14 de set. de 2015

LACERATED AND CARBONIZED: banda está encerrando as gravações de novo álbum




Banda está em estúdio gravando o sucessor do elogiado álbum “The Core Of Disruption” – foto: divulgação

A banda LACERATED AND CARBONIZED já começa a demonstrar sinais de que o sucessor do elogiado “The Core Of Disruption” tem todos os ingredientes para superá-lo. Com o prestígio de ser considerado um dos principais nomes do metal extremo sul-americano, o grupo segue no HR Studios, no Rio de Janeiro, finalizando as gravações do seu próximo disco de inéditas.

O álbum, ainda sem título definido, conta produção da própria banda em parceria com o músico e o engenheiro de som Felipe Eregion (Unearthly). Recentemente, Caio Mendonça finalizou a gravação de todas as guitarras.

"Estamos tocando mais rápido e com mais pressão. Nunca fizemos riffs tão marcantes quanto estes e nossa performance não poderia estar melhor. Será um soco na cara atrás do outro!", declarou o artista.

Confira um trechinho das gravações de Caio Mendonça:


A expectativa de Jonathan Cruz (vocal), Caio Mendonça (guitarra), Paulo Doc (baixo) e Victor Mendonça (bateria) é apresentar 13 composições repletas de peso e agressividade. A mixagem e masterização terá novamente a assinatura do renomado Andy Classen (Krisiun, Destruction, Belphegor, Tankard, Holy Moses, entre outros).

O último álbum do LACERATED AND CARBONIZED foi o elogiado “The Core Of Disruption”. Este trabalho foi considerado um dos melhores discos de 2013, segundo a imprensa especializada brasileira, e rendeu aos cariocas a realização de diversos shows pelo país, além de uma longa série de apresentações pela Europa.

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A/C Costábile Salzano Jr.

SILVER RAZOR: Renomado frontman é anunciado




Um dos destaques e aposta do Metal brasileiro, a banda SILVER RAZOR, apresenta novo fontman. Trata – se do vocalista Kiko, destaque entre o meio do metal por ser vocalista da banda Prowler (Iron Maiden Cover), que apresenta notória semelhança com o vocalista Bruce Dickinson. A noticia da saída do vocalista Marcio Bastos que esteve presente no belíssimo e bem criticado Ep da banda pegou o publico de surpresa. De acordo com os próprios integrantes da banda o vocalista e eterno “brother of Metal” Marcio Bastos deixa os vocais para dar prioridade a seguimentos como família e trabalho, tudo aconteceu de forma amigável e consentida. 

Há uma espera e curiosidade por parte do público para saber como as músicas antigas e novas composições vão se apresentar, fato que se dá pela entrada do novo vocalista, que é considerado um grande talento musical. 

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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ARANDU ARAKUAA: banda lança novo Lyric Video





A banda ARANDU ARAKUAA lançou recentemente lyric vídeo para a música "Padi" ("Tamanduá" no idioma Akwẽ Xerente), faixa inédita do seu segundo full length "Wdê Nnãkrda" (tronco de árvore na língua Akwẽ Xerente).

A letra da música é baseada na história de como surgiu o Tamanduá para os indígenas Akwẽ Xerente do estado do Tocantins, animal muito importante no folclore e na alimentação daquele povo.

Na introdução da música se destaca o uso da flauta indígena Uruá, além de todos os demais elementos que mostram bem a mistura de heavy metal, música indígena e regional brasileira tão característica da banda.


"Wdê Nnãkrda" foi produzido, mixado e masterizado no Broadband Studio em Brasília por Caio Duarte (Dynahead), e será lançado de forma independente no Brasil em setembro de 2015.

ARANDU ARAKUAA NAS REDES SOCIAIS:


Mini Documentário: FORCAOS, "onde o Heavy Metal encontra a Cultura"





Descrição: Forcaos. 

Podemos tirar vários ensinamentos deste festival que já consolidou-se como um dos mais importantes do país. Não pelo seu tamanho ou por suas atrações calcadas na música underground nacional, mas pelo exemplo de como se organizar juridicamente para conseguir reivindicar direitos dentro da organizações governamentais.

Falamos e reclamamos muito de falta de apoio dentro da cena Heavy Metal no Brasil, mas pecamos muito por não estarmos organizados documentalmente para conseguirmos nossos recursos. Lógico, nada é fácil, até mesmo estando organizados a luta é árdua, mas as chances aumentam muito.

Podemos notar claramente neste documentário que a busca pelo apoio não é simples, mas existe uma fórmula, a organização, principalmente. 

Todos os depoimentos contidos neste trabalho foram coletados durante o Forcaos 2015, onde coletei opiniões dos envolvidos com o evento, que nos contaram como lutaram e como continuam lutando para que os espaços públicos, os centros culturais, possam abrir as portas para o Heavy Metal e fazer com que os headbangers de Fortaleza e região possam permanecer inseridos no contexto cultural diariamente.

Confira e tire sua conclusões e principalmente inspirações para que este modelo possa se alastrar pelo Brasil.

A/C Clinger Carlos

12 de set. de 2015

RISING: banda paulista resgata sonoridade setentista em primeira demo




Formada em 2013 na cidade de Itaí (SP), por Zélão Baal, a banda RISING desde sua formação inicial teve como mote resgatar sonoridades Hard e Heavy dos primórdios, especificamente dos anos setenta, tal como muitas bandas do cenário Stoner vêm fazendo atualmente. Dentro dessa proposta, seu nome deriva do álbum do Rainbow, uma das suas referências.

