23 de abr. de 2016

HAGBARD - Vortex to An Iron Age (Álbum)


2016
Nacional

Nota: 10,0/10,0


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


E os guerreiros do Folk/Viking Metal do Brasil estão de volta.

Sim, mesmo depois de apenas um ano desde "Tales of Frost and Flames", o quinteto HAGBARD, de Juiz de Fora (MG) está de volta, desta vez com seu segundo álbum, "Vortex to An Iron Age", que não deixa nada a desejar aos seus antecessores.

Mais uma vez, a banda caprichou, mantendo a personalidade que vemos em seus trabalhos anteriores. Mas há algumas diferenças interessantes: as harmonias, que já era ótimas, ganharam mais corpo e elegância, ao mesmo tempo em que as linhas melódicas estão bem mais trabalhadas e envolventes. Óbvio que o lado mais brutal do grupo continua ali, mas a banda parece ter reforçado o lado mais Folk/Viking de sua música, ficando um pouco mais melodioso. Óbvio que os vocais continuam guturais, mas existem muitas vozes limpas também, as guitarras estão ainda melhores, baixo e bateria caprichando na base rítmica pesada e bem coesa, e os teclados dão aquela atmosfera Pagan da qual tanto gostamos, mas o alinhavo melodioso e certa preocupação com os arranjos estão evidentes. Tanto que existem partes de violinos, vocais femininos bem melodiosos, corais com vozes masculinas limpas, e alguns deliciosos detalhes que poderão ouvir com calma.

Mais uma vez tendo mixagem e masterização de Jerry Torstensson, do Dead Dog Farm Studio, em Säffle, Suécia. Para quem não lembra, é o mesmo que fez os mesmos trabalhos em termos de sonorização de "Rise of the Sea King", logo, a gravação do disco ficou muito boa, com cada instrumento em seu devido lugar, e timbres bem escolhidos (embora fiquem bem próximos do que eles podem apresentar ao vivo), fora um peso avassalador.

Já a parte visual, mais uma vez vemos uma obra de muito bom gosto das mãos de Marcelo Vasco, da PR2DESIGN (que já trabalhou com SLAYER, BORKNAGAR, MYSTERIIS, entre outros), e ficou muito boa, antenada com a proposta musical/lírica do grupo.

Em 9 canções, mais uma vez o HAGBARD atinge um nível musical que não cabe mais no Brasil. Arranjos bem feitos, o som polido e agressivo nas devidas proporções. E isso sem falar nas presenças de Vinicius Faza Paiva nos violinos, Lívia Kodato nas vozes femininas, Luqui di Falco (da banda de Hard Rock GLITTER MAGIC, de Juiz de Fora) no violão, e Maurício Fernandes nos backing vocals, presenças que deram um brilho adicional às músicas.

Não é fácil observar as músicas de "Vortex to An Iron Age" e escolher uma melhor. O disco é nivelado por cima. Mas podem começar a audição pela épica e brutal "Never Call the Sage to Drink in Your Home" (cheia de belos arranjos de teclados, mas vocais de primeira), a mais cheia de detalhes e arranjos bem feitos "Bridge to a New Era" (com a base baixo-bateria aparecendo bastante, fora vocais limpos contrastando muito bem com violinos e vozes guturais); a mais cadenciada e azeda "Iron Fleet Commander" e seus belos toques de violinos; a introspectiva e limpa "Last Blazing Ashes" (sim, uma canção Folk, com bateria, vocais limpos e teclados apenas, dando um toque de bom gosto ao disco), a pesada e climática "Inner Inquisition" (bem trabalhada nos arranjos de guitarras, mas adornada com belíssimas vozes femininas), e a mais bruta "Shield Wall" (embora carregada de uma atmosfera melancólica típica do Folk Metal).

Rebuscando os valores de outrora, como orgulho e honra, sentimentos primordiais que há muito andam sendo esquecidos, "Vortex to An Iron Age" é um disco maduro, e que como foi mencionado acima, mostra que o grupo já deve pensar em viagens para fora do continente, pois a música do HAGBARD está grande demais para o Brasil.





