14 de set. de 2015

14/09/2015: NEWS Metal Media



Rhestus: confira música retirada do DVD ‘Games At War’


Para quem ainda não conferiu o DVD ‘Games At War’ do RHESTUS e está curioso para ouvir como a banda está soando no trabalho, o grupo catarinense disponibilizou mais um faixa em áudio do trabalho.

A música escolhida é ‘Trivial Pieces of Meat’, originalmente lançada no álbum ‘Games Of Joy… Games OF War!’, uma das mais ferozes da carreira do grupo. Para ouvir basta baixar a compilação de bandas da Metal Media gratuitamente:


‘Games At War’ é fruto de um esforço massivo em conjunto entre a banda e os fãs que compraram o trabalho antes mesmo dele ficar pronto para que o grupo pudesse levantar o valor da prensagem.

O DVD celebra os mais de 20 anos de caminhada do RHESTUS e está repleto de atrações, além do show principal, o programa do DVD ainda conta com muitas outras atrações bônus.

Do trabalho também foi retirado um videoclipe para música ‘Bullet In Point’.


O trabalho já está à venda diretamente com a banda por e-mail, pelo Facebook oficial e futuramente pelo site da banda. Lojistas e Distros interessadas, a banda tem valores especiais para parcerias.


Sites Relacionados:



Angry: na compilação Sound Devastation


O ANGRY é uma das bandas participantes da compilação organizada pela empresa R&F Divulgações.

O compilado leva o título de ‘Sound Of Devastation’ e conta com o seguinte lineup:

0 – Sound Devastation (R&F Divulgações)
1 – ABSOLEM – Not Even All Pain
2 – ATTOMICA – Wanted
3 – ANGRY – Future Chaos
4 – CIMITARRA – Sentença de Morte
5 – LACERATED AND CARBONIZED – Awaker The Thirst
6 – SAVANT – No Hope
7 – TRATOR BR – Ferroadas
8 – UNEARTHLY – The Unearthly


O trabalho está disponível por streaming no You Tube, para ouvir, visite:


O ANGRY segue divulgando seu álbum ‘Future Chaos’. O trabalho foi citado entre os melhores de 2014 pelo site Arena Metal PE e pelo site chileno Headbangers Latinoamerica.

No Brasil, o álbum recebeu excelentes críticas da mídia especializada, como “Bastante versatilidade e habilidade” (Combate Rock), “Excelente trabalho” (Whiplash), “Promessa do Thrash Metal nacional” (Mondo Metal), “Uma das melhores novidades da cena no Brasil” (Heavy Metal Brasil), entre outras.

Confira todas as resenhas acessando: www.metalmedia.com.br/angry

Um videoclipe também pode ser conferido:



Sites Relacionados:



Armahda: entrevista hoje para o Programa Porrada


O ARMAHDA é a banda entrevistada do Programa Porrada de hoje que vai ao ar pela Webradio Rocknation.

Sempre com um papo descontraído, os apresentadores Amado (Programa PORRADA) e Henrique Buffa (A Hora do Buffa), e os músicos Maurício Guimarães e Renato Domingos falam a respeito da cena Underground, dos lançamento nacionais, e muito bate-papo.

O Programa PORRADA irá ao ar nesta segunda-feira dia 14 de setembro às 21h pela: www.rocknation.com.br

O Programa A Hora do Buffa, que vai ao ar na terça-feira dia 22 de setembro, também conta com a participação de Maurício e Renato.


Sites relacionados:



Fonte: Metal Media

PANZER: entrevista em áudio para o Programa Rock On




O PANZER concedeu uma entrevista para o programa Rock On, apresentado por Geovani Vieira, Alan Silva e Nina Stillo.

Na entrevista, o baterista Edson Graseffi foi até o estúdio do programa, onde falou sobre histórias, fatos e curiosidades sobre a banda.



Para ouvir o programa, acesse:



Sites Relacionados:



Fonte: Metal Media

Tim “Ripper” Owens: Veja as informações do show no RJ, 29/10




O lendário vocalista se apresentará no RJ no dia 29/10, no Rock Experience (Rua Riachuelo, 20 - Lapa. Tel: (21) 2222-2334).

Em seu show, estarão os clássicos das bandas onde passou, como, Judas Priest, Iced Earth, Yngwie Malmsteen, entre outras.

Siga a página do evento no Facebook:



A produção deste evento é da Open The Road e da Scelza Produções




Serviço:

Tim "Ripper" Owens
Dia 29 de Outubro de 2015 - (Quinta Feira)
Local: Rock Experience Club (Rua Riachuelo, 20 - Lapa. Tel: (21) 2222-2334)
Abertura da casa: 20hs
Tim "Ripper" Owens: 21hs

Compre seu ingresso agora:

Link de compra: http://goo.gl/TDde3f


Ingressos/ Valores:

R$ 80 (Meia estudante *)
R$ 80 (Promocional ** / Lote limitado)
R$ 160 (Inteira)


Online (com taxa de conveniência)




Sem taxa de conveniência

Postos de venda (somente em dinheiro):

Sempre Música (Ipanema): 3437-6306

Sempre Música (Catete): 2323-6121

Hard n Heavy (Flamengo): 2552-2449

Headbanger (Tijuca): 2284-1034

* Meia estudante: válido para estudantes, professores da rede pública, idosos acima de 65 anos, deficientes, todos com documento comprobatório do ano letivo

** Ingresso Promocional: Quando disponível, trata-se de um lote promocional, destinado a divulgar o evento e que serve para qualquer pessoa.



