxas entre os dias 7 e 9, com passagens por São Paulo, Petrópolis e Rio de Janeiro, onde tocam na edição de 2016 do Abraxas Fest, festival de comemoração do aniversário da produtora carioca que terá os islandeses do The Vintage Caravan como headliners.

“Peyote”, o recém-lançado segundo álbum do Hellbenders, é um daqueles registros que se tem muito para falar e escutar. Foi gravado no místico Rancho de La Luna, estúdio de David Catching, e lançado no Brasil pela Heart Bleeds Blue. Como resultado, um produto muito bem acabado com momentos lisérgicos, outros de puro stoner metal e uma aura impecável do rock dos anos 90.

O duo Muñoz – formado pelos irmãos Mauro e Samuel Fontoura – também está na estrada para apresentar ao vivo as músicas de “Smokestack”, o segundo álbum da ainda jovem banda, lançado este mês, e traz aos ouvintes um elaborado heavy blues feito com guitarra e bateria, que consolida sua posição de referência na cena nacional. Os irmãos farão ainda outros shows em outubro deste ano em divulgação do novo trabalho, e as datas poderão ser conferidas na página da banda no Facebook.

Hellbenders: banda de Goiânia divulga 'Peyote', com riffs encorpados

'Smokestack', 2º álbum do duo, incrementa o stoner rock com peso e blues

7/10 - Abraxas Fest Pocket em São Paulo: Hellbenders + Munoz no Estudio Costella
R$ 15 com nome na lista; R$ 20 sem
A partir das 21 horas

8/10 - Abraxas Fest em Petrópolis: Hellbenders + Munoz no Estudio Aldeia
Abertura: Montenegro
R$ 15 com nome na lista; R$ 20 sem
A partir das 22 horas

9/10 - Abraxas Fest 2016 no La Esquina, Lapa (Rio de Janeiro)
The Vintage Caravan + Hellbenders + Munoz
Na porta, R$ 60


A/C Erick Tedesco (Assessor de imprensa/Abraxas Produtora)

LOUDER - Take One (EP)



2016
Independente
Nacional

Nota: 8,0/10,0


Músicas:

1. Last Memory
2. Temple of Desire
3. Copper's Synapse
4. No More
5. Blind Faith (Part I)


Banda:


Kid Sangali - Vocais
Gio Attolini - Guitarras, backing vocals
Maurício Barbieri - Guitarras
Ricardo Ledur Gottardo - Baixo
Felipe Saretta - Bateria


Contatos:



Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


De alguns anos para cá, a vocação do Brasil para produzir bandas de Hard Rock e AOR tem crescido bastante. E assim, o cenário nacional começa a mostrar mais e mais diversidade, o que permite um alcance maior, ou seja, pode angariar novos fãs sem muito esforço. E é muito bom ver bandas com aquela boa e velha levada que transita entre o Hard Rock e o Rock'n'Roll, como o quinteto LOUDER, de Veranópolis (RS), que chega pondo a casa abaixo com seu EP de estréia, "Take One".

O grupo consegue soar pesado e agressivo, mas sempre com um enfoque enorme nas melodias, um cuidado estético para que a música não perca sua acessibilidade, que possa mesmo conquistar fãs novos e jovens. Óbvio que isso não os desabona em momento algum, apenas os diferencia dos que buscam ter uma evidência maior do lado AOR (que eles até não deixam de ter em certos momentos, mas que aqui não é tão clara).

Ou seja, é algo envolvente, melodioso, mas com sua devida dose de agressividade, com um jeitão ganchudo e ótimos refrões.

A produção do EP é do baixista Ricardo Ledur Gottardo, tendo na co-produção Maninho (que acompanhou as gravações, além de mixar e masterizar as canções). Embora a sonoridade como um todo seja muito boa, com timbres instrumentais bem escolhidos, podemos perceber que ainda está algo um pouco cru além do necessário. Óbvio que o grupo busco algo mais espontâneo e orgânico, mas isso deixou a sonoridade crua além do necessário. Não está ruim, de forma alguma é isso que as palavras deste autor quer dizer, mas que poderia ser ainda melhor. Mas para a estréia, está muito bom (ainda mais porque temos uma banda independente).