Diante da dificuldade de encontrar parceiros para a banda, Zélão levou seu projeto para São Paulo, onde entrou em contato com o guitarrista Angelo Conceição, que abraçou a proposta e acabaram formando entre eles uma parceria que se mostrou bastante frutífera. “Nossas ideias trabalharam em perfeita sintonia desde o princípio”, afirma Zélão. “Novas músicas surgiram, com o passar dos meses, tendo essa proposta vintage”, conclui.

Ao longo do ano de 2014, a dupla se concentrou em compor o material tendo em vista o lançamento de seu primeiro LP, e shows posteriores a este lançamento. Sendo assim, hoje contam com oito músicas compostas. No começo deste ano de 2015, juntou-se à dupla de compositores o vocalista Riq Therrys. “Fizemos uma seleção prévia de vocalistas para o posto de frontman da RISING, com alguns candidatos”, explica Zélão. “Riq chamou nossa atenção desde o princípio. Dono de uma grande experiência, ele não apenas se limitou a cantar melhor o que já tínhamos criado, como fez mais, criou também, dentro de seu estilo pessoal de cantar”. Se destacando dessa maneira, dos demais vocalistas que fizeram testes, Riq fora efetivado na banda, e seu estilo vocal somou como um interessante contraponto às músicas compostas por Angelo Conceição e Zélão Baal: um vocal Hard’n’Heavy dos anos 80, acompanhando um instrumental vintage bem anos 70, a banda demonstra assim grande potencial em desenvolver um estilo próprio dentro dessa onda de bandas que resgatam sonoridades do passado com novas músicas, na atualidade.


ARCHAIC MONOLITH (DEMO)


Para darem início às divulgações referentes à RISING, a banda lança sua primeira Demo, intitulada “Archaic Monolith”, produzida por Angelo Conceição. É Zélão quem explica a temática da música: “É ‘monólito’ porque tem o peso do Hard setentista e é ‘arcaico’ por resgatar essa sonoridade antiga”.

A Demo se inicia com uma introdução instrumental do mesmo nome, que conduz à musica seguinte, “Hexencraft”. “Quando eu a compus, ela era quase um Speed Metal. O Angelo adaptou ela para o estilo que desenvolvemos na RISING, e o Riq imprimiu sua personalidade em sua interpretação vocal, de modo que hoje ela é uma outra música, em comparação com a versão anterior. Ela é genuinamente RISING”, completou. A banda dará continuidade a produção das demais músicas, com previsão de lançamento para meados de 2015.

Para baixar a demo clique no endereço:


Line-Up – RISING:

Riq Therrys - Vocal
Angelo Conceição - Guitarras
Zélão Baal - Teclados


Contato:




Fonte: TRM Press

11 de set. de 2015

Extinguindo fronteiras e limites – Entrevista com o MOONSPELL


Por Marcos “Big Daddy” Garcia


Mesmo após muito tempo na estrada, em que muitos se acomodam sobre fórmulas estabilizadas de seu próprio trabalho, existem aqueles que não conseguem viver em expandir fronteiras. E este é o caso do quinteto lusitano MOONSPELL, que mesmo de causar revoluções no meio do Metal com discos como “Wolfheart” e “Irreligious”, sempre nos brinda com novos desafios, indo além dos limites estilísticos. E “Extinct” não foge a esta regra, pois mais uma vez, nos desafiam a desvendar esta belíssima jóia preciosa.

Aproveitando que eles estão se preparando para vir à América do Sul mais uma vez para divulgar o CD, bem como para se apresentarem no próximo Rock in Rio, tivemos o prazer de entrevistar o vocalista do grupo, Fernando Ribeiro.


BD: Saudações, e antes de tudo, gostaria de agradecer por nos conceder esta entrevista. Nossa primeira pergunta é sobre o novo CD, “Extinct”: depois de “Night Eternal” e “Alpha Noir”, que tiveram um enfoque mais pesado e agressivo, “Extinct” tem um lado um pouco mais acessível e requintado, quase que um resgate da época de “Irreligious” e “Sin/Pecado”. Óbvio que isso foi espontâneo, as músicas deixam isso bem evidente por elas mesma, mas como se sentiram ao compor o CD? E como se deu o processo de criação dele como um todo?

Fernando Ribeiro: Foi um processo bastante espontâneo e se revestiu de uma urgência emocional muito maior que os discos citados que foram feitos com mais tempo e com um conceito mais certo nas nossas cabeças. Os Ingleses contam a anedota de um homem que entra num bar e...O "Extinct" foi um pouco assim. Eu cheguei ao nosso estúdio de coração pesado pela vida, por acontecimentos que relacionei com a extinção e a banda embarcou logo nesse turbilhão. Durante nove meses praticamente não fizemos mais nada ou pensámos em mais nada. Um tempo de gestação curioso, intenso mas também romântico no sentido de estar a criar uma obra completamente refém das emoções do momento, sem olhar a modas, sentidos ou direções. Tocámos muito como banda, todos juntos e não largámos as canções até todas terem um toque especial que reflectisse em pleno as letras, a sua ambiguidade, ficando a música um pouco mais redentora e melodiosa. Não tentámos resgatar ou reciclar formulas, apenas seguimos esse lead emocional que resultou num disco mais goth, com momentos mais memoráveis, menos agressivo mas, para nós, mais desafiante e emotivo.