Fonte: Lanciare

Rotten Pieces - Rot in Pieces (EP)


2015
Independente
Nacional

Nota 8,0/10,0



Texto: Marcos "Big Daddy" Garcia


Fazer a mistura Death + Thrash Metal está em voga no Brasil, devido à tradição do gênero por aqui, e porque o Thrash Metal está em um pico de popularidade bem elevado (e acaba arrastando este mix junto). É legal ver que muitas bandas surgem, algumas com muito a dizer, outros nem tanto, mas a seleção natural acaba ajeitando as coisas. E é bem legal ver uma banda jovem como o trio ROTTEN PIECES, de São Paulo, explodindo as caixas de som com seu primeiro EP, "Rot in Pieces".

Ao ouvir a banda, percebe-se claramente influências como SEPULTURA da fase "Schizophrenia"/"Beneath the Remains" e SLAYER, mas ainda surgem uns toque de certo refinamento, algo vindo da experiência de seus integrantes (o baixo mesmo não é um mero coadjuvante, como vemos ocorrer com freqüência no Metal extremo), ou seja, apesar do gênero ser muito explorado, esse trio resolveu fazer as coisas do jeito deles, e assim, conseguem mostrar uma personalidade bem interessante.

A produção sonora acertou a mão. Está pesada e muito clara, e nada suja como muitos acham essencial ao estilo (por favor, ser pesado e distorcido não implica em um trabalho malfeito de mixagem ou escolha de timbres). É bruto e explosivo, mas claro para podermos apreciar a técnica individual de cada um dos integrantes. E a arte da capa pode sugerir uma simplicidade que não faz parte do trabalho deles. É boa, mas a banda merecia bem mais em termos artísticos.

O ponto forte do ROTTEN PIECES é a unidade, a capacidade da banda soar coesa e agressiva, mas sem deixar de ter um bom nível técnico e arranjar bem suas composições, sem perder a visão do que eles querem de sua música ou ficar sem espontaneidade.

"Rot in Pieces" tem uma longa introdução, mas logo vira uma pedrada, com boas alternâncias de tempos, não nos permitindo ficar entediados, com um belo trabalho de baixo e bateria. Em "Hell Soldier", o andamento é mais rápido e empolgante, levando a cabeça a balançar, mas não se iludam, pois há uma técnica muito boa, em especial nos arranjos de guitarras. E novamente as guitarras se destacam na azeda e agressiva "The Refuge of the Suicidals", um pouco mais lenta que as anteriores, com riffs insanos e solos caprichados onde a cadência reina. A agressividade fica mais evidente na destruidora "Blood for Freedom", onde o vocal gutural mostra boa dicção e se encaixa bem na colcha instrumental do grupo, mas reparem também como a bateria está em grande forma, guiando a base rítmica da banda (com ótimo uso de dois bumbos). "Pure Words" é um ataque com boa dose de velocidade, onde a influência do lado mais bruto do Thrash Metal fica exposta, mas com bom nível técnico. E fechando, temos "Colony", outra com velocidade mediana, ótimos vocais e presença forte do baixo.

No geral, se percebe que o ROTTEN PIECES é uma bela revelação, e como ainda são bem jovens (a banda só tem dois anos), tende a se tornar grande em breve, bastando saber usar bem as armas que possuem.

Ponho fé sem medo, e aproveitem, pois o EP está disponível no Soundcloud da banda.




Músicas:

01. Rot in Pieces
02. Hell Soldier
03. The Refuge of the Suicidals
04. Blood for Freedom
05. Pure Words
06. Colony


Banda:


Leo Morales - Baixo, vocais 
Lucas Bertagia - Guitarras
Davi Menezes - Bateria

Contatos:

Roadie Metal (Assessoria de Imprensa)

Festival Banana Progressyva apresenta Vivendo do Ócio neste sábado, em SP



Banda é atração da terceira edição comemorativa dos 40 anos de realização do festival que embalou a noite paulista – foto: divulgação

Após receber as apresentações dos renomados Vanguart, O Terno e Selvagens à Procura de Lei, o histórico festival Banana Progressyva promove, neste final de semana, a 3ª edição comemorativa dos 40 anos de realização do evento que embalou a noite paulistana e revelou grandes nomes do rock nacional.

A próxima atração deste ilustre projeto tem como protagonista o Vivendo do Ócio, um dos principais expoentes do novo rock brasileiro. O grupo toca, neste sábado (19/09), no Superloft, novo complexo multicultural projetado dentro de 40 containers que juntos pesam 200 toneladas, em São Paulo.

Com o melhor do indie rock, Jajá Cardoso (vocalista e guitarrista), Luca Bori (baixista), Davide Bori (guitarrista) e Dieguito Reis (baterista) também prometem agitar a casa com hits como “Nostalgia”, “Bomba Relógio”, “Silas” e “Nem sempre tão normal”.