Ótimos vocais (com certo toque de Bruce Dickinson em alguns momentos), uma dupla de guitarras muito boa, baixo e bateria com boa coesão e com a dose certa de peso são os elementos que se unem para criar uma musicalidade melodiosa, acessível, e bons arranjos. Fora isso, os refrões são de fácil assimilação, o que torna o trabalho deles ainda mais delicioso.

Melhores momentos:

"Last Memory" - Como a canção que abre o EP, ela tem uma grande responsabilidade. Mas ela está à altura, apresentando um conjunto de arranjos mais simples e com ótima dose de acessibilidade. O refrão é ótimo, empolga e mostra belos backing vocals, mas o destaque mesmo fica por conta das ótimas vocalizações.

"Temple of Desire" - Aqui se percebe certa influência de sonoridades noventistas, com uma dose extra de peso nas guitarras. O andamento não é veloz, e o trabalho da base rítmica, além de peso, mostra uma técnica simples, mas eficiente.

"Copper's Synapse" - O lado um pouco mais clássico em termos de Hard Rock surge aqui. Nos lembra bastante aquela coisa meio Blues, meio Rock'n'Roll dos anos 70, ou seja, tem aquela pegada mais pesada. Ponto para as guitarras, que mostram arranjos muito bons, tanto nas bases como nos riffs. Mas novamente, o refrão é de primeira.

"No More" - Aqui, temos uma canção muito acessível, mas com certos toques de algo mais pesado aqui e ali. A dinâmica de andamentos é ótima, outro refrão bem chicletoso, além de um trabalho em termos de vocais e backing vocals de primeira linha.

"Blind Faith (Part I)" - Fechando o EP, uma faixa que começa lenta e suave, mas cheia de certa atmosfera introspectiva e melancólica. E mesmo quando ela ganha uma dose de peso e agressividade, a força da melancolia ainda se faz presente, ressaltando o trabalho instrumental ótimo do quinteto.

Óbvio que o LOUDER ainda tem uma ou outra aresta a aparar, coisa que a estrada e um bom produtor poderão corrigir. Mas que "Take One" mostra uma banda com grandes possibilidades, isso mostra.

Ponho fé.


3 de out. de 2016

Godzorder: “O público já estar meio "cansado" da cena”


Ainda que estejam estabilizados como trio de forma temporária, o GODZORDER não para e as composições para o sucessor de “Obey” já estão nascendo, onde trarão ainda mais suas influencias e claro, suas características próprias, que já são bem perceptíveis em seu primeiro lançamento.

Nas linhas a seguir Marco (baterista) e Rafael (baixo/vocal) nos falam algumas novidades do vindouro disco, assim como os álbuns que os influenciaram, cena underground e muito mais, confira:

Sobre as novas composições do sucessor de “Obey”, o que podemos esperar?

Marco: Podem esperar músicas expressivas e com muita energia como sempre. As novas composições estão fluindo muito bem, várias ideias e abordagens diferentes.

Rafael: Tem muito material antigo ainda engavetado para trabalhar, estamos usando o que melhor se enquadra com a proposta da banda, mas nesse processo sempre acaba surgindo mais ideias novas. Chega até a ficar difícil administrar tudo, rs...


Teremos duas guitarras novamente ou ainda é cedo para falar?

Marco: Nossas ideias já vêm como duas guitarras, porém estamos fazendo as composições em trio, mas com certeza vamos atrás do quarto integrante da banda. Será muito importante para o conteúdo do futuro trabalho do Godzorder e esperamos realmente desta vez acertar na escolha.


A falta de shows é algo que vêm incomodando não só as bandas, mas também os produtores pequenos que movem o underground. Já que em muitos casos deixam de fazer seus eventos por falta de público ou local que aceite bandas autorais. Gostaria que comentassem a respeito.

Marco: Estamos passando por uma era de eventos e produções bem pobres por conta de dois fatores e isso envolve público, produtores, etc. Pelo menos em nossa cidade podemos afirmar que são poucos produtores que ainda fazem algo para as bandas autorais. Veio com a grande demanda de bares com proposta de bandas covers e acabou fechando um pouco as portas para as bandas autorais, mas ainda temos esperança que possa ser revertida essa história do underground.

Rafael: Isso envolve muita coisa, inclusive o fato do público já estar meio "cansado" da cena, até decepcionado com as bandas, eventos e casas de shows de rock/metal. Vejo uma falta de atrativos que chame a atenção do público, pois quase tudo que envolve e ambienta isso parece ter ficado no século passado, sei lá... Nada contra tradições, mas certas coisas precisam acompanhar a evolução.


Sem pensar muito, quais os discos que mais influenciaram o Godzorder. E quais influenciaram, mas vocês não escutam mais?

Marco: Os que mais me influenciaram foi o primeiro álbum do Fight – “War of Words”, Pantera – “Far Beyond Driven”, Metallica – “Black Album”. E os que ainda gosto, mas não escuto faz anos são os álbuns do Guns n Roses – “Appetite for Destruction”, Slayer – “Rening Blood” e Iron Maiden – “The X Factor”.

Rafael: Acho que a banda foi modelada pelos discos que o Marco citou, acrescentando o “Arise”, “Chaos A.D.” e “Roots” - Sepultura, “Burn My Eyes” e “The More Things Change” - Machine Head. Os que mais me influenciaram a tocar, mas não ouço mais seriam o “4 Of a Kind” e “Crossover” - DRI, “Rocket to Russia” e “Loco Live” - Ramones, “Beneath The Remains” - Sepultura (esse último, com certeza, foi o disco que mais ouvi na minha vida e que mais me influenciou! Foi a chave que abriu as portas do Heavy Metal para mim). E só para concluir, confesso que nunca literalmente deixei de ouvir esses trabalhos, e acredito que nunca o farei, pois ainda me dão muita inspiração.


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PANZER - Resistance (álbum)



2016
Nacional

Nota: 10,0/10,0


Músicas:

1. 96
2. The Price
3. Impunity
4. No Fear
5. No Scream in Vain
6. Alone
7. Attitude
8. Do It!
9. The Old and the Drugs for the Soul
10. The Resistance
11. You May Not Have Tomorrow
12. Actitud


Banda:


Sérgio Ogres - Vocais
André Pars - Guitarras, Baixo
Edson Graseffi - Bateria


Contatos:

Metal Media (Assessoria de Imprensa): http://www.metalmedia.com.br/panzer/


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Parece que o ano de 2016 ficará marcado como um ano em que as bandas de Metal do Brasil lançaram grandes discos, tanto do lado mais ortodoxo quanto do lado mais vanguardista. Há espaço para todos, inclusive aqueles que gostam de ficar em um nicho entre as duas linhas de pensamento.

E nisso, podemos afirmar que o PANZER, quarteto paulista que transita entre o Thrash Metal e o Stoner Metal/Rock, é um mestre. E "Resistance" vem em boa hora, por vários motivos, nos lembrar quem eles são.

Antes de tudo, sabemos que a banda teve duas baixas em sua formação antes de gravarem o disco. Rapidamente, o grupo trouxe Sérgio Ogres para os vocais. Óbvio que isso alterou um pouco a dinâmica da banda, mas ao mesmo tempo, o estilo do PANZER não mudou muito. E em "Resistance", percebemos que a banda resgatou um pouco de seu passado, pois existem passagens no disco em que lembramos elementos de "The Strongest" (de 2001). Mas ao mesmo tempo, a musicalidade da banda continua indo para o futuro, apenas mais coesa e requintada.

Ou seja: as esteiras desse tanque de guerra ainda estão bem pesadas, e fortes suficientes para triturar pescoços incautos!

A qualidade sonora é surpreendente!

Sim, pois agora, aquele clima mais sujo e despojado presente em "Honor" cedeu espaço à uma qualidade requintada, clara e muito clara. Sim, a banda foi de um extremo ao outro, mas isso nos permite ver que a música do grupo assenta sob quaisquer condições, e é altamente adaptável, o que não é algo simples. Um trabalho ótimo de Henrique Baboom e André Pars (guitarrista do grupo, que gravou também todas as partes de baixo do disco).