Músicas:

1. Intro
2. Never Call the Sage to Drink in Your Home
3. Bridge to a New Era
4. Iron Fleet Commander
5. Last Blazing Ashes
6. Death Dealer
7. Relic of the Damned
8. Inner Inquisition
9. Deviant Heathen
10. Shield Wall
11. Outro


Banda:


Igor Rhein - Vocais
Danilo "Marreta" Souza - Guitarras
Rômulo "Sancho" Piovezana - Baixo
Gabriel Soares - Teclado, vocais limpos, backing vocals
Everton "Tonton" Moreira - Bateria


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22 de abr. de 2016

BLOOD TEARS - Three Wishes (álbum)


2016
Independente
Nacional

Nota: 9,0/10,0

Músicas:

1. Peace at Last
2. Werther's Fate
3. Ultimate Meeting
4. Eminent Fall
5. My Dearest Scar
6. Jail of Solitude
7. In a Sea of Sadness
8. Still in Tears


Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


O mix de Metal com influências do Gothic Rock já foi um gênero bem popular dentro da cena. Mas de uns 7 ou 8 anos para cá, parece ter caído em desuso. Mas isso no fundo é bom, pois apenas as bandas que fazem este tipo de linha porque querem e gostam do que fazem continuam. E são essas que fazem a diferença.

Mas é tão bom ver uma banda com essa vocação aqui no Brasil, como é o ótimo trabalho do BLOOD TEARS, de Caxias do Sul (RS), que após Demo CDs e splits, chega com seu primeiro álbum, "Three Wishes".

Pesado, belo e elegante, "Three Wishes" é uma belíssima amostra do que poderíamos chamar de Gothic Doom Metal, onde o peso deve estar aliado a uma estética musical mais refinada. Percebe-se a influência de nomes como o MY DYING BRIDE e THEATRE OF TRAGEDY em suas fases mais seminais e criativas, mas o grupo tem personalidade. E muita, para ser sincero.

A banda não se furta do uso de vocais rasgados e guturais quando lhe convém, nos momentos mais agressivos. Mas ao mesmo tempo, existem momentos mais climáticos, onde o vocal limpo domina, outros em que são mais sussurrados, e ainda temos a presença de vozes femininas aqui e ali. Óbvio que as guitarras são de alto nível, baixo e bateria são bem entrosados na base rítmica, e os teclados estão muito bem encaixados, mas não sendo meros coadjuvantes, mas parte importante do todo.

Produzido por Roger Fingle, o disco possui uma sonoridade mais seca, priorizando alguns timbres mais azedos nas guitarras, mas ao mesmo tempo, todos os instrumentos estão claros e audíveis. A clareza está em bom nível, e a crueza faz parte do trabalho em si.

Basicamente, Earth cantou e tocou quase tudo em "Three Wishes", mas há a participação de vários músicos em algumas faixas, como Malthus na bateria, Rodrigo Boz na guitarras, Arntor nos teclados, Daniehl Tears no baixo e vocais, Fernanda Ishida nas guitarras e vozes faladas, e Myth nos vocais extremos e guitarras.

E em termos musicais, a criatividade impera, trazendo aquela aura melancólica sombria que envolve o ouvinte a cada segundo, mantendo-o preso à banda. Cada arranjo é belo, cada segundo é precioso.

Melhores momentos em um disco desses seria algo leviano de ser falado. Mas apenas para referência, a bela e introspectiva "Werther's Fate" (com seu jeitão meio Doom e meio Goth de ser, com belos vocais limpos); a força do lado mais agressivo dos vocais em "Ultimate Meeting" (mesmo com a beleza dos teclados atmosféricos aqui e ali, e o peso de riffs excelentes); a criatividade agressiva e soturna de "Eminent Fall" (belo trabalho de guitarras); a beleza instrumental contrastada por vocais rasgados e outros normais em "My Dearest Scar", que tem uma beleza triste e deliciosa; e o peso mais agressivo que a soturna e climática "In a Sea of Sadness" carrega, com um trabalho bem legal de baixo e bateria.

No mais, o BLOOD TEARS é uma excelente banda, merece aplausos, e que continue este trabalho tão bom que ouvimos em "Three Wishes".


Banda:

Earth - Vocais, vocais limpos, guitarras, baixo, teclados


Contatos:



WITH THE DEAD - With The Dead (Álbum)


2016
Importado

Nota: 10,0/10,0

Músicas:

1. Crown of Burning Stars 
2. The Cross 
3. Nephthys 
4. Living With the Dead 
5. I Am Your Virus 
6. Screams from My Own Grave


É muito interessante notar que músicos, mesmo após aposentarem suas bandas, parecem ter o bom e velho "bicho carpinteiro" em si de tal forma que eles se recusam a ficar parados. Morre uma banda, e logo eles voltam com outra.

E esse é o caso do trio inglês WITH THE DEAD, que se levantou do túmulo e concedeu ao mundo o seu primeiro disco, o ótimo "With The Dead".

Para quem não sabe, este é o novo trabalho de Lee Dorrian (conhecido amplamente por seus trabalhos com o NAPALM DEATH e CATHEDRAL), que se uniu a Tim Bagshaw (ex-baixista do ELECTRIC WIZARD) e ao batera do RAMASSES, Mark Greening. Creio que fica óbvio qual o estilo do grupo: Doom Metal na sua mais azeda e bruta forma de ser. Sim, é sinistro, azedo e melancólico nas medidas certas, com uma sujeira instrumental que é proposital, mas sem que a qualidade do grupo fique oculta. E digamos de passagem, o resultado é excelente.

A produção é de Jaime Gomez Arellano, que já trabalhou com nomes como o próprio CATHEDRAL, além de GHOST e ANGEL WITCH. O som é ríspido, cru e abrasivo, mas orgânico, mas ao mesmo tempo, conseguimos compreender o que a banda está tocando sem problemas. Ou seja, eles conseguem equacionar a crueza instrumental com uma qualidade sonora ótima de forma bem satisfatória.

Mas o que esses músicos tão tarimbados podem oferecer aos fãs do gênero?

O WITH THE DEAD não é uma banda com pretensões de revolucionar nada em termos musicais, e talvez por isso seja tão bom. A espontaneidade é sensível em cada segundo de música, nada é forçado.

A fusão da voz crua e azeda de Lee, mais os riffs sujos e criativos de Tim (bem como seus solos melodiosos), mais o peso da base constante de Tim (sim ele tocou baixo no disco) e Mark é capaz de dar aquele sopro de vida ao gênero, já desgastado pela overdose de bandas que nada possuem a dizer, aquelas que ficam na linha entre o bom e o regular. E aproveitando-se de sua liberdade de criação, o grupo criou seis músicas ótimas, todas com excelentes melodias, e que duram em média entre seis e sete minutos (sem cansar nossos ouvidos).

O disco abre com a ótima "Crown of Burning Stars", azeda e cheia de um feeling melódico denso, recheado de belas guitarras. Em "The Cross", o andamento ganha um pouquinho (só um pouquinho!) de dinâmica e groove, mas o peso é avassalador, mostrando que mesmo na simplicidade, baixo e bateria podem mostrar um toque de refinamento técnico que nos permite não ficarmos empanzinados. As lições do BLACK SABBATH ficam mais evidentes em "Nephthys", com aqueles riffs de guitarra pesados e cheios do feeling criado por Mr. Iommi, embora o contraste entre a voz forte de Lee e as guitarras de Tim seja muito interessante. E tais elementos tornam a aparecer muito bem em "Living With the Dead", que é soturna, mas recheadas de melodias sinistras no meio da base peso pesada de Tim e Mark, que mostra algumas variações muito interessantes. "I Am Your Virus" mostra alguns toques um pouco mais experimentais pela presença de efeitos sonoros sinistros, contribuindo para que a aura sinistra que permeia o disco continue constante, mais uma vez com Lee mostrando excelente forma. E em "Screams from My Own Grave", vemos que o trio é capaz de criar aquela mesma atmosfera sinistra e densa que os filmes da Hammer Film Productions fazia, devido ao andamento lento e aos riffs abusivamente climáticos e aos vocais bem trabalhados.

E merece uma versão nacional, nem que seja por um crowdfunding apenas para os interessados.

Excelente banda!

Em tempo: depois da gravação, se juntaram a banda o baixista Leo Smee e o baterista Alex Thomas.


Banda:

Lee Dorrian - Vocais
Mark Greening - Bateria, Hammond 
Tim Bagshaw - Guitarras, baixo


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21 de abr. de 2016

DEGRADOR: novo EP está disponível para audição e vaga aberta para guitarrista





A banda DEGRADOR anuncia o lançamento de seu novo EP, intitulado "Dead in Life". O trabalho  traz músicas pesadas e velozes, características do estilo que a banda se propõe a tocar. As faixas foram gravadas no estúdio Horizontes em Viçosa (MG), com a produção de Thomas Medeiros. A arte da capa é da autoria de Adelmo Queiroz. 


As músicas do novo EP "Dead in Life" podem ser conferidas a seguir:




Em outras notícias, DEGRADOR está à procura de um novo guitarrista, para substituir Rone Damazya, que acompanhou o grupo desde 2010. Os interessados devem entrar em contato com a banda através das redes sociais. 

Fundada por amigos de escola, DEGRADOR é uma banda de Thrash Metal que alia competência e comprometimento para compor suas músicas. O grupo foi formado em 2010 por José Augusto (baixista e vocalista), Marcos (bateria) e Rone Damazya (guitarra), subindo aos palcos pela primeira vez em 2012, e se manteve ativo até o início de 2014. O trio deu uma pausa e voltou à ativa no fim do mesmo ano, entrando em estúdio para gravar e lançar seu primeiro trabalho, finalizado em 2011. 

Com o lançamento de "Dead in Life", os músicos buscam abrir novas portas ao tocar e divulgar suas canções - e, se possível, conseguir um contrato com uma gravadora para lançar trabalhos futuros. Atualmente a banda se encontra em estúdio, escrevendo um novo material para ser gravado, e na procura de um novo guitarrista para ajudar a escrever uma nova página de sua história.

Acompanhe a banda 
DEGRADOR no Facebook: https://www.facebook.com/Degrador-278451408933204/?fref=ts
Fonte: Moth Division

A ILHA DO METAL: Papo Heavy Metal dessa semana com a banda Oponente





O Papo Heavy Metal desta semana, foi conhecer a banda paulista de Hardcore OPONENTE, que acaba de voltar da Argentina onde realizou uma pequena Tour este programa foi gravado durante o última ensaio antes desta gira pela Região da Prata.


O Hardcore Brasileiro até pela sua qualidade é muito bem visto na gringa, e com o novo CD "Enfrente", a banda vem alcançando muito sucesso por todas as mídias e o mais importante o reconhecimento do Público!!!

A banda falou do inicio da carreira, da fusão entre o Punk e Metal influência e os detalhes da capa do novo CD.

Conheçam um pouco mais do excelente Hardcore Brasileiro na visão do OPONENTE.



O Papo Heavy Metal já entrevistou o baixista Luis Mariutti da band aAbout2Crash , a banda Eyes of Gaia, Bruno Sutter (Detonator), Bruno Ladislau,o Dr. Sin, Vinny Appice, Cólera, a banda Tubaina do apresentador Paulo Mancha da ESPN, o Armahda, e outros episódios estão a caminho.

Apoio Cultural:

Casimiro’s Bar
Av. Senador Casemiro da Rocha, 305 – São Paulo / SP

“BAR É CULTURA, FREQUENTE”


Fonte: A Ilha do Metal

GREY WOLF: capa e detalhes de "Glorious Death" revelados





O terceiro álbum de estúdio do GREY WOLF será lançado em 18 de Junho pela Arthorium Records. O CD intitulado "Glorious Death" apresentará um caprichado encarte com 16 páginas e uma bela arte de capa pintada em acrílica pelo ilustrador francês Nicolas Bournay. A ilustração da capa, que exibe o guerreiro Grey Wolf ferido e lutando implacavelmente sobre uma pilha de corpos e soldados, foi concebida para ser propositadamente clichê e vibrante, lembrando as capas das revistas do Conan, já que o tema é uma das maiores influências líricas da banda.

A produção executiva e a engenharia de áudio ficaram a cargo de Arthur Migotto (Hazy Hamlet, Brothers of Sword), que também faz uma ponta como vocalista convidado na música "Cimmeria" e alguns backings. A respeito do material o músico/produtor comenta: "Poder finalmente trabalhar com Fabio (Paulinelli) e o GREY WOLF é excelente, não somente por causa da nossa amizade, mas porque o álbum como uma luva no estilo e na qualidade que eu queria vinculados à imagem do selo. É true metal do primeiro ao último segundo. Na mixagem optamos por reter os timbres e efeitos dos anos 80, adicionando o punch dos lançamentos atuais, mas tomando cuidado para não sacrificarmos a dinâmica que existia no metal vintage. Nós dois ficamos muito felizes com o resultado. Também foi demais trabalhar com o Nicolas Bournay, que chegou exatamente onde queríamos na pintura para a capa."


O fundador do grupo, baixista e vocalista Fabio "Grey Wolf" Paulinelli, acrescenta: "Estamos na maior expectativa com esse novo trabalho, que ao meu ver, será o álbum mais maduro lançado pela banda até aqui".


Tracklist de "Glorious Death":

01 - Wrath of the Gods (intro)
02 - The Eyes of the Medusa
03 - Glorious Death
04 - Metal Avenger
05 - The Axe Will Rule the Kingdom (King Kull pt 2)
06 - The Barbarian
07 - Conan The Liberator
08 - Warrior
09 - Red Sonja
10 - Cimmeria

Um teaser video com amostras das músicas será lançado no canal Youtube da Arthorium Records em meados de Maio. Enquanto isto, o GREY WOLF segue agendando shows de divulgação do seu último álbum, "We Are Metalheads", e os promoters interessados podem entrar em contato diretamente com o grupo.
 
Official Fanpage - facebook.com/greywolfmetal
E-mail de Contato - greywolfmetal2012@gmail.com
Arthorium Channel - youtube.com/ArthoriumRecords


UNDERLOAD: assista ao vídeo oficial da música “Love Can Wait”




O videoclipe oficial da música “Love Can Wait”, da banda gaúcha UNDERLOAD, pode ser conferido a seguir. O vídeo, lançado em outubro de 2015, foi filmado e editado por Leonardo Luís Vivan. A música pertence ao álbum homônimo do grupo.

Proveniente de Caxias do Sul (RS), a banda UNDERLOAD foi formada em 2012, composta atualmente por Beto Viana (vocal), Sasha Z. (guitarra), Joce Cristóvão (baixo) e Mauricio Gomes (bateria).



Acompanhe a banda Underload em:
Site oficial: http://www.underload.com.br/

Agência & Shows: www.beelyper.com


Fonte: Beelyper

CLAUSTROFOBIA: banda revela titulo de novo álbum e fecha distribuição no exterior




Banda brasileira já começa a programar invasão fora do país – foto: divulgação


O CLAUSTROFOBIA, um dos nomes mais respeitados do metal nacional, orgulhosamente informa que assinou contrato com a gravadora canadense PRC MUSIC para a distribuição do seu tão aguardado novo álbum “DOWNLOAD HATRED” nos EUA, Canadá, Japão e Rússia.

“DOWNLOAD HATRED” foi produzido, mixado e masterizado pelo renomado Russ Russell, famoso por já ter trabalhado ao lado de nomes como Napalm Death, Dimmu Borgir, The Exploited, Evile, The Berzerker, Leng Tch'e, Amorphis, New Model Army, Lock Up, entre outros. O produtor inglês veio exclusivamente ao Brasil para atender a banda e acabou acrescentando toques às 10 composições, que são tão “sutis” como um trem em alta velocidade passando por uma pacata cidade do interior.

Devastador, perversamente eficiente e irresistivelmente cativante, “DOWNLOAD HATRED” integra de forma brilhante as inúmeras características sonoras que o CLAUSTROFOBIA cultivou durante mais de 20 anos de carreira. As composições estão profundamente enraizadas em todas as extremas formas clássicas do thrash, death e até mesmo do grindcore.

Agora, mais do que nunca, a banda impõe a sua única e tradicional loucura sonora com riffs pesados e modernos, que emanam dissonante intensidade, isso sem contar o groove e breakdown "a là Brasil". O mais importante é que as músicas seguem um fluxo contínuo de originalidade, brilho e ferocidade, combinada a uma precisão cirúrgica.

“Estamos realmente felizes por, mais uma vez, termos a oportunidade de um álbum nosso ser distribuído mundialmente. Acredito que teremos um feedback bastante positivo em todos os territórios, já que nossas influencias musicais são bem fortes, além da latinidade correndo em nossas veias. Estamos empolgados pra começar este novo trabalho, pois não somos modelinhos do metal, e sim, soldados! Vamos pra cima com força, sem conversinha em prol do som verdadeiro!”, declarou o frontman Marcus D’Angelo.

A edição a ser distribuída pela PRC MUSIC terá como bonustrack "Falling Appart", enquanto "Paulada" será adicionada à versão brasileira. Ambas as composições serão simultaneamente apresentadas no próximo dia 25 de abril. 

Detalhes sobre uma provável turnê de Marcus D´Angelo (vocal/guitarra), Douglas Prado (guitarra), Daniel Bonfogo (baixo) e Caio D´Angelo (bateria) pelos EUA também devem ser divulgadas em breve.

Fundada na década de 80, a PRC MUSIC é uma das principais gravadoras do meio underground com importante distribuição no Canada (Conveyor/Universal Music), EUA (MVD), Reino Unido (PHD), Alemanha, Áustria e Suíça (Cargo), Bélgica, Holanda e Luxemburgo (Suberban), Escandinávia (Borders), Itália (Godfellas), França (Season of Mist), além de dialogar com mais de 150 distribuidores no Japão, China, Rússia, Pôlonia, República Tcheca, Grécia, México, Brasil, Porto Rico, etc.

Desde 1994, o CLAUSTROFOBIA tem seguido a mesma proposta, independente de tendências, transitando do mais sujo underground aos palcos mainstream, com o mesmo respeito e atitude. Já dividiram o palco com grupos consagrados, como Sepultura, Raimundos, Destruction, Napalm Death, Krisiun, Brujeria, In Flames, Ratos de Porão, Paul Di’Anno, Soulfly e Edy Rock e KL Jay (Racionais MC’s). Disco após disco, show após show, o grupo cresceu e tem desenvolvido uma legião fiel de fãs, que faz questão de mostrar a paixão que sente pelo grupo.

Produtores interessados em contratar o espetáculo do CLAUSTROFOBIA devem entrar em contato através do e-mail contato@claustrofobia.com.br.

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LACERATED AND CARBONIZED: baterista do grupo assina endorsement com empresa internacional




Victor Mendonça é a mais nova estrela da renomada Inferno Music – foto: divulgação

Victor Mendonça, baterista da banda brasileira LACERATED AND CARBONIZED, um dos principais nomes do death metal sul-americano, é o mais novo representante da empresa australiana INFERNO MUSIC (http://infernomusic.com.au).

O artista agora faz parte de um time de jovens estrelas como Scotty Young (Cambridge), Lachy West (The Vines & The Griswolds), Clair O’Boyle (The Villenettes), Jonny Bower (Prepared like a Bride), Damo Brohier (Sienna Skies), Tim Madden (Make Them Suffer), Mark Tyson (Breaking Orbit), Michael Buckley (For All Eternity), Jacob Randall (Hitmen Percussion & Arise NZ), Anthony Crossman (New Skinn), entre outros.

“Estou muito feliz em fazer parte da família INFERNO MUSIC! Essas baquetas são realmente impressionantes! 5B+ Inferno Blackboltz Hickory comanda!!! Obrigado Tim e INFERNO MUSIC pelo suporte, por abrir as portas e acreditar no meu trabalho!”, declarou o músico.

Neste momento, o LACERATED AND CARBONIZED está em turnê pela Europa e Victor Mendonça tem aproveitando a “Condition Red – European Tour” para conquistar ótimos resultados ao utilizar as baquetas e outros acessórios da empresa.

A nova ofensiva do LAC pelo Velho Continente tem 38 datas confirmadas. A excursão ainda está passando pela Rússia, depois segue para Estônia, Letônia, Alemanha, Holanda, Bélgica, Suíça, Itália, Áustria, República Tcheca e termina em 22 de maio, na Polônia.

A “Condition Red – European Tour” é a seguinte:


“NARCOHELL”, terceiro registro fonográfico de Jonathan Cruz (vocal), Caio Mendonça (guitarra), Paulo Doc (baixo) e Victor Mendonça (bateria), foi produzido pela própria banda em parceria com o músico e o engenheiro de som Felipe Eregion (Unearthly). As gravações ocorreram no HR Studios, no Rio de Janeiro. 

O sucessor dos álbuns “Homicidal Rapture” e “The Core Of Disruption” tem mixagem e masterização assinada pelo renomado Andy Classen (Krisiun, Destruction, Belphegor, Tankard, Holy Moses, entre outros), no Stage One Studio, na Alemanha, e conta com as participações especiais de Mike Hrubovcak (Monstrosity) e Marcus D’Angelo (Claustrofobia).

Considerado uma das novas potências do death metal sul-americano, o LAC já mostrou que não é mais uma simples aposta, mas uma realidade do talentoso cenário da música extrema nacional ao protagonizar grandes shows tanto no Brasil como no exterior.

Produtores interessados em contratar o show do Lacerated And Carbonized devem entrar em contato no e-mail press@theultimatemusic.com.
 
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Ex-vocalistas do Iron Maiden anunciam encontro histórico em São Paulo




Esta é a primeira vez que Paul Di´Anno e Blaze Bayley vão dividir o palco pela primeira vez na história – foto: divulgação

Paul Di´Anno, primeiro vocalista do Iron Maiden, responsável pelas vozes nos dois primeiros álbuns da Donzela de Ferro, e Blaze Bayley, que se juntou ao grupo em 1994 justamente com a difícil missão de substituir Bruce Dickinson, estão de volta ao Brasil para uma tour que deve percorrer várias cidades entre os meses de junho e julho.

Em São Paulo, este encontro histórico está confirmado para o próximo dia 12 de junho, na Tropical Butantã, uma das mais tradicionais casas da noite paulista, e que após passou por intensa reestruturação, agora é a mais nova opção para receber os mais importantes nomes da música nacional e internacional.

Com espaço de 1000 m², a casa possuí confortável pista para 3.000 pessoas, camarotes extremamente cômodos, com vista privilegiada do palco, além de espaço privè para fumantes. Todo o sistema de som e luz foi alterado, e a infraestrutura agora conta com equipamentos de última geração. A acústica e o teto tiveram tratamento especial. Porém, a principal mudança está no tamanho do palco, que era de 12mx5m por 3,60m de altura e, hoje dispõe de 15x8m e pé direito de 5 m.

Os ingressos estarão à venda, a partir de amanhã, na bilheteria da Tropical Butantã, no site da Ticket Brasil (www.ticketbrasil.com.br) e pontos autorizados pela empresa em São Paulo (Galeria do Rock, Jardim Paulista, Moema, Itaquera, São Mateus e Vila Guilherme), Santo André, São Bernardo, São Caetano, Osasco, Guarulhos e Santos. Os bilhetes custam R$ 60,00 (pista estudante – 1° lote) e R$ 140,00 (camarote promocional especial válido para duas pessoas). Mais informações no serviço abaixo.

Após anunciar sua aposentadoria em 2013 e mesmo com algumas limitações de locomoção, Paul Di´Anno não conseguiu ficar longe dos palcos e retorna ao país trazendo especialmente na bagagem a turnê que celebra os 35 anos de lançamento do álbum “Killers”. Desta vez, ele será acompanhado pela banda carioca Hatefulmurder, que também aproveitará a oportunidade para divulgar o novo álbum “No Peace”.

Paul Di’Anno é considerado um dos vocalistas mais queridos e carismáticos da história do Heavy Metal. Ele gravou os álbuns “Iron Maiden” e “Killers” e pertenceu à formação original do grupo registrando estes dois full-length que impulsionaram a carreira desta que é tida por muitos, como a maior banda de heavy metal da história.

Já o carismático Blaze Bayley volta ao país para promover o recém-lançado “Infinite Entanglement”, 8º registro de sua carreira solo. O sucessor do “The King Of Metal” (2012) é um disco conceitual, que segue a linha dos álbuns “Silicon Messiah” e “Tenth Dimension”. O setlist deve contar com as principais músicas de sua elogiada carreira, além de sucessos do período o qual esteve à frente do Iron Maiden.

Nascido na caótica Birmingham, Bayley faz parte da formação original do Wolfsbane e acabou deixando o grupo em 1994 para entrar no Iron Maiden. O artista gravou os álbuns “The X Factor” (1995) e “Virtual XI” (1998).

Links relacionados:


Serviço São Paulo

Rádio Corsário orgulhosamente apresenta o encontro histórico: Paul Di’Anno e Blaze Bayley
Special guest: Hatefulmuder



Data: 12 de junho de 2016
Local: Tropical Butantã
End: Av. Valdemar Ferreira, 93 – 200m da Estação Butantã da linha amarela do Metrô
Horário: 17h (open doors)
Imprensa: press@theultimatemusic.com | 11 964.197.206

Bilheterias do Tropical Butantã – SEM TAXA DE CONVENIENCIA
Av. Valdemar Ferreira, 93 – Butantã – São Paulo – SP
Horário: Segunda à sábado das 11h às 18h.
Formas de pagamento: Dinheiro

COMPRA PELA INTERNET – www.ticketbrasil.com.br
(Formas de Pagamento: dinheiro, cartões de crédito Visa, MasterCard, American Express e Dinners Club)
*Ponto de venda sujeito a taxa de conveniência em São Paulo (Galeria do Rock, Jardim Paulista, Moema, Itaquera, São Mateus e Vila Guilherme), Santo André, São Bernardo, São Caetano, Osasco, Guarulhos e Santos.

Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei.

BILHETERIA - 1° LOTE
Pista meia: R$ 60,00
Pista promocional antecipado: R$ 70,00
Pista inteira: R$ 120,00
Camarote meia: R$ 90,00
Camarote promocional antecipado: R$ 100,00
Camarote inteira: R$ 180,00
Camarote promoção especial : R$ 140,00 (válido para duas pessoas)

Capacidade: 3.000 pessoas
Censura: 16 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis.
Duração: Aproximadamente 180 minutos
Abertura da Casa: 1h antes do espetáculo
Estacionamento: nas imediações da Tropical Butantã (sem convênio)
Estrutura: ar-condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria


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RONALDO E OS IMPEDIDOS: show de lançamento do novo EP na sexta em Suzano




Ronaldo Giovaneli e sua banda, se apresentam nessa sexta no Boteco Helena Original (Rua Nove de Julho, Suzano/SP), onde lança seu novo trabalho, o EP “Onde Está o Rock N Roll?”.

Na segunda-feira eles se apresentaram no programa “Baita Amigos” da BandSports, apresentado por Neto – parceiro de Ronaldo na Band.



Curta a página do evento de Suzano no Facebook: https://www.facebook.com/events/489733331230684/

O EP é composto com as seguintes músicas: “Invisível”, “T.N.T.”, “Onde Está O Rock’N’Roll?”, “Jet Love” e “Eu Quero Mais”. Ele foi gravado nos estúdios Mr. Som, produzido por Marcello Pompeu, Heros Trench e Fares Junior.

Assista o teaser, aqui:


RONALDO E OS IMPEDIDOS é formado por Ronaldo Giovaneli (voca), Fares Junior (guitarra), Tico Rizzo (guitarra), Daniel Kid (baixo) e Nina Pará (bateria).

Nos shows, além das músicas autorais de seus dois discos anteriores, e agora, o EP, eles apresentam clássicos do rock’n’roll, de Elvis à AC/DC.

Para levar Ronaldo e os Impedidos para sua cidade, entre em contato com TC7 produções (11 99653 9014, tc7producoes@gmail.com )

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​A/C Luciano Piantonni - Director