Fernando Ribeiro
BD: “Extinct” tem a produção assinada por Jens Brogen, que tem se tornado um produtor bem reconhecido nos últimos anos. Como se deu a escolha dele para a posição, e como foi trabalhar com ele? E por falar em produção, vocês tiveram o Waldemar Sorychta com vocês muitas vezes em todos esses anos nas gravações, logo, por que ele esteve ausente desta vez?

Fernando: Foi excelente. O Jens se tornou muito íntimo do processo, nem podia ser de outra forma e ajudou a organizar as peças. Ele se envolveu muito neste disco exatamente porque para ele era a oportunidade perfeita de fazer algo mais negro, mais pessoal, e o trabalho fluiu. Ele conferiu a dose certa de critica e entusiasmo para a banda e queremos muito repetir com ele numa ocasião futura. O Waldemar foi muito importante na definição do nosso som e tem de lhe ser dado crédito por ter feito os melhores discos de Metal Europeu com bandas como Tiamat, The Gathering, nós entre outros lançamentos fundamentais dos anos noventa.Faz tempo que ele não trabalha connosco, mas não tem uma razão em concreto, tínhamos a ideia de trabalhar com o Jens e decidimos mudar. As pessoas sabem como gostamos de novidade. 


Ricardo Amorim
BD: Ainda sobre “Extinct”: qual é o conceito, a idéia principal, para as letras do CD, e como pensaram no nome? 

Fernando: Existem duas dimensões que se completam e que trouxeram uma proximidade maior entre elas para fazer um conceito mais forte. Eu comecei a escrever as letras usando a extinção como uma metafora para aqueles que se vão da nossa vida, fisica e reomanticamente; para o que morre em nós para dar lugar a outras coisas; para os sítios aos quais iamos buscar uma energia que já não está lá. Na extinção mais alargada, ao nivel biotico, da natureza, encontrei um pano de fundo bem trágico mas também esperançoso no sentido que a extinção se pode tornar em especiação, i.e, um preparação da espécie que se adequa mais ao ambiente e penso que todos nós passamos por isso, um fim que encerra um outro tipo de continuidade mesmo que exista uma espécie de fatalidade. Falando com autores e cientistas do meio, reconhecemos ainda que existem vários grupos lutando contra a extinção de espécies naturais e essa coragem e nobreza inspirou-nos. o "Extinct" não é um disco de lamento, de chorar pelos cantos, de ser o garoto gótico sem causa. É um disco sobre imperfeição, limpar as lágrimas e fazer o que é preciso. É uma história da hipotese de sobreviver à escuridão das nossas vidas e do nosso tempo. 


BD: Ainda sobre as letras, há uns anos atrás, lendo uma entrevista com você, Fernando, da época de “The Antidote”, lembro-me você mencionar a influência do escritor Fernando Pessoa em suas letras. Pronto, foi o suficiente para eu ir ler alguma coisa do famoso poeta naquela época (risos). E mesmo entre elementos de Thelema, mitologias e ocultismo, há certo requinte do Romantismo poético. Podemos considerar, então, que esta influência de Fernando Pessoa continua presente nas letras do MOONSPELL?

Pedro Paixão
Fernando: Sempre. Para um Português, Pessoa é um modo de vida, de estar. De curiosidade, de solidão, de desassossego e a influência dele não se limitou ao tema "Opium", ou ao "Antidote". É mais vasta, mais profunda. 


BD: Já que falamos de suas letras, digamos que a temática do MOONSPELL como um todo requer certo trabalho dos fãs para uma compreensão mais ampla do que dizem nelas. Sim, já reparei que vocês possuem muito a dizer nelas, que as letras não estão ali como mero complemento para a música em si. De certa forma, acham que são promotores da cultura, não só do lado mitológico, mas no todo?

Fernando: Existe uma intenção de nos representarmos numa totalidade: o lunar mas também o solar. Penso que a maioria das letras no Heavy e no Gótico se banalizaram como complemento das música e se trocou a originalidade por algo menos profundo, mais fácil que decalca de temas como guerra (principalmente a Segunda Grande Guerra), fantasia em segunda mão inspirada por Martin ou Tolkien e claro as famosas letras de tomar cerveja, de falar do Metal. Isso nunca me atraiu e tornei-me numa pessoa que leva muito a sério o conteúdo lirico pois ele é a chave para entender uma banda e atestar se o que se procura é o entretenimento puro ou como voce diz e bem algo mais cultural. Não sei se procuramos promover algo em particular ou não, mas tentamos elevar os nossos textos a um estatuto mais poético, com vida para além da música. 


BD: Um fator interessante sobre “Extinct” é justamente as opiniões que ele despertou. Enquanto alguns preferem aquele lado mais agressivo e se sentiram decepcionados, outros adoraram o resultado final. Como se sentem com essa dualidade de sentimentos na recepção? E como a crítica especializada recebeu o CD?

Aires Pereira
Fernando: Não sentimos nada em especial. Estamos mais que habituados a não sermos nada consensuais e a ter de lutar pelo nosso lugar sempre com as nossas mudanças e imprevisibilidade musical e lirica. O consenso as pessoas guardam mais para as bandas Escandinavas ou Alemãs que nunca saem da zona de conforto e parecem mais que prestam um serviço do que fazem arte. A decepção dos fãs também é sempre algo por demais debatido e eu desprezo essa convicção de que ‘compramos’ o disco, queremos que ele seja assim ou assado. A independência é algo que cultivamos muito no aspecto criativo e temos pago o preço disso. Curiosamente, o "Extinct" foi um disco que arrebatou muita gente e até existe alguma consensualidade o que é surpreendente para nós rsrsrsrsrs... As criticas foram na sua grande parte excelentes e houve pouca campanha contra nós nas redes sociais. A qualidade prevaleceu. 


BD: Falemos um pouco do passado: até a chegada de “Wolfheart”, pouco se sabia da cena portuguesa de Metal. Mas depois dele, surgiram mais e mais bandas de seu país. Como se sentem sendo os pioneiros da cena lusitana?

Fernando: Nós não somos os pioneiros do Metal em Portugal. Existe toda uma história antes de nós, desde finais de 70, com grupos como Tarantula, Ibéria, Sacred Sin, RAMP. O que nós fizemos foi uma rutura com o espirito quase derrotista e local das bandas lusitanas. Queríamos mais, mais originalidade, não queriamos ser os Maiden locais ou os Metallica do bairro. Queriamos uma banda diferente e acabou por resultar contra todas as expectativas dos players da cena Portuguesa da altura. 


BD: Nesses mais de 20 anos dentro da cena mundial, vocês viveram muitas experiências, altos e baixos como todas as bandas passam. Se pudessem mudar algo, o que seria? 

Miguel Gaspar
Fernando: Fica dificil responder, porque acredito sinceramente que tudo o que aconteceu teve um lugar na nossa história como grupo. Mas, assim de cabeça. deveríamos ter nos livrado do nosso primeiro baixista mais cedo pois ele prejudicou muito a banda e gostaria de ter tido um produtor diferente no "Sin/Pecado". 


BD: Uma pergunta que muitos fãs fazem sempre: existe alguma possibilidade de algum dia, um novo trabalho do DÆMONARCH venha a ser lançado? Sim, pois “Hermeticum” teve uma boa aceitação até onde sabemos…

Fernando: Não me parece. DÆMONARCH sempre foi anunciado como coisa única, não me interessava perseguir esse conteúdo mais oculto e satânico porque cresci enquanto homem e claro fui descobrindo outras formas de estar, pensar, compor. Sei que foi um sucesso algo inesperado mas pelo menos ficou o testemunho de um disco bem épico e black metal que continua a fascinar muita alma negra. 


BD: Ah, sim: qual foi a motivação maior para o lançamento de “Under Satanæ”? 

Fernando: Essa motivação surgiu logo depois de concluirmos o "Under the Moonspell" em 1994. É um disco que nos deixou um amargo de boca porque apesar da sua originalidade e importância na cena, nós não conseguíamos, na altura, como músicos, tocar e representar em condições as nossas ideias. Por isso sempre achei que era um disco com o seu charme luciferino mas gostei muito de lhe poder pegar e fazer alguma justiça em 2007. 


BD: Não sei se conhecem, mas existe um tributo ao MOONSPELL feito todo com bandas brasileiras, “Em Nome do Medo - A Brazilian Tribute to Moonspell”. Chegaram a ouvir? E o que acharam da iniciativa? Existe alguma versão favorita na sua opinião?

Fernando: Sim, claro. Ficámos honrados pela homenagem e até surpreendidos pelo facto de a cena Underground Brasileira nos ter dado essa importância já que não somos, de todo, um nome influente no Brasil. Ficou um tributo muito equilibrado, que deu para ver o nosso universo bem diferente musical, do black ao death ao gótico. Destaco as versões de "Magdalene" do Ravenland; "Lickanthrope" por Raiser; a do Silent Cry, sem desprimor para o resto dos convidados claro!


BD: Voltando aos tempos atuais: o primeiro Single de divulgação de “Extinct” foi a música “The Last of Us”. Como se deu a escolha justamente dela para ser o Single de divulgação? E como foi que surgiu a idéia para o vídeo de “Extinct”? Poderia nos contar um pouco do conceito por trás dele? Aliás, permitam-me o elogio: o resultado final ficou ótimo.

Fernando: Nada de especial. Foi instinto. E risco pois é um tema bem mais rock que metal e que poderia induzir o fã em erro mas resultou super bem. Ainda hoje ao vivo se nota esse amor ao primeiro tema divulgado. O video do "Extinct" é sobre imperfeição e como ela é posta de parte no nosso mundo. O director Victor Castro teve essa noção e meteu um grupo opressor de mulheres caçando marginais, pessoas diferentes. Todo o video tem uma estética bem apocaliptica que é um universo que me fascina e tem essa influência dos filmes série B sobre cidades abandonadas. É um video que faz pensar e que inverte um pouco a lógica do mundo e nos confronta com um espelho da nossa reação perante a imperfeição e o domínio. 


BD: Finalmente, o MOONSPELL está voltando ao Brasil, dessa vez, para uma série de shows e também vão se apresentar no Rock in Rio. Como se sentem nessa volta, e quais as suas expectativas?

Fernando: São sempre boas. Apesar de não sermos um nome que encha ainda salas no Brasil sentimos uma ligação profunda, inexplicável com os nossos fãs Brasileiros que nos apoiam desde a primeira ida. A nossa estreia no Rio e ainda por cima no Rock in Rio é algo que nos deixa super orgulhosos pois assistíamos pela televisão aos momentos mágicos do Queen, Iron Maiden, Guns n Roses e agora, ainda que de forma bem mais modesta, estamos lá a respirar esse ar por mérito da nossa carreira. Também me fascinam ainda mais os concertos em sala, em clubes pois esse é o nosso elemento por excelência e visitar Curitiba pela primeira vez é fantástico, pois ouvi grandes maravilhas sobre essas cidade e claro o regresso a Rio Grande do Sul e a S.Paulo onde já vivemos momentos extraordinários dentro e fora do palco. Vai ser bom, espero que os fãs compareçam


BD: Agradeço demais pela entrevista, e por favor, deixe sua mensagem aos nossos leitores.

Fernando: A mensagem é mais um convite para ajudar a preservar a nossa existência como banda, dando sentido ao que fazemos. Não é fácil para uma banda Portuguesa levar a sua música seja onde for mas queremos muito impressionar neste tour e todo faremos para isso. Ficar em casa não é opção. Prepare to be extinct!

"Purgatorial" de Fernando Ribeiro, lançado no Brasil


O Metal Samsara gostaria de agradecer à Miky Ruta (Fame Enterprises) e a Luciano Piantonni (Lanciare - Assessoria de Imprensa, Comunicação & Entretenimento) por ter tornado esta entrevista possível.


Veja os vídeos de "Extinct" e "The Last of Us":








9 de set. de 2015

09/09/2015: News Metal Media



Lascia: selecionada para festival da NIG


A LASCIA acaba de ser confirmado como um dos grupos selecionados para o Time4Music Festival, organizado pela empresa NIG. O Festival está sendo organizado pela OLB produções, tendo como apoiador a empresa NIG

A banda é uma das 60 selecionadas dentre mais de 300 que se inscreveram.

“Esse evento é uma excelente oportunidade de mostrar e divulgar o trabalho da LASCIA, inclusive vamos executar duas faixas do novo álbum, estamos muito felizes e ansiosos.”


Paralelamente a LASCIA segue na finalização de seu novo single, ‘Jealousy’, que está nas mãos de ninguém menos que o produtor sueco Jakob Herrmann, que tem em seu currículo nomes como Europe, Machine Head e Evergrey.

A gravação foi feita no Brasil no estúdio Sunshine, na cidade de Santos. A produção deste lado do Oceano ficou a cargo dos integrantes Diego Franco e Débora Nunes. Já na Suécia acontecem a mixagem, masterização e coprodução no Top Floor Studio.

Ouça a música “Nightmare”:



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Gutted Souls: músicos comentam sobre processo de timbragem


O carioca GUTTED SOULS está de volta a São Paulo, mais precisamente no estúdio do produtor e baterista do Korzus Rodrigo Oliveira, para finalizar mais uma parte do processo de gravação de seu vindouro álbum.

Agora o foco total é no processo de timbragem das cordas, e ninguém melhor que os próprios músicos para comentar o que estão buscando:

“Timbres pesados e limpos, pois queríamos que as guitarras soassem os riffs com mais definição. Acho que isso define. Com uma cara só nossa, pois ouvimos muitas coisas legais e não queremos que as cordas soassem como algo que já foi feito por alguma banda.” – Wellington Ferrari.

“Eu estou buscando um timbre pesado e limpo, com muita clareza nos solos.” – Leandro Xsa

“Um timbre de baixo que soe orgânico, com definição e peso necessários pra compor os riffs com clareza e ao mesmo tempo dar sustentação à música.” – Marcos Medeiros

O GUTTED SOULS segue ao lado de Rodrigo Oliveira que além de produzir o disco, também está encarregado de registrar as linhas de bateria do vindouro ‘Oligarchy and the Illusion of Freedom’.


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Fonte: Metal Media

INSANE DEVOTION: banda comenta retorno das atividades





A volta de um do mais tradicionais nomes do Black Metal paranaense está sendo celebrada com entusiasmo, não só pelos saudosos fãs, mas pelos membros do INSANE DEVOTION.

“Nós nunca encaramos a banda como encerrada, mas por um motivo ou outro tivemos de ficar parados por alguns anos. Em 2011 o A. Maurício Laube (G/B/V) compôs as primeiras ideias para um novo álbum e começamos a produzi-lo. Foi um processo longo de gravação, mas hoje podemos mostrar o resultado de nosso trabalho“, comenta Fernando Nahtaivel.

Lembrando que a banda acaba de apresentar uma música de seu novo álbum. Com o título de ‘Obscure Blackened Night’, a música leva o ouvinte a experimentar várias das facetas propostas pelo grupo em seu vindouro trabalho.


O INSANE DEVOTION também anunciou o título do álbum, segundo da carreira: ‘Infidel’. A arte da capa também foi apresentada. O trabalho ficou por conta do artista Chris Cold (www.chriscold.me).



‘Infidel’ já está nos ajustes finais e está previsto para ser lançado entre setembro e outubro de forma independente.


Sites Relacionados:

Fonte: Metal Media

DREADNOX: banda lança cerveja artesanal em setembro - Dreamcatcher




Uma cerveja Weiss Premium inspirada no videoclipe e single do novo álbum do DREADNOX, "The Hero Inside”. Seu aroma de banana, combinado com leve toque de malte e trigo, harmoniza perfeitamente com Peixes, frutos do mar, salsichas e o melhor da cozinha alemã.

A nossa musa Amy e o grupo já aprovaram! E você? Vai uma Dreamcatcher aí?


Os integrantes do DREADNOX, apreciadores de cervejas artesanais, desenvolveram essa ideia quando descobriram que um amigo e fã da banda, André Aguilera, é mestre cervejeiro e dono da cervejaria artesanal Triskel, localizada na capital carioca – "uma grande parceria nasce!”, afirma o guitarrista Kiko Dittert, que acredita no sucesso da empreitada.

A Arte do rótulo foi desenvolvida pelo mestre Gustavo Sazes, que além de assinar os dois últimos álbuns da banda, realizou capas de grandes nomes do metal mundial como Morbid Angel, Arch Enemy e James Labrie.

Já as fotos ficaram a cargo do renomado Marcos Hermes, que além as fotos do último trabalho do DREADNOX, também possui trabalhos assinados com Sepultura, Iron Maiden, Metallica e Slayer.

Para fechar com chave de ouro este cast, a banda convidou a modelo e atriz Amy Stargher (que já protagonizou o clipe da banda) para interagir com a cerveja Dreamcatcher.

O seu lançamento está marcado para o dia 24/09, às 19h, no Bobinot Bistrô, localizado na Tijuca (RJ). Será um evento de degustação e muita interação com amigos e fãs da banda.

Não percam!



Fonte: Dreadnox

CRISIX: banda espanhola confirmada no Brasil em 2016





Os thrashers do CRISIX, uma das sensações do thtash metal da atualidade, estão confirmados no Brasil em 2016.

Os espanhóis terão datas na América do Sul, entre Fevereiro e Março, que serão divulgadas em breve.

Formado em 2011, em Barcelona (Catalonia), o CRISIX possui dois discos excelentes, “The Menace” (2011) e “Rise... Then Rest” (2013) – lançado no Brasil pela Urubuz Records, com bônus – com uma mistura explosiva de thrash, speed e crossover.


Eles estão trabalhando em seu terceiro álbum, que deverá ser lançado entre o final de 2015 e início de 2016.

A banda que é uma das fortes expoentes da “NWOTM”, traz em sua formação, Julián Baz (vocal), Albert Requena (guitarra), Marc Busqué "Busi" (guitarra), Dani Ramis (baixo) e Javi Carrión (bateria).


Assista o vídeo de “Rise... Then Rest”:


A produção é da Cronos Entertainment, responsável por tours de bandas, como Onslaught, Asphyx, Coroner, Entombed, Venom Inc, Skull Fist, entre outras.


Promotores interessados entrar em contato por email:




DATAS DISPONÍVEIS/Fechas Disponibles:

15 de Fevereiro a 15 de Março/ Feb 15th to Mar 15th.


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TARJA TURUNEN: confira o serviço completo da apresentação em São Paulo




A cantora TARJA TURUNEN volta ao Brasil no mês de outubro e já tem sete apresentações confirmadas. Os shows acontecem em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza, Salvador, Belo Horizonte e Recife.

A turnê que passa pelo País divulga o álbum solo “Colours in the Dark”, lançado em agosto de 2013, que já foi apresentado aos fãs brasileiros no ano passado com shows praticamente esgotados e de grande sucesso em Belo Horizonte, São Paulo e Rio de Janeiro.

A finlandesa Tarja Soile Susanna Turunen Cabuli ficou conhecida mundialmente ao integrar a banda Nightwish entre os anos de 1996 e 2005. Desde então ela se lançou em carreira solo e colocou quatro discos no mercado. Músicas como o sucesso "I Walk Alone", "500 Letters", "Die Alive" e "Victim of Ritual" são comentadas nas redes sociais como as mais aguardadas pelos fãs em todo o país.

Confira o serviço completo do evento em SP:

São Paulo – HSBC Brasil


Dia 24 de outubro de 2015

Abertura: Mad Old Lady

Horário: 22h00

Local: HSBC Brasil
Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antonio

Informações e compra de ingressos:
# BILHETERIAS HSBC BRASIL - Rua Bragança Paulista, 1281 / Chácara Santo Antônio.
(Horário de atendimento: segunda a sábado, das 12h às 22h e domingos e feriados, das 12h às 20h)

# COMPRA POR TELEFONE - Ingresso Rápido - Tel: 4003-1212
(Horário de atendimento: segunda a sábado, das 9h às 22h) 
(Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners);

# COMPRA PELA INTERNET
(Formas de Pagamento: cartões de crédito Visa, Mastercard, Credicard, Diners);

# PONTOS DE VENDA CAPITAL, INTERIOR E OUTROS ESTADOS

Taxa de Compra através da Ingresso Rápido
Compra em ponto-de-venda: 15% do valor do ingresso
Entrega em domicílio Grande São Paulo: R$ 15,00
Entrega em domicílio São Paulo Capital: R$ 10,00 
Retirada na bilheteria: R$ 5,00

Para a compra de ingressos para estudantes, aposentados e professores estaduais, os mesmos devem comparecer pessoalmente portando documento na bilheteria respectiva ao show ou nos pontos de venda da Ingresso Rápido. Esclarecemos que a venda de meia-entrada é direta, pessoal e intransferível e está condicionada ao comparecimento do titular da carteira estudantil no ato da compra e no dia do espetáculo, munido de documento que comprove condição prevista em lei.

BILHETERIA

Camarote R$ 280,00

Frisa R$ 240,00

Cadeira Alta R$ 200,00

Pista Vip R$ 260,00

Pista 1° Lote R$ 110,00

Pista 2° Lote R$ 130,00

* Clientes HSBC tem pré-venda exclusiva e 25% de desconto. O limite é de 04 ingressos por pessoa e a promoção não é cumulativa com outros descontos.

Capacidade: 4000 lugares
Censura: 14 anos (desacompanhados). Menores dessa idade somente acompanhados dos pais ou responsáveis.
Duração: Aproximadamente 1h30
Abertura da Casa: 2h antes do espetáculo
Estacionamento: Hot Valet (com manobrista) - R$ 25,00 (antecipado – adquirido junto com o ingresso) e R$ 30,00 (na hora)
Aceitamos dinheiro e cartões de débito e crédito (Visa, Mastercard, Credicard e Diners)
Não aceitamos cheques
Acesso para deficientes físicos
Ar condicionado




Marketing Artístico/Entretenimento
A/C Damaris Hoffman

Os curitibanos do DEVILSIN acabam de ser confirmados na abertura do show da vocalista Tarja em Porto Alegre!





Além de terem sidos confirmados na abertura do show da Tarja em Curitiba, ao lado da Semblant, a banda DEVILSIN foi anunciada na abertura do show em Porto Alegre. A banda no momento esta trabalhando no seu primeiro CD-EP intitulado “Dogs of War” que deve ser lançado até o final deste ano.

A cantora lírica finlandesa Tarja Turunem volta ao Brasil com a turnê do álbum “Colours in the Dark” que passará por 7 cidades.

A “Colours in the Road” começa pelo nordeste no dia 17 de Outubro em Recife, depois no dia 18 em Fortaleza, em seguida dia 21 em Belo Horizonte, depois segue para Salvador no dia 23, São Paulo no dia 24, Curitiba no dia 25 e encerra em Porto Alegre no dia 28.


Abaixo segue o serviço reduzido de Porto Alegre:

SERVIÇO TARJA EM PORTO ALEGRE
Bandas de abertura: DEVILSIN

Data: 28 de Outubro (Quarta-feira)
Local: Teatro do Bourbon
Endereço: Av. Túlio de Rose, 80 / 2º andar – Shopping Bourbon Country

Ingressos online: www.ingressorapido.com.br

Relização: Top Link



Fonte: X-PressON!
Assessoria de Imprensa
A/C André Smirnoff

TESTAMENT e CANNIBAL CORPSE: ingressos à venda para shows em SP, RJ, Curitiba e Porto Alegre




Turnê histórica pela América Latina acontecerá em novembro – fotos: divulgação

As bandas norte-americanas TESTAMENT e CANNIBAL CORPSE recentemente confirmaram, que irão protagonizar uma longa e histórica turnê pela América Latina. Esta é a primeira vez que estes dois respeitadíssimos ícones do metal mundial excursionarão juntos e dividirão o mesmo palco.

Os ingressos para as apresentações em Porto Alegre (17/11 – Opinião), Curitiba (18/11 – Vanilla Music Hall), Rio de Janeiro (20/11 – Circo Voador) e São Paulo (21/11 – Carioca Club) já estão à venda e apesar de ainda faltar dois meses, os fãs já estão se antecipando para garantir presença justamente para estas quatro exibições deste tão aguardado encontro de titãs. Mais informações no serviço abaixo ou no site http://www.liberationmc.com/tours.

Até o momento, a produtora Liberation MC confirmou as seguintes datas:

14/11 – Clube Português – Recife, Brasil
15/11 – Armazém – Fortaleza, Brasil
17/11 – Opinião – Porto Alegre, Brasil
18/11 – Vanilla Music Hall – Curitiba, Brasil
20/11 – Circo Voador – Rio de Janeiro, Brasil
21/11 – Carioca Club – São Paulo, Brasil
22/11 – Music Hall – Belo Horizonte, Brasil
24/11 – Groove – Buenos Aires, Argentina
25/11 – Teatro Caupolican – Santiago, Chile
26/11 – Embarcadero 41 – Lima, Peru
28/11 – Downtown Majestic – Bogotá, Colômbia
29/11 – Peppers Club – San José, Costa Rica
01/12 – Pabellon Oeste del Palacio de los Deportes – Cidade do México, México
02/12 – Teatro Studio Cavaret – Guadalajara, México

O TESTAMENT retorna ao Brasil, mais uma vez, com a turnê mundial que divulga o bem-sucedido álbum “Dark Roots Of Evil” (2012). O dream team formado por Chuck Billy (vocal), Steve DiGiorgio (baixo), Gene Hoglan (bateria), Eric Peterson (guitarra) e Alex Skolnick (guitarras) está preparando um repertório especial com as principais composições dos discos “The New Order”, “The Legacy”, “Practice What You Preach” e “The Formation of Damnation”.

Já o CANNIBAL CORPSE, considerado o maior nome do death metal mundial de todos os tempos, desta vez, chega para promover o álbum “A Skeletal Domain” (2014). Além das novas composições, George “Corpsegrinder” Fisher (vocal), Rob Barrett (guitarra), Pat O'Brien (guitarra), Alex Webster (baixo) e Paul Mazurkiewickz ( bateria) devem executar clássicos de “Eaten Back to Life”, “Tomb of The Mutilated”, “Gallery of Suicide”, “Evisceration Plague”, “Kill”, entre outros.


Links relacionados:

Serviço Porto Alegre

Liberation Tour Booking orgulhosamente apresenta Testament (EUA) e Cannibal Corpse (EUA)
Data: 17/11/2015 (terça-feira) 
Local: Opinião - www.opiniao.com.br
Rua José do Patrocínio,834
Abertura da casa:18h00
Infoline: (51) 3211.2838
Informações gerais: info@liberationmc.com
Classificação etária: Classificação etária: 14 anos

Valores:
Estudante: R$ 120,00 (desconto de 50%)
Lote Promocional: R$ 150,00 (este é um valor reduzido, por meio de promoção. Disponível por tempo limitado. Este ingresso pode ser utilizado por qualquer pessoa).
Inteira: R$ 240,00

Pontos de Venda:
Sem taxa de conveniência: Youcom – Bourbon Wallig, 3º piso. Fone: (51) 2118-1186.
Com taxa de conveniência de R$3,00:
Youcom – Bourbon Ipiranga, 1º piso. (51) 3204-5210.
Youcom – Shopping Praia de Belas, 3º piso. (51) 3206-5530;
Youcom – Barra Shopping, térreo. (51) 3206-5423.
Multisom – Andradas Rua dos Andradas, 1001 | loja 01/02. (51) 3931-5283.
Multisom – Shopping Canoas (AV. Guilherme Schell, 6750), loja 69/70 | (51) 3941-6211
Multisom – São Leopoldo (Rua Primeiro de Março, 821), loja 204 | (51) 3952-1310
Multisom – Novo Hamburgo (Av. Nações Unidas, 2001), loja 1002 e 1003 | (51) 3951-2212


Serviço Curitiba

Liberation Tour Booking orgulhosamente apresenta Testament (EUA) e Cannibal Corpse (EUA)
Data: 18/11 (quarta-feira)
Local: Vanilla Music Hall - www.vanillamusic.com.br
End: Rua Mateus Leme, 3690
Abertura da casa: 19h00
Infoline: (41) 3077-1208
Informações gerais: info@liberationmc.com
Classificação etária: 16 anos. Entre 14-16 anos apenas acompanhado de pai ou mãe.

Valores:
1º lote: R$ 120 (pista meia entrada/estudante/promocional*)
2º lote: R$ 150 (pista meia entrada/estudante/promocional*)
3º lote: R$ 180 (pista meia entrada/estudante/promocional*)
Camarote: entradas limitadas à venda pela internet.
*promocional para não estudantes. Doe 1 Kg de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada.

Venda de ingressos pela internet: www.clubedoingresso.com

Pontos de Venda:
Dr Rock: Praça Rui Barbosa, 765 - Shopping Metropolitan - Loja 04 – (41) 3324-0669
Túnel do Rock: Av. Marechal Floriano Peixoto, 34 - (41) 3322 9502


Serviço Rio de Janeiro

Circo Voador e Liberation Tour Booking orgulhosamente apresentam Testament (EUA) e Cannibal Corpse (EUA)
Data: 20/11/2015 (sexta-feira)
Local: Circo Voador
End: Rua dos Arcos S/N
Abertura da casa: 20h00
Classificação etária: 18 anos
Ingresso online: www.ingresso.com

Valores:
1º lote: R$ 120 (pista meia entrada/estudante/promocional*)
2º lote: R$ 150 (pista meia entrada/estudante/promocional*)
3º lote: R$ 180 (pista meia entrada/estudante/promocional*)
*promocional para não estudantes. Doe 1 Kg de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada.
Informações gerais: www.circovoador.com.br


Serviço São Paulo

Liberation Tour Booking orgulhosamente apresenta Testament (EUA) e Cannibal Corpse (EUA)
Data: 21/11/2015 (sábado) 
Local: Carioca Club - www.cariocaclub.com.br
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899
Abertura da casa:18h00
Infoline (11) 3813-8598
Informações gerais: info@liberationmc.com
Classificação: 14 anos

Ingresso online: www.clubedoingresso.com
Pontos de venda: Carioca Club e loja 255 (Galeria do Rock – 1º andar)

Valores:
1º lote: R$ 120 (pista meia entrada/estudante/promocional*)
2º lote: R$ 150 (pista meia entrada/estudante/promocional*)
3º lote: R$ 180 (pista meia entrada/estudante/promocional*)
Camarote: entradas limitadas à venda pela internet, na Loja 255 e no Carioca Club.
*promocional para não estudantes. Doe 1 Kg de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada.



A/C Costábile Salzano Jr.

JOHN WAYNE: banda lança novo álbum no YouTube







Há seis anos na estrada, com um EP homônimo e o disco “Tempestade” na bagagem, a banda JOHN WAYNE avança mais um passo. Após liberar duas músicas, a faixa título e “Quatro Velas”, a banda disponibiliza o novo álbum na íntegra no YouTube. “Dois Lados – Parte I” é o primeiro do grupo de metal com lançamento pela Deck e chega às lojas nessa sexta-feira (11).

O disco é composto por 10 faixas e foi produzido por Adair Daufembach. As letras, todas de autoria do guitarrista Rogerio Torres, propõem reflexões em bom e forte português. Entre os temas estão superação, o cotidiano, desafios, sofrimento e, claro, o inferno. Os arranjos primorosos e de muito peso, acompanhados do vocal potente de Fabio Figueiredo faz do disco um dos grandes lançamentos do gênero.

O grupo é um dos representantes no metal nacional na edição desse ano do Rock in Rio. A apresentação no festival será no dia 24 de setembro.



Para ouvir, acesse: 


Mais sobre JOHN WAYNE: www.johnwayne.com.br



Fonte: Ecoefeitos
A/C Aggnes Franco