16 de jul. de 2017

ANVIL - Anvil is Anvil (Álbum)


2017
Nacional

Nota: 8,8/10,0

Tracklist:

1. Daggers and Rum
2. Up, Down, Sideways
3. Gun Control
4. Die for a Lie
5. Runaway Train
6. Zombie Apocalypse
7. It’s Your Move
8. Ambushed
9. Fire on the Highway
10. Run Like Hell
11. Forgive Don’t Forget
12. Never Going to Stop


Banda:


Steve “Lips” Kudlow - Guitarras, vocais
Robb Reiner - Bateria
Christ Robertson - Baixo, vocais adicionais

Convidados:

Martin “Mattes” Pfeiffer - Vocais adicionais
Holger Thielbörger - Vocais adicionais
Christoph Kuhlmann - Vocais adicionais


Contatos:

Bandcamp: 
Assessoria: freeman@freemanpromotions.com (Jon Freeman)

E-mail: 

Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


O Metal canadense é uma das heranças mais importantes do Rock como um todo. Embora não tenha a expressão e fama dos cenários inglês, norte-americano e alemão, do Canadá vieram nomes imortais, famosos e criativos, que deixaram suas marcas no Metal em nível mundial. Mas uma verdade deve ser dita: embora muitos desconheçam, o Metal canadense nada seria sem o pioneiro, os “Mad Dogs” do ANVIL, a bigorna que forjou a ferro e fogo o cenário local no final dos anos 70. E mesmo com tantas dificuldades e apesar do tempo, o grupo continua ativo e selvagem, lançando agora seu décimo-sexto disco, intitulado singelamente de “Anvil is Anvil”, lançado no Brasil pela Shinigami Records.

O ANVIL não muda sua fórmula: é o mesmo bom e velho Hard’n’Heavy que fazem desde os anos 80, sem muitas firulas. Mas é sempre bem tocado, com muita melodia boa técnica (especialmente de Robb Reiner, um baterista fantástico), mas preocupado em soar sólido, coeso, como uma bigorna caindo nos cornos de qualquer um que duvide das convicções sonoras do trio. E uma particularidade: o ANVIL sempre vem com uma vocação a ser descompromissado com regras e capaz de divertir até a mais sisuda das múmias paralíticas.

Ou seja: não esperem nada de novo em “Anvil is Anvil”, mas quem precisa fazer algo de novo em uma carreira tão longa e cheia de glórias?

A sonoridade de “Anvil is Anvil” é muito boa. Martin “Mattes” Pfeiffer e o próprio grupo fizeram um trabalho muito bom, focando em uma produção sonora mais simples, direta e seca, priorizando o lado mais tradicional da música deles. A mixagem de “Mattes” e a masterização de Jacob Hansen foram perfeitas em deixar o ANVIL soando o mais simples e direto possível, mas com peso e deixando a sonoridade bem atual.

A capa é do próprio Robb Reiner, trazendo o tradicional símbolo do grupo, a famosa bigorna, diante de um espelho, afirmando que o ANVIL é o ANVIL, e não se fala mais nisso. O encarte é bem simples, sem muitas firulas, mas mais do que suficiente para entendermos as letras. 

A diversão é garantida em “Anvil is Anvil”, pois como dito antes, o estilo pesado, azedo e pegajoso do ANVIL não mudou. Arranjos bem feitos, vocais competentes, riffs grudentos, solos na medida, base rítmica sólida e com boa técnica, e fundindo tudo isso, é demais para o coração de qualquer headbanger que se preze.

Em 12 faixas muito boas, o nível musical é ótimo. Mas as melhores para as primeiras audições são a irônica e pesada “Daggers and Rum” (de arranjos simples, vocais e backing vocals em grande forma, além de riffs raçudos), a pesada “Up, Down, Sideways” (incrível como os vocais sabem ser irônicos e eficientes, mas quem dá um show são o baixo e a bateria individualmente), o peso-pesado mamutesco de “Gun Control” com seu andamento mais lento (uma das especialidades do trio, onde os riffs ganham mais peso, fora os solos e intervenções das guitarras), a técnica excepcional da bateria em “Die for a Lie” e suas conduções, a sedutora e mais veloz “Runaway Train” e sua solidez expressa entre base rítmica e guitarras (é uma das mais divertidas do disco), “Zombie Apocalypse” e sua vocação a hino do setlist (já que possui tempos lentos e bem grudentos, deve se tornar uma das prediletas dos fãs), a fogosa e mais trabalhada “Fire on the Highway” (belíssimo trabalho de bateria mais uma vez), a grudenta “Run Like Hell”, e a descompromissada e cheia de energia “Never Going to Stop” (bem cheia de uma pegada mais Hard’n’Heavy de primeira).

