1 de fev. de 2016

DIABOLICAL FUNERAL: Baixe agora Split Álbum com Death Calls




Mostrando mais uma vez que não brinca em serviço, DIABOLICAL FUNERAL lançou mais um novo álbum. Aderindo a nova onda dos materiais virtuais a banda disponibiliza para download mais esse trabalho, intitulado “Raça Black Metal” o Split Álbum nos traz 5 músicas, duas da banda Death Calls e três da banda Diabolical Funeral, todas são autorais e inéditas exceto a quinta faixa, que é um cover da banda Burzum “Lost Wisdom”, executado pela banda DIABOLICAL FUNERAL.

Baixe agora o Split Álbum “Raça Black Metal”: http://bit.ly/DFwDC

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato


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VOODOOPRIEST: uma grande banda brasileira confirmada na coletânea Roadie Metal Vol.7!





O VOODOOPRIEST é uma banda paulista de metal, formada pelo vocalista Vitor Rodrigues (ex-Torture Squad), os guitarristas Covero (Endrah, ex-Nervochaos) e Renato De Luccas (Exhortation), o baixista Bruno Pompeo (Aggression Tales) e o baterista Edu Nicolini (ex-Nitrominds, ex-Musica Diablo).

O VOODOOPRIEST nasceu como uma grande força no cenário musical brasileiro e internacional, devido à experiência e bagagem musical de seus integrantes. Já nos primeiros meses de lançamento, o grupo conseguiu grande visibilidade na mídia e muito interesse e curiosidade por parte do público em geral, obtendo ótimos resultados ainda em seus primeiros meses de existência.

Considerado um dos melhores vocalistas do metal brasileiro, em abril de 2012, Vitor Rodrigues decidiu deixar a banda Torture Squad, com quem vinha trabalhando há 19 anos. No final de 2012, o vocalista formou o VOODOOPRIEST, sua nova banda. O grupo logo começou a compor, e reuniram cinco músicas para fazerem parte do primeiro registro da banda. O EP "Voodoopriest" foi gravado no Norcal Studios, em São Paulo, com a produção de Brendan Duffey e Adriano Daga, e foi lançado em fevereiro de 2013 obtendo boa receptividade tanto no público como na crítica, mas foi com o lançamento do aclamado álbum Mandu (2014) que a banda firma como uma das maiores potências do metal nacional.

A combinação de elementos do thrash, death e heavy metal tradicional, com uma sonoridade moderna aliadas às músicas bem construídas, cheias de riffs instigantes, refrãos marcantes e doses fartas de peso equilibradas com um toque de groove, fazem o VOODOOPRIEST mostrar que tem todas as qualidades para se tornar um grande nome do metal brasileiro e internacional.


Formação:

Vitor Rodrigues (Voz)
Covero (Guitarra)
Renato de Luccas (Guitarra)
Bruno Pompeo (Baixo)
Edu Nicolini (Bateria)


Discografia:

Mandu (2014)



Fonte: Roadie Metal
A/C Gleison Junior

SHALLARISE: anunciando novo guitarrista






A SHALLARISE, banda de Thrash/Groove Metal goiana, anuncia seu mais novo integrante, o guitarrista Thiago Vieira. O grupo que anteriormente contava apenas com uma guitarra, viu a necessidade de incorporar uma segunda e deixar a sua musicalidade ainda mais encorpada.

Para entender a ideia e o papel que Thiago Vieira exercerá, conversei com o guitarrista Guilherme Costa e o vocalista Joey Rodrigues. Quando questionados sobre o porquê de adicionar uma nova guitarra, as respostas foram complementares. Enquanto Joey salienta que tem “o propósito de enriquecer as músicas com mais detalhes em relação a riffs e composições. Trazer novas ideias também é um ponto, é um estilo diferente a ser adicionado e também mais uma cabeça pensante para ajudar”, Guilherme já nos conta quando percebeu tal necessidade e diz que “A decisão de colocar um outro guitarrista na banda veio depois de começarmos as composições do EP “Revocandi”. Ao longo de todo o processo de composição e gravação das faixas, fui fazendo os arranjos das músicas já com a intenção de deixa-las mais ‘cheias’. Logo, a ideia de inserir outro guitarrista começou a ser trabalhada”.

