A banda paulista de Black Metal CORPSE OV CHRIST foi destaque no blog HellMetalRock onde concedeu uma entrevista para o mesmo.
Nessa entrevista, conduzida por Alessandro Martins, o grupo falou sobre os mais variados assuntos, como o início da banda, métodos de composição e gravação, formação e projetos futuros. Ao serem questionados sobre um novo álbum a banda afirmou que 2017 será um ano extremamente corrido e terá grandes novidades, confira: “Estamos finalizando CD novo e para o próximo ano esperamos já lançá-lo com um videoclipe de apresentação.” e o grupo ainda completou: “Como estamos finalizando CD novo já encerramos o ano com apresentações, ainda estamos com agenda do ano que vem toda livre, então, entrem em contato!”
A “Hellfuckdominium Tour 2016” não para! Depois de ter passado por São Paulo e Paraná nos últimos dias, o BESTIAL levará sua turnê de divulgação até São Leopolso/RS para se apresentar na nova edição do já popular evento Storm Festival.
O festival, que acontecerá no dia 10/12/2016 na Embaixada do Rock, já se encontra na sexagésima quinta edição, e nesta, contará com as bandas Mental Horror, Atropina, Shade of Mankind e a já mencionada BESTIAL. Confira o cartaz do evento:
O programa Roadie Metal da ultima quarta feira (07/12/2016) teve a décima edição do especial “Mesa Redonda”, esse programa consiste em debater assuntos que foram pertinentes nas redes sociais e divulgados de forma massiva por vários veículos de comunicação.
O apresentador Gleison Junior, convida um time de peso para participar e debater ideias e discutir os assuntos levantados em pauta no programa.
A edição de dezembro teve em seus convidados os redatores Paulo Pontes (Roadie Crew / Roadie Metal), Clinger Carlos (Heavy Metal On Line), Phill Lima (Over Metal) e Augusto Hunter (Portal do Inferno/Hell Divine).
Os assuntos debatidos foram:
* A dificuldade de credenciamento da imprensa em eventos com bandas consagradas como Black Sabbath e Guns and Roses;
* Grande imprensa noticiando a saída de Kiko Loureiro do Megadeth;
* Floor Jansen e sua declaração polêmica sobre o Slayer;
* Helloween e Rhapsody: seria essa reunião um caça níquel;
* Andreas Kisser: músico se apresenta ao lado de Sandy em programa da TV globo.
Assista o programa pelo link abaixo:
Mais informações sobre a Roadie Metal nos links abaixo:
O BROKEN JAZZ SOCIETY é uma banda de stoner rock formada em 2013 em Uberaba, no Triângulo Mineiro, por Mateus Graffunder (guitarra/vocal), João Fernandes (baixo) e Felipe Araújo (bateria). O primeiro álbum, "Tales From Purple Land", foi lançado em 2014.
"Gas Station" é o trabalho mais recente do trio, composto por três faixas, "Mean Machine", "Riot Spring" e a faixa-título. O disco tem sido exaltado, sem exceções, por toda imprensa especializada no Brasil, especialmente por conta de sua qualidade e ousadia, como demonstram esses trechos de algumas resenhas: "O fato é que Gas Station é bom pra caramba." (Metalvox); "Muito Bom!" (A Música Continua a Mesma); "Um talento do estilo surgido aqui no Brasil." (Consultoria do Rock); "Mais que recomendado para os apreciadores de um bom Stoner Rock." (Alquimia Rock); "Você irá se surpreender com o BROKEN JAZZ SOCIETY, grande lançamento!" (Heavy 'N' Hell); "Apesar de se encaixar na categoria de Stoner Rock, o som do BJS transcende esse estilo." (Rock Master); "Em meio a tanta coisa igual dentro do Stoner, o BJS ousa em misturar elementos." (Brasil Metal História); "Só resta dizer aos envolvidos que continuem fugindo do lugar comum." (New Horizons Zine); "Gas Station é uma grande trabalho." (Whiplash); "Qualidade acima da média." (Rumors Mag); "(...) muita energia, requinte e assinatura própria e personalizada.” (Mondo Pop).
"Riot Spring" ganhou um videoclipe super bem produzido por Foster Caldas Rodrigues e Rodolpho "Rod" Cauhi: https://youtu.be/Zr093ggqsYs.
As outras duas faixas de "Gas Station" também estão disponíveis para audição no canal oficial da banda no Youtube: www.youtube.com/brokenjazzsociety
Felizes com a recepção a "Gas Station", o BROKEN JAZZ SOCIETY já agendou o Estúdio Rock Lab em Goiânia/GO para gravar seu novo disco de estúdio. As sessões de gravação terão início em Janeiro sob a batuta do experiente produtor Gustavo Vazquez (Uganga, Black Drawning Chalks, Macaco Bong, Krow, Hellbenders) que já havia trabalhado com a banda na mixagem e masterização de "Gas Station". A expectativa é que o novo álbum de estúdio do BROKEN JAZZ SOCIETY esteja disponível até a metade de 2017.
Para fechar o ano de 2016 que foi muito especial para o grupo, o BROKEN JAZZ SOCIETY realiza uma série de seis shows agora em Dezembro. O primeiro aconteceu semana passada no projeto Lab Na Praça em Uberaba. O grupo agora parte para uma apresentação em Gama/DF no Pólvora Galeria, nesta sexta, dia 09, e outra em Goiânia/GO no sábado, dia 10, no Rock Pub. Já na próxima semana o trio se apresenta no Laboratório 96 em Uberaba na sexta dia 16, no Galpão 87 em Frutal/MG no sábado dia 17 e fecha a sequencia de shows no Vitrola em Araguari/MG no domingo dia 18.
Ricardo Aronne é um músico multi instrumentista que há mais de 30 anos vem apresentando ao público seus projetos, considerado um dos fundadores do Metal Gaúcho, o músico já participou de várias bandas importantes do cenário nacional e inclusive já tocou ao lado da lendária banda “Motorhead” dividindo o palco como convidado de “Lemmy Kilmister”.
Atualmente o guitarrista está divulgando seu novo trabalho solo, o instrumental “Piece Of Blues”, o disco tem em sua essência a delicadeza e precisão do brilhante músico que é Ricardo Aronne, as faixas soam de forma uniforme e mesmo em se tratando de um álbum instrumental, ele consegue atrair a atenção do ouvinte pelo seu dinamismo e técnica impecável distribuída uniformemente faixa a faixa.
O álbum “Piece of Blues” contém oito músicas, sendo seis inéditas que foram compostas com exclusividade para esse álbum, sua distribuição será feita inicialmente em várias plataformas de áudio, incluindo as mais importantes Spotify, Itunes, Distrokids e outros ainda não revelados.
Algumas faixas que fazem parte do álbum já são conhecidas pelo publico, “Mephisto” foi lançada oficialmente na coletânea Roadie metal vol. 05, “Márcia Suíte” está disponível nas plataformas de áudio do músico e a grande novidade é a faixa “The Unlaw” que será a trilha sonora de um programa que terá sua estreia em 2017 e que irá abranger rock e direito em sua proposta, com transmissão via You Tube.
Falar em MICHAEL SWEET é falar em um pioneiro dentro o Metal e do Rock.
Sim, pois ele é um dos primeiros músicos cristãos assumidos a fazer sucesso com uma banda que usa dessa temática, que é o STRYPER. Mas aqui, tratamos de seu novo disco solo, “One Sided War”, que nos chega em versão nacional graças aos esforços da Shinigami Records.
O que se pode esperar de “One Sided War”, senão o bom e velho Hard’n’Heavy que ele faz desde os anos 70, com a diferença que a expressividade é toda dele, sem que as canções estejam submetidas a um produtor ou aos seus colegas de banda. E assim, percebe-se o lado mais melodioso e rocker da música de Michael. E como é bom para os ouvidos e coração ouvir música assim, pesada e com aquela dose certa de melodia, daquele tipo que se ouve e não se esquece mais, além de um esmero muito grande com cada refrão, mas mesmo assim, o disco soa bem espontâneo e solto, sem as pressões de estar em uma banda de nome muito grande.
Ou seja: “One Sided War” é um disco maravilhoso!
Produzido pelo próprio Michael no Spirithouse Studio, em Northampton, e com engenharia de Danny Bernini (e alguns toques adicionais de Kenny Lewis), a sonoridade de “One Sided War” é vigorosa e pesada, e com aquele toque de agressividade Hard’n’Heavy bem anos 80. Mas o nível de limpeza é grande, permitindo que tenhamos a clara noção do que a banda está tocando.
A arte gráfica é bem simples, deixando claro qual o conteúdo lírico do CD. Aliás, alguém esperava algo diferente de Michael?
Musicalmente, “One Sided War” é um disco maduro, forte e cativante, mas com uma espontaneidade enorme, e justamente são os elementos que nos seduzem a cada faixa. E como o homem está cantando e tocando em alto nível!
É meio covardia dizer que o disco possua melhores momentos ou destaques, uma vez que a homogeneidade de “One Sided War” salta os olhos. Mas para referência do leitor, destacamos o Hard’n’Heavy nervoso e grudento de “Bizarre” (que guitarras!), o andamento mais ameno e a introspecção pesada de “One Sided War” (belíssimo refrão e um trabalho excelente de baixo), o peso abrasivo e moderno de “Can’t Take This Life” (o andamento é sedutor, o refrão extremamente grudento e o as guitarras esbanjam riffs excelentes), a cadenciada e densa “Radio” (o andamento é mais cadenciado, mas sem que o nível de acessibilidade musical seja perdido e, além disso, a bateria está pesada e fantástica, sem contar os toques de banjo que aparecem), a energia envolvente e ganchuda de “Golden Age” (que mais uma vez apresenta um trabalho formidável em termos de guitarras pesadas), o peso Hard oleoso de “Only You”, a acessível e contagiante levada agressiva de “I Am”, a balada agridoce “Who Am I” (onde o lado mais sensível e introspectivo da música de Michael surge), a selvageria Hard/Sleazy de “You Make Me Wanna” (outra com andamento moderado, alguns toque modernos, e a voz se sobressai, especialmente nas partes dos backing vocals), o peso grudento da acessível e genial “Comfort Zone” (como esse cara canta!), aquele bom e velho Hard mais “soft” com toques de Southern e Country de “One Way Up”, e a versão de “Can’t Take This Life” que tem a participação de Moriah Formica).
Pesado, criativo e atemporal são apenas alguns adjetivos para se falar de “One Sided War”, e ainda bem que MICHAEL SWEET ainda está por aqui, e que no futuro, continue nos brindando com discos de primeira assim.
O ecleticismo que o Rock tem recebido há alguns anos é algo interessante de ser observado. Sim, pois graças a essas noções diferenciadas, boas bandas podem surgir aqui e ali, e no Brasil, onde o sangue latino é fortemente ligado à música, temos bandas como o ANITA LATINA, de Campinas (SP), que chega com “Anita Latina”, seu primeiro álbum, lançado pela dobradinha Alternative Music/Voice Music.
Imagine uma banda que mistura o Rock e psicodelia dos anos 70 com elementos do Fusion e mesmo de elementos da MPB. É uma boa aproximação do que o trio produz em termos musicais. A técnica progressiva e pesada da banda não é algo trivial, mas mesmo tempo, há momentos bem acessíveis e grudentos. Óbvio que a energia que flui do trabalho musical da banda é bem empolgante, e eles têm muito a oferecer ao Rock nacional, justamente em um momento em que tudo tende a ficar engessado e bolorento.
A produção de “Anita Latina” é de Caio Ribeiro e Tarcísio Jr, que cuidaram da gravação e mixagem do disco (e Caio ainda fez a masterização do álbum). O resultado é uma sonoridade que consegue ser limpa e pesada nas medidas certas, mas com um toque artesanal muito bom. Soa orgânico e com energia, mas sempre com todos os instrumentos audíveis.
Já a arte visual de Lucas Piro consegue complementar a atmosfera criativa do grupo, com as letras disponibilizadas na forma de um buraco de fechadura, e o encarte é cheio de símbolos matemáticos.
O grupo mostra um trabalho musical bem diversificado, sempre com ótimos arranjos e certo toque “noir” em alguns momentos (como no início de “Baião”). Por isso a banda tende a ganhar muitos fãs: porque sua música é instigante, pessoal, pesada e muito criativa.
Embora o ANITA LATINA ainda possa render mais musicalmente, momentos como ouvidos na pesada e intimista “Desert” (cheia de mudanças de andamento, apresentando um trabalho ótimo de baixo e vocais), a diversidade musical de “Baião” (realmente se percebe os inserts de Baião nesse belo Rock’n’Roll pesado, apresentando um trabalho muito bom de bateria e vocais), a jazzística e técnica “The Day Your Savior Comes” (o trabalho de guitarras é bem fora do convencional, e assim, criativo), a densa e tribal “Zomia” (uma bela instrumental, onde a banda mostra peso e energia de sobra, com arranjos ecléticos fantásticos em cada instrumento), e a longa e progressiva “Zephyr” (onde certo toque de RUSH fica evidente, especialmente porque a técnica é evidente, mas funcionando em favor da banda).
O ANITA LATINA é muito bom, e merece aplausos. E a impressão que se tem depois de ouvir o CD é que esses três vão longe.
No último dia 23 de setembro o CHAOS SYNOPSIS registrou um vídeo ao vivo durante show especial realizado no Sesc Belenzinho para “Burn Like Hell”, faixa que integra o mais recente álbum de estúdio “Seasons of Red” (2015). O vídeo foi registrado e editado por Felipe Rocha (Estúdio Coruja).
O que vem a ser o que se chama Old School Death Metal?
Em que pese o estilo ter nascido nos anos 80, sua maior evidência e criatividade são marcas do início dos anos 90, de bandas como ENTOMBED, DISMEMBER, NAPALM DEATH, MORBID ANGEL, DEICIDE e outros que pegaram as lições do DEATH e outros e levaram a outro nível. Ou seja, falar em Old School Death Metal é referenciar ao período entre o final dos 80 e meados dos 90. E podemos dizer que o quarteto NECROBIOTIC, de Divinópolis (MG) é um autêntico membro da Velha Guarda no Brasil, como atestado pelo terceiro e novo trabalho da banda, o álbum “The Extinction of Faith”.
Em relação aos trabalhos anteriores do grupo, “The Extinction of Faith” é o mais maduro e com maior preocupação estética. Ainda é bruto e explosivo, com toda a agressividade nesses 21 anos de estrada que eles possuem, mas ao mesmo tempo, se percebe que o grupo tem um cuidado enorme com arranjos e sonoridade, pois os timbres sonoros e linhas harmônicas são realmente da Velha Guarda do Death Metal, mas existe algo de diferenciado, algo que permite fazer a transição entre os anos 90 e a atualidade que fazem com que o NECROBIOTIC não soe datado. Não, de forma alguma, a banda realmente soa atual e violenta, disposta a deixar surdos os ouvintes menos acostumados com o estilo.
Ou seja, a banda soa ríspida, mas com qualidade e certo toque de elegância.
André Cabelo, Flávio Oliveira e Tiago Castro cuidaram da produção sonora do álbum, e como resultado, a qualidade do que ouvimos realmente está ótima. Como dito antes, os timbres respeitam aqueles que conhecemos dos tempos áureos do gênero, mas com uma gravação mais limpa, que de forma alguma fez com que o peso ou agressividade fossem obliterados. Nada disso, é uma fusão entre o antigo som do Death Metal com os benefícios da tecnologia atual.
Em termos artísticos, o esmero é enorme. A arte criada pela Svart Design para capa e encarte é excelente, de alto nível, além de a diagramação estar de primeira.
Óbvio que o grupo evoluiu dentro dos limites daquilo que se propõe a fazer, pois em termos de guitarras, se percebe que algumas melodias surgem nos solos, e alguns toques de técnica aparecem no trabalho de baixo e bateria. E é justamente na parte dos arranjos que o NECROBIOTIC mostra seu poder de fogo, sua diferença na maré de bandas atuais que buscam fazer este tipo de música.
“The Extinction of Faith” é bem homogêneo em termos de composição, mas destacam-se a sinuosa “Prelude” (reparem na técnica de baixo e bateria, que conduzem muito bem o ritmo sólido da música), os andamentos abrasivos e variados de “War and Hate” (os tempos oscilam entre momentos velozes e outros mais cadenciados, mas sempre exibindo um trabalho ótimo das guitarras, especialmente nos solos), a curta e grossa “Doença Mental” (menos de um minute de agressividade rasgada), a violência azeda com alinhavo Thrash de “The Beginning of the End” (que bumbos, e isso sem mencionar a força dos vocais); a agressividade expressiva de “Concentration Camps” e suas mudanças de tempo; a cadenciada, técnica e azeda “The Extinction of Faith” (como é pesada e soturna, com um trabalho arrasador de vocais e guitarras mais uma vez); e a criativa instrumental “Hymn of a Genocide” (aqui se percebe o quanto eles são bons músicos, e que sabem usar disso para se expressarem musicalmente, tanto que usam algumas estruturas harmônicas e melodias não convencionais ao gênero por eles adotado). E como se não fosse muito, ainda fizeram uma versão atualizada para “Shame”, do primeiro disco deles (“Alive and Rotting”, de 2011), que ficou excelente.
O NECROBIOTIC mostra que que é possível ligar passado e presente com música, e que o futuro deles é realmente promissor.
Existem bandas que o melhor “approach” possível para compreender o que elas fazem é gritar a plenos pulmões: DESISTO!
Sim, pois o nível de caos criativo é tão insano que requer um total desprendimento, uma desistência de concepções musicais pré-estabelecidas que não permitem que você absorva, e assim, compreenda o trabalho do grupo em questão.
Só assim se pode ter uma clara idéia da insanidade criativa do quinteto sueco MESHUGGAH, que vem nos tomar de assalto com seu nono álbum, “The Violent Sleep of Reason”, que acaba de sair no Brasil. É, o Papai Noel Shinigami Records/Nuclear Blast Brasil anda cheio de presentes para os headbangers nacionais!
Antes de tudo, qualquer concepção ou rótulo para esse grupo é inválido. Djent, Math Metal, Thrash/Groove, nada disso consegue explicar essa tempestade de uma sonoridade abrasiva e técnica, repleta de técnica e tempos quebrados, onde a polirritmia é intensa. Caos e peso, complexidade progressiva e Groove ardente, e tudo isso que não é palatável a priori, vai seduzindo os ouvintes com as ouvidas sucessivas. E assim, “The Violent Sleep of Reason”, que é um disco de difícil compreensão, se mostra um dos grandes discos do ano!
Tue Madsen tomou conta da gravação e da mixagem, e Thomas Eberger fez a masterização, e assim, em termos de qualidade sonora, “The Violent Sleep of Reason” tem aquela sonoridade intensa e abrasiva que todos já estão acostumados, mas com um nível de clareza ótimo. Sim, se preparem, pois eles irão mostrar como se pode criar caos musical tendo uma qualidade sonora de primeira.
E a arte criada por Luminokaya, com Rob Kimura cuidando do layout e do design, transpira a insanidade sonora do disco, bem como sua temática não convencional.
A verdade é: o MESHUGGAH não dá a mínima para rótulos. Eles seguem o coração, e mesmo seguindo o estilo que delinearam há muito tempo, a loucura musical do grupo não tem limites. Aliás, acho que quanto mais louca a composição, mais nos seduz, e tenha certeza: o minimalismo é em um nível altíssimo.
As guitarras de oito cordas usadas pelo grupo permitem a criação de riffs abusivamente técnicos e quebrados; e baixo e bateria, mesmo em meio à polirritmia, nunca se perdem ou deixam de soar pesados. Os vocais estão fantásticos nessa forma insana e urrada de ser, usando impostações de voz bem variadas. Isso é o que a banda oferece, e é muito, muito bom!
Destaques: a técnica absurda de baixo e bateria usada em “Clockworks” (desde a introdução técnica até as passagens vocais, a base rítmica é sólida e precisa), o peso mais evidenciado pelos acordes não convencionais das guitarras em “Born in Dissonance” (dissonância é essa música feroz e azeda, mas mostrando uma riqueza técnica nas oito cordas que chega a ser um abuso); “By the Ton” e o uso abusivo de polirritmia, com passagens mais cadenciadas e cheias de groove (e reparem como os vocais são ótimos); a violência complexa de “Violent Sleep of Reason” e “Ivory Tower” (ambas com passagens complexas e ritmos insanos no baixo e na bateria); e a empolgante e cheia de energia “Our Rage Won’t Die” (uma canção um pouco mais simples, mas isso em termos de MESHUGGAH, ou seja, continua altamente complexo, com vocais e guitarras muito bem arranjados e encaixados). Mas o disco tem um nível que qualidade homogêneo, logo, todas as faixas são indispensáveis.
Os velhos se vão, os jovens criam, e assim, o MESHUGGAH continua a escrever seu testamento de peso e insanidade. E “The Violent Sleep of Reason” merece aplausos, pois mostra que o quinteto continua insano e ousado.
O talentoso baixista gaúcho Luiz Mário Moraes acaba de anunciar seu novo projeto batizado RISING STATE.
A premissa é complexa: fazer música que explore desde os aspectos mais pesados e viscerais até as melodias mais densas e contemplativas.
Para isso o músico se cercou com alguns dos maiores talentos da atualidade no Rio Grande do Sul: Cassio Canto (In Torment, bateria), Leo Nunes (Scelerata/Luis Kalil, guitarra) e Robson Lacerda (vocais).
Claro que nada disso seria interessante se a música não representasse realmente todo esse talento e objetividade unidos. Para nos mostrar um pouco do que vem aí, a RISING STATE lançará na próxima semana seu primeiro single, que sairá em forma de lyric video, no dia 15 de dezembro.
Sob o nome de ‘Portrait of a Despot’, o single também contou com outro renome na produção: Renato Osório, guitarrista do Hibria e produtor.
Então para não perder o lançamento do primeiro single da RISING STATE, curta a fanpage oficial do projeto e acompanhe as novidades:www.facebook.com/risingstateband
A instituição do Death Metal nacional acaba de anunciar as duas últimas datas para esse ano.
O OLIGARQUIA se apresenta neste sábado, 10 de dezembro, no festival United By Death Fest, no 6 Caneco Rock Bar, em São Paulo. Mais infos: www.facebook.com/6canecorockbar/
No domingo, o OLIGARQUIA toca também em Sampa, agora no Centro Cultural Zapata. As informações do festival Masters Of Noise podem ser conferidas pelo link: www.facebook.com/events/1211496688910349/
Recentemente o OLIGARQUIA lançou alguns vídeos mostrando sua performance ao vivo, não deixe de conferir:
O grupo segue finalizando o novo álbum, sucessor de Distilling Hatred’. O trabalho foi gravado no estúdio Garage, em Ribeirão Pires/SP e em muitas novidades serão apresentadas!
O DIE recentemente anunciou uma minitour com o Worst e uma dos shows será no tradicional festival Horde Of Demons, um dos principais eventos do interior paulista.
O Horde Of Demons acontece na cidade de Marília, neste sábado dia 10 de dezembro. O evento conta, além do DIE e WORST, com as bandas Trator Br e Barbarosa. Todas as informações podem ser conferidas pelo link: www.facebook.com/events/1248138291891485/
Antes, na sexta-feira dia 9, o DIE se apresenta (também com o Worst) em sua cidade natal: Botucatu, no The Hop Club.
Fechando o final de semana e a mini turnê com o Worst, no domingo, 11 de dezembro, o show é no festival HCPP, em Presidente Prudente.
O DIE segue divulgando seu novo EP, ‘D.I.E. II’, que mostrou uma banda ainda mais madura e sedenta por peso. O disco já está à venda com a banda por e-mail e Facebook.
A banda também continua na disputa para ter seus direitos cumpridos e liberar seu clipe (entenda mais sobre o assunto aqui: https://goo.gl/nyVD4V). Enquanto isso promove o clipe em um canal diferente, não deixe de assistir e apoiar a banda e a liberdade dita existente no Brasil:
Depois de retornar aos palcos brasileiros em uma grande apresentação no SESC Belenzinho, a SINAYA anuncia duas apresentações para este final de semana.
A primeira acontece nesta sexta-feira, 9 de dezembro, na cidade de Mauá. O evento conta ainda com as bandas Setfire, Antherian e Breakout. A entrada é FRANCA!
No domingo, o grupo viaja para Franca onde se apresenta no Aldeia do Rock junto com as banda Project V, Down Frontier, MMs e Fenícios. Mais informações pelo link: www.facebook.com/events/1812963535648868/
Apesar de relativamente jovem, a SINAYA tem uma extensa experiência de palco e em sua trajetória, já dividiu o palco com bandas como o Exodus (EUA), Master (EUA), Vader (POL), Luca Turilli’s Rhapsody (ITA), Primal Fear (GER), Sadistic Intent (EUA), Hatchet (EUA), Ratos de Porão (SP), Claustrofobia (SP), Torture Squad (SP), John Wayne (SP), entre outros grandes nomes do metal nacional e internacional.
O mais recente trabalho é o single/videoclipe ‘Buried By Terror’, lançado no ano passado:
A banda segue nos preparativos de seu primeiro álbum completo e em breve compartilhará conosco mais novidades.