No mais, “Anvil is Anvil” mantém a tradição do grupo. E ANVIL é ANVIL, e não se fala mais nesse assunto!


EXORDDIUM - Leviatã (Álbum)


2017
Selo: Roadie Metal
Nacional

Nota: 7,8/10,0

Tracklist:

1. Oceano das Almas Perdidas
2. Leviatã
3. Hail
4. Irmãos no Metal
5. Coração de Aço
6. Brinde à Vida
7. Filhos da Noite
8. Dama das Sombras


Banda:


Eduardo Bisnik - Vocais
Fernando Amaral - Guitarras
Paulo César - Guitarras
Nicolas Cortelete - Baixo
Jailson Douglas - Bateria


Convidados:

Tom Leando - Guitarra solo em “Irmãos do Metal”, backing vocals em “Hail” e “Irmãos do Metal”
Tiago Alvez - Backing vocals em “Hail” e “Irmãos do Metal”
Rively Sanchez - Backing vocals em “Hail” e “Irmãos do Metal”
Roberto Reiter - Backing vocals em “Hail” e “Irmãos do Metal”
Rafael Amaral - Backing vocals em “Hail” e “Irmãos do Metal”
Fil Ferrer - Backing vocals em “Leviatã”, “Coração de Aço” e “Filhos da Noite”
André Cabelo - Teclados em “Leviatã” e “Dama das Sombras”
Marcelo Loss - Backing Vocals em “Dama da Noite”


Contatos:

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Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


O Metal dos anos 80 é apaixonante, uma vez que sua história de conquistas e glórias em meio a tantas dificuldades é de dar orgulho em muitos. Mas reviver aquelas sonoridades antigas é um dos piores desafios que se pode ter, já que o que está no passado lá deve ficar, embora nada proíba as bandas de rebuscarem aquele tipo de som e atualizá-lo, com a velha chama ardendo em uma forma nova. E apesar de algumas falhas, o EXORDDIUM (de Contagem-MG) é um desses que conseguem, pois “Leviatã”, seu segundo álbum, é bem interessante.

Ainda seguindo a mesma linha de “Sangue ou Glória”, disco de estréia de 2013, ou seja, aquele Metal tradicional da escola brasileira (que por sua vez recebe forte carga das escolas inglesa e germânica), o grupo mostra um trabalho musical muito bom, com boas melodias e arranjos, bom trabalho e termos de guitarras, baixo e bateria estão coesos e criando uma base rítmica bem pesada, e os vocais melhoram bastante em relação ao trabalho anterior (mas ainda podem melhorar ainda mais, pois o novo vocalista, Eduardo Bisnik, tem bons timbres, embora exagere nos agudos vez por outra). As canções melhoraram em muitos aspectos, pois a técnica da banda como um todo evoluiu.

Sim, o EXORDDIUM está muito bem, evoluiu e mostrou que tem espaço no cenário para eles.

O que o grupo ainda necessita em termos de evolução é a produção sonora. André Cabelo se esforça, verdade seja dita, mas a sonoridade do rupo ainda está muito crua, além do ponto em que deveria estar. Óbvio que se entende o que a banda está fazendo, soa pesado, mas essa crueza excessiva não lhes confere peso ou cria uma sonoridade orgânica, mas joga por terra todo um esforço da banda em termos de composição. Creio que da próxima vez, a banda poderia se deslocar para São Paulo ou Rio de Janeiro para gravar, mixar e masterizar dignamente seu trabalho. Ou então, buscar conhecer como bandas como UGANGA, SCOURGE e KROW fazem gravações ótimas na região do Triângulo Mineiro.

Em termos de arte gráfica, a capa e o encarte estão excelentes, com um visual bonito e diagramação bem inteligente, embora simples. 

Musicalmente, o quinteto sabe o que faz. Embora ainda possam ir mais longe (talento eles têm, fica óbvio ao ouvir “Leviatã”), o grupo soube pegar todos os clichês do gênero e soprar uma vida nova, buscando trazer algo novo e pessoal. Arranjos bem feitos, músicas com uma técnica simples (mas bem encaixada no contexto musical que criaram para eles mesmos), e muita melodia e peso.

O disco possui 7 canções (uma vez que “Oceano das Almas Perdidas” é uma instrumental de introdução), mas as que mais se destacam são: as boas variações rítmicas de “Leviatã” (que bom trabalho de baixo e bateria, além de um refrão forte e cativante), a força pesada e cheia de bons riffs de “Hail” e “Irmãos no Metal” (ambas são bem diferentes entre si, mas o trabalho das guitarras é muito bom, criando linhas melódicas sedutoras), a envolvente e sedutora “Coração de Aço” (as linhas pesadas com um jeitão Hard’n’Heavy são lindas, e os vocais estão muito bem, usando bem os timbres mais baixos), e as melodias mais evidentes das guitarras em “Filhos da Noite” (com um jeitão ACCEPT bem legal nos andamentos). 

A banda ainda pode fazer melhor. Essa idéia fica clara ao ouvir “Leviatã”, e da próxima vez, uma produção sonora mais limpa os faça atingir seu real potencial.

15 de jul. de 2017

SUNROAD - Wing Seven (Álbum)


2017
Nacional

Nota: 8,8/10,0

Tracklist:

1. Destiny Shadows
2. White Eclipse
3. In the Sand
4. Misspent Youth
5. Tempo (What is Ever)
6. Whatever
7. Skies Eyes
8. Day by Day
9. Craft of Whirlwinds
10. Drifting Ships
11. Brighty Breakdown
12. Pilot of Your Heart
13. Last Sunray in the Road


Banda:


André Adonis - Vocais, teclados, violão, baixo
Akasio Angels - Baixo, vocais
Netto Mello - Guitarras, violão, backing vocals
Fred Mika - Bateria, percussão, backing vocals


Contatos:

Site Oficial: 
Twitter: 
Bandcamp: 
Assessoria: http://roadie-metal.com/press/4145-2/ (Roadie Metal Press)


Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


Fazer o chamado Hard Rock no Brasil nunca foi uma tarefa muito simples. Fora a vocação extrema mais evidente de nosso cenário, o radicalismo leite com pera “manowariano” ainda é fortíssimo na mentalidade do fã brasileiro de Metal (por mais que seja ridículo e digno de pena, já que não faz sentido algum). Mas ainda bem que temos bandas excelentes nessa vertente, e mesmo algumas que o tempo não conseguiu desanimar. Bandas como o veterano quarteto SUNROAD, de Goiânia (GO), mostram o que a resistência é capaz em “Wing Seven”, seu mais recente disco.

Chegando 4 anos após “Carved in Time”, nesse disco novo a banda se mostra revigorada, fazendo o bom e velho Hard Rock pesado e melodioso, com um trabalho instrumental de primeira, vocais muito bons e tudo na medida certa. É ganchudo e envolvente, charmoso e pesado, elegante e com a classe de bandas como WHITESNAKE, mas agressivo e de personalidade. E isso, meus caros, é para poucos.

Em termos que qualidade sonora, ela está muito boa. Equilibrando peso, melodia e boa dose de agressividade, a produção soa seca e bem pesada. Um bom trabalho de Fred Mika e Netto Mello, embora a gravação esteja um pouquinho mais crua que o necessário.

Em termos de arte gráfica, a capa é bem caprichada, um trabalho ótimo de Rogério Paulo Menezes, enquanto o encarte, muito bem diagramado e com artes mais simples, é de Fred Mika. Mas tudo muito bom, dando enfoque ao que é mais importante: a música.

E música é algo que o SUNROAD tem. A acessibilidade musical da banda está em bom nível, e pode agradar a fãs não radicais de Rock’n’Roll como a fãs de Metal e Classic Rock, graças ao bom trabalho instrumental e vocal, arranjos bem feitos, e a técnica apenas suficiente para que a música alcance sua plenitude (sem exagerarem demais). E por isso, “Wing Seven” é tão bom.

São 13 músicas muito boas, todas com seu valor próprio, seu brilho de fascínio e peso. Mas as melhores são a ganchuda e pesada “Destiny Shadows” e seu jeitão sedutor envolto em ótimos riffs e solos de guitarra, além de um refrão de primeira, mesmos elementos que permeiam as acessíveis “White Eclipse” e “In the Sand” (ambas recheadas de momentos pegajosos e cada uma com seu devido refrão em alto estilo); a forte e com uma dose maior de peso “Whatever” (belo trabalho de baixo e bateria guindo os andamentos do grupo); a sensível e tocante “Skies Eyes” (justamente onde violões se fazem presentes e os vocais mostram como podem ser versáteis); a excelente “Craft of Whirlwinds” com sua doses equilibradas de azedume e acessibilidade musical (fora guitarras fantásticas); a sedutora e moderna “Brighty Breakdown” e seus tempos pesados e coesos (veja como baixo e bateria fazem um trabalho muito bom); e a longa e terna balada “Last Sunray in the Road” e seus arranjos lindos de piano e voz.

O SUNROAD realmente surpreendeu com “Wing Seven”, logo, hora de pensarem em voos mais altos, pois o Brasil merece ver uma banda dessa fazendo sucesso fora de suas fronteiras.

AXEL RUDI PELL - The Ballads V (Compilação)


2017
Nacional

Nota: 9,1/10,0


Tracklist:

1. Love’s Holding On
2. I See Fire 
3. On the Edge of Our Time
4. Hey Hey My My 
5. Lived Our Lives Before
6. When Truth Hurts
7. Forever Free
8. Lost in Love
9. The Line
10. Mistreated


Banda:


Johnny Gioeli - Vocais
Axel Rudi Pell - Guitarras
Ferdy Doernberg - Teclados
Volker Krawczak - Baixo
Bobby Rondinelli - Bateria

Convidados:

Bonnie Tyler - Vocais em “Love’s Holding On”
Mike Terrana – Bateria em “Lived Our Lives Before”
Doogie White - Vocais
Tony Carey - Teclados em “Mistreated”


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Texto: Marcos “Big Daddy” Garcia


O cenário da Alemanha já revelou bandas e músicos de tal forma que a escola germânica é reverenciada como uma das 3 mais importantes do mundo para o estilo, bem como é a base musical para muitos movimentos e subgêneros que surgiram desde que o SCORPIONS começou sua carreira, acendendo o estopim. Mas é impressionante como mesmo fórmulas antigas funcionam de maneira ótima nas mãos dos alemães. Um bom exemplo é o Hard/Classic Rock de AXEL RUDI PELL, e que por falar nisso, chega com “The Ballads V”, quinto volume de suas melhores baladas, e que acaba de sair aqui no Brasil pela Shinigami Records.

Na ativa com sua carreira desde 1989, após deixar o STEELER, Axel sempre buscou fazer um Hard/Classic Rock que é bastante influenciado aos trabalhos do DEEP PURPLE e RAINBOW (ele próprio mostrando uma técnica excelente nas seis cordas que tem aquela fusão entre a adrenalina do Rock e os toques clássicos, um referência a Ritchie Blackmore), mas com forte personalidade musical. As baladas refletem o lado mais sensível e introspectivo de seu trabalho, mas mostram elegância e muita versatilidade, não são as famosas “babas FM” que só servem para atormentar aqueles que possuem bom gosto musical. Além disso, supreendentemente, em “The Ballads V” tem-se algumas canções novas, que nunca haviam sido gravadas pela banda, e algumas ao vivo, bem como alguns covers.

Produzido pelo próprio Axel, o disco possui uma qualidade sonora de primeira, mesmo porque para poder tocar baladas, é preciso ter um alto nível de clareza instrumental. Mas ao mesmo tempo, fica evidente a força e potência do lado mais pesado do grupo. È um balanço perfeito de todos os aspectos musicais do grupo em um disco, verdade seja dita. E mesmo a captação sonora das faixas ao vivo é ótima. E para dar coesão ao disso, a masterização de Ulf Horbert fez seu papel perfeitamente.

A capa é um trabalho muito bem feito por Martin McKenna, dando aquele toque de classe no lado visual que caiu como uma luva com o contexto musical do disco.

Não dá para descrever a como a vitalidade e fluência musical flui de maneira espontânea e cheia de elegância nas canções de “The Ballads V”, mostrando que nas mãos de quem sabe o que faz, baladas se tornam uma forma perfeita de se expressar musicalmente, e não como um caça-níqueis oportunista. Se você pensou isso, sinta-se desafiado a ouvir o disco e manter essa opinião.

Falemos inicialmente do que é novo e inédito, que são o filé do álbum.

“Love’s Holding On” - Uma baladaça de primeira, cheia de melodias envolventes e clima ameno. E é uma canção tão bem feita que ainda conta com a presença da cantora Pop Bonnie Tyler nos vocais. E tudo faz com que ela soe grandiosa aos ouvidos, com pianos excelentes e muitos arranjos fenomenais de guitarra.

“I See Fire” - Aqui, temos uma versão do quinteto para um hit de ED SHEERAN, usado na trilha sonora do filme “O Hobbit - A Desolação de Smaug”. Aqui, ela deixou seu lado Folk de lado para ganhar arranjos de pianos excelentes, e partes pesadas com guitarras, baixo e bateria, sem contar belos toques de vocais femininos.

“On the Edge of Our Time” - Outra inédita da banda, que veio para dar ainda mais valor ao disco. Os vocais estão perfeitamente encaixados sobre a base instrumental, que deu mais enfoque aos teclados, justamente para manter o clima ameno. E que refrão dos diabos, que não sai dos ouvidos!

“The Line” - Inédita e ao vivo, duas coisas excelentes de uma vez só. Outra que segue o formato base calma-refrão pesado-base calma, mas de uma beleza ímpar. E que lindas passagens de teclados e guitarras (os solos são fantásticos). E que energia absurda nas artes pesadas.

Além dessas, não tem como não se emocionar com a versão para “Hey Hey My My” de NEIL YOUNG, “When Truth Hurts”, “Forever Free”, ou com a versão maravilhosa do quinteto para a clássica “Mistreated” do DEEP PURPLE, que ganhou uma vida toda nova nas mãos da banda (e o tempo de duração dela é próximo ao registrado pelo criador em suas versões ao vivo).

No mais, “The Ballads V” é um disco ótimo para se ouvir e relaxar diante das coisas estressantes de todos os dias.


14 de jul. de 2017

BROKEN JAZZ SOCIETY: grupo lança single do novo álbum



O power trio mineiro, BROKEN JAZZ SOCIETY, acaba de lançar "Mongret Cat", neste 13 de julho, dia mundial do rock.. O single é o carro chefe do álbum "Rubber Talk" que deve sair em agosto deste ano e sintetiza tudo o que é proposto pela banda musicalmente. Intensidade, peso e melodia se manifestam nos timbres graves e robustos vindos de uma guitarra expressiva e linhas de baixo e bateria firmes que remetem ao stoner rock moderno.  
Mateus Graffunder (guitarra/vocal), João Fernandes (baixo) e Felipe Araújo (bateria) se dedicaram ao novo álbum durante o primeiro semestre deste ano. Este é o segundo full-lenght da banda, tem nove faixas inéditas e foi produzido por Gustavo Vazquez (que também assina Hellbenders, Black Drawing Chalks e Macaco Bong) em Goiânia.

Descrições são imprecisas perto da experiência de ouvir. Então só dá para garantir uma coisa: é rock e deve ser ouvido alto. 




Mais Informações:

EDU FALASCHI: cantor estreia projeto solo com setlist irretocável e agora segue para SP e RJ

Repertório da “Rebirth of Shadows Tour” encantou aos fãs em BH com clássicos dos álbuns “Rebirth”, “Hunters and Prey”, “Temple of Shadows”, “Aurora Consurgens” e “Aqua” (foto: Iana Domingos).

O cultuado cantor, compositor, arranjador, produtor e multi-instrumentista Edu Falaschi, um dos músicos mais respeitados do heavy metal no Brasil e no mundo, finalmente deu o pontapé inicial na tão aguardada e histórica “Rebirth of Shadows Tour”.

O novo projeto solo do renomado frontman protagonizou, no último fina de semana, irretocável apresentação, em Belo Horizonte, ao executar um verdadeiro best of dos clássicos dos álbuns “Rebirth”, “Hunters and Prey”, “Temple of Shadows”, “Aurora Consurgens” e “Aqua”.

Em sua primeira turnê solo, Edu Falaschi traz um mágico e empolgante show ao lado de com dois antigos colegas e ícones do metal melódico, Aquiles Priester ( bateria – Hangar, Tony Macalpine, Noturnall) e Fabio Laguna (teclado – Hangar). Diogo Mafra e Raphael Dafras, do Almah, Roberto Barros, um dos melhores guitarristas da nova geração do metal nacional, completam o line-up.

“Foi uma grande emoção, experiência emocional e nostálgica, trazer de volta os bons sentimentos de uma era de ouro. Com certeza, todas as noites dessa turnê serão inesquecíveis”, declarou o ex-vocalista do Angra.


Vídeo001

O repertório que promete levar os fãs à loucura deve ser o seguinte:

Deus Le Volt! (intro)
Spread Your Fire
Acid Rain
Running Alone
Waiting Silence
Wishing Well
Angels and Demons
Caça e Caçador
Breaking Ties
Arising Thunder
Trem das Onze (Adoniran Barbosa)
Pegasus Fantasy (Cavaleiros do Zodíaco)
Late Redemption
Drum Solo Aquiles Priester
The Temple of Hate
Bleeding Heart
Millennium Sun
Heroes of Sand
Live and Learn
Rebirth
Nova Era

Sabendo da expectativa dos fãs, Edu Falaschi publicou recentemente mensagem falando sobre esta nova fase na sua gloriosa carreira em sua página oficial no Facebook. Confira em https://www.facebook.com/edufalaschi.officialpage/videos/10156266889239745.

Até então, “Rebirth of Shadows Tour” tem as seguintes datas confirmadas:

08/07 – Music Hall – Belo Horizonte/MG
21/07 – Teatro Rival Petrobras – Rio de Janeiro/RJ
23/07 – Carioca Club – São Paulo/SP
27/07 – Opinião – Porto Alegre/RS
28/07 – Bar da Montanha – Limeira/SP
29/07 – Casa das Dunas – São Luís/MA
30/07 – Clube Internacional – Recife/PE

Ainda há ingressos à venda para as seis exibições. Nas capitais paulista e fluminense, as entradas estão disponíveis pelo site do Clube do Ingresso http://www.clubedoingresso.com/edufalaschi-sp | http://www.clubedoingresso.com/edufalaschi-rj, além de pontos autorizados pela empresa em diversas localizações e cidades (http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar). Mais informações nos serviços abaixo.

Somando mais de 25 anos carreira, Edu Falaschi vendeu mais de 1 milhão de discos, gravou 16 álbuns, compôs cerca de 100 músicas, realizou várias turnês mundiais, especialmente no Japão, Europa, EUA e América do Sul, além de ter tocado nos mais importantes festivais como Rock in Rio, Wacken Open Air, Sweeden Rock, Monsters of Rock, Prog Power, Rock Machina, Gods of Metal, etc.

Em 2006, fundou o Almah, que rapidamente alcançou enorme sucesso internacional. O grupo já lançou cinco álbuns de estúdio e visa gravar o seu primeiro DVD. Uma das participações mais marcantes na carreira foi registrar a trilha sonora do desenho japonês Cavaleiros do Zodíaco.


Links relacionados:



SERVIÇO SÃO PAULO
Agência Prunus orgulhosamente apresenta Edu Falaschi “Rebirth of Shadows Tour”
Data: 23 de julho de 2017 (domingo)
Local: Carioca Club
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – próximo ao Metrô Faria Lima
Hora: 18h (portas) | 20h (Edu Falaschi “Rebirth of Shadows Tour”)
Show de Abertura: 19h (Attractha)
Classificação etária: 16 anos (14 e 15 anos: entrada permitida com responsável legal)
Duração: Aproximadamente 120 minutos
Estacionamento: nas imediações (sem convênio)
Estrutura: ar condicionado, acesso para deficientes, área para fumantes e enfermaria

SETORES/VALORES:
PISTA – R$ 60,00 (meia-entrada e promocional*) | R$ 120,00 (inteira)
CAMAROTE: R$ 100,00 (meia-entrada e promocional*) | R$ 200,00 (inteira)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento.

# Ponto de venda (sem taxa de conveniência – pagamento apenas em dinheiro):
Carioca Club: segunda/sábado: 12h à 20h

# VENDA ONLINE (com taxa de conveniência): http://www.clubedoingresso.com/edufalaschi-sp
Mais pontos de venda autorizados com taxa de conveniência: http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar



SERVIÇO RIO DE JANEIRO
MGB Entertainment orgulhosamente apresenta Edu Falaschi “Rebirth of Shadows Tour”
Data: 21 de julho de 2017 (sexta-feira)
Local: Teatro Rival Petrobras
End: Rua Alvim, 33/37 subsolo – Cinelândia
Hora: 19h30 (open doors)
Classificação etária: 18 anos. Menores de 18 anos: entrada permitida com responsável legal)
Duração: Aproximadamente 120 minutos

SETORES/VALORES:
PISTA – R$ 70,00 (meia-entrada e promocional*) | R$ 140,00 (inteira)
*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento.

# VENDA ONLINE (com taxa de conveniência): http://www.clubedoingresso.com/edufalaschi-rj
Mais pontos de venda autorizados com taxa de conveniência: http://www.clubedoingresso.com/ondecomprar

A/C Costábile Salzano Jr.

Severing Flesh: banda apresenta logotipo desenvolvida pela FUG DESIGN!


A nova banda paulista de Death Metal SEVERING FLESH acaba de apresentar seu logotipo.

A ilustração manual feita pelo artista Thiago Boller, do estúdio FUG DESIGN, mostra o espírito ‘old school’ que o grupo apresenta em sua musicalidade. Confira:


Formada em 2017 pelos músicos Rafael (guitarra e vocal), Raí (baixo) e Igor (bateria), o SEVERING FLESH se encontra em pré-produção do seu primeiro trabalho ainda sem previsão de lançamento.

Mais informações sobre a banda: igor.edi@hotmail.com

Contato FUG: contato@fugdesign.com
Contato para assessoria de imprensa e divulgação: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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OBSCURITY VISION: em teaser, banda divulga nome e capa de debut álbum!



Finalmente! O debut álbum da banda catarinense de Death/Black Metal OBSCURITY VISION está mais perto do que imaginamos.

Em sua conta oficial no YouTube o grupo divulgou um teaser com mais informações sobre o tão aguardado trabalho de estreia, bem como nome e capa, assista:



Intitulado “Dark Victory Day”, o vindouro álbum chega em comemoração aos 20 anos de criação da banda e está previsto para ser lançado ainda neste segundo semestre de 2017, com o suporte da SANGUE FRIO RECORDS, tanto no formato físico, quanto digital. Já a arte gráfica ficou a cargo do competente artista sueco Jan Pysander Whitney, confira:


Em paralelo, a banda afirma que em breve divulgará mais informações sobre o trabalho supracitado, como tracklist e data oficial de lançamento. Distros interessadas em saber como participar deste lançamento escreva para sanguefriorecords@sanguefrioproducoes.com.

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

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LA RAZA: lança o álbum "Bem-Vindos a La Raza" no Dia Mundial do Rock


A banda LA RAZA acaba de lançar seu novo álbum de estúdio "Bem-Vindos a La Raza" que está disponivel em todas as plataformas digitais desde quinta-feira, 13 de julho, no Dia Mundial do Rock, uma data importante para o LA RAZA.


"Bem-Vindos a La Raza" conta com as participações de Badauí (CPM22), Caio MacBeserra (Project46) e o rapper Xis. Formado pelo vocalista e letrista Alex Panda, Thiago Matricardi na bateria, Ticana na guitarra, Juninho no baixo e DJ Daimon nas pick ups, o LA RAZA está na estrada desde 2009 com a mistura que passeia por Suicidal Tendencies e Red Hot Chilli Peppers, além de muita música eletrônica de qualidade. 

O LA RAZA tem larga experiência ao vivo em vários palcos do Brasil onde já se apresentou ao lado de nomes como o Papa Roach, Limp Bizkit, Planet Hemp, Raimundos, Sum 41 e Suicidal Tendencies.

O novo trabalho foi gravado no Family Mob e Wah Wah Studios, de São Paulo, e mixado e masterizado no NRG Recording Studios em Los Angeles, por onde já passaram artistas como Jay-Z, No Doubt e Incubus; na icônica Sala B, onde discos como “Follow The Leader” do KoRn e o multiplatinado álbum de estreia “Hybrid Theory” do Linkin Park foram concebidos. 

A banda que já vem ganhando força na cena nacional prepara turnê em suporte ao novo trabalho e já alguns shows importantes na agenda de 2017.

Outras informações:

DIEGO RICHARD: confirmado como abertura da passagem de Edu Falaschi por Recife


O guitarrista DIEGO RICHARD é um dos artistas confirmados na passagem da nova turnê mundial de Edu Falaschi por Recife, Pernambuco.

O evento acontecerá no próximo dia 30 de julho, no Clube Internacional, às 16h00, com ingressos fixados em R$60,00.

Em paralelo, DIEGO RICHARD confirmou, recentemente, os primeiros convidados especiais, que farão parte das gravações do seu debut álbum solo.

O atual time montado por Diego conta com Edu Ardanuy (ex-Dr.Sin), Felipe Andreoli (Angra), Marcelo Barbosa (Angra, Almah), Marcelo Moreira (Circle II Circle), Juninho Afram (Oficina G3), Alexandre Aposan (ex-Oficina G3, 4Action), Mito Pascoal (Novo Som), Tassio Guilherme, Tayrone Gomes e Daniel Felix.

O material, que ainda não possui título definido, será lançado no Brasil no segundo semestre de 2017, através da Alternative Music Records, com distribuição da Voice Music.

Para mais informações sobre as atividades do guitarrista DIEGO RICHARD e dos demais clientes da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

NEWSONIC: confirmado novo show na capital carioca


A banda carioca NEWSONIC confirmou mais um show no Rio de Janeiro, em suporte ao seu vindouro segundo álbum “Vorax”.

Desta feita o grupo se apresentará no Centro da Música Carioca, no próximo dia 28 de julho às 19h30, com ingressos fixados em R$10,00 (meia) e R$20,00 (inteira).

Em paralelo, a NEWSONIC se prepara para desembarcar em terras lusitanas no próximo mês de setembro. A tour passará por Lisboa, Braga, Porto, Coimbra e demais localidades a confirmar.

Durante a tour, a banda apresentará material do álbum “Novos Rumos”, lançado em 2014, e também do seu próximo registro, “Vorax”, já em processo de gravação e que será lançado no Brasil através da Alternative Music Records.

Para mais informações sobre as atividades da banda NEWSONIC e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.

THE UNDEAD MANZ: sucesso em show de lançamento do seu debut álbum


A banda sulista THE UNDEAD MANZ realizou o show de lançamento do seu debut álbum, “The Rise Of The Undead”, que aconteceu no último dia 17 de junho, para o público de Criciúma e região.

Segundo o vocalista e guitarrista Z: “Estamos muito felizes com a receptividade do nosso álbum, e o show que realizamos foi uma grande celebração. Gostaríamos de agradecer aos presentes, e esperamos levar em breve, nosso som, para mais e mais palcos do país”.

“The Rise Of The Undead”, foi lançado pela MS Metal Records no primeiro semestre de 2017, com distribuição da Voice Music, que englobará tanto as lojas especializadas, quanto MegaStores.

O referido trabalho também contará com sua versão digital, a ser distribuída mundialmente através da CD-Baby.

Para mais informações sobre as atividades da banda THE UNDEAD MANZ e dos demais artistas da empresa, basta entrar em contato com a MS Metal Press através do e-mail contato@msmetalagencybrasil.com.