Com relação ao que uma segunda guitarra pode acrescentar em temos de musicalidade, Guilherme nos conta que “ter músicas mais trabalhadas é uma das intenções, contaremos com mais influências para novas composições e queremos explorar a criatividade de todos. Sem contar que as possibilidades que teremos com duas guitarras são inúmeras, o som ficará mais preenchido”. Joey foi ainda mais específico e afirmou que “Peso não é exatamente o objetivo central, com um guitarra temos o suficiente e ainda temos o exemplo de diversas bandas que usam apenas uma guitarra e o som fica bem pesado, como exemplo poderia citar Sepultura, Eminence, Pantera e etc. O segundo guitarrista trará riqueza de ideias e conceber linhas de guitarra diferentes, isso resultará em uma nova pegada, com novas influências e uma maneira diferente analisar as linhas de composições. No EP conseguimos atingir um peso satisfatório com apenas uma guitarra, mas agora com nosso novo trabalho, podemos fazer duetos e trabalhar melhor os solos. Enfim, por mais que o Guilherme e o Thiago possuam estilos parecidos, são pessoas diferentes e isso vai amadurecer a sonoridade da banda”.

Pra quem ainda não conhece a Shallrise, recentemente lançaram o Vídeo Clipe para “Simply For Nothing”, composição que está presente no EP “Revocandi”. Confiram o potencial do grupo:



Fonte: Roadie Metal
A/C Gleison Junior

DKRAUZ: show no Maquinária Rock Fest III (07/02/2016)




A banda DKRAUZ estará participando do festival Maquinária Rock Fest III, dia 07 de fevereiro, em Guarapuava, Paraná.

Ao lado de mais 19 bandas paranaenses e de outros estados a banda DKrauz estará agitando o carnaval ao som de muito rock. Nos dias 06 e 07 de fevereiro os roqueiros poderão curtir bandas de vários estilos numa área de camping só para eles. 

Veja os detalhes do evento na página Maquinaria Rock Field 2016: 

A música "Divine" está incluída na coletânea do festival, CD que está sendo distribuído gratuitamente na compra do ingresso antecipado.

Neste evento a banda DKrauz estará também apresentando novas composições que estarão presentes no CD a ser lançado este ano. No canal da banda, no YouTube, assim como no canal pessoal de Daniele Krauz, vocalista da banda, podem ser assistidos os clips da banda e algumas gravações de apresentações.

Conheça a banda DKrauz através do site http://www.dkrauz.com ou adicionando os perfis no Facebook. No site, além de fotos e vídeos, também pode ser baixado gratuitamente o EP "Insight".

Daniele Krauz Fan Page FAN PAGE: https://www.facebook.com/danielekrauz.com.br

DKrauz - contato para shows (E-mails): 


Fonte: PRESS RTV
Agência e Assessoria de Imprensa

BRUTALLIAN: “o cenário metálico de São Luis é muito forte”




Pablo Barros e Fabio Matta, do BRUTALLIAN, participaram do programa Roadie Metal, A Voz do Rock.

Os músicos falaram sobre a excelente repercussão do debut álbum “Blow on the Eye” (2015), a opção em executar o Heavy metal puro, influenciado por nomes como Judas Priest, Rob Halford, Nevermore e Primal Fear, o atual cenário favorável para o rock pesado no Maranhão, o lançamento de vários videoclipes nos próximos meses e muito mais!

Ouça a entrevista completa e as músicas “Blow on the Eye”, “Hell is Coming with Me” e “Primal Sigh” aqui: http://bit.ly/1PKgqJC

Acompanhe BRUTALLIAN no Facebook: www.facebook.com/brutallian

Assessoria de Imprensa: www.facebook.com/IslandPressBr


Fonte: Island Press

ACCEPT no Brasil: ingressos já estão a venda para todas as apresentações




A Free Pass Entretenimento informa que já estão a venda os ingressos para todas as apresentações do ACCEPT no Brasil. 

Os shows fazem parte da turnê “Blind Rage Tour 2016”, e acontecerão em cinco capitais brasileiras: 

São Paulo – 8 de Abril – Carioca Club 
Rio de Janeiro – 9 de Abril – Imperator 
Belo Horizonte – 10 de Abril – Music Hall 
Manaus – 12 de Abril – Teatro Manauara 
Curitiba – 14 de Abril – Ópera de Arame 

Formada atualmente por Mark Tornilo (vocal), Wolf Hoffmann (guitarra), Uwe Lulis (guitarra), Peter Baltes (baixo) e Christopher Williams (bateria), o grupo alemão promete tocar seus maiores clássicos, além de algumas surpresas. 

Informações sobre valores, locais e setores em: 


A/C Heloísa Vidal (Imprensa)

ANTHRAX: banda executa nova música pela primeira vez ao vivo



Banda retorna ao Brasil para show em cinco capitais ao lado do Iron Maiden – foto: Ignacio Galvez

Apesar do tão aguardado novo álbum “For All Kings” ainda não ter sido oficialmente lançado, o ANTHRAX, um dos maiores ícones do thrash metal mundial, já está na estrada promovendo este trabalho pelas principais cidades dos EUA. 


A banda norte-americana recentemente executou, pela primeira vez ao vivo, o single “Breathing Lightning” em show em Columbus, Ohio. Scott Ian (guitarra), Charlie Benante (bateria), Frank Bello (baixo), Joey Belladonna (vocal) e Jon Donais (guitarra) vão aproveitar estas apresentações como um perfeito warmup, já se preparando para a longa tour como special guest do Iron Maiden pela América Latina.

A “The Book of Souls Worl tour” tem as seguintes datas confirmadas:
01/03 – Anthrax + Iron Maiden – Teatro Banamex – Monterrey, México
03/03 – Anthrax + Iron Maiden – Sports Palace – Granjas México, México
04/03 – Anthrax + Iron Maiden – Sports Palace – Granjas México, México
06/03 – Anthrax + Iron Maiden – Estádio Jorge Magico Gonzalez – San Salvador, El Salvador
08/03 – Anthrax + Iron Maiden – Estádio Ricardo Saprissa – Versalles, Costa Rica
11/03 – Anthrax + Iron Maiden – Estádio Nacional – Santiago, Chile
13/03 – Anthrax + Iron Maiden – Estádio Mario Kempes – Córdoba, Argentina
15/03 – Anthrax + Iron Maiden – Estádio Velez Sarsfield – Buenos Aires, Argentina
17/03 – Anthrax + Iron Maiden – HSBC Arena – Rio de Janeiro, Brasil
19/03 – Anthrax + Iron Maiden – Esplanada do Mineirão – Belo Horizonte, Brasil
22/03 – Anthrax + Iron Maiden – Ginásio Nilson Nelson – Brasília, Brasil
24/03 – Anthrax + Iron Maiden - Arena Castelão – Fortaleza, Brasil
26/03 – Anthrax + Iron Maiden – Allianz Parque – São Paulo, Brasil

“A única coisa que poderia ser melhor para o Anthrax do que fazer uma turnê pela América Latina, seria fazer essa turnê com o Iron Maiden! Não poderíamos estar mais animados e honrados por compartilhar o palco com nossos heróis, na frente de um dos melhores públicos de metal do mundo. Eu mal posso esperar!!!”, declarou o guitarrista Scott Ian.

Sabendo da responsabilidade de que precisavam bater o aclamado álbum “Worship Music” (2011) – que inclusive foi indicado ao Grammy –, o grupo se concentrou em Los Angeles, ao lado do produtor Jay Ruston (DIO, Morrisey, Stone Sour, The Winery Dongs, Steel Panther, Paul Gilbert, Killswitch Engage, Adrenaline Mob, entre outros) para gravar um novo registro fonográfico.

“For All Kings” supera todas as expectativas e traz 11 impressionantes composições do mais puro thrash metal. As músicas transbordam peso, agressividade, melodia e maturidade. A inspiração apresentada neste trabalho já o credencia como um os melhores discos desde “Persistance Of Time” (1990). Pela excelência e pelo capricho, “For All Kings” é presença mais do que confirmada na lista dos melhores álbuns da música pesada deste ano. O lançamento oficial acontece, no próximo dia 26 de fevereiro, via Nuclear Blast na Europa, e Megaforce Records nos EUA.

Formado em 1981, na caótica Nova York, o ANTHRAX é considerado um dos pilares do thrash metal mundial. Do conglomerado “Big Four”, composto por Metallica, Megadeth e Slayer, o Anthrax é o único grupo da Costa Leste. Estima-se que a banda já vendeu mais de 10 milhões de discos em todo Mundo.

Breathing Lightning (ao vivo):



Breathing Lightning (official track): 


A/C Costábile Salzano Jr.

HEVORA - Tales from a Forgotten Land (álbum)


2016
Independente
Nacional

Nota: 8,0/10,0

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia

Destaques: "Cradle of Heroes", "Injustice Revenge", "The Last Breath of a Brave", "Tales from a Forgotten Land/Blood, Lust and Damnation"


Em um país como o Brasil, onde o radicalismo serve como desculpa para acobertar a falta de uma visão mais ampla, ou mesmo alguma falta de personalidade, bandas das vertentes mais melodiosas nascidas em nosso próprio país sofrem muitos problemas. Mas isso parece ser combustível para muitas delas, que fazem trabalhos ótimos, nem que seja na marra. E podemos dizer que o HEVORA, de Teresina (PI) é um peso-pesado no assunto, pois lançaram o ótimo "Tales from a Forgotten Land" na base da raça.

Aqui vemos um Heavy/Power Metal feito com muito peso, e óbvia influência de BLIND GUARDIAN e IRON MAIDEN (sem ser uma cópia). Excelentes vocais (inclusive os backing vocals são ótimos), guitarras muito boas tanto nos riffs pesados e nos solos melodiosos, baixo e bateria vibrantes em uma base rítmica coesa e bem diversificada, e teclados encaixados perfeitamente. E a música deles possui um equilíbrio balanceado entre peso, melodia e agressividade, mas tendo seus momentos grandiosos. É um deleite.

Hevora
Produzido por Mike Soares em conjunto com a banda, a sonoridade realmente poderia ser bem melhor em termos de timbragem. As guitarras ficaram um pouco encobertas, e o som está abafado. Mas tendo em vista que é um trabalho independente, está de ótimo tamanho, ainda mais no Brasil, combalido pela atual crise econômica. A arte, trabalhada em preto e tons de marrom, ficou muito boa, em um trabalho de bom gosto de Luís Felipe Rocha.

A verdade seja dita: se faltaram condições e investimento no estúdio, a banda compensa na criação de sete músicas excelentes. Os andamentos são bem diversificados, a dinâmica entre a parte instrumental e os vocais está em ótima forma, e tudo bem pensado, mas soando espontâneo e cheio de energia.

São elas:

Cradle of Heroes - Uma canção pesada, forte e bem trabalhada. O início tem alguns toques épicos (usando violões e tudo mais), até que as partes pesadas se iniciam, quase em uma marcha de guerra, cheia de bons corais e uso bem pensado dos riffs de guitarras. Mas se preparem, pois ela é recheada de mudanças rítmicas.

Memories of a Bloodshed - Os mesmos elementos da anterior estão presentes aqui. Mas o trabalho de baixo e bateria está perfeito, mostrando peso e intensidade, e diversificando a canção.

Injustice Revenge - Aqui, o clima é mais denso e pesado, quase como se transpondo para a música o conteúdo lírico. E é bom ver como a banda inteira se mostra bem, em especial as guitarras.

The Damned from the River - Outra canção focada em peso e andamento bem diversificado. Os vocais estão ótimos, preenchendo bem todos os espaços e usando uma boa diversidade de tons.

The Last Breath of a Brave - Que guitarras! A banda evolui bem durante a canção, devido às mudanças de ritmo coerentes e ao peso existentes. Mas verdade seja dita: as guitarras e os teclados estão em excelente forma aqui.

Rage of the Old Monk - Um pouco mais seca e direta, é uma faixa com maior agressividade, com o ritmo sendo um pouco mais cadenciado. Ponto para baixo e bateria, que estão muito bem.

Tales from a Forgotten Land/Blood, Lust and Damnation - Uma canção longa, dividida em duas partes. A primeira é mais arrastada, climática e pesada, com maior enfoque nas mudanças de vocais e mesmo presença de vozes femininas; a segunda é pesada, mas um pouco mais elegante, com belas incursões de teclados.

O HEVORA mostra em "Tales from a Forgotten Land" que tem potencial para ser um dos grandes nomes do gênero no nosso país. Uma produção melhor os ajudará, mas como esclarecido acima, música eles têm, e muito.

Recomendado sem medo.



Músicas:

1. Cradle of Heroes
2. Memories of a Bloodshed
3. Injustice Revenge
4. The Damned from the River
5. The Last Breath of a Brave
6. Rage of the Old Monk
7. Tales from a Forgotten Land/Blood, Lust and Damnation


Banda:

Allan Cleypton - Vocais
Carlos Del Prestes - Guitarras
Júnior Vieira - Guitarras 
Leandro Sales - Teclados
Cláudio Luz - Baixo
Ivan Martins - Bateria


Contatos:

31 de jan. de 2016

LYNYRD SKYNYRD - One More For The Fans (CD Duplo - DVD)


2016
Shinigami Records
Nacional

Nota 10,0/10,0

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia

Destaques"Whiskey Rock A Roller", "You Got That Right", "Workin’ For MCA", "Simple Man", "Call Me The Breeze", "Tuesday’s Gone", "Travelin’ Man", "Free Bird", "Sweet Home Alabama"


Em vista das polêmicas que abrangem o Rock e o Metal nos dias de hoje por conta do bom mocismo vigente, que exige um comportamento padrão para todos, certos grupos andam sendo perseguidos por polêmicas. Mesmo alguns bem importantes, sem os quais o Rock e o Metal de hoje seriam bem diferentes. Um dos que mais é atacado pela turminha que falo (que no fundo, querem cortar do Metal e do Rock sua rebeldia natural) é o grupo norte americano LYNYRD SKYNYRD, uma instituição mundial que merece respeito. E de tão respeitado, recebeu um tributo todo especial em "One More For The Fans", um duplo CD ao vivo e DVD, que a Shinigami Records acaba de disponibilizar a versão nacional de ambos.

O que dá ao DVD e ao Duplo CD este ar de tributo é que cada uma das faixas é interpretada por um músico famoso, sendo acompanhado pela All Star House Band (liderada por Don Was, que já ganhou um Grammy). E que lista de feras, já que CHEAP TRICK, BLACKBERRY SMOKE, PETER FRAMPTON, ALABAMA, GREGG ALLMAN (do ALLMAN BROTHERS BAND) e outros, além do próprio LYNYRD SKYNYRD fazendo as honras. Feras que, talvez no Brasil, sejam pouco conhecidas, mas fora daqui, são quase unanimidades entre os fãs dos vários estilos musicais ligados ao Southern Rock.

É algo lindo, absurdo, que deixa qualquer fã do bom e velho Southern Rock americano com água na boca. Aliás, qualquer fã de boa música, pode-se dizer, pois o trabalho do grupo é bem abrangente, como eram as bandas da época.

traduzindo: temos um disco duplo maravilhoso, e um DVD excelente!

Gravado em 12 de Novembro de 2014 no Fox Theatre, em Atlanta (Georgia), que se encontrava ameaçado de demolição, e o show visou arrecadar fundos para salvar o local. E tanto gravação de áudio como a captação de vídeo são perfeitas, nos permitindo ter o melhor de tudo que foi apresentado. 

Ainda bem que assim o é, pois o show é grandioso.

Fora isso, a parte gráfica deu uma caprichada e tanto, baseada em fotos de todos os participantes do evento.

E que belíssima apresentação de cada um dos envolvidos. São momentos que tocam o coração, como a animada "Whiskey Rock A Roller" (onde RANDY HOUSER coloca fogo na platéia em uma interpretação excelente), a forte e swingada "You Got That Right" (onde a dobradinha de ROBERT RANDOLPH e JIMMY HALL dá um show, especialmente devido aos duetos de ambos), a intensa e forte "Workin’ For MCA" (onde o BLACKBERRY SMOKE dá as cartas, levando muito bem esta canção), a mais divertida e rocker "Don’t Ask Me No Questions" (cuja interpretação do O.A.R. lhe deu um toque Pop lindíssimo e que encaixou muito bem), a pesada "Gimme Back My Bullets" ( o que é óbvio, já que o CHEAP TRICK deu um peso cavalar nesta versão), a densa e bruta versão de "Simple Man" (como o GOV’T MULE caprichou. Os arranjos de guitarra e teclados são excelentes), a introspectiva e quase Country "Four Walls of Raiford" (o trabalho de JAMEY JOHNSON ficou muito bom), PETER FRAMPTON arrasando em "Call Me The Breeze", assim como "Gimme Three Steps" com o ALABAMA trazendo aquele feeling Country/Southern tão preciso e GREGG ALLMAN botando tudo abaixo com "Tuesday’s Gone" (um Southern Blues lento e cheio de pura emoção, adornado com guitarras ótimas e sopros ótimos). 

Lynyrd Skynyrd
Agora, quando os próprios homenageados entram em cena, a coisa pega fogo...

Sim, quando o LYNYRD SKYNYRD sobre ao palco, é algo sublime.

Eles detonam "Travelin’ Man" (onde o finado Ronnie aparece no telão, cantando trechos da canção com a banda atual. As maravilhas da tecnologia que tantos tanto reclamam por aí...), além do hino "Free Bird" (onde o LYNYRD SKYNYRD está sozinho no palco, e uma linda homenagem aos membros falecidos do grupo surge no telão. Sim, aqueles que faleceram no acidente de avião. Infelizmente, Bob Burns ficou de fora, pois faleceu em 03 de Abril de 2015, em um acidente de carro), em um momento extremamente tocante. 

E após comentários de alguns participantes, vem o encerramento com a clássica "Sweet Home Alabama", onde o grupo é acompanhado por todos os músicos da noite, em um momento de pura festa enquanto os créditos vão passando.

Existe ainda bônus, mini-documentários feitos com declarações de membros do grupo.

Estes dois lançamentos (pois o CD duplo e o DVD são itens separados) são obrigatórios para todo bom fã de Southern Rock, e compreender de onde vem o Groove e Swing de muitas bandas de Metal do sul dos EUA, como PANTERA e DOWN.

Agora, adquiram suas cópias, e deleitem-se!

E longa vida ao LYNYRD SKYNYRD, o Último Rebelde!




Músicas:

1. Whiskey Rock A Roller (Randy Houser)
2. You Got That Right (Robert Randolph & Jimmy Hall)
3. Saturday Night Special (Aaron Lewis)
4. Workin’ For MCA (Blackberry Smoke)
5. Don’t Ask Me No Questions (O.A.R.)
6. Gimme Back My Bullets (Cheap Trick)
7. The Ballad of Curtis Loew (moe. & John Hiatt)
8. Simple Man (Gov’t Mule)
9. That Smell (Warren Haynes)
10. Four Walls of Raiford (Jamey Johnson)
11. I Know A Little (Jason Isbell)
12. Call Me The Breeze (Peter Frampton)
13. What’s Your Name (Trace Adkins)
14. Down South Jukin’ (Charlie Daniels & Donnie Van Zant)
15. Gimme Three Steps (Alabama)
16. Tuesday’s Gone (Gregg Allman)
17. Travelin’ Man (Lynyrd Skynyrd com Johnny e Ronnie - Ronnie no telão)
18. Free Bird (Lynyrd Skynyrd)
19. Sweet Home Alabama (Lynyrd Skynyrd e todos)


Banda:

Johnny Van Zant - Vocais
Gary Rossington - Guitarras
Rickey Medlocke - Guitarras, backing vocals 
Mark Matejka - Guitarras, backing vocals
Johnny Colt - Baixo 
Peter Keys - Teclados
Michael Cartellone - Bateria
Dale Krantz-Rossington - Backing vocals 
Carol Chase - Backing vocals


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DEEP PURPLE - From the Setting Sun... In Wacken (Duplo CD - DVD)


2016
Nacional

Nota: 9,0/10,0

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia

Destaques"Highway Star", "Vincent Price", "Lazy", "Perfect Strangers", "Smoke on the Water", "Black Night".


O tempo é cruel com o ser humano, e com tudo aquilo que permeia nossa cultura. E transferindo esta mentalidade para o Metal e o Rock, nos últimos tempos, temos visto vários ídolos partirem, nos deixando legados sublimes. Isso porque a maioria deles está na ativa desde os anos 70, onde todo este estilo que tanto amamos ganhou solidez em seus aspectos mais diversificados. E um dos remanescentes da época, apesar de tantas tribulações, uma das três cabeças do Cérbero chamado Heavy Metal, um dos pais do Metal e um dos maiores influenciadores das gerações futuras é o quinteto DEEP PURPLE, de Hertford (Inglaterra), que nos chega com dois trabalhos excelentes de uma única vez, um DVD e um Duplo CD ao vivo (que são vendidos separadamente), ambos sobre o nome "From the Setting Sun... In Wacken", que são duas obras que nos levam a refletir o quanto tempo ainda os teremos por aqui.

O conteúdo do DVD e do CD é a apresentação do quinteto no Wacken Open Air Festival de 2013, a primeira vez deles no festival, durante a excursão do CD "Now What?!". Algo justo, já que o quinteto é um dos grandes nomes dos anos 70 que ainda está na ativa, e merece o brilho do palco principal do festival.  O estilo do DEEP PURPLE dispensa grandes apresentações: o mesmo Hard Rock pesado e com toques elegantes que os caracteriza desde que sua MK II surgiu e entrou para a história da música. E ao vivo, justamente por evitar muitas complexidades, funciona cheio de energia, ainda mais com uma banda tão entrosada.

Todo o trabalho de som e imagem está perfeito, com sincronia excelente. E podemos ver que o número de câmeras é grande, pois temos takes em várias posições, o que nos permite ter uma clara idéia de tudo que se passou no show. E como o som está bom, nos permitindo entender tudo que a banda está tocando, e bem.

