25 de ago. de 2012

Notícias - The Ultimate Press-Music (25/08/2012)



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CJ Ramone anuncia três shows surpresa na América do Sul

Baixista agendou extensa turnê por Brasil, Argentina e Uruguai

CJ Ramone, ex-baixista dos RAMONES, está prestes a desembarcar na América do Sul para uma longa série de apresentações, que vai passar por diversas cidades do Brasil, Argentina e Uruguai. No entanto, o ex-integrante da histórica banda americana de Punk Rock hoje surpreendeu os fãs ao anunciar que fará três shows surpresa pelo Continente.
Até o momento, as datas da turnê são as seguintes:

16/09 - Arena Palco Sete, Estância Velha/RS - Brasil
18/09 - Music Hall, Curitiba/PR - Brasil
19/09 - Hangar 110, São Paulo/SP - Brasil
20/09 - Bolshoi Pub, Goiânia - Brasil
21/09 - Arena Futebol Clube SCES, Brasilia/DF - Brasil
22/09 - Show surpresa
23/09 - La Mala, Mendoza - Argentina
26/09 - Elvis, Rio IV, Córdoba - Argentina
27/09 - Refugio Guernica, Córdoba - Argentina
28/09 - Bluzz Live, Montevidéu - Uruguai
29/09 - Show surpresa
30/09 - Show surpresa

Além disso, a CP Management, produtora do show em São Paulo, confirmou como banda de abertura, o trio paulistano Aurélio e Seus Cometas, que retorna de Londres justamente para o lançamento do seu terceiro álbum de inéditas no Brasil. Os ingressos para a exibição na capital paulistana já estão à venda na Galeria Presidente (London Calling), Galeria do Rock (Consulado do Rock e loja 255), na Metal CDs em Santo André e pelo site da Ticket Brasil, no valor de R$ 60,00 (1° lote), R$ 80,00 (2° lote) e R$ 100,00 (na porta).
Neste momento, CJ Ramone está em plena promoção de seu mais recente disco "Reconquista". Este trabalho tem sido bastante elogiado tanto pelos fãs, como pela imprensa especializada.
O músico virá acompanhado do guitarrista Steve Solo, do Adolescents, e do baterista Michael Stamberg. No repertório, clássicos de sua ex-banda e outros hits do Rock, que marcaram os anos 80 e 90.
Christopher Joseph Ward foi escolhido para substituir Dee Dee, o lendário baixista dos RAMONES, em 1989, e ficou até o fim da banda em 1996. Com o grupo, e já usando nome de CJ Ramone, lançou os álbuns 'Loco Live' (1991), 'Mondo Bizarro' (1992), 'Acid Eaters' (1994) e 'Adios Amigos' (1995). Depois disso, o artista montou outros projetos como o Los Gusanos e Bad Chopper, e esteve outras oportunidades no Brasil para shows solo.

Links relacionados:

Serviço São Paulo



CP Management orgulhosamente apresenta CJ Ramone
Data: 19 de setembro
Local: Hangar 110
End: R. Rodolfo Miranda, 110 – Metrô Armênia
Horário: 19h
Banda de abertura: Slot e, Aurélio e seus Cometas
Ingressos: R$ 60,00 (1° lote), R$ 80,00 (2° lote), R$ 100,00 (na porta)
Pontos de venda:
Galeria Presidente: London Calling - R.24 de Maio, 116 - (11) 3223.5300
Galeria do Rock: Consulado do Rock (11) 3221.7933 | Loja 255 (11) 3361.6951
Santo André: Metal CDs - R. Dona Flaquer, 184 - (11) 4994.7565
Venda online: Ticket Brasil (http://www.ticketbrasil.com.br)
Infos: (11) 3229.7442
Imprensa: (13) 9161.6267 - press@theultimatemusic.com







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Guitarrista do Sepultura é homenageado na Beatles Week, em Liverpool

Andreas Kisser é primeiro artista brasileiro homenageado no Muro da Fama ao lado dos Beatles, Rolling Stones e Queen