A arte gráfica é bem simples. O PANZER nunca foi muito fã de superproduções nesse quesito, mas a arte de Edson Graseffi (baterista do grupo) por si só chama a atenção do ouvinte, e permite que todas as atenções se foquem apenas na música. Uma estratégia muito boa.

Vocais que vão dos urros extremos a momentos mais limpos e melodiosos, guitarras com riffs sólidos e solos melodiosos, baixo firme na marcação e uma bateria com bom nível técnico, mas muito peso e uma pegada bem orgânica. São os elementos que o PANZER usa para criar sua música, que são adornadas com bons arranjos e uma dinâmica de primeira entre o instrumental e as partes dos vocais.

Melhores momentos de um disco que nasceu devastador de pescoços e ouvidos:

"The Price" - Uma canção com um andamento com um Swing de primeira, com belo trabalho de baixo e bateria (percebam como os tempos se alternam muito bem), fora os vocais com uma linha mais "hardcorizada" de primeira. E nesse quesito, a banda ganhou diversidade, já que o uso de alguns vocais mais limpos muito bem sacados.

"Impunity" - Aquela força mais Stoner mais crua e azeda se faz presente nessa canção de andamento lento. Mas é interessante perceber o refrão com vocais limpos, fora a rifferama das guitarras (sim, elas estão em alta no disco todo).

"No Scream in Vain" - É uma faixa mais agressiva, mas recheada por um groove à moda antiga de primeira. É incrível ouvir como a bateria está realmente de primeira, fugindo de elementos modernos, firmando o pé em algo mais encorpado e requintado. Mas se notarem, durante o solo, não existe bases de guitarra por baixo, o que dá aquele mesmo tom "live" de antes, mas sem que a qualidade final seja perdida.

"Alone" - Outra vez a banda usa de uma pegada mais pesada e cadenciada no início, mas logo ganha um pouco mais de velocidade no refrão. Uma verdadeira exibição de riffs de primeira, fora os vocais estarem muito versáteis.

"Attitude" - Um toque de Hard Rock/Rock'n'Roll mais clássico aparece nesta canção, dando mais diversidade musical ao trabalho da banda. E é muito legal poder curtir o trabalho de baixo e bateria que está muito bom (as conduções nos bumbos duplos são ótimas, mas sem exagerar demais nesse recurso).

"Do It!" - A força do moderno e o groove clássico se fundem, gerando uma canção curta, bruta e ganchuda. E por ser mais curtinha, é onde os vocais dão uma aula de agressividade e impostação de voz.

"The Resistance" - A faixa-título sempre tem aquela carga de responsabilidade de ser um dos grandes momentos. E é claramente o que ouvimos. Aqui, a banda dá a clara impressão que esta canção poderia estar em "The Strongest" facilmente, sem perder a noção do quanto a banda evoluiu. Há momentos mais rápidos e pesados, outros com mais Swing, e outros mais lentos e hiper azedos. Mas a faixa é ótima do início ao fim.

"You May Not Have Tomorrow" - Aqui, a banda mostra um lado bem introspectivo e melancólico, com uma música levada apenas nos vocais e acordes limpos da guitarra. Mas isso é bom, pois se percebe que o PANZER está ganhando cada vez mais em termos de diversidade e influências.

"Actitud" - Aqui, temos aquela levada crua ganchuda, com tempos em velocidade mediana, inclusive mostrando um pouco de uma das influências primordiais do grupo: MOTORHEAD. Mas interessante é a letra em espanhol, que deve ser uma homenagem do grupo aos seus fãs argentinos (onde estiveram fazendo shows em 2014).

"Resistance" vem para colocar mais uma medalha no PANZER, que não desiste e não retrocede.

Outro disco que entra em um Top10 com facilidade!

DARKTOWER: liberado Single para "Destroy the House ov Ha'shem"


A banda carioca DARKTOWER acaba de liberar o lyric vídeo de "Destroy the House ov Ha'shem" em sua página oficial no Facebook.