A única ressalva que nos cabe fazer é em relação a voz de Ian Gillan.

Tudo bem, ele ainda canta muito bem as partes em tons mais baixos e comportados, mas os gritos de antes são bem difíceis para ele. Mas como eu disse lá no início: o tempo é inclemente, e ainda lembramos que ele teve problemas severos com as cordas vocais ainda nos anos 80, antes de entrar no BLACK SABBATH. Mas o que lhe falta em gritos agudos, lhe sobra de boa performance cantando, sem contar que Ian se mostra um frontman e tanto, mesmo aos 70 anos, indo de um lado para o outro e se comunicando muito bem, além de tocar gaita. O fôlego ainda está bem. No que tange à cozinha rítmica de Roger Glover e Ian Paice, ela continua excelente, e o entrosamento dos anos se reflete no peso das canções. Don Airey ocupa a vaga do mestre Jon Lord, e se mostra muito bem, fazendo um trabalho ótimo, respeitando a herança de seu antecessor. E Steve Morse, sempre tão perseguido pelos xiitas fãs de seu antecessor, mostra-se um guitarrista excelente, fazendo as coisas à sua maneira, mas sem destoar do que o grupo já fez. E ara dar um brilho a mais, temos a participação especial de Uli Jon Roth no hino "Smoke on the Water", talvez a mais conhecida canção da banda.

Mas resta uma pergunta: o que podemos esperar de uma apresentação do DEEP PURPLE?

Deep Purple
Simplesmente, energia aos montes, e a compreensão dos motivos de serem cultuados até os dias de hoje.

Um dos pontos mais legais tanto do CD duplo quanto do DVD é a diversidade de seu repertório, onde canções clássicas são entremeadas com músicas mais recentes. E como prova que o quinteto não vive de passado, "Vincent Price" (que tem o vídeo oficial como bônus no DVD), "Hell to Pay", e "Above and Beyond" do último álbum estão lá.

Com isso tudo, não é preciso falar mais de músicas como "Highway Star" (um show de Ian Paice e Roger Glover), "Hard Lovin' Woman", "Lazy", a maravilhosa "Perfect Strangers" (Gillan está muito bem nela, assim como Steve), a arrasadora "Space Truckin'" (outro show de Gillan e Morse, mas Don aparece muito bem nos teclados), o hino eterno "Smoke on the Water" (meus caros, os duetos entre Steve e Uli Jon são algo de fantástico. Isso sem falar no público interagindo durante o refrão), assim como ver a banda levando seu primeiro sucesso comercial, uma versão para "Hush" de Billy Joe Royal (cuja versão original foi gravada quando Rod Evans e Nick Simper ainda estavam na banda). Agora, vê-los tocando a velha "Black Night" é algo de maravilhoso, que faz bem aos ouvidos e coração em um tempo em que a música anda tão artificial e sem sentimento.

Impossível ver e ouvir uma vez apenas...

Como dito acima, o repertório do CD e do DVD são iguais. Vale adquirir ambos, pois nem sempre se pode ver o DVD, mas o CD (que é duplo, com uma qualidade de áudio excelente) se pode ouvir no carro ou no trabalho sem problemas.

Ok, pode não ser um clássico como "Made in Japan", mas merece respeito e a aquisição.





Músicas:

1. Highway Star
2. Into the Fire
3. Hard Lovin' Man
4. Vincent Price
5. Strange Kind of Woman
6. Contact Lost
7. The Well-Dressed Guitar
8. Hell to Pay
9. Lazy
10. Above and Beyond
11. No One Came
12. Don Airey's Keyboard Solo
13. Perfect Strangers
14. Space Truckin'
15. Smoke on the Water
16. Hush (Billy Joe Royal cover)
17. Black Night


Banda:

Ian Gillan - Vocais
Steve Morse - Guitarras, backing vocals
Roger Glover - Baixo, backing vocals
Don Airey - Teclados, órgão
Ian Paice - Bateria


Contatos:

28 de jan. de 2016

NYMPHO - Not That Innocent (álbum)


2015
Independente
Nacional

Nota 8,5/10,0

Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia

Destaques: "Flush Your Heart Away", "Not That Innocent", "Burnout Heart", "Doin' Fine", "Money and Magic", "I'll Come Running", "Rock Me Hard", "Don't Walk Out on Love", "Green Lights Go", "Resurrection", "Wasted Generation".