Andreas Kisser, renomado guitarrista do SEPULTURA, grupo brasileiro de heavy metal de maior repercussão internacional, acaba de se tornar uma lenda do Rock.
O músico, que comemora hoje 44 anos, é uma das principais atrações do festival internacional Beatles Week, e foi homenageado com um tijolo no Muro da Fama, que fica em frente ao lendário Cavern Club, local onde o empresário Brian Epstein viu os Beatles pela primeira vez, em Liverpool.
Reconhecido por tocar com músicos de variados estilos musicais, do Death Metal a MPB, Andreas Kisser é o primeiro artista brasileiro a receber este importante tributo. No Muro da Fama estão nomes de integrantes do próprio Beatles, Rolling Stones e Queen.
Na segunda-feira (27/08), o guitarrista se junta ao Clube Big Beatles para executar o clássico “White Album”, na íntegra, no Mathew Street Music Festival.
O guitarrista já se apresentou com grandes nomes da música internacional como Scorpions, Anthrax e Metallica até Paralamas do Sucesso, Titãs, Skank, Caetano Veloso e Mombojó.
O SEPULTURA é considerado um dos grandes grupos de Heavy Metal do mundo, com mais de 15 milhões de discos vendidos. Recentemente, a banda realizou uma nova extensa turnê europeia. Durante três meses, Derrick Green (vocalista), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto (baixo) e Eloy Casagrande (bateria) se apresentaram no Rock in Rio-Lisboa em Portugal, seguiram por Grécia, Suécia, França, República Tcheca, Suíça, Itália, Espanha, Bélgica, Áustria, Romênia, Hungria, Reino Unido e terminou com grande performance no Summer Breeze festival, na Alemanha. Algumas exibições tiveram como convidados especiais os percussionistas franceses Tambours du Bronx.
Esta excursão promoveu seu mais novo registro fonográfico 'KAIROS', lançado no mercado via Laser Company/Nuclear Blast. Este trabalho foi considerado um dos melhores discos lançados em 2011 pelos principais meios de comunicação especializados.

Links relacionados:

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13 9161.6267

Próximas divulgações e suporte The Ultimate Music - Press:
01/09 - Sepultura – Suzaninho - Suzano/SP
16/09 - Emilie Autumn – Inferno Club - SP/SP
19/09 - CJ Ramone – Hangar 110 - SP/SP
23/09 - Europe – A Seringueira - SP/SP
21/10 - Behemoth – Carioca Club - SP/SP
27/10 - PESTE Fest - Claustrofobia, Oitão e Project46 – Cine Jóia - SP/SP
11/11 - Death Angel – Hangar 110 - SP/SP
25/11 - Vader – Hangar 110 - SP/SP

Além dos shows, a The Ultimate Music - Press assessora as bandas Sepultura, Krisiun, Shadowside, Confronto e Hugin Munin. Para mais informações, acesse http://theultimatepress.blogspot.com.

Notícias - Domination Press & Management (25/08/2012)


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Cauterization: banda é destaque em site polonês

Não é novidade que o CAUTERIZATION vem conseguindo cada vez mais espaço no mundo do metal extremo. Mesmo com apenas uma demo, o videoclipe de “Infernal Battlefield” ultrapassou a marca das 16 mil visualizações pelo mundo todo.


Resultado desta repercussão, recentemente o CAUTERIZATION chamou a atenção de um dos principais sites de metal extremo da Polônia: O Psychozine, que abriu espaço para que a banda contasse um pouco sobre seu trabalho em uma entrevista conduzida por Grzegorz Fijałkowski.

Confira abaixo alguns trechos da entrevista com a participação da vocalista Maysa Rodrigues:

Psychozine: Uma vocalista mulher que tambem toca guitarra é algo bastante raro na cena death metal. Há quanto tempo você toca guitarra? Quem te inspirou a tocar esse instrumento? Quais são seus guitarristas favoritos?

Maysa Rodrigues: É verdade, não é muito comum nos depararmos com mulheres a frente de uma banda de Metal extremo. Ainda mais aqui no Brasil, que é um país envolvido por outros ritmos e tendências musicais. Eu estudei a guitarra por apenas 2 anos, mas eu já toco o instrumento a mais de 10 anos. É um tempo considerável, mas definitivamente eu nunca fui uma aluna muito dedicada. Eu tive a sorte de ter um bom professor e boas influências musicais. Hoje em dia, um guitarrista que me faz perder o fôlego com suas composições é certamente Dave Suzuki ex-Vital Remains.

Psychozine: Recentemente, vocês lançaram o clipe da faixa 'Infernal Battlefield'. De onde partiu a decisão de promover uma demo com um videoclipe? Normalmente bandas novatas não fazem isso...

Maysa Rodrigues: O vídeo-clipe começou a partir de alguns ensaios e capitações de cenas sem compromisso que acabou tomando proporções inimagináveis. A culpa toda é de Felix Marinho, que é um profissional brilhantemente notável. Em suma, nós não pensamos em um script, e não tinhamos qualquer equipamento profissional para a filmagem. Com tais adversidades que a ocasião nos trouxe, nós exploramos o local e tudo o que ele nos oferecia da melhor maneira que possivel, foi um grande improviso. Estamos absolutamente satisfeitos com o resultado, e sobre a repercussão, foi uma grande surpresa!

Psychozine: Para uma banda jovem, você já fazem muito, e conseguiram tocar com algumas bandas famosas. Como isso aconteceu? Como você se sente com essas performances? Está satisfeito com elas?

Maysa Rodrigues: É importante lembrar que não somos exatamente uma banda com foco nos shows. Nós trabalhamos, temos projetos, família, não é possível cair literalmente na estrada. Mas no dia a dia aparecem eventos que não podemos recusar! Nós dividimos palco com, Immolation, Incantation, Nocturnal Depression e nos próximos meses temos datas marcadas com Autopsy, Gorgoroth, KEEP OF KALESSIN e com o ícone do death metal brasileiro Krisiun. É sempre uma correria ser banda de abertura, mas é gratificante pisar no mesmo palco de bandas que você é fã e que acompanha o trabalho deles, é uma experiência inexplicavel.

Psychozine: Vocês certamente estão trabalhando em um novo material. Diga-me quando é que podemos esperar por mais um lançamento? Será outra demo ou um álbum de estréia?

Maysa Rodrigues: Estamos trabalhando em nossas novas faixas que irão compor o nosso primeiro full-length. É possível que seja lançada no início de 2013.

A entrevista completa (em inglês) pode ser conferida no link abaixo:


CAUTERIZATION
Contato para shows e Merchandising:
Links Relacionados:


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As Dramatic Homage: " As pessoas estão se identificando por completo com nossa música"

Inovar sem abandonar as raízes da música pesada não é tarefa fácil, principalmente quando a proposta é unir elementos que vão do metal extremo ao progressivo. Esta é a proposta do AS DRAMATIC HOMAGE, que começou suas atividades no final dos anos 90 no Rio de Janeiro, mostrando uma forte dose filosófica agregada a sua musicalidade peculiar.
Mesmo com mais de dez anos de estrada, as instabilidade de membros da banda fizeram com que o AS DRAMATIC HOMAGE fosse levado a frente pelo vocalista e guitarrista Alexandre Pontes, lançando neste meio tempo as demos “A Deep Inner Recital” (2001) e “Atmosphere Of Pain/Anthems Of Hate” (2005). Em 2012 eis que chega ao publico seu primeiro full: “Crown”, que vem surpreendendo os muitos críticos do meio Heavy Metal:

“Expressando ideias filosóficas e existenciais, a amplitude e sinceridade de “Crown” exalam potencial para atingir considerável público entre as tantas subdivisões pelas quais o Heavy Metal se aventurou ao longo das décadas. E, para situar o leitor, não seria de todo equivocado traçar alguns paralelos entre o AS DRAMATIC HOMAGE e o sueco Vintersorg. São cerca de 30 minutos que merecem uma cuidadosa conferida, podendo tornar-se um presentão aos amantes do Heavy Metal!”
(Bem Ami Scopinho – Whiplash)
Fonte: Crown - As Dramatic Homage - Resenhas de CDs

Crown - As Dramatic Homage

“Alexandre Pontes nos presenteia com este maravilhoso trabalho 'Crown', com pouco mais de 20 minutos de música, podemos ver toda a versatilidade do artista e originalidade, e fora ainda coragem, pois é muito difícil você elaborar um álbum complexo nestas Nove faixas que o disco possui.”
(Paulo Henrique do Nascimento - Metal Maniacs Zine)
Fonte:

O vocalista Alexandre Pontes comenta os objetivos e resultados almejados pela banda:

"Mesmo sendo muito recente o lançamento do cd estamos tendo um feedback bem positivo da imprensa com notas ótimas e as pessoas que já compraram o material ou somente ouviram através da internet tem se manifestado de maneira muito atenciosa e entusiasmadas com o trabalho. A boa recepção tem sido muito gratificante e nos sentimos lisonjeados em saber que as pessoas estão se identificando por completo com nossa música,
esperamos poder continuar mantendo essa qualidade perante a opinião de novas pessoas que estão para conhecer a banda e nosso foco no momento é divulgar o cd e seguir conquistando nossos objetivos."
Contando agora com uma formação sólida composta por Evanildo Gouveia - Bateria, Igor Goularth – Contra-Baixo e Antony Vinco – Teclado, a banda segue divulgando seu novo trabalho, e disponibilizou uma das faixas que pode ser conferida abaixo:

AS DRAMATIC HOMAGE:

Contato: adh.contato@gmail.com (Brasil) / asdramatichomage@gmail.com (others Countries)


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Iced Earth – Festivals of the Wicked (DVD)


Shinigami Records – Nacional
Nota 10
Por Marcos Garcia

Definitivamente, os DVDs ao vivo são joias que merecem uma apreciação com vagar e calma, pois de vez em quando, surgem uns memoráveis, como ‘Festivals of the Wicked’, DVD duplo do ICED EARTH, que a Shinigami Records gentilmente lançou em terras brasileiras, tornando o acesso a ele mais simples e barato.
Qualidade em cima, livreto explicativo muito bom, apresentação gráfica perfeita, e a qualidade de som e vídeos são ótimas, mas para quem conhece bem o trabalho da banda, o que se espera de Jon Schaffer que não seja a perfeição?
O primeiro DVD contém um documentário bastante rico em imagens e em declarações de Jon em vários aspectos, inclusive com a participação de vários membros da banda, inclusive Matt Barlow, que havia retornado à banda por algum tempo; e um show completo da banda no Metal Camp Festival, na Eslovênia, em 2008, durante a excursão do ‘The Crucible of Man’, e mostra a banda destilando ao vivo sua música melodiosa, intensa e pesada com perfeição em todos os aspectos, em um repertório completamente enlouquecedor, mostrando que o ICED EARTH ao vivo é capaz de impressionar por sua música, bem como pela excelente postura de palco de seus integrantes. Destaques para clássicos como ‘Dark Saga’, ‘Burning Times’, ‘Watching Over Me’, ‘Melancholy (Holy Martyr)’ e ‘My Own Savior’. Nenhuma música de ‘The Crucible of Man’ entrou no repertório, provavelmente porque o disco saiu em setembro daquele ano, enquanto este show é de Julho, mas há uma faixa do ‘Framing Armageddon’, que é ‘Ten Thousand Strong’, onde Matt mostra que consegue segurar a onda de Tim ‘Ripper’ Owens.
O segundo DVD começa com outro show da banda no Rock Hard Festival de 2008, tendo rigorosamente o mesmo repertório do show no Metal Camp, com a mesma empolgação, mas que serve como prova de que o ICED EARTH ao vivo não imita a si mesmo, ou seja, não há coreografias ensaiadas. Temos ainda o show da banda no Wacken Open Air 2007, com Tim ‘Ripper’ Owens nos vocais, mostrando que a banda sempre está em forma, e que a frieza que muitos tiveram com Tim foi puro preconceito e conservadorismo, pois além de cantar bem, ele tem ótima postura de palco, bem como mostra-se um intérprete incrível. No repertório, destaque para ‘Burning Times’, ‘Declaration Day’, ‘Stormrider’, ‘The Coming Curse’ e ‘Ten Thousand Strong’. E como se já não fosse muito, temos ainda os vídeos de ‘Ten Thousand Strong’, ‘When the Eagle Cries’ (uma canção que trata dos atentados terroristas de 11 de Setembro de 2001, que alguns comemoraram. Até hoje, este autor se pergunta como podem existir pessoas que se alegram com a tristeza e morte de outras...), ‘The Reckoning’ e ‘Declaration Day’, todos muito bem feitos, como é o padrão da banda.
E você, por que ainda não adquiriu a sua cópia?
Vai lá, corre atrás da sua!


Tracklist:

DVD 1

Documentário

Metal Camp Open Air 2008

01. Dark Saga
02. Vengeance is Mine
03. Burning Times
04. Declaration Day
05. Violate
06. Pure Evil
07. Watching Over Me
08. Ten Thousand Strong
09. Dracula
10. The Coming Curse
11. I Died for You
12. Travel in Stygian
13. A Question of Heaven
14. Melancholy (Holy Martyr)
15. My Own Savior
16. Iced Earth

Disc 2

Rock Hard Festival 2008

01. Dark Saga
02. Vengeance Is Mine
03. Burning Times
04. Declaration Day
05. Violate
06. Pure Evil
07. Watching Over Me
08. Ten Thousand Strong
09. Dracula
10. The Coming Curse
11. Travel in Stygian
12. A Question of Heaven
13. Melancholy (Holy Martyr)
14. My Own Savior
15. Iced Earth

Wacken Open Air 2007

16. Burning Times
17. Declaration Day
18. Violate
19. Vengeance is Mine
20. Ten Thousand Strong
21. The Hunter
22. Stormrider
23. A Charge to Keep
24. My Own Savior
25. Prophecy
26. Birth of the Wicked
27. The Coming Curse
28. Iced Earth

Vídeo Clips

29. Ten Thousand Strong
30. When the Eagle Cries
31. The Reckoning
32. Declaration Day
33. Comercial de Framing Armageddon com a faixa Ten Thousand Strong

Sessão de fotos por Ross Halfin
Sessão de fotos por Rudy De Doncker



Formação:

Jon Schaffer – Guitarra 
Brent Smedley – Bateria 
Troy Seele – Guitarra solo
Freddie Vidales – Baixo 
Matt Barlow – Vocais (Metal Camp Festival 2008, Rock Hard Festival 2008)
Tim "Ripper" Owens – Vocais (Wacken Open Air festival 2007)
Dennis Hayes – Baixo (Wacken Open Air festival 2007)


Contatos:



Dismember – Under Blood Red Skies (DVD)


Shinigami Records – Nacional 
Nota 10
Por Marcos Garcia

É incrível como a evolução tecnológica nos concede cada alegria enorme, daquele que vale ficar horas diante de uma TV e apreciar um DVD, especialmente quando a banda é do cacife do DISMEMBER, com este ótimo DVD duplo,  ‘Under Blood Red Skies’, lançado no Brasil pela Shinigami Records.
Falar nesse quinteto sueco, um dos pais do Swedish Death Metal Way, é repetitivo, já que a banda é um mito, merecedora de aplausos nesses mais de 20 anos desde o lançamento de ‘Like na Even Flowing Stream’, de 1991, em que a banda evoluiu e encorpou o som, lançando CDs clássicos como ‘Indecent & Obscene’, ‘Death Metal’ e ‘Hate Campaign’, sempre mantendo a fidelidade às raízes, mas sempre uma ótima banda, mas que infelizmente, se separou em Outubro de 2011, logo, este DVD é uma homenagem à sua carreira não só ótima, mas honesta.
Primeiramente, falemos da qualidade do DVD, que é ótima na apresentação gráfica, inclusive com livreto com fotos e as datas da tour do CD ‘Dismember’, de 2008, que varreu vários países (inclusive o Brasil, com um show em São Paulo). Um detalhe bem legal é ver o guitarrista David Blomqvist com uma camisa do SARCÓFAGO, mostrando que o Metal brasileiro só não recebe o valor merecido dos fãs brasileiros. Um paradoxo vergonhoso...
A qualidade tanto da imagem quanto do som são ótimas, e com um trabalho maravilhoso da Shinigami Records: legendas em português na parte dos documentários, condizentes com as palavras dos membros da banda, em um adicional ótimo.
São dois DVDS, logo, falemos separadamente de cada um.
O primeiro DVD é o ‘Live at Party.San Festival 2008’,  ou seja, é a apresentação da banda no Party.San Open Air de 2008, na Alemanha, e é um show de encher os olhos de lágrimas, pois em tudo é perfeito, como as bandas mais velhas sabem fazer bem, e o repertório é maravilhoso, pois inclui músicas clássicas como ‘Override the Overture’, a clássica ‘Soon to Be Dead’, ‘Skin Her Alive’ e ‘Skinfather’, bem como algumas mais recentes, mas quem têm o mesmo carisma e energia das antigas, como ‘Death Conquers All’, ‘Under a Blood Red Skies’, e tudo isso com uma banda que tem ótima performance no palco, sólida em uma unidade incrível, e não deixa a desejar em relação ao que faziam em estúdio. É torcicolo certo.
O segundo DVD chama-se ‘Death Metal & More Mental Illness’, onde temos um documentário sobre a banda, onde falam dos mais variados assuntos, como a saída do fundador Fred Estby, sobre o som de guitarra da banda, e uma parte que merece destaque, onde a banda fala sobre as sessões de autógrafos, mostrando que é um direito do fã e dever da banda atender bem seus fãs. Fica a lição para muitos. Ainda temos alguns takes ao vivo ótimos, onde inclusive vemos a versão ao vivo do clássico ‘Pieces’, fora algumas tosqueiras normais e muito legais, mostrando que por trás desse tanque de guerra sueco, existem caras normais e humanos, em todos os aspectos, inclusive na mensagem final do DVD. 
Lendo sobre o DVD em um site, encontramos a seguinte mensagem do baixista Tobias Cristiansson: ‘Após 23 anos, o DISMEMBER resolveu parar. Queremos agradecer a todos os nossos fãs por seu apoio.’
Quem deve agradecer somos nós...
Imperdível!

Tracklist:

DVD 01: ‘Live at Party.San Festival 2008’

01. Stillborn Ways
02. Death Conquers All
03. Skinfather
04. Dark Depths
05. Tide of Blood; Another Shape of Sorrow
06. Forged With Hate
07. Under a Blood Red Sky
08. Override of the Overture
09. Soon to Be Dead
10. Bleed for Me
11. And So Is Life
12. Dismembered
13. Skin Her Alive
14. Sickening Art
15. In Death's Sleep

DVD 02: ‘Death Metal & More Mental Illness’

Documentário


Formação:

Matti Kärki – Vocais 
David Blomqvist – Guitarras 
Martin Persson – Guitarras
Tobias Cristiansson – Baixo 
Thomas Daun – Bateria 


Contatos:


Lacerated and Carbonized - Novas músicas disponíveis para a audição


A banda carioca de Death Metal LACERATED AND CARBONIZED acaba de soltar para audição duas faixas do disco que sai em breve para audição, que são 'Lacerated and Carbonized' e 'Awake the Thirsty', que estão disponíveis na página da banda no Facebook.
Elas são um aperitivo para o disco novo, 'The Core of Disruption', que deve sair ainda este ano, e que foi gravado no HR Studios em Março/Abril de 2012.
A mixagem e masterização ficaram por conta do renomado produtor Andy Classen (KRISIUN, LEGION OF THE DAMNED, BELPHEGOR), no Stage-One Studio (Alemanha).
A banda está para iniciar sua tour pela Europa, já visando a divulgação do CD.

Notícias - The Ultimate Music-Press (24/08/2012)



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Confronto apresenta duas músicas novas em show em São Paulo
Foto: Mauricio Santana

Apesar de estar totalmente concentrada na pós-produção do seu tão aguardado disco de inéditas, a banda CONFRONTO tem optado em não ficar mesmo longe dos palcos. Após importantes shows pelo país, o grupo recentemente tocou ao lado dos suecos do At the Gates, no tradicional Hangar 110, em São Paulo.
Na ocasião, Felipe Chehuan (vocal), Max Moraes (guitarra), Eduardo Moratori (baixo) e Felipe Ribeiro (bateria) aproveitaram a oportunidade para apresentar duas novas composições, que farão parte do tracklist oficial do seu próximo CD.
Confira abaixo os vídeos exclusivos do portal Rock Now:

Imortal: 

Meu Inferno: 

Os próximos compromissos do CONFRONTO acontecem em Cabo Frio (16/09 - Clube Santa Helena - com Dead Fish) e Rio de Janeiro (08/12 - Circo Voador - Matanza Fest). Algumas imagens das mais recentes apresentações do grupo estão em https://www.facebook.com/pages/Confronto/146093568787902.
O novo álbum, ainda sem título definido, foi gravado no estúdio Superfuzz, no Rio de Janeiro, e tem lançamento previsto para o final deste ano. O CD traz 12 composições e conta com as participações especiais de João Gordo (Ratos de Porão), Carlos "Vândalo" Lopes (Dorsal Atlântica), Felipe Eregion (Unearthly), além de Jonathan Cruz, Caio Mendonça e Paulo Doc, do Lacerated and Carbonized.
Em 10 anos de carreira, o Confronto soma mais de 170 shows no exterior e uma extensa agenda de shows pelo Brasil e por boa parte da América do Sul como Colômbia, Equador, Chile e Argentina. Os artistas já perfilaram ao lado de nomes como Napalm Death, The Haunted, Sick of it All, The Black Dahlia Murder, Sepultura, Voivod, Madball, Agnostic Front, Walls of Jericho, Krisiun, Ratos de Porão, Converge, Despised Icon e Misery Índex.
Produtores interessados em contratar o espetáculo do Confronto e do Krisiun devem entrar em contato com a Agência Sob Controle no e-mail sobcontroleproducoes@yahoo.com.br.

Links relacionados:


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Próximas divulgações e suporte da The Ultimate Music - Press:
01/09 - Sepultura – Suzaninho - Suzano/SP
16/09 - Emilie Autumn – Inferno Club - SP/SP
19/09 - CJ Ramone – Hangar 110 - SP/SP
23/09 - Europe – A Seringueira - SP/SP
21/10 - Behemoth – Carioca Club - SP/SP
27/10 - PESTE Fest - Claustrofobia, Oitão e Project46 – Cine Jóia - SP/SP
11/11 - Death Angel – Hangar 110 - SP/SP
25/11 - Vader – Hangar 110 - SP/SP
 
Além dos shows, a The Ultimate Music - Press assessora as bandas Sepultura, Krisiun, Shadowside, Confronto e Hugin Munin. Para mais informações, acesse http://theultimatepress.blogspot.com.
 

24 de ago. de 2012

Harllequin – Hellakin Riders (CD)



Die Hard Records – Nacional
Nota 10

Por Marcos Garcia

Ainda hoje no Brasil, as vertentes mais melodiosas acabam sofrendo grande discriminação por parte de fãs, mas isso é algo fútil no tocante a parte musical, uma vez que todos somos fãs de Metal, logo, subdivisões que só nos enfraquecem não fazem sentido algum, ainda mais porque se, de maneira bem simplória, fossemos falar apenas em Metal melodioso e Metal extremo, ambos os lados da questão deram (e ainda dão) contribuições maravilhosas ao Metal nacional como um todo. E mais um ótimo nome que chega é o HARLLEQUIN, de volta depois de um tempinho, que nos brinda com o ótimo ‘Hellakin Riders’.
O que temos no CD é aquele bom e velho Metal Tradicional com melodias muito bem apuradas e evidentes, alguns toques bem sacados de Prog Metal, e elementos mais agressivos do Thrash Metal em uma música única, ou seja, vocais usando e abusando de tons bem altos, guitarras ora mais melodiosas, ora mais agressivas, em riffs e solos bem compostos e pesados, baixo vibrante e com técnica, teclados tocados com maestria, mas sem serem inconvenientes em momento algum, e uma bateria que sabe não só alternar andamentos, mas mostra uma técnica muito boa e pesada, sem usar e abusar de bumbos duplos o tempo todo.
A produção sonora como um todo (incluindo mixagem, masterização e toda a engenharia de som) feita por Caio Cortonesi nos BroadBand Studios, deixou o CD com uma limpeza ímpar, mas ao mesmo tempo, está elegante, pesada e encorpada, sem obliterar detalhe algum; a arte do CD é algo de linda, bem trabalhada e que transpira o conteúdo das letras, pois se baseiam em uma lenda espanhola, a do Bando de Arlequim, homens amaldiçoados e presos em uma dimensão onde estão mortos para os vivos, e vivos para os mortos, ou seja, as letras dão um tempero cultural ótimo à música do grupo.
E quando o CD começa a tocar, a coisa fica realmente séria, pois o trabalho desde quinteto é bem acima da média, sempre forte e construído encima de harmonias excepcionais, logo, fica bem difícil escolher um destaque entre as dez faixas, mas não dá para não citar a beleza e peso de ‘Three Days in Hell’, onde o vocal de Mário Linhares (sim, o mesmo vocalista do mítico DARK AVENGER) flui com naturalidade nos tons mais secos e agressivos quanto nos tons altos; a força e peso de ‘Archangel Asylum’, uma faixa mais desacelerada, e por isso, mais pesada e densa, com ótimos riffs de guitarra, e ‘Going to War’ segue a mesma levada, bem trabalhada e com uma bateria para lá de pesada e variada; ‘Overshadow’, uma faixa que prioriza mais o peso, com o baixo aparecendo bastante; ‘King of the Dead’, mais intimista, com levadas muito boas e que prendem a atenção do ouvinte; a arrasa-quarteirões cadenciada ‘Hellakin Riders’, onde as bases de guitarra são ótimas e os vocais de uma teatralidade soberba, bem como o baixo, bastante evidente, faz bonito; ‘The Riddle’ e ‘The Bride’ são mais etéreas, ambas com belos teclados, e na segunda, surge um clima belíssimo, mais uma vez com o baixo dando a tônica; ‘Daredevil’ é uma faixa mais rápida, mas mesmo assim bem complexa, onde as guitarras e os vocais definitivamente roubam a cena; e a linda ‘Ancestors’, permeada por um belo piano, quase toda uma semi-balada com bastante peso e melodia. Óbvio que o disco encerra-se aqui, o que nos leva a iniciar tudo mais uma vez, pois tudo que é bom merece uma sucessão de repetições. E dá uma vontade enorme de se erguer da poltrona e aplaudir, pois a banda merece.
Um disco maravilhoso, bastante profissional e que deverá constar na lista dos melhores do ano de muitos.

Overshadow


Tracklist:

01. Three Days in Hell
02. Archangel Asylum
03. Going to War
04. Overshadow
05. King of the Dead
06. Hellakin Riders
07. The Riddle
08. The Bride
09. Daredevil
10. Ancestors


Formação:

Mário Linhares – Vocais
Fabrício Moraes – Guitarras 
Caio Cortonesi – Baixo
Pedro Val – Teclados 
Kayo John – Bateria 


Contatos:


Dark Angel – Leave Scars (CD)



Shinigami Records – Nacional
Nota 10
Por Marcos Garcia

Resgatar as raízes de um estilo musical é um trabalho que requer boa vontade e imenso know-how, para tirar das trevas certos títulos ou que são importantes historicamente, ou que são excelentes. A Shinigami Records, mostrando que se importa com esse aspecto, pôs nas prateleiras das lojas a versão nacional do clássico ‘Leave Scars’, terceiro disco do quinteto norte-americano DARK ANGEL, lançado originalmente pela Combat Records em 1989.
A banda sempre teve problemas com sua formação, pois desde o primeiro disco, ‘We Have Arrived’, nunca conseguiram gravar o disco subsequente com os mesmos membros. Entre ‘Darkness Descends’ e este, saiu o vocalista Don Doty, bastante carismático e com uma voz diferenciada, e a apreensão pelo futuro entre os fãs. Mas como a banda não iria parar, logo entra Ron Rineheart, um ilustre desconhecido, mas que não só segurou a barra, como se impôs e se tornou referência. O próprio estilo da banda, antes bem calcado no SLAYER, deu uma lapidada e ficou mais pessoal, técnico e com boas melodias, e a agressividade dos discos anteriores ainda está ali, um pouco menos evidente, devido à gravação estar bem melhor, pois a produção de Michael Monarch e da própria banda deram uma vida e polidez não vista antes, bem como expôs a técnica dos cinco de forma indelével.
A capa faz referência direta à letra de ‘Death of Innocence’, sobre o pesadelo da pedofilia que assola nosso mundo, nascido da mente distorcida de muitos, e a apresentação atual é um passo à frente da original, pois este CD guarda algumas ‘surpresinhas’ extras.
Falar deste CD é chover no molhado, já que suas músicas dispensam comentários elogiosos, mas para os que não conhecem a banda (o que seria uma heresia), vamos nós. Abrindo, temos a arrasadora de pescoços ‘The Death of Innocence’, onde Ron canta com velocidade ímpar, bem como as guitarras de Eric e Jim estão afiadíssimas nas bases e solos, bem como a base rítmica de Mike e Gene está pesadíssima e variada; ‘Never to Rise Again’ é aquela faixa energética e não tão rápida tradicional, com ótimo refrão; a velocidade retorna em ‘No One Answers’, uma patada Thrash com um trabalho de bateria absurdo; ‘Cauterization’ é uma instrumental absurdamente pesada, com destaque para as bases de guitarras absurdamente pesadas; um cover do LED ZEPPELIN entra fazendo bonito em ‘Immigrant Song’, só que com uma roupagem mais Thrashona, e vocais abusivamente rascantes; ‘Older than Time Itself’ é uma pedrada que começa mais cadenciada, para logo virar um caos abusivamente rápido e violento, que leva ao banging com muita facilidade; ‘Worms’ é uma mini-instrumental mais densa e climática, focada mais numa atmosfera de pesadelo; ‘The Promise of Agony’ é outra faixa em que a tônica não é a velocidade, mas o peso, mas assim mesmo, abusa de uma agressividade extrema; e fechando o CD, a avassaladora ‘Leave Scars’, onde a técnica de todos na banda se sobressai bastante, mas Gene rouba a cena com seu trabalho extremamente técnico nas baquetas. E as surpresas são as versões ao vivo de ‘The Death of Innocence’, ‘No One Answers’, ‘Leave Scars’ e ‘Never to Rise Again’, com qualidade de som razoável e mostrando uma banda bem afiada ao vivo, em uma época em que overdubs não eram feitos aos montes como nos dias de hoje. A banda se expunha mesmo, sem medos. E uma pena que não chegaram a expressão do Big Four, e que a banda não esteja na ativa... Mas como eles andam por aí, não custa torcer!
Histórico, importante demais, e obrigatório na coleção de qualquer um, acompanhado de belas doses de remédios para torcicolos.

Intro - The Death of Innocence

Tracklist:

01. The Death of Innocence
02. Never to Rise Again
03. No One Answers
04. Cauterization (instrumental)
05. Immigrant Song (Led Zeppelin cover)
06. Older than Time Itself
07. Worms (instrumental)
08. The Promise of Agony
09. Leave Scars
10. The Death of Innocence (live)
11. No One Answers (live)
12. Leave Scars (live)
13. Never to Rise Again (live)


Formação:

Ron Rinehart – Vocais
Eric Meyer – Guitarras (base e solo), backing vocals
Jim Durkin – Guitarras (base e solo), backing vocals, violino, vários instrumentos
Mike Gonzalez – Baixo, backing vocals
Gene Hoglan - Bateria, guitarras (bases), vários instrumentos, backing vocals 


Contatos:

https://www.facebook.com/pages/Dark-Angel-Thrash-Metal-Band-/124726210932328
http://www.myspace.com/2326071



Despised Icon – Day of Mourning (CD)


Shinigami Records – Nacional 
Nota 9
Por Marcos Garcia

Deathcore bruto e técnico de primeira linha!
Eis a impressão que temos ao ouvir ‘Day of Mourning’, do sexteto canadense DESPISED ICON, lançado por aqui pela Shinigami Records, e vamos ser sinceros: a banda arrasa.
O sexteto desfila um Deathcore de primeira linha, com vocais extremamente enlouquecidos, guitarras em riffs bem tocados tanto nas bases quanto nos solos, mas de uma ferocidade absurda, baixo evidente e pesado, e um baterista que tem um fôlego absurdo e que deve ter uns 6 braços, pois a rapidez e técnica desse cara não são nada triviais.
Gravado nos Northern Studios, no Canadá, tendo produção de Yannick St-Amand, mais a mixagem de Andreas Magnusson e masterização de Alan Douches, o produto final é bem mamutesco no aspecto peso e brutalidade, mas bem limpo e audível, já que cada instrumento está na cara. A parte visual está muito bem caprichada, com encarte abrindo em 4 folhas no centro, para exibir uma imagem bem legal.
Ao pôr o disco para tocar, tome uma torrente de brutalidade e peso pela cara sem dó ou piedade, já que a banda usa e abusa de tais elementos, mas sem abrir mão de uma técnica apurada, especialmente em ‘Les Temps Changent’, cantada em francês, com guitarras abusivamente pesadas e trabalhadas, bem como berros rasgados e guturais insanos preenchendo a música; a destruidora de tímpanos ‘Day of Mourning’, empolgante e com um trabalho de baixo-bateria de tirar o fôlego; a grooveada e pesada ‘MVP’; ‘All for Nothing’, que é em geral mais lenta e pesadona, embora a velocidade apareça vez por outra, em um autêntico show do batera da banda; as esporrentas ‘Eulogy’, ‘Made of Glass’ e ‘Black Lungs’, com guitarras fenomenais e bateria de dar água na boca; e ‘Entre Le Bien Et Le Mal’, que começa um pouco etérea e climática no início, mas que vira um apocalipse sonoro depois. 
Um disco ótimo, que saiu aqui e merece atenção de todos, e uma pena que a banda encerrou suas atividades.

Day of Mourning

Tracklist:

01. Les Temps Changent
02. Day of Mourning
03. MVP
04. All for Nothing
05. Eulogy
06. Made of Glass
07. Black Lungs
08. Diva of Disgust
09. Entre Le Bien Et Le Mal
10. Sleepless


Formação:

Alexandre Erian – Vocais 
Steve Marois – Vocais 
Éric Jarrin – Guitarras 
Ben Landreville – Guitarras
Max Lavelle – Baixo 
Alex Pelletier – Bateria 


Contatos: