8 de jan. de 2017

POWERFULL - Warrior Soul (Álbum)


2017
Nacional

Tracklist:

1. Intro - The Cave
2. Fireball
3. Blue Beam
4. Believe
5. Reborn
6. Warrior Soul
7. Nightmares
8. Screaming Inside
9. Tears of Sunday
10. Spain (Instrumental)
11. Angels of Light
12. I Want Out


Banda:

Mario Pastore - Vocais
Jones Jones - Guitarras
Vagner Gilabel - Bateria


Contatos:

TRM Press (Assessoria de Imprensa)


Nota:

Originalidade: 8
Composição: 10
Produção: 8

9/10


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Alguns artistas brasileiros parecem precisar ter mais de uma banda para poder se expressar musicalmente. E nisso, só os grandes conseguem ser diferentes, já que muitas vezes, estilo é algo que marca demais. Mas não parece ser o caso do cantor e professor Mario Pastore. Tanto o PASTORE como o HEAVIEST são trabalhos bem diferentes entre si, e mais um se junta ao currículo desse mestre: POWERFULL, que acaba de lançar seu primeiro trabalho, “Warrior Soul”.

O POWERFULL é uma banda de Heavy/Power Metal na linha dos anos 80. Ou seja, tem-se no disco a força, energia e pegada pesada de bandas como GRAVE DIGGER, ACCEPT, MANOWAR e UDO, mas sem abrir mão da estética melodiosa. Não chega a ser algo inovador em termos musicais, mas a qualidade que se ouve é inegável. Mas o que se espera de Mario Pastore, onde quer que ele cante, senão algo de qualidade?

A gravação não está 100%, pois houve uma preocupação de deixar o disco soando mais direto e sem muita frescura. Mas é justamente onde reside o charme do trabalho, uma vez que a proposta da banda não é ser suporte para o vocal de Mario, mas algo diferente, e nisso, a qualidade casou bem. E a ilustração do elmo e máscara de Samurai é uma referência clara ao Bushido, que para quem não sabe, significa “Caminho do Guerreiro”, que nada mais é que o título do disco em português.

Em termos musicais, o POWERFULL é direto, pesado e melodioso, e mesmo fazendo referências claras aos anos 80, não soa datado. Guitarras, baixo e bateria estão com ótimo nível técnico, e os vocais mostram outra faceta do mestre Pastore. E a energia flui sem parar por todo o disco, graças a músicas bem arranjadas e uma dinâmica entre instrumentos e vocais de primeira.

Melhores momentos: a torrente de energia crua e pesada de “Fireball” (belo trabalho das guitarras e vocais, que estão muito bem), a passagem da trampada e cadenciada “Blue Beam” (baixo e bateria estão muito bem, criando uma base rítmica sólida para as guitarras e os vocais mostrarem trabalho), a climática “Believe” (que começa como uma balada, mas logo ganha aquela pegada pesada envolvente, se destacando a interpretação ótima dos vocais), o poder de fogo dos riffs ganchudos de “Warrior Soul”, a beleza de “Nightmares” (toda levada em voz, violão e alguns arranjos de teclados), as mudanças e ritmo de “Tears of Sunday”, e a força melodiosa e sedutora de “Angels of Light”. E uma versão para “I Want Out” do HELLOWEEN fecha o CD, mostrando os dotes e talento de Mario Pastore (que não tentou imitar a voz de Michael Kiske e fez bonito), e que ganhou mais peso, mas sem descaracterizar a original.

Enfim, “Warrior Soul” é um ótimo disco, e esperamos que o POWERFULL não fique só em um CD. Por favor, longe disso, pois a banda promete!

7 de jan. de 2017

MORTAL STRIKE – For the Loud and the Aggressive (Álbum)


2014
Independente
Importado


Tracklist:

1. For the Loud and the Aggressive
2. Here Comes the Tank
3. Outburst of Fury
4. Against the Wall
5. MG 42
6. Smash the Tyrants – Storm the Gates
7. Strike
8. One Against All
9. The Tides of War Arise (Part 1)
10. Unleash the Hounds of War (Part 2)
11. Zombie Attack (Tankard Cover)


Banda:


Matthias – Vocais
Chrir – Guitarra base
Etzi – Guitarra solo
Dominique Heine – Baixo
Max Scheiber – Bateria


Contatos:



Nota:

Originalidade: 8
Composição: 9
Produção: 9

9/10


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Fazer Thrash Metal se tornou algo difícil nos dias de hoje, uma vez que os gigantes do estilo estão em boa forma. Mas isso não impede que algumas bandas mais jovens não ousem meter a mão em seus instrumentos e criar algo de valor. E verdade seja dita: quando falamos na Europa, nomes e mais nomes interessantes estão surgindo nos últimos 10-15 anos. E um excelente nome que ficou mio escondido pela avalanche dos últimos anos é do quinteto austríaco MORTAL STRIKE. E se preparem, pois o primeiro álbum deles, “For the Loud and the Agressive” é um tanque de guerra Thrasher atacando tudo e todos sem dó ou piedade de quem quer que seja!

O trabalho do quinteto é uma mistura dos melhores aspectos da escola norte-americana (as linhas melódicas, e os riffs marcantes e de impacto) e da alemã (vocais com timbres normais agressivos e uma cozinha rítmica de primeira). Mas é bom não ficarem pensando que eles são um clone, já que o MORTAL STRIKE faz uso de alguns elementos não muito convencionais ao Thrash Metal Old School (algumas conduções em blast beats, muitas mudanças de ritmo), o que lhes confere uma identidade bem própria, além de ser algo ganchudo, algo que gruda e não solta mais. É o disco que fica no aparelho de CD por dias, quase sempre repetindo sem dó, pois não é entediante em momento algum.

Norbert Leitner (guitarrista/vocalista do LORDS OF DECADENCE) é o produtor do disco. Assim, a qualidade de gravação é próxima daquilo que muitas bandas de Thrash Metal mais moderna estão usando, ou seja, algo seco e bem claro, a ponto de se compreender cada instrumento musical separadamente. Mas ao mesmo tempo, não falta aquele “punch”, aquele peso essencial e bruto. E a arte da capa é bem simples e funcional, o suficiente para manter a atenção do fã na música do grupo.

Vocais de primeira (que sabe usar muito bem uma diversidade interessante de timbres), uma ótima dupla de guitarras (riffs sólidos e solos muito bem feitos), baixo e bateria usando e abusando da técnica e pegada pesada, e tudo isso vibrando com vida e personalidade. É isso que o quinteto nos oferece, e esteja certos: é muito mais do que suficiente.

É bom se prepararem para essa blitzkrieg Thrasher que eles impõem o tempo todo. E mesmo sendo um disco de alto nível como um todo, podemos destacar como melhores momentos do CD a ótima “For the Loud and the Aggressive” (uma pegada intense, com um trabalho firme e de primeira das guitarras tanto nos riffs como nos solos), a opressividade dos tempos de “Here Comes the Tank” (é absurdo o nível de peso que os andamentos um pouco mais arrastados proporcionam, e se destacam baixo e bateria, especialmente em alguns blast beats bem localizados), o massacre veloz imposto por “Outburst of Fury” (os vocais estão de primeira, se encaixando muito bem e preenchendo bem os espaços) e “MG 42” (outra vez com alguns blast beats locais de primeira), a mais trampada e variada “Smash the Tyrants - Storm the Gates”, o ataque de riffs insanos proporcionado em “Strike”, alguns vocais guturais muito bem encaixados em “The Tides of War Arise (Part 1)” e em “Unleash the Hounds of War (Part 2)” (uma aula de interpretação dos vocais, além de baixo e bateria estarem muito bem mais uma vez). E ainda temos uma faixa bônus no cover de “Zombie Attack”, do TANKARD, que está arrasador e atualizado, sem destoar da versão original.

O disco é do final de 2014, logo, o MORTAL STRIKE deve estar quase lançando algo novo. 

Esperamos ansiosos!


SONATA ARCTICA – The Ninth Hour (Álbum)


2016
Nacional


Tracklist:

1. Closer to an Animal
2. Life
3. Fairytale
4. We Are What We Are
5. Till Death’s Done Us Apart
6. Among the Shooting Stars
7. Rise a Night
8. Fly, Navigate, Communicate
9. Candle Lawns
10. White Pearl, Black Oceans (Part II: By the Grace of the Ocean)
11. On the Faultline (Closure to an Animal)
12. Run to You (Bryan Adams cover)


Banda:


Tony Kakko - Vocais, teclados, programação
Elias Viljanen - Guitarras
Henrik Klingenberg - Teclados
Pasi Kauppinen - Baixo
Tommy Portimo - Bateria


Contatos:

Facebook (Sonata Arctica Brasil)


Nota:

Originalidade: 8
Composição: 10
Produção: 10

9/10


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Desde que o chamado Power Metal melódico ganhou o mundo na segunda metade dos anos 90, muitas bandas surgiram e deram segmento a longas carreiras, com oscilações de qualidade em seus discos. Mas isso é normal, já que quanto mais velha a banda, mais ela comete erros, mas apenas os mais preparados aprendem com eles e acumulam acertos. 

E um dos nomes que mais dividem opiniões é mesmo o do quinteto finlandês SONATA ARCTICA. Poucas vezes se viu uma banda tão amada e odiada em proporções tão próximas na história do Metal. E eles estão de volta com “The Ninth Hour”, seu mais recente trabalho, que ganhou versão nacional graças à dupla Shinigami Records e Nuclear Blast Brasil.

Mas o que os fãs podem esperar do disco?

Antes de tudo, é preciso dizer que fãs ocasionais de músicas como “Weballergy” ou “San Sebastian” e outras canções rápidas com dois bumbos galopantes o tempo todo irão se decepcionar (embora existam momentos à moda antiga), pois a banda não aposta mais em andamentos velozes constantes. Pelo contrário, os tempos estão mais amenos, e embora o peso costumeiro da banda esteja presente, eles preferiram algo mais econômico (embora com um nível técnico ótimo), chegando a ser bem acessível, com melodias simples de serem assimiladas (algumas beirando o Pop). Outra diferença clara é a maior presença das guitarras, uma vez que os teclados estão mais comportados (mas sempre presentes), e os vocais apostam em tons não tão altos como antes (algo mais simples de ser reproduzido ao vivo). 

No fundo, é o bom e velho estilo da banda, apenas de um ponto de vista diferente. E assim, eles mostram-se prontos para ir adiante.

A produção do disco está de alto nível, mostrando que o trabalho de Pasi Kauppinen (baixista da banda e que fez a mixagem) e de Svante Forsbäck (masterização) foi feito com esmero. A sonoridade está vibrante, limpa como deve ser, mas com os devidos toques de peso. Tudo está no devido lugar, soando com timbres muito bem escolhidos.

A arte da capa é linda, algo que o quinteto sempre apresentou. Janne “ToxicAngel” Pitkänen caprichou, e tudo isso em um belíssimo formato Digipack, e que a versão nacional reproduz fielmente.

Em “The Ninth Hour”, sem fazer muitos experimentos ou se aventurar por caminhos diferentes, o quinteto mostra amadurecimento musical e sobriedade, algo que lhes renderá mais tempo em atividade. Mas ao mesmo tempo, a estética do SONATA ARCTICA não é trivial, é madura e de bom gosto, além do capricho em termos de arranjos. O nível de composição realmente é alto, e melhora ainda mais com os convidados especiais Troy Donockley tocando flauta em “We Are What We Are”, aron Newport na parte narrada em “Closer to na Animal”, e Mikko P. Mustonen nas orquestrações em “White Pearl, Black Oceans (Part II: By the Grace of the Ocean)”.

O disco é bem homogêneo, mas não se pode deixar de citar a força acessível e envolvente de “Closer to an Animal” (ótimos arranjos nos vocais e backing vocals bem como dos teclados), a bela e cheia de lindos arranjos de teclados e guitarras “Life” (nela, se percebe uma acessibilidade enorme, especialmente no refrão), a bela balada “We Are What We Are”, a força macia e encorpada de “Till Death’s Done Us Apart” (baixo e bateria mostrando um trabalho de primeira no comando da base rítmica do grupo), a forte e mais rápida “Rise a Night” (aqui, alguns elementos da fase mais clássica da banda aparecem, como bumbos duplos rápidos e refrão recheado de backing vocals, mas sem exagerar nos tons altos de voz), e a longa e trabalhada “White Pearl, Black Oceans (Part II: By the Grace of the Ocean)” (que é cheia de orquestrações, mudanças de ritmo, indo do suave ao rápido sem nenhum problema). E para os fãs brasileiros, a dobradinha da Shinigami Records/Nuclear Blast Brasil ainda os presenteia com um bônus: a versão da banda para “Run to You”, do cantor Pop Bryan Adams, que ganhou uma roupagem mais melodiosa e com boa dose de peso, embora respeite a versão original.

Em suma: quem ama, continuará amando; quem odeia vai continuar arrancando os cabelos do traseiro com os dentes. Mas não se pode negar que “The Ninth Hour” é um discão.


MICKEY JUNKIES - Since You’ve Been Gone (Álbum)


2016
Nacional


Tracklist:

1. Nothing to Say
2. Something About Destruction
3. Since You’ve Been Gone
4. Use Me (to Move On)
5. Stoned
6. Tryin’ to Resist
7. Sweet Flower
8. Big Bad Wolves
9. Alguma Coisa
10. A Tired Vampire


Banda:



Rodrigo Carneiro - Vocais
Érico Birds - Guitarras
André Satoshi – Baixo, violão
Ricardo Mix - Bateria, percussão


Contatos:



Nota:

Originalidade: 8
Composição: 9
Produção: 7

8/10


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Durante a primeira metade dos anos 90, o Rock Alternativo e o Grunge estavam em seu maior momento de sucesso nos EUA, onde ambos os gêneros haviam substituído o Glam Metal e derivados como estilo de sucesso nas rádios e TV. E isso teve reflexo no Brasil, já que por aqui, bandas como PIN UPS, PITBULLS ON CRACK, DE FALLA, MUZARELLAS, GANGRENA GASOSA, OKOTÔ, YO HO DELIC e tantos outros seguiam por esta veia, mas cada um com sua contribuição diferenciada. E desta época vem o quarteto MICKEY JUNKIES, de São Paulo, que lançou o primeiro disco, chamado “Stoned” em 1995, até que o estilo caiu no underground mais uma vez, e o grupo cessou atividades, voltando em 2007. E em 2016, eles lançaram seu segundo disco, a pedrada “Since You’ve Been Gone”, distribuído pela Shinigami Records.

O grupo faz um trabalho sonoro cheio de referências às sonoridades voltadas ao Rock’n’Roll psicodélico e denso do final dos anos 60 e início dos 70, mas com muito Groove e vibração vinda do Blues. Ou seja, sente-se algo que nos remete aos trabalhos de JIMI HENDRIX, BLUE CHEER e mesmo THE CREAM e BLACK SABBATH, mas sempre com uma dose enorme de personalidade. E sim, existe espaço para bandas com um trabalho tão bom assim nos dias de hoje.

Produzido e mixado por Michel Kuaker, a sonoridade do disco é crua e azeda, justamente referenciando o período áureo do Rock alternativo. Mas é esse despojo e sujeira que são essenciais ao trabalho do grupo. Sem isso, sua música soaria sem vida e artificial, e temos justamente o oposto. E a arte, um trabalho com fotos, ficou interessante, ainda mais usando o formato Digipack, que deu um toque de elegância ao lado gráfico.

Em termos de sonoridade, a espontaneidade é o ponto forte do MICKEY JUNKIES, que consegue fundir um vocal bem bluesy e cru com riffs psicodélicos pesados, baixo e bateria mostrando solidez na base e muita técnica, e tudo isso está coeso e inspirado, mostrando que o grupo usa desses aspectos para criar músicas de primeira. Embora o grupo se foque no inglês, existe um trecho em português em “Sweet Flower” e uma canção toda no idioma de nosso país, que é “Alguma Coisa”.

O CD possui dez faixas, todas muito boas, mas não destacar o peso e groove de “Nothing to Say”, a viagem lisérgica provocada pela sedutora “Something About Destruction” (uma aula do baixo em termos técnicos, e nisso, a bateria também mostra sua força e técnica), a totalmente hippie “Since You’ve Been Gone” e seus momentos mais pesados, a sabbathica e introspectiva “Stoned”, aquele Blues/Rock lento e melodioso em que as linhas vocais variam de timbre que encontramos na excelente “Sweet Flower” (como os vocais dão um show de interpretação) e na tribal e quase Pos Punk “Alguma Coisa”, e a beleza Folk Rock de “A Tired Vampire”. Mas isso sem desmerecer as outras canções, que são muito boas.

Ótimo retorno, e esperamos que a banda engrene e nos dê muitas alegrias ainda!

6 de jan. de 2017

DYING SUFFOCATION: Banda libera faixa inédita “Tears Falling”



O primeiro full length da banda paranaense de Death/Doom Metal DYING SUFFOCATION está mais perto do que imaginamos. Previsto para Fevereiro de 2017 o vindouro “In The Darkness Of The Lost Forest” já um dos mais esperados do Metal Nacional.

Agora o tão esperado álbum entra novamente em evidência com a inédita música lançada no canal oficial do YouTube da Sangue frio Produções. Intitulada “Tears Falling”a música dá uma amostra do que podemos esperar deste novo material: peso, densidade, guturais extremamente graves e riffs incrivelmente grudentos. Confira:


O álbum ganhou destaque recentemente, quando foi anunciado oficialmente e tendo sua arte gráfica apresentada ao público, mesma com assinatura do grande artista Marcelo Vasco, responsável por capas icônicas de bandas como Kreator, Dark Funeral, Borknagar, Slayer entre outras (matéria aqui). Com a produção feita de forma independente, sua masterização ficou a cargo da competentíssima Absolute Master, e terá lançamento mundial feito pela Sangue Frio Records que no Brasil contará com outras 8 distros parceiras que terão seus nomes divulgados em breve, junto com a pré-venda do mesmo.

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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DEADPAN: Confira dica de baterista para execução do pedal duplo



Visando movimentar ainda mais as redes sociais neste ano de 2017, a banda catarinense de Death Metal DEADPAN vem divulgando inúmeras informações importantes em sua página oficial do Facebook.

Desta vez, o baterista Igor Thiesen, apresentou uma dica importante, que será usada no novo CD do grupo, para uma melhor performance na execução do pedal duplo. Confira:


Para obter todas as informações e conferir as novas postagens da banda acesse: https://www.facebook.com/deadpanofficial/

O DEADPAN já busca novas datas de shows para 2017, produtores interessados escrever para contato@sanguefrioproducoes.com ou contatodeadpan@gmail.com.

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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DR. KONG: resgatando a essência perdida do Rock Nacional em novo clipe



Muitos saudosistas se recordam dos anos 80 como um celeiro de alta qualidade em se tratando do surgimento de bandas talentosas, mesclando MPB com Rock, New Wave, pós-Punk e Synthpop, grupos como RPM, Legião Urbana, Barão Vermelho, Titãs e Paralamas do Sucesso, fizeram a cabeça de uma juventude libertaria e transgressora a sua época.

Os anos se passaram e muito dessa essência do Rock Brasileiro foi se perdendo, músicas sem contexto e de baixa produtividade, foram impostas pelas grandes produtoras, que viram no lucro imediato de letras sem nenhum conceito e harmonias simplistas acabar com toda aquela nostálgica fase dos anos 80.


Atualmente uma banda recém-chegada ao cenário nacional, começa a recuperar a esperança nos apaixonados pelo estilo, a banda DR. KONG, apresenta pontualmente alguns detalhes do seu primeiro registro intitulado de “Protagonista”, que será lançado oficialmente entre o fim de fevereiro e início de março, o trabalho é uma reconstrução a identidade do rock nacional, perdida entre tantas músicas de baixa qualidade que encontramos no decorrer dos anos, músicas que somos obrigados a engolir pela imposição da grande mídia nacional.

Antecedendo ao disco “Protagonista”, a banda DR. KONG, acaba de liberar o clipe que leva o título do álbum, letras firmes e inteligentes destoam logo de inicio após a criativa construção harmônica feita pelo conjunto.


Se você é fã do verdadeiro Rock Nacional, deve obrigatoriamente conhecer a banda DR. KONG e seu novo legado que começa a ser criado a partir de agora.


Formação:

Flávio de Carvalho (Voz)
Eliel Carvalho (Guitarra)
Gustavo de Carvalho (Guitarra)
Gustavo Cachopps (Baixo)
Wagner Capucho (Bateria)

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HEAVENLESS: banda disponibiliza álbum em mais uma plataforma da internet


Assim que foram finalizadas as sessões de gravação do primeiro álbum, “Whocantbenamed”, a HEAVENLESS não tardou em apresentar o seu trabalho por meio de diversos canais de divulgação. “Aprontar um disco é um processo que em regra exige paciência, dedicação e muito trabalho. O nosso demorou pouco mais de uma gestação humana. É por isto que estamos entusiasmados em apresentar a tantas pessoas quanto interessem e poder ouvir seu feedback”, declarou a banda através da sua página oficial no Facebook.


Finalizado no segundo semestre de 2016, “Whocantbenamed” é composto por nove canções e uma delas, “Hatred” ganhou videoclipe oficial. Um segundo single, “Hopeless”, saiu como Lyric Video fortalecendo a divulgação do álbum. Após isso, outras três canções: “Enter Hades”, “The Reclaim” e “Soothsayer” foram disponibilizadas no You Tube.

Tais ações rederam críticas positivas à banda e os shows começaram a surgir, assim como convites a entrevistas em blogs, rádios e TVs.

Nesta quarta-feira, dia 4, Kalyl Lamarck (vocal e baixo), Vinicius “Carcará” Martins (guitarra) e Vicente “MadButcher” Andrade (bateria), soltaram “Whocantbenamed” na íntegra através de uma nova plataforma. “Você pode ouvir o Whocantbenamed na íntegra em nosso Bandcamp a partir de hoje. Logo menos disponível em todas as plataformas virtuais. Dissemine essa malignidade mundo afora! FVCK RELIGION! NO GODS, NO BULLSHIT!”, encerra o pronunciamento.

“Whocantbenamed” é um lançamento oficial da Rising Records e tem a Roadie Metal como parceira na divulgação.

Contato: (84) 98828-4400 / whocantbenamed@gmail.com

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NOTURNALL: Mike Orlando e Fernando Quesada participam da Namm 2017



Os integrantes da NOTURNALL, Mike Orlando (guitarras) e Fernando Quesada (baixo), se apresentam em janeiro em uma das maiores feiras da música do mundo, a NAMM SHOW 2017, em Los Angeles, Califórnia, nos Estados Unidos.

Fernando Quesada e Mike Orlando se apresentam como parte do time das cordas GHS Strings, tocando músicas da NOTURNALL e do projeto Instrumental Sonic Stomp. Atualmente, os músicos seguem no processo de composição e finalização das músicas para o novo álbum de estúdio da NOTURNALL.

“Estou muito feliz em participar com o Mike de uma das maiores feiras do mundo. É um sonho que estou realizando e agradeço aos fãs pelo apoio de sempre. Nos vemos em breve em mais shows pelo Brasil”, disse o baixista Fernando Quesada.

Mais informações:

Fonte: TRM Press

ROADIE CREW: edição 216 traz especial sobre Hard Rock


Com diagramação e estrutura diferentes, a edição #216 (janeiro, 2017) da revista ROADIE CREW, que estará nas bancas de todo o Brasil até o dia 12 de janeiro, traz um super especial sobre Hard Rock. Do surgimento do estilo nos anos 1970 ao auge do Glam Metal na década de 80, a publicação aborda tudo que de mais importante aconteceu no Hard Rock. A importância do visual, dos videoclipes, das baladas e o lado virtuoso dos músicos.

Gêneros como AOR, Sleaze Glam, Hard N'Heavy, Hard no Funk 'O Metal e Shock Rock não ficaram de fora, assim como todos os locais icônicos em que as bandas surgiram e se apresentaram na fase áurea da Sunset Strip de Los Angeles, como Whisky A Go Go, Cathouse, Gazzarri's, Rainbow Bar & Grill, Starwood, The Roxy Theatre, Troubadour e The Viper Room, além do Guitar Center, as lojas Amoeba e Tower Records e o lendário Madison Square Garden de Nova York.


A revista ainda traz matérias abordando os problemas com o comitê PMRC (Parents Music Resource Center), o radicalismo, as bandas que se debandaram para o Hard e as que saíram do Hard e viraram casaca nos anos 90. Curiosidades diversas, as excentricidades dos músicos, o Hard Rock nos Games e no Cinema, o Hard entre as mulheres e as musas do Glam Metal e um resumo da história do estilo no Brasil. Também constam os que estão revivendo o Glam Metal na Suécia e em outros países.

A edição especial também traz os "45 Álbuns para entender o Glam Metal", uma lista de outros lançados nos anos 80 e 90 que você precisa conhecer e até mesmo uma lista com músicas Hard que constaram em trilhas das telenovelas brasileiras. A revista traz também colunas especiais assinadas por Simon Daniels (Autograph), Dario Seixas (Crown Of Thorns/Jean Beauvoir), Walcir Chalas (Woodstock Discos), Carlos Chiaroni (Animal Records) e Klaus Peter Loos (Natal Metálico).

Pôster: W.A.S.P. (W.A.S.P., 1984)

Para adquirir pelo site acesse - http://www.roadiecrew.com/anteriores.php
ou entre em contato pelo telefone (11) 5058-0447

Fonte: Roadie Crew

5 de jan. de 2017

RAFAEL ORSI: liberada vídeo com versão para "Thousand Years of Opression"


Há pouco tempo, Rafael Orsi começou seu canal no youtube, e além da versão de "Thousand Years of Oppression" do Amon Amarth, tem vídeos tocando desde Blues até clássicos do Metal como "Shores in Flames" do Bathory. 

Confira o vídeo abaixo:



E se inscreva no canal.

GODZORDER: primeiro webclipe lançado



Iniciando 2017 com tudo, o GODZORDER acaba de liberar seu 1° webclipe, da faixa “Trademark”, que foi lançada somente como Single virtual antes do lançamento do EP “Obey”.

O webclipe conta com diversas imagens de gravações em estúdio assim como de shows e da própria rotina da banda, tendo uma ótima captação de imagens e uma produção simples, porém bem atrativa, que ficou a cargo da própria banda e do produtor Bruno Fornazza.

Não perca tempo e assista agora mesmo:


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THE WASTED: lançando novo álbum neste fim de semana



A banda paulista THE WASTED está lançando seu debut álbum! Intitulado 'Rotten Society', o material será oficialmente lançado neste fim de semana, no Centro de Artes e Esportes Unificados de Tatuí, cidade natal da banda.

O evento terá entrada franca e contará também com a banda Dextrum Insanum.


'Rotten Society' foi gravado no estúdio Surto e produzido por Rodrigo Mariano, baterista da banda. A arte da capa ficou a cargo de Pablo Ferrarezzi.

1. Genocide
2. Everything is Under Control
3. Preachers of Hate
4. Heritage
5. Cannibals
6. Heart Attack
7. Hate Mankind Hate
8. Rational Madness


Um lyric video também foi liberado:



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Fonte: Metal Media

IT’S ALL RED: Rafael Siqueira no time da Ibanez


Recentemente a empresa que representa a marca japonesa de guitarras no Brasil anunciou o cast atual de músicos parceiros da IBANEZ.

Entre eles está o talentoso gaúcho Rafael Siqueira, guitarrista da banda IT’S ALL RED. Nomes como Renato Osorio, Abel Camargo, Marcelo Barbosa e Kiko Loureiro também fazem parte do timaço da empresa. Conheça mais pelo link: www.equipo.com.br/ibanez

"Sempre usei Ibanez, desde o começo da minha carreira musical sempre foi uma marca que eu tive muita identificação. É uma honra e uma responsabilidade muito grande estar ao lado de grandes ídolos nesse time da Ibanez, desde 2012, acompanhando o crescimento do time no Brasil. Só tenho a agradecer por toda confiança no meu trabalho", comenta o músico.

Após uma ano de muitas conquistas, Rafael e o IT’S ALL RED seguem preparando novidades para 2017 e em breve saberemos delas.

No final do ano passado o grupo lançou mais um videoclipe retirado do álbum ‘Lead By The Blind’. A música escolhida é a faixa ‘Killing a Dead Tree’, música dedicada à memória do lutador Muhammad Ali. A filmagem do material ficou nas mãos de Guilherme Martins e Daniel Siqueira, já a edição ficou por conta de Luigi Argimon, assista:



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Fonte: Metal Media

[MAUA]: iniciando o ano com uma apresentação muito especial neste domingo


O [MAUA] retorno aos palcos neste domingo dia oito para uma apresentação muito especial ao lado da banda Karne Krua.

O evento acontece no Che Music Bar, na cidade natal da banda, Aracaju. O evento começa às 18h e mais informações podem ser conferidas aqui: www.facebook.com/events/410950742629476/


Claro que o foco do [MAUA] será nas músicas do recém-lançado ‘Uncosncience’, álbum que vem sendo citado como um dos principais lançamentos do ano de 2016.

‘Unconscience’ está disponível, além da versão física em digipack, em versão digital nas principais empresas de música digital do mundo.


Para quem preferir material físico, além de ‘Unconscience’, a loja conta com todo o merchandise da banda, pagamento de forma segura e envio. Confira:


Contato: andmaua@msn.com

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Fonte: Metal Media

HELLION RECORDS: gravadora lança projeto de Marius Danielsen “Legend of Valley Doom”



A Hellion Records tem orgulho em anunciar que irá lançar o projeto de Marius Danielsen “Legend of Valley Doom” no final de janeiro de 2017. O trabalho conta com diversas participações especiais e agrada os ouvintes do Power Metal épico de nomes como Rhapsody, Avantasia e Soulspell. A segunda parte do projeto já está sendo idealizada, gravada e produzida e será lançada pela Hellion em 2018. O CD contará com a presença do baterista Vinnie Appice, dentre outros grandes nomes.

O projeto vem sendo desenvolvido há um tempo pelo guitarrista, vocalista e compositor Marius Danielsen (Darkest Sins), e contando com uma base, formada pelo seu irmão Peter (sintetizadores), sua esposa Anniken (baixo), Esa Ahonen (guitarra) e Ludvig Pedersen (Bateria), além de mais de 30 convidados especiais, dentre eles, Tim Ripper Owens, Mark Boals, Edu Falaschi, Elisa C. Martin, Chris Caffery e Alex Holzwarth, criaram um história épica, que também será transformada em comic book. Marius Danielsen nasceu em Molde, na Noruega, e hoje se dedica integralmente ao projeto Legend of Valley Doom.

Os elementos mais tradicionais do Metal estão presentes, inclusive com guitarras dobradas no melhor estilo NWOBHM. Um excelente trabalho, que dá uma renovada e revigorada no cenário do Power/Symphonic Metal. Marius e seus companheiros são mais uma banda que prova que nenhum estilo pode ser considerado desgastado ou ultrapassado, o que existe é música boa e música ruim, e com “The Legend of Valley Doom”, Marius Danielsen começa a despertar mais atenção, nos deixando curiosos para a continuidade deste projeto, que agora conta com a atenção da Hellion Records no Brasil.


Confira lista de convidados especiais:

Vocalistas:
Marius Danielsen (Darkest Sins)
Edu Falaschi (ex-Angra, Almah)
Tim Ripper Owens (ex-Judas Priest, ex-Iced Earth, ex-Yngwie Malmsteen)
Mark Boals (ex-Yngwie Malmsteen, Iron Mask, Royal Hunt)
Jonas Heidgert (Dragonland)
Elisa C. Martin (Hamka, ex-Dark Moor, ex-Fairyland)
Alessio Garavello (ex-Power Quest, A New Tomorrow)
Kai Somby (Intrigue)
Artur Almeida (Attick Demons)
George Tsalikis (Zandelle)
John Yelland (Disforia, Judicator)
Simon Byron (ex-Crystal Empire, Sunset)
Mikael Holst (Timeless Miracle)

Guitarras:
Timo Tolkki (ex-Stratovarius, Avalon)
Chris Caffery (Savatage, Trans-Siberian Orchestra)
Ross the Boss (ex-Manowar, DeathDealer)
Robb Weir (Tygers of Pan Tang)
Tobi Kersting (Orden Ogan)
Jimmy Hedlund (Falconer)
Marco Wriedt (Axxis, 21Octayne)
Olivier Lapauze (Heavenly)
Felipe (Twilight Force)
Alex TheKing Mele (Kaledon)
Esa Ahonen (Cryonic Temple)
Kristian Tjelle (ex-Nocturnal Illusion)
Gard Austrheim (My Decending Ark, ex-Fatty Sunroad)
Marius Danielsen (Darkest Sins)
Sigurd Kårstad (Darkest Sins)

Teclados:
Peter Danielsen (Eunomia, Darkest Sins)
Alessio Lucatti (Vision Divine, Etherna)

Baixo:
Barend Courbois (Blind Guardian)
Mike LePond (Symphony X)
Anniken Rasmussen (Darkest Sins)
Ignacio Lopez (Skiltron)
Giorgio Novarino (ex-Crystal Empire, ex-Bejelit)
Marius Danielsen (Darkest Sins)

Bateria:
Alex Holzwarth (Rhapsody of Fire)
Ludvig Pedersen (Darkest Sins)

Coral:
Marius Danielsen
Peter Danielsen
Elisa Martin
Simon Byron
Matthäus Krais

Escute música com participação de Edu Falaschi: 


Mais informações:


Fonte: TRM Press