Após percorrer diversos países, a banda volta a tocar na capital paulista com o show “O Pensamento é um Imã”, além de já promover “Selva Mundo”, 3º álbum da carreira dos baianos. Este trabalho é resultado de um projeto de financiamento coletivo, que conta com a produção de Fernando Sanches, e participação de diversos artistas como Pepeu Gomes e Lirinha (Cordel do Fogo Encantado).

A discotecagem fica por conta de Fabricio Bizu, do projeto Psicodelia Brasileira, que preparou um especial do Jimi Hendrix.

Os ingressos continuam à venda pela internet (www.eventick.com.br) ou antecipado na Galeria do Rock (loja 255); e custam a R$ 20,00 (1º lote antecipado meia), R$ 40,00 (1º lote antecipado inteira) e R$ 50,00 (antecipado – lote promo Heineken inclui 01 ingresso + 02 cervejas).

Formada no final dos anos 2000, o Vivendo do Ócio rapidamente despertou a atenção de novos fãs e da MTV. Em 2011, a banda dividiu o palco do Itália Wave com Lou Reed e Kaiser Chiefs. No ano anterior, foi convidada para tocar no Brazilian Day, em Londres. A banda também participou do “mocumentário” (mistura de documentário e ficção) italiano “Vive Le Rock”, em 2013, dirigido por Alessandro Valenti, que estreou no XIV Festival de Cinema Europeu.

A casa – Totalmente posicionado na vanguarda dos grandes centros que apostam na cena “underground”, os 450 m² do Superloft foram totalmente concebidos com o propósito de ofertar uma superestrutura adequada para receber qualquer tipo de entretenimento, desde exposição de artes, shows e baladas.

A quarta edição contará com a apresentação da banda santista Bula. Mais informações em https://www.facebook.com/BananaProgressyva.


HistóricoRealizado em 1975, o Banana Progressyva reuniu a nata rock e da música alternativa brasileira e se tornou um evento multicultural, com música, exposições de artes plásticas, fotografia e cinema. O Auditório da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo, foi palco de quatro ensandecidas noites. O festival, fruto de uma viagem criativa do renomado Fernando Tibiriçá, foi uma verdadeira festa que reuniu alguns dos maiores nomes do circuito nacional como Veludo, Quarto Crescente, Bandolim, Som Nosso de Cada Dia, Montanhas, Edson Machado & A Rapaziada, Vímana (formado por Lulu Santos, Ritchie e Lobão), Burmah, Apokalypsis, Biscoito Celeste, A Bolha, Manito, Erasmo Carlos e Cia Paulistana de Rock, Hermeto Pascoal, Barca do Sol, Jazzco e Terreno Baldio.

Organizado e produzido por Fernando Tibiriçá, que já promovia diversos agitos na capital paulista, o Banana Progressyva foi um sucesso de bilheteria e desencadeou outras temporadas em diversos teatros da cidade. Inclusive, reza a lenda que, em uma das edições no Teatro Bandeirantes, Gilberto Gil mandou uma versão samba de “Satisfaction”, dos Stones, que deixou a plateia boquiaberta.

Links relacionados:


Serviço São Paulo

Banana Progressyva 2015 apresenta Vivendo do Ócio
Data: Sábado, 19 de setembro
Local: Superloft
End: Rua Cardeal Arcoverde, 2926 (próximo ao Metrô Faria Lima)
Hora: das 18h às 23h
Classificação indicativa: 14 anos


Valores:
R$ 20,00: antecipado – 1º lote meia
R$ 40,00: antecipado – 1º lote inteira
R$ 50,00: antecipado – lote promo Heineken (inclui 01 ingresso + 02 cervejas heineken)

Ingresso online: www.eventick.com.br
Ponto de Venda: Galeria do Rock – Loja 255: Rua 24 de Maio, 62 – (11) 3361-6951

INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
– Ingressos sujeitos a disponibilidade de acordo com capacidade do complexo.
– Só é permitida a entrada apresentando documento oficial com foto recente (RG, CPTS, CNH, passaporte, etc.)
– Os ingressos são limitados a nossa lotação e garantem o acesso.
– O ingresso é individual e intransferível.
– O acesso ao complexo se encerra as 20h.
– Nomes na lista não garantem o acesso.
– Atingida a lotação, operamos em sistema rotativo (sai-entra).
– Os lotes promocionais não ofertam meia entrada por incluir serviços agregados não previstos na legislação.

Formas de pagamento: Cartões crédito, débito e/ou dinheiro | Não aceitamos cartões ELO.

Patrocínio: Desperados
Apoio: Absolut Vodka, TNT Energy Drink, Jameson, Beta Labs e PROAC



A/C Costábile Salzano Jr.

22/10/2015: NEW BAND - Campina Grande Motofest - Parque do Povo - Campina Grande (PB)




Atrações: New Band
Quando: 22 de outubro de 2015
Onde: Parque do Povo
Endereço: Campina Grande - Paraíba
Horário: 00:00 horas

Ingressos/valores:
02 quilos de alimento.

Este evento é uma produção de:
Campina Grande Moto Fest



Fonte: PRESS RTV
Assessoria de Imprensa e Comunicação

BRAVEHEART: banda lança novo álbum hoje




A banda de Southern Heavy Rock BRAVEHEART lançou seu novo álbum hoje, dia 14 de Setembro de 2015.

"Dedicated to my Heart” está disponível em todas as mídias streaming do mundo! Procure braveheartrock no Spotify, Soundcloud, Deezer, Rdio, Itunes, Code Cards, escolha a melhor forma e escute, faça o download. O álbum é denso, emocional, mas acima de tudo, BRAVEHEART.



O álbum foi produzido em Curitiba pelo Vinicius Braganholo e BraveHeart no Nicos Studio em Junho de 2015. Desde Julho, a banda tem disponibilizado em seu canal do youtube (www.youtube.com/braveheartband) uma série de documentários falando a respeito do novo álbum, e agora, o álbum pode ser escutado na íntegra. A masterização ocorreu na Califórnia pelo estúdio Unison Music pelo produtor e engenheiro de som Ryan , que trabalhou nos últimos álbuns do The White Buffalo (uma das maiores referências da banda para este trabalho).



BRAVEHEART: Heavy Rock Band

@braveheartrock

LACERATED AND CARBONIZED: banda está encerrando as gravações de novo álbum




Banda está em estúdio gravando o sucessor do elogiado álbum “The Core Of Disruption” – foto: divulgação

A banda LACERATED AND CARBONIZED já começa a demonstrar sinais de que o sucessor do elogiado “The Core Of Disruption” tem todos os ingredientes para superá-lo. Com o prestígio de ser considerado um dos principais nomes do metal extremo sul-americano, o grupo segue no HR Studios, no Rio de Janeiro, finalizando as gravações do seu próximo disco de inéditas.

O álbum, ainda sem título definido, conta produção da própria banda em parceria com o músico e o engenheiro de som Felipe Eregion (Unearthly). Recentemente, Caio Mendonça finalizou a gravação de todas as guitarras.

"Estamos tocando mais rápido e com mais pressão. Nunca fizemos riffs tão marcantes quanto estes e nossa performance não poderia estar melhor. Será um soco na cara atrás do outro!", declarou o artista.

Confira um trechinho das gravações de Caio Mendonça:


A expectativa de Jonathan Cruz (vocal), Caio Mendonça (guitarra), Paulo Doc (baixo) e Victor Mendonça (bateria) é apresentar 13 composições repletas de peso e agressividade. A mixagem e masterização terá novamente a assinatura do renomado Andy Classen (Krisiun, Destruction, Belphegor, Tankard, Holy Moses, entre outros).

O último álbum do LACERATED AND CARBONIZED foi o elogiado “The Core Of Disruption”. Este trabalho foi considerado um dos melhores discos de 2013, segundo a imprensa especializada brasileira, e rendeu aos cariocas a realização de diversos shows pelo país, além de uma longa série de apresentações pela Europa.

Links relacionados:



A/C Costábile Salzano Jr.

SILVER RAZOR: Renomado frontman é anunciado




Um dos destaques e aposta do Metal brasileiro, a banda SILVER RAZOR, apresenta novo fontman. Trata – se do vocalista Kiko, destaque entre o meio do metal por ser vocalista da banda Prowler (Iron Maiden Cover), que apresenta notória semelhança com o vocalista Bruce Dickinson. A noticia da saída do vocalista Marcio Bastos que esteve presente no belíssimo e bem criticado Ep da banda pegou o publico de surpresa. De acordo com os próprios integrantes da banda o vocalista e eterno “brother of Metal” Marcio Bastos deixa os vocais para dar prioridade a seguimentos como família e trabalho, tudo aconteceu de forma amigável e consentida. 

Há uma espera e curiosidade por parte do público para saber como as músicas antigas e novas composições vão se apresentar, fato que se dá pela entrada do novo vocalista, que é considerado um grande talento musical. 

Contato para shows e assessoria: www.sanguefrioproducoes.com/contato

Sites Relacionados:



ARANDU ARAKUAA: banda lança novo Lyric Video





A banda ARANDU ARAKUAA lançou recentemente lyric vídeo para a música "Padi" ("Tamanduá" no idioma Akwẽ Xerente), faixa inédita do seu segundo full length "Wdê Nnãkrda" (tronco de árvore na língua Akwẽ Xerente).

A letra da música é baseada na história de como surgiu o Tamanduá para os indígenas Akwẽ Xerente do estado do Tocantins, animal muito importante no folclore e na alimentação daquele povo.

Na introdução da música se destaca o uso da flauta indígena Uruá, além de todos os demais elementos que mostram bem a mistura de heavy metal, música indígena e regional brasileira tão característica da banda.


"Wdê Nnãkrda" foi produzido, mixado e masterizado no Broadband Studio em Brasília por Caio Duarte (Dynahead), e será lançado de forma independente no Brasil em setembro de 2015.

ARANDU ARAKUAA NAS REDES SOCIAIS:


Mini Documentário: FORCAOS, "onde o Heavy Metal encontra a Cultura"





Descrição: Forcaos

Podemos tirar vários ensinamentos deste festival que já consolidou-se como um dos mais importantes do país. Não pelo seu tamanho ou por suas atrações calcadas na música underground nacional, mas pelo exemplo de como se organizar juridicamente para conseguir reivindicar direitos dentro da organizações governamentais.

Falamos e reclamamos muito de falta de apoio dentro da cena Heavy Metal no Brasil, mas pecamos muito por não estarmos organizados documentalmente para conseguirmos nossos recursos. Lógico, nada é fácil, até mesmo estando organizados a luta é árdua, mas as chances aumentam muito.