Leia a declaração da banda:

"Eis que, após uma longa espera, o Dragão de Sitra Ahra, há tanto adormecido, vem à tona, através deste manifesto.

Resultado obtido através de alguns longos meses de enclausuramento, este registro demonstra a inteira devoção do DARKTOWER às Forças Primordiais.


Mixado por Nando Campos (AM Studios) e Masterizado por George Bokos ( Ex Rotting Christ, atual Stone Cold Dead) no GrindHouse Studio em Atenas, Grécia, e contando com a participação especial de F. Eregion (Unearthly), contemplem o primeiro single de "EIGHT SPEARS":



Fonte: DarkTower

THE VINTAGE CARAVAN: maturidade e profissionalismo em uma década (entrevista)


Por Erick Tedesco (Abraxas Produtora)


Em menos de uma década, o THE VINTAGE CARAVAN realiza uma extensa turnê pela América do Sul como banda sensação do stoner rock mundial. Vocês se consideram parte do que podemos chamar do primeiro escalão da atual cena roqueira?

Óskar – Sim, às vezes soa um pouco surreal, mas estamos nos divertindo bastante. O rock está definitivamente no auge, com muitas bandas levando o ofício à sério, de forma profissional. Espero que estejamos contribuindo para isso também!


Qual a diferença entre as apresentações na terra natal da banda, a Islândia, seja na cidade onde nasceram ou na capital, e os shows em grandes festivais e nestes primeiros no Brasil? Você acredita que atingir distantes plateias em tão pouco tempo de carreira agiliza a profissionalização e o amadurecimento da banda?

Óskar – Cada lugar tem sua peculiaridade e a Islândia é bastante interessante para shows de rock, com plateias calmas que geralmente não mostram uma reação para você saber se estão se entretendo . É uma maneira saudável de se envolver com o evento. E acredito, sim, que as turnês nos ajudam muito no processo de profissionalização. E, pessoalmente, as turnês me ajudam demais quando o assunto é maturidade.


O THE VINTAGE CARAVAN está promovendo “Arrival”, o terceiro álbum da carreira, e o único até agora lançado em versão brasileira via Voice Music. Depois de muitos shows da turnê do disco, como entende “Arrival”, é o tipo de música/sonoridade que vocês pretendem explorar ao menos nos próximos registros em estúdio?

Óskar – Estou orgulhoso de “Arrival”, é um álbum de sonoridade única, com um atmosfera interessante. Claro, somos bastante críticos perante nosso trabalho e também queremos inovar, então posso dizer que o próximo disco será diferente.


A respeito dos shows pelo Brasil nesta primeira turnê sulamericana, o que tem no setlist?

Óskar – O repertório desta inédita turnê contém músicas dos álbuns “Voyage” e “Arrival”. É um setlist animado!


Vocês três são jovens, no entanto, muitas das principais influências do THE VINTAGE CARAVANsão da década de 1970. Quais elementos daquele período da história da música os encanta tanto que vale a pena resgatar e transformar em algo novo, mas sem perder a famosa aura setentista?

Óskar – Este é o direcionamento musical que o THE VINTAGE CARAVAN busca desde o primeiro dia que nos reunimos e criamos a banda. As décadas de 1970 e 1960 de fato produziram muitas das mais interessantes e apaixonantes músicas, isso do meu ponto de vista. Desde muito novo sou fascinado pela musicalidade destas épocas, mas enquanto músico eu quero adicionar a energia e potência do rock e do metal dos dias de hoje.


Gosta dos termos “retro rock” ou “rock vintage” para descrever a sonoridade da banda?

Óskar – Podem nos rotular como quiser. Tocamos nosso próprio rock n' roll.


Parece que os videoclipes são importantes para a carreira do THE VINTAGE CARAVAN, estou certo? 

Óskar – (risos) nossos vídeos são realmente diferentes! Gostamos de produzi-los engraçados e mantê-los interessantes. Levamos muito à sério nossa música, mas não queremos que os vídeos sejam sérios.


A Islândia é para vocês, claro, a terra natal, mas para muitas pessoas no Brasil é, acima de tudo, um país muito distante e frio. Existem muitos artistas e bandas islandeses famosos, como Bjork, Of Monsters and Men, Sólstafir e especialmente Ólafur Arnalds, um gênio da música contemporânea do seu país. Conhece o trabalho dele? Você gosta de outros estilos musicais além do rock n' roll?

Óskar – Não tenho o hábito de escutar Ólafur Arnalds, mas gostei do que já escutei, é um talentoso músico e compositor. Ah sim, eu amo funk, blues, jazz, música disco, o pop anos 80, um poco de rap antigo e alguma coisa do pop contemporâneo, mas com moderação. 


PRÓXIMOS SHOWS: 

CÓRDOBA (Argentina)
DATA: 4 de outubro
HORÁRIO: a partir das 21 horas
LOCAL: Refugio Guernica
ENDEREÇO: Tillard 155, 5000


BUENOS AIRES (Argentina)
DATA: 5 de outubro
HORÁRIO: a partir das 20 horas
LOCAL: Uniclub
ENDEREÇO: Guardia Vieja, 3360


SÃO PAULO (São Paulo)
DATA: 8 de outubro
HORÁRIO: 21 horas
LOCAL: SESC Belenzinho
ENDEREÇO: Rua Padre Adelino, 1000, Belenzinho


RIO DE JANEIRO (Rio de Janeiro)
DATA: 9 de outubro
HORÁRIO: a partir das 20 horas
LOCAL: La Esquina
ENDEREÇO: Avenida Mem de Sá, 61, Lapa


FLORIANÓPOLIS (Santa Catarina)
DATA: 11 de outubro
HORÁRIO: às 23 horas
LOCAL: Célula Showcase
ENDEREÇO: Rua João Paulo, 75


THE VINTAGE CARAVAN NA INTERNET

Site oficial: thevintagecaravan.eu


A/C Erick Tedesco (Assessor de imprensa/Abraxas Produtora)
(19) 99616-2999 (cel e whatsapp)

1 de out. de 2016

EST. 1986: os 30 anos do GENOCÍDIO em vídeo


Foi lançada a primeira parte do vídeo que conta a história do GENOCÍDIO, apresentada pelos integrantes Wanderley Perna (baixista e fundador da banda) e Murillo Leite (guitarra e vocais).



O curta-metragem, que possui duração de pouco mais de oito minutos, contém depoimentos e curiosidades do início da banda até o lançamento do álbum “Rebellion” de 2001.

Relatos de bastidores e gravações, desavenças e conquistas, este filme é acima de tudo uma ótima oportunidade para os fãs que acompanham o grupo durante as três décadas e para aqueles que queiram conhecer um pouco mais da banda terem acesso a fatos marcantes da trajetória destes pioneiros do metal extremo brasileiro.

A segunda e última parte estará disponível em breve, confira agora a parte 1 no link abaixo:



Links relacionados.
Site oficial: www.genocidio.com.br/


29 de set. de 2016

CARNIÇA: “as baterias do novo álbum contarão com peso e pegada oitentista”


E as linhas de bateria para o novo álbum da CARNIÇA estão finalizadas, onde Marlo Lustosa se inspirou em toda sua influência oitentista.

“As bateras desse álbum contarão com um peso e uma pegada oitentista... Inspirados nos bateras e nas bandas que foram e são referências para mim...”

As gravações foram feitas no mês de setembro no estúdio próprio da banda o Chronos Sound Studio. Foram gravadas linhas para oito músicas, sendo uma delas um cover de um dos grandes nomes do Metal Extremo mineiro.

Em breve teremos uma amostra desse poderio sonoro dessa que é uma das melhores bandas de Metal do Brasil. Enquanto isso participe da nova promoção dos gaúchos, basta assistir o novo videoclipe “Rotten Flesh 25 Years” e deixar nos comentários do vídeo qual momento você achou mais marcante no clipe. Pronto você estará concorrendo a discografia do CARNIÇA!



Links Relacionados: