6 de jun. de 2012

Slippery - Destaque na mídia e entrevista no Whiplash


Crédito Foto: Divulgação

O Slippery é uma das raríssimas bandas brasileiras que investem no Hard Rock característico da década de 80. Sem medo de ser tachado como datado ou saudosista, o grupo resgata a mesma sonoridade que projetou ao mundo nomes como Def Leppard, Mötley Crüe, Dokken, Bon Jovi e Ratt

First Blow, o disco de estréia da banda que acabou de ser lançado, foi produzido por Átila Ardanuy (Dr. Sin, Anjos Da Noite) e reúne 10 faixas que cobrem toda a carreira de nove anos do quinteto, além de um cover para Night Of The Demon, da banda britânica Demon.
Formado por Fabiano Drudi (vocal), Dragão (guitarra), Kiko Shred (guitarra), Érico Moraes (baixo) e Rod Rodriguez (bateria), o Slippery ficou conhecido a partir do  lançamento do EP Follow Your Dreams em 2007 e pelos shows de abertura para Jimi Jamison (Survivor), Jeff Scott Soto e L.A. Guns.  
O lançamento de First Blow vem agora para consolidar a carreira da banda e projetá-la para todos os cantos do país e do mundo.  
Toda a imprensa nacional tem sido só elogios para o disco. Em resenha para a revista Roadie Crew, o respeitado jornalista Antonio Carlos Monteiro escreveu que o disco reúne "músicas com refrãos grandiosos e vocalizações intensas". Já Henrique Inglez de Souza da revista Guitar Player destacou a dupla de guitarristas da banda ao dizer que o álbum é "surpreendente" e "repleto de riffs diretos e solos brutais". Outra avaliação de destaque foi feita na coluna Combate Rock do Jornal da Tarde escrita por Marcelo Moreira. O jornalista chega a dizer que o álbum traz "guitarras poderosas, músicas bem feitas e um astral para cima". 
O Slippery também já foi destaque através de várias resenhas publicadas por usuários do site Whiplash.net. Agora a banda foi entrevistada por Ben Ami Scopinho. Sob o título "Slippery - Hard Rock com alma, coração e energia" a entrevista está entre as matérias mais lidas do site e pode ser conferida através do link Entrevista no Whiplash (por Ben Ami Scopinho).
Entre outras novidades, no próximo dia 23 de Junho o Slippery será a principal atração do "Live To Rock Festival" que acontece em Sorocaba, interior de São Paulo.



Mais Informações:

Informações para Imprensa:
Eliton Tomasi - SOM DO DARMA
(15) 3211-1621        

Fonte: Som do Darma

Korpiklaani - Turnê pela América do Sul iniciada


Os fãs mineiros, paulistas, paranaenses e rio-grandenses já estão contando as horas para receber novamente de braços abertos os finlandeses do Korpiklaani. O grupo já deu início à sua nova turnê pela América do Sul. A apresentação de estréia aconteceu em Santiago do Chile. Os shows no país acontecem em Belo Horizonte (08/06 - Music Hall), São Paulo (09/06 - Clash Club), Curitiba (10/06 - Music Hall) e Porto Alegre (12/06 - Beco 203). Os ingressos para todas as apresentações continuam à venda. Confira mais informações sobre pontos de venda e ingressos em http://theultimatepress.blogspot.com.
Recentemente, o grupo enviou mensagem convidando o público a prestigiarem suas exibições. Confira o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=xLq8R_1Hsdo.
Neste momento, o Korpiklaani é formado por Jonne (vocal/guitarra), Cane (guitarra), Jarkko (baixo), Matson (bateria), Juho (acordeom) e Hittavainen (violino) e está em plena turnê de promoção do álbum Ukon Wacka. Confira entrevista em http://bit.ly/KPcaWa.
A banda de abertura em São Paulo e Curitiba, será a Enthring, nova sensação no cenário metal escandinavo. Petteri Eväsoja (guitarra/vocal), Tommi Suutarinen (guitarra/vocal), Henri Kotipelto (baixo) e Toni Paananen (bateria) estão promovendo o álbum The Grim Tales of the Elder. Recentemente, o quarteto concedeu entrevista exclusiva à Rock Brigade. Confira em http://bit.ly/JXij4o. Além disso, eles também enviaram recado aos brasileiros em http://www.youtube.com/watch?v=bdIgWBrdFQI&hd=1.

O Enthring é audição indispensável para os fãs de Dimmu Borgir, Ensiferum, Children Of Bodom e Equilibrium.


A turnê consiste nas seguintes datas:
06/06 - Korpiklaani - Espacio 334 - Santiago, Chile
07/06 - Korpiklaani - Salon Reducci - Buenos Aires, Argentina
07/06 - Enthring + Claustrofobia - Tribal Club - Santos, Brasil
08/06 - Korpiklaani - Music Hall - Belo Horizonte, Brasil
08/06 - Enthring - Bar Barka Madarock, Hortolândia, Brasil
09/06 - Korpiklaani + Enthring - Clash Club - São Paulo, Brasil
10/06 - Korpiklaani + Enthring + Hugin Munin - Music Hall - Curitiba, Brasil
12/06 - Korpiklaani - Beco 203 - Porto Alegre, Brasil
12/06 - Enthring - Blackmore Rock Bar, São Paulo, Brasil
13/06 - Korpiklaani - Buzz Live - Montevidéu, Uruguai

Links relacionados:
http://www.korpiklaani.com
http://www.facebook.com/korpiklaani
http://twitter.com/_korpiklaani
http://www.myspace.com/korpiklaani
http://www.youtube.com/user/korpiklaani
http://www.enthring.com/
https://www.facebook.com/Enthring
http://www.myspace.com/enthring
http://www.youtube.com/enthringband

Serviço São Paulo
CP Management & Metal Music apresentam Korpiklaani
Data: 09/06/2012
Local: Clash Club - www.clashclub.com.br
Endereço: Rua Barra Funda, 969 - Barra Funda - São Paulo
Tel: (11) 3661.1500
Abertura da Casa: 18h30min
Bandas de Abertura: Enthring
Showtime Korpiklaani: 21h (pontualmente)
Ingresso:
1° lote pista R$ 80,00 (meia entrada e promocional)
1° lote camarote: R$ 100,00
Ponto de Venda:
Bilheterias da Clash Club
Galeria do Rock: Consulado do Rock (11) 3221.7933, Die Hard 3331.3978, Paranoid 3221.5297, Mutilation Records 3222.8253, Profecias 3333.2364 - Av. São João, 439
Santo André: Metal CDs - Rua Dona Elisa Flaquer, 184 - Centro - (11) 4994.7565
Venda online: Ticket Brasil - http://www.ticketbrasil.com.br
Imprensa: (13) 9161.6267 - press@theultimatemusic.com
Patrocínio: Rock Brigade e Consulado do Rock

Cartaz São Paulo: http://bit.ly/LXfluX
Cartaz Belo Horizonte: http://bit.ly/Lgt7JQ
Cartaz Curitiba: http://bit.ly/L361Eb
Cartaz Porto Alegre: http://bit.ly/Mc0V9G

Serviço Enthring em SP
Data: 12/06, terça-feira
Horário: 21h
Local: Blackmore Rock Bar
Endereço: Alameda dos Maracatins, 1317, Moema - São Paulo/SP
Fone:             (11) 5041-9340      
Entrada: Pista R$ 20 (Homem/Mulher) / Camarote R$ 40 com o Kit – R$ 80
Cartões de Débito: Rede Shop / Visa Electron / Maestro
Cartões de Crédito: Mastercard / Visa
Reserva de mesas por e-mail: blackmore@blackmore.com.br
Estacionamento: Vallet Service na porta (R$ 15)

Próximas divulgações e suporte The Ultimate Music - Press:
07/06 - Enthring + Claustrofobia - Tribal Club - Santos/SP
08/06 - Enthring - Bar Barka Madarock - Hortolândia/SP
08/06 - Hugin Munin – Jack Music Pub - Bauru/SP
09/06 - Korpiklaani + Enthring – Clash Club - SP/SP
10/06 - Korpiklaani + Hugin Munin + Enthring – Music Hall - Curitiba/PR
12/06 - Enthring - Blackmore Rock Bar - SP/SP
15/06 - Krisiun – Music Hall – Curitiba/PR
16/06 - Confronto – Pós-Graduação – Vila Velha/ES
07/07 - NOFX + Bullet Bane – A Seringueira – SP/SP
13/07 - Shadowside – TBA
14/07 - Shadowside – Araraquara Rock Festival - Araraquara/SP
15/07 - Shadowside – Stonehenge Rock Bar - Belo Horizonte/MG
20/07 - Shadowside – Jack Music Pub - Bauru/SP
21/07 - Shadowside – TBA
21/07 - Confronto + Matanza – República Music Hall, Taubaté/SP
29/07 - At the Gates – Hangar 110 - SP/SP
01/09 - Sepultura – Suzaninho - Suzano/SP


The Ultimate Music - PR, Management & Consultancy
13 9161.6267

Blodhemn - Holmengraa (CD)


Indie Recordings - Importado
Nota 9,5
Por Marcos Garcia  

Pelo que podemos analisar hoje, um dia, a Noruega será citada nos livros de História especializados em Metal como o país que causou uma gigantesca mudança nos paradigmas do Metal extremo mundial, pois apesar da poeira ter assentado um pouco por lá, a velha chama do Black Metal ainda está bem acesa, como no início da década de 90, quando uma verdadeira invasão de bandas com uma sonoridade nova surgiu naquele país, bem como as muitas polêmicas também vieram juntas no pacote.
Ignorando os aspectos polêmicos, ainda surgem boas bandas de Black Metal por lá, e o Blodhemn é o mais novo míssil vindo de lá, chegando com seu primeiro CD, Holmengraa, após um Demo CD e um EP.
Conservando a essência do estilo encontrado na primeira metade da década de 90 por lá, ou seja, a velocidade em excesso nem sempre é a guia deste trabalho soturno feito por Invisus (que fez tudo no estúdio junto com a participação de Aaneland, que fez todos os vocais limpos e toca guitarras em Black Horizons, mas existe uma formação para shows), mas sim aquela atmosfera densa, soturna e climática que bandas lendárias do estilo como Mayhem e Dissection cultivaram em seus tempos áureos, ajudada por uma gravação muito crua, embora não seja tão mal feita como alguns fãs mais puritanos gostariam que fosse, mesmo tendo a ajuda de Bjørnar E. Nilsen e Arve Isdal na gravação e de Herbrand Larsen na masterização.
No que tangencia as músicas, do início ao fim, o trabalho é muito satisfatório, especialmente nas faixas Rettersted, com andamento moderado e vocais no estilo ‘estou-cantando-no-fundo-de-uma-caverna-gelada’, a climática Djevelen i Menneskeform, mais rápida e destroçadora de tímpanos; o arrasa-quarteirão Thingvellir; a ‘muda-toda-hora’ Telehiv, e o ótimo cover Black Horizons, do finado Dissection, fiel à versão original em tudo, e torna este CD quase que item obrigatório dos fãs do estilo, se bem que bom gosto não precisa de rótulos.

Rettersted


Tracklist:

01. Galgebakken
02. Rettersted
03. Djevelen i Menneskeform
04. Thingvellir
05. Nekromani
06. Maanelyst
07. Telehiv
08. Black Horizons



Formação:

Invisus: todos os instrumentos e vocais
Aaneland: todos os vocais limpos e guitarras em Black Horizons


Contatos:

The Fallen Divine - The Binding Cycle (CD)



Indie Recordings - Importado
Nota 8,5
Por Marcos Garcia

De vez em quando, surgem surpresas no continente Europeu, dignas de louvor, algumas outras nem tanto, mas o saldo em geral é bastante positivo, já que experimentação é a chave para as portas de um futuro não estagnado, onde a vida espera, já que a continuidade é a porta aberta para a extinção.
E mais uma boa banda se junta ao grupo das mais promissoras é, sem sombra de dúvidas, o quinteto norueguês de Oslo (NOR) The Fallen Divine, que chega até nós com seu disco de estréia, The Binding Cycle, via Indie Recordings, que é uma amostra de peso, brutalidade e melodias, mas em uma música pictoricamente complexa e bem arranjada. Musicalmente, é algo que poderíamos classificar como Techno Death Metal melódico (mais um rótulo chato!), mas não se enganem, caros leitores, pois está bem distante do que se vê na escola de Gotemburgo, pois os noruegueses aqui sabem pegar bem bruto e soturno quando é necessário, já que os teclados não são constantes, e os vocais de Magnus Kvist (que também cuida dos teclados) são bem variados do seu urrado bem particular aos momentos mais guturais, as guitarras de Magnus Haugo e Markus Charras sabem tanto ser melodiosas quanto ríspidas quando necessário, sejam nos riffs ou nos solos, e a cozinha do baixista Christoffer Wig e do baterista Alex Stebbing é muito pesada e coesa.
Cada elemento da música da banda é ressaltado pela produção limpa e pesada da dupla formada por Andy LaRocque e Dan Swanö na produção, mixagem e masterização.
Se perguntarem por destaques, ouçam logo o disco todo, mas podem começar pela variada e forte Fire Lights the Night, a climática Northern Lights, onde o vocalista dá uma mostra de seu talento, e The Binding Cycle, onde há mudanças de climas extremos, e outros amenos com vocais rasgados sussurrados, o que torna o trabalho da banda diferenciado.

Shades of Opression



Tracklist:

01. Dissension
02. Shades of Oppression
03. Fire Lights the Night (Self Ignition)
04. Patterns Through Eternity
05. Northern Lights
06. Replenished     
07. The Tormented One
08. The Binding Cycle




Formação:

Magnus Kvist – Vocais, teclados
Markus Charras – Guitarras
Magnus Haugo – Guitarras
Christoffer Wig – Baixo
Alex Stebbing – Bateria


Contatos:

Mortad - The Myth of Purity (CD)



Metal Hammer – Importado
Nota 10
Por Marcos Garcia

Vozes femininas guturais dentro dos estilos extremados do Heavy Metal estão se tornado mais e mais comuns, e infelizmente, muitas vezes, as moças não conseguem fugir da sombra de mitos como Sabina Classen e Angela Gossow, que criaram modelos novos, mas existem aquelas poucas que conseguem mostrar algo diferente e fazer um bom trabalho.
O quarteto Mortad, vindos da Velha Inglaterra e capitaneados por Somi Arian, vocalista de origem iraniana, é um desses e acaba de soltar o seu primeiro Full Lenght, The Myth of Purity, via Metal Hammer.
O disco em si é um autêntico torpedo, com peso opressivo o tempo inteiro, associados a uma brutalidade absurda, muita técnica e alguma melodia em seus solos de guitarra, sem priorizar a velocidade (embora a usem vez por outra), além de letras para lá de azedas, atirando firme contra o Estabilishment.
Apoiados por uma gravação limpa e inetnsa (já que a produção foi feita pelo experiente Russ Russel, que já trabalhou com nomes como Napalm Death, Dimmu Borgir, entre outros), não poderia deixar de ser um CD ótimo, com riffs e solos de guitarra bem compostos e postados, baixo sempre ali dando peso (e deixando de fazer apenas o feijão com arroz em alguns momentos), bateria bastante técnica, sempre pesada e bem variada, fazendo com que o trabalho da banda não fique enfadonho, e vocalizações insanas e competentes o tempo todo, sem serem apenas urros e gritos sem sentido. A capa não é muito complexa ou trabalhada, mas bem chamativa e expõe bem o conteúdo lírico da banda.
Musicalmente, o Death Metal técnico do quarteto se mantém em um nível alto durante todo o disco, mas há destaques nas faixas All That’s Born Must Be Destroyed, que começa com uma esporreira daquelas, mas logo vira uma música bem trabalhada e contagiante, mesmos elementos encontrados em Waste of my Rage; na cadenciada, técnica e densa Mirage; a agressiva e variada Myth of Purity, com ótimas vocalizações da parte de Somi, que mostra-se mais uma grata revelação do estilo, bem como os ótimos riffs e solo de guitarra (este então mostra forte apelo melodioso), e a bateria mostra bastante técnica; e na avassaladora The Voice, outra pancada instigante, densa, climática e agressiva, com excelente trabalho de guitarras e vocalizações, com trechos cantados em persa e que tem vídeo oficial bem famoso na net, e a música é uma homenagem da banda à Neda Agah Soltan, uma jovem morta em 2009 em protestos pró-democracia e Direitos Humanos básicos no Irã (Uma curiosidade: o nome Neda significa ‘voz’), ou seja, versa contra os abusos de teocracias no nosso mundo.
Uma das grandes revelações do ano, sem dúvida!
Espero que algum selo nacional os lance por aqui, pois a música do quarteto é viciante!

The Voice


Tracklist:

01. All That's Born Must Be Destroyed
02. Waste of My Rage
03. The Heights
04. Mirage
05. Feels Like Suffocation
06. The Myth of Purity
07. I'm Not Interested in Being Interesting
08. By Default
09. The Voice
10. That Which is Humane



 Formação:

Somi Arian – Vocais
Jonathan Hughes – Guitarras
Joseph Perumal – Baixo
Szymek Lawik – Bateria


Contatos:


Screams of Hate – Corrupted (EP)


Independente – Nacional
Nota 8
Por Marcos Garcia

Fazer Metal no Brasil, usando um termo que corre a internet nos dias de hoje, é para os fortes, já que as dificuldades são sempre enormes, e as compensações, na maioria das vezes, são ínfimas, pois a cena brasileira ainda carece de profissionalismo no tocante às bandas, já que as mesmas raramente recebem retorno financeiro por seus esforços (a famosa questão de tocar de graça, ou em troca de cervejas), e isso quando os fãs daqui não lhes dão as costas, já que continuam com uma mentalidade extremamente colonizada, acreditando que somente o que vem de fora é bom, por mais que o produto seja a reprodução infinita de clichês batidos, onde um exemplo é a New Wave Of Thrash Metal, onde a maioria das bandas carece de musicalidade e personas próprias.
O quinteto Screams of Hate, de Guarulhos, SP, resolveu enfrentar as dificuldades, e chega com seu EP, Corrupted, com 5 faixas de uma mistura de estilos mais extremados de Metal (especificamente Death Metal com Thrash) com toques de Groove bem feita, alternando entre a cadencia e a velocidade em doses iguais, e apesar de não ser algo original, tem personalidade.
Tendo a produção de Henrique Baboom e da própria banda, sendo gravado e mixado nos WSTF Estúdios, em SP, e masterizado Toque Final Estúdio, o que sai dos falantes é uma música forte e vigorosa, com vocais berrados no melhor estilo, guitarras ríspidas e intensas em riffs insanos, baixo e bateria bem pesados e seguros, sabendo dar corpo e peso ao som, e tudo isso com uma qualidade de gravação muito boa, para que aqueles que ouvirem o trabalho do quinteto consigam entendê-lo sem dificuldades, bem como poderão sentir a intensidade de sua música. A arte, feita por Sid Gambarini, é extremamente simples, sem muitos enfeites, mas funcional em relação à proposta da banda.
As cinco faixas do EP (Corrupted, Fight, Narkotic, Revanche, e Your Soul Will Pay) são igualmente muito boas, com cada uma delas apresentando seus próprios atrativos e méritos, com andamentos alternados, bons riffs de guitarra em cada uma delas, momentos intensos e que levam ao pogo com muita facilidade, e nem de longe a música deles é pobre ou simplista, muito pelo contrário: a banda pode ser aquilo que muitos andam buscando por aí.
Uma banda bastante honesta, um trabalho digno de menção, ainda mais porque está disponível para download gratuito na página da banda.

Corrupted



Tracklist:

01. Corrupted
02. Fight
03. Narkotic
04. Revanche
05. Your Soul Will Pay




Formação:

Clayton Bartalo – Vocais
Alexandre Leme – Guitarras
Thiago Fuzaro – Guitarras
Vicente Moreno – Baixo e vocal
Marcelo Tosseli – Bateria


Contatos:

www.screamsofhate.com
www.myspace.com/sohsp 
www.soundcloud.com/screamsofhate
www.youtube.com/screamsofhateband
www.facebook.com/screamsofhate
www.twitter.com/officialsoh
www.reverbnation.com/screamsofhate

EMAIL: screamsofhateband@gmail.com
SHOWS: (11) 3982-6023 / 9475-4795 / Clayton - Vivian

5 de jun. de 2012

Edu Falaschi - videochat ao vivo no Portal da RedeTV



Nesta quarta-feira (6), Edu Falaschi participa de videochat no Portal da RedeTV!, ao vivo. A partir das 16h, o músico conversa com os internautas sobre sua saída da banda Angra e a atual fase como líder da Almah.
Para comentar o cenário do Heavy Metal, Maurício Varnum, o Java, editor de cultura do Leitura Dinâmica, também participa do videochat.
Edu Falaschi foi vocalista da banda de Metal Angra e atualmente está à frente da Almah. Tornou-se vocalista do Angra, uma das referências do metal no país, em 2000,  após a saída de André Matos. Gravou três músicas para a versão brasileira da trilha do filme Cavaleiros do ZodíacoPrólogo do Céu. Foi eleito o melhor vocalista de 2010 pela revista Roadie Crew. Durante o Rock in Rio 2011, foi duramente criticado por fãs, que questionaram seu desempenho vocal. No final de maio, anunciou a saída do Angra.
Marque então o horário em sua agenda e participe ao vivo deste bate-papo! 
Você também pode enviar suas perguntas aqui.


The Ultimate Music - PR, Management & Consultancy
13 9161.6267

Coldworker - The Doomsayer’s Call (CD)

Shinigami Records - Nacional
Nota 8,5
Por Marcos Garcia

A competição dentro do Metal não é algo pequeno, pois bandas e mais bandas surgem nos quatro cantos da Terra em busca de um lugar ao Sol, podendo mostrar seu trabalho diante de fãs cada vez mais ávidos, e tendo em vista que os recursos digitais em estúdio minimizaram gastos, a quantidade de grupos novos é cada vez maior, com muitas delas com coisas novas e ótimas a mostrar, outras nem tanto, mas todas buscando chegar ao topo, a uma exposição maior.
O quinteto sueco Death Metal/Grindcore Coldworker é mais uma boa banda que está buscando seu espaço e crescendo bastante nos últimos anos, e deve ganhar ainda mais espaço com seu terceiro CD, The Doomsayer’s Call, que chega até nós em versão nacional via Shinigami Records.
A gravação é bem feita e limpa, mas sem deixar de ter aquela agressividade gordurosa que tanto é característica do estilo, saída das mãos do mago Dan Swanö, e a arte, feita por Pär Olofsson, é de bom gosto, embora o encarte seja bem simples, mas funcional, tendo letras para que os fãs possam acompanhar e compreender as letras em meio à vocais guturais absurdos, guitarras sujas, ríspidas, mas bem tocadas, e trabalho de baixo/bateria não tão complexo, mas funcional e preciso, fazendo que aquele elemento que é importante em uma banda do estilo não se perca: peso.
Ao ouvir o CD, podemos ver que a banda possui boa técnica e procurar manter-se, ao mesmo tempo, fiel às raízes sonoras brutais do Death Metal, mas ao mesmo tempo, é capaz de ter sua própria identidade, embora alguns momentos ‘dismemberianos’ surjam algumas vezes aqui e ali (especialmente pelas guitarras), e a banda evita estar em um só andamento em cada música, evitando que bocejos de monotonia surjam durante a execução do CD, e os destaques são bem difíceis de catar, pois o nível do CD é alto, especialmente porque existem monstruosidades (no bom sentido) como A New Era, bem cadenciada e climática, onde o batera Anders Jakobson mostra-se um mestre nos bumbos; a pancadaria solta de The Reprobate, onde a velocidade dá a tônica da música, com um festival de urros insanos e bases fortes de guitarra; Flesh World, que alterna velocidade e cadencia na media certa, com solos de guitarra abusivamente alavancados, ou seja, no bom e velho ‘Death Metal Way’; Murderous, outra bem veloz e eficiente; e na ótimaThe Walls of Eryx, intensa e cadenciada, deixando o fã com dor de pescoço por dias, bem como o trabalho da banda como um todo é bastante homogêneo.
Este disquinho é uma boa opção para todo fã de Metal extremo que se preze, ainda mais por ter saído aqui, logo, vão buscar suas cópias na loja mais próxima!

Flesh World

Tracklist:

01. A New Era
02. The Reprobate
03. The Glass Envelope
04. Flesh World
05. Murderous
06. Pessimist
07. Monochrome Existence
08. Vacuum Fields
09. Living is Suffering
10. The Walls of Eryx
11. Violent Society
12. Becoming the Stench
13. The Phantom Carriage




Formação:

Joel Fornbrant – Vocais
Anders Bertilsson – Guitarras
Daniel Schröder – Guitarras
Oskar Pålsson – Baixo
Anders Jakobson – Bateria


Contatos:


XLost in HateX - Banda disponibiliza música para download

A banda XLost in HateX disponibilizou uma música nova para download, Cultura da Autodestruiçãoque está disponível no Soundclock, e aproveitou e postou um vídeo bem humorado, pedindo auxílio aos fãs.




Para ouvir a música e baixar, basta acessar o box abaixo.






Contatos:


http://www.myspace.com/xlostinhatex

Black Oil - Novo vídeo no ar

A banda Black Oil acaba de disponibilizar mais um vídeo referente ao CD Not Under My Name,  que teve ótima recepção nos Estados Unidos e México.
O vídeo é para a canção S.O.S.






Contatos:


https://www.facebook.com/blackoilofficial
http://www.blackoilband.com

Rygel – Imminent (CD)



Voice Music – Nacional
Nota 9
Por Marcos Garcia


Trilhar os caminhos do Metal no Brasil é algo bastante complicado e difícil, já que as bandas sofrem muito tanto com o conservadorismo fanático instalado na cena (herança de nosso povo advinda da colonização portuguesa, já que a antiga metrópole, por ter tomado o lado da Igreja Católica após a Reforma Protestante de 1517), e do amadorismo organizacional no qual estamos emersos até os cabelos, já que em 90% dos casos, as bandas não recebem cachê e não tem tratamento digno. Enfrentar ambos é um trabalho muito difícil para qualquer um, seja em que parte do país que esteja.
Mas mesmo assim, o Brasil é capaz de gerar bandas com trabalhos sublimes, capazes de não só encarar o que vem de fora em pé de igualdade, mas mesmo de superá-las, e um dos que está neste time é o ótimo quinteto santista Rygel, e o fruto de seu suor é Imminent, segundo CD da banda.
Em uma musicalidade bem eclética, que sabe mesclar aspectos agressivos de Thrash e Death Metal com a musicalidade do Prog Metal e a melodia do Tradicional, sabendo fazer uma alquimia homogênea e coerente, estes caras realmente merecem uma ouvida com muito carinho e atenção, especialmente de ouvidos cansados do marasmo cotidiano.
A produção sonora, feita pelo experiente Marcelo Pompeu e Heros (do Korzus) é bem cuidada, fazendo com que cada pequeno detalhe de sua música complexa e agressiva não fique escondido, ou seja, as vocalizações estão bem postadas, sejam em momentos mais gritados ou nos mais amenos, guitarras que sabem ser agressivas, técnicas e melódicas ao mesmo tempo, sejam nas bases ou nos solos; teclados bem pensados e estrategicamente colocados, baixo e bateria bastante virtuosos, mas sem deixar de formar uma base rítmica coesa e pesada. A arte do CD é muito bonita, instigando o ouvinte em um típico desafio, já que as letras versam sobre o final dos tempos, e como o homem tem se preparado para isso, ou seja, suas mensagens são bastante positivas.
Sonoramente, o disco tem ótimo nível, ficando bastante difícil destacar uma ou outra faixa, mas de primeira ouvida, podemos falar de End of Days, que abre o CD, em uma faixa que serve como apresentação do que aguarda o ouvinte, ou seja, fortes vocalizações e guitarras com boa técnica; Just One, primeiro vídeo de divulgação do CD, que equilibra bem a mistura melódica e agressiva da banda, onde a base rítmica fica em evidência devido à sua técnica, com ótimo refrão e bem pesada; Hope, mais intensa, apesar de ter um pouco mais de cadência, com riffs de guitarra intensos e backing vocals fortes; a tijolada intensa Asking for you Vote, com um andamento bastante ganchudo, daqueles que levam a cabeça a agitar sem que o próprio ouvinte perceba, com um belo momento mais ameno em sua metade; a semi-NWOBHM Leave me Alone, com guitarras com bases fortes e solos melódicos e os vocais sabendo variar bastante do agressivo ao suave sem grandes constrangimentos; a bela Memories, uma balada bem feita e estruturada; a grandiosa e variada Walking Dead; e Envy Words, outra faixa mais agressiva e bem executada, com belos solos.
Um CD bem honesto, e que se destaca na enxurrada de trabalhos que anda saindo, logo, procurem ouvir, e adquiram os seus.
Uma curiosidade: o nome da banda vem da estrela mais brilhante da constelação de Órion, e é a sexta mais brilhante nos céus
E para que os leitores tenham uma amostra do que a banda faz, aqui vai o vídeo oficial do CD:

Just One 


Tracklist:

01. End of Days
02. Just One
03. Hope
04. Perfect Stone
05. Asking for your Vote
06. Leave Me Alone
07. Memories
08. Damnantion
09. Walking Dead
10. Realities
11. Envy Words






Formação:

Daniel Felipe – Vocal
Wanderson Barreto – Guitarras
Aníbal Pontes – Guitarras
Ricardo Reis – Baixo
Vagner Silva   Bateria


Contatos:

Acessoria de imprensa: Hoffman & O´Brian – Brasil
+55 (13) 7822-1426 / (11) 7623-6272
+55 (11) 3744-0593