Para os músicos e interessados de Porto Alegre e região que querem dar um “up” em seu Home Studio e buscar resultados excelentes, o Completo Artístico Cultual RR44 apresentará um workshop voltado ao assunto.
Batizado de Workshop prático de gravação em Home Studio, ele será ministrado pelo experiente músico e produtor Tiago Suminsky com duração de 8 horas!
O workshop acontece no dia 19 de agosto e as vagas são extremamente limitadas. Ingressos já à venda.
O Complexo Artístico Cultural RR44 nasceu com o intuito de oferecer um espaço de alto nível ao meio cultural, que possibilitará a realização de diversas atividades como exposições, workshops, masterclasses, eventos de lançamento de diversos tipos, gravações de áudio e vídeo, apresentações, aulas de instrumentos musicais, entre outros.
A banda carioca HATEFULMUDER anuncia uma extensa turnê pelo país para promover seu novo álbum, ‘Red Eyes’, lançado pela gravadora inglesa SECRET SERVICE RECORDS.
Será uma extensa turnê ao lado do Tortue Squad, Reckoning Hour e Warcursed que passará pelos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Pará, Tocantins, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Serão no total 22 shows com início no dia 17 de agosto e término no dia 16 de setembro. Toda a turnê está sendo organizada pela Restless Booking Agency.
‘Red Eyes’ é o segundo álbum do grupo, sucessor de ‘No Peace’ e que mais uma vez vem rendendo uma grande aceitação para os cariocas. Ele também marca a estreia da vocalista Angélica Burns e está disponível no mundo todo pela Secret Service.
O trabalho foi gravado nos estúdios Casa do Mato e Kolera Studio, mixado e masterizado por João Milliet (Angra, Raimundos e Glória). A arte da capa ficou a cargo do artista grego Orge Kalodimas. O álbum também conta com a participação da vocalista do Torture Squad Mayara Puertas na faixa Time Enough at Last.
Um lyric video para a faixa ‘Tear Down’ foi lançado:
A renomada produtora brasileira, 20Age Produções, anuncia sua nova criação visual em alta definição, utilizando de realidade virtual que proporciona ao telespectador assistir ao vídeo em primeira pessoa, alta tecnologia que permite que seja possível interagir com as imagens do clipe.
Essa produção teve no encabeçamento de criação, filmagem e edição, Lucas Siqueira, que juntamente com a banda chilena “Dfacto” criaram o conceito visual da música “Pueblos Sangrando, o clipe que ainda não foi liberado, apenas o teaser, é o primeiro intercâmbio entre a produtora 20Age e uma banda do Chile.
A música “Pueblos Sangrando” faz parte do CD “Pandemian”, que a banda DFACTO lançou recentemente, a letra da música aborda assuntos sobre o conflito entre Israel e Palestina, abordando com profundo conhecimento sobre a causa, a 20age produções fez um estudo intensivo sobre o conflito desde seu início ate os dias atuais.
Para os desavisados que ainda não conhecem o estilo utilizado na produção do clipe, será utilizada duas versões, uma em VR e outra em 4k e 60fdp, que nesse caso só perde a interação digital com o clipe.
A estreia oficial está programa para o dia 15 de julho em lançamento mundial nas principais plataformas de vídeo da banda DFACTO e da produtora 20Age.
Bem-sucedida banda finlandesa lança novo disco em setembro e sairá em turnê em mundial na sequencia - foto: Anders Thessing.
Cinco anos após tortuoso período em silêncio, a banda finlandesa THE RASMUS finalmente volta a dar sinal de vida e saciar a expectativa dos fãs que tanto esperavam para ouvir um novo material.
Mundialmente famosos pelos hits “In the Shadows”, “First Day of My Life”, “Guilty”, “Sail Away”, “No Fear”, “In My Life”, entre outros, Lauri Ylönen (vocal), Pauli Rantasalmi (guitarra), Eero Heinonen (baixo) e Aki Hakala (bateria) apresentaram bem produzido videoclipe para “Paradise”, primeiro single do novo álbum “Dark Matters”, que será lançado oficialmente no próximo dia 22 de setembro.
Vagando por terras desertas e interiores industriais, com apenas uma tocha primitiva para iluminar o caminho, clímax dramático do video acontece quando Lauri Ylönen passa pela soleira de uma isolada porta mágica em chamas. O clipe trata-se de uma viagem obscura, mística e inquieta em busca do paraíso. Filmado durante dois dias em uma antiga indústria demolida e incendiada no Sul da Suécia, os integrantes do THE RASMUS também aparecem tocando para uma multidão estática.
O diretor Gustav Olsson comentou sobre o processo criativo e de gravação deste registro. “Minha visão era explorar lugares internos onde vive o paraíso pessoal de cada um. É uma representação física da viagem interior de Lauri ao seu próprio espaço onde ele encontra a si mesmo através da criatividade e da música. O vídeo é sobre transformação, sobre um novo começo que neste caso significa voltar às raízes e à essência de cada pessoa. Eu quis contar esta viagem através de vários simbolismos e misticismos, para realçar a mensagem e o sentimento da canção".
“Dark Matters” foi produzido em Estocolmo pelos suecos do The Family durante seis meses. Este trabalho traz 10 composições repletas de diferentes emoções obscuras, melódicas e tristes.
O tracklisting oficial de “Dark Matters” é o seguinte:
1. Paradise
2. Something in the Dark
3. Wonderman
4. Nothing
5. Empire
6. Crystalline
7. Black Days
8. Silver Night
9. Delirium
10. Dragons into Dreams
A versão digital do novo álbum já pode ser reservada via Spotify, Tidal, iTunes, Amazon e Google Play e outras plataformas (http://smarturl.it/TheRasmus2017). Já as versões em CDs e LPs autografados, assim como camisetas, cartazes autografados, bolsas, podem ser reservadas pelo site da PledgeMusic (http://smarturl.it/RasmusFB).
As primeiras datas da “Dark Matters World tour”, até então, são as seguintes:
23/06 – Puhajarve Jaanituli Festival – Puhajarvi, Estônia
24/06 – RMJ Festival – Rauma, Finlândia
10/11 – Markthalle – Hamburgo, Alemanha
11/11 – Columbia Theater – Berlim, Alemanha
12/11 – Stodola – Varsóvia, Polônia
14/11 – Kwadrat – Cracóvia, Polônia
15/11 – Lucerna Music Bar – Praga, República Tcheca
16/11 – Simm City – Viena, Áustria
18/11 – Le Trabendo – Paris, França
19/11 – La Scala – Londres, Reino Unido
20/11 – Die Kantine – Colônia, Alemanha
21/11 – Melkweg – Amsterdam, Holanda
Formada em 1995, na belíssima Helsinki, o THE RASMUS ficou famoso após o lançamento do álbum “Into” (2001), mas conquistaram a fama mundial com “Dead Letter” (2013), o qual ganhou disco de outro e platina em diversos países, sustentado pelo hit “In The Shadows”, que ficou em no topo das paradas por muito tempo.
Considerada uma das bandas mais bem-sucedidas da Europa, o grupo já vendeu mais de
3,5 milhões de discos vendidos em todo mundo, conquistando oito discos de ouro e cinco de platina, além de importantes shows na Europa, EUA e América do Sul.
Em 2012, depois de lançar mais três álbuns e várias turnês mundiais, o grupo resolveu fazer uma pausa na sua agitada agenda. Durante este período, Ylönen mudou-se para Los Angeles, uma mudança que ressoa em muitas das canções que ele escreveu desde então.
Agora, o THE RASMUS ressurge revigorado, cheio de energia e com um disco que promete recoloca-los novamente no topo das paradas. “Estamos planejando viagens para 2017 e 2018 na maioria das partes do mundo, começando em novembro pela Europa”, adiantou Ylönen.
Pesado e visceral, qualidade impecável, produção de alto nível, Thrash Metal insano e reconhecimento mundial, assim pode ser definido em poucas palavras o novo lançamento dos gigantes do Metal Nacional, o CLAUSTROFOBIA, que disponibiliza o novo vídeo clipe oficial da faixa “The Greatest Temptation”.
A música é uma das faixas que compõem o álbum “Download Hatred” lançado em 2016, todo o trabalho visual foi criado e executado pela produtora “Kaiowas Filmes, parceira do CLAUSTROFOBIA a mais de 10 anos, o clipe de “The Greatest Temptation” apresenta uma super produção digna tanto pela grandeza do grupo, quanto pela qualidade da Kaiowas, que não mediu esforços para levar aos fãs da banda um dos clipes mais bem feitos no país.
A ideia visual criada em “The Greatest Temptation” é levar o conceito de um mundo sendo habitado em 2250 após a disseminação da raça humana, poucos sobreviveram e os mesmos serão incapazes de conseguir recriar uma sociedade no planeta terra, logo na abertura do clipe, uma mensagem é transmitida para o público.
Confira a mensagem de “The Greatest Temptation”:
O ano é 2250...
A civilização foi destruída por uma praga imparável.
Os poucos que sobrevivem agora vivem isoladamente, alguns se escondem com grande dor.
Para eles ocorre a tarefa de reconstruir a condição humana, mas a humanidade não consegue superar suas necessidades viciosas.
"Uma geração se foi e um mediador não mundano está por vir. A Terra permanece para sempre ".
Marcus D’Angelo vocalista da banda CLAUSTROFOBIA expressa o sentimento que foi trabalhar nesse clipe: “Acredito que seja nosso trabalho mais maduro de todos, o clipe consegue conjuminar imagem com musica e letra perfeitamente, fazendo praticamente um curta. Nossa parceria a mais de 10 anos com o Kaiowas Filmes foi crucial devido ao entrosamento e afinidade de pensamentos, eles entraram na nossa história em 2005 e desde então estamos sempre juntos evoluindo, hoje eles fazem trabalhos nacionais e internacionais e são um dos melhores no ramo. Esse clipe foi um resultado dessa historia toda e digo mais, é apenas o começo pois já estamos desenvolvendo mais ideias pra outros vídeos clipes do mesmo nível.
Aos fãs da banda, o grupo se apresenta dia 08 de Julho na cidade de São Paulo, oficializando para o público paulistano, o lançamento do álbum “Download Hatred”, o evento ocorre no “Clash Club” as 18h00min com abertura da banda Aneurose.
Se você quiser levar o CLAUSTROFOBIA ate sua cidade, com a tour do álbum “Download Hatred”, enviar email para:
Será o primeiro show na região com as participações de Rafael Bittencourt, Luís Mariutti e Bruno Sutter.
No dia 02/07 (Domingo), a CONFESSORI BAND faze um show especial no bar Rock Club (R. José Bonifácio, 90, São Bernardo do Campo), com as participações especialíssimas de seus ex-parceiros de Angra, Rafael Bittencourt e Luís Mariutti (ex-Angra e ex-Shaman) e Bruno Sutter (o Detonator da banda Massacration). Será a primeira vez na região, com esse time de músicos.
O repertório do show será formado pelos clássicos do Angra e Shaman. A abertura ficará por conta da banda Metal Invaders, tocando todos os clássicos do Helloween.
Acompanham Ricardo Confessori, um time de músicos experientes do cenário nacional, como, Fabio Carito (baixo, Warrel Dane, ex-Shadowside), Thiago Oliveira (guitarra, Warrel Dane, Seventh Seal), Affonso Jr (guitarra, Revenge) e Alax Willian (vocal, Jacker’s)
A responsável pelos shows da CONFESSORI BAND é a TC7 Produções. Para levar esse show para a sua cidade, entre em contato pelo e-mail: tc7producoes@gmail.com
Atualmente, os integrantes contam com o apoio das empresas: Yamaha, Zildjian, Roland, Hiwatt, Vic Firth, Eden, Sgt, Tom Tone, Lost Dog, La Bella, Fire Custom Shop, Positive Grid, Santo Angelo, Jam Cases e Rafive.
SERVIÇO:
CONFESSORI BAND apresentando os clássicos do Angra e do Shaman
Participações especiais de Rafael Bittencourt (Angra), Luis Mariutti (ex Angra e Shaman) e Bruno Sutter (Massacration)
Abertura: Helloween Cover com a banda Metal Invaders
Dia: 02/07 (Domingo)
Loca: Rock Club
Endereço: R. José Bonifácio, 90, São Bernardo do Campo
A banda AGE OF ARTEMIS acaba de confirmar as participações de Fernando Quesada e Juninho Carelli (Noturnall) no dia 13 de julho, quinta-feira, em São Paulo, no Manifesto Bar, em comemoração ao Dia Mundial do Rock. Os músicos prometem fazer uma grande festa já que será o último show do vocalista Alirio Netto e a estreia de Pedro Campos (Hangar, Soulspell) como novo vocalista.
Atualmente formada por Pedro Campos (vocal), Giovanni Sena (baixo), Jeff Castro (guitarra), Gabriel Soto (guitarra) e Riccardo Linassi (bateria), a AGE OF ARTEMIS pretende apresentar um repertório baseado nos seus dois álbuns de estúdio “Overcoming Limits” e “The Waking Hour”, além de algumas surpresas para os fãs e o novo single já gravado com Pedro Campos.
A abertura do evento será da banda Freaky Jelly. Formada por Ricardo DeStefano (vocal), André Faustino (guitarra), Rafael de Paula (baixo), Julio Vince (teclados) e Mauricio Gross (bateria), a Freaky Jelly é um projeto autoral na linha do Metal Progressivo com influência de Dream Theater, Rush e Symphony X. As letras completam o cenário combinando temas que podem retratar um simples e belo dia de sol a reflexões mais profundas e tensas da vida.
Mantendo as características de pub de Rock, mas com porte de casa de shows, o Manifesto Bar está há mais de duas décadas fazendo a festa dos headbangers de São Paulo. Localizado no Itaim Bibi, bairro nobre na Zona Sul, o local é decorado com fotos e instrumentos autografados por grandes músicos que já passaram pelo local como Metallica, Iron Maiden, AC/DC, Megadeth, KISS, Scorpions, Deep Purple, Ramones, Foo Fighters, Skid Row, Motörhead, Saxon, Winger, Rainbow, Marillion, Manowar, Helloween, entre outros.
Serviço:
AGE OF ARTEMIS em comemoração ao Dia Mundial do Rock
O vocalista Edu Falaschi irá realizar uma apresentação especial no Bar da Montanha em Limeira, interior do estado de São Paulo sob realização da produtora de eventos Circle Of Infinity Produções. Neste evento Edu Falaschi estará executando músicas dos álbuns Rebirth, Hunters And Prey, Temple Of Shadows, Aurora Consurgens e Aqua.
Anunciando a turnê "Rebirth Of Shadows Tour" o vocalista Edu Falaschi que neste show em Limeira cuja realização será no dia 28 de julho gravou um vídeo especial convidando os fãs para prestigiar a apresentação, confira o vídeo abaixo:
A banda paulista SILVER MAMMOTH confirmou que a música inédita "Let Me Hide You", presente no seu novo e vindouro trabalho, intitulado “Silver Mammoth Singles”, será lançado oficialmente, com exclusividade, neste sábado, dia 01 de julho, dentro da programação da Kiss FM de São Paulo.
O referido material, limitado em 300 cópias numeradas, será lançado no próximo dia 20 julho, nos formatos digital e vinil 7”. A produção contou com as assinaturas de Marcelo Izzo e Rafael Agostino.
O envio das cópias vendidas no período de pré venda, terá início a partir do dia 21 de julho, por ordem crescente de compras, através do site oficial da banda.
Em paralelo, a SILVER MAMMOTH está intensificando os seus trabalhos, neste final do mês de junho, do período de pré-venda do seu novo disco, intitulado “Silver Mammoth Singles”, em virtude do alto número de cópias já vendidas.
Para garantir o seu exemplar com desconto, acesse: silvermammothband.com (ícone loja). Lá você terá várias formas de pagamento, ou se preferir, envie um e-mailpara: contato@silvermammothband.com. Garanta já o seu com desconto.
Para mais informações sobre as atividades da banda SILVER MAMMOTH e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.
E o Nordeste brasileiro mostra-se sempre um enorme criadouro
de bandas de alta qualidade em termos de Brasil. Do melodioso ao extremo do Old
School às novas tendências, essa região sempre vem com bandas de alto nível,
sempre com trabalhos fortes e convincentes. E o raivoso EROC, de nossa querida
Hellcife (Recife - Pernambuco) já chega com uma voadora no queixo de muitos,
que tem por nome “Filhos do Caos”.
Antes de tudo, é preciso deixar clara a vocação extrema do
quarteto, que transita entre o Death Metal, o Thrash Metal e o Grindcore sem
nenhum problema ou dificuldade. E tal mistura lhes dá identidade, agressividade
sonora e brutalidade, mas sempre encorpada, sempre sem ser algo bruto
gratuitamente. Vocais que transitam em um leque de timbres agressivos, riffs de
guitarra rançosos e opressivos (mas envolventes), baixo e bateria com boa
técnica e pegada pesada, e tudo isso gera uma usina de energia crua e brutal,
mas com muita personalidade.
Traduzindo: “Filhos do Caos” tem por objetivo deixar seus
pescoços doando e os ouvidos apitando por horas sem dó!
A produção do disco é esmerada, privilegiando bastante a
clareza instrumental, nos permitindo compreender o que a banda faz, e como os
instrumentos evoluem separadamente sem nenhuma dificuldade. Mas não pensem que
isso deixou o trabalho musical do grupo menos, agressivo, mas é justamente o
contrário!
E a capa é realmente muito boa, deixando claro onde a
ambição desmedida de poucos pode levar o mundo: destruição.
E despejando energia em doses mastodônticas, sempre com
muita agressividade, mas com qualidade nos arranjos instrumentais, o EROC se
sai bem, vai evoluindo por todo o álbum, mostrando que eles vieram para ficar e
conseguir o espaço que lhes é devido. E suas 8 canções (“Rumores do Caos” é uma
introdução instrumental) são todas muito boas, sem sombra de dúvidas, ainda
contando com a participação especial de José Selva (Guitarra da banda BLAST
AGONY).
Melhores canções:
“Indulgência” - Uma faixa bem ganchuda e envolvente, onde a
mescla de influências entre Thrash Metal e Grindcore são óbvias e muito boas. E
como os tempos são bem fluidos, mudando sem causar desconforto aos ouvidos. E
destaque para o ótimo trabalho da cozinha rítmica do quarteto.
“Desespero” - Que porrada nos ouvidos, com claras
referências do Death Metal nos momentos mais lentos, belo trabalho dos bumbos,
além de riffs de guitarra insanos. Além disso, mais boas mudanças de ritmo,
onde o lado Thrasher da banda aflora de forma mais evidente.
“Revolta” - E mais uma vez o lado mais requintado do grupo aparece
em alguns momentos (especialmente quando o baixo fica mais evidenciado),
mostrando que o grupo saber ser dinâmico. Ponto para o trabalho dos vocais, que
ficaram muito bem assentados sobre o instrumental forte do quarteto.
“Caos” - Curta e grossa, ela já vem mostrando detalhes
técnicos do Death Metal interessantes nas guitarras, antes de explodir em um
Grindcore tradicional brutal e opressivo. Belas guitarras, mas haja pescoços!
“Nada a Perder” - O contraste entre partes mais cadenciadas,
outras de velicidade extrema e outros tempos no meio termo é muito bom. Agora a
ferocidade mostrada entre os riffs das guitarras e os vocais é algo absurdo de
bom.
“Sentença de Morte” - Cheia de referências ao Death Metal
Norte-Americano nos anos 90, é sensível a agressividade fluindo dos alto-falantes,
e cuidado com os ouvidos no meio dessa porradaria cerrada e intensa, mas
adornada com belos arranjos de guitarras mais uma vez.
É, a banda tem muito potencial a ser utilizado, mas com um
futuro ótimo. Ouçam, mas cuidado com os ouvidos e o coração.
Santa Catarina é um estado forte em termos de Metal. E pelo
visto, a cena se concentra nas profundezas do underground do estado pois nem
sempre temos pleno acesso ao que ocorre em termos de Metal por lá, mas uma
coisa é certa: quando vem é para causar aplausos!
E nisso, o quarteto REST IN CHAOS é especialista, pois seu
EP “Worship Machines” veio para causar caos musical e dar uma sacudida no
conformismo.
Violento e cru como tem que ser, o Thrashcore do grupo é
agressivo e com uma pegada infernalmente pesada, vomitando agressividade
explícita para todos os cantos, e sem dó dos ouvidos alheios. Mas cuidado, já
que mesmo tendo a premissa de ser agressivo e intenso, o quarteto tem todas as
qualidades que fazem uma banda ser boa, em especial a personalidade forte na
hora de escrever suas canções, bem como o talento dos músicos fica evidente. E
não, não há nada de simplório aqui, pelo contrário.
Ou seja: “Worship Machines” é uma ótima pedida!
Produzido pelo próprio quarteto no estúdio Undercave,
podemos aferir que o resultado final em termos de sonoridade é agressivo e com
a medida certa de crueza. Está pesado e ríspido, mas com aquele toque de
clareza essencial para que nossa compreensão do que eles estão tocando seja bem
evidente. Pode melhorar em termos de timbres de guitarra e baixo no futuro, mas
está muito bom.
O azedume é evidente, mostrando que a sonoridade do REST IN
CHAOS soa jovem e cheia de vitalidade (pois a banda foi formada em 2016). Certa
imaturidade é evidente, mas a energia e garra de suas composições compensa esse
aspecto. Ou seja: com um pouco mais de experiência como banda, ninguém segura
esses caras!
“I Need a Reset” - Rápida de brutal, feita com riffs
envolventes e vocais ferozes, percebe-se o valor da banda na simplicidade de
seus arranjos, mas com boas mudanças de ritmo aqui e ali.
“Shallow Happiness” - A velocidade diminui até os níveis do
Thrash Metal tradicional, com boas passagens rítmicas, mostrando como baixo e
bateria estão entrosados e roncando pesado para cima de todos. É moshpit certo!
“Let Me Rest” - Aqui, mais uma vez as mudanças de andamento
fazem a diferença, criando diversidade e permitindo que as guitarras disparem
riffs envolventes e pesados. E sem mencionar o fato que o refrão é muito bom.
“Bells of Destruction” - E pronto, eles resolveram entrar
numa porradaria Death/Thrash em alguns momentos absurda. É uma música muito
intensa, brutal e com vocais ótimos em todas as passagens, especialmente nas
partes mais cadenciadas.
“Worship Machines” - Os dois bumbos velozes já dão o claro
indício do que vem: PORRADA! Aqui, sem dó e nem piedade, o quarteto desce a
marreta ferozmente, despejando riffs rápidos e ganchudos, vocais rasgados insanos
e uma base rítmica que alterna bastante o andamento entre o veloz e o lento sem
pudores.
“The Perfection” - Se a porrada já estancou o EP inteiro,
porque o massacre pararia justamente aqui? Percebe-se que a banda usa umas
sutilezas melódicas nos arranjos de guitarras que são bem interessantes, e isso
em uma faixa mais veloz e simples.
Nenhuma das seis faixas dura mais que 3 minutos, o que faz
com que “Worship Machines” não seja enfadonho, mas sempre uma ótima pedida.
Ouçam bem alto, especialmente quando visitas incômodas
baterem à sua porta.
Ah, sim, "Worship Machines" se encontra disponível para a audição no Spotify:
Os choques entre o velho e o novo no Metal não deveriam
existir. Desde os anos 80, quando a segunda geração do Metal e de suas
vertentes mais jovens sofriam bullying dos fãs dos 70, da geração dos 90
sofrendo da sua antecessora e assim por diante, isso mostra a ignorância de
muitos. Todos somos fãs de Metal, e não há necessidade dessa desarmonia. Todos
podem gostar do que é velho e novo ao mesmo tempo, e se nossos gostos pessoais
não o fizerem, a palavra “respeito” serve como fronteira para evitar os choques.
Mas não é o que ocorre, e é algo triste de se ver, já que poucos podem absorver
trabalhos tão legais como o do quinteto KRETENTOR ATTACK vindo de São Luís
(MA), e que chega com o EP “Condenado”.
Optando por cantar em português, o grupo desencadeia um
Metalcore furioso e extremado, bem próximo às raízes do gênero. Basicamente, é
uma forma violenta e agressiva de Metalcore com algumas influências de
Deathcore, o bom uso de breakdowns, mas sem deixar de lado o uso de boas
melodias e alguns vocais mais limpos (embora na maior parte do tempo os timbres
guturais e gritos agudos estejam mais presentes). Em termos técnicos, o grupo
apresenta sobriedade, ou seja, nada muito rebuscado e minimalista, mas ao mesmo
tempo, nada extremamente simples, mas sempre com bom gosto e personalidade,
mesmo não sendo algo novo.
Traduzindo: é bom demais.
Gravação, mixagem e masterização foram feitas no Base SLZ, garantindo
assim uma qualidade sonora de bom nível, limpa e nos permitindo entender o que
o grupo está tocando, mas tem peso em doses cavalares. Ou seja, o trabalho na
captação e edição sonora está muito bem feito.
Agressivos e brutos, mas mantendo boas melodias, o trabalho
do KRETENTOR ATTACK ainda pode render bem mais, pois a banda ainda é bem jovem (foi
formada em 2015). Mas já está em um nível muito bom, com bons arranjos e muita
dinâmica entre o instrumental e os vocais.
“Tormenta” - Precedida por arranjos suas de teclados e
cordas limpas, logo uma saraivada de riffs coesos e de bom gosto começa. É uma
música mais simples, curta, mas empolgante.
“Sem Conclusão” - Esporrenta e dura logo de cara, com muita
influência de Deathcore e bons breakdowns, é impossível não destacar o trabalho
pesado e técnico da base rítmica, pois baixo e bateria estão excelentes na
condução dos tempos do grupo. Mas reparem alguns “piggish screams” aqui e ali
muito bons, fora belas melodias das guitarras, fora a participação especial de
Pedro Veras.
“Atitude Errada” - As guitarras da banda estão muito bem
nessa levada mais técnica e empolgante, mantendo a atenção do ouvinte fixa em
todos os momentos. A estrutura harmônica da canção é muito boa, permitindo ao
grupo se mostrar sem que a canção fique enfadonha. E mais uma participação
especial nela, de Pitter Cutrim.
“Tenha um Fim” - Passagens com tempos mais abrasivos surgem
em algumas partes, mas esta canção tem passagens mais rápidas que lembram
bastante o Death Metal melódico de bandas como SOILWORK. Além disso, os vocais
estão muito bem em todos os momentos, com timbres muito bons e bem pessoais.
“Condenado” - Arranjos bem feitos, preenchendo todos os
espaços. Vocais limpos surgem em vários pontos, mas o destaque vai mesmo para
baixo e bateria nessa canção que tem um jeitão bem mais moderno em termos de
Metalcore. É muito boa, com pegada e levadas muito boas.
No mais, o KRETENTOR ATTACK representa bem a nova geração do
Metalcore nacional e espero de coração que a banda tenha sucesso.
E como sempre digo: velho e novo podem conviver, bastando existir
respeito mútuo.