Bem, fazer Hard/Sleaze Rock no Brasil não é simples. Até hoje, ainda tem gente que rotula o estilo como coisa de gente fresca (como se usar calças jeans apertadas fosse coisa de homem...), mas a verdade é: o gênero sempre nos concedeu ótimas bandas, tanto fora como por aqui. E um nome bem legal que se une a tantos outros é o do quarteto NYMPHO, que chega e derruba a porta com a bicuda chamada "Not That Innocent".

NYMPHO
Hard/Sleaze de primeira, envolvente, com ótimas guitarras (reparem bem nos solos melodiosos e virtuosos, e bases que fluem sem problemas) ótimos refrões, canções grudentas, todas muito bem feitas. Há um certo toque de Rock'n'Roll e mesmo de longe uns ingredientes de Punk Rock à lá RAMONES em alguns momentos. E digamos de passagem: este jeitão mais sujo em alguns momentos é realmente excelente.

A produção ficou muito boa. Sim, a sonoridade é forte, pesada e intensa, mas bem clara aos ouvidos, com cada instrumento em seu devido lugar e com bons timbres. Mas mesmo assim, aquele toque azedo está presente, para dar um punch maior às canções. Ou seja, em termos de sonoridade, o disco é de primeira.

Mas é preciso dizer que "Not That Innocent" é quase que uma compilação. Temos cinco músicas novas, e todas as outras são de trabalhos anteriores, apenas remasterizadas para poderem se encaixar no contexto do álbum. E as cinco novas trazem as participações de algumas figuras bem conhecidas, como Tony Marcus do XYZ no solo de "Flush Your Heart Away", Tony Mills do SHY/TNT nos duetos vocais e Kane Roberts no solo de guitarra em "Not That Innocent", Johnny Lima nos duetos vocais e backing vocals junto com Jimi Bell do HOUSE OF LORDS no solo de "Burnout Heart"; e Jesse Damon do SILENT RAGE nos vocais, além de Gerry Laffy do GIRL fazendo um solo  em "Money and the Magic". Tudo para dar aquele toque especial ao que já é muito bom.

Musicalmente, o disco é quente!

Flush Your Heart Away - Um andamento mediano, mas com algumas variações rítmicas muito boas. A música é ótima, recheada de guitarras excelentes, além de belos refrões e backing vocals perfeitamente encaixados.

Not That Innocent - Aqui, já temos uma canção um pouquinho mais suja, mas grudenta, típico hardão farofento que entra nos ouvidos e não se esquece mais. Mais uma vez, um trabalho rítmico excelente, mostrando que baixo e bateria estão em ótima forma.

Burnout Heart - Aqui, um lado um pouco mais AOR dá as caras. E é bom ver a banda usando bem suas guitarras mais uma vez, fora aqueles corais "chicletosos" que grudam em nossos ouvidos, mais um refrão de fácil assimilação.

Doin' Fine - Uma belíssima balada, digamos de passagem, com refinadas passagens de piano, e adornada de belos vocais e backing vocals. É uma faixa tocante, que nos embala.

Money and Magic - Uma hardão mais sujo e com jeito de gueto, como ouvimos algumas das bandas mais seminais do gênero na Sunset Strip Avenue. É pesado, andamento constante, e com excelentes guitarras.

Óbvio que o disco inteiro é ótimo, mas prefiro fazer análises mais detalhadas das canções mais recentes. Mas mesmo assim, no que vem do passado, a pegajosa e intensa "I'll Come Running" (ô, refrão grundento dos infernos!), "Rock Me Hard" e seu jeitão um pouco mais raçudo, a farofosa "Don't Walk out on Love", a paulada na cara conhecida como "Green Lights Go" (que riffs!), a puramente AOR "Resurrection", e o rockão destruidor de tímpanos chamado "Wasted Generation".

Uma ótima banda, e que merece a conferida sem medo. E alías, que o Hard Rock possa crescer mais e mais.




Músicas:

1. Flush Your Heart Away
2. Not That Innocent
3. Burnout Heart 
4. Doin' Fine 
5. Money and Magic
6. I'll Come Running
7. Rock Me Hard
8. Dreams Are Not Enough (Acoustic Version)
9. Alone in the Dark (Video Edit)
10. Don't Walk out on Love
11. Green Lights Go
12. You Gotta Love
13. Resurrection
14. Say It
15. Reason to Rock
16. Wasted Generation
17. Spider Sarah
18. High Skull Lover


Banda:

Criss Sexx - Vocais, guitarras 
Leo Tavares - Guitarras
Fábio Pontes - Baixo
Pablo Pinheiro - Bateria


Contatos: