6 de jun. de 2016

RAGE: official music video for 'The Devil Strikes Again' released!




Iconic German metal trio RAGE will release their upcoming studio album called »The Devil Strikes Again«, this week via Nuclear Blast. Last week, the band have launched the official music video for the title track, which can be viewed here:



The clip was directed and edited by Ivan K. Maras.

Pre-order »The Devil Strikes Again« now: http://nblast.de/RAGEDevilStrikesNB

More on »The Devil Strikes Again«:


'My Way' OFFICIAL CLIP: https://youtu.be/ty2Qw5TKFGg

'Spirits Of The Night' OFFICIAL TRACK & LYRICS: https://www.youtube.com/watch?v=wTjuBt0jcpI

If you missed the album trailers, watch them here:

The recently with German thrashers DESTRUCTION released 7" split single can be ordered here:http://nblast.de/DestrUnderAttackNB

Side A:
RAGE - The Devil Strikes Again
Side B:
DESTRUCTION - Second To None

»The Devil Strikes Again« was recorded in September/October 2015 at Megafon Studios(Burscheid, Germany) and at Soundchaser Studios (Zandhoven, Belgium). Its production was handled by Marcos Rodriguez and Peavy Wagner, whilst renowned producer Dan Swanö(MARDUK, OPETH, DISSECTION, KATATONIA) took care of the mix and mastering atUnisound Studios (Grefrath, Germany). The stunning cover artwork was created by Karim König(photo credit: Ivan K. Maras, director of the 'My Way' music video).

It will be available as a 3CD DIGI (limited to 1,000 copies; Nuclear Blast Mailorder-exclusive), 2CD DIGI, and 2LP (black, white). All editions contain six bonus tracks (incl. three cover versions ofRUSH, SKID ROW, and Y&T). The 3CD DIGI also features a bonus live CD from their latest European tour with HELLOWEEN and C.O.P. UK.


»The Devil Strikes Again« - Tracklisting:

3CD DIGI:

CD1
01. The Devil Strikes Again
02. My Way
03. Back On Track
04. The Final Curtain
05. War
06. Ocean Full Of Tears
07. Deaf, Dumb And Blind
08. Spirits Of The Night
09. Times Of Darkness
10. The Dark Side Of The Sun

Bonus CD
01. Bring Me Down
02. Requiem
03. Into The Fire
04. Slave To The Grind (SKID ROW Cover)
05. Bravado (RUSH Cover)
06. Open Fire (Y&T Cover)
Bonus Live CD
01. Black In Mind
02. Sent By The Devil
03. End Of All Days
04. Back In Time
05. Down
06. My Way
07. Until I Die
08. Don't Fear The Winter
09. Higher Than The Sky

2CD DIGI:

CD1
01. The Devil Strikes Again
02. My Way
03. Back On Track
04. The Final Curtain
05. War
06. Ocean Full Of Tears
07. Deaf, Dumb And Blind
08. Spirits Of The Night
09. Times Of Darkness
10. The Dark Side Of The Sun
Bonus CD
01. Bring Me Down
02. Requiem
03. Into The Fire
04. Slave To The Grind (SKID ROW Cover)
05. Bravado (RUSH Cover)
06. Open Fire (Y&T Cover)

Don't miss RAGE on their festival tour!

10.06. D St. Goarshausen - RockFels
11.06. E Tenerife - Q Rock Fest
09.07. D Geiselwind - Out & Loud Festival
13.07. D Balingen - Bang Your Head!!! Festival
14.07. D Neukirchen-Vluyn - Dong Open Air
16.07. I Cenate Di Sotto - Metal For Emergency Festival
22.07. D Herford - X (w/ TESTAMENT)
23.07. D Lörrach - Baden in Blut Festival
29.07. D Saarbrücken - Saarmageddon Festival
30.07. D Brande-Hörnerkirchen - Headbanger’s Open Air (RAGE meets REFUGE)
06.08. SK Snina - Rock Pod Kamemnon Festival
13.08. D Marschacht - RockHeart Festival
27.08. D Cham - LA (Benefizkonzert)
16.09. B Olen - Olensfest
15.10. E Pozal De Gallinas - Atalya Rock
19.11. CZ Zlin - Winter Masters Of Rock
03.12. D Oberhausen - Ruhrpott Metal Meeting (RAGE meets REFUGE)


RAGE are:

Peter "Peavy" Wagner - lead vocals, bass
Marcos Rodriguez - guitars, vocals
Vassilios "Lucky" Maniatopoulos - drums, vocals

More info:

LEANDRO CAÇOILO: escute entrevista para a rádio Gazeta AM




O vocalista Leandro Caçoilo (Seventh Seal e Sancti) recentemente foi entrevistado pelo programa Almanaque Gazeta, da rádio Gazeta AM, onde falou sobre técnicas vocais e seus respectivos trabalhos autorais.

Com mais de vinte anos de experiência, Leandro Caçoilo é vocalista das bandas Seventh Seal e Sancti e professor de técnica vocal onde o músico passa todo conhecimento para quem deseja aprender a cantar unindo técnica com interpretação.


O vocalista tirou diversas dúvidas como se ingerir água gelada e bebidas alcoólicas faz mal para quem trabalha com a voz e falou da importância de aquecer e desaquecer as cordas vocais antes de cantar ou de falar por muito tempo.

Para quem quiser entrar em contato com Leandro para ter aulas ou workshops basta enviar um e-mail para leandrocacoilo@hotmail.com. As aulas do vocalista abordam técnicas como respiração, impostação, repertório, belting, apoio, aquecimento, resistência, drive e ressonância. Para ter aulas de canto com Leandro Caçoilo entre em contato por e-mail ou pelo site oficial do cantor. As aulas são totalmente voltadas para o aluno com gravações em pro-tools, com especialização em Rock ‘n’ roll, Metal, AOR, Thrash, Blues, Soul, etc.

Mais informações:
Site Oficial – www.leandrocacoilo.com.br
E-mail para contato: leandrocacoilo@hotmail.com


Fonte: TRM Press

NOTURNALL: Mike Orlando grava DVD do Sonic Stomp no estúdio Fusão




O guitarrista Mike Orlando (Adrenaline Mob, NOTURNALL, Sonic Stomp) gravou nesta última semana o primeiro DVD da carreira do Sonic Stomp no estúdio Fusão, em Cotia (SP). O músico teve a companhia dos integrantes da NOTURNALL Aquiles Priester (bateria), Junior Carelli (teclados) e Fernando Quesada (baixo). O vocalista Thiago Bianchi foi o produtor do áudio e a empresa Foggy Filmes fez as filmagens da gravação com mais de seis câmeras.

O projeto instrumental Sonic Stomp nasceu em 2007 com a necessidade do guitarrista Mike Orlando de aflorar sua técnica e musicalidade única em algo que fosse mais a sua cara e personalidade pessoal. Já participaram do projeto músicos de renome como Michael Romeo (Symphony X), Shane Gibson (Korn), Gary Hoey, Mike Pinella (Symphony X) & Joe Stump. Com a entrada de Mike Orlando na banda NOTURNALL, os integrantes brasileiros acabaram por se aproximar ainda mais do guitarrista e também entraram para o Sonic Stomp por afinidade pessoal e musical.

O mais impressionante é que os músicos gravaram o total de cinco músicas em apenas um dia, o que mostra todo o profissionalismo e qualidade técnica de cada um dos integrantes. “Todos os músicos da NOTURNALL são fenomenais. Aquiles Priester é um monstro, toca muito, é realmente impressionante. Juninho tem uma técnica absurda e sabe muito sobre novas tecnologias e o Quesada também toca muito. Além de tudo isso, somos todos amigos, por isso escolhi eles para a gravação de meu primeiro DVD, que além de tudo foi filmado pela Foggy Filmes”, disse Mike Orlando.

Mike Orlando lembra da época que escolheu o nome Sonic Stomp para a banda. “Não foi nada de especial, apenas achei que seria um excelente nome para a banda. Mas ele tem um significado como um soco na cara, algo bem direto e pesado. Essa ideia de fazer algo bem rápido e musical vai muito com a minha personalidade, então gostei bastante”, explicou.

Após a gravação do DVD do Sonic Stomp, Mike Orlando se concentra nas composições do novo álbum da NOTURNALL e em uma série de workshops com o baixista Fernando Quesada. Em 2016, os músicos tem se preparado para lançar o novo trabalho de estúdio, uma nova turnê e DVD. Com Mike Orlando como membro oficial da NOTURNALL, a banda tem orgulho em divulgar que agora é também um grupo internacional.

Mais informações:

Site Oficial – www.noturnall.com


Fonte: TRM Press

HEAVIEST: pavimentando um caminho brilhante, diz site Road To Metal




A banda HEAVIEST é atualmente um dos destaques do tradicional site Road To Metal, que sempre traz novidades, entrevistas exclusivas e resenhas de novos lançamentos nacionais. Segundo o Road To Metal, é difícil uma banda, com tão pouco tempo de atividade, surpreender a todos logo no primeiro trabalho. E depois de um bom tempo trabalhando em composições e arranjos, a HEAVIEST: mal chegou a um status de promessa do Heavy Metal nacional, e já se transformou em realidade após ter lançado o ‘debut’ de estreia, “Nowhere”, que após um ano e meio depois do lançamento, ainda vem recebendo criticas positivas em todas as partes do Brasil e do mundo.

Lançado através da Ms Metal Records/Voice Music (Brasil) e PowerProg (Alemanha/Europa), a banda vem mostrando o seu Heavy Metal pesado e moderno, que conta com o veterano Mario Pastore (vocal), Guto Mantesso e Márcio Eidt (guitarras), Renato Dias (baixo) e o Vito Montanaro (bateria). Confira trechos da entrevista:


RtM: Antes de começar, quero agradecer a vocês pela oportunidade de estar fazendo essa entrevista. E a primeira pergunta é a seguinte: uma banda nova como a Heaviest, que tem lançado o primeiro disco, conquistou muita atenção das mídias e ganhou fãs de forma muita rápida. Como está sendo essa receptividade que o “Nowhere” conseguiu até o momento?

Pastore: A receptividade está sendo bacana, ainda mais num cenário em que a música está tão competitiva com tantas bandas e artistas. Eu acho que tem sido legal pra gente. O pessoal está gostando do disco, quando nós fazemos shows o pessoal vai lá e já canta as músicas. Também teve a inclusão da música “Nowhere”, no Guitar Flash, onde pessoal está acessando a música, jogando e tal.

RtM: Algumas músicas do CD fizeram até parte de trilhas de alguns programas TV também, rolando a faixa “Nowhere” num programa de esportes radicais da RedeTV!.

Márcio: Sim. Na verdade, passou em dois programas na RedeTV!.O primeiro foi o Super Extremo (programa de esporte) e depois a gente saiu numa matéria do Leitura Dinâmica, mostrando as promessas que teria pra 2016 citando a Heaviest, colocando um pedacinho do clip que fizemos. E é muito bacana! O Mario Pastore deve estar mais acostumado com esse tipo de repercussão, mas pro resto da banda (pra mim e pro Guto) é bastante novo isso tudo o que aconteceu, de um monte de resenha internacional saindo e fazer entrevistas pras rádios, como a 89 (Pegadas de Andreas Kisser) e a KissFm (Programa Backstage). E está sendo bem legal! Até agora estamos colhendo bastante fruto disso ai.

RtM: A banda começou em 2014, bem antes do Mario Pastore ser o vocalista. E vocês não fizeram nenhum show antes de soltar o primeiro trabalho. Ter primeiramente o disco lançado pra depois fazer shows foi proposital?

Guto: Sim. Na verdade a banda, realmente, começou em 2015. O que aconteceu em 2014 é que, eu e o Márcio, sentamos e começamos a gravar algumas ideias, já montando algumas músicas. A ideia, a principio, era a gente fazer um CD com cinco músicas ou algo desse tipo, mas a coisa foi tomando forma, virou sete e acabou virando dez músicas. É igual quando você vai comprar um carro querendo gastar tanto, mas no final você acaba gastando mais. (risos) Visto isso, decidimos por um vocal legal, porque o que a gente tinha no momento (não que estivesse no mesmo nível da banda) não estava atendendo ao nosso som, e ai convidamos o Mario Pastore. Mas a ideia foi exatamente essa, de gravar o CD, pra depois ver o que a gente vai fazer em termos de shows e esse tipo de coisa.


A HEAVIEST nasceu no final de 2014 com a proposta de apresentar uma sonoridade moderna, mas bem pesada. As influências ficam por conta de bandas como Adrenaline Mob, Stone Sour e Disturbed, mas também com influências de Iron Maiden e Pantera.

HEAVIEST – line-up:

Mario Pastore (vocal)
Guto Mantesso (guitarra)
Marcio Eidt (guitarra)
Renato Dias (baixo)
Vito Montanaro (bateria)

Mais informações:

Site Oficial Heaviest: www.heaviestband.com
Facebook Heaviest: www.facebook.com/heaviestband


Fonte: TRM Press

SERIOUS BLACK - AS DAYLIGHT BREAKS (Álbum)


2016
Nacional

Nota: 10,0/10,0

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Músicas:

1. I Seek No Other Life
2. High and Low
3. Sealing My Fate
4. Temple of the Sun
5. Akhenaton
6. My Mystic Mind
7. Trail of Murder
8. As Daylight Breaks
9. Someone Else's Life
10. Setting Fire to the Earth
11. Older and Wiser
12. Listen to the Storm
13. Fly On
14. No Son of Mine


Banda:

Urban breed - Vocais
Dominik Sebastian - Guitarras
Roland Grapow - Guitarras
Jan Vacik - Teclados
Mario Lochert - Baixo
Thomen Stauch - Bateria


Contatos:



Resenha: O que se poderia esperar de um grupo que tem na sua formação músicos experientes?

Óbvio que algumas vezes, o produto final termina em algo pouco (ou nada agradável), mas em geral, o saldo é positivo.

Agora, imaginem uma banda que tem em sua formação músicos que já fizeram (ou fazem) parte do HELLOWEEN, TAD MOROSE, BLIND GUARDIAN, IRON SAVIOUR, PYRAMIZE, EMERGENCY GATES e MASTERPLAN. Não, não é delírio, mas é o sexteto SERIOUS BLACK, uma super grupo com membros de várias partes do mundo, e que chega com o seu primeiro álbum, o excelente "As Daylight Breaks", originalmente lançado pela AFM Records, mas que graças à Urubuz Records, chega ao Brasil.

Em síntese, o sexteto faz um Heavy/Power Metal melodioso e com toques de Hard Rock, com bom nível técnico, mas sem focar em exibições técnicas individuais. Não, longe disso: o SERIOUS BLACK se esforça em criar suas músicas de uma forma que toda a banda apareça como uma unidade, sem destacar este ou aquele músico em particular. Se bem que, com essa turma, óbvio que vemos vocalizações excelentes, uma dupla de guitarras de primeira, que sabe criar riffs inspirados e solos excelentes, teclados que sabem se sobressair muito bem, além de baixo e bateria estarem dando o peso necessário à base rítmica do grupo. E meus caros, mesmo não sendo inovador, o que o sexteto faz é arrasador, que fala direto ao coração.

Produzido pelo próprio grupo, e tendo Jan Vacik (tecladista do grupo) na mixagem, masterização e gravação (nesta parte, em parceria com o próprio Roland Grapow, mais o baixista Mario Lochert, os fundadores do grupo), a sonoridade prima, antes de tudo, por equilibrar peso, melodia e clareza. E eles conseguiram, já que "As Daylight Breaks" soa limpo, mas intenso e com impacto.

Serious Black
O trabalho artístico de Daniel Hofer é de primeira, mesmo buscando não ser complexo ou chamativo demais. É algo mais clássico, em termos de Heavy/Power Metal, mas excelente.

Esbanjando peso e melodia, o SERIOUS BLACK não brinca em serviço. Nada em "As Daylight Breaks" está exagerado ou cru, nada está fora do lugar, tudo encaixa milimetricamente. Mas o lado mais espontâneo não é obliterado, apenas muito bem cuidado, para chegar ao ápice. E isso sem mencionar que as orquestrações de Lukas Knöbl para "Temple of the Sun" e "As Daylight Breaks" são perfeitas.

Aliás, o que não é perfeito nesse disco?

Se conseguiram achar algo, me contem, já que não me é possível desabonar em nada o trabalho deles.

"I Seek No Other Life" - A típica faixa para abrir um disco do gênero. É rápida, melodiosa e instigante, mostrando um trabalho fenomenal dos vocais (como Urban breed sabe usar bem sua voz, e o "b" é minúsculo mesmo), além de duetos de solos de primeira. É ouvir uma vez e ficar preso!

"High and Low" - Um pouco mais macia, esta canção foca o lado Progressivo da banda, mostrando-se um pouco mais técnica. Mas que refrão de primeira, acompanhado de um trabalho ótimo de baixo e bateria, fora os teclados saberem dar aquele toque a mais de classe.

"Sealing My Fate" - Nesta, já temos aquele Power Metal um pouco mais cadenciado, climático, cheio de belas vocalizações, e mais uma vez, a bateria mostra um trabalho ótimo em termos de double bass.

"Temple of the Sun" - É uma introdução, só que feita com ótimas orquestrações, dando um toque mais étnico, preparando o ouvinte para a próxima canção.

"Akhenaton" - Por isso a introdução (para quem não sabe, Akhenaton foi um faraó que tentou instaurar o monoteísmo, tendo como único deus Aton), já que certo toque mais oriental se faz sentir nos arranjos. Mas observe mais uma vez como a dupla rítmica de Mario (baixo) e Thomen (bateria) mostra um trabalho primoroso, fora o ótimo solo de teclados de Jan.

"My Mystic Mind" - Aqui, temos aquele típico Power Metal um pouco mais acelerado, exigindo bastante de Roland e Dominik nas guitarras, mas mostrando uma pegada mais técnica e solta. Sim, é um dos grandes momentos do álbum.

"Trail of Murder" - Outra canção curta, com o ritmo um pouco mais lento, pesado e empolgante. Mas mesmo curta, existem algumas boas variações de ritmo, além de toques mais acessíveis aqui e ali.

"As Daylight Breaks" - Uma linda e envolvente balada, desta vez com belos pianos e orquestrações. Nela, a versatilidade dos vocais fica bem evidente, mostrando melodia e feeling de sobra. Mas a música ganha peso e alguns arranjos mais grandiosos perto do final, e acreditem: é extremamente envolvente.

"Someone Else's Life" - Como a banda sabe criar canções melodiosas que nos envolvem completamente! Como ritmo mais comportado, mas mesmo assim cheia de crescendos ótimos, é impossível não ficar grudado, seja nos momentos mais elétricos ou nos mais progressivos.

"Setting Fire to the Earth" - Sabem aquele toque refinado que o Heavy Metal tradicional possui em bandas como IRON MAIDEN da fase "Peace of Mind"/"Powerslave"? Sim, ele está presente aqui, um requinte de primeira, mais uma vez com baixo e bateria criando mudanças rítmicas interessantes, e isso sem mencionar como os duetos de guitarra são de primeira.

"Older and Wiser" - Mais um Power Metal clássico, recheado de energia e peso, agora com os vocais usando timbres um pouco mais graves, mas mesmo assim, aquela aura de Progressivo aparece mais uma vez, graças aos ótimos corais. Mas cuidado, pois os riffs estão bem pesados.

Se você tem a versão importada, termina aqui. Mas a versão da Urubuz Records nos trás três faixas a mais!

"Listen to the Storm" - Um toque mais elegante aparece em meio ao peso e melodia, criando algo mais introspectivo e acolhedor, ornamentado por grandes momentos de teclados e baixo (que ficou bem evidenciado em muitos momentos).

"Fly On" - Conseguem imaginar um Blues Rock com uma essência progressiva? Pois é, esta é a melhor descrição do que se encontra nesta canção. E existem belos crescendos nos refrões, e isso sem perder o peso.

"No Son of Mine" - Encerrando, temos um cover do GENESIS, um dos gigantes do Rock Progressivo. E mesmo com mais peso e energia, percebe-se de onde vem esse lado mais elegante e Progressivo da música do grupo. E assim o velho hino dos ingleses ganhou uma vida "Heavyssíva" de primeira.

Que belíssima revelação, e esperemos que "As Daylight Breaks" não seja o único trabalho do SERIOUS BLACK. We want MORE!!!!!!!


AGONY VOICES - THE SIN (Álbum)


2016
Independente
Nacional

Nota: 8,5/10,0

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia

Músicas:

01. Lady of Valley
02. The Sin
03. Forest of Tears
04. Mistake of Life
05. Tombstone of Agony
06. Burning in Darkness
07. Forest of Tears (original track)


Banda:

Jonathan - Vocais
Barasko - Guitarras
Jr. Clock - Baixo
Luís - Bateria


Contatos:



Resenha: Hoje em dia, quando se fala em Doom Death Metal, o estilo já foi tão erodido pela prevalência de tantas bandas que, até certo ponto, pensa-se que ou ele está morto ou datado. A genialidade de bandas como MY DYING BRIDE, PARADISE LOST e ANATHEMA em seus primeiros discos, quando realmente a essência do Doom Death Metal era forte, anda meio sumida. Ou as bandas ganham padrões estéticos mais rebuscados, ou em alguns casos, mais suaves.

Ainda bem que no Brasil, existem bandas que se recusam a abrir mão da parte mais azeda e bruta do gênero, e como faz bem aos ouvidos e ao espírito bandas como o AGONY VOICES, de Blumenau (PR). Sim, pois "The Sin", de 2011, é um disco perfeito para aqueles que gostam daquela sonoridade sombria e soturna.

Sinistro e azedo até os dentes, o trabalho do grupo não se abstém de certo approach mais técnico, e mesmo de algumas ótimas melodias. Mas é de uma brutalidade e crueza que chegam a surpreender, e mesmo alguns momentos não tão cadenciados são cheios de um toque fúnebre de primeira. Se você vai procurar em "The Sin" algo mais suave, desista. Aqui, a banda foca toda sua criatividade em algo denso, introspectivo e ferozmente apegado às raízes do Doom Death Metal, mas ao mesmo tempo, eles conseguem mostrar uma personalidade extremamente forte.

Agony Voices
Gravado no Avantgarde Studio, em Curitiba, a sonoridade de "The Sin" é abusivamente intensa e pesada, mantendo a característica mais pesada e agressiva do gênero bem evidente. Até mesmo os timbres escolhidos pela banda são nesse sentido. Mas ao mesmo tempo, a banda soube equacionar bem a questão da sujeira necessária com a limpeza obrigatória, já que entendemos cada instrumento e arranjo musical.

Já a arte e layout são de Rodrigo Bueno. E trabalhando com poucos tons de marrom, amarelo e cinza, criou algo opressivo, que já deixa bem evidente a proposta musical do grupo.

Com faixas mais longas, o AGONY VOICES mostra sua vocação musical. Mas mesmo com a duração média de sete minutos por canção (exceto "The Sin", com seus pouco mais de cinco minutos), a banda mostra a capacidade de mudar de ritmo, de criar arranjos e momentos diferentes. Óbvio que o grupo pode render mais, pois tem potencial para isso, mas mesmo assim, "The Sin" é um ótimo disco, verdade seja dita.

"Lady of Valley" - O disco começa arrastado, azedo e muito pesado, mas ganha um pouco mais de velocidade em certo ponto, e como é bom poder ouvir essa diversidade de ritmos, mostrando o quanto baixo e bateria são importante no trabalho do grupo (e ambos ainda possuem uns toques mais técnicos que encaixam como uma luva na canção.

"The Sin" - Como dito antes, os timbres instrumentais foram escolhidos sabiamente, e vemos nesta canção o quanto, graças ao peso ácido que se funde à algumas melodias bem sombrias. O andamento é de fácil assimilação, e o trabalho dos vocais está muito bom (como sabem usar variações de timbres, em uma diversidade de gutural bem incomum).

"Forest of Tears" - O baixo dá o ponto de partida nesse cortejo fúnebre soturno, recheado de riffs de guitarra fortes e empolgantes. Há momentos com um pouco mais de velocidade, mas a agressividade e força melodiosa continuam presentes.

"Mistake of Life" - Assim como em "The Sin", esta também mostra uma noção de peso introspectivo ótima, além de muitos arranjos de primeira. Mais uma vez, baixo e bateria se sobressaem bastante.

"Tombstone of Agony" - Talvez o momento mais soturno de todo o disco, com uma atmosfera musical opressiva criada por melodias fúnebres das guitarras, além de mais um trabalho muito bom dos vocais. Mas há momentos em que o lado mais Death Metal tradicional do grupo é evidenciado, mas sem destoar de todo o contexto musical do grupo.

"Burning in Darkness" - Aqui, vemos o grupo usando de arranjos que apresentam algo mais puxado para o Death Metal tradicional, aquele mesmo dos anos 90, mais agressivo e ríspido, mas óbvio que há momentos mais soturnos e outros muito empolgantes. Haja pescoço!

"Forest of Tears" - Esta mostra uma versão mais suja da canção acima, apenas com o adicional de pianos. A sonoridade fica mais suja, dando a impressão que temos ou uma "rough mix" da mesma ou a versão retirada de um Demo CD. Mas o bom ver o quanto o grupo manteve sua identidade musical em ambas.

No mais, o AGONY VOICES é uma banda de primeira linha, e como dito antes, tende a render bem mais. Mas "The Sin" mostra que o agora quinteto (mais um guitarrista entrou banda após o lançamento do CD) sabe lidar com sua música, e nos brinda com algo de primeira.

Uma excelente revelação, diga-se de passagem!

5 de jun. de 2016

MERCYLESS: Cult Death Metal band release new single





The legend is back!

The one and only MERCYLESS, one of the cultest Death Metal acts ever to emerge from France, the one that released the two classic albums "Abject Offerings" (Vinyl Solution, 1992) and "Coloured Funeral" (Century Media, 1993), the one that relentlessly toured Europe with the likes of DEATH (RIP, Chuck), ASPHYX, UNLEASHED, TIAMAT or more recently LOUDBLAST, that one band is back with a new FREE digital single, "Altered Divination" ahead of the October 7th release of its new full-length, "Pathetic Divinity".

Featuring a brand new song, "My Name Is Legion", produced at Psykron studio (PUTRID OFFAL) and mastered at Conkrete studio (OTARGOS...), and a raw "official bootleg" 2014 live recording of the 1992 classic "Substance of Purity", the single is a foretaste of things to come any unholy Death Metal fan should get right now!

Hear the roar of the horde sharpening its weapons preparing for a new battle against everything holy!

Streaming:




Line up:

Max Otero – guitars & vocals
Gautier Merklen – guitars
Matthieu Merklen – bass
Laurent Michalak – drums

Discography:

2016 – “Pathetic Divinity”
2016 – “Altered Divination” (single)
2015 – “Live Offerings” (official bootleg)
2015 – “Blast from the Past” (split EP w/ Crusher)
2013 – “Unholy Black Splendor”
2012 – “Vision from the Past – Live 1989” (official bootleg)
2011 – “In Memory of Agrazabeth” (compilation)
2000 – “Sure to Be Pure”
1996 – “C.O.L.D.”
1993 – “Coloured Funeral”
1991 – “Abject Offerings”
1990 – “Vomiting Nausea” (EP)

Links:

Mercyless @ Facebook : https://www.facebook.com/mercylesscult/


Source: Kaotoxin

BUSIC GANG: conheça o novo projeto dos irmãos Andria e Ivan Busic



Andria Busic (vocais, baixo), Ivan Busic (vocais, bateria), Hard Alexandre (guitarras) 

Poucas pessoas conseguiram deixar um legado musical tão nobre e digno quanto os irmãos Andria e Ivan Busic. Um legado que ainda continua a se formar, e que alimenta ainda mais o presente e o futuro dessa dupla genial que muitos intitulam de “A Melhor Cozinha de Rock do Brasil”. Mesmo tendo crescido tocando Jazz e Blues junto ao pai, foi no Rock que os irmãos causaram furor com seu entrosamento e a preciosidade nas execuções. 

A historia tem seu início quando, ainda crianças, os dois já se espelhavam no pai Andre Busic, o maior herói musical da dupla. Desde muito cedo, capturados pela magia da música, eram latentes os sinais de que não haveria outro caminho para eles, por mais que a família tivesse medo de ver os filhos e netos entrarem para incerteza da vida artística. Que bom que fizeram essa escolha! Assim, os Busic puderam enriquecer as ondas sonoras do planeta com verdadeiras pérolas como, por exemplo, as bandas PLATINA, em 1984, CHEROKEE, em 1986, TAFFO, em 1988, e o lendário DR. SIN, em 1992. 

A história continua, uma nova era surge e, após vinte e quatro anos de DR. SIN, os irmãos Busic trazem agora um dos seus novos projetos que tem em seu time um grande músico, amplamente conhecido por sua carreira no Rock pesado: o guitarrista Hard Alexandre. Além do currículo invejável de cada um, destacando trabalhos com artistas de bandas como DEEP PURPLE, BLACK SABBATH, JUDAS PRIEST e YNGWIE MALMSTEEN, os três já tiveram a chance de compartilhar o mesmo palco em ocasiões de cair o queixo, como quando foram a banda de apoio do incrível vocalista Mark Boals em sua turnê Sul-Americana de 2011. 

BUSIC GANG foca na retrospectiva de algumas das bandas por onde os irmãos Busic passaram como Platina, Taffo, DR.SIN e traz clássicos do rock como AC DC, Deep Purple, Rush, Malmsteen e outros, que farão desse show algo estrondoso. 

Senhoras e senhores, com vocês, BUSIC GANG!
​
PARA SHOWS: busicprod@gmail.com


Fonte: Rock e Metal
Jornalismo Especializado
A/C Paulo Pontes 

QUEM SOU EU: Raphael Olmos (KAMALA)


Função: Vocal/Guitarra do KAMALA.

Estilos de Metal/Rock que gosta: putz...Ae pegou hein?! Gosto de MUITA coisa, não me prendo a estilos, se escuto e me conecto com o som, já era! Acho complicado falar em estilos, sendo que existem bandas que tem seu próprio estilo de Metal... Como por exemplo o GOJIRA, não da para falar o que é, tem muitos estilos misturados e amo quando bandas fazem isso! Algo que procuro fazer com o KAMALA também... Misturar Thrash, Death, Groove, elementos orientais e tribais... E no final ter o estilo KAMALA de tocar Metal.

Como começou no Metal: sem dúvida por causa do meu irmão mais velho Alfredo, ele foi o culpado hehehe... Comecei a escutar Metal com 11 anos... E o METALLICA foi a banda que me mostrou que era isso que queria da minha vida, comprei os 2 VHS "A Year and a Half..." um sobre a gravação do "Black Album" e outro sobre a tour... Simplesmente foi ali que tudo começou e comecei a estudar para me profissionalizar e viver de música. 

Qual a primeira música que ouviu de Metal/Rock: difícil lembrar... Mas acho que foi "Enter Sandman".

Primeiro disco que teve de Metal/Rock: "Metallica" (Black Album).

Disco favorito de Metal/Rock: "...And Justice For All" (METALLICA).

Banda favorita: amo METALLICA, mas hoje sem dúvida o GOJIRA!

Vocalista favorito: Corey Taylor.

Guitarrista favorito: Kirk Hammett.

Baixista favorito: Dave Ellefson.

Baterista favorito: Mike Portnoy (esse é difícil listar as bandas hehehe, mas ele é O CARA).

Um hino dentro do gênero, e por que ele: "Roots Bloody Roots" do SEPULTURA, pois até hoje em qualquer lugar do mundo que toca essa música, a galera surta...e acho o "Roots" um álbum sensacional, experimental e direto ao mesmo tempo, pesado e poderoso... FODA!

Uma decepção com uma banda que gosta: gostava muito de CRADLE OF FILTH, mas há muitos anos atrás fui no show... E o vocal não tava nos seus melhores dias, começou a lavar roupa suja com a banda no palco... Acho isso chato uma situação chata pra caralho, depois desse show, deixei simplesmente de acompanhar a banda.

Melhor recordação: Essa última turnê francesa do KAMALA que voltamos mês passado é algo que não paro de lembrar, acho que no momento essa é a recordação que mais me deixa com um sorriso no rosto, mas cada show, cada fã que vem conversar, isso é algo MUITO especial para mim, ser reconhecido pela sua arte é algo que não tem preço.

Um sonho dentro do cenário: Que o pessoal apoiasse mais as bandas nacionais, respeitando os artistas como eles merecem, mais festivais com promotores sérios, que o público em geral saiba que comprando um merch direto do artista está ajudando muito a banda e consumindo cultura.

Um pesadelo dentro do cenário: sem dúvida produtoras e promotores que cobram para colocar uma banda de abertura em algum evento de maior porte. Enquanto tiver bandas alimentando esse "sistema" isso não vai acabar... Uma banda tem que estar no palco por merecimento e não por depósito bancário. Quantas vezes não fomos em um evento, e nos perguntamos "por que essa banda está abrindo esse evento? Tal banda que eu gosto faria um show muito mais animal que essa banda..." Isso é algo que faz muito mal para a cena.

Minha vida no Metal/Rock pode ser definida pela letra da canção: "Determination"(KAMALA).


Veja o show completo do KAMALA no festival francês "Metal Cultures":



Veja o Raw Sessions, com o KAMALA apresentando 3 músicas de "Mantra" (seu mais recente disco), mais entrevista com a banda:


Youtube: KAMALA
Facebook: KAMALA
Instagram: @kamalaofficial
Loja Oficial (Brasil): ZN Store (KAMALA)

QUEM SOU EU: Christian Klein (MONSTRACTOR/Tatuador)


Função: Vocalista e baixista (MONSTRACTOR)/Tatuador/Produtor de eventos (eventualmente).

Estilos de Metal/Rock que gosta: dentro do metal e rock, quase tudo, mas sempre existem coisas que não caem em meu gosto. Mas respeito.

Minhas vertentes preferidas são o Thrash, Heavy, Death, Gothic, Stoner, Southern rock.

Como começou no Metal: Com uns 13 anos de idade, andando com amigos que já tinham conhecimento dentro do estilo.

Qual a primeira música que ouviu de Metal/Rock: não tenho uma lembrança exata, já tinha ouvido coisas aleatórias, mas o que me impactou, foi o disco “The Hangman Tree” do THE MIST, viciei nesse disco, em seguida fiquei alucinado pelo SEPULTURA, onde as guitarras me lembravam som de motor de moto... Era algo diferente para a minha realidade na época. E assim, nunca mais deixei o Metal.

Primeiro disco que teve de Metal/Rock: eu não tinha tocador de vinil, era uma outra época e realidade, e pra conseguir um som pra ouvir numa cidade de interior de Minas era complicado, mas quando finalmente consegui comprar um, me lembro que comprei o "Arise" do SEPULTURA. Antes ouvia tudo através das lendárias fitas k7 num walkman fodido.

Disco favorito de Metal/Rock: difícil escolha. Mas acredito que o disco mais completo dentro das características que gosto, e que consegue pegar um pouco de tudo... Seria o "Vulgar Display of Power" do PANTERA.

Banda favorita: isso muda muito dependendo do meu humor e época da vida. Mas se for me basear no que mais escuto, PARADISE LOST é um bom nome.

Vocalista favorito: depende do estilo, mas se tiver que falar um nome: Bruce Dickinson.

Guitarrista favorito: Dave Mustaine.

Baixista favorito: Geddy Lee.

Baterista favorito: Mikkey Dee.

Um hino dentro do gênero, e por que ele: "Highway to Hell" (AC/DC), simplesmente porque é um hino, ehehehe...

Uma decepção com uma banda que gosta: PANTERA, e todas as coisas que aconteceram e vieram à tona desde os desentendimentos e fim da banda, até as atitudes de Phil Anselmo relacionadas ao nazismo e racismo... Depois do gesto e polêmica do fatídico “White Power” no show, muita coisa foi se encaixando e me decepcionou demais.

Melhor recordação: as melhores recordações que tenho são em relação aos bons amigos que fiz através da música. O Monters of Rock de 98 pra mim também é uma lembrança que jamais esquecerei.

Um sonho dentro do cenário: que as bandas nacionais tivessem o devido valor e reconhecimento como acontece em diversos países mais desenvolvidos.

Que pudéssemos viver de música e com respeito. Respeito vindo do próprio meio do metal (pois falta muito), assim como daqueles que não gostam ou não entendem o estilo.

Um pesadelo dentro do cenário: falta de estrutura, falta de reconhecimento, brigas, discórdias, inveja, oportunismo, pagação de pau, extremismo, fanatismo religioso, político e comportamental dentro do metal. O estilo já é muito injustiçado e demonizado pela sociedade em geral... E como se não bastasse, os próprios entusiastas ou profissionais do estilo tendem a afundar cada vez mais o barco onde todos estamos.

Minha vida no Metal/Rock pode ser definida pela letra da canção: METALLICA, "Broken, Beat & Scarred"

“Você levanta
 Você cai
 Você está derrubado, então se ergue de novo
 O que não te mata te torna mais forte
 Se quebrando em uma vida dura que está chegando
 Mostre suas cicatrizes
 Cortando seu pé em uma terra dura, correndo
 Mostre suas cicatrizes
 Quebrando sua vida, quebrado, espancado e cicatrizado
 Mas nós persistimos”...

Veja o vídeo de "Immortal Blood" da banda MONSTRACTOR:



Conheça o trabalho de Christian Klein nos seguintes links:

Facebook: MONSTRACTOR
Facebook: Klein Tattoo
Canal youtube: MONSTRACTOR
Full album: "Recycling Thrash"

QUEM SOU EU: Luciano Piantonni (Lanciare Comunicação/Pegadas de Andreas Kisser/ Hard and Heavy)



Função: Assessor de Imprensa e responsável pela Lanciare Comunicação, Produtor do programa “Pegadas de Andreas Kisser” na 89FM e editor do site Hard and Heavy

Estilos de Metal/Rock que gosta: Thrash, Crossover, HC, Death, Metal tradicional (não gosto muito de melódico e Black Metal!).

Como começou no Metal: em 1983 com o KISS, depois de ver um ‘outdoor’ do show, e o mesmo dia, a propaganda na TV. Enlouqueci meu pai, que na semana seguinte, me presenteou com um disco deles. 

Qual a primeira música que ouviu de Metal/Rock: “I Love It Loud” (KISS)

Primeiro disco que teve de Metal/Rock: “Dynasty” (KISS), na semana seguinte eu ganhei o “Creatures Of The Night”, que tinha “aquela música”, que foi a primeira que ouvi e iniciou minha paixão pelo rock/metal

Disco favorito de Metal/Rock: São tantos... Mas se for para escolher um que represente, na verdade são 3; “Powerslave” (IRON MAIDEN), “Creatures Of The Night” (KISS) e “...And Justice For All (METALLICA).

Banda favorita: Difícil! Mas diria que são 3; METALLICA, KISS, IRON MAIDEN.

Vocalista favorito: Paul Stanley (KISS), assim com Freddie Mercury, ele tem uma voz única!

Guitarrista favorito: James Hetfield (METALLICA), esse cara tem a “mão direita” mais foda do mundo! É o “Sr. Riff”!

Baixista favorito: John Entwistle (THE WHO). Comecei a ouvir esse um pouco mais tarde – por causa do radicalismo da adolescência – mas foi o bastante para desbancar todos o que considerava “os melhores”!

Baterista favorito: Mike Portnoy. Esse cara é um monstro!

Um hino dentro do gênero, e por que ele: “I Love It Loud” (Kiss), porque foi o primeiro, tem todo um significado para mim! 

Uma decepção com uma banda que gosta: Várias! DANZIG. Até o quarto disco era maravilhoso, do quinto em diante parei até de ouvir

Melhor recordação: São tantas! As dos anos 80 são mais fortes, pois tudo era novo, para se conseguir algo, era sempre aquela sensação de “conquista”... Mas também tenho muitas de shows, encontros com bandas... A primeira vez que ouvir o disco “Schizophrenia” do SEPULTURA em 1987 foi bem especial, foi quando conheci uma banda que fizesse frente para as de fora!

Um sonho dentro do cenário: Que as pessoas respeitassem mais a cena. Que o material físico volte a ter valor, e não esses lixos digitais! O cara é o “super headbanger”, tem o “HD lotado de MP3”, mas nunca nem viu a capa do disco que se refere! (risos!)

Um pesadelo dentro do cenário: Todo mundo é crítico de tudo! Todo mundo “manja” de tudo! Exército de haters!

Minha vida no Metal/Rock pode ser definida pela letra da canção: “I Love It Loud” (KISS), claro! (risos!)


Conheça o trabalho de Luciano Piantonni nos seguintes links:

Facebook (Pegadas de Andreas Kisser)
Lanciare (Assessoria de Imprensa, Comunicação & Entretenimento)

QUEM SOU EU: Luis Carlos (BE MAGIC PRODUÇÕES)


Função: produtor.

Estilos de Metal/Rock que gosta: pergunta difícil, sou muito eclético e gosto de muitas vertentes dentro do Metal/Rock, inclusive coisas que nem são do estilo.

Como começou no Metal: por volta de 1982/83 quando assisti programa BB Vídeo e pude ver clipes do KISS, QUIET RIOT, SCORPIONS, VAN HALEN, etc..

Qual a primeira música que ouviu de Metal/Rock: “I Love It Loud” (KISS).

Primeiro disco que teve de Metal/Rock: “Creatures of the Night” (KISS).

Disco favorito de Metal/Rock: “Powerslave” (IRON MAIDEN).

Banda favorita: BLACK SABBATH.

Vocalista favorito: Freddie Mercury (QUEEN).

Guitarrista favorito: Jimi Hendrix.

Baixista favorito: Cliff Burton (METALLICA).

Baterista favorito: Neil Peart (RUSH).

Um hino dentro do gênero, e por que ele: “Helter Skelter” dos BEATLES, porque foi uma música bem pesada para os padrões da época, não é Metal mas é bem pesada.

Uma decepção com uma banda que gosta: GUNS N' ROSES. Achava legal no começo até o Axl Rose se tornar um ególatra e estragar tudo. E pior, ainda estraga o AC/DC (risos).

Melhor recordação: assistir o ANTHRAX pela primeira vez em 1992.

Um sonho dentro do cenário: que as pessoas que trabalhassem no meio, seja o que for, pudessem sobreviver somente da música e assim fazer com que essa indústria sobrevivesse de maneira mais forte.

Um pesadelo dentro do cenário: radicalismo, que é uma “doença” que faz com que nada vá para frente, nem mesmo quem propaga isso.

Minha vida no Metal/Rock pode ser definida pela letra da canção: “Heavy Metal” (STRESS).


Conheça o trabalho de Luis Carlos nos seguintes links: 

Facebook (Be Magic Produções)