Podemos notar claramente neste documentário que a busca pelo apoio não é simples, mas existe uma fórmula, a organização, principalmente. 

Todos os depoimentos contidos neste trabalho foram coletados durante o Forcaos 2015, onde coletei opiniões dos envolvidos com o evento, que nos contaram como lutaram e como continuam lutando para que os espaços públicos, os centros culturais, possam abrir as portas para o Heavy Metal e fazer com que os headbangers de Fortaleza e região possam permanecer inseridos no contexto cultural diariamente.

Confira e tire sua conclusões e principalmente inspirações para que este modelo possa se alastrar pelo Brasil.

A/C Clinger Carlos

12 de set. de 2015

RISING: banda paulista resgata sonoridade setentista em primeira demo




Formada em 2013 na cidade de Itaí (SP), por Zélão Baal, a banda RISING desde sua formação inicial teve como mote resgatar sonoridades Hard e Heavy dos primórdios, especificamente dos anos setenta, tal como muitas bandas do cenário Stoner vêm fazendo atualmente. Dentro dessa proposta, seu nome deriva do álbum do Rainbow, uma das suas referências.

Diante da dificuldade de encontrar parceiros para a banda, Zélão levou seu projeto para São Paulo, onde entrou em contato com o guitarrista Angelo Conceição, que abraçou a proposta e acabaram formando entre eles uma parceria que se mostrou bastante frutífera. “Nossas ideias trabalharam em perfeita sintonia desde o princípio”, afirma Zélão. “Novas músicas surgiram, com o passar dos meses, tendo essa proposta vintage”, conclui.

Ao longo do ano de 2014, a dupla se concentrou em compor o material tendo em vista o lançamento de seu primeiro LP, e shows posteriores a este lançamento. Sendo assim, hoje contam com oito músicas compostas. No começo deste ano de 2015, juntou-se à dupla de compositores o vocalista Riq Therrys. “Fizemos uma seleção prévia de vocalistas para o posto de frontman da RISING, com alguns candidatos”, explica Zélão. “Riq chamou nossa atenção desde o princípio. Dono de uma grande experiência, ele não apenas se limitou a cantar melhor o que já tínhamos criado, como fez mais, criou também, dentro de seu estilo pessoal de cantar”. Se destacando dessa maneira, dos demais vocalistas que fizeram testes, Riq fora efetivado na banda, e seu estilo vocal somou como um interessante contraponto às músicas compostas por Angelo Conceição e Zélão Baal: um vocal Hard’n’Heavy dos anos 80, acompanhando um instrumental vintage bem anos 70, a banda demonstra assim grande potencial em desenvolver um estilo próprio dentro dessa onda de bandas que resgatam sonoridades do passado com novas músicas, na atualidade.


ARCHAIC MONOLITH (DEMO)


Para darem início às divulgações referentes à RISING, a banda lança sua primeira Demo, intitulada “Archaic Monolith”, produzida por Angelo Conceição. É Zélão quem explica a temática da música: “É ‘monólito’ porque tem o peso do Hard setentista e é ‘arcaico’ por resgatar essa sonoridade antiga”.

A Demo se inicia com uma introdução instrumental do mesmo nome, que conduz à musica seguinte, “Hexencraft”. “Quando eu a compus, ela era quase um Speed Metal. O Angelo adaptou ela para o estilo que desenvolvemos na RISING, e o Riq imprimiu sua personalidade em sua interpretação vocal, de modo que hoje ela é uma outra música, em comparação com a versão anterior. Ela é genuinamente RISING”, completou. A banda dará continuidade a produção das demais músicas, com previsão de lançamento para meados de 2015.

Para baixar a demo clique no endereço:


Line-Up – RISING:

Riq Therrys - Vocal
Angelo Conceição - Guitarras
Zélão Baal - Teclados


Contato:




Fonte: TRM Press

11 de set. de 2015

Extinguindo fronteiras e limites – Entrevista com o MOONSPELL


Por Marcos “Big Daddy” Garcia


Mesmo após muito tempo na estrada, em que muitos se acomodam sobre fórmulas estabilizadas de seu próprio trabalho, existem aqueles que não conseguem viver em expandir fronteiras. E este é o caso do quinteto lusitano MOONSPELL, que mesmo de causar revoluções no meio do Metal com discos como “Wolfheart” e “Irreligious”, sempre nos brinda com novos desafios, indo além dos limites estilísticos. E “Extinct” não foge a esta regra, pois mais uma vez, nos desafiam a desvendar esta belíssima jóia preciosa.

Aproveitando que eles estão se preparando para vir à América do Sul mais uma vez para divulgar o CD, bem como para se apresentarem no próximo Rock in Rio, tivemos o prazer de entrevistar o vocalista do grupo, Fernando Ribeiro.


BD: Saudações, e antes de tudo, gostaria de agradecer por nos conceder esta entrevista. Nossa primeira pergunta é sobre o novo CD, “Extinct”: depois de “Night Eternal” e “Alpha Noir”, que tiveram um enfoque mais pesado e agressivo, “Extinct” tem um lado um pouco mais acessível e requintado, quase que um resgate da época de “Irreligious” e “Sin/Pecado”. Óbvio que isso foi espontâneo, as músicas deixam isso bem evidente por elas mesma, mas como se sentiram ao compor o CD? E como se deu o processo de criação dele como um todo?

Fernando Ribeiro: Foi um processo bastante espontâneo e se revestiu de uma urgência emocional muito maior que os discos citados que foram feitos com mais tempo e com um conceito mais certo nas nossas cabeças. Os Ingleses contam a anedota de um homem que entra num bar e...O "Extinct" foi um pouco assim. Eu cheguei ao nosso estúdio de coração pesado pela vida, por acontecimentos que relacionei com a extinção e a banda embarcou logo nesse turbilhão. Durante nove meses praticamente não fizemos mais nada ou pensámos em mais nada. Um tempo de gestação curioso, intenso mas também romântico no sentido de estar a criar uma obra completamente refém das emoções do momento, sem olhar a modas, sentidos ou direções. Tocámos muito como banda, todos juntos e não largámos as canções até todas terem um toque especial que reflectisse em pleno as letras, a sua ambiguidade, ficando a música um pouco mais redentora e melodiosa. Não tentámos resgatar ou reciclar formulas, apenas seguimos esse lead emocional que resultou num disco mais goth, com momentos mais memoráveis, menos agressivo mas, para nós, mais desafiante e emotivo.

Fernando Ribeiro
BD: “Extinct” tem a produção assinada por Jens Brogen, que tem se tornado um produtor bem reconhecido nos últimos anos. Como se deu a escolha dele para a posição, e como foi trabalhar com ele? E por falar em produção, vocês tiveram o Waldemar Sorychta com vocês muitas vezes em todos esses anos nas gravações, logo, por que ele esteve ausente desta vez?

Fernando: Foi excelente. O Jens se tornou muito íntimo do processo, nem podia ser de outra forma e ajudou a organizar as peças. Ele se envolveu muito neste disco exatamente porque para ele era a oportunidade perfeita de fazer algo mais negro, mais pessoal, e o trabalho fluiu. Ele conferiu a dose certa de critica e entusiasmo para a banda e queremos muito repetir com ele numa ocasião futura. O Waldemar foi muito importante na definição do nosso som e tem de lhe ser dado crédito por ter feito os melhores discos de Metal Europeu com bandas como Tiamat, The Gathering, nós entre outros lançamentos fundamentais dos anos noventa.Faz tempo que ele não trabalha connosco, mas não tem uma razão em concreto, tínhamos a ideia de trabalhar com o Jens e decidimos mudar. As pessoas sabem como gostamos de novidade. 


Ricardo Amorim
BD: Ainda sobre “Extinct”: qual é o conceito, a idéia principal, para as letras do CD, e como pensaram no nome? 

Fernando: Existem duas dimensões que se completam e que trouxeram uma proximidade maior entre elas para fazer um conceito mais forte. Eu comecei a escrever as letras usando a extinção como uma metafora para aqueles que se vão da nossa vida, fisica e reomanticamente; para o que morre em nós para dar lugar a outras coisas; para os sítios aos quais iamos buscar uma energia que já não está lá. Na extinção mais alargada, ao nivel biotico, da natureza, encontrei um pano de fundo bem trágico mas também esperançoso no sentido que a extinção se pode tornar em especiação, i.e, um preparação da espécie que se adequa mais ao ambiente e penso que todos nós passamos por isso, um fim que encerra um outro tipo de continuidade mesmo que exista uma espécie de fatalidade. Falando com autores e cientistas do meio, reconhecemos ainda que existem vários grupos lutando contra a extinção de espécies naturais e essa coragem e nobreza inspirou-nos. o "Extinct" não é um disco de lamento, de chorar pelos cantos, de ser o garoto gótico sem causa. É um disco sobre imperfeição, limpar as lágrimas e fazer o que é preciso. É uma história da hipotese de sobreviver à escuridão das nossas vidas e do nosso tempo. 


BD: Ainda sobre as letras, há uns anos atrás, lendo uma entrevista com você, Fernando, da época de “The Antidote”, lembro-me você mencionar a influência do escritor Fernando Pessoa em suas letras. Pronto, foi o suficiente para eu ir ler alguma coisa do famoso poeta naquela época (risos). E mesmo entre elementos de Thelema, mitologias e ocultismo, há certo requinte do Romantismo poético. Podemos considerar, então, que esta influência de Fernando Pessoa continua presente nas letras do MOONSPELL?

Pedro Paixão
Fernando: Sempre. Para um Português, Pessoa é um modo de vida, de estar. De curiosidade, de solidão, de desassossego e a influência dele não se limitou ao tema "Opium", ou ao "Antidote". É mais vasta, mais profunda. 


BD: Já que falamos de suas letras, digamos que a temática do MOONSPELL como um todo requer certo trabalho dos fãs para uma compreensão mais ampla do que dizem nelas. Sim, já reparei que vocês possuem muito a dizer nelas, que as letras não estão ali como mero complemento para a música em si. De certa forma, acham que são promotores da cultura, não só do lado mitológico, mas no todo?

Fernando: Existe uma intenção de nos representarmos numa totalidade: o lunar mas também o solar. Penso que a maioria das letras no Heavy e no Gótico se banalizaram como complemento das música e se trocou a originalidade por algo menos profundo, mais fácil que decalca de temas como guerra (principalmente a Segunda Grande Guerra), fantasia em segunda mão inspirada por Martin ou Tolkien e claro as famosas letras de tomar cerveja, de falar do Metal. Isso nunca me atraiu e tornei-me numa pessoa que leva muito a sério o conteúdo lirico pois ele é a chave para entender uma banda e atestar se o que se procura é o entretenimento puro ou como voce diz e bem algo mais cultural. Não sei se procuramos promover algo em particular ou não, mas tentamos elevar os nossos textos a um estatuto mais poético, com vida para além da música. 


BD: Um fator interessante sobre “Extinct” é justamente as opiniões que ele despertou. Enquanto alguns preferem aquele lado mais agressivo e se sentiram decepcionados, outros adoraram o resultado final. Como se sentem com essa dualidade de sentimentos na recepção? E como a crítica especializada recebeu o CD?

Aires Pereira
Fernando: Não sentimos nada em especial. Estamos mais que habituados a não sermos nada consensuais e a ter de lutar pelo nosso lugar sempre com as nossas mudanças e imprevisibilidade musical e lirica. O consenso as pessoas guardam mais para as bandas Escandinavas ou Alemãs que nunca saem da zona de conforto e parecem mais que prestam um serviço do que fazem arte. A decepção dos fãs também é sempre algo por demais debatido e eu desprezo essa convicção de que ‘compramos’ o disco, queremos que ele seja assim ou assado. A independência é algo que cultivamos muito no aspecto criativo e temos pago o preço disso. Curiosamente, o "Extinct" foi um disco que arrebatou muita gente e até existe alguma consensualidade o que é surpreendente para nós rsrsrsrsrs... As criticas foram na sua grande parte excelentes e houve pouca campanha contra nós nas redes sociais. A qualidade prevaleceu. 


BD: Falemos um pouco do passado: até a chegada de “Wolfheart”, pouco se sabia da cena portuguesa de Metal. Mas depois dele, surgiram mais e mais bandas de seu país. Como se sentem sendo os pioneiros da cena lusitana?

Fernando: Nós não somos os pioneiros do Metal em Portugal. Existe toda uma história antes de nós, desde finais de 70, com grupos como Tarantula, Ibéria, Sacred Sin, RAMP. O que nós fizemos foi uma rutura com o espirito quase derrotista e local das bandas lusitanas. Queríamos mais, mais originalidade, não queriamos ser os Maiden locais ou os Metallica do bairro. Queriamos uma banda diferente e acabou por resultar contra todas as expectativas dos players da cena Portuguesa da altura. 


BD: Nesses mais de 20 anos dentro da cena mundial, vocês viveram muitas experiências, altos e baixos como todas as bandas passam. Se pudessem mudar algo, o que seria? 

Miguel Gaspar
Fernando: Fica dificil responder, porque acredito sinceramente que tudo o que aconteceu teve um lugar na nossa história como grupo. Mas, assim de cabeça. deveríamos ter nos livrado do nosso primeiro baixista mais cedo pois ele prejudicou muito a banda e gostaria de ter tido um produtor diferente no "Sin/Pecado". 


BD: Uma pergunta que muitos fãs fazem sempre: existe alguma possibilidade de algum dia, um novo trabalho do DÆMONARCH venha a ser lançado? Sim, pois “Hermeticum” teve uma boa aceitação até onde sabemos…

Fernando: Não me parece. DÆMONARCH sempre foi anunciado como coisa única, não me interessava perseguir esse conteúdo mais oculto e satânico porque cresci enquanto homem e claro fui descobrindo outras formas de estar, pensar, compor. Sei que foi um sucesso algo inesperado mas pelo menos ficou o testemunho de um disco bem épico e black metal que continua a fascinar muita alma negra. 


BD: Ah, sim: qual foi a motivação maior para o lançamento de “Under Satanæ”? 

Fernando: Essa motivação surgiu logo depois de concluirmos o "Under the Moonspell" em 1994. É um disco que nos deixou um amargo de boca porque apesar da sua originalidade e importância na cena, nós não conseguíamos, na altura, como músicos, tocar e representar em condições as nossas ideias. Por isso sempre achei que era um disco com o seu charme luciferino mas gostei muito de lhe poder pegar e fazer alguma justiça em 2007. 


BD: Não sei se conhecem, mas existe um tributo ao MOONSPELL feito todo com bandas brasileiras, “Em Nome do Medo - A Brazilian Tribute to Moonspell”. Chegaram a ouvir? E o que acharam da iniciativa? Existe alguma versão favorita na sua opinião?

Fernando: Sim, claro. Ficámos honrados pela homenagem e até surpreendidos pelo facto de a cena Underground Brasileira nos ter dado essa importância já que não somos, de todo, um nome influente no Brasil. Ficou um tributo muito equilibrado, que deu para ver o nosso universo bem diferente musical, do black ao death ao gótico. Destaco as versões de "Magdalene" do Ravenland; "Lickanthrope" por Raiser; a do Silent Cry, sem desprimor para o resto dos convidados claro!


BD: Voltando aos tempos atuais: o primeiro Single de divulgação de “Extinct” foi a música “The Last of Us”. Como se deu a escolha justamente dela para ser o Single de divulgação? E como foi que surgiu a idéia para o vídeo de “Extinct”? Poderia nos contar um pouco do conceito por trás dele? Aliás, permitam-me o elogio: o resultado final ficou ótimo.

Fernando: Nada de especial. Foi instinto. E risco pois é um tema bem mais rock que metal e que poderia induzir o fã em erro mas resultou super bem. Ainda hoje ao vivo se nota esse amor ao primeiro tema divulgado. O video do "Extinct" é sobre imperfeição e como ela é posta de parte no nosso mundo. O director Victor Castro teve essa noção e meteu um grupo opressor de mulheres caçando marginais, pessoas diferentes. Todo o video tem uma estética bem apocaliptica que é um universo que me fascina e tem essa influência dos filmes série B sobre cidades abandonadas. É um video que faz pensar e que inverte um pouco a lógica do mundo e nos confronta com um espelho da nossa reação perante a imperfeição e o domínio. 


BD: Finalmente, o MOONSPELL está voltando ao Brasil, dessa vez, para uma série de shows e também vão se apresentar no Rock in Rio. Como se sentem nessa volta, e quais as suas expectativas?

Fernando: São sempre boas. Apesar de não sermos um nome que encha ainda salas no Brasil sentimos uma ligação profunda, inexplicável com os nossos fãs Brasileiros que nos apoiam desde a primeira ida. A nossa estreia no Rio e ainda por cima no Rock in Rio é algo que nos deixa super orgulhosos pois assistíamos pela televisão aos momentos mágicos do Queen, Iron Maiden, Guns n Roses e agora, ainda que de forma bem mais modesta, estamos lá a respirar esse ar por mérito da nossa carreira. Também me fascinam ainda mais os concertos em sala, em clubes pois esse é o nosso elemento por excelência e visitar Curitiba pela primeira vez é fantástico, pois ouvi grandes maravilhas sobre essas cidade e claro o regresso a Rio Grande do Sul e a S.Paulo onde já vivemos momentos extraordinários dentro e fora do palco. Vai ser bom, espero que os fãs compareçam


BD: Agradeço demais pela entrevista, e por favor, deixe sua mensagem aos nossos leitores.

Fernando: A mensagem é mais um convite para ajudar a preservar a nossa existência como banda, dando sentido ao que fazemos. Não é fácil para uma banda Portuguesa levar a sua música seja onde for mas queremos muito impressionar neste tour e todo faremos para isso. Ficar em casa não é opção. Prepare to be extinct!

"Purgatorial" de Fernando Ribeiro, lançado no Brasil


O Metal Samsara gostaria de agradecer à Miky Ruta (Fame Enterprises) e a Luciano Piantonni (Lanciare - Assessoria de Imprensa, Comunicação & Entretenimento) por ter tornado esta entrevista possível.


Veja os vídeos de "Extinct" e "The Last of Us":








9 de set. de 2015

09/09/2015: News Metal Media



Lascia: selecionada para festival da NIG


A LASCIA acaba de ser confirmado como um dos grupos selecionados para o Time4Music Festival, organizado pela empresa NIG. O Festival está sendo organizado pela OLB produções, tendo como apoiador a empresa NIG

A banda é uma das 60 selecionadas dentre mais de 300 que se inscreveram.

“Esse evento é uma excelente oportunidade de mostrar e divulgar o trabalho da LASCIA, inclusive vamos executar duas faixas do novo álbum, estamos muito felizes e ansiosos.”


Paralelamente a LASCIA segue na finalização de seu novo single, ‘Jealousy’, que está nas mãos de ninguém menos que o produtor sueco Jakob Herrmann, que tem em seu currículo nomes como Europe, Machine Head e Evergrey.

A gravação foi feita no Brasil no estúdio Sunshine, na cidade de Santos. A produção deste lado do Oceano ficou a cargo dos integrantes Diego Franco e Débora Nunes. Já na Suécia acontecem a mixagem, masterização e coprodução no Top Floor Studio.

Ouça a música “Nightmare”:



Sites Relacionados:



Gutted Souls: músicos comentam sobre processo de timbragem


O carioca GUTTED SOULS está de volta a São Paulo, mais precisamente no estúdio do produtor e baterista do Korzus Rodrigo Oliveira, para finalizar mais uma parte do processo de gravação de seu vindouro álbum.

Agora o foco total é no processo de timbragem das cordas, e ninguém melhor que os próprios músicos para comentar o que estão buscando:

“Timbres pesados e limpos, pois queríamos que as guitarras soassem os riffs com mais definição. Acho que isso define. Com uma cara só nossa, pois ouvimos muitas coisas legais e não queremos que as cordas soassem como algo que já foi feito por alguma banda.” – Wellington Ferrari.

“Eu estou buscando um timbre pesado e limpo, com muita clareza nos solos.” – Leandro Xsa

“Um timbre de baixo que soe orgânico, com definição e peso necessários pra compor os riffs com clareza e ao mesmo tempo dar sustentação à música.” – Marcos Medeiros

O GUTTED SOULS segue ao lado de Rodrigo Oliveira que além de produzir o disco, também está encarregado de registrar as linhas de bateria do vindouro ‘Oligarchy and the Illusion of Freedom’.


Sites relacionados:



Fonte: Metal Media