18 de nov. de 2015

EDI ROQUE: vídeo revela possível parceria com PRS Guitars




O guitarrista EDI ROQUE divulgou um novo vídeo para o novo single “Homeless Lullaby”, registrado no estúdio do produtor Richard Zeier, em Los Angeles/CA, o primeiro em divulgação a uma possível parceria com a conceituada PRS Guitars (http://www.prsguitars.com/), que tem entre seus artistas Alex Lifeson (Rush), Carlos Santana, Mark Tremonti (ex-Creed), Marty Friedman (ex-Megadeth) e Neal Schon (Journey).

Em paralelo EDI ROQUE segue com sua prolífera carreira nos EUA, tendo gravado o novo álbum da banda The Quarantined, acompanhando os cantores Charlie Wilson e David Alfaro em shows, além de estar o processo de composição para seu novo álbum solo.


Acompanhe EDI ROQUE no Facebook: www.facebook.com/ediroqueguitar

Assessoria de Imprensa: www.facebook.com/IslandPressBr



Fonte: Island Press

WARSHIPPER: nova mudança na formação da banda



​Da esq. para dir.: Rafael Oliveira, Rodolfo Nekathor, Renan Roveran e Roger Costa
Após um ano contando com Heverton Souza (Imperium Infernale, Zombeers, Eternal Malediction), a banda WARSHIPPER anunciou a saída do vocalista por dificuldades de logística. 


Enquanto a banda é de Sorocaba, no interior paulista, Heverton é morador da capital, numa distância de mais de 100 km.

​"Tentamos fazer funcionar, mas a distância de fato impossibilitou uma integração maior com a banda em composições e ensaios. Se vivêssemos disso, seria fácil ter tempo disponível para o deslocamento, mas sabemos que essa não é a realidade de um músico de nosso underground e chegamos à decisão que minha saída seria o melhor para a banda", disse .

O WARSHIPPER agora seguirá como um quarteto, como em sua formação original e também em seu debut, porém com Rodolfo Nekathor assumindo os vocais principais, divididos com Renan Roveran. Sobre esse novo formato, Renan comentou: 

O vocalista Heverton Souza

​"A ausência dos vocais do Heverton acabou por nos forçar a buscar uma adaptação para não comprometer a dinâmica dos ensaios. Gostamos do resultado e julgamos que seria uma facilidade para a banda em seguirmos como quarteto, com o Rodolfo assumindo o papel de frontman, posição esta na qual ele atuou por muitos anos no Zoltar. A tendência é que nossa sonoridade ao vivo fique mais extrema.

Quanto ao Heverton só temos a agradecer e não tenho dúvida de que ainda teremos alguns projetos juntos."

Ainda sobre sua passagem pelo WARSHIPPER, Heverton disse: "Foi um ano de aprendizado com músicos foda e que vou admirar e respeitar para sempre. Volto novamente meu foco às minhas bandas e projetos, desejando toda sorte ao Warshipper. Seguirei trabalhando com os caras enquanto assessor e ainda vou invadir palcos deles vez ou outra. Já me convidei para tal e não aceito resposta negativa (risos)". 

Enquanto segue divulgando o EP "Worshippers of Doom", a banda vem trabalhando em composições para seu primeiro full length, ainda sem previsão de gravação e lançamento. 

Conheça o som do WARSHIPPER:


Curta a página da banda no Facebook: https://www.facebook.com/Warshipper/?fref=ts



Fonte: Lux Press
Assessoria de Imprensa

17 de nov. de 2015

REBAELLIUN: decretando o inferno na Terra


Por Marcos “Big Daddy” Garcia


Pouco é preciso se falar do quarteto gaúcho REBAELLIUN. 

Com dois álbuns marcantes (“Burn the Promised Land” de 99, e “Annihilation” de 2001), várias tours pela Europa, o quarteto marcou seu nome na cena brasileira do gênero com um Death Metal bruto, pesado, veloz, mas muito técnico e usando de elementos não tão convencionais ao gênero. Mas infelizmente, quis o destino que a banda parasse em 2002, deixando órfã uma legião de fãs.

Mas em 2015, 13 anos após o final, o quarteto retorna às atividades e está se preparando para gravar o terceiro álbum, “The Hell’s Decrees”, agora em dezembro, e se preparando para uma tour.

Aproveitando o momento, fomos bater um papo com a banda e saber um pouco do passado, bem como os planos para o futuro.


BD: Antes de tudo, quero agradecer de coração pela entrevista, e acreditem: sempre foi um desejo particular meu vê-los de volta. E é justamente esta a primeira pergunta: o que levou o REBAELLIUN a voltar? Seria um sentimento que quase todos temos, de que tinham coisas a fazer?

Lohy Fabiano: Muito obrigado, Marcos! Você é um dos grandes apoiadores do REBAELLIUN e sempre colaborou para que o nome da banda sempre estivesse vivo. Certamente o que nos levou a retornar as atividades é o sentimento de que ainda temos muito o que fazer e mostrar. Claro, a banda no seu breve tempo de vida anteriormente conquistou muitas coisas, mas sempre soubemos que poderíamos ir adiante. Mas acreditamos também que nada é por acaso, e esse era o momento certo de voltar a fazer música juntos.


Lohy Fabiano (baixo, vocais)
BD: E durante esses anos, o que cada um de vocês fez, musicalmente falando? Algum projeto? Sobre Penna (guitarrista), sabemos dele no HORNED GOD, e no THE ORDHER, mas e vocês, Ronaldo (guitarrista), Lohy (baixo/vocais) e Sandro (bateria)?

Lohy Fabiano: Eu estive tocando com amigos de longa data, mas apenas ensaiando pra “tirar a ferrugem”, nada sério. O Sandro foi baterista do Mental Horror durante esse período, e hoje ele também é baterista do Exterminate. O Ronaldo seguiu estudando violão clássico, musica instrumental brasileira, que ele sempre gostou muito, mas não tocou em nenhuma banda de Metal durante esse tempo.


BD: Bem, “Burn the Promised Land” causou um furor muito grande na cena Death Metal mundial, e "Annihilation" confirmou o nome do REBAELLIUN como um gigante do gênero no Brasil. Mas voltando no tempo, quais foram as sensações de gravarem ambos, e tinham a idéia de que seriam tão grandes assim?

Fabiano Penna: Quando a gente gravou o “Burn the Promised Land” em 1999, a gente tava muito empolgado. Tínhamos passado 3 meses na Europa tocando pra promover uma demo-tape com 2 músicas, conseguimos um bom contrato, fizemos shows com Deicide e Behemoth e de repente estávamos fazendo um disco completo, algo que a gente queria desde adolescente. E era um disco esperado por muita gente, existia uma expectativa em torno da banda. Não tínhamos a menor experiência em gravar tanto material junto, o estúdio também não entendia muito de gravar Metal, mas fizemos nosso melhor. Hoje em dia ouvimos o álbum e vemos quanta coisa poderia ter sido feita melhor, mas na época foi o nosso limite, e o disco acabou atingindo muita gente em função da espontaneidade das músicas, nada era muito pensado ou planejado, a gente só queria tocar rápido e fazer um disco bruto. Já o processo do “Annihilation” foi bem mais planejado, já fomos trabalhando nas músicas com foco, com noção de como elas se comportariam no álbum, chegamos a gravar uma pré com boa parte das músicas pra melhorarmos arranjos, etc. E a produção foi feita no Stage One com o Andy Classen, na Alemanha, estávamos finalmente trabalhando com um profissional do meio e com estrutura pra botar nossas ideias em prática. O disco foi muito bem recebido na época, chegou a figurar na lista dos álbuns mais importantes de Metal de 2001 na revista inglesa Rolling Stone. Realmente fizemos um álbum com um diferencial naquele período.


BD: Ainda sobre os dois álbuns: quais seriam as maiores diferenças entre "Burn..." e "Annihilation", olhando em perspectiva agora?

Lohy Fabiano: Na minha visão são abordagens diferentes. O “Burn…” possui composições mais cruas, apesar de trazer também andamentos mais lentos e um ritmo mais cadenciado do que o “Annihilation. Ele é um disco mais pesado do que rápido. No “Annihilation as músicas trazem uma complexidade maior e ele naturalmente soa mais extremo. Ele não dá descanso, realmente. Queríamos transcender nossos próprios limites com aquele disco, e acho que ele demonstrou bem essa intenção.


Fabiano Penna (guitarras)
BD: Essa me persegue há anos: em "God of a Burned Land", existe um "insert" de "Requiem", de Mozart. Como tiveram a idéia de usá-la? Alguém da banda possui formação clássica? E digamos de passagem: ficou perfeita.

Fabiano Penna: Todos nós gostamos de música erudita, eu e o Ronaldo já estudamos um pouco de violão clássico, eu também estudei composição e orquestração com um maestro por um tempo. A inserção do texto na música foi ideia minha, eu assisti ao filme "Amadeus" já uma dúzia de vezes, é um dos meus prediletos, e ouço muito o famoso "Réquiem em D Menor", última obra do Mozart. Um dia ouvindo e acompanhando a tradução em Inglês do libreto me surgiu a ideia de usar alguma referencia, já que essa obra fala sobre o ‘fim’ em vários aspetos (fim da própria vida dele, fim da humanidade, dia do juízo final), e o tema central do “Annihilation” é justamente o fim da humanidade. Acabou caindo bem na música e sendo uma referência humilde ao maior mestre de todos, Wolfgang Amadeus Mozart.


BD: Desde que voltaram, apesar de nenhum show ainda, não param de surgir boas notícias, e a Hammerheart Records, que lançou tanto "Burn..." como "Annihilation", vai relançá-los. Haverá alguma diferença entre as versões novas e as originais? Aliás, já há algo no sentido de relançá-los por aqui também? E já sabem: nem por decreto abro mão deles! Quero todos (risos)!

Fabiano Penna: Agora em Novembro tá saindo o “At War” em vinil, é a primeira novidade. EP 7”, som remasterizado, edição limitada de 500 cópias, a gente tá muito feliz em ver essa demo que gravamos em 1998 tendo a vida dela prolongada com esse lançamento. Entre Março e Abril saem “Burn the Promised Land” e “Annihilation”, em LP e CD. O “Annihilation” vem com toda arte diferente, mantém a capa mas o encarte é todo novo, a gravadora nunca ficou satisfeita com o encarte na época e foi a chance de fazer um novo, que ficou bem bacana, diga-se de passagem. Estamos vendo pra lançar no Brasil também, mas o lance da desvalorização do Real tá complicando um pouco, mas vamos seguir trabalhando pra ter os discos saindo também em versão nacional.


BD: E chegamos a atualidade. "The Hell's Decrees" é o título do novo disco. Como ele foi escolhido, e o que ele representa dentro do contexto musical do novo trabalho? E sendo sincero: parece quase que uma declaração de guerra.

Lohy Fabiano: Quando conversamos sobre o conceito do novo disco, foi um consenso que deveríamos continuar de onde o “Annihilation” terminou em 2001. “Os Decretos do Inferno” traz o que ficou estabelecido após a aniquilação no disco anterior. O homem, seus mitos, suas crenças, e verdades dizimadas. Nesse cenário a humanidade já caiu. A guerra já foi vencida e não foi uma vitória do homem. Uma era de ruína, degradação e miséria é o que buscamos retratar com esse conceito. É fato que a humanidade nunca esteve tão à beira do caos completo e irreversível, do que está atualmente, então basta olhar ao redor que a inspiração para ilustrar esse cenário é jogada na sua cara, todos os dias.


Ronaldo Lima (guitarras)
BD: Uma pergunta que não quer calar: neste material que já está preparado para entrar em "The Hell's Decrees", existe algo de antes do final em 2002 que será aproveitado agora, ou é tudo novo? E como as coisas estão fluindo em termos de composição e arranjos?

Lohy Fabiano: Dessa vez quisemos fazer algo diferente, e trazer somente material 100% novo. Estamos trabalhando bastante a pré-produção dessas músicas, e testando novos arranjos constantemente, e a tecnologia e a internet nos presta um enorme serviço nessa situação, já que moramos atualmente em estados separados. Quando a banda se reúne para ensaiar tratamos de alinhar os arranjos compostos e os demais detalhes das músicas.


BD: Penna, você é muito conhecido como produtor musical. Será você mesmo quem produzirá o disco, ou existe mais alguém que vai trabalhar na produção? Aliás, existe a possibilidade da mixagem e masterização serem feitas no exterior? Quanto tempo devem usar para gravar e terminar tudo? E já existe alguma idéia de quando o disco deve sair?

Fabiano Penna: Sim, eu já tô trabalhando desde a pré-produção no “The Hell’s Decrees”, todas demos estão sendo gravadas no meu home-studio e é possível que a gente use coisa das demos no disco mesmo. Eu vou gravar e mixar o disco aqui mesmo, a masterização vai ser feita no Absolute Master, estúdio onde masterizo todos meus trabalhos nos últimos anos. Se mais no futuro surgir a oportunidade de trabalhar com um bom produtor fora do país, vai ser excelente, somará pra banda e eu pessoalmente vou poder ver um outro profissional trabalhando, a gente sempre aprende. Mas esse disco estamos fazendo em tempo recorde e seria loucura envolver alguma pessoa de fora nisso. Vamos começar a gravar dia 10 de Dezembro e entrego o álbum pra gravadora final de Janeiro, é nosso prazo. O disco sai em Maio de 2016.


BD: Uma curiosidade: musicalmente falando, o REBAELLIUN sempre se caracterizou por uma técnica musical mais refinada, uso de refrões, mesmo com tanta brutalidade. Me parece que as influências do grupo não são somente de bandas de Death Metal. Estou certo? Poderiam comentar algo sobre isso?

Fabiano Penna: Realmente, nunca fomos pessoas radicais em relação à música. Eu pessoalmente só consigo categorizar a música em boa ou ruim, não fico pensando muito qual estilo o artista faz pra ver se gosto ou não gosto. Tem dias que gosto de ouvir Bob Marley em casa, sou fã declarado do Johnny Cash, meu herói na guitarra é o Hendrix, não é o Dimebag Darrel. E é assim com o Lohy também, que é um garimpador de música nova e obscura, o Ronaldo que é um grande conhecedor de música brasileira, o Sandro que tem toda sua base no Hardcore e começou a tocar Death Metal bem depois. Acho que essa salada só soma pro trabalho que a gente desenvolve.


BD: E chegamos a uma pergunta quente: junto com a volta do REBAELLIUN, a Domination Management também retornou, ou seja, vocês intimaram a dona da empresa a voltar com vocês (risos). Como é viver nessa parceria? Aliás, pelo que sei, a Janaína é uma excelente profissional. E por falar nisso, os shows estão chegando. Já existem datas em vista? E como os interessados podem contatar vocês?

Fabiano Penna: Exato! A Janna acabou virando uma amiga próxima, eu encontrei ela dezenas de vezes nesses anos em que o REBAELLIUN estava inativo, tanto em shows que fiz no Rio de Janeiro com outras bandas, quanto em visitas que fiz a ela também. E ela foi uma das pessoas que acompanhou o processo da possibilidade da gente se reunir de perto, dando força e tal. Ela vai estar responsável pelos shows no Brasil que acontecerão a partir de Maio do ano que vem. Já estamos negociando as primeiras datas, e se você é um produtor lendo essa entrevista e tem interesse no show do REBAELLIUN na turnê de 2016, mande um e-mail para rebaelliun.booking@gmail.com

Sandro Moreira (bateria)

BD: Após "Burn..." ser lançado, em 99, vocês estiveram em tour pela Europa. E acredito que o pessoal de lá também anda ansioso por revê-los. Já há planos para datas por lá?

Fabiano Penna: Sim, ao todo foram 4 turnês pelo continente europeu entre 1998 e 2002, quando a banda acabou. Formamos uma base de fãs bem sólida em vários países, mas claro que estamos cientes que o tempo passou e que temos que recomeçar esse trabalho visando atingir o público mais novo e literalmente recuperando o público daqueles tempos. A gente já tá estudando junto ao selo possibilidades de entrar em turnê em 2016 na Europa, mas até o momento nada concreto, com o lançamento do disco novo isso vai ficar mais perto de acontecer.


BD: E chegamos ao final da entrevista. Quero agradecer mais uma vez por tudo, e por favor, deixem sua mensagem para nossos leitores.

Fabiano Penna: Valeu Marcão pelo espaço e pela força de sempre! Fiquem ligados que em breve já divulgaremos mais novidades sobre o álbum e também como vai ser o começo da turnê no Brasil. At War!

Lohy Fabiano: Novamente obrigado, Marcos pelo apoio e pela grande entrevista. Agradeço também a todos que têm nos ajudado, divulgando, compartilhando, e acreditando na força do REBAELLIUN, seja pessoalmente, ou pelas redes sociais.  Aguardem, que em 2016 estaremos de volta à estrada, trazendo o “The Hell’s Decrees” para declarar de vez que o inferno é aqui!


Da esquerda para direita: Lohy, Fabiano, Ronaldo, Sandro


Ouça os álbuns "Burn the Promised Land" e "Annihilation".


"Burn the Promised Land"



"Annihilation":


Contatos para shows: rebaelliun.booking@gmail.com


Contatos:

Metal Media (Assessoria de Imprensa)
Domination Management (Management)

BATTALION: confira agora o videoclipe de “Tyrant of Evil”





Finalmente! A banda de Heavy/Speed Metal BATTALION disponibilizou se primeiro videoclipe, intitulado com o nome do seu último EP “Tyrant of Evil” nos traz toques muito “oitentistas” mantendo a identidade real da banda.

Confira agora o videoclipe de "Tyrant of Evil":



Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato



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16 de nov. de 2015

16/11/2015: HELLLIGHT, MAVERICK, DISTRAUGHT, IT’S ALL RED, ON FIRE AGENCY



HELLLIGHT: versão nacional do novo álbum é digipack


Já com seu disco ‘Journey Through Endless Storms’ disponível para venda no Brasil, o HELLLIGHT ressalta que a versão nacional tem um diferencial: é um digipack!

O lançamento no Brasil foi feito pela tradicional Mutilation Records e o álbum já pode ser comprado com a banda por e-mail e Facebook, com a gravadora e nas melhores lojas especializadas do país.

Lançado na Europa novamente pelo selo russo Solitude Prod, ‘Jorney Through Endless Storms’ foi gravado no estúdio Hell Inc e produzido pelo próprio vocalista e guitarrista Fabio de Paula. A arte da capa ficou por conta do artista Rodrigo Bueno.


Além da versão física, também pode ser comprada a versão virtual do trabalho através do link:


Um lyric video para a música ‘Distant Light That Fades’ também está disponível.



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MAVERICK: ouça novo álbum gratuitamente


Uma das surpresas deste ano, o paulista MAVERICK, acaba de disponibilizar seu debut, ‘The Motor Becomes My Voice’, para audição gratuita no YouTube.

Originário da cidade de São José do Rio Pardo, o grupo de imediato conseguiu uma parceria com a grande Shinigami Records e com seu Thrash Metal a lá Machine Head/Pantera vem conquistando seu espaço na cena e na mídia especializada.



Agora disponibiliza, para todos que quiserem conhecer, ‘The Motor Becomes My Voice’ via streaming pelo link:


‘The Motor Becomes My Voice’ foi gravado e produzido no Studio Atthena’s em Poços de Caldas /MG e apresenta oito músicas.

O disco já está à venda diretamente com a banda por email e Facebook e diretamente com a Shinigami Records pelo link: http://goo.gl/kmyJLp


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DISTRAUGHT: novo álbum ‘Locked Forever’ já está à venda


A espera terminou. Um dos discos de Thrash Metal mais esperados do ano está disponível. O DISTRAUGHT apresenta seu novo – e mais pesado – álbum até o momento: ‘Locked Forever’.

E quando falamos em um álbum pesado, estamos nos referindo não apenas a música, mas também a temática regente no disco: manicômios neste país e o sistema prisional brasileiro. “Baseado no livro ‘Holocausto Brasileiro’, escrevi as letras do nosso sexto álbum, onde conta como funcionava o manicômio Colônia de Barbacena/MG. Tudo que aconteceu lá, os maus tratos, genocídio, e as 60 mil mortes no maior Hospício do Brasil”, nos conta André Meyer.



O álbum, que contou com a ilustre presença de dois dos melhores bateristas do planeta, Maurício Weimar e Eduardo Baldo, já está à venda e pode ser encontrado diretamente com a banda pela sua loja virtual (envio para todo o Brasil):


‘Locked Forever’ foi gravado no estúdio Monostereo com produção de Renato Osorio (Hibria), mixagem por Benhur Lima (Hibria) e masterização por Adair Daufembach. A capa ficou por conta do artista Marcelo Vasco (Slayer, Machine Head, NervoChaos, Astafix).



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IT’S ALL RED: participando de votação internacional



O IT’S ALL RED está participando de uma votação realizada pelo site latino-americano Headbangers Latinoamerica que, através do voto dos fãs, elegerá os melhores discos de Música pesada latina.

“Estamos muito orgulhosos com nosso disco e gostaríamos muito do apoio de nossos amigos e fãs para essa votação!” – comenta o vocalista Tom Zynski.

A lista com 50 lançamentos está bem representada com nomes brasileiros como Hibria, Distraught, Lothlöryen, entre outros. O ponto positivo é que você deve votar em CINCO opções, o que pode ajudar outras grandes bandas nacionais.

Para ajudar o IT’S ALL RED e suas bandas de preferência, visite:


‘Lead By The Blind’ foi gravado nos estúdios Red, Hibria e Suminsky, produzido por Rafael Siqueira e It’s All Red e também contou com a produção vocal de Iuri Sanson (Hibria). A arte da capa contém um dos trabalhos da fotógrafa inglesa Rebecca Bentliff, o design foi feito por Daniel Siqueira.

O grupo acaba de lançar também um videoclipe para a faixa ‘Integrate Forever’, com trabalho de gravação, direção e edição de Lucas Cunha.



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ON FIRE AGENCY: vagas para Europa em 2016 estão abertas


A ON FIRE BOOKING AGENCY celebra 20 turnês pelo Velho Mundo e abre vagas para turnês pela Europa em 2016. Banda interessadas devem entrar em contato pelo e-mail ou Facebook da empresa.

Lembrando que o foco da ON FIRE são bandas de THRASH, DEATH, GRIND e que tenham pelo menos um álbum e um videoclipe lançados.

A empresa surgiu em 2011, idealizada pelo músico Alexandre ‘Xandão’ Brito, baterista da já conhecida banda ANDRALLS, e tem como objetivo o agendamento de shows/turnês na Europa.

Desde seu início, entre suas vinte viagens, a empresa já fez as turnês de bandas como Disgrace and Terror, Desalmado, Woslom, Andralls, Astafix, Imminent Attack, Claustrofobia, Chaos Synopsis, Matricidium, entre outros.

Para as bandas interessadas, vale ressaltar que o pacote de viagem é completa: a agência possui van própria, backline, motorista e Tour Manager.





Fonte: Metal Media

REBAELLIUN: capa da revista Rock Meeting




O lendário REBAELLIUN é a banda da capa da nova edição, número 74 de novembro/15, da revista digital Rock Meeting.


Conduzida pela editora Pei Fon e respondida pelo guitarrista Fabiano Penna, a entrevista viaja pelo passado, presente e futuro do grupo que está prestes a gravar um novo álbum. Confira:


O clássico EP “At War” lançado em vinil 7" pela holandesa Hammerheart terá algumas cópias para venda no Brasil. Quem quiser reservar a sua, entre em contato com a banda pelo e-mail: rebaelliun.brazil@gmail.com


A banda anunciou que entrará em estúdio em dezembro para as gravações do novo álbum. “The Hell’s Decrees”, terceiro disco da banda, tem previsão de lançamento para maio de 2016 na Europa, também pela Hammerheart Records. O álbum será produzido pelo próprio guitarrista Fabiano Penna.


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Fonte: Metal Media

PANZER: ouça agora música inédita ‘Left Behind’





O PANZER está de volta com mais uma música inédita e sem dúvida uma das mais pesadas do grupo até hoje.

A música leva o título de ‘Left Behind’ e está sendo apresentada de forma gratuita através de um lyric video desenvolvido por Wolff Videomaker.


O single ‘Left Behind’ foi produzido pela banda em conjunto com Henrique Baboom.

Recentemente, o PANZER disponibilizou para visualização gratuita o mais recente DVD, ‘Louder Day After Day’.

Para assisti-lo basta visitar o canal oficial do grupo no You Tube.



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Fonte: Metal Media

HATEFULMURDER: mantendo o agressividade (entrevista)


Por Marcos "Big Daddy" Garcia

As dificuldades parecem ser a fonte de energia de algumas bandas na cena brasileira. E o HATEFULMURDER, banda carioca de Thrash/Death Metal, é uma delas.

Após todas as dificuldades que cercaram as gravações do primeiro álbum da banda ("No Peace", de 2014), e a experiência de crescimento de popularidade, culminando com shows com o grupo americano WARBRINGER pela América do Sul, há algum tempo, um novo baque: o vocalista Felipe Lameira deixou a banda. Mas em uma resposta quase imediata, a vocalista Angélica Burns (ex-SCATHA e DIVA) entra na vaga e a banda se prepara para vôos mais altos.


Aproveitando a deixa, lá fomos nós bater um papo com eles e saber das novidades e dos planos deles para o futuro.


BD: Antes de tudo, agradeço de coração pela oportunidade, e vamos logo para uma pergunta quente: quais foram os motivos que levaram à saída de Felipe, e como chegaram até Angélica? O que influenciou nessa escolha?

Renan Campos: Pra ser sincero, Felipe Lameira precisou de um tempo para organizar sua vida pessoal e atividades fora da banda. Foi uma decisão pessoal e a respeitamos. 

Além disso, de uns tempos pra cá, nossos planos pra banda não estavam seguindo a mesma linha de raciocínio, com isso ele decidiu deixar o HATEFULMURDER. 

Nós somos muito gratos ao Lameira, sentimos orgulho por tudo que conquistamos juntos. Nossa amizade continua, eu acho que uma coisa não afeta a outra.

Agora, é olhar pra frente e continuar!

Sobre a Angélica, a gente já conhecia o trabalho dela em outras bandas, já vimos shows, já dividimos o mesmo palco etc.

Eu me lembro de ter pensado no nome dela. Mas nada muito sério. Estávamos fazendo um “levantamento” de quem poderia fazer um teste, assumir a vaga etc. 

E claro, vários nomes vieram à cabeça. 

Sobre ela, rolava uma dúvida. A gente não fazia a menor ideia se ela toparia voltar a trabalhar com música de maneira tão efetiva.

Na verdade, pensávamos que ela não queria mais fazer parte de banda nenhuma.

Por acaso, nosso produtor, sem saber que já havíamos pensado nela, sugeriu de fazer um contato e saber se rolava interesse. 

Ficamos surpresos. Angélica se mostrou a mais empolgada, muito feliz com o convite, completamente disposta e com a mesma mentalidade de trabalho que a nossa. Isso foi o que nos motivou na escolha.

Fizemos um teste com ela, e pronto! Soubemos ali.

Angélica mostrou uma interação com a gente fortíssima, um potencial técnico naturalmente incrível! Foi muito foda!


Renan Campos (guitarras)
BD: Angélica, você já é bem conhecida por seus trabalhos com o SCATHA e o finado DIVA. Mas você sempre teve uma pegada mais para o Death Metal, então, estar no HATEFULMURDER deve estar sendo algo novo. Óbvio que já estamos ansiosos para ver, mas seria correto esperar algo diferente em sua forma de cantar? Aliás, ando ansioso para ver como está ficando!

Angélica Burns: Primeiramente, eu queria ressaltar que foi com muita alegria que recebi o convite para entrar no HATEFULMURDER. Sempre curti muito o trabalho da banda e nunca imaginei que pudesse um dia fazer parte dela. Sim, com certeza vocês podem esperar um vocal bem mais agressivo e bem mais a minha cara, tanto nas músicas antigas, como nas músicas novas. É muito bom estar numa banda em que você tem total liberdade de criação. Acho que vocês vão se surpreender! 


BD: Bem, creio que os ensaios devem estar acontecendo em um ritmo frenético. Como tem sido as coisas com Angélica? Aliás, não só com ela, mas com o Felipe Modesto (baixista) também, uma vez que ele entrou após a gravação de "No Peace"?

Renan: Exatamente! 

Angélica teve que aprender todo o set list e entender como funciona nossa dinâmica de show em pouco tempo. O legal é que ela se adaptou rápido. Somos muito chatos e exigentes.Até que ela está aguentando bem a gente (risos).

E claro, já estamos trabalhando no próximo disco, e ela também participa de todo esse processo, então dá pra ter uma ideia da correria! 

Mais ou menos da mesma forma que rolou com Modesto.


BD: Vocês andaram em uma pegada intensa em termos de shows desde 2014, com aberturas para VOIVOD e KATAKLYSM, e depois para o EXODUS, e depois, na tour com o WARBRINGER pela América do Sul. Quais as maiores lições que tiraram desses shows? Aliás, se não me falha a memória, já estiveram no Chile também...

Renan: A ideia é sempre essa: Levar nossa música para todos os cantos. 

Seguindo esse “mantra” a gente conseguiu dividir palco com bandas que sempre ouvimos, desde moleques. Com isso, aprendemos muito!

Em Julho deste ano, saímos em uma turnê com o Warbringer(EUA) junto com os brothers do NervoChaos(SP), foi brutal! 

Angélica Burns (vocais)
Acho que a primeira lição é tentar ficar sóbrio a maior parte do tempo! (risos).

Falando sério. A coisa não se resume à farra. É muito trabalho, correria e pouco descanso.Mas é muito satisfatório também! 

Conhecer novas culturas, fazer novos fãs, novos amigos é uma das coisas mais incríveis de estar na estrada.

Headbanger é igual em qualquer lugar do mundo, a vibe é sempre aquela, forte pra caralho! 

Os fãs da América do Sul são muito fiéis, pessoas muita apaixonadas pelo Metal vindo do Brasil.

Nos tornarmos amigos dos caras do Warbringer, aprendemos muito com eles, músicos incríveis, pessoas simples, muito pilhadas e sempre com muita disposição.

Mesma coisa com o NervoChaos, aquela galera ali dispensa apresentação!

Foi uma honra pra gente!

A turnê durou coisa de doze dias, passamos por sete países. E o clima foi de celebração, parceria e de união.

Uma banda ajudando a outra, seja no backstage, no palco, na montagem, ou até mesmo no bar. Foi incrível, não vemos a hora de voltar pra estrada de novo!

Estivemos no Chile, em 2014, foi a nossa primeira turnê fora do Brasil, a única diferença é que foi uma passagem mais curta, e que não viajamos com outras bandas. Fizemos três shows por lá, um deles tocamos com o Killswitch Engage(EUA).Com certeza uma das melhores experiências que tivemos.


BD: Ainda sobre os shows, parece que a demanda internacional pelo HATEFULMURDER tem aumentado bastante. Já existem planos para algo no eixo EUA-Europa? 

Renan: Com certeza, o que não falta é convite. Temos esse planejamento sim. 

Mas por hora o foco é trabalhar no disco que está por vir. Podem aguardar que tem muita coisa vindo por aí ainda!


BD: Falando um pouco de "No Peace": como foi a recepção do disco, depois de um ano de lançamento? Parece que não só a aceitação por parte da crítica foi boa, mas os fãs parecem ter abraçado o disco de forma intensa. O que me dizem? E chegou a existir licenciamento para o exterior? Receberam feedback dos EUA, Europa e Japão sobre ele?

Renan: Sim, até hoje a galera elogia o material, isso é muito muito gratificante! Um disco é como um filho, temos um puta orgulho do “No Peace”.

Foi lançado aqui no Brasil pela Cogumelo Records. Também saiu em parte da Europa e EUA pela GreyHaze. Temos um feedback superpositivo desses lugares.


BD: Bem, o disco novo parece que está vindo por aí, tendo o Renato Tribuzy na produção. Existe alguma coisa que pode nos adiantar do novo trabalho?

Renan: Exatamente, estamos na pré-produção do material, trabalhando bastante.

Escolhemos trabalhar com Renato Tribuzy na pré-produção das músicas.

Ele é um profissional incrível, e um cara muito fácil de trabalhar e gente boa.

Tribuzy vem de uma escola mais clássica quando o assunto é Metal. 

Ele não é um cara do Metal Extremo, e isso é que torna essa parceria mais interessante! 

O Tribuzy é uma pessoa que vê música além dos rótulos. 

Ele entendeu a proposta do nosso trabalho. A galera pode esperar uma banda muito mais madura, pesada, consciente e coesa para o próximo disco.

Felipe Modesto (baixo)
BD: Ainda sobre o disco novo: em uma entrevista anterior que fizemos para a Hell Divine, falei da diferença dos EPs anteriores, que tinham um jeitão mais voltado ao Thrash Metal, para "No Peace", em que o lado Death Metal de vocês se tornou mais forte. Musicalmente, o que esperar do próximo? Aliás, como a entrada da Angélica irá afetar o trabalho de vocês nesse ponto?

Renan: O próximo disco é uma espécie de fusão de tudo que já fizemos até hoje, porém mais elaborado. Sem se prender ao rótulo de Thrash Metal ou Death Metal. 

Pensamos um disco mais estruturado, equilibrado e o principal: um disco muito inspirado.

Porém não vamos parar por aí. A ideia também é trabalhar com elementos que ainda não exploramos, não vou revelar tudo (risos).

Mas podem aguardar que vem coisa nova por aí! 

Angélica é a vocalista, nós começamos a compor o disco antes dela entrar na banda. Mas com certeza ela traz uma bagagem e uma referência própria pra nossa sonoridade, está somando bastante em todo esse processo. 


BD: E já que falamos dos EPs originais, já passou da hora deles serem relançados. Há planos nesse sentido? E sim, estou cobrando vocês! (risos)

Renan: Vamos voltar com mais cópias do "Wartrail" (2011) ao nosso Merch oficial! 

Pode cobrar! (risos) Muita gente gosta desse trabalho. Ele não foi lançado por nenhum selo ou gravadora, é independente. Não sei se vamos relançar por alguma gravadora, mas é certo de termos, e voltaremos a vendê-lo! A galera pode encontra-lo pra ouvir nas plataformas digitais como Spotify, etc.

Thomás Martin (bateria)

BD: E mais uma pergunta bem quente: dia 26/11, vocês tocarão no Imperator (RJ), e vai ser o show de estréia da nova formação, ao lado do UNMASKED BRAINS. Como estão os ânimos? E o que podemos esperar desse show?

Renan: Com certeza vai ser noite incrível. Vários fatores contribuem pra isso, a energia e o histórico do lugar, nossos amigos do Unmasked Brains dividindo palco, o público e fato de estarmos fazendo uma estreia. Muitas pessoas querem ver como está a atual formação. 

Nosso último show foi em Buenos Aires (Argentina), faz alguns meses. A última vez que tocamos no Rio de Janeiro, eu acho que foi no começo do ano.

Então dá pra imaginar que vamos subir com sangue nos olhos. Principalmente por estarmos na nossa cidade! 


BD: E dois dias depois, vocês estarão em SP abrindo o show do VADER, no Inferno Club. Parece que estamos vendo uma nova maratona de shows de vocês, certo? E por falar nisso, o que os bangers de São Paulo podem esperar desse show de vocês?

Renan: Sim, esses shows marcam a nova formação e o início de uma série de novidades que estão por vir! 

Estamos muito animados pra esse show em São Paulo, tocaremos ao lado de uma das lendas do Death Metal e com bandas nacionais de alto nível!

Podem ter certeza que a casa vai cair!


BD: Agradecemos mais uma vez, e por favor, deixem sua mensagem para os nossos leitores 

Renan Campos: Obrigado mais uma vez, Marcos! 

Muito obrigado também à toda galera que nos acompanha e nos dá força pra continuar essa jornada.Esse apoio é muito importante pra gente.

Nos vemos na estrada! 






Veja o vídeo para "Fear My Wrath": 



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